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      <title>Aprendendo a (re)construir... by Ana Gonçalves</title>
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      <description>Flexibilizando...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-24 15:26:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-24 17:13:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2.- À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/226989104</link>
         <description><![CDATA[<div>A ESCOLA em que vivemos hoje participa numa corrida diária com a SOCIEDADE, com o MUNDO REAL, com o MERCADO DE TRABALHO. Poderá correr o risco sério de perder a corrida se não levar a cabo um conjunto de mudanças profundas, estruturais e duradouras. <br>À saída da escolaridade obrigatória ou à saída da ESCOLA a maior parte dos jovens não necessita, no imediato, de mobilizar os conteúdos mas sim competências e atitudes.  <br>A ESCOLA está demasiado centrada em conteúdos, programas, metas e papéis, portanto, pouco disponível para encarar o aluno como elemento central.<br>A mudança é um processo difícil, encontra resistências, o Homem apresenta-se muito renitente em sair de zonas de conforto, no entanto, peso que grande parte da ESCOLA está motivada para uma mudança! Que mudança? Como? Porquê? Quando e até quando? <br>Os desafios são imensos:<br>Como organizar? Que matrizes? Que aprendizagens?<br>Como desenvolver metodologias para todos, encarando cada um, com as suas experiências, facilidades e dificuldades?<br>Como garantir que alunos completamente diferentes nas suas vivências, interesses e oportunidades atingem objetivos comuns? <br>O Modelo tradicional trata todos como iguais, afirma-se que produz uniformidade, penso que apenas no trato, a consequência deste modelo será sempre uma maior clivagem entre uns e outros.<br>Uma das grandes questões com que nos deparamos no dia-a-dia, no Colégio onde leciono, é precisamente a falta de autonomia e maturidades das crianças / jovens. Na tentativa de desenvolver estas competências / atitudes, criámos um tempo de final de dia, não letivo, onde as crianças podem, de forma autónoma e responsável  levar a cabo atividades e trabalhos que conduzam ao desenvolvimento das suas aprendizagens. Está sempre disponível um docente que poderá dar-lhes apoio, encaminhar... mas a decisão do que fazer está inteiramente no aluno.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 12:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 - &quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/227452297</link>
         <description><![CDATA[<div>Garantir que todos os alunos atingem o PERFIL agora estabelecido é urgente mas, para que tal aconteça a ESCOLA tem que sofrer uma reorganização profunda enquanto organização educativa. <br>As políticas inconstantes dos últimos anos não me fazem crer que esta seja uma reorganização verdadeira, custa-me pensar que daqui a dois, três anos tudo possa ser descartado, que o paradigma mude novamente! <br>Pretende-se que este seja o PERFIL de todos os alunos mas para que este chegue, de facto, a todos, é necessário que esta alteração seja ponderada, balizada, verificada e, principalmente, que saia do papel para a ESCOLA!<br>O novo PERFIL chama-nos a atenção para uma perspectiva humanista, cada vez mais urgente e importante.<br>Não só a ESCOLA tem que mudar, os Encarregados de Educação, além de cumprirem o seu papel (tão importante!), têm que deixar de encarar a ESCOLA como um  depósito que os substitui em tempo, em qualidade e em responsabilidades educativas! A Educação para a Cidadania é mais do que educar, nenhum dos intervenientes se pode escusar à sua responsabilidade de participar neste ato, mas a passagem básica dos valores educativos tem que ser feita pelos Encarregados de Educação. Dessa forma será possível passar para as outras questões que nos conduzirão ao atingir do PERFIL.<br>O triângulo (Escola / Aluno / Família) tem que funcionar em pleno e em parceria, só desta forma será possível que o aluno entenda a ESCOLA como um bem precioso e não como um "castigo"! Se os valores forem passados, se a ESCOLA colocar o aluno no centro, este sentir-se-á motivado para a aprendizagem!<br>O Dr. Guilherme de Oliveira Martins, no vídeo "O porquê e para quê do perfil dos alunos" fala-nos da aspiração de sermos uma sociedade desenvolvida, estaremos prontos para isso? Precisaremos do perfil do aluno, do perfil dos pais e do perfil da escola!!<br>Para que a ESCOLA se reorganize é necessário que existam condições de partida:<br>- Manutenção das políticas educativas - Não defendo aqui políticas estanques, no decorrer dos tempos, estudamos, implementamos, avaliamos e corrigimos o necessário mas não podemos, sistematicamente, alterar todo a base;<br>- Verdadeira alteração do Currículo e Matrizes - As competências não se adquirem porque o professor as trabalha em aula, adquirem porque se praticaram, porque se viveram e isso precisa de tempo sem a "carga" de um currículo "com quilómetros";<br>- Formação e motivação dos intervenientes (Docentes, não docentes, encarregados de educação)<br><br>Na sua reorganização deve a ESCOLA<br>- Promover uma efetiva Gestão Flexível do Currículo<br>- Formar os seus docentes<br>- Construir as matrizes curriculares em função dos alunos<br>- Criar tempos de trabalho em que os alunos sejam chamados a intervir com a sua autonomia, responsabilidade, interesse, em que apliquem os conhecimentos (tecnológicos, científicos...) e desenvolvam as competências e atitudes pretendidas - Poderemos entender estes tempos Áreas de Projeto  / Trabalho Autónomo / Tutorias / Salas de Estudo...<br><br>Estarão a ESCOLA e a SOCIEDADE prontas para este desafio?!?!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-02 12:44:27 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/229130379</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprender por projetos</div><div>by Osvaldo Alberto de Moura</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-07 15:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/229147928</link>
         <description><![CDATA[<div>by Ana Paula de Sousa Gonçalves Rocha</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-07 15:38:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/232290100</link>
         <description><![CDATA[<div>Formando cidadãos... Formando pessoas!</div><div>by Ana Gonçalves</div><div>Claramente o Perfil do Aluno vem de encontro às competências e capacidades que as pessoas, os cidadãos colocam em prática no dia-a-dia!<br>O ensino que, de um modo mais ou menos transversal, percorre as nossas escolas foge completamente à realidade! Os alunos terminam o ensino obrigatório, saem das universidades e muitas vezes afirmam que agora sim vão aprender... Muitas vezes assemelho a escola de hoje a uma linha de montagem da qual saem "robots" que conseguem (momentaneamente) operar determinadas tarefas ou algoritmos mas que não conseguem ir mais além! <br>O perfil do aluno vem promover o ir mais além, promove o pensamento, a criatividade, a capacidade de resolver situações problemáticas e evoluir... É o estabelecer conexões entre o que se aprende na escola e o que se faz no dia-a-dia!<br>O cidadão do século XXI necessita de ferramentas ligadas às 4 competências evidenciadas pelo cartaz! São fundamentais!<br>As aprendizagens essenciais vêm permitir o delinear do caminho que conduz a este perfil... <br>A mudança não será fácil, terá obstáculos e será feita de um caminho que avança e recua, reflete, aprende e volta a avançar... Também nós temos que ser professores do século XXI. Os alunos têm que ser encaradados como pessoas para que se possam formar e crescer enquanto cidadãos. <a>hide</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 12:01:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.4 - Discussão sobre as aprendizagens essenciais </title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/232292439</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo dos últimos anos muitas têm sido as queixas ouvidas por parte dos professores, dos pais, das escolas relativamente à extensão do currículo, ao seu significado, ao interesse que (não) desperta nos alunos... Pois bem, as aprendizagens essenciais vêm, na minha opinião, abrir espaço para que haja uma mudança! Todos nós que queríamos fazer mais (melhor) vemos aqui a oportunidade de mudança! As aprendizagens essenciais são mais do que um emagrecimento de currículo, são um enriquecer do mesmo, são a ferramenta que permite a mudança e a chegada ao Perfil do Aluno!<br>Perante estas mudanças todos nós nos sentimos inseguros... Será que estamos no caminho certo? Será que estamos a construir o melhor para os nossos alunos? Como será que os pais vão aceitar (ou não) esta mudança? E os exames? E os manuais? Como avaliar de forma objetiva? São imensas as dúvidas que nos ocupam a mente mas, como dizia há poucos dias o sr. Secretário de Estado Dr. João Costa "Temos que fazer e deixar acontecer!". Vamos tentar responder a cada questão, vamos refletir criticamente sobre o assunto, vamos decidir, vamos FAZER!<br>Os nossos alunos merecem este esforço!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 12:17:58 UTC</pubDate>
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         <title>Necessidade de mudança</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/232312198</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.facebook.com/worldeconomicforum/videos/10155081394521479/">https://www.facebook.com/worldeconomicforum/videos/10155081394521479/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 13:32:30 UTC</pubDate>
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         <title>2.6 - Construção de um mapa de ideias</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/232338658</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 14:30:56 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 - Tricider: Relevância da Aprendizagem Significativa</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.tricider.com/display/?show=4631205251383296"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://lh3.googleusercontent.com/8kx5NNlYG6H7R1pvFwd9pAnCb7p_RXUMPv10LvI7qoXzPbXShF-Aa-yG4yzTsiY9bfNtvpj_KMBR-9JnA4La=s100" width="100" height="77"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a></div><div> É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas"</div><div>by Ana Gonçalves</div><div>Há uns dias, correndo uma rede social, apareceu-me um post, "Coisas que não aprendi na escola: fazer uma máquina de roupa, fazer o IRS, como votar...Mas tem-me dado imenso jeito saber o teorema de Pitágoras"... <br><br>Penso que seja isto... de facto a escola não ensinou a esta pessoa um conjunto de "conteúdos" que lhe fariam falta mas também não ensinou que o Teorema de Pitágoras, "conteúdo ensinado", está presente no nosso dia-a-dia em diferentes situações, qualquer árvore faz um ângulo reto com o solo, qualquer ponte assenta em ângulos retos... Como trabalhariam os nossos construtores se o teorema não existisse... Será que não os ajuda a projetar, a calcular medidas, quantidades de materiais... Enfim, a utilidade do Teorema de Pitágoras não tem que ser aqui evidenciada... <br><br>O que pretendo salientar é mesmo a importância das aprendizagens significativas!<br><br>Os nossos alunos deveriam sair da ESCOLA com um conjunto de saberes que lhes permitisse enfrentar o desconhecido, deveriam sair da ESCOLA com um conjunto de ferramentas para construir e projetar no desconhecido, a partir do que é conhecido, do que já sabem!<br>Mais do que importante, é imprescindível que os alunos realizem aprendizagens significativas... Temos que ser capazes de os ouvir, de conhecer os seus interesses, as suas curiosidades, vontades ou aspirações para construir a partir daí mas isso leva-nos ao desconhecido. Qualquer um de nós, professor, sabe o quanto é mais seguro e confortável iniciar o ano letivo com um caminho definido, conhecido, experimentado. Partir dos interesses deles significa construir a partir daí, sem caminho efetivamente definido, sem saber muito bem onde vamos chegar! Garantidamente chegaremos mais longe e com a companhia dos nossos alunos! Se as aprendizagens forem significativas eles acompanharão a "viagem", farão o seu percurso e terão, certamente, ampliado os seus conhecimentos! </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 12:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 - Tricider: Relevância da Aprendizagem Significativa</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/237386252</link>
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         <pubDate>2018-03-02 13:51:10 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 - Tricider: Relevância da Aprendizagem Significativa</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/237390203</link>
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         <pubDate>2018-03-02 14:00:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>A escola onde leciono não faz parte das que aderiram ao projeto piloto  pelo que não poderei descrever uma das disciplinas criadas. <br>Partilho uma experiência que levámos a cabo para ocupação de tempos livres e para colmatar as dificuldades que os alunos demonstravam ao nível das disciplinas de Matemática e Português. Ao longo destes tempos, com grupos de alunos mais reduzidos, de forma lúdica, desafiadora, significativa tentámos envolver os alunos em atividades e tarefas que pudessem promover o seu sucesso escolar, ultrapassando dificuldades e desafios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 14:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3 - Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/242815489</link>
         <description><![CDATA[<div>A disciplina que leciono, Matemática, é frequentemente encarada como "O Monstro"! Pais e familiares relatam desde cedo às crianças os problemas que tiveram com a mesma, o quanto fugiram dela! Felizmente, existem aqueles que a encaram como algo facilitador, como a disciplina que explica o que nos rodeia ou que está presente em todo o lado! <br>Estou, neste momento, a lecionar no 2º ciclo, já estive no 1ºCiclo onde, logo à entrada do 1º ano, ouvi afirmações que vão desde "não vou gostar de matemática", "é uma disciplina muito difícil, o meu pai / irmão já me disse" até "é muito divertida", "gosto muito", "uso muito"!  <br>São muitos os alunos que chegam ao 2º ciclo sem terem as aprendizagens essenciais de 1º ciclo consolidadas, compreendidas ou até adquiridas. São diversos os níveis de desempenho e competência no que se refere à resolução de problemas, por vezes as dificuldades são imensas, noutros casos são específicas de um ou outro aspeto, noutros casos há uma capacidade e vontade de encarar cada desafio! Perante esta situação, na escola, criámos o Clube de Matemática.<br>Pretendíamos com este tempo responder, diferenciando, às diferentes necessidades, colmatar dificuldades ou deixar "voar". O interesse pela disciplina é algo que se impõe!<br>O clube de matemática destina-se, portanto, a todos os alunos de 5º e 6º ano. Os grupos foram constituídos por níveis de desenvolvimento, independentemente do ano de escolaridade. A heterogeneidade dos grupos é, sem dúvida, importante, no entanto, por vezes não permite que se chegue a todos como cada um precisa.<br>O primeiro grupo de trabalho é constituído por alunos que com grandes dificuldades ao nível das aprendizagens essenciais de 1º ciclo, com receios, quase que sem perspetiva de sucesso na disciplina. Não os podemos perder, não podemos desistir! Os desafios propostos para este grupo visam promover a aquisição das aprendizagens que não foram realizadas e são essenciais. São sempre desafios muito concretos, passíveis de serem manipulados, compreendidos através dos sentidos, da expressão... Possíveis para estes alunos que quase já desistiram mas que vêem aqui que conseguem, há um caminho possível e viável!<br>O segundo grupo de alunos domina minimamente as competências básicas, os conteúdos, mas a resolução de problemas é algo que os assusta, por vezes, como afirmam "não sei como começar"! Para este grupo são propostas tarefas e desafios com um nível crescente de abstração, é trabalhada a leitura da situação, são procurados dados visíveis ou camuflados, são incentivados a perceber para que possam depois "pegar"!<br>O terceiro grupo é formado por alunos que encaram a disciplina como algo desafiante, interessante, conseguem gostar da sensação de não saber pela ansiedade e orgulho que sentem ao conseguir.  Para estes alunos foi proposta uma "Viagem ao Mundo da Matemática". Desafios lógicos, numéricos, geométricos, ... Uma sequência de atividades que lhes permite um voo picado pela aprendizagem desta bela disciplina!<br>No final de cada período há um trabalho de conjunto, cada grupo cria desafios para outro grupo, apoia a sua resolução, explica, lê, representa...<br>Este tem sido, sem dúvida, um tempo de sucesso, todos evoluem, todos aprendem, cada um parte de uma origem diferente, cada um faz o seu caminho mas ninguém fica para trás!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 13:49:11 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.4 - Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/242840677</link>
         <description><![CDATA[<div>O modelo que nos é apresentado,no vídeo pelo Diretor Pedagógico do Institut Les Vynes é completamente compatível com o desafio que está a ser lançado às escolas no âmbito do PAFC.<br>Trabalho disciplinar, trabalho colaborativo (entre professores, entre alunos, entre uns e outros, entre a comunidade escolar), trabalho de projeto, dar espaço às iniciativas promotoras de autonomia e responsabilidade nos alunos. Encaro este desafio como resposta à necessidade de dar sentido ao que se aprende! <br>Cada vez mais temos a noção de que não ensinamos nada, os alunos aprendem o que querem, há que fazer com que queiram e respeitar esse querer. <br>Desde sempre baseio a minha prática no modelo High-Scope, modelo de aprendizagem ativa em que a criança está, de facto, no centro da aprendizagem. O modelo foi criado e estruturado para o pré-escolar, tem sofrido adaptações e evoluções para a sua aplicação no 1º e 2º ciclos. Tal como no modelo apresentado pressupões algum trabalho disciplinar, muitas colaboração e autonomia mas construindo sempre aprendizagens com sentido!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 14:32:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6 - Planificação de um DAC</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 14:43:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 - Reflexão sobre os critérios de avaliação</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/251537142</link>
         <description><![CDATA[<div>A profissão está repleta de desafios diários, ao longo dos dias, das semanas, meses e anos somos chamados a encarar dezenas de alunos na sua dimensão pessoal, na dimensão da turma e da escola, a ver todos e cada um... Avaliar é, sem dúvida, uma das tarefas que mais desafiadoras, no decorrer do ano letivo, das aulas avaliamos observando comportamentos, atitudes, concretizações, dificuldades e saberes, no final de cada período somos chamados a transformar este conjunto num número, numa classificação. Na minha opinião, avaliar vai muito para além de classificar. Para avaliar temos que "sentir" cada um dos nossos alunos, valorizá-lo e observá-lo enquanto pessoa! Como fazer isso e transformar estas opiniões em factos e classificações?? <br>Os critérios de avaliação vêm, de facto, tentar apoiar e justificar as classificações,  avaliamos atitudes, avaliamos conhecimentos, avaliamos capacidades e competências, "juntamos tudo" e "sai a nota"!! Será real? Depende dos critérios que são utilizados e aplicados, dos instrumentos utilizados e da ética e competência de cada um! Aqui entramos na subjetividade da avaliação que, aos longos dos últimos anos, transformou os critérios de avaliação em algo, por vezes, muito vazio!<br><br>Na escola onde leciono deixámos de utilizar, por exemplo, as menções nos momentos de avaliação formativa. O que é isso de "Insuficiente", "Suficiente", "Bom" ou "Muito Bom"?? Cada um decide o que chamar à sua classificação, como se sente com ela! As percentagens são apenas transformadas num nível, é matemática! <br><br>Ao estabelecermos os critérios de avaliação no início de cada ano transformamos a avaliação em algo rígido? Talvez não! Depende de como os critérios são elaborados. Se estabelecemos que 80% são testes e 20% são outros elementos, pareceme a mim, que estamos a resumir a avaliação a cinco ou seis aulas (as aulas dos testes)... Então e as outras todas?!<br><br>Os instrumentos de avaliação deverão ser mais diversos, os testes são um instrumento mas, e as observações do professor, os trabalhos de grupo, os portfólios, as atitudes, as competências (algumas estarão presentes no testes mas outras não) não serão também importantes? <br><br>“Deve haver coincidência entre a avaliação, o currículo e as metodologias e estratégias para o desenvolver, fazendo, deste modo, sempre que possível, coincidir as tarefas de aprendizagem com as tarefas de avaliação.” (Fernandes, 2005, p. 80)<br><br>Poderá ser preciosismo meu mas, no meu entender, são as tarefas de avaliação que devem coincidir com as tarefas de aprendizagem e não ao contrário! As tarefas de aprendizagem deverão levar cada aluno a seguir o seu caminho, a evoluir qualquer que seja o seu ponto de partida, depois de definidas poderão ser definidas as tarefas de avaliação. <br><br>Quando avaliamos há questões que são de fundamental resposta: o quê (que conhecimentos, que atitudes, que capacidades), como (que instrumentos utilizar, como proceder a uma avaliação que não beneficie / prejudique sempre os mesmos), quando (quando e como avaliar os processos e não apenas os produtos finais.<br><br>Analisados os critérios de avaliação apresentados afiguram-se-me as seguintes questões:<br><br>- Faltam os instrumentos e procedimentos de avaliação - Poderão faltar para que cada docente possa adequar os critérios ao seu trabalho, aos seus alunos (na nota final é referido que serão definidos os instrumentos e procedimentos de avaliação para cada domínio), no entanto, colocando-me no papel de Encarregado de Educação interessado em apoiar o desenvolvimento do seu educando (não interessado em "fazer médias") faltar-me-ia informação. Os alunos, parte interessada e ativa deste "jogo" têm conhecimento desses instrumentos e momentos? Parece-me fundamental que as regras estejam claras!<br><br>- Por um lado os critérios estão bastante descriminados, por outro limitam-se à vertente do conhecimento, do que pode ser avaliado nos testes, e as atitudes? Não deverão o esforço, o empenho e responsabilidade de cada aluno perante as suas tarefas ser valorizados?<br><br>- O ponto de partida de cada aluno não será tido em consideração? <br>A avaliação diagnostica nem sempre me agrada, depende como é realizada e quando é realizada. Em diversas situações este tipo de avaliação é realizado à chegada das férias, num momento em que os alunos ainda estão a começar a (re)ganhar ritmo e métodos de trabalho, não me parece real. Se, pelo contrário, tiver em consideração o desenvolvimento do ano anterior (se possível), as dificuldades sentidas pelo aluno, e outros elementos parece-me que deve ser traduzida e expressa nestes critérios.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-13 13:21:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 - Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>ana_a_goncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ana_a_goncalves/b2oht7f4kvqr/wish/251587894</link>
         <description><![CDATA[<div>A utilização de linguagem científica demonstra o conhecimento que o aluno tem face aos conteúdos e aplicações de uma qualquer disciplina. Num teste, numa exposição oral, numa qualquer comunicação oral ou escrita, num enunciar de uma questão, dúvida ou opinião o aluno deve utilizar a linguagem científica, os registos dessa utilização poderão ser diversos e transversais a toda a atividade do aluno, todos os registos poderão fornecer ao professor elementos de avaliação.<br><br>Por muito que por vezes se afirme que as observações dos professores são falíveis, são subjetivas, são imprecisas, considero que são a tarefa de avaliação que mais elementos fornece. Em aula, em teste, em qualquer que seja a atividade o professor está a fazer observações e consequentemente a avaliar. Esta é uma tarefa que permite avaliar praticamente todos os domínios estejam relacionados com conhecimentos, capacidades ou atitudes. A observação do professor avaliar a competência dos alunos, integrada nas suas várias vertentes. Será fundamental que estas observações sejam sistematizadas e registadas para que, no final de cada período, todas sejam consideradas, para que se verifique (ou não) a progressão do aluno.<br><br>A avaliação dos alunos em cada disciplina, na sua maioria e até ao presente, depende demasiado dos testes e da avaliação escrita. Alunos com maiores dificuldades ao nível da linguagem são constantemente penalizados por este tipo de avaliação. Quantas vezes ouvimos "ele sabia", "em casa fez", "ontem fez na aula" e quando chegou ao teste não conseguiu?! A realização dos testes depende, ainda que em disciplinas de outras áreas, da competência que cada um tem para ler, interpretar e escrever. Frequentemente os alunos adquiriram os conhecimentos em causa mas não conseguem "comunicá-los", passar para o papel! A avaliação de competências práticas só é passível de ser consegida na prática. Não será necessário um teste para que se verifique se um aluno consegue aplicar as regras de segurança no laboratório&nbsp; ou mesmo numa atividade física; se utiliza o material de laboratório ou os instrumentos de desenho.<br><br>Diversidade de instrumentos de avaliação, ética e responsabilidade precisa-se!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-13 14:54:53 UTC</pubDate>
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