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      <title>Pesquisas/Inquéritos Nacionais de Saúde, Alimentação e Nutrição by Naiara Ferraz Moreira</title>
      <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-20 15:34:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-27 05:58:36 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Objetivos da pesquisa:</title>
         <author>anapozzo062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244149001</link>
         <description><![CDATA[<div>É a análise da prevalência de consumo de alimentos, bem como da inadequação desse consumo em distintos grupos etários, ao estudo de indicação analítica para atender ao desenho amostral executado na pesquisa e ao consumo fora do domicílio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:41:01 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244149651</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo da pesquisa é subsidiar o monitoramento de fatores de risco e proteção à saúde em escolares do Brasil. Além disso, identifica as questões prioritárias para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a promoção da saúde em escolares, em especial o Programa Saúde na Escola (PSE).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>1. Objetivo</title>
         <author>anasouza8144</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244149906</link>
         <description><![CDATA[<div>O Estudo NutriNet Brasil vai identificar características da alimentação brasileira que aumentam ou diminuem o risco de doenças crônicas muito frequentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:43:09 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo da PNDS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244150507</link>
         <description><![CDATA[<div>Avaliar níveis e tendências de fecundidade, conhecimento e uso de métodos contraceptivos, amamentação e outros determinantes próximos da fecundidade, como proporção de mulheres casadas e/ou em união e duração da amenorréia pós-parto.<br><br></div><div>Estudar a saúde materno-infantil, mortalidade materna, DST/AIS, gravidez, assistência pré-natal e parto, principais causas de doenças predominantes na infância (diarréia e infecções respiratórias), imunização, estado nutricional e acesso à água e esgotamento sanitário. A pesquisa investiga, ainda, intenções reprodutivas e necessárias não satisfeitas de anticoncepção. (IBGE, 2012)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:44:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Objetivo da pesquisa</title>
         <author>arielafacul</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244151374</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo do ENANI é avaliar as práticas de aleitamento materno e de alimentação complementar, o consumo alimentar, o estado nutricional antropométrico infantil e durante a gestação e a deficiência de micronutrientes (hemoglobina, vitamina A, vitamina D, vitamina E, vitamina B1, vitamina B6, vitamina B12, folato, zinco, selênio e ferritina) entre crianças brasileiras menores de 5 anos, segundo macrorregiões do país, zonas rural e urbana, faixa etária e sexo.&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=xaG_yeEE2og" />
         <pubDate>2022-07-15 13:45:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Métodos: - Onde, quando e com quem foi realizada a pesquisa? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244151991</link>
         <description><![CDATA[<div>• População Pesquisada:<br>Escolares (meninas e meninos) matriculados e frequentando regularmente do 7º ao 9º ano do Ensino Fundamental (antigas 6ª a 8ª séries) e da 1ª a 3ª séries do Ensino Médio (turnos matutino, vespertino e noturno), de escolas públicas e privadas com, ao menos, 20 alunos matriculados.<br>• Unidade de análise:<br>Escolares de 13 a 17 anos das turmas selecionadas pela amostra que concordaram em participar da pesquisa e atingiram os critérios de validade estabelecidos.<br>• Abrangência e desagregação geográfica dos resultados:<br>Brasil, Grandes Regiões, Unidades da Federação, Municípios das Capitais.<br>• Total de escolas analisadas: 4.242<br>• Questionários do aluno analisados: 125.123</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:46:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Métodos empregados para a obtenção de dados referentes ao estado nutricional e consumo alimentar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244152585</link>
         <description><![CDATA[<div>Dados do consumo de alimentos ultraprocessados no dia anterior são oriundos de quesitos que tratam da ingestão de 13 desses alimentos. Estimou-se que 11 436 740 escolares brasileiros de 13 a 17 anos (97,3%) consumiram, ao menos, um alimento ultraprocessado no dia anterior à pesquisa. No extremo oposto, apenas 2,7% deles não consumiu qualquer um desses alimentos. Em ambos os casos, foram encontradas variações regionais, por sexo e dependência administrativa da escola.<br>A alimentação é investigada na PeNSE desde sua primeira edição, sendo seu conjunto de quesitos objeto de ajustes diversos desde então, visando ao aprimora- mento da informação produzida. Em 2019, foram introduzidas questões sobre consumo de alimentos ultraprocessados no dia anterior à pesquisa e aqueles comercializados dentro e no entorno da escola. Já a informação obtida junto às escolas contemplou a apuração, entre outros, de temas como adoção de regras de comercialização de alimentos e existência de propaganda de alimentos ultraprocessados.<br>O consumo habitual de alimentos marcadores de alimentação saudável e marcadores de alimentação não saudável é mensurado, na PeNSE, a partir da frequência de seu consumo, em cinco dias ou mais, na semana anterior à pesquisa. Em 2019, foi investigado o consumo habitual de três marcadores de alimentação saudável (feijão, legumes e verduras e frutas frescas) e dois marcadores de alimentação não saudável (guloseimas doces e refrigerantes).<br>O padrão, por idade, evidenciou maiores proporções de consumo habitual de marcadores de alimentação saudável (feijão – 60,3%; legumes e verduras – 29,6% e frutas frescas – 28,5%) entre alunos de 13 a 15 anos, bem como inexistência de varia- ções estatísticas significativas para guloseimas doces e refrigerantes.<br>A comparação com 2015, apresentada no Gráfico 11, indicou reduções nas proporções de alunos com consumo habitual de frutas frescas e refrigerantes, man- tidas nos grupos de idade. No que tange ao consumo de feijão, não houve diferenças estatísticas significativas no período em questão. Ainda que os dados da PeNSE 2015 sobre consumo semanal de guloseimas, bem como de legumes e verduras estejam disponíveis, reformulações na redação desses quesitos, em 2019, impedem comparações estritas entre os períodos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:47:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Métodos:</title>
         <author>anapozzo062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244153256</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A pesquisa ocorreu em âmbito Nacional com diversos grupos etário, variando em sexo e idade, que acontece de 10 em 10 anos. A partir da POF 2008-2009 foi inserida o inquérito nacional de alimentação (INA) que utilizou ingestão usual ou habitual de um nutriente ou de um alimento como a média de consumo de longo prazo (vários dias para cada indivíduo). <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:48:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Métodos para obtenção de dados </title>
         <author>arielafacul</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244153486</link>
         <description><![CDATA[<div>Antropometria, Aleitamento materno e consumo alimentar, e Avaliação bioquímica do estado nutricional. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-15 13:49:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1 - Objetivo da pesquisa </title>
         <author>alessandraestevao062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244154169</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresentar a situação alimentar e nutricional e seus fatores determinantes em crianças indígenas menores de 5 anos e em mulheres indígenas de 14 a 49 anos no Brasil.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:50:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Métodos </title>
         <author>arielafacul</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244154895</link>
         <description><![CDATA[<div>Onde: domicílios particulares permanentes localizados em todo o território nacional.&nbsp;<br>Com quem: Crianças com menos de 5 anos completos de idade de ambos os sexos&nbsp;<br>Número de avaliados: 352 entrevistados</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:52:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. Métodos</title>
         <author>anasouza8144</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244155443</link>
         <description><![CDATA[<div>O Estudo vai acompanhar 200 mil pessoas de todas as regiões do país, abrangendo todos os tipos de pessoas e estando ainda hoje em andamento.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-15 13:53:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3. Resultados</title>
         <author>anasouza8144</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244157460</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste estudo foram identificados mudanças no estudo Coorte NutriNet, com os primeiros 10 mil participantes da pesquisa. Identificando-se um aumento generalizado no consumo de marcadores de alimentação saudável e esse padrão se repetiu nas macrorregiões Nordeste e Norte e entre pessoas com menor escolaridade, sugerindo desigualdades sociais na resposta à pandemia.<br><br>A pesquisa ainda está em andamento e no site oficial, há uma contagem de 102.155 participantes até o momento.<br>Para participar da pesquisa você pode acessar o site pelo endereço https://nutrinetbrasil.fsp.usp.br/&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 13:57:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4. De que forma esses resultados podem ser utilizados em saúde coletiva</title>
         <author>anasouza8144</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244159207</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando concluído, os resultados poderão auxiliar no entendimento da relação entre alimentação e doenças crônicas não transmissíveis, podendo assim obter um maior controle e prevenção, utilizando dados atualizados para subsidiar programas e promoções da saúde pública.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:01:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2 - Métodos </title>
         <author>alessandraestevao062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244160269</link>
         <description><![CDATA[<div>Inquérito realizado em território indígena localizado nas principais macroregioes do Brasil (Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro Oeste), a população alvo deste estudo são mulheres com idade entre 14 a 49 anos e crianças menores de 5 anos no ano de 2008 e 2009.<br>Foram coletados os seguintes dados biométricos: Peso e estatura, pressão arterial,<br>dosagem de Hemoglobina, e dosagem de Glicose.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:02:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para mais informações</title>
         <author>anasouza8144</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244164226</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/jR4yVuV7Cmo </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/jR4yVuV7Cmo" />
         <pubDate>2022-07-15 14:08:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Métodos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244167678</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisa foi realizada nos anos de 1986 a 2006 nas 5 regiões do Brasil de forma domiciliar com aplicação de questionário em 15 mil mulheres de 15 a 49 anos vivendo em regiões rurais e urbanas.<br><br></div><div>Os métodos avaliados foram antropometria (altura, peso, analises laboratoriais) dosagem de vit. A e hemoglobina, teor de iodo disponível no sal consumido pelas famílias.<br><br></div><div>Os dados coletados permitem analisar a fecundidade e intenções reprodutivas, atividade sexual e anticoncepção, a assistência a gestação e ao parto, morbidade feminina e o estado nutricional de crianças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Resultados que chamaram atenção do grupo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244167706</link>
         <description><![CDATA[<div><br>• Merenda Escolar: Em 2019, 75,3% dos escolares de 13 a 17 anos relataram a oferta de merenda escolar onde estudam. A proporção de estudantes que consumiram merenda oferecida pela escola, entre aqueles que responderam afirmativamente ao quesito de oferta, era de 77,8%.<br><br>•Alimentos comercializados dentro da escola e no entorno: Os resultados indicam que a maioria dos adolescentes brasileiros de 13 a 17 anos frequentava escolas que referiram a adoção de algum tipo de regra sobre produtos alimentícios comercializados em suas dependências (94,8%) e a inexistência de propagandas de alimentos e bebidas industrializados em suas dependências (97,2%). Estas proporções foram superiores na rede pública (96,7%) que, adicionalmente, apresentou percentual de alunos cujas escolas informaram a existência cantina onde são comercializados alimentos de 31,4%; na rede privada, o mesmo índice superou 88%. Em contrapartida, mais da metade dos estudantes da rede pública estudavam em estabelecimentos que relataram a existência de ponto alternativo de venda de alimentos e/ou bebidas no entorno (54,8%). Os alimentos e bebidas mais disponibilizados para venda em cantinas de escolas frequentadas por adolescentes brasileiros foram salgados assados, suco natural de frutas e refrigerantes. Nos pontos alternativos os itens mais relatados foram refrigerantes, salgadinhos industrializados e salgados fritos.<br><br>• Atividade física e comportamento sedentário: O indicador de atividade física acumulada, na PeNSE, foi obtido mediante somatório dos tempos de atividades físicas realizadas na semana anterior à pesquisa a partir de respostas dos escolares, a oito quesitos que contemplam três domínios da prática de atividade física: deslocamento entre casa e escola, aulas de educação física na escola e atividades físicas extraescolares. Em 2019, estimou-se em 3 333 389, ou 28,1%, o total de estudantes brasileiros de 13 a 17 anos fisicamente ativos na semana anterior à pesquisa. No extremo opos- to, 8,7% dos escolares estavam inativos. Cabe destacar que 61,8% dos alunos foram classificados como insuficientemente ativos, demonstrando que, embora distantes das recomendações, esses escolares já praticam algum tipo de atividade física.&nbsp;<br>Evidências sugerem o papel determinante da família e da escola na adesão de adolescentes e jovens à prática regular de atividade física.<br><br>Estimou-se, para 2019, que 4 264 968 de escolares brasileiros de 13 a 17 anos assistiram mais de duas horas de televisão nos sete dias anteriores à pesquisa, ou 36,0% do universo em estudo.&nbsp; Já os que informaram a permanência sentados por mais de três horas diárias realizando atividades diversas no mesmo período totalizou mais da metade dessa população ou 6 294 048 estudantes. Enquanto a proporção de escolares com mais de duas horas diárias assistindo televisão foi maior entre aqueles de menor idade (13 a 15 anos: 38,6%; 16 e 17 anos: 31,2%), os resultados para o tempo diário de permanência sentado realizando atividades não evidenciaram diferenças estatísticas significativas. O recorte por sexo indicou a inexistência de diferenças para o tempo de televisão versus um percentual levemente superior de estudantes do sexo feminino (54,3%) com elevado tempo diário de permanência sentadas quando comparadas aos do sexo masculino (51,9%).&nbsp;<br>Quando considerada a dependência administrativa da escola, grandes variações entre as redes pública e privada foram observadas, com comportamento inverso dos indicadores: maior proporção de alunos com tempo de televisão superior a duas horas de escolas públicas (37,2%) em relação às privadas (28,7%). Já o percentual de escolares cujo tempo diário de permanência sentado superior a três horas em escolas privadas (62,9%) variou 22,1% comparado com as públicas (51,5%).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:14:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>De que forma esses resultados podem ser utilizados em Saúde Coletiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244167962</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>Resultados antropométricos</title>
         <author>arielafacul</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244169332</link>
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         <pubDate>2022-07-15 14:18:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resultados que chamaram atenção do grupo </title>
         <author>arielafacul</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244169456</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;resultado que nos chamou a atenção foi a não realização das coletas das medidas antropométricas, pelos motivos de recusa, presença de doenças e outros, tanto da parte da mãe, quanto da criança. Além disso outros fatores que interferiram na coleta dos dados que também chamaram atenção, mudança da família, sem ajuda para realizar a medição, alguma deficiência física ou impedimento pelo tráfico ou milícia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:18:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Principais resultados avaliados </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244170010</link>
         <description><![CDATA[<div>Avaliar níveis e tendências de fecundidade, conhecimento e uso de métodos contraceptivos, amamentação e outros determinantes próximos da fecundidade, como proporção de mulheres casadas e/ou em união e duração da amenorréia pós-parto.<br><br></div><div>Estudar a saúde materno-infantil, mortalidade materna, DST/AIS, gravidez, assistência pré-natal e parto, principais causas de doenças predominantes na infância (diarréia e infecções respiratórias), imunização, estado nutricional e acesso à água e esgotamento sanitário. A pesquisa investiga, ainda, intenções reprodutivas e necessárias não satisfeitas de anticoncepção. (IBGE, 2012)<br><br>CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS&nbsp;<br>A maioria das mulheres brasileiras de 15 a 49 anos (84%) vivia em áreas urbanas, em todas as macrorregiões do País. Assim, enquanto o Sudeste, Centro-Oeste e Sul evidenciaram percentagens de mulheres residentes nessas áreas superiores a 83%, no Norte e Nordeste residia a maior proporção de mulheres em áreas rurais, com valores de 23% e 28%, respectivamente.</div><div>Aproximadamente 20% de mulheres brasileiras em idade reprodutiva declararam ter completado até a quarta série do ensino fundamental, enquanto 50% superaram oito anos de estudo, indicando, portanto, terem no mínimo o ensino fundamental completo.&nbsp;<br><br>FECUNDIDADE NO BRASIL<br>A fecundidade do Brasil, que já estava em patamares baixos por volta de 2000, retomou a tendência de declínio, atingindo a marca de 1,8 filhos por mulher no período 2002/2006. Dados de coorte confirmam estes níveis baixos: mulheres que entraram no período reprodutivo nos anos 1990, muito provavelmente, terão uma prole inferior a dois filhos, e pode-se esperar o mesmo de mulheres com até 25 anos de idade neste último quinquênio. Para as coortes mais jovens, abre-se uma incógnita, pois, entre as menores de 20 anos não houve alterações significativas na chance de ter um filho. Por outro lado, as mulheres de 20-24 anos continuam mostrando quedas significativas de fecundidade, independentemente do número de filhos tidos quando eram cinco anos mais jovens.<br><br>ALEITAMENTO MATERNO&nbsp;<br>Quanto ao dados de aleitamento materno e de outras formas de alimentação infantil no Brasil e compará-los com dados da PNDS 1996.&nbsp;</div><div>Do total de crianças, 95% haviam iniciado a amamentação, das quais 42,9% foram amamentadas na primeira hora, proporção 30% superior ao encontrado na PNDS 1996. A proporção em aleitamento exclusivo aos 2-3 meses aumentou de 26,4% em 1996 para 48,2% em 2006. A introdução precoce de leite não-materno foi alta, mesmo entre amamentados. O mingau foi alimento complementar frequente. O consumo diário de frutas, legumes e verduras, in natura ou em suco, não foi relatado para quatro de cada dez crianças na faixa de 6 a 23 meses. O consumo de carne entre quatro e sete vezes na semana foi reportado para 50% das crianças. Para 10% delas essa frequência era de uma vez na semana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:19:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resultados que podem ser utilizados na saúde coletiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244175579</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprimoramento das politicas publicas já existentes;&nbsp;<br>implementação de novas políticas públicas;<br>mapeamento da população estudada; identificação de vulnerabilidade social e econômica; planejamento de ações focadas;<br>a pesquisa fornece dados que podem ser utilizados de forma comparativa, pois se trata de uma pesquisa longitudinal onde os dados atuais são comparados com os anteriores.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-15 14:29:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244175579</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Resultados:</title>
         <author>anapozzo062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244176735</link>
         <description><![CDATA[<div>Despesa com alimentação:<br><br>Com relação a POF 2017-2018 (mais recente), os resultados mediante as despesas com alimentação se dividem  em despesas totais e de consumo, sendo a segunda com maior porcentagem. De acordo com a POF os residentes em áreas urbanas gastavam 33,9% em refeições fora do domicílio enquanto os residentes da área rural gastavam 24% em refeições fora do domicílio, respectivamente 230,76 reais e 123,32 reais com base no salário mínimo da época (954 reais), tendo em base o tamanho médio das famílias eram três pessoas na área urbana e 3,2 na área rural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:30:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244178219</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 14:33:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>De que forma os resultados afetam a saúde pública </title>
         <author>arielafacul</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244179674</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre as diversas lições aprendidas, vale ressaltar a necessidade de investir em assessoria de&nbsp;</div><div>comunicação desde o planejamento do estudo, reconhecendo-a como elemento estruturante e&nbsp;</div><div>mediador da relação entre o estudo e a sociedade (meios de comunicação, gestores públicos,&nbsp;</div><div>população das áreas estudadas, entre outros). Essa assessoria permitiu a articulação com ato-</div><div>res estratégicos, como gestores estaduais e municipais e lideranças comunitárias, facilitando&nbsp;</div><div>a integração com a rede de atenção básica e com agentes de saúde para a sensibilização de&nbsp;</div><div>famílias para participarem da pesquisa. Contribuiu, também, para difundir o estudo em meios&nbsp;</div><div>de comunicação, viabilizando sua ampla divulgação nos territórios onde ela foi realizada (por&nbsp;</div><div>meio de panfletagem e carro de som).</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-15 14:36:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244179674</guid>
      </item>
      <item>
         <title>De que forma esses resultados podem ser utilizados em saúde coletiva?</title>
         <author>anapozzo062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244184633</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando pensamos em saúde coletiva podemos avaliar resultados como onde as pessoas fazem suas refeições e consequentemente os alimentos que consomem, a quantidade destes e suas qualidades nutricionais visando prevenir as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). Como profissionais de saúde devemos propor estratégias a fim de melhorar a qualidade de vida destas pessoas visando suas hábitos, costumes, onde realizam suas refeições e preferências alimentares.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-15 14:46:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2244184633</guid>
      </item>
      <item>
         <title>3.Métodos</title>
         <author>fernandasantos321</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2246998730</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestes próximos volumes da PNS 2019 traz informações sobre estilo de vida e doenças crônicas, com dados antropométricos, informação bastante importante para estabelecer os padrões de sobrepeso e obesidade da população brasileira, todos os Agentes de Coleta, Supervisores e Coordenadores da PNS 2019 foram capacitados para compreender, detalhadamente, toda a pesquisa, e foi preparado material instrutivo que auxiliou a equipe de campo a inteirar-se dos objetivos estabelecidos em cada uma das questões e medidas (peso e altura).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-20 15:55:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2246998730</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Resultados</title>
         <author>fernandasantos321</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247000903</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o objetivo de estimar se a frequência de visitas estava de acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde, foi investigada a regularidade das visitas de qualquer integrante da Equipe de Saúde da Família e, também, de agentes de combate de endemias, os quais desempenham ações de controle da dengue, malária, leishmaniose, entre outras doenças, aos domicílios.<br><br></div><div>Dentre os domicílios cadastrados há um ano ou mais em Unidade de Saúde da Família, observou-se que, em 2019, aproximadamente 23,8% (9,5 milhões) nunca receberam visita de agente comunitário de saúde ou de membro da Equipe de Saúde da Família, o que retrata um forte aumento em comparação a 2013, quando esse percentual era 17,7% (5,3 milhões). Esse aumento foi observado em todas as Grandes Regiões, destacando-se a Região Sudeste, que atingiu 30,0% (quase 1 /3) de domicílios cadastrados que nunca receberam tal visita. O percentual da Região Sul (28,6%) também foi superior à média nacional, enquanto, nas demais, variou de 16,4%, na Região Nordeste, a 19,1%, na Região Norte.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-20 15:59:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para mais informações. </title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247817661</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.pns.icict.fiocruz.br/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-21 23:12:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> De que forma esses resultados podem ser utilizados em Saúde Coletiva. </title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247864341</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante os resultados, podemos estar aprimorando resultados nas regiões onde menos obteve resultado positivo, como o nordeste; público alvo que pode usufruir de planos de saúde devido a quantidade de salário mínimo recebido; os resultados também são fundamentais para termos mais foco aos idosos, por sofrerem mais diante a saúde, como no recebimentos de remédios; atendimento precário em consultas, como os atendimentos odontológicos; fiscalização de endemias, visita a domicílio, alguns regiões deixam a desejar, porém Centro oeste foi o que mais recebeu a mesma;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-22 00:49:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247864341</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Resultados que chamaram atenção do grupo.</title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247886819</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>·</strong> PNS 2019, manteve a investigação as características de habitação. As características sobre a habitação impactam diretamente a saúde da<br>população.&nbsp;</div><div><strong>·</strong> A região Norte e Nordeste apresentaram as menores porcentagens de brasileiros que possuem plano de saúde. Diante desse cenário, nota-se que a maior parte da população brasileira é dependente do Sistema único de Saúde. A cobertura do plano de saúde também mostrou valores significativos quando comparados raça/cor da pele. Pessoas brancas tem maiores porcentagens quando se trata em ter plano de saúde quando comparado com pessoas pretas.</div><div><strong>·</strong> O Ministério da Saúde criou, em 1994, o Programa Saúde da Família, cuja estratégia prioriza as ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde das pessoas, de forma integral e contínua. Programa cadastramento e acompanhamento da população. Do ano de 2013 para o ano de 2019 houve um aumento significativo dos domicílios cadastrados. Verificou-se que, em 2019, 38,4% receberam visita mensal. Perante a porcentagem de visitas que as regiões receberam, as regiões Centro-oestes-Oeste e regiões Nordeste tiveram o maior porcentual, já a região Sul foi a que teve o menor porcentual. Além da vista do agente de saúde, há também a visita do agente de controle a endemias. Dentro desse ponto, foi observado que 64,6% dos domicílios receberam visitas desse agente pelo menos uma vez dentro de 12 meses. A região sul apresentou a menor porcentagem de visitas.</div><div><strong>·</strong> A PNS 2019 estimou que 8,1% das pessoas residentes em domicílios particulares permanentes deixaram de realizar atividades habituais por motivo de saúde. As Regiões Nordeste e Sudeste registraram as maiores proporções (8,7% e 8,0%, respectivamente), enquanto as Regiões Sul e Centro-Oeste, as menores (ambas com 7,4%). Tomando 2013 como referência, essas proporções aumentaram independentemente das características sociodemográficas analisadas. Os idosos apresentaram, em 2019, a maior proporção de pessoas que deixaram de realizar atividades habituais por motivo de saúde 12,2%.<br><strong>.</strong> Segundo a PNS 2019, 4,6% das pessoas utilizaram alguma prática integrativa e complementar, tratamentos como acupuntura, homeopatia, uso de plantas medicinais e fitoterapia, entre outros. As pessoas de 40 a 59 anos e de 60 anos ou mais de idade apresentaram maiores proporções na prática integrativa e complementar. Esses indicadores foram menores em 2013. A utilização das práticas integrativas aumenta a medida que a renda per capita aumenta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 01:23:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Metodologia de aplicação da PNS.</title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247888021</link>
         <description><![CDATA[<div>O estudo piloto da pesquisa foi realizado em 2013, e foram selecionados 46 setores e 644 domicílios, e abrangeu a população com 18 anos ou mais de idade distribuídos entre 6 Unidades da Federação: Acre, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Sergipe. Já a realização do trabalho de campo da PNS ocorreu de agosto a dezembro de 2013.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;Em 2019, o tamanho amostral foi calculado com base em<br>&nbsp;indicadores selecionados da edição de 2013 da PNS. Foram<br>selecionados 108.525 domicílios, e abrangeu indivíduos com 15 anos ou mais, com um número esperado de 86.820 entrevistas. A amostra final consistiu em 90.846. Já a realização do trabalho em campo inicialmente para 2018, só foi a campo no ano de 2019.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-22 01:25:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Métodos.</title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247888793</link>
         <description><![CDATA[<div>- Questionário dividido em três seções: questionário domiciliar; - questionário de todos os moradores; questionário individual.<br>- Consumo alimentar.&nbsp;<br>- Antropometria;<br>- Estilo de vida.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-22 01:26:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Objetivos Específicos da PNS</title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247891436</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;- Coletar informações para avaliar o desempenho do sistema nacional de saúde, no que se refere ao acesso e uso dos serviços de saúde e continuidade dos cuidados;<br><br>&nbsp; - Estimar a cobertura de plano de saúde, dimensionando a população segurada em cada UF;</div><div><br>- Delinear o perfil de necessidade de saúde, com base na morbidade auto-referida e restrições das atividades habituais;</div><div><br>- Dimensionar a prevalência de deficientes físicos e intelectuais;</div><div><br>- Estabelecer parâmetros consistentes para avaliar a capacidade de resposta do sistema de saúde brasileiro frente às necessidades da população;<br>&nbsp;<br>- Investigar os estilos de vida da população brasileira em relação aos hábitos de alimentação, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e prática de atividade física, e os fatores associados aos comportamentos não saudáveis;</div><div><br>- Estimar a cobertura de exames preventivos de câncer de colo de útero e mama</div><div><br>- Dimensionar a exposição da população brasileira aos acidentes de trânsito e às violências;<br>&nbsp;&nbsp;</div><div>- Estimar a prevalência das principais doenças crônicas não transmissíveis e as limitações provocadas pelas doenças;<br><br></div><div>- Investigar a atenção fornecida aos doentes diagnosticados com hipertensão, diabetes e depressão, incluindo acesso a medicamentos, exames complementares de diagnóstico e continuidade nos cuidados;<br><br></div><div>- Estabelecer os padrões de obesidade da população brasileira e os fatores associados;<br>&nbsp;</div><div>- Delinear o perfil lipídico da população brasileira, com base em exames laboratoriais;</div><div><br>- Dimensionar o acesso ao diagnóstico de alguns agravos crônicos, tais como hipertensão, diabetes, obesidade, hipercolesterolemia, com base na comparação de medidas objetivas (medidas antropométricas, de pressão arterial e exames laboratoriais) e subjetivas (morbidade auto-referida);</div><div><br>- Dimensionar a necessidade de cuidados para a realização das atividades habituais entre as pessoas idosas;<br>&nbsp;</div><div>- Avaliar a atenção materno-infantil em relação ao atendimento pré-natal, assistência ao parto e cuidados preventivos e terapêuticos das crianças com menos de 2 anos de idade;</div><div><br>- Investigar o acesso ao atendimento médico, em diferentes níveis de atenção, em termos do deslocamento geográfico, tempo de espera e dificuldades na obtenção do atendimento, medicamentos, exames complementares de diagnóstico e consultas especializadas;<br>&nbsp;<br>- Identificar os determinantes que influenciam a estratificação social das condições de saúde, das exposições a fatores de risco à saúde, bem como a capacidade de resposta do sistema de saúde brasileiro.<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 01:30:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Objetivo </title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247891797</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo principal da PNS é fornecer informações sobre os determinantes, condicionantes e necessidades de saúde da população brasileira, permitindo estabelecer medidas consistentes, capazes de auxiliar na elaboração de políticas públicas e alcançar maior efetividade nas intervenções em saúde. Realizada nos anos de 2013 e 2019.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 01:31:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa Nacional de Saúde </title>
         <author>anaoliveirabatistacarla</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247892579</link>
         <description><![CDATA[<div>A Professora Deborah Malta da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) fala sobre a importância da PNS, que tem seus dados utilizados pelo governo e também outras parcelas da sociedade, como a comunidade cientifica e a mídia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/7pXj4StaxPc" />
         <pubDate>2022-07-22 01:32:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resultados que chamaram atenção do grupo:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247911595</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>- Os resultados do inquérito mostraram problemas graves em relação a infraestrutura básica, quadro problemático que se caracteriza em todas as macrorregiões. Decorrente desse fato, foi apontado elevadas proporções de crianças que foram hospitalizadas devido à infecção respiratória e diarreia nos 12 meses anteriores à entrevista. A mudança desses perfis requer melhoria nas condições de moradia e saneamento.<br><br></div><div>Distribuição das crianças menores de cinco anos por macrorregião de acordo com a hospitalização no último ano:<br><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 02:00:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4 - De que forma esses resultados podem ser utilizados em saúde coletiva?</title>
         <author>alessandraestevao062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247912983</link>
         <description><![CDATA[<div>Esses resultados podem ser utilizados para observamos como funciona a assistência de saúde voltada para essa população, esperando que as informações sirvam para que os próprios indígenas se aprofundem e discutam sobre seus principais problemas de saúde, revendo prioridades e se atualizando através da informação para o exercício pleno da sua cidadania, os resultados deste inquérito também serão fundamentais para ter um melhor delineamento em torno das tendências epidemiológicas e nutricionais, que permite avaliar os serviços que são servidos para os povos indígenas como: políticas, programas e serviços de saúde, pretendendo melhorar sua qualidade e ampliação da cobertura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 02:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3 - Resultados que chamaram atenção do grupo:</title>
         <author>alessandraestevao062</author>
         <link>https://padlet.com/naiaramoreira2/Bookmarks/wish/2247952060</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>- Os resultados do inquérito mostraram problemas graves em relação a infraestrutura básica, quadro problemático que se caracteriza em todas as macrorregiões. Decorrente desse fato, foi apontado elevadas proporções de crianças que foram hospitalizadas devido à infecção respiratória e diarreia nos 12 meses anteriores à entrevista. A mudança desses perfis requer melhoria nas condições de moradia e saneamento.</div><div>Distribuição das crianças menores de cinco anos por macrorregião de acordo com a hospitalização no último ano:</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>- Outro resultado interessante foi a questão da obtenção dos alimentos, onde a macrorregião norte apresentou um padrão para obter seus alimentos por meio da exploração estratégicas do ambiente em que vivem, já as demais macrorregiões têm como principal fonte de alimento, produtos industrializados, complementada por doações de cesta básicas oriundas de projetos sociais e programas governamentais. Dessa forma, a incidência de sobrepeso, obesidade e níveis tensionais se mostram menos frequentes e mais baixos que as demais macrorregiões.</div><div>Apresentar a situação alimentar e nutricional e seus fatores determinantes em crianças indígenas menores de 5 anos e em mulheres indígenas de 14 a 49 anos no Brasil.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 02:55:39 UTC</pubDate>
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