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      <title>sexualidade e gênero na antropologia social by </title>
      <link>https://padlet.com/alinafehrle/auewf5aqoj6kwopq</link>
      <description>por: Alina do Valle, Bernardo Vieira, Felipe Guaragna, Thaina de Oliveira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-10 19:41:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-25 04:06:36 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Temporalidade cíclica e a relação com os preconceitos de gênero</title>
         <author>alinafehrle</author>
         <link>https://padlet.com/alinafehrle/auewf5aqoj6kwopq/wish/2619965418</link>
         <description><![CDATA[<div>No módulo 13 sobre Gênero e sexualidade, trouxe a explicação sobre a teoria dos papéis sociais, na qual em suma, diz que os indivíduos participam dos processos culturais e de socialização a partir de regras e normas sociais, que orientam os comportamentos considerados adequados, dentro de determinada cultura, portanto para essa teoria, o sexo é um dos fatores analisados pela cultura no qual o indivíduo localiza-se, e irá determinar a definição de papéis a serem desempenhados por cada sexo. Portanto Masculinidade e Feminilidade, não são nada mais que construções culturais, antropologicamente falando. Esse tema para mim relaciona-se muito com o termo citado no M8 denominado temporalidade cíclica, no qual o tempo é comumente pensado e vivido de uma perspectiva cíclica. Isto é, as vivências são percebidas como repetições contínuas, que implicam eternos recomeços. Esse termo é muito comum em sociedade tradicionais, como a nossa, e a consequência dessa temporalidade seria que ela leva sociedades a evitarem mudanças, pois essas levariam a um afastamento do modelo “ideal” visto por essa. Isso explica muito o porque da grande resistência e preconceito em relação a discussão de gênero e sexualidade ainda presente em nossa sociedade. O ponto que seria interessante refletirmos e discutirmos, é como combateremos essa temporalidade? Pois pensando bem, ela não se restringe somente ao campo de gênero e sexualidade, mas também econômico, social e étnico, se ela não tivesse benefício para uma determinada parcela da sociedade, seria inexistente</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-10 19:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>Não-binariedade e a sua existência longínqua na cultura havaiana</title>
         <author>alinafehrle</author>
         <link>https://padlet.com/alinafehrle/auewf5aqoj6kwopq/wish/2619970087</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando falamos de gênero e sexualidade, é difícil não falar da não-binariedade. Por mais que tenha aparência e popularidade recente, é algo que ja aparecia há centenas de anos na cultura havaiana. Nela, as pessoas não eram descritas por seu sexo, e sim por seu espírito, e por como ele se apresentava. Desde então são usados 3 termos para descrevê-los: Kane- para o masculino, Wahine- para o feminino e, Mahu- uma terceira identidade de gênero que pode abranger tanto o feminino e masculino, quanto nenhum dos dois. Atualmente o termo Mahu é utilizado para representar pessoas trans em uma tentativa de modernizar o termo e o manter vivo.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-10 20:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>Sexualidade e cultura ao longo do tempo</title>
         <author>alinafehrle</author>
         <link>https://padlet.com/alinafehrle/auewf5aqoj6kwopq/wish/2620456497</link>
         <description><![CDATA[<div>A discussão sobre sexualidade é, sem dúvidas, um assunto contemporâneo, mas a antropologia se debruça sobre a sexualidade há muitos anos. Ao investigar as diversas culturas pelo mundo, a antropologia revela que existem diversas orientações sexuais e elas não são limitadas a apenas uma forma ou padrão. Na verdade, elas são bem variadas e ao longo da história muitas culturas reconheceram e valorizaram a presença de indivíduos homossexuais ou bissexuais, por exemplo. Durante o período feudal japonês a homossexualidade era bastante tolerada e inclusive valorizada, pois seria parte da tradição e do processo formativo dos homens. Algo semelhante acontecia na Grécia Antiga, onde os soldados eram encorajados a se relacionarem entre si como forma de fortalecer os laços militares. Nos dias de hoje vemos um grande progresso na aceitação da diversidade sexual em diferentes culturas ocidentais, permitindo o casamento LGBT+ em países como o Canadá, a África do Sul e Brasil. A antropologia mostra como a diversidade sexual está atrelada a diferentes características sociais, como cultura e religião, que são fatores determinantes para o comportamento sexual de um povo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-12 00:35:10 UTC</pubDate>
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