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      <title>Portfólio de Ética - Grupo 3 by Azrian Silva</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-26 10:48:08 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 6 - Sobre a ascensão do pensamento sistêmico - 26/02/25</title>
         <author>azriansilva1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nessa aula, discutiu-se sobre a perspectiva fragmentada e holística no âmbito da medicina. Também falou-se sobre a relevância de um mapa mundi confeccionado pelo IBGE, em que o Brasil encontra-se longitudinalmente no centro. Posteriormente, refletimos sobre a estrutura científica passada e atual, em que antes era fragmentada, isolada, mecanicista e reducionista, como nos modelos cartesiano e neewtoniano. Hoje seria mais sistêmica e ecológica, em que a visão seja holística,que considere os sistemas vivo e a teia entre eles. Discutiu-se sobre isso após assistir um vídeo em que se explicava esse contraste com a analogia de uma árvore e sua interdependência com outros organismos. Também se dialogou sobre um mapa mental feito sobre a Ascensão do Pensamento Sistêmico, em que se falou desde a linha do tempo de evolução do Reducionismo ao pensamento sistêmico, até aplicações cotidianas de uma perspectiva holística na prática médica. Por fim, assistiu-se também um vídeo acerca da natureza como relógio e o corpo como uma máquina sob a perspectiva cartesiana e como isso afeta os pensamentos políticos, artísticos e culturais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-26 10:49:05 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2  Dia 29/01</title>
         <author>albertocansancao1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A aula ministrada pelas professoras Carmen e Sandra trouxe uma experiência reflexiva baseada nos estudos de Fela Moscovici sobre desenvolvimento interpessoal e interação em grupos. Moscovici propõe que, em contextos coletivos, os indivíduos adotam diferentes perfis de atuação, e compreender essas características pode aprimorar a colaboração e a comunicação. A partir dessa perspectiva, fomos convidados a identificar qual dos três perfis comportamentais nos representava melhor: trabalhador durão, auxiliador amistoso ou crítico lógico. No entanto, a atividade logo revelou que essa categorização não era tão simples quanto parecia à primeira vista.</p><p>O<strong> </strong>trabalhador durão é aquele que se dedica incansavelmente às tarefas, priorizando a produtividade e o cumprimento de metas. Sua postura determinada e seu foco são fundamentais para garantir a execução dos trabalhos, mas, dependendo da perspectiva, pode ser visto como alguém rígido ou pouco sensível às dinâmicas interpessoais. Já o auxiliador amistoso se destaca pelo companheirismo e pela preocupação com o bem-estar do grupo. Ele valoriza a harmonia e busca manter um ambiente colaborativo, o que pode ser essencial para a coesão da equipe. No entanto, essa característica também pode ser interpretada como uma tendência à complacência ou dificuldade em impor limites. Por fim, o crítico lógico tem como traço principal a racionalidade e a análise objetiva das situações. Ele avalia os desafios de maneira estratégica e traz questionamentos que podem enriquecer as discussões, mas sua postura crítica pode ser percebida como frieza ou excesso de ceticismo.</p><p>Durante a dinâmica, cada participante foi incentivado a se identificar com um desses perfis, e a reação do grupo evidenciou a complexidade desse processo. Enquanto alguns, como o Alberto, o Abdias e o Arthur, rapidamente se encaixaram em um perfil específico, outros sentiram que transitavam entre diferentes características, sem uma definição clara. Esse dilema gerou uma discussão valiosa sobre a fluidez da identidade e a dificuldade de nos encaixarmos em rótulos fixos. Ficou evidente que a personalidade humana é dinâmica e que nossa atuação em grupo pode variar conforme o contexto e as relações estabelecidas.</p><p>Ao nos organizarmos em grupos de acordo com os perfis escolhidos, conseguimos observar de maneira mais detalhada como essas características se manifestavam na prática. A experiência demonstrou que cada perfil tem um papel essencial para o funcionamento coletivo e que a diversidade de perfis dentro de um grupo é um fator enriquecedor. A complementaridade entre diferentes formas de pensar e agir torna a equipe mais equilibrada e eficaz. Além disso, o exercício nos levou a refletir sobre como percebemos e julgamos os outros. Muitas vezes, qualidades podem ser interpretadas negativamente dependendo do contexto ou do olhar de quem observa. O mesmo comportamento que pode ser visto como uma virtude em determinado momento pode ser considerado um defeito em outra circunstância.</p><p>Ao final da aula, ficou claro que o objetivo da dinâmica ia além de simplesmente classificar os participantes em categorias fixas. A experiência nos levou a um exercício de empatia, incentivando-nos a enxergar as diferenças como potenciais forças para o trabalho coletivo. Reconhecer a importância de cada perfil e entender como podemos interagir de forma mais harmônica dentro de um grupo nos fez perceber que a diversidade não é um obstáculo, mas sim um recurso valioso para a construção de relações mais produtivas e significativas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 12:09:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 5 19/02</title>
         <author>albertocansancao1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, a professora Carmen nos apresentou um novo formato de discussão, no qual nos organizamos em assembleia para analisar um mapa conceitual elaborado por uma colega, baseado no livro <em>A Teia da Vida</em>, de Fritjof Capra. Esse exercício nos conduziu a uma reflexão profunda sobre a necessidade de mudanças de paradigma, a interconexão sistêmica e a importância de uma visão mais holística da realidade. A abordagem adotada permitiu não apenas uma análise teórica dos conceitos, mas também uma troca enriquecedora de perspectivas, ampliando nossa compreensão sobre as questões abordadas.</p><p>Um dos conceitos centrais discutidos foi a Crise de Percepção, apresentada por Capra como um dos grandes desafios da atualidade. Segundo o autor, muitos dos problemas ambientais, sociais e econômicos que enfrentamos não podem ser resolvidos de maneira isolada, pois estão profundamente interligados. A solução exige uma mudança radical na forma como enxergamos o mundo, abandonando a visão mecanicista e fragmentada da realidade e adotando uma abordagem mais ecológica e integrada. Essa discussão nos levou a refletir sobre a necessidade de transformar nosso pensamento e ações para lidar com desafios complexos de maneira mais efetiva.</p><p>Outro ponto central do debate foi a Ecologia Profunda, que propõe um olhar mais amplo e respeitoso em relação à natureza. Diferentemente da Ecologia Rasa, que enxerga o meio ambiente de maneira utilitária, a Ecologia Profunda destaca a interdependência entre todos os seres vivos e a necessidade de compreender a natureza não como um simples recurso, mas como uma teia complexa da qual fazemos parte. Essa perspectiva nos levou a refletir sobre nossas próprias atitudes e sobre o impacto das ações humanas no planeta, incentivando uma postura mais responsável e consciente em relação ao meio ambiente.</p><p>A discussão também abordou a relação entre ética e sustentabilidade, enfatizando que qualquer transformação significativa deve passar por uma mudança de valores e comportamentos. O conceito tradicional de progresso, baseado na exploração ilimitada dos recursos naturais, foi questionado, e debatemos a necessidade de pensar em modelos de desenvolvimento que priorizem a harmonia com a natureza e a equidade entre as gerações. Isso nos levou a refletir sobre alternativas sustentáveis e sobre a importância de integrar práticas ecológicas ao nosso cotidiano.</p><p>Além das discussões conceituais, o formato da aula favoreceu um exercício de argumentação e escuta ativa, permitindo que cada um contribuísse com sua perspectiva e ampliasse a compreensão coletiva. O debate não apenas fortaleceu nosso entendimento dos temas abordados, mas também nos incentivou a repensar nosso papel no mundo e o impacto de nossas escolhas diárias. No fim, essa experiência foi um convite a enxergar além do imediato e reconhecer a interconexão entre todas as coisas, reforçando a importância de adotar uma visão mais sistêmica e sustentável da realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 12:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 01</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Nosso primeiro encontro do semestre começou com um momento de diálogo e acolhimento conduzido pela professora Carmen. Tivemos um espaço aberto para compartilhar como foram nossas férias e o que esperávamos do semestre que se iniciava. Esse momento acabou se tornando uma verdadeira reflexão sobre o caminho que percorremos no primeiro período e os desafios que teremos no segundo.</p><p>O que mais nos chamou atenção foi o consenso geral sobre a experiência difícil com o PIEX. Falamos abertamente sobre nossas frustrações e desafios, e essa troca nos permitiu validar nossos sentimentos e perceber que não estávamos sozinhos nessa jornada. Foi reconfortante saber que todos compartilhavam da mesma percepção e que, apesar das dificuldades, seguimos em frente.</p><p>Depois desse momento de conversa, passamos para atividades mais práticas, que incluíram alongamento, exercícios de respiração e algumas dinâmicas propostas pela professora. Uma delas envolvia olhar diretamente nos olhos dos colegas, algo simples, mas que acabou sendo um desafio à parte. A experiência foi desconfortável no início, talvez porque não estamos acostumados a esse nível de contato e presença no dia a dia. No entanto, esse desconforto também trouxe um aprendizado: a importância de nos permitirmos estar genuinamente conectados com o outro, sem distrações ou barreiras.</p><p>Ao final da aula, ficamos com a sensação de que este semestre será uma oportunidade não só de aprendizado acadêmico, mas também de crescimento pessoal. Foi um começo diferente, mais humano e reflexivo, e acreditamos que esse tom vai marcar bastante o que está por vir.</p><p><br></p><p><strong>"Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.”</strong></p><p><br></p><p>Essa frase do livro “O pequeno príncipe”, escrito por Antoine de Saint-Exupery"”&nbsp; se encaixa perfeitamente na experiência que tivemos ao olhar nos olhos dos colegas. No começo, foi desconfortável, mas, ao longo do exercício, percebemos que há muito mais por trás do olhar do outro do que estamos acostumados a enxergar.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 14:22:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa conceitual - Alberto Pinheiro</title>
         <author>albertocansancao1</author>
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         <pubDate>2025-03-07 15:08:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa conceitual - Azrian dos Anjos</title>
         <author>albertocansancao1</author>
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         <pubDate>2025-03-07 15:08:59 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa Abdias Folly</title>
         <author>albertocansancao1</author>
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         <pubDate>2025-03-07 15:09:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa Conceitual - Arthur Côrrea</title>
         <author>albertocansancao1</author>
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         <pubDate>2025-03-07 15:10:01 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, fomos levados a refletir sobre <strong>o Eu Ideal e o Ideal do Eu</strong>, conceitos fundamentais na psicanálise e que permeiam nossa construção como indivíduos. Iniciamos com a leitura de um texto sobre esses conceitos e, em seguida, contemplamos a música <strong>"Caminhos do Coração"</strong>, de <strong>Gonzaguinha</strong>. A conexão entre ambos se tornou evidente à medida que discutimos o significado da canção e como ela retrata <strong>o processo de transformação e ruptura entre essas duas instâncias psíquicas</strong>.</p><p>Ao nos reunirmos em subgrupos, buscamos definir essas ideias dentro da música e percebemos que a letra retrata, de maneira poética, <strong>a passagem do Eu Ideal para o Ideal do Eu</strong>. No início da vida, somos preenchidos pelos ideais que nos são impostos — sejam eles dos pais, da sociedade ou de figuras de autoridade. No entanto, ao longo do tempo, nos deparamos com o desafio de <strong>romper com esses ideais iniciais e construir uma identidade própria</strong>, alinhada aos nossos desejos e escolhas.</p><p>A discussão se aprofundou ainda mais com as reflexões conduzidas pela professora Sandra. Fomos instigados a olhar para nossas próprias experiências e a identificar momentos de ruptura em nossas trajetórias. Um dos exemplos mais citados foi <strong>a entrada na universidade</strong>, um marco significativo que simboliza a transição entre aquilo que projetamos para o futuro e a realidade da experiência acadêmica. Percebemos que, assim como na música, estamos constantemente <strong>aprendendo, nos adaptando e nos descobrindo</strong> ao longo desse percurso.</p><p>Ao final da aula, ficou a reflexão de que essa transformação é um processo contínuo. <strong>Romper com um ideal não significa rejeitá-lo, mas sim ressignificá-lo à luz de nossas vivências.</strong> Somos, ao mesmo tempo, <strong>produto de tantas influências e construtores de nossa própria trajetória</strong> — um aprendizado que ressoa profundamente tanto na psicanálise quanto na nossa jornada pessoal.</p><p>tentem adicionar a música no padler</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 15:49:58 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, exploramos como a perspectiva molda nossa maneira de enxergar o mundo e de lidar com mudanças. Foi feita a leitura de um texto que discutia a adaptação sob diferentes pontos de vista, mostrando que nossa interpretação da realidade e nossas próprias experiências podem influenciar diretamente nossas reações diante de desafios. Essa reflexão se mostrou especialmente relevante tanto para nossa formação como futuros médicos quanto para a vida em geral.</p><p>Em seguida, a professora apresentou algumas ilusões de ótica clássicas, o que tornou o tema ainda mais interessante. Ao observar imagens que pareciam mudar diante dos nossos olhos, percebemos como nossa percepção pode ser facilmente influenciada pelo contexto. Ficou claro que, assim como somos enganados por ilusões visuais, também interpretamos situações e pessoas com base em ideias pré-concebidas. Esse tipo de viés pode ser problemático, especialmente na medicina, onde um diagnóstico precipitado pode levar a conclusões equivocadas e até mesmo preconceituosas.</p><p>A professora aprofundou a discussão ao introduzir o conceito de semiótica e nos incentivou a pesquisar mais sobre o assunto. Compreendemos que tudo ao nosso redor carrega significados e que interpretar esses sinais exige mais do que uma análise superficial. No contexto médico, essa habilidade é essencial para entender sintomas, expressões e até a forma como um paciente se comunica pode ser determinante para um diagnóstico preciso. Um exemplo disso é a forma como um paciente ansioso pode ser interpretado erroneamente como alguém exagerado, quando, na realidade, pode estar manifestando sintomas de um problema sério.</p><p>No fim da aula, ficou evidente que perceber vai muito além de simplesmente enxergar. Na medicina e na vida, o modo como interpretamos o que está à nossa volta pode mudar completamente nossas ações e decisões.</p><p><br></p><p>Para fechar essa aula o grupo gostaria de ressaltar a música "Both sides now", da cantora Joni Mitchell, que se relaciona com essa ideia de perspectiva e interpretação da realidade. </p><p>A letra reforça como diferentes olhares sobre a mesma situação podem mudar completamente a forma como ela é percebida, o que se encaixa bem na discussão sobre ilusões de ótica, semiótica e interpretação da realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 01:21:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-03-12 01:39:29 UTC</pubDate>
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         <title>Feedback - M3</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 11:31:30 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 7 - estações</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Para representar essa aula nada mais justo que a foto uma feira cultural, a atividade foi de apresentação do próprio portifólio e de visualização do portifólio de colegas. É interessante ver como cada grupo tem seu próprio modo de fazer o portifólio, relembrando nossa aula 3 que mostra os diferentes olhares sobre o mesmo contexto, o que amplia nossa visão e enriquece nossa experiência na faculdade. Além disso, para trazer uma reflexão sobre o desenvolvimento da atividade, pensamos na ideia de Michel Foucault: deveríamos viver nossas vidas como obras de arte. Não no sentido de seguir um padrão de beleza ou perfeição, mas de criar a si mesmo como um artista molda sua obra: com intenção, com cuidado, com liberdade, nessa aula, ao apresentar seus portfólios, estamos oferecendo um recorte da obra de nossa identidade. Cada escolha, cada projeto, cada traço ou texto carrega não só uma técnica, mas também um gesto de autoria — e de existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 21:25:53 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação - Alberto Pinheiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Alberto, tenho 22 anos e venho de uma família grande e cheia de histórias — tenho dois irmãos e uma irmã, sendo que um dos meus irmãos é meu gêmeo. Crescer com alguém tão parecido comigo, por dentro e por fora, sempre foi uma experiência única: compartilhamos desde aniversários até confusões de identidade, risadas e momentos que só quem tem um gêmeo entende de verdade. Apesar disso, tenho meu jeito próprio de ser, minhas preferências e meu olhar sobre o mundo, que fui moldando ao longo do tempo.</p><p>Nas horas vagas, gosto de me perder em filmes e séries, mergulhando em histórias que me fazem rir, pensar ou simplesmente esquecer do tempo. Também curto jogar basquete, que me dá aquela sensação boa de movimento e desafio, e não abro mão de um tempo no PC, onde exploro outros mundos e me divirto. Gosto do equilíbrio entre o agito e a tranquilidade, entre o esporte e a tela — e é nesse meio-termo que vou construindo quem eu sou.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:08:30 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação do ABDIAS FOLLY</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Abdias, 22 anos, africano de origem beninense 🇧🇯. O último fruto querido da árvore mais linda, que é minha mãe. Cresci em uma família muito grande, num ambiente de princípios, trabalho e muitas risadas. Minha vida se resume a família, trabalho, futebol e amizade. Torcedor do Melhor Time de Futebol de todos os tempos: REAL MADRID, e do Melhor Jogador de Futebol que a história conheceu: CRISTIANO RONALDO. Qualidades pessoais, 🤔, não tenho, aceito o que me é dado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:37:04 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação - Arthur Corrêa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Arthur, tenho 25 anos, sou de Arapiraca mas morei durante muito tempo da minha vida em Coité do Nóia, cidade que tem meu coração, pretendo voltar a trabalho ou para ser prefeito. No meu tempo livre gosto de ficar com minha namorada(namoro há 9 anos), sair com os amigos(de preferência com namorada e os amigos), gosto muito de tomar uma cervejinha, fazer um churrasco e treinar(musculação). Além disso, em casa passo o tempo assistindo animes, jogando no computador ou assistindo vídeo de jogos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:53:16 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação - Azrian dos Anjos</title>
         <author>azriansilva1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Azrian, tenho 19 anos, e original de Maceió em Alagoas. Sou uma pessoa relativamente instrospectiva, mas que faz questão de resenhar quando está com amigos. Além da medicina, tenho hobbies como correr e fazer academia. A corrida tem sido uma experiência incrível que alivia muito a pressão diária da jornada profissional que escolhemos. Também pretendo e estou tentando ser uma pessoa mais resiliente e emocionalmente equilibrada e próxima de Deus. Minha família é basicamente meus pais e meus irmãos, não tenho o que dizer negativamente, simplesmente fazem tudo por mim. Quando no tempo livre, assistir jogos de futebol, análise de comentaristas e carros esportivos são frequentes passatempos. Em meio aos milhares de fatos que se dão a cada dia, vou moldando quem eu sou.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 01:06:12 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 - Psicólogo</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/azriansilva1/as9gnbb0xnvp21q7/wish/3428682969</link>
         <description><![CDATA[<p>A cada encontro com o psicólogo, uma nova jornada de autoconhecimento e entendimento sobre os outros se inicia. O ambiente, acolhedor e sem pressões, se torna um espaço onde podemos expor, com sinceridade, não só as dificuldades da vida acadêmica, mas também os aspectos mais profundos da nossa vida pessoal. A conversa não é apenas sobre os desafios da faculdade, mas sobre como essa experiência se conecta com as nossas histórias, nossos medos, e, mais importante, nossa capacidade de lidar com tudo isso.</p><p>Começamos abordando as coisas que realmente nos fazem bem, o que nos motiva a continuar, apesar de todas as dificuldades. Talvez seja um hobby simples que conseguimos encaixar na rotina apertada, ou aquele momento de silêncio em que conseguimos refletir, mesmo que por poucos minutos, sobre nossas escolhas e sentimentos. A troca de ideias, no meio das tarefas acadêmicas, é o que nos mantém ancorados àquilo que realmente importa. Falamos também do tempo que passamos com amigos e familiares, esses pilares que, muitas vezes, são os maiores sustentos nos momentos de exaustão. No entanto, o psicólogo não nos deixou apenas falar sobre o que nos traz conforto, ele também trouxe à tona os medos mais profundos e as expectativas que trazemos, muitas vezes sem perceber, todos os dias. Os medos de não ser o suficiente, de falhar, de não alcançar os objetivos. As expectativas, por outro lado, são o reflexo das nossas ambições, mas também das pressões externas que sentimos para cumprir certos padrões, para atender a expectativas que muitas vezes não são nossas, mas de outros.</p><p>Foi nesse momento de partilha de experiências que a sensação de alívio começou a se instalar. À medida que falávamos sobre nossos medos e os momentos de insegurança, fomos descobrindo que não estávamos sozinhos. Muitos de nós carregamos os mesmos fardos, e essa percepção de que o outro também enfrenta questões semelhantes ajudou a diminuir o peso que antes parecia incompreensível. A fala, ao invés de um simples desabafo, se tornou uma ferramenta de cura. Ao dar voz a essas inquietações, ao nomeá-las, fomos percebendo que não são monstros imbatíveis, mas desafios a serem enfrentados com os recursos certos.</p><p>Ao final da conversa, algo transformador aconteceu. Cada um de nós, que inicialmente se sentia perdido nas diversas camadas de responsabilidades e pressões, passou a se sentir mais leve. O simples fato de ter sido ouvido, de compartilhar algo que carregávamos silenciosamente, fez com que o medo se tornasse mais gerenciável. Saímos dali não com todas as respostas, mas com um sentimento renovado de que somos capazes de enfrentar o que está por vir. Não mais sozinhos, mas com a certeza de que, ao olhar para dentro de nós mesmos e também para os outros, encontramos uma força conjunta que nos prepara para os próximos passos.</p><p>Agora, mais do que nunca, estamos prontos para os próximos desafios. Com a compreensão de que as dificuldades fazem parte do processo, e que a cada dia aprendemos algo novo sobre nós mesmos e sobre o mundo ao nosso redor, nos sentimos mais equipados, mais confiantes e, acima de tudo, mais humanos. Cada desafio, cada insegurança, e cada medo não são obstáculos intransponíveis, mas sim oportunidades de crescimento. A jornada continua, mas agora com mais clareza e com um novo senso de propósito.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 21:26:06 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 9 - Filme &quot;Duelo de Titãs&quot;</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/azriansilva1/as9gnbb0xnvp21q7/wish/3428683122</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 02/04, devido a infortúnios da natureza, fez-se uma atividade assíncrona para substituir a aula. Consistiu em assistir o filme "Duelo de Titãs", por meio do qual se refletiu acerca da Teoria das Relações Interpessoais de Willian Schutz, identificando as fases de inclusão, controle, afeição e separação no filme, além de demarcar os papéis formais e psicológicos dos principais personagens.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 21:26:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 10 - Debate sobre o filme</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/azriansilva1/as9gnbb0xnvp21q7/wish/3428692646</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, debatemos sobre a atividade assíncrona que fizemos na semana passada, refletindo acerca das fases das relações interpessoais conforme Willian Schutz. Em resumo, tivemos como consenso as seguintes descrições:</p><ul><li><p><strong>Fase da Inclusão</strong>: O grupo recém-formado enfrenta tensões raciais e falta de comunicação, com os jogadores tentando encontrar seu lugar no time, gerando desconfiança e resistência. As relações são superficiais, marcadas por medo e insegurança.</p></li><li><p><strong>Fase do Controle</strong>: Com o tempo, surgem disputas de poder, resistência à liderança e conflitos interpessoais. A liderança do técnico Herman Boone é desafiada, e o grupo passa por um processo de testes de valores, liderança e caráter. Os jogadores confrontam seus próprios preconceitos, o que gera desconforto emocional.</p></li><li><p><strong>Fase da Afeição</strong>: Após os conflitos, o grupo amadurece afetivamente. Laços de amizade se formam, e o respeito mútuo se estabelece, transformando o time em uma unidade verdadeira. A relação entre Gerry e Julius simboliza essa fase de união e apoio emocional.</p></li><li><p><strong>Fase da Separação</strong>: Ao final da temporada, o grupo se dissolve naturalmente, mas os laços formados permanecem fortes. O acidente de Gerry marca um ponto emocional, e, anos depois, no funeral de Gerry, fica claro que a experiência vivida no time teve um impacto duradouro e transformador, mesmo após a separação física.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 21:39:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 11 - Interpretação do texto Grupo Operativo de Maria Leonor Cunha Gayotto e Ligia Hulle</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/azriansilva1/as9gnbb0xnvp21q7/wish/3428878168</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de ética, foi debatido o conceito de "Grupo Operativo", uma técnica proposta por Pichon-Rivière, que visa esclarecer obstáculos tanto explícitos quanto implícitos nos processos grupais. A principal tarefa dessa técnica é trabalhar com as ansiedades e medos dos participantes, que muitas vezes dificultam o alcance de objetivos comuns, como a aprendizagem ou a resolução de problemas.</p><p>O debate trouxe à tona as diferentes interpretações que os participantes têm sobre esses processos. Algumas pessoas podem ver a "tarefa explícita" como um simples objetivo a ser cumprido, como aprender um conceito ou resolver um problema. No entanto, outras podem perceber a tarefa como uma oportunidade de crescimento pessoal, ao lidar com as ansiedades ou medos inconscientes que surgem no grupo. Esse movimento dialético entre o explícito e o implícito foi um ponto central na discussão, com cada integrante trazendo sua própria vivência e perspectiva sobre o tema.</p><p>Além disso, o conceito de papéis no grupo foi debatido. Cada indivíduo no grupo pode desempenhar um papel que, em certo momento, atende a uma necessidade tanto pessoal quanto do coletivo. Os papéis como "porta-voz", "líder de mudança" ou "sabotador" são exemplos de como as dinâmicas de poder e resistência se manifestam dentro de um grupo. A discussão sobre esses papéis revelou que, muitas vezes, as pessoas podem adotar comportamentos que não são diretamente relacionados à tarefa, como a resistência à mudança ou a necessidade de desviar o foco.</p><p>Portanto, a aula não só abordou a teoria do Grupo Operativo, mas também possibilitou uma reflexão profunda sobre os desafios emocionais e psicológicos envolvidos no processo de aprendizagem e trabalho em grupo. Cada participante trouxe à tona suas interpretações, resultando em um ambiente rico para a troca de experiências, entendendo como as relações interpessoais e as dinâmicas grupais influenciam o desempenho e os resultados das tarefas propostas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 01:04:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 12 - A melhor forma de viver/crenças</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/azriansilva1/as9gnbb0xnvp21q7/wish/3429001116</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa aula discutimos como diferentes pessoas, com origens, experiências e crenças diversas, podem ter objetivos e ideais semelhantes. Durante a dinâmica em duplas, refletimos sobre como nossas crenças moldam as decisões que tomamos sobre o que consideramos ser a "melhor forma de viver". Embora cada um tenha um caminho único e uma visão própria, muitos de nós buscamos, no fundo, os mesmos princípios de felicidade, realização e bem-estar. A diversidade de crenças, portanto, não significa necessariamente a falta de alinhamento em objetivos maiores, como a busca por uma vida equilibrada e a convivência harmoniosa. No entanto, também percebemos que havia muitas pessoas com dúvidas sobre qual seria, de fato, a melhor forma de viver. Isso trouxe à tona a complexidade das escolhas e os diferentes caminhos que cada um tenta seguir para encontrar seu propósito e sentido.</p><p>Essa reflexão nos leva a pensar na famosa música "Imagine" de John Lennon, que nos convida a imaginar um mundo onde, em vez de focarmos nas nossas diferenças, nos unimos em torno de ideais comuns, como a paz e a compreensão mútua. Assim como na nossa aula, onde vimos que, apesar das variações nas crenças e valores, todos buscamos algo que transcende as barreiras individuais, a música nos inspira a sonhar com um mundo mais unido, onde, ao invés de nos separarmos pelas nossas diferenças, nos reconhecemos nas nossas semelhanças. E talvez, a resposta para a dúvida de muitos sobre a melhor forma de viver esteja justamente nessa falta de "uma certa forma de viver", onde cada um tente encontrar ou viva a maneira que te faça bem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 02:12:49 UTC</pubDate>
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