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      <title>100 mil milhões de poemas by EBS Ferreira de Castro</title>
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      <description>Poemas originais, criados pelos alunos do 12.º C com versos recolhidos em poemas de Poetas Contemporâneos sugeridos pelas AE de Português.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-24 11:12:29 UTC</pubDate>
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         <title>GUIÃO DA TAREFA</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lê, atentamente, o Guião da Tarefa antes de iniciar o trabalho. </p><p>Folheia livros e aprecia a musicalidade dos versos dos diferentes poemas...</p><p>Lê , quanto mais leres, mais surpresas encontrarás...</p><p><br/></p><p>VER CLARO</p><p><em>Toda a poesia é luminosa, até<br>a mais obscura.<br>O leitor é que tem às vezes,<br>em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.<br>E o nevoeiro nunca deixa ver claro.<br>Se regressar<br>outra vez e outra vez<br>e outra vez<br>a essas sílabas acesas<br>ficará cego de tanta claridade.<br>Abençoado seja se lá chegar.</em></p><p><strong>Eugénio de Andrade</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 11:17:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Post 1  - Poema &quot;Mar&quot;</title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3379363220</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Colocar os 12 versos selecionados pelo par ( poema final), indicando o autor e o nome do poema (se possível).</p><p><strong>Dar um título ao poema musicado</strong></p><p><br></p><p><strong>MAR</strong></p><p>Nos verões da infância o mar ficava longe, <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>atrás dos muros que davam para as falésias, <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>e ninguém se metia pelas ondas a não ser <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>os pescadores, depois de empurrarem os barcos <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>e puxarem as redes atrás deles. Nas esplanadas,<strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>havia mulheres, com crianças e criadas a tratar <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>delas, e protegiam-se do sol com as sombrinhas<strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>que serviam para esconder os seus olhares <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>furtivos, quando não queriam que vissem <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p>para onde estavam a olhar. Nesses verões, o mar <strong>(indicar autor, nome do poema)</strong></p><p><br></p><p>musicado com SUNO AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 11:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>Post 2 </title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[<p>12 versos recolhidos pelo aluno A, com indicação do nome do autor e do nome do poema ( se possível)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 11:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>Post 3</title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3379369121</link>
         <description><![CDATA[<p>12 versos recolhidos pelo aluno B, com indicação do nome do autor e do nome do poema ( se possível)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 11:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Post 4</title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3379370076</link>
         <description><![CDATA[<p>Autoavaliação do trabalho realizado, tendo em atenção os critérios de classificação*.</p><p><br/></p><p><strong>Ilustrar o post com uma imagem que pudesse servir de ilustração ao poema. </strong></p><p><br/></p><p>*Critérios de classificação</p><p>Rigor: O aluno redige um <strong>texto poético com conteúdo semântico e correção gramatical</strong>.</p><p>Adequação: O aluno faz uma <strong>seleção de versos adequada e adequa o fundo musical ao conteúdo.</strong></p><p>poético.</p><p>Criatividade: O aluno elabora um <strong>produto final esteticamente agradável na vertente escrita e musical.</strong></p><p><br/></p><p>Empenho: O aluno e<strong>nvolve-se ativamente no trabalho a realizar, cumpre orientações e prazos.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 11:24:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Post 1 - Poema &quot;No Halo da Noite&quot;</title>
         <author>victorianevirkovets16941</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381104568</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma corrente me prende à mesa em que os homens comem, (SENA, Jorge: “Os trabalhos e os dias” v.11) </p><p>Mas a chuva em abril tem o sabor do sol. (ANDRADE, Eugénio: “Rapariga descalça” v.5)</p><p>Abriu-se a noite num halo, &nbsp;(TORGA; Miguel: “Poesia” v.3)</p><p>E o beijo de Judas está dentro da própria escrita. (ALEGRE, Manuel: “Um beijo de Judas” v.5)</p><p>A harmonia queima, &nbsp;(HELDER, Herberto: “Não toques nos objetos imediatos” v.2)</p><p>Os teus lábios a festa para mim, &nbsp;(AMARAL, Ana Luísa, v.16)</p><p>E a minha alma não acompanha a minha mão, &nbsp;(ROSA, António Ramos: “O funcionário cansado” v.12)</p><p>Levanta-te do chão, põe-te de pé. &nbsp;(BELO, Ruy: “Uma vez que já tudo se perdeu” v.10)</p><p>Só a voz do sangue ouvimos bem, &nbsp;(NETO, Luíza: “Endecha dos mais novos” v.9)</p><p>Cria, &nbsp;(TORGA; Miguel v.10)</p><p>E o teu rosto me ilumina. (MOURA, Vasco Graça “Vou por ruas, vou por praças” v.20)</p><p>Vós não podeis roubar-lhe esse luar na alma. &nbsp;(ALEGRE, Manuel: “O Poeta” v.5)</p><p><em><sub><br>Musicado com SUNO AI</sub></em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:09:53 UTC</pubDate>
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         <title>Post 2 - Gonçalo </title>
         <author>goncalosilva18803</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381146787</link>
         <description><![CDATA[<p>"Uma ave renasce da sua morte"(Andrade, Eugénio "Quando em silêncio passas entre as folhas"v.2)</p><p>"Um corpo nu deitado no abismo"(Alegre, Manuel "um sinal" v.9)</p><p>"Loucamente corria pela noite dentro"(Alegre, Manuel "um sinal" v.9)</p><p>"As estrelas caídas para dentro"( Alegre, Manuel  " o verbo"v.4)</p><p>"O marulhar nostálgico de certos"( Alegre, Manuel  " o verbo" v.6)</p><p>"Ela sabe a ternura e o perdão"( Alegre, Manuel " Maria Madalena" v.3)</p><p>"Em seu amor o espírito se redime" ( Alegre, Manuel " Maria Madalena" v.6)</p><p>"Beijarei a sua carne de inocência"( Alegre, Manuel " Maria Madalena" v.9)</p><p>"Tem uma lança apontada ao coração."( Alegre, Manuel "O beijo de Judas "v.10)</p><p>"Cria"(Torga; Miguel v.10)</p><p>"Purificado"(Torga; Miguel "poesia" v.6)</p><p>"Apenas a aparência da verdade"(Torga; Miguel "A Deusa" v.6)</p><p>"Fechada na mudez do coração"(Torga; Miguel "A Deusa"v.10)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:36:59 UTC</pubDate>
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         <title>Post 3 - Victoria </title>
         <author>victorianevirkovets16941</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381147097</link>
         <description><![CDATA[<p>1 - “Vós não podeis roubar-lhe esse luar na alma.” (ALEGRE, Manuel: “O Poeta” v.5)</p><p>2 - “e o teu rosto me ilumina” (MOURA, Vasco Graça “Vou por ruas, vou por praças” v.20)</p><p>3 - “Levanta-te do chão põe-te de pé” (BELO, Ruy: “Uma vez que já tudo se perdeu” v.10)</p><p>4 - “A harmonia queima” (HELDER, Herberto: “Não toques nos objetos imediatos” v.2)</p><p>5 - “A minha alma não acompanha a minha mão” (ROSA, António Ramos: “O funcionário cansado” v.12)</p><p>6 - “A chuva em abril tem o sabor do sol” (ANDRADE, Eugénio: “Rapariga descalça” v.5)</p><p>7 - “Uma corrente me prende à mesa em que os homens comem. (SENA, Jorge: “Os trabalhos e os dias” v.11)</p><p>8 - “Só a voz do sangue ouvimos bem” (NETO, Luíza: “Endecha dos mais novos” v.9)</p><p>9 - “Os teus lábios a festa para mim” (AMARAL, Ana Luísa, v.16)</p><p>10 - "tudo que havia de mais sinuoso" (AMARAL, Ana Luísa: "O Milagre" v.16)</p><p>11 - "E o poema cresce tomando tudo em seu regaço" (HELDER, Herberto: "O Poema" v.14)</p><p>12 - "Falarei de nós como de um sonho." (SENA, Jorge: "Ode para o futuro" v.1)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:37:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 1 - Maré de Silêncio</title>
         <author>marianaferreira18399</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381154476</link>
         <description><![CDATA[<p>Senhora das marés vivas e das praias batidas pelo vento, <strong>(Senhora das tempestades - Manuel Alegre)</strong></p><p>Escreverei para ti o poema mais triste <strong>(Senhora das tempestades - Manuel Alegre)</strong></p><p>Como um marinheiro num barco naufragado… <strong>(Póvoa de Atalaia - Eugénio de andrade)</strong></p><p><br></p><p>O mar meditou duas vezes <strong>( Ritual - Luiza Neto Jorge)</strong></p><p>Sob a maré dos rios<strong> (As casas - Luiza Neto Jorge)</strong></p><p>Com a sua areia insegura <strong>(Romance do passeio alegre - Vasco Graça Moura)</strong></p><p>As tempestades, as desordens, os gritos… <strong>( Ode para o futuro - Jorge de Sena)</strong></p><p>Enquanto tantos morriam!<strong> (O velo de Ouro - Ana Luísa Amaral)</strong></p><p>Nem as mãos me serviam… <strong>( hoje que eu estava conforme o dia fundo - Herberto Helder)</strong></p><p><br></p><p>Compreendes agora a ânsia de um marinheiro adormecido?<strong> ( Salmo - Nuno Júdice)</strong></p><p>dia a dia, e que perdura<strong> (em cada verso insinuo - Vasco Graça Moura)</strong></p><p>à pedra viva do silêncio! <strong>( Rua duque de Palmela - Eugénio de Andrade)</strong></p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:43:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 1 - Poema &quot;O mundo&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381157680</link>
         <description><![CDATA[<p>O mundo</p><p><br/></p><p>O mundo, o que é o mundo, um rumor redondo? <strong>(“Há uma chama que queima”, António Ramos Rosa)</strong></p><p>Não me perguntes, porque nada sei. <strong>(“Confidencial”, Miguel Torga)</strong></p><p>O dia é um jogo inocente de luzes <strong>(“Rapariga descalça”, Eugénio de Andrade)</strong></p><p>a noite trocou-me os sonhos e as mãos <strong>(“O funcionário cansado”, António Ramos Rosa)</strong></p><p>Sento-me à mesa como se a mesa fosse o mundo inteiro. <strong>(“Os trabalhos e os dias”, Jorge de Sena)</strong></p><p>A vida é feita de nadas, <strong>(“Bucólica”, Miguel Torga)</strong></p><p>viver, entretanto, é viver ir vendo. <strong>(“Recanto 2”, Luíza Neto Jorge)</strong></p><p>Estou contente, não devo nada à vida. <strong>(“L”, Eugénio de Andrade)</strong></p><p>Nenhum passado vale o dia a dia <strong>(“Aos homens do cais”, Ruy Belo)</strong></p><p>a harmonia queima. <strong>(“Não toques nos objetos imediatos”, Herberto Helder)</strong></p><p>Meu único país é sempre onde estou bem, <strong>(Peregrino e hóspede sobre a terra”, Ruy Belo)</strong></p><p>Despe te! Não há outro caminho. <strong>(“Sobre o caminho”, Eugénio de Andrade)</strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:45:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 1 - Poema &quot;A Natureza da Infância&quot;</title>
         <author>TiagoSantos18484</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381158206</link>
         <description><![CDATA[<p>Quem poderá domar os cavalos do vento? (Manuel Alegre - Canção tão simples)</p><p>Na minha terra, não há árvores nem flores, (Jorge de Sena - Os paraísos artificias)</p><p>mas pertenço em cada movimento a esta terra. (António Ramos Sousa - Aqui mereço-te)</p><p><br></p><p>Desta terra em que nasci, (Jorge de Sena - Quem a tem)</p><p>só as tuas mãos trazem frutos. (Eugénio de Andrade - I)</p><p>A brisa sopra e corre e varre o adro, menos mal. (Ruy Belo - Morte ao meio)</p><p>À noite, estendem os braços para o alto, (Luísa Neto Jorge - As casas)</p><p>o vento traz tudo (Vasco Graça Moura - Praias)</p><p>e crescemos em ti, nem se imagina. (Vasco Graça Moura - Lamento para a língua portuguesa)</p><p><br></p><p>O poeta é uma criança, (Miguel Torga - Canção do semeador)</p><p>Mas tu, a rosa fria, (Herberto Helder - Fonte III)</p><p>salva-me, ó terra, minha Mãe. (Miguel Torga - Cântico da aflição)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:45:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 2 - Afonso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381159642</link>
         <description><![CDATA[<p>“Despe-te não há outro caminho” <strong>(“Sobre o caminho”, Eugénio de Andrade)</strong></p><p>“Estou contente, não devo nada à vida”&nbsp; <strong>(“L”, Eugénio de Andrade)</strong></p><p>“As primeira chuvas estavam tão perto de ser música” <strong>(“As primeiras chuvas”, Eugénio de Andrade)</strong></p><p>“Nenhum passado vale o dia a dia” <strong>(“Aos homens do cais”, Ruy Belo)</strong></p><p>“A arte dou o que devia à vida” <strong>(“Pequena história trágico-Terrestre”, Ruy Belo)</strong></p><p>“Venha” <strong>(“Exaltação”, Miguel Torga</strong>)</p><p>“Água dormente, foste chuva alada” <strong>(“Apelo”, Miguel Torga)</strong></p><p>“Chamam por ela os olhos renascidos” <strong>(“Sinal”, Miguel Torga)</strong></p><p>“mas tu abres a porta e estás à espera <strong>(“Penélope”; Manuel Alegre)</strong></p><p>“Metáfora de cornos e pés de cabra” <strong>(“Um livro”, Manuel Alegre)</strong></p><p>“O poema ensina a cair sobre os vários solos” <strong>(“O poema ensina a cair”, Luiza Neto Jorge)</strong></p><p>“Viver, entretanto, é ver, ir vendo” <strong>(“Recanto 2”, Luiza Neto Jorge)</strong></p><p>“A mosca Albertina, que ele domesticava” <strong>(“Albertina”, Alexandre O`Neill)</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:47:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 3 - Madalena </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381160357</link>
         <description><![CDATA[<p>“Gestos vagarosos. Música suave” <strong>(“Ode para o futuro”, Jorge de Sena)</strong></p><p>“Sento-me à mesa como se a mesa fosse o mundo inteiro” <strong>(“Os trabalhos e os dias”, Jorge de Sena)</strong></p><p>“Mas faz-me falta. Só eu sei” <strong>(“A sílaba”, Eugénio de Andrade”)</strong></p><p>“O dia é um jogo inocente de luzes” <strong>(“Rapariga descalça”, Eugénio de Andrade)</strong></p><p>“A noite trocou-me os sonhos e as mãos” <strong>(“O funcionário cansado”, António Ramos Rosa)</strong></p><p>“O mundo o que é o mundo um rumor redondo” <strong>(“Há uma chama que queima”, António Ramos Rosa)</strong></p><p>“A harmonia queima” <strong>(“Não toques nos objetos imediatos”, Herberto Helder)</strong></p><p>“- Constelação ao vento avassalando a casa” <strong>(“Laranjas instantâneas”, Herberto Helder)</strong></p><p>“Vozes vizinhas vindas da infância” <strong>(“Génese e desenvolvimento do poema”, Ruy Belo)</strong></p><p>“Meu único país é sempre onde estou bem” <strong>(Peregrino e hóspede sobre a terra”, Ruy Belo)</strong></p><p>“Não permitas que a noite se desabe,” <strong>(“Passos de veludo”, Ana Luísa Amaral)</strong></p><p>“Dele ausento os teus olhos, sorriso, boca, olhar:”<strong> (“Coisas de partir”, Ana Luísa Amaral)</strong></p><p>“Viver, entretanto, é ver, ir vendo” <strong>(“Recanto 2”, Luíza Neto Jorge)</strong></p><p>“Vagueia a paisagem, irradiando-me” <strong>(“Natureza morta com Bernardo Soares”, Luíza Neto Jorge)</strong></p><p>“A vida é feita de nada” <strong>(“Bucólica”, Miguel Torga</strong>)</p><p>“Não me perguntes, porque nada sei” <strong>(“Confidencial”, Miguel Torga)</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:47:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 2-Versos selecionados </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381161795</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>•“Bato à porta da minha solidão”- “Trevas” de Miguel Torga</p><p>•“Trago-a dentro de mim como um destino”-“Conquista” de Miguel Torga</p><p>•“Em trânsito mortal até ao dia sórdido”-</p><p>“Um Deus Português” de Alexandre O’Neill</p><p>•”Não posso adiar”- “Não posso adiar o amor para outro século” de António Ramos Rosa</p><p>•”A solidão avança como onda”-“Agonia no jardim” de Ana Luísa Amaral</p><p>•”E aceitar a irremediável morte para tudo”- “Através da chuva e da névoa” de Ruy Belo</p><p>•”Cada sonho morre às mãos de outro sonho”-</p><p>“Noturno de Lisboa” de Eugénio de Andrade.</p><p>•”Foi um sonho que eu tive”-“Brinquedo”de Miguel Torga</p><p>•”De preto até à alma.”- “Mulheres de preto”-de Eugenio de Andrade</p><p>•”Quanto mais longe vou, mais perto fico”- “ Regresso” de Miguel Torga</p><p>•”Não sabemos nada , e o que temos”- “Não sabemos” de Eugenio de Andrade</p><p>•”porque não espero, espero contentado”-“Glosa de buído Calvacanti” de Jorge de sena</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:48:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 1- Poema &quot;Tu e eu&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381167262</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Poema “Tu e Eu”</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Nos teus olhos altamente perigosos <strong>( Alexandre O´ Neil – “Um adeus português”)</strong></p><p>penetra, indiferentemente <strong>( Eugénio de Andrade – “Coração Habitado”)</strong></p><p>um dia perfeito. <strong>( António Ramos Rosa – “Um dia perfeito. Um ombro…”)</strong> &nbsp;</p><p>A tudo isto, chamo Primavera! <strong>( Ruy Belo – “Peregrino e hóspede sobre a terra”)</strong></p><p>&nbsp;</p><p>Este amor é de guerra, <strong>( Manuel Alegre – “De arma branca”)</strong></p><p>ocultamente, <strong>( Herberto Hélder – “Fonte”)</strong></p><p>secreto e pacífico. <strong>( Herberto Hélder – “Fonte”)</strong></p><p>Aqui posso estar seguro e leve no silêncio. <strong>( António Ramos Rosa – “Aqui mereço-te”)</strong></p><p>&nbsp;</p><p>Dei-te os dias, as horas e os minutos <strong>( Miguel Torga – “Poema melancólico a não sei que mulher”)</strong></p><p>Para salvar romanticamente este momento. <strong>( Ruy Belo – “Esta rua é alegre”)</strong></p><p>Disperso em ti serei mais teu. <strong>( Eugénio de Andrade – “Green God”)</strong></p><p>É urgente o amor, é urgente! <strong>( Eugénio de Andrade- “Urgentemente”)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:53:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Post 1- Poema &quot;Tu e Eu&quot;</title>
         <author>leonorsilva18407</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Tu e Eu</strong></p><p>Dei-te os dias, as horas e os minutos,</p><p>Amo-te muito, meu amor… e tanto.</p><p>O teu rosto inclinado pelo vento,</p><p>Puxaste-me para os teus olhos.</p><p>Neste caso de amor desesperado</p><p>A boca fica em chaga.</p><p>Quando tudo parece ir acabar,</p><p>Lembro-me do som dos teus passos.</p><p>Era no verão ao fim da tarde,</p><p>E contudo, perdendo-te, encontraste.</p><p>Procurei sempre um lugar,</p><p>Dentro de um secular sossego.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:53:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Post 2 - 12 versos Mariana Ferreira</title>
         <author>marianaferreira18399</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381168501</link>
         <description><![CDATA[<p>Senhora das marés vivas e das praias batidas pelo vento, <strong>(Senhora das tempestades - Manuel Alegre)</strong></p><p><br></p><p>Aqui posso estar seguro e leve no silêncio <strong>(Faro - António Ramos Rosa)</strong></p><p><br></p><p>O mar meditou duas vezes <strong>( Ritual - Luiza Neto Jorge)</strong></p><p><br></p><p>qual o horizonte<strong> ( As casas - Luiza Neto Jorge)</strong></p><p><br></p><p>Vem dos lados do mar<strong> (Dois lados do mar - Eugénio de Andrade)</strong></p><p><br>Com a sua areia insegura <strong>(Romance do passeio alegre - Vasco Graça Moura)</strong></p><p><br></p><p>A harmonia queima<strong> (Não toques nos objetos imediatos - Herberto Hélder)</strong></p><p><br></p><p>Esqueço-me que vivo… E anoitece</p><p><strong>( Humanidade - Jorge Sena)</strong></p><p><br>As tempestades, as desordens, os gritos… <strong>( Ode para o futuro - Jorge de Sena)</strong></p><p><br>As tempestades, as desordens, os gritos… <strong>( Ode para o futuro - Jorge de Sena)</strong></p><p><br>à pedra viva do silêncio! <strong>( Rua duque de Palmela - Eugénio de Andrade)</strong></p><p><br></p><p>Acima do nível do mar<strong> (As casas - Luiza Neto Jorge)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:54:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 1 - Poema &quot;Chave Perdida&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381174955</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Chave Perdida</em></strong></p><p><br></p><p>Pergunto ao vento que passa:</p><p>-para onde vais? Ninguém diz.</p><p>Já nada em mim sabe quanto não sei.&nbsp;</p><p><br></p><p>Sou este simples homem olho e envelheço</p><p>alinhado no silêncio.</p><p>Ao Tempo</p><p>Não canto porque sonho.</p><p><br></p><p>Limito me a estar vivo a enfrentar dias,</p><p>Canto. E fica a vida suspensa…</p><p>Não haveria de morrer sem saber?</p><p>Teria eu de passar a vida à procura da chave?&nbsp;</p><p><br></p><p>Esteve aqui - aqui dentro.</p><p><br></p><p>Fontes:</p><p><br></p><p>“Pergunto ao vento que passa” - Trova do vento que passa/ Manuel Alegre</p><p>“para onde vais? Ninguém diz.” - Trova do vento que passa/ Manuel Alegre</p><p>“já nada em mim sabe quanto não sei” Já não tenho mão com que escreva/ Hereberto Hélder</p><p><br></p><p>“Sou este simples homem olho e envelheço” Saudação a um Yankee / Ruy Belo</p><p>“alinhando no silêncio”- Romance do passeio alegre/ Vasco Graça Moura</p><p>“ao Tempo”- Outra anunciação/ Ana Luísa Amaral</p><p>“Não canto porque sonho”- Não canto porque sonho/ Eugénio de Andrade</p><p><br></p><p>“Limito me a estar vivo a enfrentar dias” Saudação a um Yankee / Ruy Belo</p><p>“Cantas. E fica a vida suspensa- Cantas e fica a vida suspensa/ Eugénio de Andrade</p><p>“Não hei de morrer sem saber”- Quem a tem…/ Jorge Sena</p><p>“E ter eu de passar a vida à procura da chave” Um quarto as coisas cabeças/ Ruy Belo</p><p><br></p><p>“Esteve aqui - aqui dentro”- Poesia/ Nuno Júdice</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:58:56 UTC</pubDate>
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         <title>Post 4</title>
         <author>victorianevirkovets16941</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381175544</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ol><li><p><strong>Rigor:</strong> O poema que redigimos demonstra correção gramatical. Apresenta coesão e conteúdo semântico.</p></li><li><p><strong>Adequação:</strong> Os versos foram selecionados com cuidado para se complementarem bem ao conteúdo proposto. A música gerada com os estilos escolhidos complementa com o tom do poema.</p></li><li><p><strong>Criatividade:</strong> O poema elaborado a nosso ver é esteticamente agradável em termos de escrita e em termos musicais, gerados pelo suno.</p></li><li><p><strong>Empenho:</strong> Houve um empenho de tempo e esforço na criação do poema e na seleção musical. As orientações foram seguidas com atenção, e os prazos cumpridos demonstram comprometimento.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>Post 2 - Tiago Santos</title>
         <author>TiagoSantos18484</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381175982</link>
         <description><![CDATA[<p>Quem poderá domar os cavalos do vento? (Miguel Torga - Canção tão simples)</p><p>Que mil flores desabrochem. (Manuel Alegre - Flores para Coimbra)</p><p>Onde passou o vento. ( Eugénio Andrade - Acorde)</p><p>Só as tuas mãos trazem frutos. ( Eugénio Andrade - I)</p><p>Pertenço em cada movimento a esta terra. (Antonio Ramos Rosa - Aqui mereco-te)</p><p>Ela é a fonte. Eu posso saber que é. (Helberto Helder - Fonte I)</p><p>Mas tu, a rosa fria (Helberto Helder - Fonte III)</p><p>No focinho puro e os cornos no ar. (Helverto Helder - Fonte III)</p><p>Outra vida começa, e outra imagem (Miguel Torga - Renovo)</p><p>Não passam, Poeta, os anos sobre ti, (Jorge de Sena - Para o aniversário do poeta)</p><p>Na minha terra, não há arvores nem flores (Jorge de Sena - Os paraísos Artificias)</p><p>Desta terra em que nasci Jorge de Sena - Quem a tem)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 09:59:57 UTC</pubDate>
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         <title>Poema &quot;À espera deste amor&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Por trás do teu véu, (Exortação, Miguel Torga) <br>o sol canta na sombra (Caminha devagar, Eugénio de Andrade) <br>e foste nascer nela. (Sobre a minha cidade, Vasco Graça Moura) </p><p><br/></p><p>Antes de ti o mar era mistério… (Regresso, Manuel Alegre) <br>Nos meus versos chamar-te-ei Amor (Madrigal, Eugénio de Andrade)<br>das carícias que sabem a uma sede feliz. (Aqui mereço te, António Ramos Rosa) </p><p><br/></p><p>Foi para ti que pus no céu a lua! (Para ti que criei as rosas, Eugénio de Andrade) </p><p><br/></p><p>Esperarei por ti (Espera, Eugénio de Andrade) <br>com um sentimento que se tem de dizer,(Soneto contando se, Nuno Júdice) </p><p>porque há um tempo próprio em cada corpo do universo (Canto a raíz do tempo na raíz do espaço Manuel Alegre) </p><p>para salvar romanticamente este momento.(Esta rua é alegre, Ruy Belo) </p><p><br/></p><p>Custa é saber! (Encantatória, Luiza Neto Jorge) </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:00:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os 12 versos do Rodrigo são: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>“Por trás do teu véu” (Exortação, Miguel Torga)</p><p>“E amor” (Claro-Escuro, Miguel Torga)</p><p>“e foste nascer nela” (Sobre a minha cidade, Vasco Graça Moura)</p><p>“Antes de ti o mar era mistério” (Regresso, Manuel Alegre)</p><p>“Nos meus versos chamar-te-ei Amor” (Madrigal, Eugénio de Andrade)</p><p>“Foi para ti que pus no céu a lua” ( Para ti que criei as rosas, Eugénio de Andrade)</p><p>“ esperarei por ti “ (Espera, Eugénio de Andrade)</p><p>“e eu perguntava quem eras” (Abril, Manuel Alegre)</p><p>“És tu, ausente e viva, sempre, minha amada” (Soneto contando se, Nuno Júdice)</p><p>“para salvar romanticamente este momento” ( Esta rua é alegre, Ruy Belo)</p><p>“Custa é saber” (Encantatória, Luiza Neto Jorge)</p><p>“da romântica aventura”(Em cada verso insinuo, Vasco Graça Moura)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:00:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Post 2 - Afonso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381176538</link>
         <description><![CDATA[<p>“Resposta a muitos porquês”- Fado antigo Fado novo/ Manuel Alegre</p><p><br></p><p>“Não hei de morrer sem saber”- Quem a tem…/ Jorge Sena</p><p><br></p><p>“Ter futuro é ter passado” - Fado antigo Fado novo/ Manuel Alegre</p><p><br></p><p>“Pergunto ao vento que passa” - Trova do vento que passa/ Manuel Alegre</p><p><br></p><p>“O vento nada me diz” - Trova do vento que passa/ Manuel Alegre</p><p><br></p><p>“para onde vais? Ninguém diz.” - Trova do vento que passa/ Manuel Alegre</p><p><br></p><p>“Mar imenso,” -Retrato/ Eugénio de Andrade</p><p><br></p><p>“Não canto porque sonho”- Não canto porque sonho/ Eugénio de Andrade</p><p><br></p><p>“Cantas. E fica a vida suspensa- Cantas e fica a vida suspensa/ Eugénio de Andrade</p><p><br></p><p>“Os mortos somos nós, aqui sentados”- Ode a Guillaume Apollinaire/ Eugénio de Andrade</p><p><br></p><p>“em longo desafio”- Outra anunciação/ Ana Luísa Amaral</p><p><br></p><p>“ao Tempo”- Outra anunciação/ Ana Luísa Amaral</p><p><br></p><p>“Esteve aqui - aqui dentro”- Poesia/ Nuno Júdice</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:00:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os 12 versos do Guilherme São:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>“porque há um tempo próprio em cada corpo do universo” (Canto a raíz do tempo na raíz do espaço, Manuel Alegre)</p><p>“das carícias que sabem a uma sede feliz” (Aqui mereço te, António Ramos Rosa)</p><p>“Fazes me maior” (No lugar da Árvore, António Ramos Rosa)</p><p>“Morrer podemos.Mas não chorar. Lágrimas? (As luzes de Nambuangongo, Manuel Alegre)</p><p>“o brilho do olhar que te viu despir”( Inventarei o dia onde contigo,Eugénio de Andrade)</p><p>“O sol canta na sombra” (Caminha devagar, Eugénio de Andrade)</p><p>“Não” (Há ratoeiras, Miguel Torga)</p><p>“E amou” (Ficam as sombras, Miguel Torga)</p><p>“com um sentimento que se tem de dizer” (Soneto contando se, Nuno Júdice)</p><p>“A morder- me o coração” (Vou por ruas, Vou por praças; Vasco Graça Moura)</p><p>“céus de canção promessa e amor” (Uma vez que já tudo se perdeu, Ruy Belo)</p><p>“(que lindo!) No presente e no futuro o verbo amar.” (Poemarma, Manuel Alegre)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:00:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 3 - Rúben Calixto</title>
         <author>TiagoSantos18484</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381176953</link>
         <description><![CDATA[<p>O poeta é uma criança (Miguel Torga - Canção do semeador)</p><p>Salva-me, ó terra, minha Mãe (Miguel Torga - Cântico da aflição)</p><p>Tropeço de ternura (Alexandre O'Neil - Um adeus português)</p><p>E o coração late em águas vivas (António </p><p>A brisa sopra e corre e varre o adro menos mal (Ruy Belo - Morte ao meio dia)</p><p>Esse peixe da infância que vem na ecnhurrada (Ruy Belo - O Portugal futuro)</p><p>À noite estendem os braços para o alto ( Luíza Neto Jorge - As casas)</p><p>O vento traz tudo (Vasco Graça Moura - Praias)</p><p> e crescemos em ti, nem se imagina (Vasco Graça Moura - Lamento para a língua portuguesa)</p><p>Num ar feliz de criança o pardal (Ana Luísa Amaral - O sopro)</p><p>Em provocado rio de depressão (Ana Luísa Amaral - Fingimentos Poéticos) </p><p>és tu ausente e viva, sempre, minha amada (Nuno Júdice - Sonhando contando-se)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:00:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 3 - Rafael</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381177216</link>
         <description><![CDATA[<p>“Mas há um sonho de céu em cada ramo”- Meditação / Miguel Torga</p><p><br></p><p>“Que a tua solidão fique de fora.” Exortação / Miguel Torga</p><p><br></p><p>“Não, porque vento só conduz aladas” Fascinação/ Miguel Torga</p><p><br></p><p>“Limito me a estar vivo a enfrentar dias” Saudação a um Yankee / Ruy Belo</p><p><br></p><p>“Sou este simples homem olho e envelheço” Saudação a um Yankee / Ruy Belo</p><p><br></p><p>“E ter eu de passar a vida à procura da chave” Um quarto as coisas cabeças/ Ruy Belo</p><p><br></p><p>“alguma coisa limpa” Horizonte imediato / António Ramos Rosa</p><p><br></p><p>“Deixas passar o tempo e o amor” À Memória de Paul Éluard/António Ramos Rosa&nbsp;</p><p><br></p><p>“Mas está no teu corpo e seu pensamento” Soneto Cantando-se/ Nuno Júdice</p><p><br></p><p>“alinhando no silêncio”- Romance do passeio alegre/ Vasco Graça Moura</p><p><br></p><p>“já nada em mim sabe quanto não sei” Já não tenho mão com que escreva/ Hereberto Hélder</p><p><br></p><p>“já nada tenho comque morrer deoressa” Já não tenho mão com que escreva/ Hereberto Hélder</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:01:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 3 - 12 Versos Pedro Almeida</title>
         <author>marianaferreira18399</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381178875</link>
         <description><![CDATA[<p>Escreverei para ti o poema mais triste <strong>(Senhora das tempestades - Manuel Alegre)</strong></p><p><br>Chão de areia<strong> (O poema II - Luiza Neto jorge)</strong></p><p><br/></p><p>Esqueço-me de ouvir cheirar a terra<strong> </strong></p><p><strong>( Humanidade - Jorge de Sena)</strong></p><p><br>Como um marinheiro num barco naufragado… <strong>(Póvoa de Atalaia - Eugénio de andrade)</strong></p><p><br/></p><p>Sob a maré dos rios<strong> (As casas - Luiza Neto Jorge)</strong></p><p><br/></p><p>Em cada dia em terra naufragados<strong> (Balada dos afelitos - Manuel Alegre)</strong></p><p><br/></p><p>Sou donde estou e só sou português</p><p> <strong>( Peregrino e hóspede sobre a terra - Ruy Belo)</strong></p><p><br/></p><p>Compreendes agora a ânsia de um marinheiro adormecido?<strong> ( Salmo - Nuno Júdice)</strong></p><p><br/></p><p>dia a dia, e que perdura<strong> (em cada verso insinuo - Vasco Graça Moura)</strong></p><p><br/></p><p>Um avanço e um recuo,<strong> (Em cada verso insinuo - Vasco Graça Moura)</strong></p><p><br/></p><p>Por seu excesso de saudade e ânsia <strong>(D.Sebastião - Manuel Alegre)</strong></p><p><br/></p><p>Enquanto tantos morriam!<strong> (O velo de Ouro - Ana Luísa Amaral)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:02:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 2- Leonor </title>
         <author>leonorsilva18407</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381180480</link>
         <description><![CDATA[<p>Deite os dias, as horas e os minutos ("Poema melancólico a não sei que mulher", Miguel Torga)</p><p>Amo-te muito, meu amor, e tanto (Jorge de Sena)</p><p>O teu rosto inclinado pelo vento ("Litania", Eugénio Andrade)</p><p>Assim é o amor: mortal e navegável ("O amor", Eugénio Andrade)</p><p>Dentro de um secular sossego ; Tu e eu ( "Baixo-Relevo", Luiza Neto Jorge)</p><p>Neste caso de amor desesperado? ("Lamento por diotima", Vasco Graça Moura)</p><p>A boca fica em chaga ("Não toques nos objetos imediatos", Herberto Helder)</p><p>Puxaste me para os teus olhos ("Amor", Nuno Júdice)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:04:00 UTC</pubDate>
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         <title>Post 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>1 Rigor: O texto tem conteúdo semântico e correção gramatical</p><p>2 Adequação: A nossa seleção de versos foi adequada e o fundo musical também</p><p>3 Criatividade : Achamos que o nosso produto final está esteticamente apelativo na vertente escrita e musical</p><p>4 Empenho: Ambos trabalhámos de igual maneira para a realização deste trabalho, seguimos as orientações propostas e cumprimos os prazos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:05:49 UTC</pubDate>
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         <title>Post 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>1. Rigor:</p><p>O poema que redigimos apresenta correção gramatical, coesão e conteúdo semântico.</p><p><br/></p><p>2. Adequação:</p><p>O poema é adequado ao tema escolhido e ao tipo musical escolhido (fado).</p><p><br/></p><p>3. Criatividade: </p><p>Na nossa perspetiva o poema elaborado é de agradável leitura e em termos musicais também é original.</p><p><br/></p><p>4. Empenho: </p><p> As orientações foram seguidas com atenção, e os prazos cumpridos. O trabalho foi realizado com interesse e curiosidade pelo novo tema.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>Post 4 - Autoavaliação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Consideramos que o trabalho foi realizado com sucesso, pois conseguimos fazer o que foi proposto com cooperação, rigor, adequação, empenho e criatividade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 12:04:11 UTC</pubDate>
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         <title>Post 3- Miguel Gomes </title>
         <author>leonorsilva18407</author>
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         <description><![CDATA[<p>Procuras Portugal em Portugal ("Pátria Expatriada", Manuel Alegre)</p><p>E contudo perdendo-te encontraste ("Regresso", Manuel Alegre)</p><p>Fecha os teus olhos que me fazem mal ("Lágrimas Azuis", Manuel Alegre)</p><p>Rosa acordada, que sonhaste? ("Para a manha", Miguel Torga)</p><p>De imaginar ("Majestade", Miguel Torga)</p><p>Era no verão ao fim da tarde ("Roma", Eugénio de Andrade)</p><p>Quando tudo parece ir acabar ("Exercício", Ruy Belo)</p><p>Procurei sempre um lugar ("Poema", António Ramos) </p><p>Lembro-me do som dos teus passos ("Amor", Nuno Júdice)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 14:27:54 UTC</pubDate>
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         <title>Post 2- Carolina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381591939</link>
         <description><![CDATA[<p>"Um dia perfeito"(António Ramos Rosa- "Um dia perfeito. Um ombro...")</p><p>"A tudo isto, chamo Primavera"(Ruy Belo -"Peregrino e hóspede sobre a terra")</p><p>"Aqui posso estar seguro e leve no silêncio"(António Ramos Rosa- "Aqui mereço-te")</p><p>"Para salvar romanticamente este momento"(Ruy Belo- "Esta rua é alegre")</p><p>"Disperso em ti serei mais teu"(Eugénio de Andrade- "Green God")</p><p>"É urgente o amor, é urgente!"( Eugénio de Andrade- "Urgentemente")</p><p>"e o meu olhar margina"( Luiza Neto Jorge- "Natureza morta com Bernardo Soares")</p><p>"No céu, as nuvens correm desviadas"(Jorge Cena- "Cidade")</p><p>"e os teus olhos recolhendo" (Vasco Graça Moura- "Romance do Passeio Alegre")</p><p>"Tenho os versos que fiz"(Miguel Torga- "Frustração")</p><p>"Meu amor é marinheiro"(Manuel Alegre- "Trova de amor Lusíada")</p><p>"amor, tão de ribalta azul como de"(Ana Luísa Amaral- "Um céu e nada mais")</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 14:49:04 UTC</pubDate>
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         <title>Post 1 - Poema &quot;Entrega Perdida&quot;</title>
         <author>laracosta19927</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381736254</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Entrega Perdida</em></strong></p><p><br></p><p><em>O corpo vai-se esquecendo de ter razão</em><strong><em>. </em></strong>(Eugénio de Andrade, "O corpo vai-se esquecendo de ter razão”)</p><p><em>Inteiramente nu e descoberto</em> (Miguel Torga, "Prospeção")</p><p><em>Entrego-me; no instante vago da eternidade, vivendo-o nos teus braços.</em> (Nuno Júdice, "Fragmento Teológico")</p><p><br></p><p><em>Perdoar?</em> (Miguel Torga, "Relâmpago")</p><p><em>Não.</em> (Miguel Torga, "Estratégia")</p><p><br></p><p><em>Custa é saber que, outrora, </em>(Luiza Neto Jorge, "Encantatória")</p><p><em>consanguíneos, luzimos de um para o outro.</em> (Herberto Helder, ""(a carta da paixão)"")</p><p><em>E talvez perdidos,</em> (António Ramos Rosa, "Litania de Sombra")</p><p><em>num avanço e num recuo</em>, (Vasco Graça Moura, "em cada verso insinuo")</p><p><em>não nos soubemos conformar…</em> (Miguel Torga, "Letreiro")</p><p><br></p><p><em>Sentado nos primeiros anos da minha vida</em> (Eugénio de Andrade, "Estou sentado nos primeiros anos da minha vida")</p><p><em>Esqueço-me que vivo… E anoitece.</em> (Jorge de Sena, "Humanidade")</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 16:14:16 UTC</pubDate>
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         <title>Post 2 - Lara</title>
         <author>laracosta19927</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381758413</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Eugénio de Andrade</strong></p><p>"não há no corpo lugar para a morte” (“Os dedos brincam com a luz de março”)</p><p>“O corpo leve quase de vidro” (“Essa mulher, a doce melancolia”)</p><p>“Estou sentado nos primeiros anos da minha vida” (“Estou sentado nos primeiros anos da minha vida”)</p><p>“Podes confiar-me sem receio” (“Podes confiar-me sem receio”)</p><p>“Caminha devagar:” (“Caminha devagar”)</p><p>“O corpo vai-se esquecendo de ter razão:” (“O corpo vai-se esquecendo de ter razão”)</p><p>“Não oiças essas vozes que não param” (“Não oiças essas vozes que não param”)</p><p><br/></p><p><strong>Miguel Torga</strong></p><p>“Não me sei conformar.” (“Letreiro”)</p><p>“Chegou a minha vez, e não hesito:” (“Prelúdio”)</p><p>“Bicho instintivo que adivinha a morte” (“Orfeu Rebelde”)</p><p>“E perdoar” (“Relâmpago”)</p><p>“E o que eu sou por detrás do que pareço!” (“Câmara Escura”)</p><p>“Não.” (“Estratégia”)</p><p>“Quotidiano.” (“Folhinha”)</p><p>“A luz e a sombra, consoante a hora.” (“Cântico”)</p><p>“Inteiramente nu e descoberto.” (“Prospeção”)</p><p><br/></p><p><strong>Nuno Júdice</strong></p><p>“no instante vago da eternidade - vivê-la-ei nos teus braços,” (“Fragmento Teológico”)</p><p>“Confias no incerto amanhã? Entregas” (“Carpe Diem”)</p><p>“a tua, e única, imagem.” (“Camoniana”)</p><p>“vejam.” (“Zoologia: O Gato”)</p><p><br/></p><p><strong>Luiza Neto Jorge</strong></p><p>“desde perder o chão repentino sob os pés” (“O Poema Ensina a Cair”)</p><p>“Sempre viver incluiu andar percorrer voar” (“Recanto 2”)</p><p>“Custa é saber” (“Encantatória”)</p><p><br/></p><p><strong>Vasco Graça Moura</strong></p><p>“uma voz, uma figura,” (“em cada verso insinuo”)</p><p>“um avanço e um recuo,” (“em cada verso insinuo”)</p><p>“te procuro e me procuro” (“vou por ruas, vou por praças”)</p><p>“é assim que me defino” (“vou por ruas, vou por praças”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 16:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Post 3 - Beatriz</title>
         <author>laracosta19927</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381768657</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Miguel Torga</strong></p><p>“Eu tal e qual como vim” (“Livro de Horas”)</p><p><br/></p><p><strong>António Ramos Rosa</strong></p><p>“Não posso adiar o coração” (“Não posso adiar o coração”)</p><p>“A cúmplice partilha nas histórias” (“Soneto do Cativo”)</p><p>“a sórdida mistura das memórias” (“Soneto do Cativo”)</p><p>“É sobretudo sombra à despedida” (“Presídio”)</p><p>“E talvez perdidos” (“Litania de Sombra”)</p><p><br/></p><p><strong>Herberto Helder</strong></p><p>“ateia a sumptuosidade do coração. A demência lavra” (“( a carta da paixão)”)</p><p>“a doçura mata” (“( a carta da paixão)”)</p><p>“consanguíneas, luzimos de um para o outro” (“( a carta da paixão)”)</p><p><br/></p><p><strong>Ruy Belo</strong></p><p>“Portugal será e lá serei feliz” (“O Portugal Futuro”)</p><p>“e não soubemos ir até ao fundo da verdura” (“A Mão no Arado”)</p><p><br/></p><p><strong>Manuel Alegre</strong></p><p>“Levam sonhos deixam mágoas” (“Trova do Vento que Passa (para António Portugal)”)</p><p><br/></p><p><strong>Vasco Graça Moura</strong></p><p>"cabe nela a curta vida" ("vou por ruas, vou por praças")</p><p>“e assim lançada no voo,” (“voltas a mote”)</p><p><br/></p><p><strong>Luiza Neto Jorge</strong></p><p>“póstuma.” (“O Poema Ensina a Cair”)</p><p>“o desgaste é tanto” (“Eu, artífice”)</p><p><br/></p><p><strong>Jorge de Sena</strong></p><p>“esqueço-me que vivo… E anoitece.” (“Humanidade”)</p><p>“sobre ela sonhareis.” (“Ode para o futuro”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 16:36:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 4 - Autoavaliação</title>
         <author>laracosta19927</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381806265</link>
         <description><![CDATA[<p>Acreditamos que o texto poético por nós redigido reflete não só a nossa criatividade (nomeadamente, na vertente da escrita), como também o cuidado e empenho, na medida em que o mesmo não apresenta qualquer erro gramatical. </p><p>Tal contribui para uma compreensão e interpretação exímias do conteúdo e essência do poema, aliadas ao instrumental por nós escolhido, estabelecendo uma ligação ainda mais íntima entre o ouvinte e a letra. </p><p>Ambas realizámos o trabalho proposto com empenho, gosto e responsabilidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 17:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Post 1-Poema &quot;Solidão&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381846335</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Solidão</strong></p><p><sub>Bato à porta da minha solidão,</sub></p><p><sub>Trago-a dentro de mim como um destino</sub></p><p><sub>em trânsito mortal até ao dia sórdido.</sub></p><p><br></p><p><sub>Não posso adiar,</sub></p><p><sub>a solidão avança como onda.</sub></p><p><sub>E aceito a irremediável morte para tudo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</sub></p><p><sub><br>Cada sonho morre às mãos de outro sonho,</sub></p><p><sub>Foi um sonho que eu tive,</sub></p><p><sub>de peito preto até à alma.</sub></p><p><sub><br>Quanto mais longe vou, mais perto fico!</sub></p><p><sub>Não sabemos nada , e o que temos&nbsp;</sub></p><p><sub>não espero , espero contentado.</sub></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 17:31:38 UTC</pubDate>
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         <title>12 versos Mariana Coutinho</title>
         <author>marianacoutinho19932</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381878901</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais tarde olhei e nem te conhecia<strong> (Ruy Belo, Através da chuva e da névoa)</strong></p><p>era o vulto que à noite se reencontra<strong>( Vasco Graça, S.N)</strong></p><p>digo-te adeus, como se não voltasse<strong>(Adeus, Eugenio Andrade)</strong></p><p>Como se a noite viesse e te levasse <strong>(Adeus, Eugenio Andrade)</strong></p><p>da cidade onde o amor encontra as suas ruas <strong>(Um adeus Português, Alexandre O'Neill)</strong></p><p>Eu sou o fugitivo incerto desse olhar <strong>(O corpo insurrecto, Luiza Neto Jorge)</strong></p><p>Que póstumo não sei viver não sei cantar <strong>(Manuel Alegre, S.N)</strong></p><p>se coragem não tivesses tido? <strong>(Ana Luiza Amaral, a mulher de Lot)</strong></p><p>Da dádiva oferecida, <strong>(A voz do outro: a doação, Ana Luisa Amaral)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 17:56:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autoavaliação</title>
         <author>marianacoutinho19932</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381895121</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo deste trabalho, sentimos que conseguimos atingir os objetivos propostos. Esforçámo-nos por escrever um poema com sentido, tendo cuidado com a correção gramatical e com a coerência do texto. Fizemos uma seleção cuidada dos versos e procurámos uma música que combinasse bem com o ambiente e a mensagem do poema. Valorizámos a parte estética, tanto na escrita como na componente sonora. Mantivemo-nos empenhados em todas as fases do processo, respeitámos os prazos e seguimos as orientações da professora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:07:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nu e singelo</title>
         <author>marianacoutinho19932</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3381909327</link>
         <description><![CDATA[<p>Digo-te adeus, como se não voltasse.<strong>(Adeus, Eugénio Andrade)</strong></p><p>Que póstumo não sei viver não sei cantar,<strong>(S.N., Manuel Alegre)</strong></p><p>cantam granadas a canção da morte <strong>(Metralhadoras cantam, Manuel Alegre)</strong></p><p>da cidade onde o amor encontra as suas ruas. <strong>(Um adeus português, Alexandre O'Neil)</strong></p><p><br/></p><p>Foi para ti que criei as rosas <strong>(Foi para ti que criei as rosas, Eugénio Andrade)</strong></p><p>da dádiva oferecida.<strong>(A voz do outro: a doação, Ana Luísa Amaral)</strong></p><p><br/></p><p>Suicidou-se uma sombra, <strong>(Ritual, Luíza Neto Jorge)</strong></p><p>era o vulto que a noite se reencontra<strong>(S.N., Vasco Graça)</strong></p><p>com desassossego na respiração.<strong>(O corpo insurrecto, Luíza Neto Jorge)</strong></p><p><br/></p><p>Mais tarde olhei-te e nem te conhecia,<strong>(Através da chuva e da névoa, Ruy Belo)</strong></p><p>como se a noite viesse e te levasse...<strong>(Adeus, Eugénio Andrade)</strong></p><p><br/></p><p>Eis-me nu e singelo! <strong>(Ode, Miguel Torga)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:19:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Post 1 - Poema &quot;És tudo o que me habita os lábios&quot;</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3382117529</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>És tudo o que me habita os lábios</strong></p><p><br/></p><p>No teu amor por mim, há uma rua que começa, <strong>(Rui Belo, <em>Povoamento</em>)</strong></p><p>e os teus olhos altamente perigosos <strong>(Alexandre O’Neill, <em>Um adeus português</em>)</strong></p><p>abrem dentro de mim a longa estrada, <strong>(Manuel Alegre, <em>Pátria Expatriada</em>)</strong></p><p>a salvação. <strong>(Eugénio Andrade, <em>A sílaba</em>).</strong></p><p><br/></p><p>O que eu amo sobretudo, <strong>(António Ramos Rosa, S.N.)</strong></p><p>nos corações amantes, é o mundo que nasce <strong>(António R. R., <em>Há uma chama que queima</em>)</strong></p><p>com a música e o fôlego do amor <strong>(Nuno Júdice, <em>Soneto contando-se</em>)</strong></p><p>e, por isso, falarei de nós - de nós! - como de um sonho! <strong>(Jorge Sena, <em>Ode para o futuro</em>)</strong></p><p><br/></p><p>Quando eu morrer, segura a minha mão. <strong>(Vasco Graça Moura, <em>Soneto do amor e da morte</em>)</strong></p><p>Gritarei, agora, o teu nome aos quatro ventos, <strong>(Miguel Torga, <em>Esperança</em>)</strong></p><p>na queda de amor, ao encontro <strong>(Luíza Neto Jorge, <em>O poema ensina a cair</em>)</strong></p><p>de crianças ou beijos, de fragatas. <strong>(Eugénio de Andrade, <em>Rapariga descalça</em>)</strong></p><p><br/></p><p><sub>Musicado com </sub><em><sub>SUNO AI</sub></em></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://suno.com/song/539e52d5-4ef4-4f48-9a44-b6ca412f0955?sh=Z6S53RjFBMzdL6NA" />
         <pubDate>2025-03-25 22:15:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 2 - Versos Ana Oliveira</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3382126653</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><ol><li><p>A salvação. <strong>(Eugénio Andrade, <em>A sílaba</em>);</strong></p></li><li><p>O que eu amo sobretudo, <strong>(António Ramos Rosa, S.N.);</strong></p></li><li><p>Abre dentro de mim a longa estrada <strong>(Manuel Alegre, <em>Pátria Expatriada</em>);</strong></p></li><li><p>Falareis de nós - de nós! - como de um sonho! <strong>(Jorge Sena, <em>Ode para o futuro</em>);</strong></p></li><li><p>Nos corações amantes é o mundo que nasce <strong>(António R. R., <em>Há uma chama que queima</em>);</strong></p></li><li><p>De crianças ou beijos, de fragatas. <strong>(Eugénio de Andrade, <em>Rapariga descalça</em>);</strong></p></li><li><p>Fazes voar o coração liberto <strong>(Miguel Torga, <em>Preito</em>);</strong></p></li><li><p>E braço a braço meço o espaço dos teus braços <strong>(Manuel Alegre, <em>Raíz</em>);</strong></p></li><li><p>E falo da verdade, essa iguaria rara <strong>(Jorge Sena, <em>Os trabalhos e os dias</em>)</strong></p></li><li><p>Fora, os corpos genuínos e inalteráveis <strong>(Herberto Hélder, <em>O poema);</em></strong></p></li><li><p>Só não dei o coração<strong> (Eugénio Andrade,<em> Canção);</em></strong></p></li><li><p>E que será sempre o ritmo do que está a nascer <strong>(António Ramos Rosa, <em>Todo aquele que abre um livro).</em></strong></p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-25 22:29:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 3- Maria</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3382129569</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>"quando tu és tudo o que me habita os lábios:" <strong>(<em>"Como se o teu amor", Nuno Júdice</em>).</strong></p></li><li><p>"Contar-te o mar ardente e o verbo amar." <strong>(<em>"Coisa amar", Manuel Alegre</em>).</strong></p></li><li><p>"Que mais quereis de um homem" <strong>(<em>"O Poeta", Manuel Alegre</em>).</strong></p></li><li><p>"Nos teus olhos altamente perigosos" <strong>(<em>"Um adeus português", Alexandre O’Neill</em>).</strong></p></li><li><p>"No teu amor por mim há uma rua que começa"<strong> (<em>"Povoamento", Ruy Belo</em>).</strong></p></li><li><p>"o meu olhar perdido não a poupa"<strong> (<em>"Exercício", Ruy Belo</em>).</strong></p></li><li><p>"queda de amor, ao encontro"<strong> (<em>"O poema ensina a cair", Luiza Neto Jorge</em>).</strong></p></li><li><p>"quando eu morrer segura a minha mão,"<strong> (<em>"Soneto do amor e da morte", Vasco Graça Moura</em>).</strong></p></li><li><p>"Grito agora o teu nome aos quatro ventos" <strong>(<em>"Esperança", Miguel Torga</em>).</strong></p></li><li><p>"Não posso adiar o coração" <strong>(<em>"Não posso adiar o amor para outro século", António Ramos Rosa</em>).</strong></p></li><li><p>"Fora, os corpos genuínos e inalteráveis"<strong> (<em>"O poema I", Herberto Helder</em>).</strong></p></li><li><p>"Pensamento arguto. Subtis sorrisos"<strong> (<em>"Ode para o futuro", Jorge Sena</em>).</strong></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:34:39 UTC</pubDate>
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         <title>Versos do Matias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A boca é pra comer e pra trazer fechada (Ruy Belo, Morte ao meio dia)</p><p><br/></p><p>e o dente resistente número quarenta cheira a pepsodent (Ruy Belo, Das coisas que competem os poetas)</p><p><br/></p><p>Eis-me nu e singela (Miguel Torga, Ode)</p><p><br/></p><p>Foi para ti que criei as rosas (Eugénio Andrade, Foi para ti que criei as rosas)</p><p><br/></p><p>Os sonhos mais tremalhados (Eugénio Andrade, Os amantes sem dinheiro)</p><p><br/></p><p>Cantam granadas a canção da morte (Manuel Alegre, Metralhadoras cantam)</p><p><br/></p><p>Tumor (António Ramos Rosa, S.N.)</p><p><br/></p><p>Suicidou-se uma sombra (Luíza Neto Jorge, Ritual)</p><p><br/></p><p>Com desassossego na respiração (Luíza Neto Jorge, O corpo insurrecto)</p><p><br/></p><p>Tinham suas mulheres. Batiam-lhes. Amavam-nas (Manuel Alegre, Vão-se os homens desta terra)</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-25 22:37:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Post 4</title>
         <author>marianaferreira18399</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3382138909</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Autoavaliação</strong></p><p>Ao longo da realização deste trabalho, procurámos garantir que cada etapa fosse conduzida com atenção e dedicação. Seguem-se as nossas reflexões sobre os diferentes critérios:</p><ol><li><p><strong>Rigor</strong><br>Preocupámo-nos em redigir um texto poético coerente, garantindo que o conteúdo fizesse sentido e que estivesse bem estruturado. Além disso, tivemos o cuidado de assegurar a correção gramatical, revendo o texto para evitar erros e melhorar a sua clareza.</p></li><li><p><strong>Adequação</strong><br>A seleção dos versos foi feita de forma criteriosa, garantindo que se adequassem ao tema do poema e que criassem uma composição harmoniosa. Além disso, escolhemos um fundo musical apropriado, que complementasse a atmosfera poética e reforçasse a mensagem do trabalho.</p></li><li><p><strong>Criatividade</strong><br>Dedicámo-nos a construir um produto final esteticamente agradável, tanto na vertente da escrita como na escolha musical. Procurámos criar um poema que transmitisse a nossa interpretação dos versos escolhidos, garantindo um equilíbrio entre a originalidade e coesão.</p></li><li><p><strong>Empenho</strong><br>Envolvemo-nos ativamente em todas as fases do trabalho, desde a seleção dos versos até à revisão final. Seguimos as orientações fornecidas, organizámo-nos de forma eficiente e cumprimos os prazos estabelecidos, garantindo um resultado final bem elaborado.</p></li></ol><p>Em suma, consideramos que conseguimos cumprir os objetivos propostos, demonstrando rigor, criatividade e empenho na realização deste trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 4 - Autoavaliação</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3382140086</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a realização desta tarefa, conseguimos alcançar os objetivos propostos: Não só apreciamos esteticamente poemas de diferentes poetas contemporâneos, como também redigimos um poema original a partir de versos de diversos poetas. Assim, ao elaborarmos este trabalho, desenvolvemos tanto a criatividade quanto o sentido estético.</p><p><br/></p><p>A seleção dos versos foi realizada com atenção ao conteúdo semântico, garantindo que o poema mantivesse coerência e fluidez. Além disso, asseguramos a correção gramatical e a adequação da pontuação para que o resultado final fizesse sentido.<br></p><p>A escolha dos versos respeitou os temas abordados pelos poetas, criando um poema com significado, nomeadamente na temática do Amor. A musicalidade e a harmonia entre os versos foram também tidas em consideração, facilitando a adaptação do nosso poema à melodia criada pela aplicação SUNO AI.</p><p><br/></p><p>A reconstrução do poema exigiu-nos um olhar criativo e espírito crítico para combinar versos de diferentes autores de forma fluida e cativante. Para além de tal, procuramos manter um equilíbrio entre a originalidade e a fidelidade ao espírito dos poemas originais, originando um produto final esteticamente interessante.</p><p><br/></p><p>Ambas participamos de forma equitativa e envolvemo-nos ativamente em todas as fases do trabalho, desde a leitura e seleção dos versos até à adaptação do poema à música. Seguimos todas as orientações fornecidas e cumprimos os prazos estabelecidos, garantindo que o processo decorresse de forma organizada.<br></p><p><br/></p><p>Em suma, o balanço deste trabalho é bastante positivo e acreditamos que esta foi uma excelente oportunidade para desenvolvermos diversas competências e adquirir novas aprendizagens.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:53:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 3- Francisca </title>
         <author>franciscacorreia16736</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3384739579</link>
         <description><![CDATA[<p>“Nos teus olhos altamente perigosos” <strong>( Alexandre O´ Neil – “Um adeus português”)</strong></p><p>“penetram, indiferentemente” <strong>( Eugénio de Andrade – “Coração Habitado”)</strong></p><p>“Este amor é de guerra,” <strong>( Manuel Alegre – “De arma branca”)</strong></p><p>“ocultamente,” <strong>( Herberto Hélder – “Fonte”)</strong></p><p>“secreto e pacífico.” <strong>( Herberto Hélder – “Fonte”)</strong></p><p>“Dei-te os dias, as horas e os minutos” <strong>( Miguel Torga – “Poema melancólico a não sei que mulher”)</strong></p><p>“Tu e Eu” <strong>( Luiza Neto Jorge – “Baixo-Revelo”)</strong></p><p>“neste caso de amor desesperado” <strong>( Vasco Graça Moura – “Lamento por diotima”)</strong></p><p>“Quero-te, como se fosses” <strong>( Nuno Júdice - “Poema de amar para uso tópico”)</strong></p><p>“Mas o preço que pago por te ter” <strong>( Ruy Belo – “Muriel”)</strong></p><p><strong>“</strong>Amar aqui é amar no mar,” <strong>( António Ramos Rosa – “Aqui mereço-te”)</strong></p><p>“Era de ti”<strong> ( Miguel Torga - “Poema melancólico a não sei que mulher”)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-27 08:39:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autoavaliação</title>
         <author>franciscacorreia16736</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3386429089</link>
         <description><![CDATA[<p>A realização desta atividade contribuiu significativamente para o nosso conhecimento sobre os diferentes poetas contemporâneos, permitindo-nos apreciar esteticamente os seus distintos estilos e obras.</p><p><br/></p><p>Além disso, o poema que criamos não só incorpora referências a vários desses poetas, como também se encaixa perfeitamente na temática do amor. Este poema, na nossa opinião fazendo&nbsp; ligeiros ajustes aos mais diferentes versos, em todo ele existe uma concordância e um fio condutor que faz sentido.</p><p><br/></p><p>Outro ponto positivo foi a cooperação eficaz entre nós. Trabalhamos de forma harmoniosa, respeitando as ideias uma da outra e superando juntos os desafios que surgiram ao longo do processo. Essa experiência reforçou não apenas para aprender mais sobre a poesia, mas também a importância do trabalho em equipa e da persistência diante das dificuldades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 08:37:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13 propostas de análise de poemas de poetas contemporâneos....</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nota biográfica</p><p>Linhas gerais do universo poético do autor</p><p>Poema: questões de interpretação e análise formal</p><p>Comparação, por semelhança ou contraste com, pintura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 10:22:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Miguel Torga</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 10:22:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manuel Alegre</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 10:23:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Luísa Amaral</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 10:24:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alexandre O&#39;Neill</title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3387917378</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 10:26:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nuno Júdice</title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/b2s3bw7z9erasxv6/wish/3387917711</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 10:27:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 4 - Autoavaliação</title>
         <author>TiagoSantos18484</author>
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         <description><![CDATA[<p>No ambito da atividade, acreditamos que conseguimos, com alguma facilidade, realizar o que nos foi pedido, selecionando excertos de diversos poemas e redigindo um novo poema a partir desses. O nosso trabalho respeitou os critérios de rigor, garantindo coerência semântica, correção gramatical, e adequação, ao selecionarmos versos que se complementam e ao escolhermos um fundo musical apropriado. No que toca à criatividade, procurámos construir um produto esteticamente agradável, tanto na escrita como na sua sonoridade. Além disso, demonstrámos empenho ao envolver-nos ativamente na atividade, cumprindo as orientações e prazos estabelecidos. De forma geral, consideramos que conseguimos atingir os objetivos da tarefa com sucesso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 21:57:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Post 2- David</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Miguel Torga-"</strong>Solidão<strong>"</strong></p><p><br></p><p>&nbsp;"Pouco a pouco, vamos ficando sós,&nbsp;</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Jorge de Sena-"</strong>A extrema solidão da vida<strong>"</strong></p><p><br></p><p>&nbsp;"Não conhecerás, jamais, a extrema solidão da vida.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Eugénio de Andrade- "</strong>Hoje Deitei-me ao Lado da Minha Solidão<strong>"</strong><br></p><p>"Hoje deitei-me ao lado da minha solidão.&nbsp;<br></p><p><br></p><p><strong>Alexandre O’Neill</strong>- "O Quotidiano 'Não'"</p><p><br></p><p>&nbsp;"Estamos todos bem servidos de solidão.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>António Ramos Rosa-"</strong>Estar Só é Estar no Íntimo do Mundo"<br></p><p>&nbsp;"Por vezes cada objecto se ilumina do que no passar é pausa íntima..."</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Herberto Helder-"</strong></p><p>A solidão<strong>"</strong><br></p><p>&nbsp;"tu arrebatas os caminhos da minha solidão.</p><p><br></p><p><strong>Ruy Belo-"</strong>Epígrafe Para a Nossa Solidão<strong>"</strong><br></p><p>&nbsp;"Cruzámos nossos olhos em alguma esquina&nbsp;</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Manuel Alegre-"</strong>À mesa da solidão"</p><p><br></p><p>&nbsp;"Há palavras como asas, outras mais como raízes.&nbsp;<br></p><p><br></p><p><strong>Luiza Neto Jorge-"</strong>Posso estar aqui&nbsp;<strong>"</strong></p><p><br></p><p>&nbsp;"Posso estar aqui eu posso estar aqui perfeitamente pobre, um círio me acendi..."<br></p><p><br></p><p><strong>Vasco Graça Moura-"</strong>Quando eu morrer<strong>"</strong></p><p><br></p><p>&nbsp;“fica junto de mim, não queiras ver&nbsp;</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Nuno Júdice-"</strong>A solidão do viajante<strong>"</strong><br></p><p>&nbsp;"A solidão é um caminho que se faz<br></p><p><br></p><p><strong>Ana Luísa Amaral-"</strong>A solidão<strong>"</strong></p><p><br></p><p>&nbsp;"A solidão é um vestido que se veste</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 17:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Post 3- Nuno</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Miguel torga</strong></p><p><br></p><p>Suplica "Não perturbes a paz que me foi dada."</p><p>&nbsp;Sísifo "Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar."&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Jorge de Sena Ganímedes&nbsp;</strong></p><p>"Os pensamentos pastam na verdura,"&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Nuno Júdice&nbsp;</strong></p><p>ENTREGA "Procuro a tua imagem nos espelhos"&nbsp;</p><p><br></p><p>Natureza Viva "por entre ervas e ramos"</p><p><br></p><p><strong>Luiza Neto Jorge&nbsp;</strong></p><p>O poema ensina a cair "uma vénia a ninguém de especial"</p><p><br></p><p><strong>&nbsp;Manuel Alegre&nbsp;</strong></p><p>Trova do vento que passa "e o vento cala a desgraça"&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Herberto Hélder&nbsp;</strong></p><p>O Amor em visita "Esqueço, o arbusto impregnado de silencia diurno,"&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Eugénio de Andrade&nbsp;</strong></p><p>Green God "Alheio a tudo o que via"&nbsp;</p><p><br></p><p>Paisagem "folhas cobrindo a relva, às vezes"&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Ruy Belo&nbsp;</strong></p><p>Sem título "os pássaros fazem cantar as árvores"&nbsp;</p><p><br></p><p>Morte ao meio dia "que cobre os campos neste meu país do sul</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 17:14:23 UTC</pubDate>
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         <title>Post 1-Poema &quot;Os caminhos da minha solidão&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tu arrebatas os caminhos da minha solidão.</p><p>E hoje procuro a tua imagem nos espelhos,</p><p>E pouco a pouco, vamos ficando a sós</p><p><br></p><p>Os pássaros fazem cantar as árvores</p><p>Por entre ervas e ramos,</p><p>Todos bem servidos de solidão.&nbsp;</p><p><br></p><p>A solidão é um vestido que se veste</p><p>A solidão é um caminho que se faz,</p><p>E o vento cala a desgraça</p><p>Que cobre os campos neste meu país do sul</p><p><br></p><p>Não perturbes a paz que me foi dada</p><p>Pois hoje deitei-me ao lado da minha solidão.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 17:22:45 UTC</pubDate>
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         <title>António Ramos Rosa</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-04-16 16:08:48 UTC</pubDate>
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         <title>Herberto Helder</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-04-16 16:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Jorge de Sena</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <title>Luiza Neto Jorge</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-04-16 16:14:50 UTC</pubDate>
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         <title>Vasco Graça Moura</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-04-16 16:16:35 UTC</pubDate>
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         <title>Eugénio de Andrade</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-04-16 16:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ruy Belo</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-04-16 16:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>Post 1 - Poema &quot;Chave Perdida&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Chave Perdida</em></strong></p><p><br/></p><p>Pergunto ao vento que passa:</p><p>-para onde vais? Ninguém diz.</p><p>Já nada em mim sabe quanto não sei.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Sou este simples homem olho e envelheço</p><p>alinhado no silêncio.</p><p>Ao Tempo</p><p>Não canto porque sonho.</p><p><br/></p><p>Limito me a estar vivo a enfrentar dias,</p><p>Canto. E fica a vida suspensa…</p><p>Não haveria de morrer sem saber?</p><p>Teria eu de passar a vida à procura da chave?&nbsp;</p><p><br/></p><p>Esteve aqui - aqui dentro.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><br/></p><p>“Pergunto ao vento que passa” - Trova do vento que passa/ Manuel Alegre</p><p>“para onde vais? Ninguém diz.” - Trova do vento que passa/ Manuel Alegre</p><p>“já nada em mim sabe quanto não sei” Já não tenho mão com que escreva/ Hereberto Hélder</p><p><br/></p><p>“Sou este simples homem olho e envelheço” Saudação a um Yankee / Ruy Belo</p><p>“alinhando no silêncio”- Romance do passeio alegre/ Vasco Graça Moura</p><p>“ao Tempo”- Outra anunciação/ Ana Luísa Amaral</p><p>“Não canto porque sonho”- Não canto porque sonho/ Eugénio de Andrade</p><p><br/></p><p>“Limito me a estar vivo a enfrentar dias” Saudação a um Yankee / Ruy Belo</p><p>“Cantas. E fica a vida suspensa- Cantas e fica a vida suspensa/ Eugénio de Andrade</p><p>“Não hei de morrer sem saber”- Quem a tem…/ Jorge Sena</p><p>“E ter eu de passar a vida à procura da chave” Um quarto as coisas cabeças/ Ruy Belo</p><p><br/></p><p>“Esteve aqui - aqui dentro”- Poesia/ Nuno Júdice</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 20:33:07 UTC</pubDate>
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