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      <title>Os Lusíadas by Aluno Pedro Henrique Pinheiro de Lima</title>
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      <description>Inês de Castro / Velho do Restelo / O gigante Adamastor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-25 11:52:28 UTC</pubDate>
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         <title> Inês de Castro</title>
         <author>joaovitorsilva4</author>
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         <description><![CDATA[<div>A relação amorosa entre Pedro e Inês e sua morte cruel se tornou o mais famoso e trágico caso de amor da história portuguesa, várias vezes recontada por escritores e poetas.<br><br><em>Inês de Castro</em> é um episódio lírico-amoroso que simboliza a força e a veemência do amor em Portugal. O episódio ocupa as estâncias 118 a 135 do Canto III de <em>Os Lusíadas</em> e relata o assassinato de Inês de Castro, em 1355, pelos ministros do rei D. Afonso IV de Borgonha, pai de D. Pedro, seu amante. É narrado, em sua maior parte, por Vasco da Gama, que conta a história de Portugal ao rei de Melinde. Considerado um dos mais belos momentos do poema, é a um só tempo um episódio histórico e lírico: por trás da voz do narrador, e da própria Inês, percebe-se a voz e a expressão pessoal do poeta. Camões, através da fala de Vasco da Gama, destaca do episódio sua carga romântica e dramática, deixando em segundo plano as questões políticas que o marcam.</div><div><br></div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-25 12:26:11 UTC</pubDate>
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         <title>O Gigante Adamastor</title>
         <author>pedropinheiro22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Inspirado em Homero e Ovídio, o episódio do <em>Gigante</em><strong> </strong><em>Adamastor</em> é o mais rico e complexo do poema. de natureza simbólica, mitológica e lírica. No plano histórico,<strong> </strong>simboliza a superação pelos portugueses do medo do Mar Tenebroso, das superstições medievais que povoavam o Atlântico e o Índico de monstros e abismos.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 12:51:42 UTC</pubDate>
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         <title>O velho do Restelo</title>
         <author>pedropinheiro22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando as naus de Vasco da Gama se despediam do porto de Belém, um ancião, o Velho do Restelo, elevando a voz, manifestou sua oposição à viagem às Índias. A sua fala pode ser interpretada como a sobrevivência da mentalidade feudal, agrária, oposta ao expansionismo e às navegações, que configuravam os interesses da burguesia e da monarquia. É a expressão rigorosa do conservadorismo. Certo é que Camões, mesmo numa epopéia que se propõe a exaltar as Grandes Navegações, dá a palavra aos que se opõem ao projeto expansionista. Portanto, <em>O Velho do Restelo</em> representa a oposição passado x presente, antigo x novo. O Velho chama de vaidoso aqueles que, por cobiça ou ânsia de glória, por sua audácia ou coragem, se lançam às aventuras ultramarinas. Simboliza a preocupação daqueles que antevêem um futuro sombrio para a Pátria.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 13:07:31 UTC</pubDate>
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         <title>Enredo, 38 - Gigante Adamastor</title>
         <author>pedropinheiro22</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A nuvem escura que surgiu vinha tão carregada que encheu de medo os navegantes. O mar, ao longe, fazia grande ruído ao bater contra os rochedos. Vasco da Gama, atemorizado, lança voz à tempestade perguntando o que era ela, que ela lhe parecia mais que uma simples tormenta marinha. Repare que o cenário aterrador fará a imagem do Gigante ainda mais terrível e assustadora."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 16:21:16 UTC</pubDate>
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         <title>Episódio de Dona Inês de Castro (Os Lusíadas, Canto III, 118 a 135)</title>
         <author>kaiquecaldeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>O cheiro traz perdido e a cor murchada:<br>Tal está, morta, a pálida donzela,<br>Secas do rosto as rosas e perdida<br>A branca e viva cor, co a doce vida."</em></div><div><br>- Neste episódio temos a exclamação da morte de Inês.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 16:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>Episódio de Dona Inês de Castro (Os Lusíadas, Canto III, 118 a 135)</title>
         <author>kaiquecaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/pedropinheiro22/b4szbmou0d4ogv4g/wish/2610741264</link>
         <description><![CDATA[<div>"<em>Vendo estas namoradas estranhezas,<br>O velho pai sesudo, que respeita<br>O murmurar do povo e a fantasia<br>Do filho, que casar-se não queria,</em></div><div><em>Tirar Inês ao mundo determina,<br>Por lhe tirar o filho que tem preso,<br>Crendo co sangue só da morte ladina<br>Matar do firme amor o fogo aceso."<br><br>- </em>Neste trecho trecho temos o marido de Inês (D. Pedro 1) traindo-a.<em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 16:26:40 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IV,  Episódio O Velho do Restelo - Trecho 91 </title>
         <author>davimorial</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>Ó doce e amado esposo,<br>Sem quem não quis Amor que viver possa,<br>Por que is aventurar ao mar iroso<br>Essa vida que é minha, e não é vossa?<br>Como por um caminho duvidoso<br>Vos esquece a afeição tão doce nossa?<br>Nosso amor, nosso vão contentamento<br>Quereis que com as velas leve o vento?"</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 18:30:24 UTC</pubDate>
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         <title>História/Resumo</title>
         <author>davimorial</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Velho do Restelo é variamente interpretado como símbolo dos pessimistas, dos que não acreditavam no sucesso da epopeia dos Descobrimentos Portugueses, e surge na largada da primeira expedição à Índia com avisos sobre a odisseia que estaria prestes a acontecer: No episódio, narra-se a partida de Vasco da Gama aos mares (a saída do porto, ainda em Portugal). Um ancião (o Velho do Restelo) põe-se então a acoimar as viagens e os ocupantes das naus, sob o argumento de que os temerários navegadores, movidos pela cobiça de fama, glória e riquezas, procuravam desastre para si mesmos e para o povo português.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 18:40:05 UTC</pubDate>
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         <title>Grandes linhas da epopeia, neste episódio:</title>
         <author>kaiquecaldeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>- O real maravilhoso (dificuldade na passagem do cabo);<br>- A existência de profecias (história de Portugal);<br>- Lirismo (história de amor, que irá ligar-se mais tarde, à narração do maravilhoso da <em>Ilha dos Amores</em>);<br>- É considerado um episódio trágico, de amor e morte;<br>- É denominado como um episódio épico, em que se consolida a vitória do homem sobre os elementos (água, fogo, terra, ar).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:22:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>kaiquecaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/pedropinheiro22/b4szbmou0d4ogv4g/wish/2611012557</link>
         <description><![CDATA[<div>O episódio “O Gigante Adamastor” é um episódio simbólico na medida em que esta figura representa os perigos e as dificuldades que se apresentam ao Homem que sente o impulso de conhecer e de descobrir o mundo. Só superando o seu próprio medo, este poderá vencer (ideia veiculada pelo Humanismo). O Adamastor é, portanto, uma figura mitológica criada por Camões, concentrando todos os perigos e dificuldades que os portugueses tiveram de transpor.<br><br></div><div>Não é por acaso que o episódio do Adamastor ocupa o lugar central no poema épico. O canto V marca o meio da obra e é com ele que termina o primeiro ciclo épico da narração. Marca também a passagem do mundo conhecido para o desconhecido, a passagem do Ocidente para o Oriente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:23:40 UTC</pubDate>
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         <title>Caracterização do Adamastor:</title>
         <author>kaiquecaldeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Adamastor surge a partir de uma nuvem com uma figura " robusta e válida", como um monstro horrendo de tamanho descomunal, "De disforme e grandíssima estatura "; rosto severo e barba suja, desalinhada; olhos "encovados" e negros; cabelos " cheios de terra e crespos"; " boca negra" e " dentes amarelos". Apresenta uma " cor terrena e pálida", tem uma " postura medonha e má", sendo a sua voz horrenda , grossa, " pesada " e amarga.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:26:19 UTC</pubDate>
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         <title>Simbologia:</title>
         <author>kaiquecaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/pedropinheiro22/b4szbmou0d4ogv4g/wish/2611015922</link>
         <description><![CDATA[<div>- O poema representa uma corrente desfavorável à expansão para o Oriente, mais tolerante em relação à guerra no Norte de África. Traduz, ainda, o medo do desconhecido e a hesitação perante a novidade.<br><br></div><div>- As falas das mães e das esposas representam a reação emocional àquela aventura, o discurso do velho exprime uma posição racional, fruto de bom senso da experiência (<em>“tais palavras tirou do experto peito”</em>). É a expressão rigorosa do conservadorismo.<br><br></div><div>- Quando representa a voz do bom senso e da fria razão assume a dimensão de personagem alegórica – personagem que defende um ideal/princípio.<br><br></div><div>- O seu discurso denuncia a suposta irresponsabilidade dos marinheiros que se deixavam levar por promessas fantasiosas, pela vitória, para uma aventura com consequências trágicas.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:30:56 UTC</pubDate>
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