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      <title>Mapa by Liz De Vasconcelos Cordeiro Pacifico</title>
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      <description>Enviar para qualquer parte do mundo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-10 17:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>Kariri-Xocó </title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539450400</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1: Língua: Atualmente falam português, mas sua língua nativa faz parte do tronco linguístico Macro-Jê.</p><p><br/></p><p>Documento 2: Sua população é de 2.189 índios.</p><p><br/></p><p>Os Kariri-Xocó são um grupo indígena brasileiro que habita principalmente a região do município de Porto Real do Colégio, no estado de Alagoas. Esta tribo é parte de um rico mosaico cultural e étnico que compõe a diversidade indígena do Brasil. Os Kariri-Xocó são descendentes de povos indígenas que habitavam o sertão nordestino antes da colonização europeia, e seu nome reflete a fusão de duas etnias: os Kariri e os Xocó. Ao longo dos anos, eles têm lutado para preservar suas tradições, cultura e língua, apesar das pressões externas e dos desafios sociais e econômicos.</p><p>A cultura Kariri-Xocó é marcada por práticas tradicionais como danças, rituais e artesanato, que são passados de geração em geração. Eles são conhecidos por suas habilidades em criar objetos de cerâmica e trançados, que não apenas servem como utensílios do dia a dia, mas também como uma forma de manter viva a herança cultural da tribo. Além disso, os Kariri-Xocó têm se envolvido ativamente na luta pelos direitos indígenas no Brasil, buscando garantir o reconhecimento e a proteção de suas terras ancestrais. O fortalecimento de suas tradições e o reconhecimento de seus direitos são fundamentais para a sobrevivência e a prosperidade desta comunidade indígena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 19:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>Xukuru </title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539460135</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1: Língua: Os Xukuru falam apenas o português, no entanto conhecem cerca de 800 palavras de um léxico que remete a uma língua indígena antiga.</p><p><br/></p><p>Documento 2: População: 8481 índios</p><p><br/></p><p>Os Xukuru habitam um conjunto de montanhas, conhecido como Serra do Ororubá, no estado de Pernambuco. Os registros sobre esses índios datam do século XVI e desde então indicavam que a sua ocupação nessa região já sofria transformações devido aos violentos processos de expropriação de suas terras. Documentos relativos ao período colonial atestam essa invasão por parte dos portugueses e registram que a antiga Vila de Cimbres, hoje uma aldeia xukuru, foi palco de conflitos entre os Xukuru e os colonizadores. Muitas aldeias foram extintas e as terras logo registradas em nome de fazendeiros.</p><p>A crença na natureza sagrada é outra característica importante desse povo. É nos terreiros distribuídos nesse território que os rituais religiosos são realizados e constituem o espaço de contato com os caboclos e encantados. O toré se destaca nesse contexto como a principal manifestação do sistema cosmológico xukuru.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 20:50:58 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombo Pitanga dos Palmares</title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539464779</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1: Língua: Português</p><p><br/></p><p>Documento 2: População: 162 pessoas.</p><p><br/></p><p>Com 854,2 hectares, o quilombo Pitanga dos Palmares é o lar de 289 famílias na cidade de&nbsp;Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.&nbsp;&nbsp;O quilombo teve repercussão nacional após a líder quilombola e ialorixá, Mãe Bernadete Pacífico, ser&nbsp;morta a tiros dentro de casa.o quilombo é um local ancestral.&nbsp;Conforme detalhou a CONAQ, a área começou a ser povoada no século XIX, quando um grande latifúndio que existia na região faliu. Sem ter para onde ir, os ex-trabalhadores se estabeleceram no local, que até hoje é uma área de proteção ambiental. As artesãs fazem itens com a piaçava e bordadeiras que produzem peças em ponto de cruz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 21:17:28 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombo da Liberdade</title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539470179</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1: Língua: predominantemente português brasileiro.</p><p><br></p><p>Documento 2: Sua população é estimada em cerca de 160 mil habitantes, sendo majoritariamente negra e com forte influência cultural e religiosa de origem africana.</p><p><br></p><p>O Quilombo da Liberdade, localizado em São Luís, Maranhão,&nbsp;é reconhecido como o maior quilombo urbano do Brasil e da América Latina.&nbsp;O Quilombo da Liberdade não é apenas um espaço geográfico, mas também um território de resistência e preservação cultural.&nbsp;A comunidade local tem trabalhado para mudar a percepção sobre o bairro, antes associado à violência, promovendo a rota turística&nbsp;Quilombo Cultural de São Luís.&nbsp;O Quilombo da Liberdade é um exemplo de como comunidades quilombolas podem manter suas tradições e ao mesmo tempo se integrar ao ambiente urbano, contribuindo para a riqueza cultural e econômica da região.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 21:40:23 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombo dos palmares</title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539474299</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Documento 1: Principal língua era o Kimbundo,</strong></p><p><strong>uma mistura de português com línguas africanas trazidos pelos escravizados de Angola. </strong></p><p><br/></p><p><strong>Documento 2: No seu auge sua população chegou a 20 mil habitantes.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>O Quilombo dos Palmares foi uma comunidade de pessoas fugitivas da escravidão durante o período do Brasil Colônia. Fundado no final da década de 1590 e localizado na Serra da Barriga, na então capitania de Pernambuco( atual município de União dos Palmares, Alagoas), atingiu seu auge na década de 1690, quando sua população variou entre 11 mil e 20 mil habitantes, o maior quilombo da história do Brasil. Foi destruído em 1694 e seu líder, Zumbi dos Palmares, foi morto no ano seguinte em uma emboscada.</strong></p><p><strong>O Quilombo dos Palmares se tornou um dos maiores símbolos da resistência à escravidão no Brasil.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 22:01:12 UTC</pubDate>
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         <title>Pataxó Hã-Hã-Hãe</title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539491029</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1<strong>: </strong>As línguas das várias etnias compreendidas sob o etnônimo Pataxó Hãhãhãe não estão mais operativas, salvo por vocábulos lexicais, atualmente falam português.</p><p><br/></p><p>Documento 2<strong>: </strong>A população da RI Caramuru-Paraguaçu compreendia, em 2005, 2.147 indivíduos, sendo 1.139 homens e 1.008 mulheres. Já os habitantes da Fazenda Baiana somavam 72 pessoas (33 homens e 39 mulheres). Os dois conjuntos populacionais totalizavam 2.219 pessoas.</p><p><br/></p><p>Em sua totalidade, os índios conhecidos sob o etnônimo englobante <em>Pataxó Hãhãhãe</em> abarcam, hoje, as etnias Baenã, Pataxó Hãhãhãe, Kamakã, Tupinambá, Kariri-Sapuyá e Gueren. Habitantes da região sul da Bahia, o histórico do contato desses grupos com os não-indígenas se caracterizou por expropriações, deslocamentos forçados, transmissão de doenças e assassinatos. A terra que lhes foi reservada pelo Estado em 1926 foi invadida e em grande parte convertida em fazendas particulares. Apenas a partir da década de 1980 teve início um lento e tortuoso processo de retomada dessas terras, cujo desfecho parece ainda longe, permanecendo a Reserva <em>sub-judice</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 23:18:30 UTC</pubDate>
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         <title>Potiguara</title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539501408</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1<strong>: </strong>&nbsp;Os Potiguara fazem parte dos povos da família linguística Tupi. Hoje, falam o português e estão revitalizando o Tupi Potiguara.</p><p><br></p><p>Documento 2<strong>: </strong>17 mil pessoas em três municípios (Baía da Traição, Marcação e Rio Tinto).</p><p><br></p><p>Povo guerreiro, da terra de Acajutibiró, os Potiguara constituem um grande exemplo de luta entre os povos indígenas no Nordeste brasileiro. Sua história de contato com a sociedade não indígena remonta ao início da colonização. Hoje, procuram manter o vigor de sua identidade étnica por meio do reaprendizado da língua Tupi-Guarani, do complexo ritual do Toré, da circulação de dádivas nas festas de São Miguel e de Nossa Senhora dos Prazeres, na produção dos idiomas simbólicos do sangue e da terra e na produção cultural dentro da prática do turismo étnico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 23:53:39 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombo Ipiranga</title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539507055</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1<strong>: </strong>Principal língua português</p><p><br/></p><p>Documento 2<strong>: </strong>Lá moram 137 famílias, mas quantidade de pessoas exata não é definida.</p><p><br/></p><p>O Quilombo Ipiranga, localizado no município de Conde, Paraíba, é uma comunidade quilombola que há mais de 200 anos mantém a cultura, as tradições e a autonomia econômica de seus habitantes. Formado inicialmente por sete famílias, entre elas a ancestral de Ana Lúcia do Nascimento, conhecida como Mestra Ana do Coco, o quilombo é hoje lar de 137 famílias. Com agricultura familiar e artesanato como principais fontes de renda, o Quilombo Ipiranga destaca-se pela força de sua cultura, pela produção sustentável e pela autonomia feminina na comunidade. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 00:10:34 UTC</pubDate>
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         <title> Quilombo Quingoma </title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539510429</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Documento 1: Sua língua é Ioruba.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Documento 2: População: Aproximadamente 3.500 pessoas.</strong></p><p><br/></p><p>Trabalhavam como escravos nos engenhos de cana-de-açúcar. O quilombo recebeu o título de Território Iorubá, reconhecendo sua ancestralidade africana. Símbolo de resistência da população negra, o<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/quingomaquilombo/"><strong> Quilombo Quingoma</strong></a>, reconhecido como um dos mais antigos do Brasil, com registros de atividades que remontam a 1569, localizado em Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador (RMS), sofre com diversas situações de violência, racismo e injustiças ambientais.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 00:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>Kiriri</title>
         <author>lizpacifico</author>
         <link>https://padlet.com/lizpacifico/b1z1opgauhsrrqmn/wish/3539523253</link>
         <description><![CDATA[<p>Documento 1<strong>: </strong>Falam hoje apenas o Português, embora utilizem esporadicamente alguns fragmentos do dialeto Kipeá. </p><p><br></p><p>Documento 2<strong>: </strong>População<strong>: </strong>Cerca de 3mil pessoas.</p><p><br></p><p>Kiriri é um vocábulo tupi que significa povo "calado", "taciturno". Essa designação teria sido atribuída pelos Tupi da costa aos índios habitantes do sertão. O povo kiriri constitui hoje um grande exemplo de luta para outros povos indígenas localizados na região Nordeste do país. No espaço de quinze anos, eles se estruturaram politicamente e promoveram, em fins dos anos noventa do século passado, a extrusão de cerca de 1.200 não-índios incidentes na <a rel="nofollow" class="external text" href="https://terrasindigenas.org.br/pt-br/terras-indigenas/3732">Terra Indígena Kiriri</a>, homologada desde 1990. Sua economia é baseada na agricultura de mandioca, feijão e milho para consumo doméstico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 00:46:10 UTC</pubDate>
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