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      <title>Linha do Tempo Teórica by Bianca Ribeiro de Oliveira</title>
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      <description>Principais ideias de teóricos acerca da personalidade humana.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-10 14:11:58 UTC</pubDate>
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         <title>Carl G. Jung (1875 - 1961)</title>
         <author>biancapsicologia2002_</author>
         <link>https://padlet.com/biancapsicologia2002_/av94ltnktof56k5t/wish/2785014120</link>
         <description><![CDATA[<p>PSICOLOGIA ANALÍTICA</p><ul><li><p>1. Assim como Freud baseou a sua teoria da personalidade presumindo que a mente possui tanto um nível consciente quanto inconsciente.</p></li><li><p>2. Introduziu e definiu termos como Inconsciente coletivo e Arquétipos. Para a formação da personalidade também é levado em consideração os conteúdos do inconsciente pessoal (complexos). </p><ul><li><p>Inconsciente coletivo : ele acreditava que a porção mais importante do inconsciente se originava do passado distante da existência humana e que os conteúdos físicos do inconsciente coletivo são herdados e transmitidos de uma geração para a próxima.</p></li><li><p>Arquétipos possuem origem no inconsciente coletivo e são imagens antigas que se manifestam por temas ou padrões recorrentes, além de que são generalizados. São importantes pois podem ajudar na formação da personalidade.</p></li><li><p>Cada complexo é um grupo de imagens relacionadas entre si, formadas em torno de um núcleo central de significado que, em sua essência é arquétipo.</p></li></ul></li><li><p>3. Acreditava que o ego é o centro da consciência, mas não da personalidade. Com relação a consciência deu menor relevância do que ao inconsciente. Reconheceu também vários tipos psicológicos resultantes da combinação de uma atitude e uma funções psicológica dominante.</p><ul><li><p>Atitudes: Determinam a percepção consciente do indivíduo sobre o ambiente e como ele reage. São duas: Extroversão e Introversão.</p></li><li><p>Funções psicológicas: Determinam como o indivíduo percebe o mundo real externo ou seu mundo subjetivo. São quatro: Pensamento, sentimento (racionais), intuição e sensação (irracionais).</p></li></ul></li><li><p>4. Para ele a personalidade se desenvolve a partir de uma série de estágios até que o indivíduo alcance a autorrealização ou individualização, que é o processo para se tornar completo. Acreditava também que esse processo era raro, pois é preciso que todos os componentes psicológicos  estejam funcionando em unidade (self, persona, anima/animus, sombra, etc).</p></li></ul><p><br/></p><p>Referências:</p><p><br/></p><p>FEIST, Jess; FEIST, Gregory J.; ROBERTS, Tomi-Ann. <strong>Teorias da personalidade</strong>-8. AMGH Editora, 2015.</p><p><br/></p><p>JUNG, Carl G. et al. <strong>O homem e seus símbolos. </strong>HarperCollins Brasil, 2016.</p><p><br/></p><p>SCHULTZ, Duane P.; SCHULTZ, Sydney Ellen. <strong>Teorias da personalidade</strong>-3. Cengage Learning, 2015.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-10 14:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>Erik Erikson (1902 - 1994)</title>
         <author>biancapsicologia2002_</author>
         <link>https://padlet.com/biancapsicologia2002_/av94ltnktof56k5t/wish/2785014381</link>
         <description><![CDATA[<p>TEORIA DA IDENTIDADE</p><ul><li><p>1. Se definiu como freudiano, porém, teve suas próprias contribuições para essa teoria mesmo que mantivesse algumas ideias centrais da teoria de Freud, qual ampliou de algumas maneiras:</p><ul><li><p>Definiu 8 estágios do desenvolvimento; deu ênfase ao ego do que ao id; reconheceu o impacto de formas culturais e históricas na personalidade.</p></li></ul></li><li><p>2. Alguns de seus pressupostos incluem: um conflito entre um elemento sintônico e um distônico. Um sentimento positivo e negativo; esse conflito gera uma força básica, mas pouca força básica produz uma patologia central.</p><ul><li><p>Cada estágio passa por uma crise.</p></li></ul></li><li><p>3. Os oito estágios são: lactância (oral-sensórial), infância precoce (muscular anal), idade do jogo (locumotora genital), idade escolar (latência), adolescência, início da idade adulta (idade adulto jovem), idade adulta (adulto) e velhice/idoso.</p><ul><li><p>É importante que em cada crise a força básica e patologia central sejam desenvolvidas em proporções adequadas, visto que a ausência ou dominância de uma ou outra pode ser prejudicial ao sujeito. </p></li></ul></li><li><p>4. Do primeiro ao quarto estágio somos mais dependentes de outras pessoas, enquanto do quinto ao oitavo estágio temos mais controle sobre nós mesmos e o ambiente. </p><ul><li><p>Um dos estágios mais importantes para essa teoria é a adolescência, onde o sujeito passa pelo conflito "identidade x confusão de identidade", período onde desenvolvem melhor a identidade do ego.</p></li></ul></li></ul><p><br></p><p>Referências:</p><p><br></p><p>FEIST, Jess; FEIST, Gregory J.; ROBERTS, Tomi-Ann. <strong>Teorias da personalidade</strong>-8. AMGH Editora, 2015.</p><p><br></p><p>SCHULTZ, Duane P.; SCHULTZ, Sydney Ellen. <strong>Teorias da personalidade</strong>-3. Cengage Learning, 2015.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-10 14:17:39 UTC</pubDate>
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         <title>Albert Bandura (1925 - 2021)</title>
         <author>biancapsicologia2002_</author>
         <link>https://padlet.com/biancapsicologia2002_/av94ltnktof56k5t/wish/2785015349</link>
         <description><![CDATA[<p>TEORIA SOCIAL COGNITIVA (TEORIA DA MODULAÇÃO)</p><ul><li><p>1. Diferente da aprendizagem por modelagem de Skinner (onde realmente era preciso realizar a ação para novos comportamentos), Bandura acreditava em uma aprendizagem por modelação (onde é possível aprender através da observação do comportamento de outras pessoas).</p><ul><li><p>A modelação consiste em quatro etapas: processos de atenção, retenção, processos de reprodução e motivação.</p></li><li><p>Um de seus estudos mais importantes sobre modelação foi o <em>João-bobo</em>, porém, para além dele também houveram outros estudos e testes.</p></li><li><p>Há vários fatores que podem influenciar no processo de modelação, tais quais: características dos modelos, do observador e as consequências do comportamento a ser modelado.</p></li></ul></li><li><p>2. Alguns dos pressupostos básicos da teoria social cognitiva são: plasticidade, capacidade de regulação da vida pelo modelo de causação recíproca triádica, perspectiva de agência, pessoas regulam sua conduta por meio de fatores externos e internos, em situações moralmente ambíguas, as pessoas tentam regular o comportamento através da agência moral.</p></li><li><p>3. Um dos pressupostos de maior destaque é o de causação recíproca triádica, qual sustenta que as ações humanas são resultado da interação de três variáveis: </p><ul><li><p>3.1. comportamento (atos realizados pela pessoa).</p></li><li><p>3.2. Ambiente. O que é externo a pessoa. (acontecimentos, outras pessoas, objetos, clima...).</p><ul><li><p>3.2.1 Encontro casual - Encontro não intencional de pessoas que não são familiarizadas entre si.</p></li><li><p>3.2.2 Evento fortuito - Experiência ambiental inesperada e não intencional.</p></li></ul></li><li><p>3.3. Pessoa (pensamento, memória, previsão, planejamento, julgamento...).</p></li></ul></li><li><p>4. Outros conceitos: agência humana, autorregulação e agência moral.</p><ul><li><p>Agência humana é a capacidade que temos de gerenciar as nossas ações. As quatro propriedades principais são: intencionalidade, antecipação, autorreatividade e autorreflexão.</p></li><li><p>Autorregulação é a capacidade de regularmos o nosso próprio comportamento. Esse processo pode ser afetado por fatores internos e ambientais.</p></li><li><p>Agência moral é a nossa bússola moral, padrões morais de conduta que influenciam na regulamentação de comportamentos. Os padrões podem ser divididos em: não causar danos a outras pessoas e ajudar de forma proativa.</p><ul><li><p>O desengajamento moral é quando arranjamos justificativas morais para agirmos de forma desumana.</p></li></ul></li></ul></li></ul><p>Referências</p><p><br/></p><p>FEIST, Jess; FEIST, Gregory J.; ROBERTS, Tomi-Ann. <strong>Teorias da personalidade</strong>-8. AMGH Editora, 2015.</p><p><br/></p><p>SCHULTZ, Duane P.; SCHULTZ, Sydney Ellen. <strong>Teorias da personalidade</strong>-3. Cengage Learning, 2015.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-10 14:18:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>B. F. Skinner (1904 - 1990)</title>
         <author>biancapsicologia2002_</author>
         <link>https://padlet.com/biancapsicologia2002_/av94ltnktof56k5t/wish/2785018690</link>
         <description><![CDATA[<p>TEORIA DO REFORÇO</p><ul><li><p>1. Não apresentou uma teoria da personalidade, seu trabalho tentou dar conta do comportamento, pois para ele a psicologia é uma ciência do comportamento.</p><ul><li><p>Definiu o conceito de condicionamento operante, forma pela qual acreditava que a maioria dos comportamentos são aprendidos. Assim, a "personalidade" seria para ele é o resultado desse comportamento operante.</p></li><li><p>Compreensão do comportamento humano a partir do meio.</p></li><li><p>Aprendizagem por modelagem.</p></li></ul></li><li><p>2. Alguns conceitos marcantes de sua teoria são: Reforço (positivo e negativo), punição (positiva e negativa), extinção.</p><ul><li><p>Um reforçador positivo fortalece qualquer comportamento que o produza, enquanto um reforçador negativo revigora qualquer comportamento que o reduza ou o faça cessar (Skinner, 2006).</p></li></ul></li><li><p>3. O comportamento humano (e a personalidade) é modelado por três forças: a seleção natural, as práticas culturais e o histórico de reforço de cada indivíduo. </p></li><li><p>4. uma personalidade desadaptada é resultante de comportamentos inapropriados, eles seguem a técnicas autodestrutivas de combate ao controle social ou a tentativas malsucedidas de autocontrole.</p></li></ul><p><br/></p><p>Referências:</p><p><br/></p><p>FEIST, Jess; FEIST, Gregory J.; ROBERTS, Tomi-Ann. <strong>Teorias da personalidade</strong>-8. AMGH Editora, 2015.</p><p><br/></p><p>SCHULTZ, Duane P.; SCHULTZ, Sydney Ellen. <strong>Teorias da personalidade</strong>-3. Cengage Learning, 2015.</p><p><br/></p><p>SKINNER, B. F. <strong>Sobre o behaviorismo</strong>-10. São Paulo, editora Cultrix, 2006.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-10 14:21:21 UTC</pubDate>
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