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      <title>HISTÓRIA A by Maria Baptista</title>
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      <description>Trabalhos para a disciplina de História A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-10 11:01:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A reconquista Cristã na Península Ibérica e a formação do reino de Portugal - 1parte</title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[<div>      A Reconquista Cristã na península ibérica teve inicio no séc. VII quando, numa Batalha, atualmente conhecido como de Covadonga, liderada por Pelágio, ofereceu-se resistência à presença de Muçulmanos no território peninsular, na qual se tinham instalado no ano de 711. <br>      <br>     Com a entrada dos Muçulmanos na área ibérica, os cristãos que até então ali habitavam, tiveram de se refugiar nas zonas montanhosas a Norte da península, nas Astúrias, a fim de se salvaguardarem dos invasores. Nas Astúrias, por ação politica, formaram-se os reinos de Leão, Castela, Aragão e Navarro. Nestes reinos, o poder militar da nobreza diminuiu e o poder dos reis foi promovido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 11:05:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 11:55:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 11:56:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:09:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A reconquista Cristã na Península Ibérica e a formação do reino de Portugal -2 parte</title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Foi no seguimento da recuperação da independência dos invasores Muçulmanos  e da reconquista cristã que vieram para a Península Ibérica, no ano de 1095, cavaleiros pertencentes a uma ordem militar cristã, as Cruzadas,  nomeadamente D. Raimundo e D. Henrique, com o intuito de reconquistar, repovoar e de a manter sob o domínio cristão.<br><br></div><div>     Pela sua coragem, pela sua ajuda e pelo sucesso alcançado, D. Afonso VI rei de Leão e Castela recompensou os cavaleiros dando a um, D. Raimundo, a filha legítima, D. Urraca, em casamento e o governo da Galiza e a D. Henrique a mão de sua filha bastarda, D. Teresa, e o governo do Condado Portucalense com a possibilidade de reconquistar e anexar ao condado mais terras que reconquistasse para sul, política seguida pelo novo Conde D. Henrique que procurou aumentar o seu poder e a sua autonomia  mas sem se libertar dos laços de vassalagem devidos ao rei de Leão e Castela. Assim seguiu repovoando, anexando regiões, desenvolvendo os centros urbanos e comerciais e formando um núcleo com pretensão à independência no Condado Portucalense.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:12:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>A reconquista Cristã na Península Ibérica e a formação do reino de Portugal - 3parte</title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[<div>À morte do conde D. Henrique, ficou a sua esposa D. Teresa à frente do condado enquanto o seu filho, Afonso Henriques, era menor. D. Teresa, por intermédio de defensores da reunificação do condado com a Galiza, aproximou-se do reino galego, o que fez com que os nobres e o clero descontentes se aliassem e apoiassem  Afonso Henriques. Aliança que principiou a Batalha de S. Mamede em 1128, saindo vitoriosas as tropas leais a D. Afonso Henriques, que, a partir desta data, passou a governar o Condado Portucalense. <br><br></div><div>      D. Afonso Henriques surge com o título de “Rei dos Portugueses” em 1140, mas o seu reconhecimento só seria válido se fosse aceite por Afonso VII de Leão e de Castela e pelo Papa da época. Assim, em 1143, na Conferência de Zamora, Afonso VII reconhecem o título de “REX” (rei) a Afonso Henriques, porém ainda não se haviam dissolvidos os laços vassálicos. Laços Vassálicos esses, que avolumaram as linhas de ação do Afonso Henriques no governo do reino como: o povoamento do seu reino, apoio à Igreja, concessão de terras e conquista e luta contra os Mouros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:16:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:17:27 UTC</pubDate>
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         <title>A reconquista Cristã na Península Ibérica e a formação do reino de Portugal- 4 parte</title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1179, o Papa Alexandre III reconhece Afonso Henriques como Rei e Portugal como reino independente, pela Bula <em>Manifestis Probatum.<br></em><br></div><div>     Contemporâneo a estes anos de reconhecimento, houve um avanço e recuo das fronteiras do reino português e haviam-se conquistado definitivamente as cidades de Lisboa e de Santarém em 1147. Várias batalhas e conquistas foram se somando ao longo dos reinados de D. Sancho I, D. Afonso II e D. Sancho II, mas só em 1249, no reinado de D. Afonso III é que se conquistaram os territórios do Algarve. D. Afonso III passou assim a denominar-se de “Rei de Portugal e do Algarve”, marcando o fim da reconquista cristã em Portugal. <br><br></div><div>      As fronteiras de Portugal arquitetaram-se ao longo de vários anos, contudo só em 1297, com o Tratado de Alcanises (tratado de paz entre os reinos de Portugal e de Castela que definiu os limites do reino português) , no tempo de D. Dinis, é que atingiu estabilidade definitiva das fronteiras.<br><br></div><div>      Os limites de Portugal já estavam expressamente traçados, quando o sétimo rei de Portugal, D. Afonso IV, filho de D. Dinis, subiu ao trono. Porém D. Afonso IV não estava satisfeito com as fronteiras, assim como o Rei de Castela. Consequentemente, ambos os reinos entraram em conflito, que rapidamente acabou pois tiveram de se unir na luta contra os Muçulmanos que tentavam entrar na Península. Várias forças militares defrontaram-se, em 1340, numa batalha, hoje conhecido por Batalha do Salado, onde os cristãos saíram vitoriosos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:18:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:20:28 UTC</pubDate>
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         <title>A reconquista Cristã na Península Ibérica e a formação do reino de Portugal- 5 parte</title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Muitas mais batalhas, guerras, conquistas e vitórias se deram durante a História Portuguesa e durante os anos de Reconquista Cristã, mas apesar de todas as adversidades sempre houve o orgulho patriota de toda a população e o querer ser sempre vitoriosos em enaltecer o nome do reino de Portugal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 12:21:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MariaBaptista</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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