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      <title>Lê-me um conto dos que tens guardados... by Maria Braz</title>
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      <description>Histórias, fábulas e contos para o pré escolar e primeiro ciclo </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-05 23:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>A galinha Ruiva</title>
         <author>brazmaria2005</author>
         <link>https://padlet.com/brazmaria2005/b1ac1w9zao3blxn0/wish/3454421790</link>
         <description><![CDATA[<p>A galinha ruiva achou umas espigas de trigo. Ela chamou o gato. Ela chamou o ganso. Ela chamou o porco. A galinha ruiva disse:</p><p>&nbsp;</p><p>Quem me ajuda a semear o trigo?</p><p>– Eu não – disse o gato.</p><p>– Eu não – disse o ganso.</p><p>– Eu não – disse o porco.</p><p>Então semeio eu o trigo – disse a galinha ruiva. E a galinha ruiva semeou o trigo. O trigo cresceu. A galinha ruiva disse:</p><p>Quem me ajuda a ceifar o trigo?</p><p>– Eu não – disse o gato.</p><p>– Eu não – disse o ganso.</p><p>– Eu não – disse o porco.</p><p>Então ceifo eu o trigo – disse a galinha ruiva.</p><p>E a galinha ruiva ceifou o trigo e levou-o para o moinho. Depois de ter já o trigo moído e feito em boa farinha, a Galinha ruiva disse:</p><p>Quem me ajuda a fazer o pão?</p><p>– Eu não – disse o gato. – Eu não – disse o ganso. – Eu não – disse o porco.</p><p>Então faço eu o pão – disse a galinha ruiva. E a galinha ruiva amassou o pão, que ficou muito bem</p><p>amassado, e cozeu-o no forno, muito bem cozido. – Quem me ajuda a comer o pão?</p><p>O gato disse:</p><p>– Miau! Miau! Miau! Quero eu, quero eu, quero eu. O ganso disse:</p><p>&nbsp;– Quá! Quá! Quá! Quero eu, quero eu, quero eu!</p><p>O porco disse.</p><p>– Gurnin! Gurnin! Gurnin! Quero eu, quero eu, quero eu!</p><p>A galinha ruiva disse:</p><p>– Vocês não me ajudaram a semear o trigo. Vocês não me ajudaram a ceifar o trigo. Vocês não me ajudaram a fazer o pão. Pois então vocês não me ajudarão a comer o pão. Os meus pintainhos comerão o pão. E a galinha ruiva e os pintainhos comeram o pão.</p><p><strong>Quem não trabuca não manduca. Está contada a história. Está dada a lição.</strong></p><p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; FIM</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 15:43:38 UTC</pubDate>
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         <title>As fábulas são breves histórias alegóricas, geralmente protagonizadas por animais ou criaturas inanimadas falantes, que carregam uma moral ou um ensinamento.</title>
         <author>brazmaria2005</author>
         <link>https://padlet.com/brazmaria2005/b1ac1w9zao3blxn0/wish/3454490992</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 16:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>A Sopa da Pedra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brazmaria2005/b1ac1w9zao3blxn0/wish/3457352363</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Conta-se que um dado dia um monge se encontrou numa terra que desconhecia. Estava cheio de fome, mas não tinha qualquer dinheiro consigo. Pediu esmola aqui, ali, acolá, mas naquele triste dia ninguém estava interessado em ajudá-lo. Então, pegou numa qualquer pedra que viu no caminho e, aproximando-se de um popular que ainda não tinha interpelado antes, disse-lhe que estava a planear fazer uma sopa da pedra.</em></p><p><em>A expressão na cara do veraneante foi de grande confusão. "Sopa da pedra? Isso existe?" Por três vezes o monge lhe disse que sim, e por três vezes o homem se mostrou incrédulo. Então, o religioso ofereceu-se para cozinhar essa sopa, de forma a provar-lhe a completa veracidade da mesma. O homem, na maior das curiosidades, naturalmente que aceitou.</em></p><p><em>Então, o monge começou por aquecer uma panela com água e colocou a pedra no seu interior. Esperando alguns minutos, provou um pouco do caldo com uma colher de pau e disse "Hum... está muito boa, esta sopa que estou aqui a cozinhar, mas ficaria ainda melhor com um pouco de feijão." O homem deu-lhe o feijão. Minutos depois a cena repetiu-se - "Sabe o que ficaria fantástico aqui? Uma orelha de porco." Novamente, o homem concedeu-lhe esse sugestão. E assim se repetiram os pedidos, uma e outra vez, com o monge a pedir outros ingredientes - um pouco de chouriço, umas gramas de toucinho, cebolas e alho, umas batatinhas, fatias de pão, uma pitada de sal... e no final, o monge e o seu novo amigo deleitaram-se com um belo petisco!</em></p><p>&nbsp;</p><p>Esta lenda da origem da Sopa da Pedra partilha de um conjunto de elementos comuns em outras histórias de todo o mundo, em que ao abrigo da ideia de cozinhar uma sopa "impossível" uma personagem vai conseguindo os ingredientes para cozinhar um prato bem real. Porém, se a sopa da história é verdadeiramente deliciosa, quem quiser prová-la sairá parcialmente gorado - são poucos os restaurantes que hoje em dia a servem com a famosa pedra. Se poderá parecer algo pouco importante - "a pedra não se come, não é?!" - de um ponto de vista simbólico poderia colocar-se uma na beira do prato, em memória da sua origem lendária...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 13:29:32 UTC</pubDate>
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         <title>Histórias que ouvi contar</title>
         <author>brazmaria2005</author>
         <link>https://padlet.com/brazmaria2005/b1ac1w9zao3blxn0/wish/3457932174</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>“O menino e o lobo”</strong></p><p><br/></p><p>Um menino pastor cuidava das suas ovelhas perto de uma floresta escura não muito longe da aldeia. Ele achava a vida de pastor pasto muito aborrecida e monótona. Tudo o que ele podia fazer para se divertir era conversar com seu cão ou tocar sua flauta pastor.&nbsp;Um dia, enquanto observava as ovelhas e a floresta silenciosa, e pensou no que faria se visse um lobo, e pensou num plano para se divertir. O seu avô tinha- lhe dito para pedir ajuda caso um lobo atacasse o rebanho, que os aldeões o afugentariam.&nbsp; Embora o menino não tivesse visto nada que se parecesse com um lobo, ele correu em direção à aldeia gritando a plenos pulmões: “Lobo! Lobo!" Como ele esperava, os aldeões que ouviram o grito largaram o trabalho e correram muito excitados para o pasto.Mas quando lá chegaram, encontrara m o menino a rir da partida que lhes tinha pregado.&nbsp;Alguns dias depois, o menino pastor gritou novamente: “Lobo! Lobo!" Mais uma vez, os aldeões correram para ajudá-lo, apenas para serem ridicularizados novamente.</p><p>Aconteceu que numa noite, quando o sol estava a por-se atrás da floresta e as sombras se projetavam sobre o pasto, um lobo verdadeiro surgiu do mato e atacou uma ovelha. Aterrorizado, o menino correu em direção à aldeia gritando “Lobo! Lobo!" Mas embora os aldeões tenham ouvido o grito, não correram para ajudá-lo como antes. “Ele não nos enganar outra vez”, disseram eles. O lobo atacou e feriu muitas das ovelhas do menino e depois fugiu para a floresta. Não se brinca com coisas sérias!</p><p><br/></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; FIM</p><p><br/></p><p>Tradicional</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ririro.com/pt/">https://ririro.com/pt/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 22:48:36 UTC</pubDate>
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         <title>A Raposa e as Uvas</title>
         <author>brazmaria2005</author>
         <link>https://padlet.com/brazmaria2005/b1ac1w9zao3blxn0/wish/3458073062</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> A Raposa e as Uvas</strong></p><p>Numa manhã de outono, enquanto uma raposa descansava debaixo de uma plantação de uvas, viu alguns ramos de uva bonitas e maduras, diante dos seus olhos. Com desejo de comer algo refrescante e diferente do que estava acostumada, a raposa se levantou, ergueu as patas para pegar e comer as uvas.</p><p>O que a raposa não sabia era que os ramos das uvas estavam muito mais altos do que ela imaginava. Então, buscou um meio de alcançá-los. Pulou, pulou, mas seus dedos não conseguiam nem tocá-los.</p><p>Havia muitas uvas, mas a raposa não podia alcançá-las. Voltou a correr e a saltar outra vez, mas o salto foi curto. Ainda assim a raposa não se deu por vencida. Novamente <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://br.guiainfantil.com/materias/cultura-e-lazer/jogos/a-corrida-de-saco-jogo-e-brincadeira-para-criancas/">correu e saltou</a>, e nada. As uvas pareciam estar cada vez mais distantes e mais altas.&nbsp;</p><p>Cansada pelo esforço e se sentindo impossibilitada de conseguir alcançar as uvas, a raposa se convenceu de que era inútil repetir a tentativa. As uvas estavam muito altas e a raposa sentiu-se muito frustrada. Esgotada e resignada, a raposa decidiu desistir das uvas.</p><p>Quando a raposa estava quase retornando para o bosque se deu conta que um pássaro que voava por ali, tinha observado toda a cena e se sentiu envergonhada. Acreditando ter feito um papel ridículo para conseguir alcançar as uvas, a raposa se dirigiu ao pássaro e disse:</p><p>- Eu teria conseguido alcançar as uvas se elas estivessem maduras. Eu me enganei no começo, pensando que estavam maduras, mas quando me dei conta que ainda estavam verdes, desisti de alcançá-las. As uvas verdes não são um bom alimento para um paladar tão refinado como o meu.</p><p>E foi assim que a raposa seguiu o seu caminho, tentando se convencer de que não foi por falta de esforço que ela não tinha conseguido comer aquelas uvas deliciosas. E sim porque estavam verdes.</p><p><strong>FIM</strong></p><p><strong>Moral da história da 'A raposa e as uvas'</strong></p><p>Este texto original explica que não devemos desprezar nem criticar as coisas que não conseguimos conquistar.&nbsp;o vaidoso, ao não reconhecer suas próprias limitações, prefere dar desculpas para não sair derrotado. Ao não aceitar suas próprias limitações, o indivíduo perde a oportunidade de corrigir suas falhas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 00:41:39 UTC</pubDate>
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