<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO by Bruna Cristina Tomazeli</title>
      <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-29 09:48:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-29 22:20:51 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>SEJAM BEM-VINDOS QUERIDOS</title>
         <author>brunatomazeli</author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3429649484</link>
         <description><![CDATA[<p>Este é nosso mural do Padlet, aqui iremos realizar nossa primeira atividade avaliativa! </p><p>A tarefa devocês é simples: a paritr dos diálogos realizados em sala, bem como do documentário assistido, realize um posta uma reflexão, musica, indicação, artigo, livro, etc... algo que te mobilizou.</p><p><br></p><p>Ah, e não esqueçam de assinar!</p><p>O intuito é provocar reflezões, vocÊs estão livres para colaborar com a postagem do colega!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-29 09:52:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3429649484</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MINHA OPINIAO SOBRE O DOCUMENTARIO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3455959647</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3857101319/352d9bfbf30f4e4c3c68fc2ab9b27160/ESTRANHOS_NO_EXTERIOR__1_.pdf" />
         <pubDate>2025-05-18 20:07:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3455959647</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ESTRANHOS NO EXTERIOR, MAIORIDADE</title>
         <author>albadaiane</author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3456084840</link>
         <description><![CDATA[<p>É um documentário profundo que compara como cada diferente cultura identifica o processo de crescimento e a passagem da infância para a fase adulta. Ainda nesse quesito sobre comparações, é válido ressaltar como em algumas culturas é um verdadeiro rito de passagem, com cerimônias, circuncisões, ou até inserção de responsabilidades "adultas", como em outras sociedades esse processo acontece de forma gradual e tranquila, sem cerimonias ou ritos. Em sociedade tribais a passagem é marcada pelos convívios coletivos, nas ocidentais pela educação e assim por diante. É interessante que a própria autora menciona que o conceito de "adolescência problemática" é na verdade uma construção social ocidental, já que em culturas em que as responsabilidades são inseridas desde cedo, essa transição acaba se tornando menos turbulenta. </p><p>Também é importante pensar que em cada sociedade existe uma distinção de gênero em que esses processos são marcados de formas diferentes para meninos e meninas, as expectativas são diferentes. </p><p>A autora reforça a ideia de que a sociedade moderna deveria pensar e aplicar formas mais saudáveis e conscientes de transição, sem gerar tantos conflitos como geralmente acontece. </p><p>Eu achei de forma geral um documentário fundamental para entender como a cultura molda o desenvolvimento humano, e também para levantar um questionamento se a adolescência é de fato uma ideia universal. </p><p><br/></p><p>Aluna: Daiane de Lucas Alba.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-19 00:06:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3456084840</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Estranhos no exterior por Margaret Mead :</title>
         <author>sidihkastro2000</author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3457514621</link>
         <description><![CDATA[<p>Acredito que esse documentário foi uma abertura para nossas mentes, algo antes nunca pensado, visto ou refletido. Vivemos nossa vida normalmente sem perceber que tudo que vivemos hoje  foi amplamente estudado e pesquisado por alguém até dar realmente certo. No documentário de Margaret Mead, é retratado a vida de pessoas em uma aldeia distante e sem comunicação com outras pessoas, e nesse lugar é possível vivenciar uma vida totalmente diferente, lá as coisas aconteciam ao natural. Mead pode vivenciar como se relacionavam em sociedade, como criavam e educavam seus filhos e também sobre a sexualidade dessas pessoas. Esse documentário se transformou em uma homenagem para Margaret Mead, por mostrar seu olhar de empatia para com essas pessoas, de como se é preciso isso, tanto que eles criaram um grande afeto por ela. Algo que me marcou muito nesse documentário foi no final, quando um dos aldeões retrata que quando descobriu que Mead havia falecido tinha chorado durante dias e noites. Acredito que temos vários caminhos que podem ser seguidos, basta termos o olhar empático que Mead teve com esses aldeões, por que nem tudo precisa ser feito exatamente como todo mundo faz, o jeito que os moradores de Samoa viviam também estava correto, do jeito que eles pensavam ser.</p><p>Discente : Sidinéia Kuntz Castro</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-19 15:28:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3457514621</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no exterior</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459330361</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário assistido foi muito válido e deixou uma mensagem clara, só é possível falar da vida do outro quem permite se colocar no mesmo lugar que ele. Nada adianta estar municiado de opiniões acerca da vida e costumes de uma sociedade sem ter convivido nela ou com as pessoas que estão nela inseridas. </p><p><br/></p><p>Padrões podem ser alterados, porém dentro da realidade de cada um, e não é o fato de se ter menos recursos que não há nada de bom que possa ser compartilhado. Qualquer que seja a comunidade, sempre há saberes valiosos a serem compartilhados e que podem ser inseridos de uma forma ou outra dentro de culturas distintas, pois na verdade fazemos parte de uma grande comunidade global.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/99/Margaret_Mead_1977_%C2%A9Lynn_Gilbert.jpg" />
         <pubDate>2025-05-20 13:19:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459330361</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior: Maioridade</title>
         <author>karenlupauli0</author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459897936</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistir a esse documentário me fez pensar muito sobre como a gente costuma achar que tudo que vivemos é “normal” ou “natural”. Margaret Mead mostra justamente o contrário: muita coisa que parece certa ou óbvia pra nós é, na verdade, resultado da cultura em que a gente cresceu.</p><p>O mais interessante foi ver como, em outras culturas, a adolescência pode ser vivida de forma bem mais leve do que a gente costuma ver por aqui. Isso me fez refletir sobre como as pressões, os conflitos e até o jeito que a gente lida com as emoções são ensinados, e não simplesmente parte da natureza humana.</p><p>Além disso, a coragem da Mead em sair pelo mundo, numa época em que poucas mulheres faziam isso, é super inspiradora. Ela não só foi atrás de entender outras formas de viver, como também questionou os padrões da própria sociedade onde nasceu.</p><p>O documentário é um convite pra olhar o outro com mais curiosidade e menos julgamento e, também, pra olhar pra gente mesmo com mais consciência sobre o que a gente carrega porque aprendeu, e não porque “é assim&nbsp;e&nbsp;pronto”.</p><p>Aluna: Karen Luana Pauli</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-20 21:12:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459897936</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459908125</link>
         <description><![CDATA[<p>O conteúdo retratado no documentário é de imenso valor histórico, principalmente por ser o primeiro estudo feito em ilhas tribais realmente aprofundado, acho  importante Margaret Mead ter entrado na sociedade dos povos como uma moradora, pois ela construiu sua casa e participou das atividades da aldeia como uma integrante, porém sempre com seu caderno, anotando, como foi mostrado. Retrata-se profundamente a diferença da rotina de crianças e adolescentes que ali vivem ao ser comparada com sociedades de ''primeiro mundo'', como aquela em que Mead cresceu. Pode-se perceber a inserção desde muito cedo das crianças dentro da sociedade, elas acompanham as atividades do dia a dia, ajudando os mais velhos, e esse costume se perdura pelo resto de suas vidas. </p><p>Um ponto que me chamou atenção foi a diferença na aldeia durante e pós a guerra, vemos como os adolescentes, ao terem contato com costumes ocidentais adquiriram para si, o que as vezes tenha sido avassalador futuramente para aquela vila que foi usada como porto, pois vai ter uma mudança brusca em seus costumes para os filhos dos pais que vivenciaram aquela situação. </p><p>De maneira geral, o documentário abre os olhos de todos ao desconhecido e deveria ser assistido pelo menos uma vez na vida por todos, para conhecermos a diferença na sociedade somente pelo jeito de organização do povo como um todo naquele ambiente, que aos olhos do restante do mundo era tão pouco desenvolvido, mas que nos fascina com seu modo de existir. </p><p><br/></p><p>Aluna: Gabriela Eduarda Schmitt Ruedel</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-20 21:28:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459908125</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Documentário de Margareth Mead</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459953078</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistir ao documentário sobre Margaret Mead foi uma experiência que me fez pensar muito. O que mais me marcou foi a coragem dela de sair dos padrões da época e ir até Samoa, buscando entender outras formas de viver, especialmente sobre adolescência e sexualidade. Em vez de julgar, ela escutava. Isso, por si só, já é raro, até nos dias de hoje.</p><p>O que Mead descobriu por lá foi surpreendente: os adolescentes em Samoa viviam essa fase da vida de forma muito mais leve do que os jovens do Ocidente, sem tanta pressão ou repressão. Isso fez ela levantar uma questão importante: será que o que achamos “normal” é mesmo natural, ou só costume? Esse tipo de reflexão ainda incomoda muita gente hoje, o que mostra como o trabalho dela continua atual.</p><p>Achei muito interessante como ela usava a antropologia para fazer a gente repensar nossas certezas. Mead não foi só uma estudiosa, mas uma provocadora no melhor sentido, e o documentário mostra isso muito bem. No fundo, ela nos lembra que existem muitas formas de ser humano, e todas merecem ser ouvidas&nbsp;e&nbsp;respeitadas.                                     Att: Darliny Picoli</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-20 22:47:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459953078</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459979676</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário de Margaret Mead apresenta uma análise das diferenças culturais na criação e no comportamento das crianças em diferentes países. Mead explora como as práticas de educação, valores e expectativas variam de uma cultura para outra, influenciando o desenvolvimento emocional e social das crianças. Ela destaca que muitas das nossas ideias sobre o que é "normal" ou "adequado" são culturalmente construídas, e que a diversidade dessas práticas pode oferecer insights valiosos sobre a formação da personalidade e o crescimento infantil. O documentário incentiva uma reflexão sobre como o ambiente cultural molda as crianças e a importância de compreender essas diferenças para promover uma educação mais empática e inclusiva.</p><p>O documentário me fez pensar bastante sobre como as experiências de vida e o ambiente influenciam o comportamento das pessoas. Ele mostrou de uma forma bem clara como fatores sociais, culturais e emocionais podem moldar quem somos. Acho que foi uma oportunidade legal de entender melhor a complexidade da mente humana e a importância de olhar para o indivíduo de uma forma mais holística. Foi uma experiência que me motivou a aprender mais sobre o funcionamento da mente e a importância de compreender o contexto de cada pessoa.</p><p>Aluna: Maria Luiza Alves</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3869888858/10c1d7dd2125b24c6c6885e2bf4d3727/Margaret_Mead.jpg" />
         <pubDate>2025-05-20 23:26:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459979676</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior: Maioridade - Margaret Mead</title>
         <author>heloisanb25</author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459986488</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário retrata a trajetória intelectual e pessoal de Margaret Mead, destacando seu trabalho inovador na área da antropologia cultural e seu impacto no entendimento psicológico do desenvolvimento humano. A obra é centrada principalmente em sua experiência em Samoa, realizada na década de 1920, quando ainda era uma jovem pesquisadora. Margaret viajou até a ilha com o intuito de estudar o comportamento das adolescentes samoanas e compreender como a cultura influencia a transição da infância para a vida adulta.</p><p>Durante o período de sua viagem, Mead observou que as jovens daquela sociedade vivenciavam a adolescência de forma mais tranquila e harmoniosa do que as adolescentes ocidentais. Esse contraste levou-a a questionar a visão da psicologia da época, que via a adolescência como uma fase marcada por conflitos, crises de identidade e instabilidade emocional. A conclusão foi que esses traços ditos são produtos das pressões sociais e culturais presentes em determinadas sociedades.</p><p>É evidente que Margaret Mead foi uma figura que desafiou convenções tanto dentro da ciência quanto na sociedade em geral. Sua abordagem ousada e humanista ajudou a transformar não apenas a antropologia, mas também o modo como a psicologia compreende o ser humano em sua diversidade cultural. A ideia de que a adolescência, o comportamento e os valores são moldados pelas práticas e crenças de cada sociedade, permanece como uma das principais contribuições de seu legado.</p><p><br/></p><p>Aluna: Heloisa Niedermaier </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-20 23:35:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459986488</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Margaret Mead</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459996677</link>
         <description><![CDATA[<p>Margaret Mead nos mostrou que ninguém nasce com um jeito "certo" de ser, aprendemos a pensar, sentir e agir ao longo da transição do crescimento infantil para a fase adulta e de acordo com a cultura em que crescemos. Ela demonstrou que os papéis de homem e mulher mudam de lugar para lugar, e que isso não é algo fixo ou natural. Também entendeu que, ao estudar outras culturas, os pesquisadores deixam marcas e que isso precisa ser feito com responsabilidade.</p><p>Mais do que dados, Mead valorizava as conexões humanas, o respeito pelas diferenças e além de tudo ela possuía um olhar sensível para todos. Seu trabalho nos ensina que, ao tentar entender o outro, também aprendemos mais sobre quem somos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3869945190/450c33eeca7d5dd58005a303f0086794/IMG_5708.webp" />
         <pubDate>2025-05-20 23:44:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3459996677</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ESTRANHOS NO EXTERIOR - MAIORIDADE, Margaret Mead.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460017180</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>"Mais do que estudar culturas, Margaret Mead as sentiu com o coração."</strong></p><p>O que mais me tocou no documentário foi o conhecimento que Margaret adquiriu vivendo com outras culturas, além do legado que deixou para a ciência e para as famílias que a acolheram. Sua rotina exigiu coragem, adaptação e empatia — mas, acima de tudo, <strong>ela entregava afeto. </strong>Foi uma troca profunda. Ela não apenas observava, <strong>ela se conectava.</strong></p><p><br></p><p><em>"As crianças devem ser ensinadas a pensar, não o que pensar."</em> — Margaret Mead.</p><p><br></p><p>Aluna: Thalya Fantini Magro</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3869973367/105320583422c6331823da9d5ac67257/Mead.jpg" />
         <pubDate>2025-05-21 00:00:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460017180</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior: Maioridade( Margareth Mead)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460024793</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistir ao documentário <em>“Estranhos no Exterior: Maioridade”</em> foi uma experiência muito enriquecedora, principalmente por apresentar a história e o trabalho da antropóloga <strong>Margaret Mead</strong>, que foi uma das figuras mais influentes da antropologia do século XX. O principal objetivo desse documentário foi mostrar como a <strong>Margaret Mead </strong>por meio de seu trabalho de campo nas ilhas do Pacífico Sul,&nbsp;especialmente em Samoa, revolucionou a forma como entendemos a cultura, o comportamento humano e a passagem da juventude para a vida adulta.&nbsp;</p><p>Ao decorrer do documentário podemos perceber como Margaret Mead desafiou ideias tradicionais e eurocêntricas sobre o desenvolvimento humano. Ela questionou o conceito de que a adolescência, como vivida no Ocidente, era uma experiência universal. Através de suas observações entre os povos samoanos, Mead identificou que os jovens daquela cultura passavam pela adolescência de maneira muito mais tranquila, sem os conflitos e ansiedades comuns entre os adolescentes ocidentais. Isso nos mostra como o comportamento humano é moldado muito pelo nosso convívio ao redor, nossa cultura e como vivemos.&nbsp;</p><p>O documentário também trouxe outra abordagem de Mead sobre o <strong>relativismo cultural, </strong>que é uma ideia de que cada cultura deve ser compreendida em seus próprios termos, e não julgada a partir dos valores de outra. Mead acreditava que o contato com outras culturas nos ajuda a refletir criticamente sobre a nossa própria sociedade. Essa abordagem me trouxe que nós precisamos entender que os comportamentos e valores das pessoas não são fixos ou "naturais", mas sim aprendidos e construídos dentro de um ambiente cultural específico.&nbsp;</p><p>Uma parte que me chamou muita atenção no documentário foi como ele mostra a força e a coragem de <strong>Margaret Mead</strong> como mulher cientista, numa época em que poucas mulheres tinham espaço ou reconhecimento na ciência. Mesmo assim, ela foi para o campo sozinha, enfrentando desafios culturais e sociais, o que mostra não só determinação, mas também uma sensibilidade única ao observar e entender o comportamento humano. O mais bonito é que ela não guardava esse conhecimento só para os especialistas, ela tinha a habilidade de <strong>comunicar de forma clara e acessível</strong>, o que tornava sua pesquisa transformadora e próxima das pessoas.&nbsp;</p><p>Outra coisa que aprendi com o documentário é que Mead não se limitava a estudar os outros de forma distante ou superior. Ela <strong>refletia sobre seu próprio olhar</strong>, se questionava, e entendia que não podia impor seus valores às culturas que estava estudando. Isso, para mim, como estudante de Psicologia iniciando essa jornada, reforça a importância de praticar a <strong>empatia</strong>, a <strong>escuta ativa</strong> e a <strong>humildade intelectual</strong>. Esses são princípios que quero levar comigo, tanto para a vida quanto para a futura prática profissional.&nbsp;</p><p>Aluna: Gabriela Letícia Schneider &nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 00:06:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460024793</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior: Maioridade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460073542</link>
         <description><![CDATA[<p>“Estranhos no Exterior” é uma série passada na década de oitenta, composta por 6 episódios. Dirigida por André Singer e retrata especificamente sobre as experiências de diferentes antropólogos que viveram entre povos indígenas. O episódio “Maioridade” contém 53 minutos e 25 segundos que contam parte da vida, trabalho e obra da antropóloga Margaret Mead em Samoa. <br>O objetivo de Mead, concentrava-se em estudar o psicológico da juventude primitiva para a civilização ocidental, compreendendo como a adolescência pode ser caótica e questionando se é sempre tumultuosa. Logo de início, o narrador apresenta um evento cotidiano que ocorre em diversos lugares do mundo, a colação de grau. Acompanhada dessa ação, somos convidados a refletir acerca do olhar de estranheza que atribuímos em relação a costumes que não são nossos, esquecendo-nos de que, muitas de nossas tradições, podem também serem encaradas com esquisitice por outros povos. Ou seja, nos força a confrontar uma questão fundamental: até que ponto nossos conceitos de normalidade, são realmente universais?<br>A profissional adota um método interessante, que faz com que ela participasse das vivências, não se tornando uma espectadora fria, mas sim, alguém que tentava se sentir “por dentro” daquilo que se observava de fora, e é aí que o episódio se torna especialmente relevante, pois não hesita&nbsp; em mostrar os limites e as controvérsias de suas interpretações. Há um certo desconforto&nbsp; ao perceber que suas leituras sobre a juventude samoana ou os papeis de gênero em Nova Guiné, embora inovadoras, também podem ter sido atravessadas por idealizações ou generalizações apressadas. Vale ressaltar que, a análise não está apenas sobre os “outros povos”, mas também sobre como os ocidentais constroem sua identidade a partir do contraste com o que julgam “primitivo”.<br>Além disso, lembro de citarmos em sala sobre a adolescência americana e como ela é conturbada e destoa em partes da adolescência samoana, então segue aqui uma indicação de filme: “Thirteen” dirigido por Catherine Hardwicke.</p><p><br/></p><p>Aluna: Érika Chiesa Barbieri</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3869836408/e665ec6c874aba60c42b40c6c190e525/How_Margaret_Mead_became_a_hate_figure_for_conservatives___Aeon_Essays.jpg" />
         <pubDate>2025-05-21 00:32:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460073542</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no exterior</title>
         <author>nonamez</author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460088825</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário retrata o trabalho de campo de Margaret Mead de Samoa a Nova Guiné, suas observações inovadoras sobre adolescência, papeis de gênero e cultura chocaram as suposições ocidentais sobre o desenvolvimento humano. O filme entrelaça imagens de arquivo, entrevistas e trechos dos escritos de Mead para destacar tanto suas ousadas inovações metodológicas quanto às controvérsias subsequentes.</p><p><br></p><p>O filme ilustra o ponto de partida do relativismo cultural de Mead: comportamentos que podem ser percebidos como “naturais” em uma cultura provavelmente são completamente construídos pelas normas da cultura. Ao comparar a adolescência norte-americana com a juventude samonense, Mead foi capaz de demonstrar as marcantes diferenças nas relações sexuais, estruturas familiares e rituais de passagem.</p><p><br></p><p>Nos segmentos de Bangka e Nova Guiné, Mead expande seu trabalho posterior “sexo e temperamento”, demonstrando como as comunidades socializam meninos e meninas em papeis de gênero marcadamente diferentes e como esses papeis, por sua vez, moldam a personalidade e a estrutura social.</p><p><br></p><p>O filme não se abstém de criticar a abordagem de Mead, considerando a relação que ele mantinha com os informantes, a sua utilização testemunhal, assim como a ética das consequências culturais e socioculturais que isso implicava. O filme estabelece um pacto de pensamento que os antropólogos fazem entre o dentro e o fora.</p><p><br></p><p>As entrevistas com os antropólogos contemporâneos, entre eles a filha de Mead, Mary Catherine Bateson, são exemplos de como a ênfase de Mead na observação participante mudou a antropologia. Os antropólogos contemporâneos também questionam, porém, se suas conclusões sobre a "felicidade" na Samoa na adolescência foram conclusões simplistas ou interpretativas mal apropriadas.</p><p><br></p><p>Além disso, inconscientemente, o documentário acaba mostrando como as pessoas de culturas ocidentais se enxergam, sempre falando de si mesmos com grande orgulho e de forma um tanto soberba. Isso demonstra parte da cultura ocidental, essa visão de ser “superior”, de achar culturas diferentes “ultrapassadas”.</p><p><br></p><p>Em conclusão, o documentário sobre Mead  não fornece só um retrato profundo e crítico da carreira antropológica de Mead, mas também uma reflexão acerca dos limites e possibilidades da própria antropologia.</p><p><br></p><p>Acho que uma música que tenha um pouco de relação com o tema, principalmente com a parte em que as pessoas de culturas ocidentais acabam se enxergando como superiores, vendo as próprias culturas e religiões como certas e as que devem ser seguidas, é “Exu nas escolas” de Elza Soares e Edgar.</p><p>Outra música que da pra relacionar, ainda falando sobre essa parte da cultura, é "Born stubborn" da banda Sepultura </p><p><br></p><p>Aluna: Luiza Walker S. Dos Prazeres</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 00:39:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460088825</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRIANÇAS NO EXTERIOR: MAIORIDADE POR MARGARET MEAD</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460094146</link>
         <description><![CDATA[<p>Margaret Mead, foi, e é uma das mais influentes antropólogas do século XX, e ficou muito conhecida por esse documentário que tem imenso valor histórico. Ele ilustra como a transição para a vida adulta é tratada de forma mais natural, nesses lugares os papéis sociais são aprendidos desde cedo, e os jovens passam aos poucos a ter responsabilidades adultas, marcadas por diferentes rituais. Diferentes de sociedades industrializadas que a maioridade é marcada pelos 18 anos, mas socialmente e economicamente jovens e adultos continuam dependentes de seus pais, indecisos com suas próprias identidades e papéis sociais. A minha  percepção e oque mais achei interessante foi ver como a adolescência é tratada de certa forma mais leve em outras culturas, oque nos mostra que nem tudo que achamos ser natural, de fato seja, na verdade somos apenas moldados pelas pessoas que convivemos e vivencias que experimentamos ao decorrer de nossa vida.</p><p>Tudo isso, me fez refletir sobre como de certa forma os jovens se sentem alienados em questão de não pertencer mais a infância e também não ser acolhido na fase em que está, eles se sentem "estranhos" dentro da própria cultura, e oque mais chama a atenção é a forma como isso ainda é muito presente em nosso meio, ainda se tem muito esse sentimento de não pertencer, manifestado pela ansiedade, dificuldades de escolhas a longo prazo e sentem que não tem um propósito em suas vidas. Um exemplo de tudo isso são os adultos de 30 anos que moram ou dependem completamente de seus pais, e também a dependência de tecnologia como forma de fuga. Achei uma crítica sutil mas, profunda. Margaret nos mostra a visão dela de que não podemos impor nossa realidade aos outros, devemos apenas entender e respeitar. Para mim, isso reforça muito a empatia e que devemos ser ambíguos, princípios que quero levar tanto para minha carreira, quanto para a vida pessoal. </p><p>Gabriella Silveira Rockenbach Hantt</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 00:42:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460094146</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no exterior: maioridade Margaret Mead.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460225752</link>
         <description><![CDATA[<p>Referente ao o que eu achei interessante sobre o documentário foi o fato de Mead sempre retratar de maneira respeitosa a cultura de cada local em que ela visitava! Por mais que o mundo de Margaret fosse totalmente diferente ela se dispôs a olhar o mundo na visão do outro e aprender suas culturas sem julgamentos, ela se tornou alguém importante para cada um dos indivíduos que visitou e deixou um marco mesmo após a sua morte. Foi comentado em aula que diante da cultura deles era comum que crianças e adolescentes amadurecerem mais rápido do que deveriam, pois tinham responsabilidades e deveres a serem cumpridos, assim como era comum que as meninas se relacionassem com homens mais velhos. Mas algo que achei interessante também, que foi algo comentado pela própria Mead, foi a amamentação feminina na gravidez! Margaret passou a amamentar sua filha com os seios após ver as outras mães fazendo, e ela achou isso algo incrível por mais que hoje em dia isso seja normal para nós. Margaret foi uma excelente antropóloga e fez um papel incrível enquanto vida.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3870462196/a166338985a1119e8b6a5bf004c12f47/80f748d4bd6cc0f9ce763d2b09d83300.jpg" />
         <pubDate>2025-05-21 01:43:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460225752</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior: parte da vida, trabalho e obra de Margaret Mead.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460482938</link>
         <description><![CDATA[<p> "Maioridade”  é o quinto episódio de uma série documental chamado “Estranhos no Exterior” e é um relato de parte da vida, trabalho e obra de Margaret Mead, na Ilha de Tau arquipélago de Samoa e na Aldeia Pere, na Ilha de Manus, na costa setentrional da Nova Guiné, onde a antropóloga norte-americana, explora as complexidades enfrentadas por indivíduos que atingem a maioridade enquanto vivem em ambientes culturais e sociais remotos.</p><p> O mesmo, conta com falas e vivências pessoais destes povos, oferecendo uma visão autêntica dos desafios enfrentados por eles nessa fase, assim como expõe várias perspectivas, incluindo diferentes culturas e contextos, o que enriquece a discussão, nos fazendo refletir sobre o preconceito internalizado ao nos depararmos com uma cultura diferente da nossa. </p><p> Mead adota uma abordagem participativa, ou seja, ela aprende e estuda os costumes participando dos mesmos, além de ter optado por aprender a linguagem local e não apenas ensinar sua própria língua e costumes, e por meio dessa abordagem, a antropóloga pode vivenciar o que antes era apenas observado. </p><p> Entretanto, apesar do trabalho revolucionário de Margaret, muitas vezes o documentário, acaba por ignorar pontos importantes, bem como contar com falas narrativas (mesmo que não propositalmente) generalizadas e até mesmo preconceituosas, o que em suma, é um reflexo pleno da visão limitada (muitas vezes devido ao choque cultural), o que acaba por retratar certos povos como “primitivos”, os fazendo ter suas vivências e individualidades invalidadas.  </p><p> Mas, na minha opinião, "Estranhos no Exterior: Maioridade" é um documentário muito interessante, com uma notoriedade merecida e muito enriquecedor para o conhecimento, com tudo, é necessário considerar suas limitações devido sua época de publicação.</p><p><br/></p><p> Uma recomendação pessoal de um filme que aborda uma visão interessante sobre a transição para a maioridade, é o filme do Studio Ghibli “O Serviço de Entregas da Kiki “ que, apesar de ser uma animação, traz boas reflexões mesmo que de forma mais lúdica.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aluna: Letícia Makowski da Rosa</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 03:40:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3460482938</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranho no exterior</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461169003</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário nos mostra como a antropóloga Margaret Mead estudou diferentes culturas, especificamente a adolescência, sexualidade, papeis de gênero como uma mulher e como um homem agem e quais são suas responsabilidades dentro da sua sociedade e a cultura de cada povo. Ela fez esse estudo se inserindo em seus costumes tradições e linguagem ela vivia como um deles, tanto que conseguimos ver na parte do documentaria quando um homes de uma dessas ilhas que ela estudou recebeu a noticia de seu falecimento, ele conta como todos ficaram abalados e se reuniram na casa onde Margaret ficava e choraram por dias juntos, eles consideravam ela um deles. Em uma dessas pesquisar ela teve um grande contato com as adolescentes, seu objetivo era ver se a passagem da adolescência para a vida adulta era diferente dependendo da cultura ou não, assim ela percebeu que na sociedade de Samoa que foi a que ela exerceu essa pesquisa as adolescentes de lá tinham uma passagem por se dizer mais leve do que as adolescentes dos Estados Unidos da época que era uma passagem mais "perturbada", as meninas de Samoa dês de novas estavam inseridas na comunidade, a sexualidade é um assunto tratado com leveza e naturalidade, já na américa era "é" um Tabu. </p><p>Assim podemos disse que o trabalho de Margaret fez muita gente repensar ideias sobre comportamento, sexualidade e juventude, como pode mudar de cultura para cultura.</p><p><br/></p><p>Aluna: Dandara de Carvalho</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 11:25:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461169003</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Extranhos no exterior - Margaret Mead</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461192308</link>
         <description><![CDATA[<p>Mostra como ela foi uma das primeiras antropólogas a ir a campo sozinha. O que mais chamou a atenção foi como ela percebeu que a adolescência samoana era bem mais tranquila do que a americana, sem tantos conflitos e crises. Ela concluiu que muitos dos comportamentos que a gente acha “naturais” na juventude são, na verdade, resultado da cultura em que a pessoa vive.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Ass: Gisele Paula Degasperi</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 11:47:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461192308</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior: Maioridade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461222837</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma coisa que me chamou atenção em relação ao documentário, foi como ele retratou de forma imersiva, com relatos das próprias pessoas que participaram desse estudo de Margaret, e suas experiências com ela, mostrando como ela participava da comunidade, realizava as atividades, e também estava sempre com um caderninho anotando tudo.</p><p>Também me chamou atenção como Margaret retratou essas pessoas, que por muito tempo eram vistas como selvagens e primitivas, desumanizando os mesmos, Margaret trouxe uma visão diferente, desmitificando o termos usados, trazendo uma visão mais sociocultural e apropriada, retirando a visão euro centrista, e opressiva.</p><p>Margaret também após seus estudos visitava a ilha, não participando tão ativamente das atividades, por conta de sua idade, mas estando presente fora de sua figura antropóloga, e uma de suas falas me chamou atenção, "È muito importante que na nova geração, os jovens que aprenderam a falar inglês e foram estudar, em seu retorno eles devem trazer novos costumes, sem esquecer os costumes de seus antepassados. Se vocês esquecerem de seus avós e bisavós, onde eles viviam e oque eles faziam, vocês serão um povo sem terra sob seus pés", falando sobre a importância da cultura e de suas tradições, e de como o legado de cada cultura é subjetivo e essencial para cada povos.</p><p><br></p><p>Ass: Fernanda Soares Burin</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3873123535/76c0156f1923d32355d3b3675743e7c3/image.png" />
         <pubDate>2025-05-21 12:15:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461222837</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no exterior </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461294627</link>
         <description><![CDATA[<p>     O documentário <em>Estranhos no Exterior</em> mostra a vida e o trabalho da antropóloga Margaret Mead, uma das pesquisadoras mais importantes do século XX. O episódio conta como ela viajou para lugares distantes, como a ilha de Samoa, para entender como as pessoas vivem, pensam e se comportam em outras culturas.</p><p>Margaret Mead ficou famosa por estudar a adolescência em Samoa e comparar com os jovens nos Estados Unidos. Ela percebeu que muitos dos problemas que os adolescentes enfrentam não são naturais ou universais, mas sim causados pela cultura e sociedade em que vivem. Ou seja, o jeito que as pessoas crescem, amam ou se comportam muda de acordo com o lugar onde vivem.</p><p>O documentário mostra como Mead foi corajosa ao falar sobre assuntos delicados como sexualidade e o papel da mulher, em uma época em que isso era pouco discutido. Também mostra como ela acreditava que a antropologia (o estudo das culturas) podia ajudar as pessoas a entenderem melhor umas às outras e a respeitar as diferenças.</p><p>       Margaret Mead critica fortemente os valores da sociedade americana, especialmente em relação à repressão sexual, à rigidez dos papéis de gênero e à forma como os jovens são tratados. Ela diz que a sociedade ocidental vê a adolescência como uma fase difícil e problemática, mas que isso não é natural é construído por normas sociais que causam conflito.</p><p>   Margaret Mead não só compartilha suas pesquisas, mas também reflete de forma crítica sobre seu próprio papel como antropóloga, sobre os erros da sociedade ocidental e sobre os limites da ciência. Suas críticas mostram que ela não queria apenas estudar culturas diferentes queria também transformar a forma como o mundo se entende.</p><p>Aluna: Stefanie Pelissari</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3873516327/551358fc8a3146e89fd30e62d9fa043b/margarete.jpg" />
         <pubDate>2025-05-21 13:11:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461294627</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no Exterior - Margaret Mead</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461335088</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário Crianças no Exterior: Maioridade, de Margaret Mead, me fez refletir profundamente sobre a importância de vivenciar uma cultura antes de julgá-la. Percebi que é muito limitado olhar para outras realidades apenas a partir da nossa própria perspectiva, sem considerar o contexto em que elas existem. A obra de Mead mostra como o contato direto, a imersão e a experiência prática são essenciais para compreender verdadeiramente os valores, comportamentos e tradições de um povo. Observar à distância pode nos levar a críticas superficiais e preconceituosas. Só ao viver de fato aquela realidade conseguimos sentir o que ela representa para quem faz parte dela. Isso me fez pensar no quanto precisamos desenvolver mais empatia e abertura ao conhecer culturas diferentes da nossa. Um tema central é como cada cultura define e celebra a transição da infância para a vida adulta. Em algumas sociedades, há cerimônias marcantes, enquanto em outras, esse processo é mais gradual. Isso mostra que a ideia de "maioridade" não é universal, mas culturalmente construída. Um ponto polêmico, mas importante, que Mead aborda é como a sexualidade é tratada em diferentes culturas. Em algumas, é algo natural, conversado abertamente com os jovens; em outras, é cercada de silêncio e repressão. Isso desafia as normas ocidentais e nos leva a pensar sobre como construímos nossas ideias de certo e errado.</p><p>Izabella Giovanna Borghetti Benis </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3873725361/d4c1e92e7c593852aec9c8162b1c6385/image.png" />
         <pubDate>2025-05-21 13:37:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461335088</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARGARETH MEAD</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461709490</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário “Estranhos no Exterior: Maioridade” conta a história da Margaret Mead, Ele mostra como ela foi até Samoa, para estudar como os jovens de lá viviam a adolescência. Ela percebeu que, diferente do que acontecia nos Estados Unidos e na Europa, os adolescentes de lá passavam por essa fase de maneira mais tranquila, sem tantos conflitos ou crises, principalmente em relação à sexualidade.</p><p>Tambem fala bastante sobre como essa descoberta chocou muita gente na época, porque colocou a ideia de que certos comportamentos eram “naturais”. Mead defendia que muita coisa na nossa forma de ser vem da cultura, e não da nossa “natureza”. O documentário também mostra como ela foi uma das primeiras a usar a observação direta, vivendo junto com os povos que estudava. Além de tambem abordar sobre a vida amorosa de Margareth, o documentário deixa claro que o trabalho dela foi super importante para mudar a maneira como a gente entende cultura, adolescência e comportamento humano. Também fala um pouco sobre como ela foi uma mulher super à frente do seu tempo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3874977941/368c69d4bfb0a83f54fb887bac67c17c/margareth_mead.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-21 18:31:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461709490</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A cultura molda do ser humano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461799886</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Achei um documento extremamente relevante que trata de temas pouco discutidos na nossa sociedade contemporânea, como a sexualidade das mulheres, sua interação com o ambiente onde vivem, entre outros. Um aspecto que me chamou a atenção foi a forma como o documento trata da cultura dos povos e como isso afeta diariamente o seu desenvolvimento. Isso me proporcionou uma perspectiva diferente sobre a minha própria formação e como a cultura na qual estou inserido, mesmo que de forma indireta, moldou a minha percepção do mundo. Um exemplo disso é a canção de Carmen Miranda "Disseram Que Voltei Americanizada", onde ela declara que, mesmo após um longo período em outra cultura, ainda está imersa na sua própria. O conhecimento que podemos obter ao observar e aprender outras culturas é inestimável, mas nunca devemos esquecer a cultura onde fomos criados. "Quem não possui cultura vive o presente sem raízes&nbsp;com o seu passado."</p><p><br/></p><p>Aluno: Kauan Bellé Sopran </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 20:13:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461799886</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no exterior</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461809181</link>
         <description><![CDATA[<p>O título Estranhos no Exterior não se refere apenas a eles sendo estrangeiros em terras distantes. Fala também da sensação universal de estranhamento que sentimos quando nos deparamos com o "outro" — com aquilo que é diferente de nós. E, aos poucos, o documentário nos mostra que, ao olhar para o outro com respeito e empatia, também aprendemos mais sobre&nbsp;nós&nbsp;mesmos.</p><p>O documentário ilustra a evolução da antropologia, provoca reflexão ao apresentar as metodologias e as conclusões desses antropólogos, a série convida o espectador a pensar sobre as complexidades das culturas humanas, as relações de poder no campo da pesquisa e as próprias noções de "normalidade" e "estranheza", além de ser um recurso didático valioso.</p><p><br/></p><p>aluna: Emmilly de Pieri</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 20:25:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461809181</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Margaret Mead </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461820189</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3875455344/582a1a738c3cc6ea79d8a9864ab0dc7a/Mapa_mental_com_setas_b_sico_colorido.png" />
         <pubDate>2025-05-21 20:41:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461820189</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no exterior: Maioridade.                         Margareth Mead  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461839146</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse documentário a gente se percebe muito como a cultura nos defini , muitas vezes achamos que as pessoas fazem isso aquilo vivem assim ou agem de tal forma pq ela é assim mas nesse documentário percebo que não é bem assim a gente é muito moldado por quem convivemos e aonde convivemos. A nossa cultura nos influencia muito e esse documentário deixa bem claro eu acho que Margareth quando fez esse documentário tinha essa intenção nos mostrar que as pessoas não são totalmente livres na verdade ninguém é todos nós somos moldados pela nossa cultura e por algo que acreditamos estar certo e será que estamos mesmos? Será que não é ilusão pensar isso Margareth foi pra lugares bem destintos e nos mostrou isso , Por isso muitas vezes antes de dizer que algo está certo ou errado devemos estar no lugar das pessoas pra gente poder entender, bom eu pensei sobre isso nesse documentário, ah e como a cultura das mulheres na época que foi feito o vídeo é diferente das nossas e nem por isso elas estão erradas pois elas foram ensinadas daquela forma é como pra nós 1+1=2 .</p><p><br/></p><p><strong>Nome: Raquel Carolina Motta</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 21:09:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461839146</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no interior</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461873649</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário foi muito interessante e faz a gente pensar sobre as outras culturas e o pouco conhecimento que temos sobre isso. O fato de uma pessoa ter ido para um local diferente e estudar sobre as outras culturas, as crianças e como é a vivência de cada ser humano que é diferente de nós, ou que talvez tenha características parecidas mas em ambientes diferentes, é algo extraordinário.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 22:09:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461873649</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ESTRANHOS NO EXTERIOR: MAIORIDADE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461877605</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de assistir ao documentário Estranhos no Exterior: Maioridade, focado na vida e obra de Margaret Mead, fiquei com sentimentos mistos. Por um lado, é inegável que ela foi uma figura importante para a antropologia e fez coisas que pouca gente teria coragem de fazer na época — especialmente como mulher pesquisadora em sociedades tão diferentes da dela. Mas, por outro lado, algumas ideias dela me pareceram meio forçadas ou idealizadas demais.</p><p><br></p><p>Um exemplo claro disso é quando ela fala da adolescência em Samoa, dizendo que lá os jovens vivem essa fase sem os conflitos que existem no Ocidente. Isso me soou meio ingênuo. Toda sociedade tem suas tensões, e não dá pra acreditar que adolescentes em Samoa não passavam por crises, dúvidas ou dificuldades só porque a cultura era diferente. Me parece que Mead foi pra lá já com uma ideia na cabeça e tentou encaixar tudo no que ela queria provar. Isso, pra mim, é perigoso porque enfraquece o valor do estudo.</p><p><br></p><p>Outra coisa que me incomodou foi o jeito como o documentário quase não mostra as críticas que ela recebeu. Não estou dizendo que tudo o que ela fez está errado, mas seria mais honesto mostrar que houve controvérsia, como o caso do Derek Freeman, que discordou da visão dela sobre Samoa. Acho que isso enriqueceria a discussão em vez de colocar a Mead quase como uma heroína infalível.</p><p><br></p><p>Além disso, mesmo sem querer, às vezes senti que ela olhava para as culturas que estudava de um jeito meio “de cima”. Tipo, tentando explicar o comportamento das pessoas como se elas fossem diferentes, mas sempre dentro de um modelo ocidental de análise. Isso me faz pensar: será que ela realmente entendeu essas culturas do jeito que elas se entendem, ou será que estava traduzindo tudo pro olhar dela?</p><p><br></p><p>No fim, o documentário é interessante e importante, mas como estudante, acho essencial assistir com um olhar crítico. Mead abriu caminhos, sem dúvida, mas isso não significa que tudo o que ela disse ou escreveu deve ser aceito sem questionar. A antropologia, como qualquer ciência, precisa de debate — e isso inclui reconhecer que até os grandes nomes podem errar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://en.wikisource.org/wiki/Coming_of_Age_in_Samoa" />
         <pubDate>2025-05-21 22:17:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461877605</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461882831</link>
         <description><![CDATA[<p>Mapa mental estranhos no exterior !</p><p>Meu mapa mental e sobre a autora desse documentário.</p><p>Meu comentário sobre tal como a cultura  se molda conforme o tempo como mostra no documentário.</p><p>Rayane moreira </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3875707734/e12a6be5187b13af8c1d391595757991/trabalho_profe_bruna.png" />
         <pubDate>2025-05-21 22:26:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461882831</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estranhos no exterior - Maioridade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461895764</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário <em>Estranhos no Exterior: Maioridade</em> oferece uma visão aprofundada sobre o trabalho de campo de Margaret Mead em Samoa, destacando como suas observações desafiaram as concepções ocidentais sobre a adolescência. Ao contrário da visão tradicional que a via como um período de crise e conflito, Mead descobriu que, em Samoa, a adolescência era uma fase tranquila e integrada à vida comunitária. Essa constatação levantou questões fundamentais sobre a influência da cultura na formação do indivíduo.</p><p>Mead observou que, em Samoa, a adolescência era caracterizada por uma integração harmoniosa dos jovens à sociedade, sem os conflitos típicos observados em culturas ocidentais. Ela sugeriu que as dificuldades enfrentadas pelos adolescentes em sociedades ocidentais poderiam ser mais atribuídas às estruturas culturais e sociais do que a fatores biológicos universais. Essa perspectiva desafiava a ideia de que a adolescência era uma fase universalmente difícil e indicava que a cultura desempenha um papel relevante na formação da identidade e no desenvolvimento psicológico.</p><p>Além disso, o documentário destaca a contribuição de Mead para a antropologia visual, especialmente em sua pesquisa em Bali, onde utilizou a fotografia para documentar o comportamento infantil e as práticas culturais. Essa abordagem permitiu uma compreensão mais profunda de como a cultura influencia o desenvolvimento da personalidade e das relações sociais.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-21 22:49:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3461895764</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Documentário “Estranhos no Interior”</title>
         <author>andressagabrielbonavigo</author>
         <link>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3462037078</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário "Estranhos no Exterior” relata a trajetória de Margaret Mead, com o intuito de entender culturas diferentes e questionar normas ocidentais. </p><p>Ela queria entender como os adolescentes da Ilha de Samoa viviam e como suas experiências se diferenciavam das dos adolescentes americanos. Ela concluiu que a transição para a vida adulta era mais tranquila em Samoa devido à cultura mais aberta e permissiva, o que contrastava com a repressão sexual e emocional presente no Ocidente.</p><p>Esse documentário nós convida a refletir sobre como nossa cultura molda nossos valores e comportamento e sobre nossas próprias percepções culturais,  nos encorajando a abraçar a diversidade e a buscar um entendimento mais profundo das experiências humanas.</p><p><strong><sub>Aluna: Andressa Gabriel Bonavigo</sub></strong></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/661558310/70a4d69166f2ae542e42e3f78723344a/7c1f62ac_3f63_4203_93e1_ce91fb61b85b.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-22 00:43:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunatomazeli/b0mlogoe6xkd0ql/wish/3462037078</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
