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      <title>Leishmaniose Visceral Americana G7- Enfermagem E1 2021.1 by Claudia Maria Antunes Uchoa Souto Maior</title>
      <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9</link>
      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-12 21:16:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Assintomáticos</title>
         <author>rafaellatc1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661281718</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Forma encontrada com índices variados, geralmente representa 40 a 60% de uma população soropositiva;</li></ul><div><br></div><ul><li>Normalmente&nbsp;observadas em pacientes provenientes de áreas endêmicas, onde há evidência epidemiológica e imunológica da infecção.</li></ul><div><br></div><ul><li>Não quer dizer que no futuro o indivíduo não possa apresentar a forma sintomática, visto que o indivíduo permanece infectado.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:32:27 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomáticos: </title>
         <author>rafaellatc1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em casos agudos pode ter início abrupto com febre alta (persistente ou intermitente), associando-se a distúrbios gastrointestinais, adinamia, sonolência, prostração, mal-estar e progressivo emagrecimento.&nbsp;<br><br>A evolução clínica pode ser dividida em três períodos:&nbsp;</div><ol><li>Período inicial&nbsp;</li><li>Período estado</li><li>Período final</li></ol><div><br><mark>Período inicial (ou fase aguda):<br></mark>- Início da sintomatologia;<br>- Paciente apresenta:</div><ul><li>febre com duração inferior a 4 semanas;</li><li>palidez;</li><li>hepatoesplenomegalia.</li></ul><div><br><mark>Período estado<br></mark>Caracterizado por:</div><ul><li>febre irregular, geralmente associada a emagrecimento progressivo;</li><li>palidez cutâneo-mucosa e aumento da hepatoesplenomegalia;</li></ul><div><br>**O emagrecimento&nbsp; progressivo leva o paciente a uma caquexia acentuada que contrasta com o apetite preservado. <br><br><mark>Período final (alta gravidade):<br></mark>Caso o diagnóstico e tratamento não sejam feitos a doença evolui e o indivíduo pode apresentar:</div><ul><li>febre contínua e comprometimento mais intenso do estado geral;</li><li>desnutrição (cabelos quebradiços, cílios alongados e pele seca);</li><li>edema dos membros inferiores que pode evoluir para anasarca. hemorragias (epistaxe, gengivorragia e petéquias);</li><li>icterícia e ascite.</li></ul><div><br>** As complicações infecciosas e as hemorragias são os principais<br>fatores de risco para o óbito.<br><br>***Infecções bacterianas mais frequentes:&nbsp; otite média aguda, piodermites, infecções dos tratos urinário e respiratório.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:33:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Promastigotas=EXTRACELULAR; Têm formato alongado, são móveis, medem, aproximadamente, entre 10 e 15 μm de comprimento e possuem um único e longo flagelo, que, além de fornecer motilidade, possibilita que o parasito se fixe no intestino dos flebotomíneos; são as formas responsáveis pelo estabelecimento da infecção nos insetos vetores, sendo predominantemente encontrados no intestino de pequenos artrópodes da ordem Diptera, família Psychodidae e gênero Lutzomyia;e em meios de culturas formando aglomerados ou rosetas. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661285122</link>
         <description><![CDATA[<div>A= PROMASTIGOTA B=AMASTIGOTA</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>Manifestação ampla que pode variar desde as manifestações clínicas discretas (oligossintomáticas), até as moderadas e graves (que se não tratadas podem levar o paciente à morte). </title>
         <author>rafaellatc1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661286934</link>
         <description><![CDATA[<div>Não existe diferença de susceptibilidade entre idade, sexo e raça. Entretanto, crianças, idosos&nbsp; e pacientes imunossuprimidos são mais susceptíveis.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:38:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Alternância entre 2 formas principais:  ciclo de vida digenético.           Amastigotas= INTRACELULAR; Diferentemente dos promastigotas, essas formas apresentam como característica: estrutura arredondada, com comprimento médio de aproximadamente 2 a 5 μm. Em sua ultraestrutura, o núcleo está localizado anteriormente ao cinetoplasto, e a mitocôndria única é rica em DNA mitocondrial (kDNA). As formas amastigotas contam ainda com um curto flagelo, não exteriorizado, sem motilidade aparente, mas que possivelmente desempenha um importante papel na organização e/ou na percepção celular. Essa forma do parasito é responsável pela propagação e manutenção da condição mórbida no hospedeiro mamífero, incluindo o ser humano, no qual se multiplicam multiplicam, obrigatoriamente, dentro das células do sistema mononuclear fagocitário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661287268</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:38:58 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose canina</title>
         <author>rafaellatc1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661288601</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O aparecimento dos sintomas vai depender da imunocompetência do animal;</li></ul><div><br></div><ul><li>Geralmente, a doença no cão é sistêmica e crônica, no entanto a evolução aguda e grave;</li></ul><div><br></div><ul><li>Em alguns cães a doença pode permanecer latente, levando inclusive à cura espontânea;</li></ul><div><br></div><ul><li>Cães assintomáticos: ausência de sinais clínicos sugestivos da infecção por <em>Leishmania</em>.</li><li>Cães oligossintomáticos: presença de adenopatia linfóide, pequena perda de peso e pêlo opaco.&nbsp;</li><li>Cães sintomáticos: alterações cutâneas (alopecia, eczema furfuráceo, úlceras, hiperqueratose), onicogrifose, emagrecimento, ceratoconjuntivite e paresia dos membros posteriores.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:41:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Oligossintomáticos:</title>
         <author>rafaellatc1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661318680</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa forma, geralmente crianças podem apresentar um quadro clínico discreto, de curta duração (15 dias) que podem evoluir para cura espontânea.<br>Nesse caso, os sintomas incluem:</div><ul><li>febre baixa;</li><li>palidez cutâneo-mucosa leve;</li><li>diarréia e/ou tosse não produtiva e pequena hepatoesplenomegalia&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 18:37:13 UTC</pubDate>
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         <title>Dirigidas à população humana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Uso de mosquiteiro com malha fina</li><li>&nbsp;Uso de repelentes</li><li>&nbsp;Telagem de portas e janelas</li><li>Não se expor nos horários de atividade do vetor (noite)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 20:13:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A doença é transmitida dos animais silvestres e domésticos para o homem através da picada do mosquito hematófago do gênero<em> Lutzomyia</em> (não ocorre transmissão direta de pessoa para pessoa). Esse mosquito é popularmente conhecido como mosquito palha, no entanto são denominados flebotomíneos e apenas as fêmeas são responsáveis por picar os humanos(devido ao fato do seu aparelho bucal estar adaptado para picar a pele e sugar o sangue dos vertebrados). O cão é considerado a principal fonte de infecção no meio urbano/doméstico e no meio silvestre esse papel é dado através das raposas e marsupiais. Esses animais não transmitem a doença de forma direta, eles são apenas sentinelas da doença. O mosquito palha não se reproduz em água mas sim em material orgânico como folhas, acúmulo de terra, lixo, material orgânico, etc. Então a proliferação vetorial mais precisa ocorre em galinheiros, locais úmidos, lixões, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 20:18:19 UTC</pubDate>
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         <title>Dirigidas ao vetor</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Limpeza urbana</li><li>Eliminação de fonte de umidade</li><li>Eliminação de resíduos sólidos orgânicos e destino adequado dos mesmos</li><li>Aplicação de inseticida</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 20:21:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dirigidas à população canina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661378552</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Vacina antileishmaniose visceral canina</li><li>Uso de telas do tipo malha fina em canis</li><li>Coleiras impregnadas com Deltametrina a 4%</li><li>Controle da população canina errante</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 20:38:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661439849</link>
         <description><![CDATA[<div>O gênero <em>Leishmania</em> pertence a ordem Kinetoplastida, à família de protozoários Trypanossomatideos e agrupa espécies unicelulares, digenéticos (heteroxenos). <br>-&nbsp; Parasita intracelular obrigatório das células do sistema fagocítico mononuclear, com uma forma flagelada ou promastigota, encontrada no tubo digestivo do inseto vetor e outra aflagelada ou amastigota nos tecidos dos vertebrados.<br>- Nas Américas,<em> Leishmania </em>(Leishmania) chagasi é a espécie responsável pelas formas clínicas da leishmaniose visceral. <br>- Porém a leishmaniose visceral é causada, em todo o mundo, por parasitos . Contudo existem&nbsp; L. donovani (velho mundo) inclui três espécies de Leishmania. Leishmania (Leishmania) donovani; Leishmania (Leishmania) infantum; Leishmania (Leishmania) chagasi.<br>-A L. donovani é responsável pela infecção em humanos, enquanto que a L. infantum e a L. chagasi causam a LV tanto em<br>humanos quanto em cães. <br>- Por muito tempo, pensou-se que a <em>Leishmania infantum e Leishmania chagasi </em>fossem organismos diferentes, no entanto, atualmente ambos são tratados como sinônimos, sendo a primeira nomenclatura mais utilizada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 22:52:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661452217</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Leishmaniose Visceral (LV) e/ou Calazar (febre negra) é uma doença infecciosa sistêmica, de evolução crônica.&nbsp;<br>- Classificada primariamente como zoonose, podendo acometer o<br>homem, quando esse entra em contato com o ciclo<br>de transmissão do parasito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 23:19:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Estudos de parasitologia mostram que esse microrganismo circula no mundo há milhares de anos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661479079</link>
         <description><![CDATA[<div>-<strong> Foi descrita pela primeira vez em 1865, na Índia, região onde hoje é Bangladesh. Lá ganhou o apelido de Kalazar (doença negra).<br>- Se espalhou pelo mundo e durante algum tempo foi confundida com a Malária, por causa dos sintomas. <br>- Em 1903, Willian Leisman e Charles Donovan descreveram a </strong><strong><em>Leishmania</em></strong><strong> que mais tarde foi nomeada de</strong><strong><em> Leishmania donovani.<br>-</em></strong><strong> Na América o primeiro caso identificado ocorreu no Paraguai em 1913. <br>- No Brasil, o parasito foi estudado por Evandro Chagas, que o nomeou de </strong><strong><em>Leishmania chagasi</em></strong><strong>. Mais tarde descobriu que era a mesma já conhecida na Europa por </strong><strong><em>Leishmania infantum.</em></strong><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 00:03:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- A leshmaniosa visceral é uma doença que ocorre em 69 países pelo mundo, com exceção da Oceania.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661496192</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Nos últimos 20 anos cresceu de forma preocupante.<br>- Anualmente é notificado cerca de 500 mil novos casos, dos quais cerca de 90% concentram-se na Índia, Nepal, Sudão, Bangladesh, Etiópia e Brasil.<br>- É considerada uma doença negligenciada, pois 80% dos casos ocorrem na população de baixa renda.</strong><br><strong>- Por ano, na América Latina é registrado em média 3400 casos. E o Brasil é responsável por 96% desses casos.&nbsp;<br>- Atualmente tem-se observado uma crescente de casos no Brasil, Colômbia e Venezuela.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 00:24:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rayanalima</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661497376</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A forma que se configura como infectante para os hospedeiros vertebrados são os promastigotas&nbsp;<br>metacíclicos que ficam alojados no intestino e na faringe flebotomíneo fêmea.&nbsp; Ao fazer repasto sanguíneo em hospedeiro infectado, as fêmeas dos flebotomíneos ingerem sangue com macrófagos e monócitos parasitados. No intestino médio do inseto, as&nbsp;<br>formas amastigotas são liberadas e após divisão se transformam nas formas promastigotas.&nbsp; A saliva do Lutzomyia possui as formas promastigotas do parasito, que caem na circulação e migram para os órgãos linfóides secundários, como fígado, baço, medula óssea e linfonodos, sendo fagocitados pelos macrófagos . O ciclo do parasito é heteroxênico necessitando de dois tipos de hospedeiros, um inseto e ou vertebrado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 00:25:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Antigamente, era visto como uma doença rural. Porém é uma doença que tem se espalhado pelas áreas urbanas em decorrência das mudanças no ambiente.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661507740</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Fatores como a urbanização progressiva e desordenada, o desmatamento de áreas peri-urbanas e o processo intenso de migração influenciaram esse processo.<br>- Essas maior distribuição da doença, faz com que ela apresente hoje um modelo de distribuição eco-epidemiológico urbanizada, com relevância nas principais áreas urbanas do Brasil e do mundo.</strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 00:36:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>No Brasil:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661518166</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Em 1990, os casos eram concentrados no nordeste, com o passar dos anos foram se espalhando para o norte, sudeste e centro-oeste.</strong> <br><strong>- Há</strong> <strong>focos no nordeste e em Minas Gerais. Porém desde 2000 tem tido um aumento no Mato Grosso do Sul.<br>- Tem sido verificada como infecção oportunista em pacientes com AIDS.<br>- Mais frequente em homens e em crianças e adultos de até 50 anos.&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 00:48:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Susceptibilidade do hospedeiro:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/axbs28wrgl3b0vw9/wish/1661530292</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Um fator importante ligado a leishmaniose é a susceptibilidade do hospedeiro.<br>- Fatores como: desnutrição, imunossupresão relacionada ao uso de drogas imunossupressoras, transplante de órgãos e o HIV são condições que facilitam o desenvolvimento da doença.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 01:01:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>CICLO BIOLÓGICO: </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 01:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>A rotina do diagnóstico da leishmaniose visceral fundamenta-se nos sinais e sintomas clínicos, em critérios epidemiológicos, e na síntese de anticorpos. Contudo, a constatação do diagnóstico ainda é feita pela localização do parasito em amostras biológicas de tecidos do paciente. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É importante destacar que o diagnóstico clínico da leishmaniose visceral deve ser suspeitado quando o paciente apresentar: febre e esplenomegalia, associado ou não à hepatomegalia. Além disso, o diagnóstico clínico da leishmaniose canina é difícil de ser determinado devido a grande porcentagem de cães assintomáticos ou oligossintomáticos existentes ou ainda pelo fato dessa doença apresentar semelhança com com outras enfermidades infectocontagiosas que acometem os cães.<br><br>Com relação ao diagnóstico laboratorial, há uma grande semelhança entre os métodos utilizados para a identificação dessa doença, tanto em humanos quanto em cães, podendo ser baseados em exames parasitológicos ou imunológicos.<br><br><strong>Diagnóstico Parasitológico<br></strong>Esse diagnóstico se baseia na observação direta em preparações de material obtido de aspirado de medula óssea, baço, fígado e linfonodo.<br><br>A punção de medula óssea, comparada com a punção dos outros órgãos, é a técnica mais simples e a que representa menos risco para o paciente, apresentando uma sensibilidade técnica em torno de 60-70%. Recomenda-se que ela seja retirada do esterno, no caso dos adultos, e na crista ilíaca, no caso das crianças. A observação desse material pode ser feita através dos seguintes métodos: exame direto, isolamento em meio de Cultura (in vitro) ou em animais de laboratório.</div><ul><li>O exame direto se baseia no esfregaço de uma gota do material aspirado em uma lâmina previamente limpa. Depois de sua secagem, esse esfregaço é fixado com álcool metílico e corado com Giemsa ou Wright, Leishman ou Panóptico. Com isso, é possível observar, caso estejam presentes, a forma amastigota do parasito. O encontro desse agente no material examinado depende do número de campos observados (200 campos devem ser examinados antes de se considerar uma lâmina como negativa).</li><li>O isolamento em meio de cultura consiste no cultivo de formas amastigotas inoculadas em meios de cultura especiais, contendo agar, e sangue de coelho, transformando-se em formas promastigotas. O meio de cultura mais classicamente utilizado é o NNN(Novy, Nicolle e McNeal).</li><li>No caso da inoculação experimental em animais, como hamsters e camundongos Balb/C, de amostras de tecidos, alguns autores consideram que esse tipo de exame não possui valor diagnóstico da doença devido ao seu tempo de positividade (1 a 3 meses).</li></ul><div><br><strong>Diagnóstico Laboratorial<br></strong>Os exames imunológicos mais utilizados no Brasil é a imunofluorescência indireta(RIFI) e os ensaios imunoenzimático(ELISA)</div><ul><li>Na técnica da <strong>RIFI</strong>, o antígeno é utilizado na sua forma de promastigota, fixado em lâmina. Sua execução é simples, sendo expresso normalmente em diluições, e&nbsp; apresenta uma sensibilidade alta na detecção de casos, o que o torna o teste mais utilizado. Aceita-se como positivas diluições a partir de 1:80. Nos títulos iguais a 1:40, recomenda-se a solicitação de uma nova amostra em 30 dias</li><li>A metodologia <strong>ELISA </strong>consiste na reação de anticorpos presentes nos soros com antígenos solúveis e purificados de Leishmania obtidos a partir de cultura in vitro. Como o antígeno é utilizado a partir de lisados de formas promastigotas do parasito, esse teste mostra reações cruzadas com outros tripanossomatídeos. Isso pode ser resolvido com o emprego de antígenos purificados e recombinantes. Apesar de existir essa questão, a ELISA é utilizada com frequência por apresentar um grande número de resultados em um curto espaço de tempo.</li></ul><div>Ademais, é importante destacar que a utilização da técnica de PCR(amplificação do DNA do parasita), que constitui-se como uma nova perspectiva para o diagnóstico de leishmania visceral, visto que ele apresenta uma sensibilidade em torno de 94%. Uma de suas principais vantagens consiste no uso de pequenas quantidades de material biológico, o que torna o diagnóstico menos dependente de intervenções invasivas. Todavia, os seus resultados dependem de algumas variáveis envolvidas, como: área endêmica, o tipo de amostra, o alvo do DNA utilizado para amplificação, entre outros.<br><br>Existe ainda a intradermorreação de Montenegro, que mede a imunidade media por células. Ela é geralmente utilizada, geralmente, na identificação de leishmaniose tegumentar, uma vez que ela sempre apresenta resultado negativo durante o período da doença, no caso de leishmaniose visceral. Seu resultado só se torna positivo após a cura clínica na maioria dos paciente em um período de seis meses a três anos após o termino do tratamento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 12:27:50 UTC</pubDate>
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