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      <title>Teoria Organizacional - Aula 13 by Marçal Cavalcanti</title>
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      <description>Criado com os olhos no prêmio</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-16 20:41:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marcalzin</author>
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         <description><![CDATA[<div>Letícia Amaral<br>Marçal Cavalcanti<br>Marcilia Carvalho<br>Vagner Júnior</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 20:48:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marcalzin</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que é possível observar é que há fortes críticas à discussão teórica dentro da teoria da organização. Ao longo do texto destaca-se o posicionamento de Hambrick (2007) contra a “obsessão por teoria”. Por outro lado, as teorias contemporâneas são bastante motivadoras e dinâmicas, tanto quanto à acumulação progressiva de conhecimento quanto ao surgimento de novas problemáticas e orientações teóricas. Ainda dentro das vantagens do modelo teórico na teoria da organização, o texto apresenta fundamentação teórica, baseada no dinamismo da teoria das organizações, destacando o desenvolvimentos recentes de cinco domínios teóricos - lógica institucional, categorização, redes, teoria do comportamento, e teorias práticas. Nos parágrafos seguintes, as vantagens e desvantagens da discussão teóricas serão tratadas.<br><br><br>As críticas da teoria da organização contemporânea são variadas e incluem reclamações sobre elas serem excessivamente focada na teoria, anacrônica, muito ligada à disciplina do conhecimento e sem relevância. O principal autor que ataca os estudos organizacionais é Hambrick (2007). A partir de suas críticas, foi criado um novo jornal, Academy of Management Discoveries, cuja missão foi concentrar na publicação de novas descobertas empíricas. Para tentar solucionar o problema que ele apontou ao longo dos estudos, "obsessão por teoria", Hambrick (2007) observa a pesquisa epidemiológica sobre tabagismo e problemas de saúde, e sugere tal importância para as descobertas, que seriam rejeitadas por periódicos de gestão por causa da falta de teoria.<br><br><br>Como argumentos favoráveis verificamos a progressiva variedade na área de conhecimento (existe uma rica e natural fonte de fenômenos de estudo, também sendo abundantes as teorias e metodologias). Também se verifica a contemporaneidade das discussões teóricas quanto às teorias anteriores já consolidadas, bem como&nbsp; em relação à identificação de novos problemas e desenvolvimento de novas teorias. Por fim, ressalta-se a internacionalização / globalização (expansão dos estudos por diversas regiões do mundo, agregando perspectivas variadas na elaboração de novos conhecimentos)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 20:50:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Burrell e Morgan afirmam que a teoria das organizações poderia ser analisada em termos de quatro amplas visões de mundo/paradigmas refletidas em diferentes grupos de suposições metateóricas. Os 4 paradigmas: funcionalista (a sociedade tem existência concreta e real, sistema social ordenado e regulado), interpretativista (o mundo social e a realidade social não existe em qualquer sentido concreto, mas é um produto da experiência subjetiva e intersubjetiva dos indivíduos), humanista radical (o processo de criação da realidade pode ser influenciado por processos físicos e sociais que canalizam e controlam a mente dos seres humanos e aliená-los), e estruturalista radical(sociedade como uma força potencialmente dominante, concepção materialista do mundo social) refletem uma rede de escolas de pensamento relacionadas, diferenciadas na abordagem e na perspectiva. Reed aponta para as narrativas analíticas, onde os modelos interpretativos das narrativas analíticas(racionalidade, integração, mercado, poder, conhecimento, justiça)&nbsp; formam o campo intelectual de conflitos históricos em que a análise organizacional se desenvolveu. Ainda, temas interconectados constituem a "espinha dorsal de análise" em torno da qual as seis estruturas narrativas podem ser interpretadas como tentativas contestadas de representação e controle de nosso entendimento sobre a prática social estratégica institucionalizada que é a "organização".&nbsp;<br>Considerando, as duas abordagens demonstram como as teorias organizacionais podem ser analisadas, a abordagem de Morgan apontam em termos de visões de mundo/paradigmas(funcionalista, interpretativista, humanista radical, estruturalista radical), enquanto a abordagem da teoria de Reed apontam para narrativas analíticas(racionalidade, poder, reconhecimento, poder, justiça, integração).&nbsp;<br>Reed aponta também, para 4 pontos interconectados nas narrativas analíticas, os debates: os debates são resumidos em: debate teórico a respeito das explicações rivais sobre conceitos de "atuação" e "estrutura, debate epistemológico entre construtivismo e positivismo, debate analítico nível "local" em oposição ao nível "global" de análise; debate normativo entre o individualismo e coletivismo.<br>As duas abordagens de análise das teorias organizacionais enfatizam que o contexto de uma teoria organizacional e as interpretações que as circundam no momento constituindo a&nbsp; análise organizacional.<br>Reed aponta que tanto a “sexualização” quanto a “colorização” da teoria organizacional abriria caminho para uma definição “muito mais ampla da constituição e objetivos dos estudos organizacionais” e faria com que nos dedicássemos a um questionamento mais profundo, e, portanto, mais perigoso de nossas categorias analíticas e compromissos ideológicos básicos. A discussão teórica proposta por Burrell e Morgan não se atenta a esse debate.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 20:55:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marcalzin</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 20:58:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marcalzin</author>
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         <description><![CDATA[<div>1 A criação de uma teoria é uma prática intelectual situada em dado contexto histórico<br><br>2 Teoria Organizacional - campo de conflitos históricos em que diferentes abordagens lutam por reconhecimento e aceitação<br><br>3 - Desenvolvimento teórico como forma de construir conhecimento e fornecer discernimento&nbsp;<br><br>4 - Para criação de uma teoria necessitamos construir e mobilizar recursos, para validar os conhecimentos e os processos políticos que deles derivam.<br><br>5 - Teoria Organizacional como um campo de estudo certamente enfrenta muitos desafios, pessimismos e otimismos, mas um trabalho empírico sem teoria não parece progresso.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 20:59:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marcalzin</author>
         <link>https://padlet.com/marcalzin/aumvn7e005p5kb30/wish/1681024115</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Vídeo publicado no canal FGV EAESP Pesquisa com entrevista de Gibson Burrel, que esteve no Brasil em dezembro de 2013 para participar de uma conferência. Na entrevista ele aborda a predominância das perspectivas americanas nos estudos organizacionais, a teoria institucional como visão ortodoxa em substituição à da teoria da contingência de cerca de trinta anos antes. Fala também sobre a pressão em relação à publicação de artigos acadêmicos, observando que vê pesquisadores que escrevem mais do que leem. Aborda um pouco sobre o pós-modernismo, falando rapidamente sobre sua obra Pandemonium. Em seguida, opina sobre a influência do marxismo no campo dos estudos organizacionais. Continua tratando sobre a forma como a “gestão” abrange as diversas áreas da vida na atualidade. Por fim, perguntado sobe um conselho que daria a um novo aluno de Doutorado, em sua resposta ele afirma: “escreva para você mesmo, não para seu supervisor”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 21:01:43 UTC</pubDate>
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