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      <title>PESQUISA-AÇÃO: CONCEITUAÇÃO E PRINCÍPIOS by Ricardo Jorge de Sousa Cavalcanti</title>
      <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6</link>
      <description>Com base nos textos subsidiados, elaborem conceitos, utilizando os argumentos de autoridade, para estabelecer definições e princípios envoltos à metodologia da pesquisa-ação. Para acrescentarem comentários/elaborarem tópicos, utilizem o símbolo +. Podem comentar os tópicos lançados pelos próprios colegas e/ou lançarem outros ligados ao tema.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-04 16:29:55 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author>ricardocavalcanti</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1490552231</link>
         <description><![CDATA[<div>Ação investigativa colaborativa envolvendo sujeitos potencialmente necessitados de atitudes de melhoria de dadas práticas em processos dialógicos.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 16:36:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1495007270</link>
         <description><![CDATA[<div>PESQUISA- AÇÃO: uma tentativa de aprimorar a prática<br>Bastante eficaz em situações para as quais o alcance das pesquisas não contempla as problemáticas envolvidas. Segue um ciclo baseado no planejamento, implementação, descrição e avaliação, assim como a sistematização da assistência em saúde, tornando-se um processo contínuo e intervencionista capazes de transformar as práticas.<br><br>Andreza Andrade</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-05 17:40:58 UTC</pubDate>
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         <title>ABORDAGEM COOPERATIVA OU COLABORATIVA NO PROCESSO DE PESQUISA-AÇÃO?</title>
         <author>fredebrahim</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1495901316</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme exposto em um dos textos propostos para leitura, (<em>PESQUISA-AÇÃO SOB A ÓTICA DE RENÉ BARBIER E MICHEL THIOLLENT: APROXIMAÇÕES E ESPECIFICIDADES METODOLÓGICAS, Tanajura e Bezerra, 2015), </em>para Thiollent (2009), a pesquisa-ação constitui uma pesquisa com abordagem de cunho social que desencadeia uma ação política, que produzirá ação que poderá ou não conduzir a resolução de determinado problema coletivo, processo este em que os pesquisadores e os participantes representativos da situação em estudo poderão ter envolvimento sob a forma cooperativa ou colaborativa, por meio dos quais as pessoas implicadas poderão ter abertura para se expressarem e agirem, a depender da abordagem, destacando que a investigação deve estar inserida numa “política de transformação", e ainda, possibilitar que o conhecimento produzido possa ser aplicado a outros grupos. Thiollet (2009) também nos conduz a reflexão sobre a forma de se fazer pesquisa, quando dispõe que a "pesquisa-ação é a revolta contra a separação dos ‘fatos’ e dos ‘valores’ que dá um sabor particular à noção de objetividades das Ciências Sociais". </div><div>No vídeo, Michel Thiollent, Repensando os Fundamentos da Pesquisa – ação (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=PoEynzBggMY">https://www.youtube.com/watch?v=PoEynzBggMY</a>), o mencionado filósofo destaca que a abordagem <strong>cooperativa</strong> da pesquisa-ação propicia uma troca na construção do conhecimento entre os pesquisadores e os participantes representativos da situação em análise, provocando um maior envolvimento entre ambos para o desenvolvimento da pesquisa, e que a mesma consequência não decorre de uma abordagem meramente colaborativa, onde as pessoas envolvidas na problemática em estudo apenas colaboram e encerram a sua participação na pesquisa.</div><div><br><br></div><div>Outra compreensão que alcancei após a leitura do supracitado texto diz respeito ao enfoque realizado por <strong>Barbier</strong> (2002), também sobre o processo de pesquisa-ação, onde observei que sua perspectiva seria diferente, mais objetiva, com o desenvolvimento da pesquisa em período curto, onde os representantes da situação em análise tornam-se <strong>colaboradores</strong>, o que, a meu ver, não quer dizer que sejam menos importantes que os cooperados, mas que aqueles desempenham atividades limitadas na pesquisa, tendo em vista que caberia aos mesmos apenas “expressarem a percepção que têm da realidade do objeto de sua luta ou de sua emancipação”, não existindo o mesmo envolvimento entre os atores na pesquisa, como ocorre na abordagem cooperativa. Barbier, 2002, também nos traz que a "pesquisa clássica utiliza a estatística para verificar a correlação entre variáveis", onde a possível análise qualitativa dos dados será complexa e tenderá a ficar restrita a atuação dos "profissionais da pesquisa", situação que ocorre de forma diversa na pesquisa-ação, tendo em vista que a análise e consequente interpretação são "o produto de discussões de grupo", tendo como principal aspecto a opinião, o que necessariamente "impõe à comunicação dos resultados da investigação a análise de suas reações".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 22:04:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author>renatacoimbra2006</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1499318930</link>
         <description><![CDATA[<pre>Define-se pesquisa-ação como uma pesquisa social que traz em si questões políticas, uma vez que sua finalidade é movida por problemas motivadores cuja investigação está inserida numa política de transformação da realidade do homem social que interage na sociedade e a problematiza, recriando situação que necessitam ajuda da investigação científica para resolução desses problemas, reinventando novos paradigmas isto é, uma pesquisa que traz em sua maneira inovadora de ser, a prática e a teoria, unidas entre si, possibilitando intervenção no processo ainda em andamento.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>Ou, de maneira mais resumida, como sendo pesquisa-ação uma metodologia de pesquisa que utiliza um modelo aberto e dialético na forma com que se investigam os problemas advindos de situações reais da realidade dos sujeitos, ajudando na produção do conhecimento e a partir desse, transformando a realidade do grupo investigado, sendo aplicável a outros grupos.</pre><div><br><br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 17:28:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author>janevalido</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1500235690</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisa-ação entra na perspectiva da busca do conhecimento para a resolução de problemas. A colaboração mutua entre pesquisador e pesquisados, dentro da conjuntura de aprimoramento da prática. O pesquisador não desempenha o papel apenas de observador e descritor do objeto de estudo, o proposito dele é resolver a problemática que surgiu, seguindo um plano de trabalho, obedecendo algumas etapas, como: fazer uma investigação, para diagnosticar qual é o problema; criar estratégias de ação para a resolução de tal problema; por em desenvolvimento a estratégia criada e avaliar a sua eficiência, e se caso o problema em questão não tenha alcançado a resolução esperada, buscar novas ações e métodos para alcançar o objetivo proposto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 21:24:41 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - ação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1500508250</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisa é um método ou ação que busca elucidar problemas sociais, esta solução pode ocorrer de forma empírica   e coletiva, para tanto se fazem necessários embasamentos ,analise e intervenções .<br>O autor&nbsp; apresenta a pesquisa como uma construção complexa e que muitas vezes se distancia&nbsp; do objetivismo tanto quanto do subjetivismo, e encontra afinidade com o construtivismo. Michel Thiollet&nbsp; considera que a pesquisa - ação é uma estratégia metodológica social que apresenta vários aspectos e que pode ocorrer em vários espaços. Quando a mesma acontece em ambientes mais restritos, torna-se complicada. Diante deste desafio se faz necessário&nbsp; por parte do pesquisador a posição de escuta.&nbsp;<br>Em síntese, esta forma de pesquisa busca acima de tudo desenvolver estratégias e condições para auto reflexão dos participantes, sem manipulação de resultados, com intervenções participativas e uma visão holística da realidade social.<br><br>Maria Jose Marques Nascif Sousa<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 23:53:36 UTC</pubDate>
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         <title>Atuando em Pesquisa-ação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1501035085</link>
         <description><![CDATA[<div>Iniciar-se em uma pesquisa-ação é identificar o problema, compreendê-lo, estar atento e disponível para adentrar-se no plano social do objeto da pesquisa, considerar as subjetividades, ser flexível. Enfim, perceber que "a identidade de pesquisador é firmada com a abertura ao conhecimento dos mais diversos âmbitos" (Cavalcanti, 2018). A partir das fases de cada ciclo da pesquisa-ação, quais sejam: identificação do problema, planejamento da solução, implementação da nova prática, monitoramento e avaliação dos resultados, o pesquisador e seus cooperadores e/ou colaboradores iniciam-se em novas fases, em novos ciclos, sempre de forma iterativa. A pesquisa-ação, como uma forma de investigação-ação, é um processo corrente, repetitivo, no qual o que se alcança em cada ciclo fornece o ponto de partida para mais melhora no seguinte (Tripp, 2005). Pelo viés social da Educação, especialmente em EPT, ao constatar-se a necessidade ou oportunidade de melhoria em determinado processo, nota-se que a pesquisa-ação parece surgir como método mais apropriado para desenvolvimento de um projeto acadêmico.<br><br><strong>Enoch Freitas</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 04:05:09 UTC</pubDate>
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         <title>PESQUISA-AÇÃO E EDUCAÇÃO</title>
         <author>souzajclecio</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1504195338</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Pesquisa-ação é uma atividade de análise, compreensão e explicação de uma realidade, sendo que a mesma tem como foco a transformação de uma realidade.&nbsp;</div><div>Ao trabalhar com Pesquisa-ação a subjetividade está presente, e há um envolvimento pleno do Pesquisador com o Pesquisado, de modo a compreender melhor os seus Pesquisados, seu problema para que assim possa desenvolverem juntos  estratégias de solução para a Problemática em questão.<br><br></div><div>Ao contrário de outras, a Pesquisa-ação dá um retorno ao seus envolvidos no problemas não apenas ao final dos estudos, mas no decorrer da pesquisa. Desse modo ao mesmo tempo que se realiza a pesquisa, encontra-se soluções para os problemas investigados ao mesmo tempo que produz conhecimento que serve como base para se trabalhar com realidades distintas.<br><br></div><div>Para Thiollent (2009), grande defensor deste tipo de pesquisa, a mesma só existe quando há a participação dos integrantes no problema investigado, tendo a necessidade de dá uma solução a população.</div><div>Franco (2005) diz que pesquisa-ação pode ser entendida como: pesquisa-ação colaborativa, os sujeitos pedem ajuda para solucionar determinados problemas com seus conhecimentos científicos e participação da população; A mesma tem o papel de cientificizar o processo de mudança; A Pesquisa-ação crítica, quando visa a emancipação sendo um trabalho realizado em conjunto entre Pesquisador e sujeito, por fim a Pesquisa-ação estratégica, que cabe ao pesquisador estabelecer as mudanças necessárias. Finalizando no contexto educacional, a Pesquisa-ação visa solucionar problemas ligados a aprendizagem e formação de professores por exemplo, de modo a melhorar a qualidade de ensino ofertada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 22:03:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A ESSENCIALIDADE DA INTERAÇÃO ENTRE PARTICIPANTES E PESQUISADORES NA PESQUISA-AÇÃO.</title>
         <author>geronimovicente</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1506289794</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em uma palestra no Instituto de Educação de Dar-Es- Salaam, na Tanzânia, o educador Paulo Freire (1971) citou uma frase do então presidente do país Julius Kambarage Nyerere que afirma: "não há desenvolvimento sem a presença curiosa das massas populares na reconstrução de sua sociedade".&nbsp;</div><div>A partir do momento que li essa definição, considerei ser&nbsp; esse o conceito mais prático de uma pesquisa-ação e que está bem alinhado à conceituação de Michel Thiollent (2009) quando afirma que "a pesquisa-ação é um tipo de pesquisa social com função política, associada a uma ação ou a resolução de um problema coletivo no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação estão envolvidos de modo cooperativo".&nbsp;</div><div>&nbsp;No meu ponto de vista, não há desenvolvimento social, sem a participação da sociedade e, efetivamente, das massas populares que, por meio de seu empirismo, crenças e tradições culturais podem,&nbsp; com o auxílio das ciências humanas enveredar em uma investigação para planejar&nbsp; sua sobrevivência no futuro.<br>&nbsp;O chamado desenvolvimento sustentável, no meu entender, é fruto da aplicação desse métodos que envolvem as camadas sociais mais vulneráveis e que geraram no mundo, na atualidade, uma preocupação com a biodiversidade do Planeta.</div><div>Entendo que ambos os autores, tanto Thiollent quanto Barbier, têm como preocupação a inserção do homem no&nbsp; processo de investigação científica. A diferença entre eles, na minha opinião, está na metodologia. Enquanto Barbier adota&nbsp; uma postura vinculada ao existencialismo, no qual a existência antecede a essência e, portanto os aspectos humanos deveriam ser investigados sem que fosse levado em conta a sua inclusão na pesquisa.</div><div>Thiollent,  por sua vez,&nbsp; defende uma metodologia político-social com envolvimento dos atores, incluindo os pesquisadores no processo de desenvolvimento do potencial humano quanto teoria e prática de suas atividades tradicionais.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 11:18:49 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1507214856</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisa-ação é um tipo de investigação que dá início a uma nova pesquisa no intuito de solucionar ou minimizar uma situação problema. <br>O pesquisador iniciante precisa entender os processos da pesquisa, é imprescindível saber diferenciar o caráter da pesquisa qualitativa e quantitativa, suas respectivas funções e relevância dentro do campo da pesquisa científica, além de sugerir que o mesmo busque um tema relevante a sua prática de vivência, exigindo soluções que possam contribuir para a qualidade de vida.<br>Para Michel Thiollent, a pesquisa-ação precisa ser participativa, ativa e que promova a discussão acerca do tema proposto.<br>O autor afirma ainda que:<strong> "A pesquisa-ação promove a aprendizagem do uso participante. Dentro do âmbito educacional a pesquisa-ação é fundamental porque ajuda na capacitação dos alunos e professores que estão envolvidos em projetos."<br><br>José Edno da Silva Santos</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 00:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>PESQUISA-AÇÃO</title>
         <author>arleneduarte</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1507428644</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma ação comunicativa e cooperativa, visto que os indivíduos envolvidos precisam fazer parte da construção da problemática e da busca de soluções, fazendo parte da construção de todo o processo com suas experiências, como também estando disponível às transformações.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 02:01:50 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1511918514</link>
         <description><![CDATA[<div>A Pesquisa-ação, diferente das metodologias tradicionais de pesquisa, não se limita a identificação de um problema e a proposição de soluções. Mas, tem como objetivo fundamental a transformação da realidade investigada, a partir da dialética entre o pesquisador e o(s) grupo(s) investigado(s), ou seja, há uma construção por meio da interlocução desses atores e sua realidade. Aos partícipes deve ser dada a oportunidade para manifestarem a visão que têm sobre a realidade do objeto de sua luta ou da emancipação deles, melhorando, dessa forma, suas práxis enquanto sujeitos ativos em todo processo.</div><div>Pois, “é preciso colocar a pesquisa-ação como um modelo aberto e dialético que se situa e organiza-se em torno dos sujeitos de um determinado grupo colocando-os como partícipes na resolução dos problemas que os afligem, servindo de guia para o pesquisador como instrumento de ação transformadora da realidade dos indivíduos em sociedade e da sua própria posição enquanto sujeito ativo dessa mudança” (TANAJURA e BEZERRA, 2015 p. 22).<br><br>Josimar Barbosa dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 03:04:13 UTC</pubDate>
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         <title>PESQUISA-AÇÃO SOB A ÓTICA DE RENÉ BARBIER E MICHEL THIOLLENT</title>
         <author>vanessactm3</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1513743468</link>
         <description><![CDATA[<div>Com base no texto de TANAJURA&nbsp; e BEZERRA (2015), BARBIER&nbsp; e THIOLLENT defendem a utilização da metodologia da pesquisa-ação.&nbsp;</div><div>Destaco que para Barbier (2002), “<strong>a pesquisa-ação</strong> tem o intuito de transformar sua conduta no uso de uma <strong>ação transformadora</strong>.” (p.12). Sob a ótica do <strong>existencialista</strong>, o autor afirma que "o <strong>cotidiano não é excluído</strong> do processo de construção do conhecimento.” (p.12). Outro aspecto importante é que segundo o autor, “[...] deve permitir aos participantes expressarem a <strong>percepção que têm da realidade</strong> do <strong>objeto de sua luta</strong> <strong>ou de sua emancipação</strong>” (BARBIER, 2002, p. 57). (p.13).</div><div>Já para Thiollent (2009), “a <strong>pesquisa-ação</strong> é um tipo de pesquisa social com <strong>função política</strong>, associada a uma <strong>ação ou a resolução de um problema coletivo</strong> no qual os <strong>pesquisadores e os participantes</strong> representativos da situação estão <strong>envolvidos de modo cooperativo ou participativo</strong>, em que as pessoas implicadas possuem algo a ‘dizer’ ou ‘fazer’, além da preocupação de que o conhecimento gerado <strong>não seja de uso exclusivo do grupo investigado</strong>.” (p.13).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:06:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>silvanapeixoto</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1518364542</link>
         <description><![CDATA[<div>Dos estudos do artigo Pesquisa-Ação sob a ótica de René Barbier e Michel Thiollent: aproximações e especificidades metodológicas, os autores Tanajura e Bezerra,&nbsp; apresentam alguns conceitos sobre pesquisa-ação distinguindo a postura metodológica de René Barbier,&nbsp; existencialista&nbsp; e, de Meichel Thiollent, político-social.&nbsp;<br><br></div><div>Inicialmente discorre sobre o surgimento da pesquisa-ação e como uma abordagem específica das Ciências sociais, a qual propõe enquanto metodologia uma dupla proposta como objetivo: a transformação da realidade investigada e a produção do conhecimento.<br><br></div><div>Sob a ótica existencialista de Barbier,&nbsp; a pesquisa-ação, é atividade de compreensão da práxis dos grupos sociais por eles mesmos, visando transformar sua conduta no uso de uma ação transformadora. Segundo ele, a metodologia da pesquisa-ação trata-se da transformação na forma de conceber pesquisa em Ciências Humanas, em que no processo de construção do conhecimento não há exclusão do cotidiano.&nbsp;</div><div>Já sob a ótica político-social de Thiollent, a pesquisa-ação, é associada a uma ação ou a resolução de um problema coletivo, em que pesquisadores e participantes envolvem-se de modo cooperativo e participativo.&nbsp; A investigação enquanto política de transformação. &nbsp;</div><div>Tanajura e Bezerra (2015, p. 14) destaca que os autores defendem a utilização da “pesquisa-ação como metodologia de pesquisa, mas com posturas metodológicas diferentes”. No entanto, assumindo uma postura metodológica existencialista ou político-social, os resultados devem contribuir para a elucidação, de forma eficaz, de problemas reais dos sujeitos que compõem o objeto de pesquisa e que os envolvidos (pesquisador e pesquisados) sejam ativos, participativos e autônomos, conhecendo os resultados e contribuindo na tomada de decisões de forma efetiva.</div><div>Por fim que, na pesquisa-ação deve haver “uma mudança de atitude dos sujeitos (pesquisador e pesquisados) com relação à sua realidade e da própria realidade”, perceber-se “responsável pelo desenvolvimento de sua própria história”. (TANAJURA; BEZERRA, 2015, p. 21)&nbsp;<br><br></div><div>No texto Pesquisa Ação: uma introdução metodológica, o autor destaca duas razões interligadas que torna difícil a definição de pesquisa-ação:&nbsp; se apresenta sob muitos aspectos diferentes e se desenvolveu de maneira diferente para diferentes aplicações. E que é necessário atentar para que “o tipo de investigação-ação utilizado seja adequado aos objetivos, práticas, participantes, situação (e seus facilitadores e restrições).” (TRIPP, 2005, p. 446)&nbsp;</div><div>Para ele, a pesquisa-ação distingue-se da prática e da pesquisa científica uma vez que transforma&nbsp; o que está sendo pesquisado, limitando-se ao contexto e à ética da prática.&nbsp;</div><div>Apresenta, as características e as diferentes modalidades da pesquisa-ação, e um esboço da estrutura de uma dissertação a partir da pesquisa-ação.</div><div>Portanto, entende a pesquisa-ação como uma “variedade da investigação-ação, em que emprega técnicas de pesquisa de qualidade suficiente para enfrentar a crítica dos pares na universidade, para informar o planejamento e a avaliação das melhoras obtidas.” (TRIPP, 2005, p. 463)</div><div><br></div><div>Referências Bibliográficas<br><br></div><div>TANAJURA, L. L. C; BEZERRA, A. A. C., Pesquisa-ação sob a ótica de René Barbier e Michel Thiollent: aproximações e especificidades metodológicas. Revista Eletrônica Pesquiseduca, Santos, v. 07, n. 13, p. 10-23, jan.-jun., 2015.<br><br></div><div>TRIPP, D. Pesquisa-ação: uma introdução metodológica. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 3, p. 443-466, set/de.2005<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 17:02:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa-ação sintetizando meu entendimento acerca dos textos-base</title>
         <author>lanverly</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1518539499</link>
         <description><![CDATA[<div>Em síntese a meu entendimento dos textos base, a pesquisa-ação pode desempenhar um papel importante nos estudos e na aprendizagem dos pesquisadores, bem como nos demais participantes imersos nas problemáticas de seus campos de saber.<br>Mesmo sendo considerada pesquisa, baseando-se em um caráter objetivo, esta metodologia diferencia-se de forma evidente da pesquisa científica tradicional, pois, ao tempo em que ela altera o que está sendo pesquisado, ela se limitada pelo contexto e pela ética da prática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 17:41:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author>gustavocorreia5</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1519318685</link>
         <description><![CDATA[<div>Thiollent (2009) define a pesquisa-ação como um tipo de pesquisa social com função política, associada a uma ação ou a resolução de um problema coletivo no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. Já para Barbier (2002) “pesquisa-ação é uma atividade de compreensão e de explicação da práxis dos grupos sociais por eles mesmos, com ou sem especialistas em ciências humanas e sociais práticas, com o fito de melhorar sua práxis.”<br>Entretanto, Tripp (2005) afirma que é difícil definir a pesquisa-ação por dois motivos: o primeiro se refere ao fato de que esta é um processo natural que se apresenta sob aspectos diferentes. E o segundo é que a pesquisa-ação se desenvolveu de maneira diferente para aplicações diversas. <br>Neste sentido,&nbsp; a pesquisa-ação está baseada na descrição e observação de situações reais e é utilizada para a resolução ou esclarecimento de um problema coletivo.&nbsp; Não se trata de um simples levantamento de dados, pois, exige a participação de todos os envolvidos, e mais, implica que o pesquisador saia do modelo clássico de pesquisar em que há uma separação entre o pesquisador e os pesquisados e passe a investigar sua própria prática de forma crítica e reflexiva.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 21:57:31 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa-Ação</title>
         <author>acaciobento1</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1519860243</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo avaliação de TANAJARA e BEZERRA (2015) a cerca do posicionamento de René Barbier e Michel Thiollent, a pesquisa-ação traz uma proposta com duplo objetivo, que são a transformação de uma realidade em um determinado contexto e a produção de conhecimento.<br>Para Barbier <mark>(2002, apud TANAJARA e BEZERRA, 2015)</mark> "a pesquisa ação é uma atividade de compreensão e de explicação da práxis dos grupos sociais por eles mesmos, com ou sem especialistas em ciências humanas e sociais práticas , com o fito de melhorar sua práxis".<br>Ainda para Barbier (2002, apud TANAJARA e BEZERRA, 2015) "a pesquisa-ação utiliza instrumentos tradicionais de pesquisa em Ciências Socais, mas adota ou inventa outros".<br>Já para Thoillent (2009, apud TANAJARA e BEZERRA, 2015) " a pesquisa-ação é um tipo de pesquisa social com função política, associada a uma ação ou resolução de um problema coletivo".&nbsp;<br>Estes conceitos remetem a ideia de que a pesquisa-ação contribui de fato para uma transformação de um determinado grupo ou situação, levando em consideração todas as variáveis que podem afetar o contexto, seja ela objetiva ou subjetiva.<br>Neste tipo de pesquisa, o pesquisador se envolve no processo a ponto de participar diretamente nos resultados. Barbier (2002, apud TANAJARA e BEZERRA, 2015) afirma que "o traço principal da pesquisa-ação - a opinião - impõe à comunicação dos resultados da investigação a análise de suas reações".<br>A busca pela solução de problema existentes de forma eficaz e eficiente, por vezes extrapola o simples uso de ferramentas tradicionais, forçando uma maior interação e criação no novas técnicas e métodos.<br>Por fim, e importante destacar que a pesquisa-ação deve ser colocada como um modelo aberto, ou seja, sem amarras de técnicas ou métodos, mas que de acordo com o contexto as ferramentas e métodos serão escolhidos e aplicados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 02:14:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PESQUISA -AÇÃO </title>
         <author>silvanamedeirosc</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1522248600</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o texto de TANAJURA e BEZERRA( 2015), para Thiollent ( 2009),&nbsp; o pesquisador desempenha um papel ativo no equacionamento dos problemas encontrados, no acompanhamento e avaliação,garantindo a reciprocidade por parte de todos os integrantes do processo e cuja metodologia exerce um papel norteador nas atividades dos pesquisadores , auxiliando-os na tomada de decisões quanto aos procedimentos e resultados de da investigação.&nbsp;<br>Em Barbier (2002), a metodologia de pesquisa-ação requer do pesquisador um envolvimento efetivo e com autonomia, autor de sua prática e de seu discurso.<br>A Pesquisa- Ação , nasce da inquietação na práxis,&nbsp; a partir do momento que o conceito utilizado, não mais&nbsp; responde as necessidades na realização do objetivo proposto; gerando a busca de um resultado almejado por todos os participantes do processo, integrados de forma participativa ou cooperativa, sob aplicação de uma metodologia direcionada, que nortei as etapas a serem executadas , promovendo as mudanças esperadas.<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 18:27:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa-ação: uma introdução metodológica. Educação e Pesquisa (TRIPP, David, 2005)</title>
         <author>vanessactm3</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1522978765</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto apresenta inicialmente um posicionamento do finalidade da pesquisa-ação. Para isso, considera as características distintivas do processo. Relata detalhadamente o ciclo da<br>pesquisa-ação associado a uma prática rotineira e/ou prática acadêmica. Apresenta algumas questões comuns relativas ao método e cinco diferentes “modalidades” de pesquisa-ação. Assim, finaliza com a estrutura de uma dissertação tendo a pesquisa-ação como metodologia utilizada.</div><div>Destaco nessa postagem as Modalidades da Pesquisa – Ação e principais características, segundo TRIPP (2005).<br><strong>Pesquisa – Ação Técnica</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O pesquisador toma uma prática existente de algum outro lugar e a implementa em sua própria esfera de prática para realizar uma melhora.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O pesquisador está agindo de modo inteiramente mecânico: de fato, está “seguindo o manual”.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Pesquisa – Ação Prática</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O pesquisador escolhe ou projeta as mudanças feitas.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em educação, o pesquisador tem em mira contribuir para o desenvolvimento das crianças, o que significa que serão feitas mudanças para melhorar a aprendizagem e a auto-estima de seus alunos, para aumentar interesse, autonomia ou cooperação e assim por diante.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Pesquisa – Ação Política</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Quando se começa tentar mudar ou analisar as limitações dessa cultura sobre a ação, é preciso engajar-se na política, porque isso significa trabalhar com ou contra outros para mudar “o sistema”.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Naturalmente, há muitos tipos de poder e muitos modos de exercê-lo.”</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Pesquisa – Ação socialmente crítica</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Política.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Você não está buscando como fazer melhor alguma coisa que você já faz, mas como tornar o seu pedaço do mundo um lugar melhor em termos de mais justiça social.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As “grandes idéias” de uma sociedade democrática.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Passa a existir quando se acredita que o modo de ver e agir “dominante” do sistema, dado como certo relativamente a tais coisas, é realmente injusto de várias maneiras e precisa ser mudado.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Pesquisa-ação emancipatória</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Política.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tem como meta explícita mudar o status quo não só para si mesmo e para seus companheiros mais próximos, mas de mudá-lo numa escala mais ampla, do grupo social como um todo.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esforço participativo e colaborativo</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Não é preciso dizer que a pesquisa-ação emancipatória ocorre muito raramente.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Os projetos desse tipo de pesquisa poucas vezes utilizam apenas uma modalidade, mas passam continuamente de um para outro tipo de ação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 23:25:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa-ação: metodologia específica para pequenos grupos</title>
         <author>acassiadelie</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1523343529</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora os três textos em questão, no diálogo entre os autores TRIPP, BARBIER e THIOLLENT, convirjam sobre a natureza transformadora da pesquisa-ação, a partir da interlocução de quem pesquisa com os alvos da investigação/intervenção, é interessante notar as diferentes percepções sobre a origem da pesquisa-ação. Enquanto TANAJURA e BEZERRA atribuem o surgimento da metodologia a Kurt Lewin, nos Estados Unidos, nos anos 1940, o australiano TRIPP considera a possibilidade de que Lewin já tenha encontrado o termo em trabalhos anteriores, inclusive na Alemanha, e também que os antigos empiristas gregos usavam um ciclo de pesquisa-ação.<br><br>Acho importante refletir sobre esse processo histórico porque, como lembra TRIPP, a pesquisa-ação nem sempre é bem recebida no âmbito acadêmico-científico, embora possa ser uma prática mais antiga do que suponhamos. Eu mesma tive certa dificuldade de compreender os conceitos nas primeiras aulas. Nesse sentido, contribuiu para a minha assimilação a posição de Thiollent, citado por Tanajura e Bezerra, para quem a pesquisa-ação é uma metodologia específica para indivíduos ou pequenos grupos: “[...] os limites de sua pertinência e à faixa intermediária entre o que é geralmente designado como microssocial (indivíduos ou pequenos grupos) e macrossocial (sociedade, entidades de âmbito nacional ou internacional)”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 01:56:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author>ireneblima</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1523614146</link>
         <description><![CDATA[<div>As leituras dos textos de Bezerra e Tanajura (2015) e Tripp (2005), possibilitam compreender a pesquisa-ação como um conjunto de atividades conscientes e participativas que incluem o planejamento e a sistematização dos processos de aprendizagem e para ser efetivada é preciso a compreensão que em pesquisas relacionadas a questões da vida humana ocorrem múltiplas situações previsíveis ou inesperadas, que exigem a aceitação de um planejamento flexível para possíveis adequações. Conforme nos diz Tripp (2005), a pesquisa-ação é percebida como um processo que segue um ciclo em que a prática é aprimorada pela oscilação entre agir e investigar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 03:58:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa-ação, através do entendimento dos textos, baseado no conceito de Barbier e Thiollent</title>
         <author>ClaudioSantos</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1523661211</link>
         <description><![CDATA[<div>Pelo que entendi Michel Thiollent(2009), define a pesquisa-ação como um tipo de pesquisa social baseada em experiências que pode ser realizadas em resolução de problemas, tais quais,&nbsp; os participantes, sendo eles pesquisadores ou não, estão envolvidos de forma participativa e cooperando com a pesquisa. Já para René Barbier(2002), a pesquisa-ação vai além do ser,&nbsp; reconhece os seres sociais e os grupos sociais, mas vai além, transpassa, com o intuito de transformar a conduta do ser&nbsp; em uma ação transformadora., sobre a ótica existencialista. TANAJURA e BEZERRA (2015), aceita a definição dos de ambos, THIOLLENT e BARBIER, sendo a utilização da pesquisa-ação como metodologia de pesquisa, , mas deixa claro que eles possuem posturas metodológicas distintas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 04:30:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa-ação: uma abordagem interventiva</title>
         <author>maricilopes</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1524713958</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo TANAJURA e BEZERRA (2015), "a pesquisa-ação se constitui como um modelo aberto e dialético de intervenção que se situa e se organiza em torno dos sujeitos de um determinado grupo sobre seu(s) problema(s) cotidiano(s), produzindo saberes e transformando a realidade."<br>A partir desse pressuposto, é relevante destacar o que diferencia este tipo de pesquisa de outros: o seu caráter intervencionista de transformação da realidade, que pode acontecer durante o processo de pesquisa, ou mesmo ao final, buscando, assim, contribuir para a formação do(s) sujeito(s) envolvido(s).<br>Esse modelo de investigação traz um retorno essencial para a sociedade, visto que a investigação não se encerra em si mesma, mas na transformação da realidade na qual ela se iniciou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 14:14:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do ponto de vista, social. Entendo que a pesquisa-ação, é uma maneira de investigação que esta atrelada a uma autorreflexão coletiva, impetrada pelos membros de grupo social, com o intuito de melhorar a forma de pensar, com a finalidade de ser criterioso com as próprias práticas, seja social ou educacional, relacionado ao entendimento de situações aonde elas acontecem.</title>
         <author>fabriciowcunha</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1525154802</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 15:55:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa-ação</title>
         <author>remia2</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1577235966</link>
         <description><![CDATA[<div>Para os autores, a visão existencialista de Barbier traduz a pesquisa-ação como metodologia de validar a rotina do grupo pesquisado tomando como parâmetro o método de construção de saberes, ao se utilizar de costumes rotineiros e ao se valer do hábito dos saberes do coletivo analisado.<br>	Neste viés, Tanajura e Bezerra trazem a percepção de Thiollet acerca da associação da pesquisa-ação com o meio social somado à atribuição política. Tal atribuição, unida a certa ação ou a certa dificuldade do grupo, revela que pesquisados e pesquisadores fazem parte de modo ora cooperativo ou participativo. Atente-se ainda para a necessidade de divulgação dos saberes construídos coletivamente, não sendo restritos à comunidade estudada. &nbsp;<br>	Sob a ótica dos autores, Barbier e Thiollet têm perspectivas de análises distintas quanto à pesquisa-ação, mas suas percepções ensejam a reflexão sobre o processo metodológico de pesquisa, o compromisso de obtenção de resultados que auxiliem o desenvolvimento de soluções ou o esclarecimento dos problemas vivenciados pelas pessoas analisadas, considerando os sujeitos envolvidos como influenciadores das decisões tomadas em relação aos problemas que os atormentam.<br>	Ressalte-se a importância do fato de que o pesquisador tenha clareza e sensibilidade para utilizar o melhor método para a efetivação de seu objeto de estudo, procurando entender as perspicácias do grupo em questão sobre a realidade pesquisada, tendo como finalidade ajudá-los&nbsp; sobre as análises mais adequadas dos problemas encontrados, para redefinição e solução destes.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 18:14:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O enfoque da metodologia da Pesquisa-ação</title>
         <author>rendriksonalencar</author>
         <link>https://padlet.com/ricardocavalcanti/b6l7wyitqq2xegl6/wish/1643123028</link>
         <description><![CDATA[<div>Tripp (2005), Thiollent (2011), Tanajura e Bezerra (2015), caminham no mesmo sentido de abordagem da Pesquisa-ação, como metodologia possível nas pesquisas. A pesquisa-ação (Thiollent) ou investigação-ação (Tripp) tem seus preceitos alicerçados na proposta de pesquisa para resolução de problemas, a partir da interação do pesquisador e com os demais sujeitos participantes, com o objetivo da "transformação da realidade investigada e a produção do conhecimento." Na educação ela é relevante por ser a escola um ambiente favorável à utilização dessa metodologia. Tripp e Thiollent são referenciados em inúmeras pesquisas acadêmicas e suas considerações têm contribuído com as pesquisas em educação realizadas no ProfEPT.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-09 08:10:33 UTC</pubDate>
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