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      <title>Mural de Geografia by Alisson Silva</title>
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      <description>Grupo de José Vitor
(Componentes) - Ismael, Marcos, Jefferson, Jailton, Ana Clara, José Vitor, Alisson</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-18 20:50:29 UTC</pubDate>
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         <title>O sistema de produção capitalista</title>
         <author>vitoor_l_307</author>
         <link>https://padlet.com/alissonbr130/axjihvesk0er/wish/294618463</link>
         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/c73a8961d5292704601e392875ae9261.jpg" width="380" height="254"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div>Os sistemas de produção, ou modalidades produtivas, são estratégias tomadas no âmbito da administração de empresas para organizar a produção ou prestação de serviços. A aplicação de um modelo ou outro em massa pela sociedade resulta em efeitos diretamente sentidos na economia, na sociedade e também no espaço geográfico.<br><br></div><div>Os principais tipos de produção, que se aplicaram completamente nas cadeias produtivas industriais, mas que podem ser vistos em outras esferas da economia (e até fora dela), são: <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/taylorismo-fordismo.htm"><strong>taylorismo</strong></a>, <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/taylorismo-fordismo.htm"><strong>fordismo</strong></a> e <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/toyotismo.htm"><strong>toyotismo</strong></a>. <br>  <br> </div><div>Tipos de modos de produção</div><div>Modo de produção primitivo</div><div>Este modo de produção refere-se à uma formação econômica e social que abrange o período desde o surgimento da sociedade humana. Esse é o modo mais duradouro, pois existiu durante centenas de milhares de anos.</div><div>Neste caso, os homens trabalhavam em conjunto, deforma que os frutos deste trabalho eram propriedade de todos. Não existia ainda o conceito de propriedade privada dos meios de produção, ou ainda proprietários. As relações eram de amizade e ajuda, e também não existia o estado.</div><div>Modo de produção escravista</div><div>Neste caso, os meios de produção (terras e instrumentos de produção) e os escravos tinham um dono, o seu senhor. Considerado uma ferramenta, assim como os animais, os escravos trabalhavam para os senhores sem receber nada em troca. Esse modo de produção foi marcado pelo domínio e sujeição.</div><div>Um pequeno número de senhores explorava uma grande massa de escravos, sendo proprietários destes, além dos meios de produção e do produto, não dando direito nenhum dos escravos, que produziam os bens.</div><div>Modo de produção asiático</div><div>Predominante na China, Egito, Índia e África no século passado, o modo de produção asiático era uma cadeia de hierarquia. Os escravos eram forçados pelos camponeses, e estes, por sua vez, eram forçados pelo Estado a entregar tudo que era produzido.</div><div>Modo de produção feudal</div><div>O modo de produção feudal foi marcado pela relação senhores x servos. Os servos, apesar de não serem propriedade dos seus senhores, trabalhavam em troca de casa e comida, sempre um pouco para seus senhores e um pouco para si mesmos.</div><div>A exploração dos servos era cada vez maior, fazendo com que o rendimento da agricultura diminuísse. Além disso, o crescimento dos artesãos era impedido pelos regulamentos.</div><div>Modo de produção capitalista</div><div>Este modo, provavelmente o mais conhecido, é caracterizado pelas relações assalariadas de produção. Os meios de produção são propriedade privada da burguesia e o trabalho assalariado. Movido por lucros, esse modo é demarcado por duas classes sociais principais: a burguesia e o trabalhador.</div><div>Esse modo foi marcado por quatro etapas que serão explicadas a seguir.</div><ul><li>Pré-capitalismo: fase em que o modo de produção feudal ainda predomina, mas com relações capitalistas.</li><li>Capitalismo comercial: fase em que a maior parte dos lucros está concentrada nas mãos dos comerciantes. Torna-se mais comum o trabalho assalariado.</li><li>Capitalismo industrial: o capital passa a ser investido nas industrias, tornando essa a atividade econômica mais importante e tornando firme o trabalho assalariado.</li><li>Capitalismo financeiro: bancos e instituições financeiras controlam as demais atividades econômicas por meio de financiamentos. </li></ul><div><br> <figure class="attachment attachment--preview"><img src="null" width="260" height="194"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure> <br>Mais em :</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-18 21:20:59 UTC</pubDate>
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         <title>Os cinco maiores problemas ambientais do mundo e suas soluções</title>
         <author>alissonbr130</author>
         <link>https://padlet.com/alissonbr130/axjihvesk0er/wish/294619199</link>
         <description><![CDATA[<div>Poluição do ar, desmatamento, extinção de espécies, degradação do solo e superpopulação representam grandes ameaças, que devem ser resolvidas para que o planeta continue sendo um lar para todas as espécies.<br><br><strong>1. Poluição do ar e mudanças climáticas<br></strong><br><strong>O problema:</strong> a atmosfera e os oceanos estão sobrecarregados de carbono. O CO2 atmosférico absorve e reemite radiação infravermelha, o que faz com que o ar, os solos e as águas superficiais dos oceanos fiquem mais quentes –em princípio, isso é bom: o planeta estaria congelado se isso não acontecesse. Mas há muito carbono no ar.<br>A queima de combustíveis fósseis, o desmatamento para a agricultura e as atividades industriais aumentaram as concentrações atmosféricas de CO2 de 280 partes por milhão (ppm), há 200 anos, para cerca de 400 ppm. Isso é um aumento sem precedentes, tanto em escala quanto em velocidade.<br><strong>O resultado:</strong>  perturbações climáticas. O excesso de carbono é apenas uma forma de poluição do ar causada pela queima de carvão, petróleo, gás e lenha. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou recentemente que uma em cada nove mortes em 2012 está relacionada com doenças causadas por agentes cancerígenos e outros venenos presentes no ar.<br><strong>Soluções:</strong> substituir os combustíveis fósseis por energia renovável; reflorestamento; reduzir as emissões originadas pela agricultura; alterar processos industriais. A boa notícia é que a energia limpa é abundante – ela só precisa ser estimulada. Muitos afirmam que um futuro com 100% de energia renovável é possível com a tecnologia já existente<br>Mas há uma má notícia: embora a infraestrutura de energia renovável – painéis solares, turbinas eólicas e sistemas de armazenamento e distribuição de energia – esteja se tornando cada vez mais comum, barata e mais eficiente, especialistas dizem que essas tecnologias não estão sendo utilizadas no ritmo necessário para evitar uma ruptura climática catastrófica. Dificuldades políticas e financeiras ainda precisam ser superadas.<br><br><strong>2. Desmatamento</strong><br><br><strong>O problema:</strong>  florestas ricas em espécies estão sendo destruídas, especialmente nos trópicos, para muitas vezes abrir espaço para a criação de gado, plantações de soja ou de óleo de palma, ou para outras monoculturas agrícolas. Cerca de 30% da área terrestre do planeta é coberta por florestas – isso é cerca de metade do que existia antes de o início da agricultura, 11 mil anos atrás. Cerca de 7,3 milhões de hectares de floresta são destruídos a cada ano, principalmente nos trópicos.<br>Florestas tropicais costumavam cobrir cerca de 15% da área terrestre do planeta. Atualmente elas cobrem de 6% a 7%. Grande parte do que sobrou foi degradado pela derrubada de árvores ou queimadas. As florestas naturais não atuam apenas como reservas da biodiversidade, eles também são reservatórios, que mantêm o carbono fora da atmosfera e dos oceanos.<br><strong>Soluções:</strong>  conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de espécies arbóreas nativas. Isso exige um governo forte – só que muitos países tropicais ainda estão em desenvolvimento, têm populações crescentes, carecem de um Estado de Direito e sofrem com nepotismo generalizado e corrupção quando se trata do uso da terra.<br><br><strong>3. Extinção de espécies</strong><br><br><strong>O problema:</strong> em terra, animais selvagens estão sendo caçados até a extinção para a obtenção de carne, marfim ou para a produção de produto "medicinais". No mar, grandes barcos de pesca industrial, equipados com redes de arrastão ou de cerco, estão dizimando populações inteiras de peixes. A perda e a destruição de habitat também é um fator importante para a onda de extinção – algo sem precedentes se for considerado que ela está sendo causada por uma única espécie: os humanos.<br>A Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) de espécies ameaçadas continua a crescer. Espécies não apenas têm o direito de existir, elas também fornecem produtos e "serviços" essenciais para a sobrevivência humana. Um exemplo são as abelhas e seu trabalho de polinização, necessário para o cultivo de alimentos.<br><strong>Soluções:</strong> esforços conjuntos devem ser feitos para evitar a diminuição da biodiversidade. Proteger e recuperar habitats é apenas um lado da questão – combater a caça e a pesca ilegais e o comércio de vidas selvagens é outro. Isso deve ser feito em parceria com populações locais, para que a conservação da vida selvagem seja do seu interesse, tanto social como econômico.<br><br><strong>4. Degradação do solo</strong><br><br><strong>O problema:</strong>  a exploração excessiva das pastagens, as monoculturas, a erosão, a compactação do solo, a exposição excessiva a poluentes, a conversão de terras – a lista de maneiras como os solos estão sendo danificados é longa. Cerca de 12 milhões de hectares de terras agrícolas são degradados seriamente todos os anos, de acordo com estimativas da ONU.<br><strong>Soluções:</strong> há uma vasta gama de técnicas de conservação e restauração do solo, como plantio direto, rotação de culturas e a construção de "terraços" para controle da erosão pluvial. Considerando que a segurança alimentar depende da manutenção dos solos em boas condições, é provável que este desafio seja solucionado no longo prazo. Ainda é uma questão em aberto, porém, se isso vai beneficiar igualmente todas as pessoas ao redor do globo.<br><br><strong>5. Superpopulação<br></strong><br><strong>O problema:</strong> a população humana continua a crescer rapidamente em todo o mundo. A humanidade começou o século 20 com 1,6 bilhão de pessoas. Hoje são cerca de 7,5 bilhões. Estimativas indicam que a população mundial crescerá para quase 10 bilhões até 2050. A combinação de crescimento populacional com ascensão social está pressionando cada vez mais os recursos naturais essenciais, como a água. Grande parte desse crescimento está ocorrendo no continente africano e no sul e leste da Ásia.<br><strong>Soluções:</strong> a experiência tem mostrado que quando as mulheres têm o poder de controlar a sua própria reprodução e ganham acesso à educação e a serviços sociais básicos, o número médio de nascimentos por mulher cai significativamente. Se forem feitos corretamente, sistemas de assistência podem tirar mulheres da pobreza extrema, mesmo em países onde a atuação do Estado permanece permanece deficiente.<br><br><strong>Fonte: </strong>goo.gl/vWyQCk</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-18 21:24:17 UTC</pubDate>
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         <title>Obsolência Programada</title>
         <author>ismael2003_bradesco</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Conceito:</strong><br>é a decisão do produtor de propositadamente desenvolver, fabricar, distribuir e vender um produto para consumo de forma que se torne obsoleto ou não-funcional especificamente para forçar o consumidor a comprar a nova geração do produto.<br><strong>Sobre:</strong></div><div>A obsolescência programada faz parte de um fenômeno industrial e mercadológico surgido nos países capitalistas nas décadas de 1930 e 1940 conhecido como "descartalização", e é nociva ao meio ambiente, sendo considerada uma estratégia não-sustentável. A obsolescência programada faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por outros produtos mais modernos.<br><br></div><div><br>A obsolescência programada foi criada, na década de 1920, pelo então presidente da General Motors, Alfred P. Sloan. Ele procurou atrair os consumidores a trocar de carro frequentemente, tendo como apelo a mudança anual de modelos e acessórios.<br><br></div><div><br>Empresas desenvolvedoras de hardwares e softwares adotam essa estratégia de negócio em seus produtos e sistemas operacionais, integrando assim as suas pesquisas e a sua agenda de lançamentos, a um esforço de flexibilização e aumento capacidade de absorção do mercado consumidor.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-18 21:26:18 UTC</pubDate>
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         <title>Conferencias Ambientais </title>
         <author>jeffersonbatista2003</author>
         <link>https://padlet.com/alissonbr130/axjihvesk0er/wish/294620376</link>
         <description><![CDATA[<div>Conferências ambientais reúnem líderes de diversos países para discutir e ampliar os debates sobre impactos ambientais e sobre a necessidade de promover a sustentabilidade.<br><strong>Desenvolvimento sustentável </strong>significa obter crescimento econômico necessário, garantindo a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento<strong> </strong>social para o presente e gerações futuras.<br> <br>Portanto, para que ocorra o desenvolvimento sustentável é necessário que haja uma harmonização entre o desenvolvimento econômico, a preservação do meio ambiente, a justiça social (acesso a serviços públicos de qualidade), a qualidade de vida e o uso racional dos recursos da natureza (principalmente a água).<br><br>Estocolmo<br>Estocolmo é o maior e mais importante <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Demografia_da_Su%C3%A9cia">centro urbano</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia#Cultura">cultural</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_da_Su%C3%A9cia">político</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_Su%C3%A9cia">financeiro</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_Su%C3%A9cia">comercial</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia#Pol%C3%ADtica">administrativo</a> da Suécia desde o século XIII. Sua localização estratégica sobre 14 <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha">ilhas</a> no centro-sul da costa leste da Suécia, ao longo do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lago_Malar">Lago Malar</a>, tem sido historicamente importante. Uma vez que a capital sueca está situada sobre ilhas conhecidas por sua beleza, a cidade é destino de turistas de todo o mundo, tendo sido apelidada nos últimos anos de <em>"</em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Veneza"><em>Veneza</em></a><em> do Norte"</em>. Estocolmo é conhecida pelos seus <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio">edifícios</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Monumento">monumentos</a> extremamente bem preservados, por seus arborizados <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque">parques</a>, por sua riquíssima vida cultural e gastronômica, e pela gigantesca qualidade de vida que oferece a seus moradores. Há décadas, Estocolmo figura como uma das cidades mais visitadas dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_n%C3%B3rdicos">países nórdicos</a>, com mais de um milhão de turistas internacionais anualmente.Nos últimos anos, tem sido citada entre as cidades mais "habitáveis" do mundo, sendo uma das mais <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limpeza">limpas</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o">organizadas</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Seguran%C3%A7a_p%C3%BAblica">seguras</a> do mundo. </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-18 21:29:27 UTC</pubDate>
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         <title> Consumo x Consumismo</title>
         <author>marcos_andrade0912</author>
         <link>https://padlet.com/alissonbr130/axjihvesk0er/wish/294620720</link>
         <description><![CDATA[<div>Qual é a diferença entre Consumo e Consumismo?<br><br>O <strong><em>consumo</em></strong> é quando o ato de comprar está diretamente relacionado à necessidade, falta ou à sobrevivência.<br><br></div><div>E no <strong>consumismo,</strong> a relação necessidade/compra está rompida, ou seja, a pessoa não precisa de maneira alguma do que está adquirindo. O está vinculado ao gasto em produtos sem utilidade imediata, supérfluos. É interessante observarmos a importância da publicidade na construção da obsessão pelo ato de comprar. <br><br> </div><div>sso nos indica que longo dos anos foi construída uma visão de que as pessoas que tinham maior poder de compra eram consideradas melhores que pessoas com menor poder de compra.<br><br></div><div>A criação e valorização social de padrões de comportamento é outra dimensão importante do consumismo, pois para atingir o padrão de sucesso e boa vida, inúmeras pessoas investem seus esforços para adquirir bens que não necessitam.<br><br></div><div>Mas a pergunta que não quer calar… Será que estas 3000 pessoas que compareceram à inauguração da loja estavam precisando de algo?<br><br></div><div>Provavelmente nem 10% delas. A crítica não é a quem compra em lojas de marca ou a quem comparecem em inaugurações, nada disso!<br><br></div><div>Mas o que deve ser levado em consideração que estamos vivendo em uma época em que estamos administrando recursos escassos, como a água, por exemplo.<br><br></div><div>Não há nada de errado em adquirir determinados produtos, mas o que a por trás disso? Você já parou para pensar?<br><br></div><div>Comprar muito pra você, é uma questão de necessidade, hábito adquirido com familiares e amigos ou é porque é a única coisa que te faz sentir bem consigo mesmo? <br><br></div><div><strong><em>Consumismo é doença? </em></strong><br><br></div><div> </div><div>Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, podemos dizer que se trata de uma compulsão.<br><br></div><div>Em alguns casos, podemos perceber mudanças negativas nos relacionamentos interpessoais e qualidade de vida.<br><br></div><div>Para que seja considerado <strong><em>patológico,</em></strong> o consumismo precisa representar uma grande parcela da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que haja prejuízo na saúde emocional, psicológica ou mesmo social e financeira. <br> </div><div>Nesses casos, a cisão entre necessidade está totalmente desvinculada da motivação de compra, ou seja, a pessoa definitivamente não precisa e, muitas vezes, nem se dá conta do que está comprando.<br><br></div><div>Devemos ficar atentos, pois comprar demais pode não ser somente perigoso para saúde financeira, mas pode ser um sinal que algo em nossa saúde emocional /mental não vai bem.<br><br></div><div>As questões acerca do consumismo são bastante amplas e merecem discussões muito mais significativas. <br> <strong><em> </em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-18 21:31:01 UTC</pubDate>
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