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      <title>Lírica camoniana by Elisabete Cardoso</title>
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      <description>Criado com um passe de mágica</description>
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         <title>Descalça vai para a fonte</title>
         <author>elisabetecardoso2</author>
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         <pubDate>2022-03-17 11:53:31 UTC</pubDate>
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         <title>Se Helena apartar</title>
         <author>elisabetecardoso2</author>
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         <pubDate>2022-03-17 11:54:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades</title>
         <author>elisabetecardoso2</author>
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         <pubDate>2022-03-17 11:56:40 UTC</pubDate>
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         <title>Busque Amor novas artes, novo engenho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Análise</mark></strong>&nbsp;</div><ul><li><strong>Assunto</strong></li></ul><div>O sujeito poético realça o sofrimento que o amor provoca e revela aos leitores como nos podemos proteger contra o mesmo.</div><ul><li><strong>Estilo</strong></li></ul><div>&nbsp;Este poema tem como recursos expressivos dominantes a anáfora e a adjetivação.</div><ul><li><strong>Estrutura Formal</strong></li></ul><div>&nbsp;Este poema é um soneto. Na primeira e segunda estrofes a rima é interpolada e emparelhada e na terceira e quarta a rima é interpolada. Neste poema, a maioria dos versos têm dez sílabas métricas, sendo assim versos decassilábicos.</div><div><br></div><div><br><a href="https://prezi.com/p/ehpuduhipyln/busque-amor-novas-artes-novo-engenho/">https://prezi.com/p/ehpuduhipyln/busque-amor-novas-artes-novo-engenho/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:08:09 UTC</pubDate>
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         <title>A fermosura desta fresca Serra </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-03-17 12:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>Verdes são os campos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tema:<br></strong>O amor, a mulher amada e a natureza.<br><br><strong>Assunto:<br></strong>O sujeito poético vê nos campos a sua amada, ou seja, como ela não está presente tudo o que o rodeia faz lembrar o seu amor por ela.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:13:16 UTC</pubDate>
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         <title>Um mover d’olhos, brandos e piadoso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tema: “A representação da amada”<br><br>O poema retrata uma mulher amada cuja Beleza é dominada pelos sentimentos, pela caracterização de ordem moral e psicológica. Nesta mesma caracterização sente-se a influência direta de Francesco Petrarca no que se refere ao elogio dos aspetos físicos, nomeadamente, <em>olhar</em>, <em>riso</em>, <em>gesto</em>…</div><div><br></div><div>A comprovar estas considerações atente-se na estrutura das estrofes em que predominam as frases nominais, isto é, sem verbos, e em que se fazem referências às qualidades morais da amada, através da utilização de substantivos abstratos.<br><br>A construção é feita com base em paralelismos, onde o vocabulário se repete quer devido à estrutura das frases em si quer à seleção de sinónimos<br><br>Este poema é constituído por duas quadras e dois tercetos.<br><br>Afonso Duarte&nbsp;<br>André Louro</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:19:48 UTC</pubDate>
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         <title>Aquela Cativa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:21:04 UTC</pubDate>
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         <title>Erros meus, má fortuna, amor ardente</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:24:12 UTC</pubDate>
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         <title>O dia em que eu nasci, moura e pereça </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Assunto</strong>: <br>o sujeito poético manifesta um desejo de que o dia em que nasceu desapareça e que não se repita e caso não se cumprisse e se repetisse desejava um dia horrível e monstruoso.<br><strong>Estilo</strong>:<br>Recurso expressivo encontrados no excerto foram: pleonasmo, apóstrofe, anáfora, hipérbole, metáfora e adjetivação.<br><strong>Estrutura formal</strong>:<br>É um soneto em que as duas quadras tem rima interpolada e emparelhada e os dois tercetos tem rima interpolada.<br>Os seus versos têm uma métrica decassílabica.<br><a href="https://portugues-fcr.blogspot.com/2021/04/analise-do-poema-o-dia-em-que-eu-nasci.html?m=1">https://portugues-fcr.blogspot.com/2021/04/analise-do-poema-o-dia-em-que-eu-nasci.html?m=1</a><br><br>Gonçalo martinho n10 Guilherme Abreu n11</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:26:53 UTC</pubDate>
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         <title>Se helena apartar </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tiago Taveira n°26/ Tiago Machado n°27<br><br>Página 200<br><br>a este moto seu<br><br><br>Se Helena apartar<br><br>do campo seus olhos,<br><br>nascerão abrolhos.<br><br><br>voltas<br><br><br>A verdura amena,<br><br>gados que pasceis,<br><br>sabei que a deveis<br><br>aos olhos d' Helena.<br><br>Os ventos serena,<br><br>faz flores d' abrolhos<br><br>o ar de seus olhos.<br><br>Faz serras floridas,<br><br>faz claras as fontes...<br><br>Se isto faz nos montes,<br><br>que fará nas vidas?<br><br><br>Trá-las suspendidas,<br><br>como ervas em molhos,<br><br>na luz de seus olhos.<br><br>Os corações prende<br><br>com graça inumana;<br><br>de cada pestana<br><br>uma alma lhe pende.<br><br>Amor se lhe rende<br><br>e, posto em giolhos,<br><br>pasma nos seus olhos.<br><br><br>Luís de Camões<br><br><br></div><blockquote>Tema: O poder transformador de helena em seu redor / A beleza da mulher.&nbsp;</blockquote><div><br></div><blockquote>Assunto: O sujeito lírico descreve a beleza dos olhos de helena cuja magia e beldade é comprovada pelo efeito que tornam belos todos os elementos da natureza ao seu redor, cativam os corações e as almas, e o próprio amor lhes presta vassalagem.</blockquote><div><br></div><div><em>Recursos expressivos da obra:</em></div><div><br></div><blockquote><em>Apóstrofe(v. 5)</em></blockquote><div><br></div><blockquote><em>-Identifica o interlocutor do sujeito poético, que inconscientemente beneficia dos efeitos transformadores dos olhos de Helena, para lhe dar conta do seu extraordinário poder, capazes de colorir a verdura.</em></blockquote><div><br></div><blockquote>Anáfora(vv. 9/11/12)</blockquote><div><br></div><blockquote>Enfatiza o poder transformador dos olhos de Helena sobre a natureza.</blockquote><div><br></div><blockquote>Enumeração(vv. 8-12)</blockquote><div><br></div><blockquote>O sujeito poético enumera os elementos da natureza afetados pelo poder transformador dos olhos de Helena.</blockquote><div><br></div><blockquote>Comparação(vv. 15-17)</blockquote><div><br></div><blockquote>Destaca a quantidade de vidas que Helena traz apaixonadas pela luz de seus olhos, deste modo reforça-se o efeito causado por eles equiparando um molho de ervas ao conjunto de vidas presas ao fascínio de Helena.</blockquote><div><br></div><blockquote>Personificação(vv. 22)</blockquote><div><br></div><blockquote>Traduz a atitude de vassalagem do amor face aos olhos de Helena.</blockquote><div><br><br><br><strong><em>Análise Formal&nbsp; &nbsp;<br><br></em></strong>O poema é um vilancete constituído por um mote de três versos(terceto). E três estrofes de 7 versos(sétimas).<br><br><strong><em>Métrica<br></em></strong><strong><br></strong>Os versos têm todos 5 sílabas métricas(redondilha menor)<br><br>O primeiro verso do mote é branco/solto uma vez que não possui nenhuma correspondência rimática.<br><br><em>O esquema rimático apresenta-se da seguinte forma:<br><br></em>A<br><br>B-------------<br>                         } Rima emparelhada <br>B-------------<br><br><br>C-----------------------------<br>                                                   |<br>D------                                      |<br>             }Rima emparelhada     |<br>D------                                       |<br>                                                    |<br>C-----------------------------|<br>                                             } Rima interpolada<br>C-----------------------------<br><br>B-----------<br>                    } Rima emparelhada <br>B-----------<strong><em><br><br></em></strong><em><br></em><br><strong><em><br></em></strong><br><strong><em><br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>Amor é um fogo que arde sem se ver</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tema- Amor<br><br>Assunto- Ao longo do desenvolver do poema o sujeito poético tenta definir de uma forma desesperada o que é o "Amor", através da apresentação de ideias contraditórias. O sujeito poético exprime a complexidade desse sentimento, que lhe provoca tanto prazer como sofrimento.<br>&nbsp;<br>Os recursos expressivos mais utilizados são:<br>Metáfora de forma a tentar encontrar uma definição para o amor.<br>Antítese dificuldade que o sujeito poético tem para definir o amor.<br><br>Estrutura formal- Soneto(composição poetica formada por 14 versos decassilábicos, com dois quartetos e dois tercetos.)<br><br>Guilherme Antunes dos Santos<br>Margarida Duarte Santos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:40:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tanto de meu estado me acho incerto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Tema:</mark></strong> A experiência amorosa e reflexão sobre o amor.<br><br><strong><mark>Assunto:</mark></strong> Neste poema a observação da sua amada provoca no sujeito poético um enorme sofrimento amoroso e fica num estado de inquietação e ansiedade constante devido à contradição dos seus sentimentos, principalmente o amor, pois este é tão intenso que se torna contraditório.<br><br><strong><mark>Estilo:</mark></strong></div><ul><li>São utilizadas várias <strong>antíteses</strong> para realçar a inquietação contínua do sujeito poético.&nbsp;</li></ul><div><a href="https://images.app.goo.gl/cUuXRce54pyojrJ79">https://images.app.goo.gl/cUuXRce54pyojrJ79</a></div><ul><li>Temos também <strong>anáforas</strong> que mostram a intensidade dos sentimentos e o seu estado permanente de ansiedade e sofrimento.</li></ul><div><a href="https://images.app.goo.gl/sNP7669phboRMRdU9">https://images.app.goo.gl/sNP7669phboRMRdU9</a></div><ul><li>Observamos também <strong>hipérboles </strong>que amplificam a intensidade deste amor.</li></ul><div><a href="https://images.app.goo.gl/644npn6TmSDXDkHg6">https://images.app.goo.gl/644npn6TmSDXDkHg6</a></div><ul><li>Temos a utilização da <strong>apóstrofe</strong> “minha senhora” que nos dá a perceção de mulher inatingível.</li></ul><div><a href="https://images.app.goo.gl/QYGTbG75WPp3YnNeA">https://images.app.goo.gl/QYGTbG75WPp3YnNeA</a></div><div><br></div><div><strong><mark>Estrutura formal:</mark></strong><strong><br></strong>Este poema é um soneto.<a href="https://images.app.goo.gl/LjDbLeg7pCcabkgV7"><br>https://images.app.goo.gl/LjDbLeg7pCcabkgV7</a><br>Quanto à sua métrica os versos são decassilábicos.<br>O esquema rimático é: abba/abba/cde/cde<br>As rimas são interpoladas e emparelhadas.<br><br>Inês Ulpiano, n15<br>Lourenço Frazão, n16</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 12:41:36 UTC</pubDate>
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         <title>Os bons vi sempre passar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tema: </strong>O desconcerto do mundo<br><strong>Assunto:</strong> Desequilíbrio na distribuição do prémio e do castigo. Na primeira parte (v.1 a 5), o sujeito poético constata que o mundo anda desconcertado, os valores éticos e morais estão invertidos, pois os bons são castigados (v.1 e 2), e os maus são recompensados (v.4 e 5). Na segunda parte (v.6 a 10), o sujeito poético diz ter mudado o seu comportamento para "mau", para alcançar o mar de contentamentos, mas foi castigado (v. 6 a 8), pois para ele o mundo anda concertado, ou seja harmonioso (v. 9 e 10)<br><strong>Estilo: </strong>Este poema tem como recursos expressivos: a antítese (v.1 e 4/ 7), a repetição (v.1 e 4), a metáfora (v.5 e 6) e a ironia (v.9 e 10).<br><strong>Estrutura formal: </strong>Este poema é uma esparsa. Constituído por uma estrofe com 10 versos. Neste&nbsp; poema os versos são constituídos por 7 sílabas métricas (redondilha maior)<br>Esquema rimático: abaabcddcd (v.1 e 3/v.8e 10 rima cruzada; v.2 e 5/ v.6 e 9/ v.7 e 10 rima interpolada; v.3 e 4/ v.7 e 8 rima emparelhada.<br><a href="https://www.canva.com/design/DAE7yfj1s4I/-15T2zQPNYp6h24Nmq3HWg/view?utm_content=DAE7yfj1s4I&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton">https://www.canva.com/design/DAE7yfj1s4I/-15T2zQPNYp6h24Nmq3HWg/view?utm_content=DAE7yfj1s4I&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton<br></a>Catarina Vieira, nº6<br>Diana Santos, nº7</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 19:32:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-03-31 11:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Guião do trabalho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Slide 1:</mark></strong><br><strong><em>Capa do trabalho</em></strong><br><br><strong><mark>Slide 2:</mark></strong><br><strong><em>Índice</em></strong><br>-Biografia do autor<br>-Poema<br>-Tema<br>-Assunto <br>-Recursos Estilísticos<br>- Análise Formal<br><br><strong><mark>Slide 3:</mark></strong><br><strong><em>Biografia de Luís Vaz de Camões</em></strong><br><br>Luís de Camões (1524-1580) foi um poeta português. Autor do poema Os Lusíadas, uma das obras mais importantes da literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. É o maior representante da escritura portuguesa.<br><br>-Luís Vaz de Camões nasceu em Lisboa, Portugal, por volta de 1524.<br><br>-Em 1537, Camões iniciou o curso de Teologia, na Universidade de Coimbra.<br><br>-Em 1547, Camões resolve embarcar, como soldado, para a África. Serviu dois anos em Ceuta. Combateu contra os mouros e durante uma briga perdeu o olho direito.<br><br>-Quando retornou a Lisboa, foi encarcerado devido a incidentes ocorridos, nesta fase iniciou a escrita dos Lusíadas. ´<br><br>-Posto em liberdade, o poeta embarcou para Macau, onde posteriormente tornou-se provedor.<br><br>-Após regressar a Portugal, em 1572, publica a epopeia Os Lusíadas, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal.<br><br>-Luís de Camões morreu em Lisboa, no dia 10 de junho 1580, em absoluta pobreza.&nbsp; <br><br><strong><mark>Slide 4:</mark></strong><br>Poema<br><br><strong><mark>Slide 5:</mark></strong><br><strong><em>Tema<br></em></strong><br>Sofrimento/Desventura do sujeito poético ao longo da vida<br><br><strong><mark>Slide 6:</mark></strong><br><strong>Assunto<br><br></strong>O sujeito poético consta que ao longo da sua vida, verifica que as causas para a sua mágoa e melancolia foram os erros que cometeu, o azar e os desgostos amorosos.<br><br><strong><mark>Slide 7:</mark></strong><br><strong>Análise do Poema<br><br>1ºEstrofe-&nbsp;</strong>Nesta primeira parte do poema o sujeito poético, alega que a sua vida atabalhoada, repleta de sofrimento, deve-se à má sorte, erros cometidos e pelo amor.&nbsp;</div><div>O poeta acrescenta ainda, que bastava os desgostos amorosos para o levar à perdição e que a má sorte apenas foram agravantes do seu padecimento.<br><br><strong><mark>Slide 8:<br></mark></strong><strong>Análise do Poema<br><br>2ºEstrofe-</strong>O poeta relata o seu percurso passado e admite que as suas vivências e os seus pecados conduziram-no até ao seu destino descontente.<br><br><strong><mark>Slide 9:<br></mark></strong><strong>Análise do Poema<br><br>3ºEstrofe- </strong>Culpabiliza-se pelo percurso desastroso que a sua vida tomou e a desgraça/lástimas que sente de momento.</div><div>Posteriormente, a sua vida foi punida pelo o seu infortúnio e agravados pela vivência amorosa. <br><br><strong><mark>Slide 10:<br></mark></strong><strong>Análise do Poema<br><br>4ºEstrofe- </strong>Termina com um pedido, que traduz todo o padecimento do sujeito poético, que solicita um devido descanso de todas as tragédias ao longo da sua vida.<br><br><strong><mark>Slide 11:<br></mark></strong><strong>Recursos Estilísticos<br>&nbsp;</strong><strong><mark><br></mark></strong>"Erros meus, má fortuna, amor ardente"- <strong>Enumeração<br><br></strong>"que a Fortuna castigasse"- <strong>Personificação</strong><br><br>"A não querer já nunca ser contente."- <strong>Anástrofe</strong><br><br>"Oh!"- <strong>Interjeição<br><br></strong><strong><mark>Slide 12:<br></mark></strong><strong>Análise Formal<br>&nbsp;<br></strong>- Soneto<strong><br><br></strong>- 1º e 2ª Estrofe- Interpolada e Emparelhada<br><br>- 3ª e 4ª Estrofe- Interpolada<br><br>- Esquema Rimático: decassilábico <strong><br><br><br></strong><strong><mark>Slide 13:</mark></strong><strong><br>Imagem representativa<br><br>(</strong>Simboliza os sentimentos expressos no poema)<br><br><strong><mark>Slide 14:<br></mark></strong><strong>Wikipedia<br><br></strong><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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