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      <title>Filosofia em casa by Teresa Cristóvão</title>
      <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh</link>
      <description>Aulas de Filosofia da turma C1 do 11.º ano</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-03-16 06:57:39 UTC</pubDate>
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         <title>2020-03-16 | Tarefa 1</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/461490092</link>
         <description><![CDATA[<div>Caras alunas e caros alunos,<br>Formem grupos (de 3 ou 4 alunos) e respondam às <strong>questões 1-2</strong> da ficha de trabalho «A Ética».<br>Caso tenham dúvidas, contactem-me por correio eletrónico.<br>Apresentem aqui o resultado da vossa investigação até à próxima aula.<br>Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-16 07:03:06 UTC</pubDate>
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         <title>2020-03-16 | Documento 1</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/461496427</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Hugh LaFollette</strong></div><div><em>Ethics in Practice</em>, ed. Hugh LaFollette (Londres: Blackwell, 2001)<br><strong>in </strong><strong><em>Crítica</em></strong><strong> (ISSN 1749-8457)</strong><br><br><strong>A moralidade</strong>, entendida tradicionalmente, <strong>envolve primariamente</strong>, e talvez exclusivamente, <strong>o comportamento que afecta os outros</strong>. Digo talvez porque algumas pessoas (por exemplo, Kant) pensam que uma pessoa que se prejudica a si mesma (por exemplo, desperdiçando os seus talentos ou maltratando o seu corpo) está a fazer algo moralmente errado. Para os nossos propósitos, contudo, podemos deixar de lado esta interessante e importante questão. Pois o que toda a gente reconhece é que <strong>as acções que claramente afectam os outros pertencem ao domínio da moralidade</strong>.</div><div>Podemos discordar sobre como deve o facto de uma acção afectar outras pessoas negativamente dar forma à nossa decisão sobre como agir. Podemos também discordar se as acções que afectam os outros apenas indirectamente devem ser moralmente avaliadas, e até que ponto. Podemos discordar, além disso, sobre como se distingue o prejuízo directo do indirecto. Todavia, <strong>se as acções de alguém afectam outra pessoa directa e substancialmente (beneficiando-a ou prejudicando-a), então</strong>, mesmo que não saibamos ainda se a acção foi correcta ou incorrecta, podemos concordar que <strong>deve ser avaliada moralmente</strong>. Como a devemos avaliar é algo que discutirei depois.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-16 07:15:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2020-03-16 | Filosofia em casa</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/461502775</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Agrupamento de Escolas de Cascais</strong> continua as atividades letivas em casa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-16 07:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique, Karina, Mafalda, Inês e Chen 10º C1</title>
         <author>mmobmartinho</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/463251760</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Comportamento moral é uma ação realizada por um indivíduo que afeta outros. É algo discutível , ou seja, é suscetível de avaliação (juízo moral).</div><div>2. Copiar num teste: não pertence pois apenas o agente foi perturbado.                                           Ajudar um colega a copiar num teste: pertence pois afeta o agente e outro indivíduo.                    Ajudar um colega a preparar-se para um teste: pertence porque afeta não só o agente, mas também o indivíduo que está a ajudar.                                                  Usar chinelos de praia na escola: não pertence pois afeta apenas o agente.                                               Inventar uma história maliciosa sobre alguém e contar como se tivesse acontecido: pertence pois afeta o agente e o indivíduo de quem a história fala.                                                        Fazer uma tatuagem no rosto: depende de qual for a tatuagem. Se for ofensiva pra outro indivíduo ou grupo de pessoas pertence, se não, então não pertence.                                                Dizer palavras obscenas: depende pois se nos dirigirmos a alguém pertence, se não, não pertence.                                                               Bater num cão sem dono: não pertence.                                              Estacionar no passeio: pertence pois afeta os indivíduos que passeiam nele.                                     Conduzir a grande velocidade: pertence porque afeta, para além do agente, os outro indivíduos que conduzem na mesma estrada.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-17 14:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tomás Barros nº23 10ºC1</title>
         <author>tomasbarros7</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/463385524</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 1</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-17 16:19:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beatriz Rodrigues Nº3, Rita Martins Nº20, Afonso Gama Nº1 e António Gomes Nº2  10ºC1</title>
         <author>AfonsoGama</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/463608091</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O comportamento moral é um conjunto de reações numa relação entre indivíduos, surgindo a partir de indivíduos distintos com pontos de vista e interesses distintos. É por vivermos em sociedade que se põe a necessidade de estabelecer, cumprir normas e de discutir os valores tomados como referências para a ação individual ou coletiva. Na ausência de outros indivíduos não haveria lugar para problemas, decisões ou juízos morais. Isto ocorre porque por um lado só os comportamentos que afetam os outros são comportamentos moralmente relevantes e por outro apenas os indivíduos podem ser agentes morais, isto é, identidades com uma noção do bem e do mal e que agem em função dessa noção.<br><br><br>2. O comportamento "copiar num teste" não pertence à esfera da moralidade, uma vez que não prejudica nem beneficia ninguém, à exceção do autor da ação. O comportamento "ajudar um colega a copiar num teste" pertence à esfera da moralidade, pois afeta de forma clara e substancial os outros, neste caso o colega que se pretende ajudar. Este comportamento pode, por um lado, beneficiar o colega, ajudando-o a alcançar classificações escolares mais elevadas e, por outro, prejudicá-lo se a infração em causa for descoberta. O comportamento “ajudar um colega a preparar-se para um teste” pertence à esfera da moralidade, pois afeta clara e substancialmente o colega - neste situação, beneficiando-o, pois está a contribuir para o sucesso escolar do colega. O comportamento "usar chinelos na praia" não pertence à esfera da moralidade, visto que não afeta direta e substancialmente os outros. O comportamento "inventar uma história maliciosa acerca de alguém e contá-la como se tivesse acontecido" pertence à esfera da moralidade, porque afeta de modo direto e inequívoco a pessoa de quem se fala na referida história. Neste caso, a ação prejudica-a, pois o que foi inventado poderá trazer consequências negativas à sua vida pessoal. O comportamento “fazer uma tatuagem no rosto” não pertence à esfera da moralidade, pois, ainda que o teor de uma determinada tatuagem possa ser questionável e, porventura, até condenável, não afeta direta e substancialmente ninguém. Exemplo: se eu tatuar uma suástica, embora seja condenável e possa, de forma indireta, causar incómodo àqueles que sofreram na pele tudo o que o nazismo representa, não podemos afirmar que este comportamento prejudica inequivocamente essas pessoas. O comportamento “dizer palavras obscenas” poderá pertencer à esfera da moralidade caso essas palavras sejam dirigidas a alguém em particular, uma vez que o visado se poderá sentir ofendido com tais declarações. No entanto, se as palavras forem proferidas num contexto distinto, como, por exemplo, o de um desabafo, esta ação não afetará direta e substancialmente ninguém e, por esse motivo, não pertence à esfera da moralidade. O comportamento “bater num cão sem dono”, apesar de constituir uma atitude deveras condenável, não afeta direta e substancialmente os outros, pelo que não pertence à esfera da moralidade. O comportamento “estacionar num passeio” pertence à esfera da moralidade, pois afeta de forma direta e inequívoca os outros, nomeadamente os pedestres (este comportamento prejudica-os, uma vez que condiciona a sua locomoção).  Por último, o comportamento “conduzir a grande velocidade na autoestrada” pertence à esfera da moralidade, porque afeta direta e substancialmente os outros - este comportamento poderá provocar, por exemplo, acidentes com consequências catastróficas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-17 19:01:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Brenda, Carolina Russo, Francisco, João Filipe</title>
         <author>joaopaulofilipe04</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/464170459</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-18 09:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Filosofia em casa Mariana Salgado 10ºC1 nº17</title>
         <author>marianasalgadolourenco</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/464403219</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-18 13:05:47 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia em casa - Mélissa Sousa nº19 10ºC1</title>
         <author>ms14012003</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/466125400</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 11:52:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1- filosofia em casa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>João Barial nº12 e Graça Serra nº10, 10ºC1</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-21 21:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>2020-03-23 | Documento 3a</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/470191640</link>
         <description><![CDATA[<div>Serão os deveres absolutos?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-22 23:53:54 UTC</pubDate>
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         <title>2020-03-23 | Documento 3b</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/470194219</link>
         <description><![CDATA[<div>Só os resultados importam?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-22 23:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>2020-03-23 | Tarefa 3</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/470198331</link>
         <description><![CDATA[<div>Caras alunas e caros alunos,<br>Formem grupos (de 3 ou 4 alunos) e respondam à <strong>questão 6</strong> da ficha de trabalho «A Ética».<br>Caso tenham dúvidas, contactem-me por correio eletrónico.<br>Apresentem aqui o resultado da vossa investigação até à próxima aula.<br>Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-23 00:06:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2020-03-23 | Documento 3c</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/470249459</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Hugh LaFollette</strong></div><div><em>Ethics in Practice</em>, ed. Hugh LaFollette (Londres: Blackwell, 2001)<br><strong>in </strong><strong><em>Crítica</em></strong><strong> (ISSN 1749-8457)</strong><br><br>[Sublinho <strong>erros</strong>] [...] que devemos <strong>evitar</strong>. O <strong>primeiro</strong> é [pensar] que [...] <strong>a maior parte das decisões morais são complicadas ou confusas</strong>. Isto é um engano. Pois muitas “decisões” morais são muito fáceis de tomar — tão fáceis que nunca pensamos acerca delas. Ninguém discute seriamente se uma pessoa deve drogar um colega para ter relações sexuais com ele, ou se deve roubar dinheiro dos colegas para financiar uma viagem à Riviera, ou se deve com conhecimento de causa infectar alguém com o vírus da SIDA. Não é sobre estas coisas que temos desacordos morais. Sabemos muito bem que as acções desse tipo estão erradas.<strong> </strong>Na verdade, atrevo-me a dizer que a maior parte das questões morais têm uma resposta tão simples que nunca as levantamos. Ao invés de discutir estas “questões” óbvias, centramos a nossa atenção e pensamos e debatemos unicamente as que são pouco claras e sobre as quais há desacordos genuínos.</div><div>Contudo, cometemos também por vezes o erro de <strong>pressupor que uma decisão é fácil quando, de facto, não é</strong>. Este [...] é igualmente um erro grave (ou talvez mais grave). Podemos não ver os conflitos, confusões ou incertezas: o que está em causa pode ser tão complicado que deixamos passar, não percebemos ou não nos damos conta de que as nossas acções afectam os outros (por vezes profundamente). A preocupação com o nosso interesse próprio pode impedir-nos de ver que o nosso comportamento afecta significativamente os outros, ou pode levar-nos a dar um peso inadequado aos interesses alheios. Além disso, a nossa aceitação acrítica do <em>status quo</em> moral pode levar-nos a não prestar atenção ao facto de alguns dos nossos comportamentos e instituições estarem errados. A ampla aceitação de uma prática não garante a sua correcção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-23 01:52:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3 - Filosofia em casa</title>
         <author>gcmatias321</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/471077693</link>
         <description><![CDATA[<div>Gil Matias N°8 10°C1<br>6. Uma ação pode ser classificada como boa ou má, caso a mesma afete substancialmente e seja produzida por um agente moral com noções do bem e do mal. <br>Por norma, nós consideramos que agimos bem caso as regras morais ensinadas pelos nossos pais, por exemplo que mentir é errado. Contudo, há situações que nos levam a pôr em causa a ideia de que agir bem é cumprir estas regras. Por exemplo, uma mãe que tenha um filho doente mas não consegue pagar a medicação é levada a roubar esse medicamento. Tendo em conta as consequências, dizemos que ela infringiu a regra moral que proíbe roubar. <br>Quando casos parecidos são examinados, pode-se talvez considerar que a chave para agir bem são as consequências de uma ação. Imaginemos que um elétrico sem travões se depara numa bifurcação, onde se seguir em frente, acerta num grupo de crianças, mas se mudar a direção acertaria num mendigo. Se o condutor decidisse mudar a rota, salvando assim o maior número de pessoas, diríamos que ele tinha agido bem. Noutro caso, em que um elétrico desgovernado se dirige em linha reta para um grupo de crianças, sendo que atirar um mendigo para a linha é a única forma de o travar, cobsidera-se talvez as consequências da ação não justifique quebrar a regra moral que proíbe matar alguém. <br>Os casos apresentados são exemplos de que nem sempre é fácil decidir o que é agir bem ou mal e o Problema da Moralidade da Ação é justamente conseguir saber o que é agir bem, e quais os critérios que definem uma má ação. <br>As ações sao acontecimentos que dispõem de intenções e, uma vez executadas, consequências. Tendo em conta este aspeto do problema, já fou proposto basear a distinção entre boas e más ações solenemente com base nas intervenções, independentemente das suas consequências. Também já surgiu o oposto, que sugere distinguir as duas com base apenas na maldade ou bondade das consequências, independentemente das intenções do agente moral. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-23 14:48:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3 - Filosofia em casa Mariana Salgado 10ºC1 nº17</title>
         <author>marianasalgadolourenco</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/471417865</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-23 17:45:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3 - Filosofia em casa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/471691266</link>
         <description><![CDATA[<div>Graça Serra nº10 e João Barial nº12 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-23 20:41:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tomás Barros, n.º 23 - 10.º C1</title>
         <author>tomasbarros7</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/472502760</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 3</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 11:20:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3 Henrique, Karina, Mafalda, Inês e Chen </title>
         <author>mmobmartinho</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/472591483</link>
         <description><![CDATA[<div>As ações podem ser avaliadas moralmente, ou seja classificada boas ou más. <br>Normalmente consideramos agir bem se cumprirmos as regras morais que aprendemos na infância. <br>Mas se tivermos de infringir uma dessas regras morais?<br>O problema da moralidade da ação é, o de saber o que é agir bem e qual é o critério que permite distinguir as boas ações das más.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 12:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>Mélissa Sousa nº19 10C1</title>
         <author>ms14012003</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 15:33:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3 - Brenda, Carolina Russo, Francisco, João Filipe</title>
         <author>joaopaulofilipe04</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 17:39:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3 - Beatriz Rodrigues n.º 3, Rita Martins n.º 20, Afonso Gama n.º 1 e António Gomes n.º 2  10.º C1</title>
         <author>AfonsoGama</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/473605452</link>
         <description><![CDATA[<div>6. O que é uma boa ação? Que critério nos permite distinguir as boas ações das más? O problema da moralidade da ação resulta da colisão entre duas ideias, que olham este dilema de dois prismas distintos: por um lado, o pensamento de que a distinção entre ações boas e más é feito com base na análise da intenção do agente, independentemente das consequências do ato; e, por outro, a teoria de que a distinção entre boas e más ações deve ser feita com base na análise das consequências da ação, sendo irrelevante a intenção do agente. Exemplo: Pensemos na penosa situação que Itália neste momento atravessa. No hospital, um médico depara-se com um número considerável de doentes que necessitam de tratamento urgente. A prudência mandaria tentar salvar os doentes que têm mais possibilidades de sobreviver, mas o médico acredita que o contexto que tem diante de si é extremamente favorável e opta por tentar salvar toda a gente. O resultado dificilmente poderia ser pior: ao tentar socorrer todos os doentes acaba por, inconscientemente, descurar o tratamento de cada um e grande parte acaba por morrer. A ação terá sido boa, visto que a intenção que a originou era boa? Ou devemos julgar a ação pelas consequências devastadoras que teve, ignorando a sua intenção?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 21:33:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2020-03-24 | Conclusão da Tarefa 3</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/473793167</link>
         <description><![CDATA[<div>Caras alunas e caros alunos,<br>Leiam os trabalhos uns dos outros e leiam também os meus comentários. Se quiserem, podem <strong>melhorar aspetos da vossa resposta</strong> e, recorrendo aos comentários, podem <strong>debater a questão 6 entre vós</strong>.<br>Caso subsistam dúvidas, por favor, contactem-me.<br>Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 01:55:36 UTC</pubDate>
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         <title>2020-03-24 | Conclusão da Tarefa 1</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/473795133</link>
         <description><![CDATA[<div>Caras alunas e caros alunos,<br>Leiam os trabalhos uns dos outros e leiam também os meus comentários. Se quiserem, podem <strong>melhorar aspetos da vossa resposta</strong> e, recorrendo aos comentários, podem <strong>debater as questões 1 e 2 entre vós</strong>.<br>Caso subsistam dúvidas, por favor, contactem-me.<br>Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 01:59:25 UTC</pubDate>
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         <title>2021-04-21 | O que é arte?</title>
         <author>teresa_cristovao</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1441413125</link>
         <description><![CDATA[<div>Caras alunas e caros alunos,<br>Apresentem aqui os resultados do vosso estudo exploratório.<br>Atividades exploratórias:&nbsp;</div><div>1.1 Selecione e apresente algo que seja uma obra de arte (não considere os exemplos dados).&nbsp;</div><div>1.2 Selecione e apresente algo que não seja uma obra de arte.<br>2.1 Proponha uma definição de arte.</div><div>2.2 Teste a definição proposta, isto é, verifique se é adequada.</div><div>Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-21 07:19:44 UTC</pubDate>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466413544</link>
         <description><![CDATA[<div>João Filipe <br><br>Obra de arte (arquitetura): <a href="https://sagradafamilia.org/historia-del-temple">Basílica de la Sagrada Família</a>, de A. Gaudí<br>Outra obra de arte (pintura): <a href="https://www.sammlung.pinakothek.de/en/artwork/wE4KqoKLZ5/raffael/die-heilige-familie-aus-dem-hause-canigiani">A Sagrada Família</a>, de Rafael<br>Algo que não é arte: um guardanapo qualquer de uso comercial<br><br>Eu honestamente creio que não é possível definir arte; na minha opinião, uma pessoa sabe quando algo se trata de uma obra de arte quase intuitivamente. A arte é então algo subjetivo, apesar de concordarmos em relação a muita coisa. Há muitos aspetos que diversas obras de arte têm em comum; porém, é difícil encontrar uma característica sequer que seja comum a <strong>todas </strong>as obras de arte. Para além disto, perante qualquer tentativa de definição, pode haver sempre alguém que a contrarie ao realizar uma obra que pode ser vista como arte, criando-se assim uma espécie de círculo.&nbsp;<br><br>https://www.sammlung.pinakothek.de/en/artwork/wE4KqoKLZ5/raffael/die-heilige-familie-aus-dem-hause-canigiani#&amp;gid=1&amp;pid=1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 20:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a arte? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466422478</link>
         <description><![CDATA[<div>Henrique Domingos &nbsp; 11.° C1 &nbsp; N.° 9<br><br>Arte: O filme "<a href="https://www.youtube.com/watch?v=g9r5PFZihC4">The Greatest Showman</a>"<br>Não é arte: Uma borracha<br>&nbsp;<br>Definição: Algo é arte se e só se esse algo for um conjunto trabalhado de conhecimentos, capaz de criar uma sensação de envolvimento e identificação com o apreciador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 20:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466431524</link>
         <description><![CDATA[<div>Rita Martins, 11.º C1, n.º 17<br><br>1.1- A peça de teatro "<a href="https://www.rsc.org.uk/romeo-and-juliet/">Romeu e Julieta</a>" de William Shakespeare&nbsp;<br>1.2- Uma maçã<br>2.1- Algo é arte se e só se for uma capacidade ou uma habilidade para a aplicação de conhecimento ou para a execução de uma ideia real.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 20:52:59 UTC</pubDate>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466437329</link>
         <description><![CDATA[<div>Gil Matias, N.º 5, 11.º C1<br><br>É arte: <a href="https://youtu.be/R2YsN_W3vAY">"Il mare eterno nella mia anima"</a><br>Não é arte: a maioria dos objetos do nosso quotidiano, como uma <a href="https://tse1.mm.bing.net/th?id=OIP.GDv08PxvwI-P-ncDFAPqmgHaHa&amp;pid=Api&amp;P=0&amp;w=300&amp;h=300">garrafa de água</a> ou um <a href="https://tse3.mm.bing.net/th?id=OIP.oZcuKMkNNGi2i5HQaZmkrgHaFj&amp;pid=Api&amp;P=0&amp;w=230&amp;h=173">par de óculos</a>.<br>Definição de arte: Para mim, algo é arte se e só se for a expressão criativa de uma ideia ou emoções, com o objetivo de oferecer uma sensação de imersão ao apreciador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 20:55:02 UTC</pubDate>
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         <title>O que é arte? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466448110</link>
         <description><![CDATA[<div>Tomás Barros, 11.º C1, N.º 18<br>27/04/2021<br><br>1.1<br>Considero arte: <a href="https://www.tricurioso.com/wp-content/uploads/2019/08/coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabia-sobre-o-coliseu.jpg">Anfiteatro Flaviano</a><br>1.2 <br>Não considero arte: <a href="https://www.joiadocampo.com/wp-content/uploads/2016/10/ananas-ac%CC%A7ores-origem-portugal.jpg">Ananás </a><br>2.1&nbsp;<br>Para mim arte é algo muito subjetivo, então acho que a melhor definição para arte é: Algo é arte se e só se os especialistas o consideram arte.<br>2.2&nbsp;<br>Poderia haver várias fraquezas nesta definição como, por exemplo, a falta de consenso entre especialistas por falta de critérios objetivos ou mesmo diferenças culturais e temporais que poderiam levar a que obras de arte extremamente valorizadas no passado, julgadas através do presente, não tivessem tanto valor.<br>Ou mesmo quem poderia ser qualificado, e como, um especialista em arte.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-27 20:58:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author>mmobmartinho</author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466465083</link>
         <description><![CDATA[<div>Mafalda Martinho, 11.º C1, N.º 13<br><br>Arte: A canção “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=R2YsN_W3vAY">Il mare eterno nella mia anima</a>”<br>Não é arte: Uma calculadora&nbsp;<br>Definição: Algo é arte se é só se for criado com a intenção de transmitir algo como uma ideia, um desejo, um pensamento, ou até um sentimento ou emoção do artista.&nbsp;<br>Teste da definição:&nbsp;<br>Exemplo 1: Se eu criar uma escultura com materiais que sozinhos não são considerados arte (como, por exemplo, material escolar), e se eu a criei com a intenção de transmitir uma ideia (representa a criatividade de um indivíduo, por exemplo), isto é arte.<br>Exemplo 2: Toda a música é arte, pois foi criada com a intenção de transmitir uma emoção ou sentimento vivido pelo artista, ou por um grupo de pessoas, a que o artista quer captar a atenção.<br>Exemplo 3: Toda a pintura e escultura é arte, visto que todas elas, mesmo que sejam realistas, tentam representar e realçar algumas características do indivíduo ou ambiente que retratam, pelo uso de cores, de expressões corporais e faciais, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 21:05:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é arte? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466618911</link>
         <description><![CDATA[<div>Matilde Navarro, n.º 16 <br><br>Arte: O bailado romântico “<a href="https://artsandculture.google.com/story/owWRVSvSKmiSyg">La Sylphide</a>” (ballet)&nbsp;<br>Não é arte: Máscara cirúrgica<br><br>Definição de arte: Arte é algo que nos transmite uma ideia, um sentimento ou uma emoção. Pode ser considerada como bela perante a sociedade e pode e deve ser criticada, quer de uma forma positiva, quer de uma forma negativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 22:08:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466654630</link>
         <description><![CDATA[<div>Francisco Amaral, 11.° C1, n.° 4<br><br>1.1. "<a href="https://www.arteeblog.com/2016/06/a-historia-de-o-filho-do-homem-de-rene.html">O Filho do Homem</a>" de René Magritte.<br>1.2. Um martelo.<br><br>2.1. A meu ver, não se pode obter uma boa definição de arte, pois é algo muito subjetivo. Apesar disso, uma definição que pode ser estabelecida para arte é: Algo é arte se e só se for algo criado com a intenção de exprimir uma emoção, um desejo ou até uma ideia do artista e que tenha um efeito no admirador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 22:27:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1466664978</link>
         <description><![CDATA[<div>Mariana Salgado<br>11.° C1, n.° 15<br><br>1.1. O filme <a href="https://www.youtube.com/watch?v=oklPl95DC8c">Titanic</a> <br><br>1.2. <a href="https://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2014/em-analise/o-lixo-nos-nossos-mares">Lixo no mar</a><br><br>2.1. Algo é arte se e só se for algo que sentimos dentro de nós, algo que seja puro ou verdadeiro e, ao mesmo tempo, que nos preencha a alma. Coisas que vejamos e nos tragam  memórias, algo que cada um de nós ouve, vê ou sente de maneira diferente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 22:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1480231898</link>
         <description><![CDATA[<div>Afonso Gama, n.º 1,&nbsp; 11.° C1<br><br>1.1 "<a href="https://artsandculture.google.com/asset/the-starry-night/bgEuwDxel93-Pg?hl=pt-PT&amp;ms=%7B%22x%22%3A0.5%2C%22y%22%3A0.5%2C%22z%22%3A8.767182201892082%2C%22size%22%3A%7B%22width%22%3A2.1338855789965185%2C%22height%22%3A1.2374999999999992%7D%7D">A Noite Estrelada</a>", de Vincent Van Gogh.&nbsp;<br>1.2 Um simples agrafador.<br>2.1 Definir arte não se afigura, de todo, uma tarefa fácil. Se, por um lado, algumas hipóteses tendem a apelar em demasia à subjetividade, outras aparentam pretender criar um universo restrito onde apenas as pessoas ligadas ao mundo da arte podem determinar o que é ou não arte. Apesar disso, e a partir de um olhar ainda pouco aprofundado, atrever-me-ia a sugerir que uma obra de arte deve despertar emoções e, simultaneamente, ser julgada com base nos aspetos técnicos.&nbsp;<br>2.2 O impacto emocional de uma obra de arte pode apelar em demasia à subjetividade, inviabilizando a utilização deste critério. Além disso, não existe necessariamente um consenso em torno tanto do modo como os aspetos técnicos são julgados, isto é, o peso e a importância que lhes são atribuídos, como dos aspetos que devem ou não ser tidos em conta, de modo a abranger os diferentes tipos de arte. Desta forma, a definição proposta revela-se claramente insuficiente.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-30 23:48:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1492357221</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é arte? <br>Gonçalo Teixeira, <br>n°7<br><br>Arte: <a href="https://images.app.goo.gl/die7BDHfSek8YGPa9">Virgem dos Rochedos</a><br>Não é arte: Um grão de cimento&nbsp;<br><br>Definição de arte: Algo é arte se for capaz de nos fazer abstrair da realidade em que está a obra e nos levar, na nossa mente, para outra realidade.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 03:16:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é arte?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/teresa_cristovao/b65qo1myjxwh/wish/1493246750</link>
         <description><![CDATA[<div>Carolina Russo nº3<br>Arte: "Narcissus" de Caravaggio<br>Não é arte: Uma pedra&nbsp;<br>Definição de arte: Algo é arte se e só se for capaz de transmitir emoções&nbsp;de qualquer tipo ao seu observador. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 11:00:22 UTC</pubDate>
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