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      <title>DANÇA INDÍGENA by </title>
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      <description>FEITO COM MUITA PESQUISA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-26 00:22:40 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>María Laura<br>Kuarup<br><br>No Brasil, uma das danças mais conhecidas e praticadas pelos índios é o Kuarup. Ele foi é um ritual celebrado pelos indígenas do Alto do Xingu, com a finalidade de fazer homenagens às pessoas mortas. Essa prática é fundamentada a partir da imagem de um deus chamado de Mawutzinin.&nbsp;<br><br>O Kuarup, em resumo, é uma dança que tem a finalidade de trazer aqueles que morreram à vida. No começo da celebração, os índios recebem com danças outros indígenas de outras aldeias. Após isso, eles cortam um troco chamado de Kuarup e nele são feitas decorações específicas.&nbsp;<br><br>Obs.: a dança indígena Kuarup tem vários estágios. Mas o final é marcado pela ação dos índios laçarem o tronco às águas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:51:14 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>tuanny&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>Kuarup&nbsp;<br><br></div><div>No Brasil, uma das danças mais conhecidas e praticadas pelos índios é o Kuarup. Ele foi é um ritual celebrado pelos indígenas do Alto do Xingu, com a finalidade de fazer homenagens às pessoas mortas. Essa prática é fundamentada a partir da imagem de um deus chamado de Mawutzinin.&nbsp;<br><br></div><div>O Kuarup, em resumo, é uma dança que tem a finalidade de trazer aqueles que morreram à vida. No começo da celebração, os índios recebem com danças outros indígenas de outras aldeias. Após isso, eles cortam um troco chamado de Kuarup e nele são feitas decorações específicas.&nbsp;<br><br></div><div>Obs.: a dança indígena Kuarup tem vários estágios. Mas o final é marcado pela ação dos índios laçarem o tronco às águas.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:51:19 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><strong>Kuarup</strong>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><strong>Karup</strong> ou <strong>Quarup</strong> é o nome de uma árvore sagrada e representa um ritual de reverência aos mortos. Essa dança vem dos índios do Alto Xingu, localizados no <a href="https://escolaeducacao.com.br/geografia-de-mato-grosso/">Mato Grosso</a>.<br><br></div><div>Pode-se pensar que por ser uma dança aos mortos essa seja uma dança melancólica, mas não! Essa dança é uma das mais alegres danças indígenas brasileiras.<br><br></div><div>O ritual tem como objetivo trazer os mortos à vida e tem várias etapas. A primeira é a recepção dos índios de outras aldeias. Após isso, se reúnem ao redor do tronco de Karup. Depois de outras etapas, os índios jogam o tronco nos rios.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;João Pedro Moraes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:51:45 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A Atiaru é uma dança indígena bastante conhecida. Ela é realizada a partir do entardecer e é composta por homens e mulheres. Dois índios iniciam a dança. Eles normalmente utilizam adereços, como: chocalhos nos tornozelos e cocares com penas, além de carregam em uma das mãos a flauta <em>yapuru</em>. Durante a dança, com o som de chocalhos, o índio coloca uma das mãos sobre o ombro do outro e desenvolve passos para a direita e esquerda.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Outro dois índios participam da dança, onde ficam sentados ao lado da cabana comunitária denominada de “<strong>maloca</strong>”. Os dois primeiros índios saem em direção a maloca acompanhados cada um, por uma índia. Elas, por sua vez, seguem com uma das mãos colocadas no ombro do parceiro. Os demais que participam dessa dança indígena executam o mesmo do ritual.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:51:55 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Não apenas o Kuarup, mas o toré também é visto como um dos rituais mais conhecidos. Essa dança está associada a união entre os índios da região nordeste do país e a cultura de diversos povos indígenas. A tabela abaixo apresenta nomes e os locais em que habitam.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:51:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>María Laura</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:52:02 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>tuanny&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>Cateretê&nbsp;<br><br></div><div>Cateretê é uma dança do folclore brasileiro que teve origem da dança indígena. Nesse estilo, as performances são realizadas a partir da formação de duas filas, uma só de homens e a outra de mulheres. Ao som de palmas e bate-pés os dançarinos realizam a apresentação. O&nbsp; cateretê é muito conhecido nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:52:02 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><strong>Toré</strong>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>A <strong>dança Toré</strong> é popular entre os povos indígena do brasil e várias aldeias performam como ritual. Além disso, é considerado o símbolo de maior união e resistência entre os índios do <a href="https://escolaeducacao.com.br/regiao-nordeste/">Nordeste</a> brasileiro.<br><br></div><div>Os principais povos que realizam esse ritual são Kariri-xocó, Xukuru-kariri, Pankararú, Tuxá, (índios de Pernambuco) Pankararé, Geripancó, Kantaruré, Kiriri, Pataxó, Tupinambá, Tumbalalá, Pataxó Hã-hã-hãe, Wassu Cocal, entre outros.<br><br></div><div>É realizada em uma clareira, de forma que os índios façam um grande círculo. Então a dança se inicia e os índios dançam dando passos para o lado e o círculo vai rodando no próprio eixo.<br><br></div><div>A dança toda se realiza ao som de maracás, que são chocalhos tribais feitos a partir de uma cabaça oca, contendo grãos, sementes ou pedras em seu interior.</div><div><strong>4Kahê-Tuagê</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Joao Pedro Moraes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:52:33 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Jacundá</strong> é uma <strong>dança</strong> indígena e também do folclore brasileiro que é formada a partir da <strong>dança</strong> de roda. Para iniciar apresentação, as pessoas criam um círculo e dois dançarinos ficam no meio. A dupla ao mesmo tempo que <strong>dança</strong> no centro da roda, tenta sair dele. As pessoas que formam a roda não podem deixar a dupla sair.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Bruna Vasconcelos</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-07 19:53:23 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><strong>Atiaru</strong>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Esse ritual tem características espirituais, realizado para afastar maus espíritos e, com isso, atrair os bons.<br><br></div><div>A dança é feita próximo ao momento do pôr do sol e podem participar tanto homens, quanto mulheres. Os índios usam adereços como cocares de plumas, colares, pulseiras e chocalhos amarrados nos pés.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Joao Pedro Moraes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:53:27 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Julia Delamonica&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O Kuarup é um ritual de homenagem aos mortos ilustres, celebrado pelos povos indígenas da região do Xingu, no Brasil. O rito é centrado na figura de Mawutzinin, o demiuro e primeiro homem do mundo da sua mitologia. Kuarup também é o nome de uma madeira. Em sua origem, o Kuarup teria sido um rito que objetivava trazer os mortos de novo à vida.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Os troncos feitos da madeira “kuarup” são a representação concreta do espírito dos mortos. Corresponderia à cerimônia de finados, dos brancos. Entretanto, o Kuarup é uma festa alegre, onde cada um coloca a sua melhor vestimenta na pele.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:53:55 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:54:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>tuanny&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>Cururu&nbsp;<br><br></div><div>O cururu é outra dança de origem indígena e a performance abrange a participação exclusiva de homens. Os dançarinos formam duas filas indianas. A máxima da apresentação ocorre no momento em que chega o Divino e quando o cururueiro canta e faz saudações por conta da chegada dele. Esse estilo é típico das regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mas teve origem em São Paulo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:55:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Luiza Marques :Cateretê&nbsp; O Cateretê é uma dança do folclore brasileiro que teve origem da dança indígena. Nesse estilo, as performances são realizadas a partir da formação de duas filas, uma só de homens e a outra de mulheres. Ao som de palmas e bate-pés os dançarinos realizam a apresentação. O&nbsp; cateretê é muito conhecido nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-07 20:02:02 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Rita&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Dança da onça</div><div>É realizada pelos índios Bororo, no Mato Grosso. A dança da onça é uma representação do jovem índio que se tornou um bravo caçador e matou a onça com as próprias mãos.<br><br></div><div>O dançarino que representa alma da onça é coberto com pele desse animal e máscara de franjas de palmeira que disfarçam seus pés e mãos. Esse índio vai dançando, dando batidas de pés e pulos, sendo seguido pelo pajé e por toda a tribo .</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-07 20:18:42 UTC</pubDate>
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