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      <title>422429.422429- Colatina+ +Painel colaborativo - Aspectos sócio-históricos, econômicos e ambientais do território capixaba do Rio Doce&quot;. by </title>
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      <description>Preza@s alun@s,  façam suas contribuições de acordo com a orientação da atividade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-26 15:50:45 UTC</pubDate>
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         <title>Ocupação Territorial de Colatina &amp; A História do Rio Doce</title>
         <author>mirellac1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vamos conhecer um pouco a história da ocupação territorial de Colatina, que está vinculada a acontecimentos históricos no Espírito Santo e a história do Rio Doce?<br>Um dos aspectos interessantes a destacar, foi o da recuperação do limite físico imposto pelo Rio Doce e o desenvolvimento da cidade. As irregularidades do território Colatinense, formado por cadeias montanhosas, induziu a ocupação inicial no vale central, na margem sul do Rio Doce. Após a construção da ponte Florentino Avidos em 1928, esta ocupação criou um novo eixo comercial cafeeiro que induziu a ocupação não só do vale central, mas também de suas encostas. Isso influenciou na dinâmica de crescimento da cidade.<br><br>O Rio Doce deixou de ser obstáculo físico, entretanto sua presença no núcleo da cidade de Colatina, provocou situações muitas vezes divergentes. Por um lado, motivam orgulho por sua beleza natural e é coadjuvante quando o sol se põe, por outro, a retirada de matas ciliares, ao longo dos anos, promoveu um processo erosivo nas encostas fazendo com que, atualmente, bancos de areias se destacassem ao longo do rio. Com as modificações físicas no Rio Doce, nos períodos de chuvas intensas, o rio pode se tornar uma ameaça inundando diversas áreas urbanas, principalmente na planície sul, onde localiza-se o centro da cidade. Historicamente, Colatina foi protagonista de duas grandes enchentes que marcaram as vidas das famílias da sociedade local: uma em 1979 e outra em 2013. Mas essa aí... já é outra história ;)<br><br>E aí, você já conhecia esse relato histórico do Rio Doce na vida dos Colatinenses?</div><div>Por Mirella Castro<br><br><sub>Evolução-urbana-de-Colatina-ES-e-a-transformação-do-papel-do-Rio-Doce-no-sistema-de-espaços-livres.pdf. Disponível em http://quapa.fau.usp.br/wordpress/wp-content/uploads/2015/11/Evolu%C3%A7%C3%A3o-urbana-de-Colatina-ES-e-a-transforma%C3%A7%C3%A3o-do-papel-do-Rio-Doce-no-sistema-de-espa%C3%A7os-livres.pdf Acesso em 28/02/2023.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-01 00:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>Território Capixaba do Rio Doce.</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 00:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Marcantes.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 18:38:34 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos do rompimento da barragem de Mariana.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nessa imagem vemos a travessia do rio Doce realizada na vila ribeirinha de Itapina. As águas turvas mostram os impactos ambientais causados pelo rompimento da barragem de Mariana em novembro de 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:05:08 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias da vila de Itapina </title>
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         <description><![CDATA[<div>Imagem da ponte inacabada sobre o rio Doce. Ela está localizada na vila de Itapina e é anterior ao rompimento da barragem de Mariana. Memórias de uma cidadezinha  histórica e que retrata um tempo que não passou .</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:37:42 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de hoje, às margens do rio Doce. 04/03/2023.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias de infância às margens do rio Doce, IFES Itapina. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:47:31 UTC</pubDate>
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         <title>Descobrindo a história do Rio Doce</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao pesquisar sobre a história do "descobrimento" do rio doce, para realização de um trabalho com alunos da minha escola, vivencei momento emocionante ao descobrir como os portugueses encontraram a foz do nosso rio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 14:14:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mudanças da Paisagem do Entorno Escolar - EMEF &quot;Maria da Luz Gotti&quot;</title>
         <author>lorenzuttiandressa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cada dia observamos mudanças das paisagens do entorno da escola. Ultimamente a mais marcante é a instalação de Energia Solar nas empresas e residências. Entendemos que, além de ser uma questão financeira, a atitude é uma ação que colabora com o Meio Ambiente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 13:47:44 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte Florentino Ávidos em Colatina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ponte Florentino Ávidos sobre o rio Doce, foi inaugurada em 29 de junho de 1928.</div><div>Uma foto expressiva, que marca o desenvolvimento financeiro, territorial, politico, ambiental, industrial, social e etc. Como o progresso interferiu e ao mesmo tempo impulsionou nossa Colatina.&nbsp;</div><div>Você já parou para pensar que essa ponte foi construída para o transporte ferroviário, mas trem nenhum atravessou para o norte?<br><br></div><div>Eleomar Comério Margotto&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 13:12:38 UTC</pubDate>
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         <title>As abundantes águas do Rio Doce.</title>
         <author>marilenemartins012345wy</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre&nbsp;as águas abundantes e espelhadas antes navegáveis e cheio de esplendor, hoje temos só a lembrança desse Rio cheio de vida que no passado ficou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 15:10:55 UTC</pubDate>
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         <title>Território Capixaba do Rio Doce.</title>
         <author>andreapatrocinio33</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 16:39:39 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Marcantes.</title>
         <author>andreapatrocinio33</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 16:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Doce </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde 2016 trabalho no IFES Campus Colatina e diariamente atravesso a ponte sobre o Rio Doce. Minha experiência com o rio é um misto de sensações que vai do prazer e respeito em ver a grandiosidade de seu leito&nbsp; e a&nbsp; tristeza por presenciar sua degradação. &nbsp; </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 17:29:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eliene de Sousa Batista<br>Quando observo esta imagem, vejo uma necessidade urgente de fazer algo, o Rio Doce precisa de nós e pede socorro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 18:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tragedia no Rio Doce</title>
         <author>nslbio25</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em uma das manhãs de novembro de 2015, ao levantar e observar o Rio Doce vi que toda a paisagem havia mudado, tudo estava diferente, ao ver todo rio alaranjado, então pensei o que será de todos.    </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 20:20:56 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos do crime ambiental</title>
         <author>katipassos</author>
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         <description><![CDATA[<div>O maior desastre ambiental na história do país ainda causa impactos na vida do rio e na área costeira. A pesca ainda é não é indicada na região e o turismo é afetado pelo medo da contaminação. O crime não destruiu só o rio, destruiu a vida das pessoas. Destruiu memórias, recordações. A lama veio e foi devastando tudo.&nbsp;O meio ambiente gritando por socorro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 20:40:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Poluição e descaso no córrego São Silvano</title>
         <author>annapaulakarlitzbarbieri</author>
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         <description><![CDATA[<div>O córrego que atravessa São Silvano, é local de despejo sem nenhum tratamento todo esgoto produzido pela maior bairro da cidade. Além do esgoto, ainda é deposito de lixo e entulhos, o que faz do afluente do rio Doce local de águas escuras, com forte odor e sem vida.&nbsp;<br>Anna Paula Karlitz Barbieri</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-08 17:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>Representação da divisão do território do Vale do Rio Doce Capixaba em seis partes denominadas de Divisões Militares pelo Governo Imperial ( 1824-1845)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/patvidigal/avnvl5fmbu2xtjrz/wish/2509541999</link>
         <description><![CDATA[<div>Na análise de Marinato, (2007, p. 34) as ações conjuntas da Diretoria do Rio Doce (DRD) e a Divisão Militar do Rio Doce (DMRD), marcaram um estreitamento com as questões indígenas e com o discurso pacificador inaugurado pelo Império. [...] “os diferentes subgrupos Botocudos, foram alvos da política de aldeamento”, ou seja, o aprisionamento dos indígenas em aldeias para a liberação das terras serem ocupadas pelos colonos interessados em se estabelecer nos Núcleos Coloniais na bacia do Rio Doce.<br>Publicado por Arleida Lemke Tesch<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 02:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Representação da localização dos aldeamentos: Mutum e Laje no Vale do Rio Doce Capixaba</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A carta da Província do Espírito Santo de 1850 traz a localização do Aldeamento do Mutum, criado em 1859 e Colônia Franscilvânia, no qual França Leite instalou um aldeamento de Botocudo, por isso, acredita-se que a carta data o ano de 1860. Quanto à localização do Aldeamento de Laje, na foz do Rio Laje, próximo a Itapina, consiste numa adaptação feita a partir do relatório apresentado a Cândido Rondom, diretor do Serviço de Proteção ao Índio pelo 1º tenente Antonio Martins Vianna Estigarribia, inspetor do Serviço no Estado do Espírito Santo, bem como os relatos feitos por Ferreira (1985, p 41), no livro Histórias e Flagrantes de Baixo Guandu, copilados do diário da Princesa Teresa Carlota.&nbsp;<br>No relatório Antonio Martins Vianna Estigarribia, publicado em em O Diário14 de 30 de outubro de 1912, descreve: as tribos do vale do Rio Doce, os Nac-Nanucs, já bastante reduzidos e confundidos com os Nac-Hêrêhê, que habitam as margens do Rio Pancas, afluente à margem esquerda do Rio Doce, e também um aldeamento no lugar denominado de Laje, à beira desse rio, margem direita do rio Doce. Os Munhageruns, aliados dos Nac-Nanucs, com quem, às vezes, coabitam nos aldeamentos desses últimos vem pouco ao rio Doce e moram entre os rios Pancas e o São José descendo pelo vale até a Lagoa do Juparanã, e os Guteracs, que tem por limite no rio Doce uma serra chamada João Leopoldino, abaixo do rio Mutum e, pelo interior as cabeceiras dos rios São João e cabeceira a oeste do Pancas, estendendo até a Serra dos Aimorés. O rio Mutum foi o limite entre os Nac-Nanucs e os Guteracs, mas estes lançaram fora os Nac-Nanucs e estenderam seus limites até a serra João Leopoldino.&nbsp;<br>Havia, no entanto, entre eles uma certa diferença: os Nac-Nanucs e os Nac-Hêrêhê eram um pouco mais escuros e altos, um tanto sedentários, faziam plantações e habitavam ranchos de palha de certa duração, não usavam botoque e se utilizavam de canoas. Os Guteracs eram nômades, não fazem plantações, nem construíam habitações duráveis, usavam botoque, e quanto ao tipo físico, eram mais claros, simpáticos e de estatura regular. E os Munhageruns assemelhavam-se ao físico dos Guteracs, mas não usavam botoque, e não eram, talvez, nômades no mesmo grau porque falavam de seus aldeamentos.<br>Hoje, os últimos Botocudo (Aymoré) do Sertão do Rio Doce de Minas e Espírito Santo, são os Krenak ou Borun, vivem numa reserva de quatro mil hectares criada pelo SPI – Sistema de Proteção ao Índio, no início do século XX, em 1918, à margem do Rio Doce, em Minas Gerais, entre as cidades de Resplendor e Conselheiro Pena. Os Nac-Nanucs, os Nac-Hêrêhê, os Munhageruns, e os Guteracs já em número reduzido permaneceram nessas terras até as primeiras décadas do século XX. Estas tribos eram monitoradas pelo Sistema de Proteção ao Índio, e mais tarde, seus remanescentes foram para o Aldeamento de Pancas, e posteriormente, em 1940, transferidos para a Reserva Krenak em Resplendor, Minas Gerais.<br>Publicado por Arleida Lemke Tesch<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 02:41:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Córrego São Silvano em Colatina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quem diria, vendo as fotos recentes, que em 1970 o Córrego São Silvano chegou a transbordar. Hoje existe um esgoto a céu aberto que corta o bairro São Silvano em Colatina. A população sofre com a falta de consciência de seus moradores que jogam seu lixo no mesmo ou nas ruas causando problemas ao meio ambiente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 23:44:33 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Ambiental na Bacia do Doce após o desastre de Mariana</title>
         <author>felipeaddum</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desastre ambiental de Mariana ocorreu em 5 de novembro de 2015, quando a barragem de rejeitos da mineradora Samarco, localizada no município de Mariana (MG), se rompeu, liberando cerca de 62 milhões de metros cúbicos de lama e rejeitos de minério de ferro na bacia do Rio Doce. Esse foi o maior desastre ambiental da história do Brasil e teve impactos significativos na saúde ambiental da região.<br><br></div><div><br>A saúde ambiental é uma área da saúde pública que se preocupa com os aspectos ambientais que afetam a saúde humana. O desastre de Mariana teve impactos diretos na saúde ambiental da região afetada, pois a lama e os rejeitos de minério de ferro liberados na bacia do Rio Doce contaminaram o solo, a água e o ar da região.<br><br></div><div><br>A contaminação do solo e da água afetou diretamente a saúde das pessoas que vivem na região, pois a lama e os rejeitos de minério de ferro contêm substâncias tóxicas como metais pesados (como chumbo e mercúrio) e outras substâncias químicas perigosas. A exposição a essas substâncias pode causar problemas de saúde, como problemas respiratórios, problemas de pele, problemas gastrointestinais, além de doenças crônicas como câncer.<br><br></div><div><br>Além disso, o desastre de Mariana também afetou a saúde mental das pessoas que vivem na região, pois muitas delas perderam suas casas, seus pertences e até mesmo seus entes queridos. Isso pode levar a problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático e outros transtornos psicológicos.<br><br></div><div><br>Diante desse cenário, várias medidas foram tomadas para minimizar os impactos na saúde ambiental da região. Foram realizados estudos para avaliar a contaminação da água e do solo, além de ações para mitigar os danos, como a recuperação das áreas afetadas, o fornecimento de água potável para as comunidades e a assistência médica às pessoas afetadas pelo desastre.<br><br></div><div><br>No entanto, os efeitos do desastre de Mariana na saúde ambiental da região ainda são sentidos até hoje, e os esforços para remediar os danos causados ainda estão em curso. É importante lembrar que a saúde ambiental é um fator determinante para a qualidade de vida das pessoas e deve ser considerada em todas as ações que envolvem o desenvolvimento econômico e social.<br><br>FELIPE MORAIS Addum</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 00:33:42 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Doce em Colatina-ES</title>
         <author>patriciapedagogacolatina</author>
         <link>https://padlet.com/patvidigal/avnvl5fmbu2xtjrz/wish/2511673006</link>
         <description><![CDATA[<div>É muito triste ver tanta água do Rio Doce com essa coloração e imprópria para muitas atividades, como banho, pesca e outras. No ano de 2015, vivenciamos um crime ambiental sem proporções: o rompimento da barragem em Mariana-MG. Lembro-me de que, nesse ano, ficamos uns 5 dias sem água e a partir daí, enfrentamos filas quilométricas para conseguir água para beber. Foi um caos! Sobrevivemos, mas precisamos avançar em nossas reflexões e ações em prol da recuperação do Rio Doce. E a escola é um lugar privilegiado para a mobilização comunitária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 10:44:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rio Doce e suas águas</title>
         <author>maizausa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mesmo passado alguns anos após o crime ambiental, muitos moradores ainda não conseguem confiar na qualidade da água fornecida e compram água mineral ou buscam em nascentes, pois a lembrança de um rio sujo e contaminado faz com que a população sinta-se insegura para o consumo.<br>Maíza Cuquetto Arpini</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 23:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>Cicatrizes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>7 anos já se passaram desde o crime ambiental, mas as cicatrizes ainda estão ai, cada vez mais evidentes a cada chuva que vem trazendo cada vez mais rejeitos que está presentes no rio e que certamente ainda é liberado pela Samarco. Segundo relatos de alguns olericultores do bairro Maria das Graças, antigamente uma cheia era somente uma cheia com uma lama fértil que logo secava, onde posteriormente a colheita era farta, já hoje  a lama vem em forma de borra que quando seca fica inviável para agricultura, sendo necessário incorporar cada vez mais areia caso queiram ter uma produção posterior. Vale ressaltar que os olericultores de Maria das Graças fornecem hortaliças para a maioria dos estabelecimentos da região.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 00:38:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desmatamento e invasão </title>
         <author>marcelacomper1988</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quero apresentar essa foto como um exemplo das invasões e desmatamento que acercam o Rio Doce e como isso causa tantos impactos negativos na sua conservação. A foto apresentada foi tirada de uma área verde, área esta, onde animais silvestres frequentam e que deveria possuir inúmeras árvores nativas, infelizmente a falta de conscientização da população as invasões, as construções de casas, espaços abertos que são abertos para o uso das mais diversas funções de modo clandestino e irresponsável fator que colabora para prejuízos, muitas vezes irreparáveis. Fatos como esses são comuns nas encostas do Rio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 00:58:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Negligência com a bacia hidrográfica do rio Doce é histórica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 18:00:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Todo crime ambiental destrói histórias coletivas de uma geração.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A tragédia/crime ambiental traz à tona o descaso para com a vida. Num primeiro momento se recusa a respeitar a fauna e a flora existentes na Bacia e no segundo momento se nega aos humanos residentes ao longo do rio a manutenção da própria vida, uma vez que a água é sempre o mais importante elemento para a manutenção da vida da humanidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 19:56:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Impactos do rompimento da barragem de Mariana.</title>
         <author>kleisyalirio1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Nessa imagem vemos a travessia do rio Doce realizada na vila ribeirinha de Itapina. As águas turvas mostram os impactos ambientais causados pelo rompimento da barragem de Mariana em novembro de 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 14:32:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memórias da vila de Itapina</title>
         <author>kleisyalirio1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Imagem da ponte inacabada sobre o rio Doce. Ela está localizada na vila de Itapina e é anterior ao rompimento da barragem de Mariana. Memórias de uma cidadezinha histórica e que retrata um tempo que não passou .</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 14:35:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>História manchada</title>
         <author>jfalcaot</author>
         <link>https://padlet.com/patvidigal/avnvl5fmbu2xtjrz/wish/2515256229</link>
         <description><![CDATA[<div>A história de descoberta do rio Doce é fascinante, toda a sua extensão nos leva a uma diversidade de mundos que transita das comunidades indígenas às bandeiras em busca do ouro e pedras preciosas, que inclui até impedimento de navegações, para não permitir, principalmente, o contrabando das minas gerais para o Espírito Santo a caminho do mar e da Europa. Essa história foi marcada pela ganância, que se tornou um grande pesadelo, tristeza e morte, que foi acentuada com o rompimento da barragem de Mariana e Bento Rodrigues, que destruiu a vida do Vale do Rio Doce.&nbsp;</div><div>No início era uma mancha das águas de um rio tingido pelo azul do Oceano Atlântico e, ao longo dessa história a mancha de uma natureza exuberante se tornou uma mancha de destruição. As imagens destacam mudanças que foram acarretadas pela ganância, triste de visualizar e vivenciar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 01:14:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>annapaulakarlitzbarbieri</author>
         <link>https://padlet.com/patvidigal/avnvl5fmbu2xtjrz/wish/2519815033</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) fizeram um estudo para comparar a situação ambiental da foz do Rio Doce antes e depois da tragédia de Mariana (MG). De acordo com resultados apresentados, foi constatada a presença do dobro de ferro, quatro vezes mais de alumínio e três vezes mais manganês do que havia no local antes da chegada da lama de rejeitos.<br>A tragédia/ crime aconteceu em novembro de 2015, com o rompimento da barragem de Fundão da mineradora Samarco. Foram lançados no meio ambiente mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos, causando&nbsp; prejuízo e destruição imensuráveis à fauna, flora e comunidades da bacia do Rio Doce. Foi sem dúvida a maior tragédia ambiental da história do Brasil.<br>Anna Paula Karlitz Barbieri<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-16 18:00:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cicatrizes do Rio doce</title>
         <author>rafaeldejesusvieira</author>
         <link>https://padlet.com/patvidigal/avnvl5fmbu2xtjrz/wish/2521373578</link>
         <description><![CDATA[<div>7 anos já se passaram desde o crime ambiental, mas as cicatrizes ainda estão ai, cada vez mais evidentes a cada chuva que vem trazendo cada vez mais rejeitos que está presentes no rio e que certamente ainda é liberado pela Samarco. Segundo relatos de alguns olericultores do bairro Maria das Graças, antigamente uma cheia era somente uma cheia com uma lama fértil que logo secava, onde posteriormente a colheita era farta, já hoje a lama vem em forma de borra que quando seca fica inviável para agricultura, sendo necessário incorporar cada vez mais areia caso queiram ter uma produção posterior. Vale ressaltar que os olericultores de Maria das Graças fornecem hortaliças para a maioria dos estabelecimentos da região.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-17 21:44:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Descarte inadequado do lixo</title>
         <author>rafaeldejesusvieira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Outro problema presente na realidade do bairro Columbia e proximidades é o descarte inadequado de entulhos, restos de construção e entre outros, contaminado o solo e os afluentes que desaguam no Rio doce.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://jornal.usp.br/atualidades/descarte-irregular-de-residuos-e-origem-para-diversos-problemas/" />
         <pubDate>2023-03-17 22:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lnbatista</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando observo esta imagem, vejo uma necessidade urgente de fazer algo, o Rio Doce precisa de nós e pede socorro. A sociedade hoje sofre com a consequência dos seus próprios atos. O desmatamento e os demais crimes ambientais estão afetando o Planeta Terra de forma assustadora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 18:25:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Negligência com a bacia do Rio Doce é histórica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/patvidigal/avnvl5fmbu2xtjrz/wish/2522352684</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Negligência com a bacia hidrográfica do rio Doce é histórica - Rita Dias<br></em></strong><br></div><div>A bacia do rio Doce, que abrange Minas Gerais e Espírito Santo, sofre desde sempre uma histórica negligência. Coroando essa negligência, essa mesma bacia foi vítima de um crime ambiental sem proporções em 2015. Esse foi considerado um dos maiores da história do Brasil. Uma barragem de rejeitos de mineração, localizada na cidade de Mariana (MG), liberou enorme quantidade de lama tóxica que, percorrendo milhares de quilômetros, atingiu o rio Doce e chegou ao litoral capixaba.<br><br></div><div>A respeito desse ocorrido, foram tomadas algumas medidas para tentar recuperar a bacia do Doce e minimizar os impactos ambientais causados. Algumas dessas medidas incluem:<br><br></div><ul><li><em>Programa de Recuperação Socioambiental da Bacia do Rio Doce (PRSB), criado em 2016, que prevê ações de recuperação ambiental, monitoramento da qualidade da água, revitalização de nascentes e proteção de áreas de preservação permanente.</em></li><li><em>Realização de obras de dragagem e desassoreamento do rio Doce para retirar os sedimentos depositados pela lama tóxica.</em></li><li><em>Construção de estações de tratamento de água para garantir a qualidade da água que abastece as cidades da região.</em></li></ul><div><em>(Fonte: Fundação Renova)<br></em><br></div><div>É importante destacar que as informações sobre a bacia do rio Doce entre 2015 – ano em que ocorreu o crime de Mariana - e 2023 ainda estão em constante atualização, uma vez que a recuperação ambiental é um processo contínuo e complexo que requer monitoramento constante e ações integradas.<br><br></div><div>No entanto, apesar dessas medidas propostas, a bacia do rio Doce ainda enfrenta enormes desafios na sua recuperação, afinal, a contaminação dos lençóis d'água e do solo por metais pesados ​​e outros poluentes ainda persiste.<br><br></div><div>Não bastasse tudo isso, o Vale do rio Doce também enfrenta outras questões ambientais, como a degradação dos recursos hídricos, o desmatamento, bem como a expansão da fronteira agrícola.<br><br></div><div>Muitos tem naturalizado o ocorrido, bem como pensado que a natureza irá, com certeza, se recuperar de todo o dano causado, contudo, precisamos indagar se as ações propostas estão realmente sendo cumpridas, se a população atingida está mesmo sendo atendida e de que maneira e, ainda, se todos nós, como população que vive à margem do rio Doce temos consciência de nosso papel nessa recuperação do rio e das cidades à sua margem; se, de alguma forma, podemos interromper essa histórica negligência.<br><br></div><div>&nbsp;<br>Por Rita de Cássia Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 16:59:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>annezinhacassia</author>
         <link>https://padlet.com/patvidigal/avnvl5fmbu2xtjrz/wish/2531749253</link>
         <description><![CDATA[<div>Anne Cássia.<br>Muito triste ver essa realidade, um rio que antes servia para a alimentação, sustento de famílias, agora se tornou laranja, perigoso, envenenado. Peixes morrendo todos os dias, e nós estamos vendo o nosso rio que era tão lindo, tão doce...morrendo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-26 12:08:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É frustrante a imagem a cima, nós passamos um período de extrema negligência. As pessoas relacionadas ao maior crime ambiental da história do Espírito Santo e Minas, tentando se safar de tudo que causaram. Com muito custo, conseguimos que essa máfia, tenha doado água potável. É vergonhoso saber que fomos afetados diretamente e viramos assunto internacional.  E o pior as consequências do consumo da água contamida ainda está por vir. Oremos para que não.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 00:53:04 UTC</pubDate>
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         <title>A importância do Reflorestamento.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao observar esta imagem, analiso a importância de uma ação de reflorestamento e preservação das áreas verdes em nossa cidade. Pois sabe-se do valor da cobertura vegetal em um ambiente como nossa cidade.&nbsp;<br>Através da vegetação preserva-se as nascentes de córregos, e muda-se a temperatura da cidade, as árvores sãoum meio de refrigeração natural e também reduzem a erosão do solo e também a contaminanção das águas. &nbsp;<br>Por Geórgia Luiza dos Anjos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 20:07:09 UTC</pubDate>
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