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      <title>LIVERANI, Mario. Antigo Oriente: História, Sociedade e economia. São Paulo: Edusp, 2016. (Capítulo IV: A Revolução Urbana) by Diogo Brauna</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-22 21:32:44 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo: Amarilia, Ana Carolina, Carlos, Vanessa e Vinicius. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbrauna/aykb0vug5wvaydj6/wish/2970285168</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>O texto descreve a "revolução urbana" na Baixa Mesopotâmia, especialmente em Uruk, entre os períodos de Uruk Antigo e Uruk Tardio. Esta revolução foi caracterizada por um longo processo de desenvolvimento que culminou em mudanças significativas na sociedade, abrangendo aspectos demográficos, tecnológicos, socioeconômicos e ideológicos. A interação entre vários fatores, como a especialização do trabalho e a concentração urbana, impulsionou esse processo, criando uma nova organização social.</p><p><br/></p><p>A polarização entre produtores de alimentos e especialistas resultou na hierarquização das relações, com as aldeias tornando-se tributárias das cidades. Esse sistema facilitou a transferência de excedentes entre os produtores de alimentos e os especialistas, favorecendo estes últimos e gerando desequilíbrios nas relações internas da comunidade.</p><p><br/></p><p>Os especialistas, detentores de técnicas avançadas, tornaram-se a elite socioeconômica e política do Estado, concentrados em grandes organizações como templos e palácios. Essas estruturas não só serviram como centros administrativos e religiosos, mas também como locais de armazenamento e produção, representando o setor "público" preponderante nas cidades.</p><p><br/></p><p>A população foi dividida em dois grupos distintos: os especialistas, que trabalhavam para os palácios em troca de rações ou terras, e os produtores de alimentos. Esse sistema refletia uma nova ordem social e econômica, marcada pela centralização do poder e pela ascensão da elite especializada.</p><p>Em suma, a "revolução urbana" em Uruk foi um processo complexo que transformou radicalmente a sociedade, estabelecendo padrões que influenciariam toda a região do Antigo Oriente e definiriam sua fisionomia característica durante o período do Bronze.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 22:41:03 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro, Natalia, Ryan e João Lucas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto mostra a formação de um Estado proto estatal sendo composto por um Lider, força militar e uma cultura própria e possuindo como base uma política-religiosa, dividindo entre burocracia focado na gestão econômica e a parte religiosa foca a relação com as divindades, assim criando uma desigualdade socioeconômica. Alguns exemplos de proto-estados são: Porto Rico (Estados Unidos); Terras Indígenas do Brasil (Brasil); Estado Islâmico (Iraque, Síria, Afeganistão, Somália, Iêmen, Nigéria, Líbia, Moçambique); Kosovo (Sérvia); Entre outros.</p><p><br/></p><p>Segundo o texto, a formação do estado é conduzida a partir do núcleo dirigente, que tem o dever de assumir o poder da decisão e da organização central e de garantir a sobrevivência da população. Na formação do estado, estava presente a diversidade, que era tão visível, que era necessário trazer uma personalidade padrão convencer que a desproporção presente na civilização fosse necessária para o desenvolvimento da própria, e que a exploração estaria beneficiando os explorados. </p><p><br/></p><p>É muito citado no texto sobre o templo que era o centro da cidade, sua dimensão destacava-se em comparação aos outros edifícios, imponente e rico, todo o peso teórico ideológico parece cair sobre a existência do próprio templo, portanto o templo era de grande importância para a religião, para a figura do rei, um sumo sacerdote.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 23:13:35 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo: Jéssica Dias, Mirna Villela e Tatiane Dos Anjos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbrauna/aykb0vug5wvaydj6/wish/2970306348</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o grande fluxo de serviços e mercadorias, surgiu a necessidade de implementar um sistema de pesos e medidas mais ligados a lógica e a matemática. Embora já existissem medidas mais amparadas no olhometro e na opinião pessoal do mercador ( polegadas, pé, peso do asno) a falta de precisão impedia que tais métodos fossem usados em cálculos mais complexos. Na Mesopotâmia era utilizado o sistema sexagesimal (múltiplos de 6). Assim, a padronização foi aplicada, o "palmo" deveria ser igual para todos, um palmo "oficial" assim as trocas seriam equivalentes.</p><p>Durante a baixa Mesopotâmia foram desenvolvidos cálculos e conversões para medidas, criando uma padronização destes elementos, facilitando, principalmente, a economia. Várias dessas medidas utilizavam a natureza como base, as fazes da lua e a posição do sol são exemplos. Os elementos acabam por ser complementares, as mercadorias-padrão eram a cevada e a prata.</p><p>Segundo o tipo de trabalho as medidas das rações eram calculadas, referente ao trabalho,sexo e idade,para que se tenha um equilíbrio entre o alimento e o peso corporal.O trabalho e a avaliação sao padronizados em relação ao tempo empregado e a retribuição, levando a padronização dos próprios produtos.As produções em massa levam a padronização do conteúdo e seu valor.</p><p>Segundo o tipo de trabalho as medidas das rações eram calculadas, referente ao trabalho,sexo e idade,para que se tenha um equilíbrio entre o alimento e o peso corporal.O trabalho e a avaliação sao padronizados em relação ao tempo empregado e a retribuição, levando a padronização dos próprios <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://produtos.As">produtos.As</a> produções em massa levam a padronização do conteúdo e seu valor.</p><p>Um exemplo de padronização foi o caso das tigelas, que eram produzidas de maneira grosseira e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://r%C3%A1pida.As">rápida.As</a> exigências administrativa das grandes organizações produziram um cenário agrário sexagessimal, transformando uma realidade de infinitas variáveis individuais em algo que pode ser calculado, programado,racional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 23:21:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matheus Rezende, Lucas, Marcos, Kleber, Ivone,Iago, Bella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbrauna/aykb0vug5wvaydj6/wish/2970311826</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Conforme ocorreu a transição dos grupos nômades para sedentários, surgiram as primeiras cidades e, consequentemente, a escrita rudimentar, para melhor organização das cidades-estado. Esse período foi chamado de 'Revolução Urbana' e ocorreu principalmente no Crescente Fértil.Assim como na escrita, os selos e carimbos foram essencialmente um tipo de escrita e foram importantes, pois protegiam mercadorias, especiarias, gado, etc., permitindo saber a qual dono pertenciam.</p><p><br></p><p>A responsabilidade de usar selos assume um papel essencial no sistema de responsabilidades e legitimidade, colaborando para a administração e identificação adequada dos armazéns e de seus responsáveis.</p><p><br></p><p>Conforme a evolução das cidades-estado mesopotâmicas em questões artísticas, a arte estava intrinsecamente relacionada à religião. Estátuas, templos e outras construções estavam dedicadas aos deuses pagãos e seguiam modelos artísticos específicos. Além disso, a escrita desempenhava um papel importante nessa relação, como evidenciado pelos zigurates, estruturas religiosas em forma de pirâmide adornadas com inscrições em honra aos deuses. Esses elementos demonstram como a arte e a escrita estavam intimamente ligadas à esfera religiosa na antiga Mesopotâmia.</p><p><br></p><p>A criação de senhas numéricas envolve a escolha de uma sequência de números que servirá como chave de acesso a um sistema ou dispositivo, visando garantir sua segurança. Posteriormente, a substituição das senhas por códigos ou marcas pode ser implementada para aumentar ainda mais a segurança, transformando a senha numérica em uma sequência de caracteres mais complexa, como letras, números e símbolos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 23:30:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Clara, Davi, Esther, Mateus e Pedro. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbrauna/aykb0vug5wvaydj6/wish/2970315193</link>
         <description><![CDATA[<p>Pode-se afirmar que, as organizações da primeira urbanização, tiveram como individualidade a falta de um sistema próprio de escrita. Com o surgimento de um sistema de registros escritos, desencadeou a especialização do trabalho, sendo assim, foi possível a formação de organizações políticas e econômicas que estavam obscuras a outras sociedades.</p><p>Desta forma, é adotado, em primeira instância, o uso dos selos como forma de certificação e garantia de autenticidade. Os selos eram assinaturas que identificavam propriedade, poder e cargo. Sendo assim, com o passar dos anos, os selos foram sendo estilizados, adotando novas características como, formas, imagens e cenas, como: cenas ligadas ao trabalho e símbolos da comunidade, por exemplo: cenas agrícolas e da criação de animais, assim como a figura de super-heróis.</p><p>Com o desenvolvimento, os meios foram se aprimorando cada vez mais, e a partir dessa linha surge a origem da escrita, partindo da “cretula” que dava a descrição ao que havia sido marcado pelo selo. </p><p>A cretulae tinha sua definição de ter algo simbolizado com fins em vários aspectos, quando se refere a negociação, acordos e garantia de produtos.</p><p>Assim como também no âmbito de ser utilizado para códigos, gráficos, gravuras de sinais e contabilidade de bens materiais. A cretulae tem a identidade de reconhecer a impressão da origem do indivíduo que está o utilizando.</p><p>Com o desenvolvimento, os meios foram se aprimorando cada vez mais, e a partir dessa linha surge a origem da escrita, partindo da “cretula” que dava a descrição ao que havia sido marcado pelo selo. Com o aperfeiçoamento, surge a conexão entre o som e a escrita, por exemplo, escrever o nome de algo a partir da pronuncia da palavra. Com o tempo, já haviam logográficos feitos em tabuletas, a partir do uso de estiletes. Em geral, transcorreu-se um aperfeiçoamento da escrita, possibilitando a criação de registros concretos, que facilitaram a administração dos negócios da época.</p><p>Com o aperfeiçoamento, surge a conexão entre o som e a escrita, por exemplo, escrever o nome de algo a partir da pronuncia da palavra. Com o tempo, já haviam logográficos feitos em tabuletas, a partir do uso de estiletes. Em geral, transcorreu-se um aperfeiçoamento da escrita, possibilitando a criação de registros concretos, que facilitaram a administração dos negócios da época.</p><p>A invenção da escrita foi um acontecimento essencial na história da humanidade, pois ela permitiu a transmissão e a preservação do conhecimento ao longo das gerações. Com ela, foi possível registrar ideias, leis, histórias e descobertas, promovendo o desenvolvimento cultural, científico e social das civilizações. Além disso, a escrita facilitou a comunicação, o comércio e a organização política, contribuindo para o avanço e a compreensão das sociedades, como citado pelo autor Mario Liverani: "O lote de tabuletas administrativas pertencentes aos níveis IV-III de Eanna permitiram observar como as principais formas administrativas,  muito conhecidas posteriormente (e com muitos detalhes no período neossumério)...". Em resumo, a escrita é uma ferramenta indispensável para o progresso humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 23:35:27 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Graça, Rodney e Vitória </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbrauna/aykb0vug5wvaydj6/wish/2970316459</link>
         <description><![CDATA[<p>As regiões próximas aos rios Tigre e Eufrates eram pantanosas e muito distantes de qualquer matéria-prima que possibilitasse a agricultura, no entanto, na entitulada era do bronze, se iniciou a construção de canais que drenavam o excesso causado pelas cheias, estes localizados principalmente no golfo pércico. </p><p><br/></p><p>Paralelo a isso, houve um grande desenvolvimento da tecnologia agrícola. Irrigações com água em abundância resultou no aumentou da produção. Para o cultivo de solos mais profundos, criou-se uma ferramenta que seria usada durante toda a baixa Mesopotâmia: o arado-semeador, o que exige especialistas e uma reorganização da produção. </p><p><br/></p><p>Os assentamentos foram desenvolvidos em volto aos canais, sendo divididos de maneira hierárquica primeiro em dois e depois em três níveis (os das funções centralizadas, funções descentralizadas e a rede de administração).&nbsp; Isto possibilitou a divisão social criando periferia e deixando de ter caráter de aldeia para ter um caráter de cidade-capital. </p><p><br/></p><p>Com o tempo, a urbanização da baixa Mesopotâmia e o aumento populacional evidenciaram ainda mais a divisão social. Sendo as grandes construções arquitetônicas concentradas no centro e as periferia continua com as construções mais simples</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 23:37:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Urbanização: Ester, Diego, Marcelo, José Marcos, Julio e Nicolas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbrauna/aykb0vug5wvaydj6/wish/2970318471</link>
         <description><![CDATA[<p>Na região do Oriente Próximo começa a aflorar uma civilização que será conhecida como Sumérios, eles se assentavam em aldeias e pequenos povoados, mas entre os anos de 3.500 a.C. e 3200 a.C observamos um número crescente de habitantes no qual transformou a sociedade local, com o aumento de moradias, aldeias se transformaram em grandes cidades, contudo era necessário um excedente agrícola.</p><p><br></p><p>Um fato que definiu a sociedade Mesopotâmica foi a presença dos rios Tigres e Eufrates, os mesmos eram dependentes das inundações, mas caso não tivessem as técnicas necessárias, a colheita poderia ser totalmente devastada, o que ocasionaria fome nas aldeias e principalmente nas grandes metrópoles. Com as habilidades necessárias e o controle dos rios a partir dos diques, conseguiram se desenvolver e se especializar.</p><p><br></p><p>Com a especialização do trabalho houve uma estratificação das classes e sobre o que cada uma estaria responsável pelo bem comum da região. A partir disso houve o surgimento dos sacerdotes e de mais classes para a proteção dos interesses políticos e agrícolas, então para marcar essa divisão houve contrução de templos e palácios para demonstrar a sua diferença de poder para o restante da sociedade, com o aumento dos edifícios, da agricultura e a promoção da qualidade de vida da região, principalmente ao sul, em Ur, então vemos o começo do êxodo rural da população do norte em direção ao sul para Ur.</p><p><br></p><p>Com o êxodo rural da região norte, vemos um aumento demográfico nas zonas ao sul da Mesopotâmia, além das imigrações, a transformação cada vez mais complexas das grandes cidades, visto que seria necessária uma demanda maior demanda de alimentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 23:40:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Isabella Lima, Geovanna Gonçalves, Jenifer Amaral, Júlia Oliveira e Maria Eduarda Souza.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbrauna/aykb0vug5wvaydj6/wish/2970330731</link>
         <description><![CDATA[<p>A economia na Baixa Mesopotâmia transformou-se significativamente, do âmbito familiar, para um contexto mais abrangente, transparecendo sua complexidade.</p><p>Incorporaram em seu cotidiano medidas sistematizadas em um esquema homogêneo, a partir de unidades dispostas pela administração central, convertendo-se em cálculos mensuráveis para toda a aldeia. Algumas mercadorias assumiam um valor padronizado para que simplificasse a equivalência de outros produtos, aderiam como mercadoria-padrão principalmente a cevada e a prata. Também existiam medidas bases naturais, como o ano, o mês e o dia, havendo conversões a contar por outros fatores.</p><p>A quantidade de distribuição de rações – alimentos –, consideravam sexo e idade, eram diferentes para homens, mulheres e crianças. Estas rações eram servidas em tigelas padronizadas, produzidas em argila e em grande escala.</p><p>Por consequência das exigências administrativas, a contagem se transformou em um cenário grandioso, tornando-se cada vez mais sistêmicas para se adequarem as necessidades culturais daquele povo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 23:55:32 UTC</pubDate>
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