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      <title>Gestão tecnologica by Cesar Augusto Da Silva Bezerra Filho</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-30 20:51:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-24 18:23:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula 06/02 - Tecnologia - Contexto Histórico</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624934665</link>
         <description><![CDATA[<div>A tecnologia, derivada do saber fazer, é o estudo da técnica. Adam Smith enfatizou que o consumo impulsiona a produção, e a inovação surge da aprendizagem prática. Com a Revolução Industrial, ocorreu a substituição do trabalho humano por máquinas e o uso de novas fontes de energia. A tecnologia requer condições institucionais adequadas para se difundir e seu desenvolvimento não é neutro. Karl Marx viu no investimento tecnológico uma busca por maiores lucros e monopólio temporário. Compreender a economia tecnológica envolve entender a lógica da mudança tecnológica e diferenciar produto e processo. Em suma, a tecnologia é um elemento em constante evolução, afetando a economia, a sociedade e as instituições, como bem disse Marx: "Tudo que é sólido se desmancha no ar."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 27/03 - Schumpeter - Inovação</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624935827</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Schumpeter via Marx como um gênio e profeta, mas notava a falta de uma teoria da empresa em sua obra. Para ele, Marx não distinguia claramente o papel do capitalista do empreendedor.<br><br></div><div><br>Segundo Schumpeter, o empreendedor desempenha um papel vital no desenvolvimento, indo além de ser apenas o detentor de capital. Movido pela busca de lucro monopolista, o empreendedor é considerado o herói do progresso.<br><br></div><div><br>O que encantava Schumpeter na obra de Marx era a crença no capitalismo como um sistema evolucionário, impulsionado por mudanças econômicas. A mudança tecnológica era vista como um fator determinante na transformação industrial, gerando inovação radical e destruição criativa.<br><br></div><div><br>As inovações tinham como objetivo criar novas necessidades de consumo, essenciais para o movimento do capitalismo. Sem inovação, não há empreendedores, e sem empreendedorismo, o capitalismo não gera retorno.<br><br></div><div><br>Schumpeter dividiu o processo de mudança tecnológica em três fases: invenção, inovação e difusão. A inovação envolve novas combinações, como a criação de novos produtos, processos ou a abertura de novos mercados.<br><br></div><div><br>O modelo de difusão tecnológica considera a direção, ritmo e fatores indutores. A velocidade de adoção da tecnologia depende de fatores técnicos, econômicos e institucionais. O impulso tecnológico ocorre por meio da pesquisa e desenvolvimento, enquanto a demanda do mercado também impulsiona a inovação.<br><br></div><div><br>Em resumo, Schumpeter reconheceu o papel fundamental do empreendedorismo e da inovação no desenvolvimento econômico, destacando as contribuições de Marx, mas também apontando as limitações em sua teoria da empresa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:03:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 06/03 - Inovação e Difusão Tecnológica</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624936929</link>
         <description><![CDATA[<div><br>chumpeter reconhecia Marx como um gênio e profeta, mas apontava a falta de uma teoria da empresa em sua obra, além da dificuldade de Marx em distinguir capitalista e empreendedor.<br><br></div><div><br>Schumpeter via o empreendedor não apenas como detentor de capital, mas como aquele que busca o lucro monopolista e é considerado o "herói" do desenvolvimento. Segundo ele, sem inovação, não há empreendedores, e sem empreendedorismo, o capitalismo não gera retorno.<br><br></div><div><br>A mudança tecnológica é um dos principais impulsionadores da mudança industrial, segundo Schumpeter. Ele nomeou o processo de transformação industrial por meio da inovação radical como "destruição criadora". As inovações visam criar novas necessidades de consumo e mobilizar os bens de capital.<br><br></div><div><br>Schumpeter propôs uma trilogia para o processo de mudança tecnológica: invenção (criação de algo novo), inovação (aplicação comercial da invenção) e difusão (comunicação da inovação entre os membros de um sistema social).<br><br></div><div><br>A inovação, para Schumpeter, pode resultar em um novo produto, um novo processo ou a abertura de novos mercados. O novo mercado é um monopólio temporário, que pode ser imitado pela concorrência.<br><br></div><div><br>O modelo de difusão tecnológica inclui a direção (análise da trajetória de uma indústria ou tecnologia), o ritmo (velocidade de adoção pela sociedade) e fatores técnicos, econômicos e institucionais que influenciam a difusão.<br><br></div><div><br>Fatores indutores da inovação podem ser impulsionados pela tecnologia (Technology Push) ou pela demanda do mercado (Demand Pull).<br><br></div><div><br>Em resumo, Schumpeter e Marx compartilhavam o reconhecimento da importância do empreendedorismo e da inovação para o desenvolvimento econômico, apesar de divergências em relação à teoria da empresa. A difusão tecnológica desempenha um papel fundamental na transformação industrial e no crescimento econômico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:05:34 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 13/03 - Fatores Indutores e Determinantes da Inovação</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624938490</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A inovação é um fator essencial para o sucesso e a sobrevivência das empresas no mercado atual. Ela pode assumir duas formas principais: inovação radical e inovação incremental. Enquanto a inovação radical é caracterizada por mudanças significativas e disruptivas, a inovação incremental se concentra em melhorias graduais e contínuas no preço, funcionalidade e desempenho dos produtos ou serviços.<br><br></div><div><br>Por muito tempo, acreditava-se que a inovação radical era a chave para dominar o mercado. No entanto, muitas empresas de tecnologia demonstraram que as inovações incrementais podem trazer benefícios significativos. Além disso, a inovação radical é difícil de alcançar e requer grandes investimentos.<br><br></div><div><br>Diversos determinantes influenciam a adoção e o sucesso da inovação. Um deles é a maturidade tecnológica, que exige que a tecnologia esteja madura o suficiente para ser implantada de forma eficaz. Além disso, o conhecimento e o nível de especialização dos consumidores desempenham um papel importante. Estratégias devem ser estabelecidas para promover a mudança do mercado de nicho para o mercado de massa.<br><br></div><div><br>A externalidade de rede também é um fator relevante. Ela ocorre quando a demanda de um consumidor é influenciada pelas demandas dos outros, criando um efeito de rede. Os custos de comutação são outro determinante a ser considerado. Altos custos de mudança podem atrasar a adoção da inovação radical, levando as empresas a optarem por melhorias incrementais.<br><br></div><div><br>O know-how desempenha um papel crucial na inovação. Nem todo conhecimento pode ser facilmente divulgado ou transferido, especialmente quando envolve conhecimento não codificado. A proteção da propriedade intelectual também é relevante. Patentes obtidas em inovações radicais podem proteger essas inovações de melhorias incrementais feitas por outras empresas.<br><br></div><div><br>Por fim, os ativos complementares desempenham um papel importante no sucesso da inovação. Isso inclui uma rede de fornecedores ou parceiros de negócios, uma base de clientes estabelecida e uma reputação sólida.<br><br></div><div><br>Em resumo, tanto a inovação radical quanto a inovação incremental têm seu valor e importância no mercado. As empresas devem considerar cuidadosamente os determinantes mencionados para determinar a melhor estratégia de inovação a ser adotada. Compreender a maturidade tecnológica, o conhecimento dos consumidores, as externalidades de rede, os custos de comutação, o know-how, a propriedade intelectual e os ativos complementares pode ajudar as empresas a alcançar o sucesso e se manterem competitivas em um ambiente de negócios em constante evolução.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:07:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula 27/03 - DNA da Inovação</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624939850</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O DNA do profissional inovador é composto por habilidades essenciais que podem ser desenvolvidas ao longo do tempo. A capacidade de gerar novas ideias não se limita apenas à função cerebral, mas também está relacionada ao desenvolvimento de comportamentos específicos.<br><br></div><div><br>Uma dessas habilidades é a capacidade de associar, que consiste em conectar questões aparentemente não relacionadas com sucesso. Quanto mais diversificada for a experiência e o conhecimento do indivíduo, mais conexões o cérebro será capaz de fazer e mais novas associações surgirão.<br><br></div><div><br>O ato de questionar também é fundamental. Muitas vezes, as pessoas impõem restrições ao pensamento apenas quando confrontadas com as limitações do mundo real, como restrições de recursos ou tecnológicas. No entanto, questionar constantemente e enfrentar grandes questões pode impulsionar a compreensão e permitir pensamentos fora da caixa.<br><br></div><div><br>A observação é outra habilidade crucial. Ao observar outras pessoas e produtos, é possível obter insights para desenvolver ideias de negócios incomuns. Observar o comportamento dos potenciais clientes, por exemplo, pode fornecer valiosas informações para inovações.<br><br></div><div><br>Experimentar é uma habilidade compartilhada com os cientistas. Os profissionais inovadores ativamente testam novas ideias por meio da criação de protótipos e realização de pilotos. Eles veem o mundo como seu laboratório, construindo experiências interativas e buscando respostas pouco convencionais para estimular o surgimento de ideias.<br><br></div><div><br>Por fim, o trabalho em rede desempenha um papel importante. Interagir com pessoas de diferentes gerações, formações e áreas de atuação permite a troca de ideias e perspectivas únicas. Combinar conhecimentos e colaborar com profissionais de áreas distintas possibilita o aprendizado e a geração de novas ideias.<br><br></div><div><br>Portanto, as habilidades de descoberta do inovador, como questionar, associar, observar, experimentar e trabalhar em rede, podem ser desenvolvidas ao longo do tempo e são fundamentais para impulsionar a capacidade de gerar novas ideias e promover a inovação em diversos campos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:09:40 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 10/04 - Gestão do Conhecimento</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624940808</link>
         <description><![CDATA[<div>A gestão do conhecimento é uma prática que envolve a coleta, armazenamento e distribuição de dados, informações e conhecimentos dentro de uma organização. Ela cria um ambiente interativo onde as pessoas podem compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas.<br><br></div><div><br>Para que essa gestão seja efetiva, alguns elementos fundamentais são necessários. Isso inclui o suporte de tecnologia da informação, a presença de pessoas capazes de gerar conhecimento e a disponibilidade de informações como matéria-prima para a geração de conhecimento.<br><br></div><div><br>A gestão do conhecimento é um processo que está presente em todas as eras, desde a era agrícola até a era industrial e a era do conhecimento. Seus processos estão voltados para o compartilhamento, atualização, aplicação, criação e reutilização do conhecimento.<br><br></div><div><br>O gestor responsável pela gestão do conhecimento deve possuir um perfil competitivo, multicultural, ser capaz de lidar com a complexidade, ser inovador e ter uma abordagem interdisciplinar.<br><br></div><div><br>No novo paradigma organizacional, as organizações estão abandonando estruturas baseadas em burocracia e adotando uma postura de flexibilidade competitiva, levando em consideração fatores que não eram priorizados no paradigma industrial, como a informação.<br><br></div><div><br>Nesse novo paradigma, há uma demanda por organizações e profissionais proativos, em que a utilidade da informação é avaliada. Conceitos como informação rara e insubstituível caem por terra devido à abundância de oferta de informação.<br><br></div><div><br>Flexibilidade e agilidade são conceitos essenciais, tanto para as organizações quanto para as pessoas, que precisam estar preparadas para mudanças constantes e aceleradas, por meio de um processo contínuo de aprendizado.<br><br></div><div><br>É importante ressaltar que a tecnologia, por si só, não resolve todos os problemas. Antes de lidar com a tecnologia, é necessário lidar com os processos de negócio e com as informações consideradas relevantes para a tomada de decisão.<br><br></div><div><br>A gestão do conhecimento pode ser vista como um conjunto de processos que governam a criação, disseminação e utilização do conhecimento para atingir os objetivos da organização. O conhecimento pode ser dividido em conhecimento tácito, que é o conhecimento que as pessoas possuem internamente, mas não está formalmente documentado, e conhecimento explícito, que é aquele que está registrado e disponível para as demais pessoas.<br><br></div><div><br>Como o conhecimento é baseado na experiência humana e no contexto social, a gestão do conhecimento está intimamente relacionada à cultura, estratégia e estrutura organizacional. Implementar a gestão do conhecimento significa mudar a forma como a empresa opera internamente e como se relaciona com seus fornecedores e clientes.<br><br></div><div><br>A finalidade da gestão do conhecimento é coletar, armazenar e distribuir conhecimentos, criando um ambiente interativo onde as pessoas possam transferir seus conhecimentos prontamente para outras pessoas. Isso requer a identificação dos conhecimentos estratégicos para a organização, a identificação de fontes de informações internas e externas, e a administração eficaz de dados e informações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:10:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 17/04 - Inteligência Competitiva</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624941941</link>
         <description><![CDATA[<div>A inteligência competitiva teve origem durante a Guerra Fria, em um contexto de disputa entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético. Embora o termo não esteja relacionado à espionagem, sua origem remete às atividades de monitoramento e obtenção de informações estratégicas realizadas pelas agências de inteligência, como a KGB e a CIA.<br><br></div><div><br>A inteligência competitiva, no âmbito empresarial, consiste no monitoramento do ambiente externo da empresa em busca de informações úteis de origem econômica, financeira, comercial, jurídica, científica e técnica. Essas informações são essenciais para obter vantagens competitivas e embasar a tomada de decisões estratégicas.<br><br></div><div><br>O planejamento estratégico desempenha um papel fundamental na inteligência competitiva. Ele envolve a análise cuidadosa das informações coletadas, aprendizado, seleção do que é relevante, agrupamento de dados e outras etapas que visam transformar os elementos brutos em conhecimento acionável.<br><br></div><div><br>Com o avanço da tecnologia, especialmente a internet, a busca por informações tornou-se mais acessível, permitindo uma ampla variedade de fontes e reduzindo as barreiras para a obtenção de dados relevantes. Isso proporcionou oportunidades para aprimorar a inteligência competitiva e obter uma vantagem competitiva sustentável.<br><br></div><div><br>Os benefícios da inteligência competitiva são significativos. Além de aumentar a produtividade e reduzir os riscos e custos, ela agrega valor às organizações, permitindo uma melhor compreensão dos concorrentes e uma maior capacidade de antecipar e responder às mudanças do mercado.<br><br></div><div><br>O fluxo da inteligência competitiva envolve diferentes etapas. Inicia-se com o planejamento e a definição das necessidades de informação, seguido pela identificação e coleta de fontes confiáveis e relevantes. A análise minuciosa dos dados é essencial para obter insights valiosos, que são então divulgados à gestão de forma clara e diplomática. Por fim, o feedback dos tomadores de decisão é essencial para avaliar a eficácia das ações e aprimorar os processos futuros.<br><br></div><div><br>Dessa forma, a inteligência competitiva desempenha um papel estratégico nas organizações, permitindo que elas se adaptem e prosperem em um ambiente dinâmico e altamente competitivo. Ao compreender o ambiente externo e a si mesmas, as empresas podem obter uma vantagem decisiva na busca pelo sucesso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:12:29 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 08/05 - Forças de Porter - IC NA PRÁTICA</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624942981</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As cinco forças de Porter, descritas por Michael Porter em 1979, têm sido uma contribuição significativa para o campo da estratégia empresarial. Esse modelo ajuda as empresas a avaliarem a atratividade e as tendências de seus concorrentes.<br><br></div><div><br>No modelo de Porter, a rivalidade entre concorrentes é analisada, levando em consideração a intensidade da competição. Quando a rivalidade é alta, é necessário reduzir os preços ou buscar outras estratégias para manter os lucros. A ameaça de produtos ou serviços substitutos é avaliada com base na facilidade dos consumidores em trocar de serviço, muitas vezes devido a mudanças nos custos.<br><br></div><div><br>A ameaça de novos entrantes é examinada em relação às barreiras de entrada no mercado. O poder de negociação dos fornecedores e dos compradores é analisado para determinar o controle que eles têm sobre a empresa. Por exemplo, se houver muitos fornecedores e poucos consumidores, o poder do fornecedor será baixo, enquanto se houver muitos consumidores e poucos fornecedores, o poder do fornecedor será alto.<br><br></div><div><br>Em relação aos programas de inteligência competitiva (IC), existem lições importantes a serem aprendidas. Primeiramente, é essencial ter um papel claramente definido que derive do processo de reconhecimento das necessidades de informação dos membros da organização. Os programas de IC se enquadram em três categorias: apoio a decisões estratégicas e ações táticas, alertas antecipados sobre tópicos relevantes e conhecimento dos atores-chave e aprendizado com eles.<br><br></div><div><br>A disseminação oportuna dos resultados do programa de IC é crucial, apresentando implicações acionáveis e sendo visto como confiável e digno de credibilidade. Nas organizações, uma cultura impulsionada pela inteligência é construída gradualmente, uma pessoa de cada vez, através do aprimoramento das habilidades relacionadas ao gerenciamento de informações, formação de redes de contatos pessoais e mecanismos que facilitam o fluxo de informações.<br><br></div><div><br>A evolução dos programas de IC é natural e impulsionada pelas necessidades da empresa, feedback e técnicas de melhoria da qualidade. É importante ressaltar que a IC é um elemento essencial da inteligência empresarial. Isoladamente, a IC tem pouco valor, pois uma organização precisa conhecer seus mercados, clientes, habilidades técnicas e outros aspectos para ter sucesso nos negócios.<br><br></div><div><br>Alguns princípios aprendidos com a Casa do Conhecimento de IC incluem a importância de começar com ações óbvias em vez de criar um plano complexo e aprimorar com o tempo. As relações com o público relevante são fundamentais para o sucesso, e o maior benefício de qualquer sistema de IC é alcançado por meio do autoatendimento. Um plano promocional efetivo é um fator essencial para o sucesso da Casa do Conhecimento de IC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:13:53 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 22/05 - Cauda Longa</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624944138</link>
         <description><![CDATA[<div>A cauda longa representa a cultura sem os filtros da escassez econômica, e seu surgimento está relacionado à redução dos custos para alcançar os nichos. Essa redução é impulsionada por três forças poderosas.<br><br></div><div><br>A primeira força é a democratização das ferramentas de produção, que está relacionada aos produtores e fabricantes de ferramentas da cauda longa. Com o acesso facilitado a essas ferramentas, há uma maior oferta de bens, o que contribui para o alongamento da cauda. Isso traz tanto aspectos positivos, como a possibilidade de encontrar novos talentos, quanto aspectos negativos, como um aumento na quantidade de materiais de baixa qualidade devido ao fácil acesso às ferramentas.<br><br></div><div><br>A segunda força é a democratização das ferramentas de distribuição, que está relacionada aos agregadores da cauda longa. Com o avanço da distribuição digital e do varejo online, o acesso aos nichos se tornou mais amplo e horizontal, o que possibilita atingir uma maior variedade de produtos. Isso transformou as pessoas em produtores, editores e distribuidores, ampliando a oferta e a diversidade.<br><br></div><div><br>A terceira e última força é a ligação entre oferta e procura. Com a combinação das forças anteriores, ocorre um deslocamento dos negócios dos hits para os nichos. Os consumidores agora têm mais facilidade em encontrar nichos que atendam às suas necessidades e interesses específicos, graças aos filtros que impulsionam a demanda ao longo da cauda. Isso reduz os "custos da busca" para encontrar o conteúdo dos nichos.<br><br></div><div><br>Na era da cauda longa, é importante destacar seis temas principais:<br><br></div><ol><li>Há mais nichos do que hits, e essa desproporção aumenta exponencialmente à medida que as ferramentas de produção se tornam mais acessíveis.</li><li>Os custos de atingir os nichos estão caindo drasticamente devido a fatores como a distribuição digital, o que proporciona uma maior variedade de produtos disponíveis.</li><li>Os filtros desempenham um papel crucial ao impulsionar a demanda ao longo da cauda, facilitando a seleção dos nichos adequados para os consumidores.</li><li>A curva da demanda se torna mais horizontal e mais longa, ou seja, os hits estão se tornando relativamente menos populares em comparação aos nichos, que estão ganhando cada vez mais popularidade.</li><li>Todos esses nichos, quando combinados, podem formar um mercado tão grande quanto, ou até maior do que, o dos hits. Embora cada nicho individualmente não venda grandes quantidades, em conjunto eles podem rivalizar com os hits.</li><li>Com a atuação conjunta de todos esses fatores, a forma natural da curva de demanda se revela em sua plenitude, sem as distorções resultantes de limitações de distribuição, escassez de informações e opções limitadas nas prateleiras. Além disso, essa forma é menos influenciada pelos hits do que se supunha anteriormente.</li></ol><div><br>Portanto, a cauda longa representa a cultura sem os filtros impostos pela escassez econômica, permitindo uma maior diversidade e oferta de produtos, impulsionada pela redução dos custos de produção</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 29/05 - FREE</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2624945785</link>
         <description><![CDATA[<div>O grátis como estratégia de negócio tem ganhado destaque como uma poderosa ferramenta de marketing e geração de receita. O conceito de oferecer algo gratuitamente para criar demanda por outros produtos ou serviços tem evoluído ao longo do tempo, especialmente com o avanço da tecnologia e a expansão da internet.<br><br></div><div><br>No século XX, o modelo grátis consistia em oferecer um determinado item para estimular a demanda por outro. Recursos como reputação, propaganda e atenção foram incrementados nesse modelo. Surgiram diferentes abordagens, como os subsídios cruzados diretos, em que o grátis é disponibilizado para qualquer pessoa disposta a pagar mais cedo ou mais tarde por um determinado produto.<br><br></div><div><br>No mercado de três participantes, o grátis pode ser um conteúdo, serviço ou software disponível para todos os indivíduos. Por exemplo, redes sociais oferecem a plataforma gratuitamente, mas contam com produtos de anunciantes que pagam pelo espaço publicitário. Já no modelo freemium, o grátis é acompanhado por uma versão paga premium, permitindo que os usuários básicos tenham acesso a funcionalidades adicionais ao adquirirem a versão premium.<br><br></div><div><br>Além disso, existem os mercados não monetários, nos quais o grátis é qualquer coisa que as pessoas escolhem oferecer sem expectativa de pagamento. Nesses casos, o acesso gratuito é disponibilizado para todos, não se esperando um pagamento pelos serviços oferecidos.<br><br></div><div><br>Um exemplo interessante é o caso do grupo Monty Python, que decidiu enfrentar o compartilhamento não autorizado de seus vídeos disponibilizando-os gratuitamente no YouTube. Essa estratégia inovadora gerou um boca a boca positivo, impulsionou as vendas de seus DVDs e programas de televisão, e as visualizações no YouTube aumentaram significativamente. O Monty Python se beneficiou dessa abordagem de grátis, já que o YouTube arcou com os custos de armazenamento e banda larga.<br><br></div><div><br>O paradoxo do grátis mostra que é possível obter lucro mesmo ao oferecer produtos ou serviços gratuitamente. A internet, com seu "espaço de prateleira" ilimitado, proporcionou o surgimento de um mercado abundante na chamada cauda longa. O espaço virtual permite uma maior variedade e alcance de nichos, impulsionando a demanda por meio de filtros que ajudam os consumidores a encontrar produtos e conteúdos específicos que atendam às suas necessidades.<br><br></div><div><br>Em resumo, o grátis se tornou uma estratégia poderosa no mundo dos negócios. Por meio de diferentes modelos, como subsídios cruzados, freemium e mercados não monetários, empresas podem criar demanda, expandir sua base de usuários e, consequentemente, gerar lucro. A internet e suas possibilidades ilimitadas abriram espaço para a economia do grátis, onde a oferta de produtos e serviços gratuitos pode coexistir e impulsionar a venda de outros itens, criando um ciclo de benefícios tanto para os consumidores quanto para as empresas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>1 Web Atividade</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2631513479</link>
         <description><![CDATA[<div>Open Innovation</div><div><strong><em><mark>O que é o Open Innovation?<br><br></mark></em></strong>A Open Innovation tem diversas definições, fazendo com que esse modelo adquire-se múltiplos significados. Resumindo em uma frase, a Open innovation é:<br><br></div><blockquote>“o uso de entradas e saídas de conhecimento propositais para acelerar a inovação interna e expandir os mercados para uso externo da inovação”.</blockquote><div><br>Ou Seja, as empresas que utilização de Open Innovation devem usar tanto dos meios internos e externos, como as ideias ou os caminhos, de acordo que a empresa busca avançar em suas inovações. Combinando de ideias internas e externas em plataformas, arquiteturas e sistemas. A Open Innovation utiliza de modelos de negócios para definir os requisitos para essas arquiteturas e sistemas. E esses modelos de negócios acessam ideias externas e internas para criar valor enquanto definem mecanismos internos para reivindicar parte desse valor.<br><br><strong><em><mark>Caminhos das ideias no Open Innovation<br><br></mark></em></strong>Para fazer com que as ideias fluam na Open Innovation, existem dois caminhos para isso:<br><br></div><ul><li><strong>De dentro para fora:</strong> A inovação aberta de dentro para fora exige que as organizações permitam que ideias não utilizadas e subutilizadas saiam da organização para que outros usem em seus negócios e modelos de negócios.</li><li><strong>De fora para dentro: </strong>Já com o ramo de fora para dentro, essa parte do modelo é menos explorada e, portanto, menos compreendida, tanto na pesquisa acadêmica quanto na prática da indústria.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-24 18:13:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2 Web atividade</title>
         <author>cesar_ti</author>
         <link>https://padlet.com/cesar_ti/arfv6k4jp7yx94fa/wish/2631515310</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>O que é Planejamento Estratégico da TI</mark></em></strong></div><div><br><em>Para Teo e King (1997), o planejamento estratégico da TI:</em></div><div><br></div><blockquote><strong><em>“é um processo que identifica as aplicações em potencial do negócio para informatização e estabelece objetivos dos recursos da computação na organização”.</em></strong></blockquote><div><br></div><div><em>E tambem:&nbsp;</em></div><div><br></div><blockquote><strong><em>“Trata-se da estratégia de planejamento e gestão da informação com base no uso dos recursos da TI” (GALLIERS et al., 1995).</em></strong></blockquote><div><br><strong><em><mark>Quais são esses Estágios da Evolução<br></mark></em></strong><br></div><ul><li><strong><em>Modo Tecnologico:</em></strong><em> </em>Melhoria da eficiência computacional.</li><li><strong>Modo Alinhamento:</strong> Consiste na estratégia de negócio, alocação de recursos, apoio gerencial, envolvimento do usuário.</li><li><strong>Modo Impacto:</strong> Melhoria no desempenho do negócio e a consequente obtenção da competitividade organizacional.</li><li><strong>Modo Adequação:</strong> Trabalha a perspectiva organizacional, interação grupal, aprendizagem e gestão de mudança.</li></ul><div><br><strong><em><mark>Modo Tecnologico x Modo Alinhamento<br><br></mark></em></strong><strong><em>M</em></strong><strong>odo Tecnologico:</strong> Nesse estágio do planejamento estratégico da TI, tem como foco a melhoria da eficiência computacional<strong> </strong>e tambem na melhoria da funcao do Sistema de Informacao&nbsp; para as aplicações baseadas na automação dos processos operacionais. As abordagens do planejamento de SI/TI são direcionadas de baixo para cima, com foco na:</div><ul><li>Melhoria da produtividade com a utilização de TI.</li><li>Carecem de uma estratégia clara</li></ul><div><br></div><div><strong>Modo Alinhamento:</strong> Com o passar do tempo o gerenciamento de sistemas de informação foi amadurecendo, e o processo de gestão enfatizou a adoção do planejamento estratégico de SI/TI com abordagem orientada a negócio. As abordagens orientadas a negócio também são rotuladas como “alinhamento estratégico”. O modo alinhamento enfatiza o uso de sistemas de informações para alcançar os:</div><ul><li>Objetivos de negócio.</li><li>Foco no alinhamento do plano de SI.</li><li>Prioridades da estratégia organizacional.</li><li>Objetivos do negócio.</li></ul><div><br><strong><em><mark>Modo Alinhamento x Modo Impacto<br><br></mark></em></strong><strong>Modo Alinhamento:</strong> Notou-se que modo alinhamento parte da premissa de que o plano de negócio e os objetivos do negócio formam a base dos objetivos do plano de SI. No entanto, essas abordagens confiam demasiadamente na qualidade e no sucesso dos planos de negócio.</div><div><br></div><div><strong>Modo Impacto: </strong>Ja com o modo Impacto, ele apoia a empresa na criação e na justificação de novas aplicações da tecnologia da informação. O grande desafio nesse estágio está na identificação das aplicações das opor- tunidades de SI/TI para a melhoria do desempenho do negócio e a consequente obtenção da competitividade organizacional. Nota-se dessa forma a associação da tecnologia e do negócio de forma bidirecional na busca de oportunidades estratégicas.</div><div><br><strong><em><mark>Modo Impacto x Modo Adequação</mark></em></strong><mark><br><br></mark><strong>Modos de Planejamento: </strong>Modo tecnologia enfoca as eficiências computacionais e de automação, enquanto o modo alinhamento sistematicamente identifica os sistemas de informação ali- nhados com o plano de negócio e seus objetivos.</div><div><br></div><div><strong>Modo Adequacão: </strong>A metodologia de planejamento estratégico pode ser expandida para incluir comportamentos individuais, fatores organizacionais e ambientais. E os negócios devem modificar as abordagens para a adequação do ambiente organizacional e as características do ajuste devem fornecer o direcionamento para a formulação do planejamento estratégico de SI/TI. Sendo que o modo adequacão adota a melhor opcao para a organizacao.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-24 18:23:19 UTC</pubDate>
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