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      <title>Desafios para a valorização do trabalho doméstico no Brasil by Ellen Miranda</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-28 20:39:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-26 20:08:54 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Orientações da atividade </title>
         <author>mirandaellen1807</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá estudantes, </p><p><br/></p><p>Nessa atividade vocês irão treinar os moldes da dissertação argumentativa de uma forma diferente. </p><p><br/></p><p>1 - Vídeos: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/_d_n-z3s8Lo?feature=shared">https://youtu.be/_d_n-z3s8Lo?feature=shared</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/VfLYSuPD0aw?feature=shared">https://youtu.be/VfLYSuPD0aw?feature=shared</a></p><p><br/></p><p>2- Após assistirem os vídeos na íntegra, escrevam sua opinião sobre a temática "<strong>Desafios para a valorização do trabalho doméstico no Brasil"</strong>. </p><ul><li><p>Façam uma tese clara </p></li><li><p>Utilizem argumentos para convencer o leitor da sua opinião </p></li><li><p>Se apropriem dos exemplos utilizados no vídeo para embasar a sua argumentação. </p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 20:46:17 UTC</pubDate>
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         <title>A desvalorização da mulher preta no mercado de trabalho.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>É válido dizer que no primeiro vídeo vemos uma poetisa contando a dificuldade de arrumar uma oportunidade de trabalho que não seja um emprego inferior. Pode se observar no vídeo que a poetisa é negra. Ela afirmando que a escravidão não acabou só se modernizou (que as mulher negras que trabalham como doméstica e serviços gerais são as novas escravas dos dias atuais) estudos apontam que o número de mulheres negras que atuam como empregada doméstica é de 79,6%.já no segundo vídeo vemos que se trata de um artigo, de uma ativista que luta pelo direito das mulher negras no mercado de trabalho. Vemos que os dois vídeos abordam o tema de mulheres negras no mercado de trabalho. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 18:10:16 UTC</pubDate>
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         <title>Redação: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<p>O filme “Que horas ela volta?” retrata o reencontro entre mãe e filha, uma empregada doméstica e uma estudante, após anos de separação. A obra retrata de forma escancarada a desigualdade sofrida pelas empregadas domésticas no Brasil, que são exploradas em seus ambientes de trabalho e não recebem devido reconhecimento por seus serviços prestados. Esses fatores decorrem da herança escravagista e pensamento misógino que perduram na sociedade, ocasionando na invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher.</p><p>A colonização portuguesa no Brasil deixou inúmeras marcas, mas a principal delas foi o racismo. A partir disso é possível analisar as relações interpessoais presentes na sociedade e percebe-se que pessoas negras, em especial mulheres, são vítimas de uma terrível segregação que os destina a uma vida de trabalho servil. Isso decorre da herança escravagista que faz parte da história do país e subjuga esse grupo a condições de trabalho precárias.</p><p>Esse fator é agravado pelo comportamento misógino da sociedade, que define que mulheres, em especial mulheres pretas, são seres inferiores que têm a função de servir. Segundo a escritora Bell Hooks “ser oprimido significa a ausência de escolhas”, logo pode-se supor que muitas mulheres recorrem ao trabalho de cuidado como forma de sustento apesar das condições que, muitas vezes, são análogas a escravidão por conta da falta de oportunidades e encorajamento.</p><p>Portanto, pode-se concluir que a inviabilização do trabalho de cuidado é um problema sociocultural que afeta diversas áreas da sociedade. Cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério do Trabalho, investir em políticas públicas que visam a segurança da mulher no ambiente profissional. Através da implementação de cursos em áreas periféricas é possível alcançar um maior público de mulheres pobres e incentivá-las a reivindicar seus direitos e assim dar fim a esse sistema que inviabiliza as prestadoras de serviço de cuidado.</p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 21:15:31 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios para a valorização do trabalho doméstico no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>   O trabalho doméstico é fundamental para manter o bom funcionamento da sociedade em que vivemos. Mas, ainda nos dias de hoje, esse trabalho de alta importância não é reconhecido como um trabalho digno e muitas das vezes não é respeitado, tendo em vista que frequentemente não é remunerado de forma justa. Esse problema não afeta apenas os envolvidos, mas sim a sociedade como um todo.</p><p>   Um dos principais desafios para a valorização do trabalho doméstico no Brasil é o modo como muitas pessoas ainda enxergam os lugares que uma mulher (especialmente uma mulher negra) pertence. Como a Preta Rara mencionou em seu vídeo, a escravidão ela não acabou, apenas se atualizou, onde a "senzala moderna é o quartinho da empregada" e os patrões muitas vezes acreditam em um serviço hereditário, onde a família dos seus empregados está predestinada a servir e somente servir, devendo estar satisfeita e até feliz com essa condição.</p><p>   Em resumo, os desafios para a valorização do trabalho doméstico no Brasil exigem uma abordagem complexa. É fundamental que não apenas sejam criadas políticas públicas, mas também efetivamente aplicadas para proteger os direitos das empregadas domésticas e garantir que elas possam trabalhar em um ambiente mais humanizado e totalmente respeitoso. E assim vai se tornar possível reconhecer a importância do trabalho doméstico e promover uma sociedade mais justa para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 21:43:40 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios para a valorização do trabalho doméstico no Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mirandaellen1807/b06kxuw4ao3g1yjd/wish/3440356091</link>
         <description><![CDATA[<p>   Atualmente na sociedade brasileira, existem 6,08 milhões de empregados domésticos vivendo em situações análogas à escravidão. Havendo 79% de acordo com o DIESSE (2013) são mulheres negras em realidades hereditárias onde vivem em situações precárias, sem qualquer diretos básicos para convivência. </p><p>  No entanto muitas mulheres deixam de estudar jovens, por vezes não tendo condições de arcar com os estudos. E por isso acabam sendo enganadas, se sujeitam a trabalhos informais sem carteira assinada. Como o caso de Madalena, escrava desde os oito anos. Onde não tinha direito a férias, folgas e salário. </p><p>   Dentre as razões, com o avanço da internet se torna cada vez mais informal a contratação de empregados domésticos. Na página do Facebook “Eu empregada doméstica” expõe vagas absurdas reforçando situações análogas a escravidão. </p><p>   Havendo uma luta para a valorização do trabalho doméstico no Brasil, teria uma regulamentação melhor com a lei trabalhista dos empregados domésticos. Um piso salarial melhor e condições reforçadas de tratamento, uma exaltação de lei nº 14.831/2024 que propõe o bem estar mental garantindo. E nos deixa a reflexão sobre a valorização do trabalho doméstico no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 17:52:39 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios para a valorização do trabalho doméstico no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O trabalho doméstico no Brasil em sua maioria é executado por mulheres, negras e periféricas. Havendo uma grande descriminalização e preconceito com as mulheres.</p><p>O "trabalho doméstico" é apenas um novo nome para "escravização", onde o trabalhador, trabalha o dia todo, semanas e até meses para ganhar menos que um salário mínimo. Há muitos relatos de mulheres, domésticas, que relatam as condições desumanas e preconceituosas que seus patrões a submetem. </p><p>Em uma palestra da Preta Rara, uma professora, negra, periférica e ex-doméstica, foi falada a realidade das empregadas domésticas no Brasil, onde ela teve que ficar com vontade de fazer as suas necessidades básicas por 9 horas, pois o banheiro "das empregadas" estava em manutenção, algo totalmente desumano.</p><p>Em suma, a valorização do trabalho doméstico é baixa, pois ainda há muitos respingos da escravidão no Brasil, se tornando algo hereditário, tornando o nome "escravização" em um nome mais moderno como: "trabalho doméstico".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 20:08:53 UTC</pubDate>
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