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      <title>Divulgação de pesquisas científicas realizadas pela comunidade do IF Goiano - Campus Trindade by Claudine Faleiro Gill</title>
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      <description>Made with a creative frenzy</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-31 13:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>Escreva um título que chame a atenção do leitor - pode ter o nome do pesquisador ou o tema da pesquisa</title>
         <author>claudine_gill</author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1573568659</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Aqui o grupo deve escrever as informações sobre a pesquisa e o sobre o pesquisador.&nbsp;<br>Quem é&nbsp; o pesquisador? Qual o título da pesquisa? Quando ela foi desenvolvida? Por que o pesquisador decidiu pesquisar esse tema? No que consiste a pesquisa? Ela já foi finalizada? Se sim, quais foram os resultados alcançados?</mark></div><div><br>Link do Lattes:<br>Se a pesquisa estiver publicada, inserir link para acesso ao texto:<br><br>inserir foto do pesquisador (solicitar a foto ao pesquisador entrevistado)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 13:07:21 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalhadores da Educação Básica por Ruth Aparecida Viana da Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Ruth Aparecida Viana da Silva, professora do IF Goiano (no Ensino Médio Integrado, na área de Linguagens e suas Tecnologias; e na Pós-Graduação, com as disciplinas de Metodologia de Pesquisa Científica e Escrita de<br>Gêneros Acadêmicos e Políticas Educacionais. Atualmente atua na coordenação do Curso Técnico em Segurança do Trabalho. Na pesquisa do Doutorado: Trabalhadores da Educação Básica: Políticas de Formação e (in)visibilidade no espaço escolar. Foi desenvolvida de 2018 a 2020. A qualificação da tese foi em dezembro de 2020 e a defesa em 2021. O pesquisador decidiu por esse tema por acreditar que o trabalho educativo escolar, na educação básica, envolve não somente os professores ou a direção da escola, mas, TODOS OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, seja quem atua na portaria, na biblioteca, na merenda escolar, na secretaria ou nos serviços gerais. Assim, é preciso que haja políticas de formação inicial e continuada para todos os envolvidos no processo educativo, pois a pesquisadora acredita que a educação qualifica os seres humanos como sujeitos históricos e participantes ativos na construção da vida em sociedade.<br>&nbsp;Em agosto de 2009, foi publicada a Lei nº 12.014, que alterou o artigo 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei nº 9.394/1996, que definiu quem são os profissionais da educação. Nesse artigo, o inciso III inseriu como trabalhadores em educação, todos os servidores que atuam no espaço escolar: alimentação escolar, secretaria escolar, infraestrutura escolar (serviços gerais) e multimeios didáticos (biblioteca). Contudo, para que eles sejam reconhecidos como profissionais da educação, eles necessitam de cursos de nível médio (técnico) ou superior (tecnólogo, licenciatura ou bacharelado) nas áreas de atuação.A pesquisa já foi finalizada sim. E foi defendida em banca pública.&nbsp; A Lei 12.014/2009 ainda é pouco conhecida. No senso comum, em geral, se reconhece como profissionais da educação somente os professores. Um exemplo simples de que a lei ainda não é válida para todos os profissionais: campanhas de vacinação que priorizam somente os professores; acesso em cinemas ou outros eventos culturais, dentre outros. Não é retirar isso dos professores, mas, juntos, lutar para que isso seja para todos os trabalhadores em educação, independentemente da função que exercem na escola.<br>Além disso, a lei prevê a necessidade de cursos de formação para que estes trabalhadores sejam reconhecidos como profissionais da educação. Para que haja cursos para esses trabalhadores em educação - funcionários de escola, é necessário a implantação de Políticas de Formação Inicial e Continuada por parte do Governo Federal, por intermédio do Ministério da Educação. Isso exige trazer essa temática para o centro de discussões, debates e pesquisas teóricas; exige que os próprios trabalhadores reconheçam esse direito adquirido legalmente, para que ele se efetive de fato. Ou seja, que a lei se torne realidade e que os trabalhadores em educação tenham formação para serem reconhecidos como profissionais da educação.<br>O mais importante é construir a tese de que professores, gestores educacionais e demais trabalhadores em educação, TODOS SÃO PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO.&nbsp;<br>Devemos trabalhar juntos, lutar juntos por uma educação de qualidade para todos os nossos jovens e crianças. Assim, a tese busca reforçar também a importância do reconhecimento da categoria dos profissionais da educação trabalhando em conjunto, para lutar pelo reconhecimento dos trabalhadores em educação que não estão em sala de aula, e que são uma força no processo educativo escolar.&nbsp;<br><br>Link do lattes: Ruth Aparecida Viana da Silva&nbsp;<br>http://lattes.cnpq.br/0363817850361115<br><br>Entrevista por : Camilly Gomes de Alcântara&nbsp; 2°Edificações&nbsp;</div><div>Entrevistada: Ruth Aparecida Viana da Silva </div><div>Entrevistada&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 14:14:50 UTC</pubDate>
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         <title>Dança e indústria cultural: reflexões sobre a pseudoformação a partir do quadro Dança dos Famosos por Kesi Line de Morais</title>
         <author>vivianekelly</author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1610392456</link>
         <description><![CDATA[<div>Kesi line de morais, professora do Instituto Federal, Ciência e tecnologia Goiano- Campus Trindade, na área de educação Física, tem experiência na área de Educação, com ênfase em formação humana, atuando principalmente nos seguintes temas: educação física escolar, arte, dança e indústria cultural.<br><br></div><div>A pesquisa científica foi desenvolvida em 2018-2020, com o objetivo de identificar os elementos da indústria cultural que permeavam o quadro Dança dos famosos, do Programa Domingão do Faustão e apresentar algumas reflexões sobre a maneira que o quadro participa do processo de pseudoformação dos indivíduos participantes do quadro.&nbsp; Foi realizada uma investigação social empírica, cujo processo inicial se deu a partir de uma análise geral do quadro.<br><br></div><div>A pesquisadora afirma que a justificativa da escolha do tema foi por causa da sua familiaridade com a dança:<br><br></div><div>“<em>A justificativa para a escolha do tema foi devido ao fato da minha familiaridade com o objeto de pesquisa, pois a dança sempre se fez presente em minha vida. Ela participou do meu processo de formação nas diversas modalidades que vivenciei em escolas de dança, espaços religiosos, festas, espaços públicos, na graduação, no curso técnico em dança contemporânea e por ser um dos conteúdos da disciplina que ministro: Educação Física</em>.”<br><br></div><div>A pesquisa já foi finalizada. De acordo com as análises sobre o quadro Dança dos famosos mostraram que, a dança é tratada como mercadoria, como entretenimento. A dança aparece de forma espetaculosa e padronizada para fins mercantis&nbsp;<br><br></div><div><strong>Link do currículo Lattes</strong>: Kesi Line de Morais<br>http://lattes.cnpq.br/5035948460841133<br><br></div><div>Entrevista por: Viviane Kelly Soares Da Silva e Augusto Franscisco de Aquino Telles- 2º Eletrotécnica e Geanini Vitória Costa Coelho - 2° de Informática<br><br></div><div>Entrevistada: Kesi Line de Morais<br><br><br></div><div>&nbsp;Foto da entrevistada:<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:38:09 UTC</pubDate>
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         <title>“Das ruas para as escolas, das escolas para as ruas: as potencialidades do Slam no espaço escolar.”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1611042696</link>
         <description><![CDATA[<div>A aluna do 3° ano da turma de Automação Industrial do IF Goiano Câmpus Trindade, Yasmin Ferreira Cardoso Souza, tinha interesse e gostava muito de temáticas voltadas para a poesia e queria&nbsp; fazer um projeto nessa área e com isso foi atrás da professora Claudine, que é sua atual orientadora e a mesma lhe apresentou o Slam que é uma forma de poesia só que falada e a Yasmin topou a ideia.</div><div>A pesquisa começou a ser desenvolvida na primeira quinzena de agosto de 2020 e será finalizada na segunda quinzena de julho de 2021, que consiste em pesquisar o quão interessante, necessário e de alto potencial o Slam pode ser abordado dentro do espaço acadêmico.</div><div>O desenvolvimento da pesquisa está acontecendo de forma bem inclusiva e detalhada, com estudos de artigos, livros e publicações de outros pesquisadores e afins. Em relação aos resultados esperados, a aluna espera por fim poder&nbsp; comprovar em forma de pesquisa qualificada o potencial elevado que o slam possui dentro das escolas e como ele pode ser positivo para esse espaço em si. E felizmente está caminhando de uma forma onde os resultados serão positivos.<br><br>Link do currículo Lattes: Yasmin Ferreira Cardozo Souza<br><a href="http://lattes.cnpq.br/9738454958295473">http://lattes.cnpq.br/9738454958295473</a></div><div><br>Entrevista por: Hellen Vitória Alves de Castro, Yasmin Silva Barros e Antônio Khauan Almeida Dantas Sales.<br><br>Entrevistada: Yasmin Ferreira Cardozo Souza.<br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 00:16:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1622017148</link>
         <description><![CDATA[<div>A escada de Jacó, a escada que chega aos céus<br><br>O professor, Marcus Vinícius Mota Pinheiro da Costa, aos seus 33 anos, realizou uma pesquisa sobre a escada de Jacó, com dois alunos do Instituto Federal Goiano Campus Trindade.<br>Disse que gostou de realizar essa pesquisa e decidiu realizá-la pois é muito interessante não só do ponto de vista prático, mas também didático, pois é um experimento que aborda vários aspectos da eletricidade e também é algo que foge do comum da sala de aula e, além disso, é um experimento muito visual pois gera um arco elétrico que é bem luminoso, faz barulho e chama bastante atenção, então seria muito bom para complementar os conhecimentos na sala de aula. A pesquisa se consiste no desenvolvimento de uma escada de Jacó. O que seria essa escada de Jacó? Utiliza-se um transformador que eleva a tensão em torno de 2.000 volts, ela pega 220 volts e eleva essa tensão. Essa tensão elevada pode romper a rigidez elétrica do ar provocando o arco voltaico e por consequência desse aquecimento, diminui o peso específico do ar, fazendo com que o arco voltaico se desloque para cima, fazendo-se assim com que haja uma onda de arco voltaico de forma ascendente. Quando esse arco voltaico chega na parte superior das hastes de cobre ele se rompe e inicia um novo ciclo a partir da base das mesmas. Os materiais que ele utilizou para fazer tal experimento foram um transformador, alguns cabos, 2 barras de cobre, um ventilador, um pedaço de madeira (para o suporte), alguns interruptores e lâmpadas para realizar os experimentos, disse que não encontrou dificuldades para realizar a pesquisa “só arranjar um transformador que deu trabalho” disse o professor Marcus durante a entrevista.<br>O resultado da pesquisa foi o esperado, ou seja, o experimento funcionou conforme a teoria. Que resultou no primeiro lugar na feira de ciências do Instituto Federal Goiano Campus Trindade.<br><br>Entrevista realizada pelos alunos: Ana Gabrielly Mendes Santos<br>Kaylanne Araújo Teixeira<br>Luana Vitória Feliz Soares&nbsp;<br>Marcos Santos Batista do 2°eletrotécnica.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-23 16:50:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> A concepção de política no livro didático de sociologia adotado no ensino médio integrado do Campus Trindade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1622329691</link>
         <description><![CDATA[<div>José Geraldo da Silva, 57 anos, doutor em educação formado pela PUC de Goiás em 2018. Mestrado em estudos literários. Especializado em Metodologia de Ensino da Filosofia pela UFG em 2010, especializado em Tecnologia e Educação a Distância pela UCB/RJ em 2010 e também especializado em Docência Universitária no ano de 2009.&nbsp; Atualmente atua como professor de sociologia no Instituto Federal goiano em Trindade e já atuou no Instituto Federal da Educação, Ciências e Tecnologia no estado de Rondônia. José Geraldo da Silva fez 8 pesquisas sobre diversos assuntos, mas hoje iremos falar sobre a concepção de política no livro didático de sociologia adotado no ensino médio integrado do Campus Trindade.A pesquisa em si gera certo interesse pois como o professor José Geraldo mesmo disse, a pesquisa terá como resultado a preparação de diversos projetos com o intuído de dar auxilio a escola e aos alunos sobre a conscientização e a importância na participação no meio político tendo uma melhora no conhecimento social.A pesquisa teve seu inicio no ano de 2010 e teve sua conclusão em Dezembro no ano de 2020, faltando apenas ajustes no intuito de defender firmemente a tese, tendo no final uma duração de 10 anos. A pesquisa se resume em validar o livro didático de sociologia que esta inserida no Campus Trindade que dispõe ponto de vista sobre a política deixando retratado que a disciplina tem sua verdadeira importância quando cientificamente estudada na sociedade, pois a percepção de não agir de forma consciente, quando se trata de política, faz com que a falta de conhecimento leve a pobreza e não podendo usufruir de bens sociais. Para o professor José Geraldo o motivo que o levou a fazer a pesquisa teria sido a necessidade de estar em contato com a pesquisa e o entendimento da vida das pessoas ao seu redor e de seus alunos que lecionaram com ele. O prazer de ler e reler sobre como a educação tem extrema importância para quem não se contenta onde está, é algo que foi mais contemplado sobre a pesquisa.O resultado principal da pesquisa foi o desfecho de que será primordial o aprofundamento sobre questões ligadas ao letramento político para o professor e alunos, no formato de cursos ou até mesmo uma formação especifica sobre política.&nbsp;<br><br></div><div>Entrevistado: José Geraldo da Silva<br><br></div><div>Entrevistador: Nicole Oliveira Silva 2° Edificações<br><br></div><div>link do lattes:<br>Foto do entrevistado:<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-23 20:56:42 UTC</pubDate>
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         <title>Energia renovável Fotovoltaica - Doutora Priscilla Araújo Juá Stecanella</title>
         <author>gabriends</author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1625253521</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Priscilla Araújo Juá Stecanella é doutora em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília (2020), mestre em Tecnologia de Processos Sustentáveis pelo IFG Goiânia (2016), especialista em Gerenciamento de Projetos pela Faculdade Alves Faria (2011), graduada em Engenharia de Controle e Automação pela Universidade Paulista (2006) e técnica em Eletrotécnica pelo CEFET-GO (1999). Atualmente é professora do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Goiano- Câmpus Trindade, na área de Automação Industrial.<br><br>&nbsp; Priscilla Araújo Juá Stecanella realizou várias pesquisas ao decorrer de sua carreira profissional, mas hoje abordaremos sua pesquisa sobre Energia renovável Fotovoltaica, nomeada “Metodologia para a determinação dos impactos técnicos e financeiros provocados pela instalação de geração distribuída fotovoltaica em um sistema de distribuição”.<br><br>&nbsp; A pesquisa teve seu início em agosto de 2016 e ainda está sendo realizada, a mesma consiste em analisar os impactos na rede elétrica da nossa distribuidora de energia principal (hidrelétricas, usinas, etc) quando instalamos energia renovável Fotovoltaica em nossas residências.<br><br>&nbsp; A pesquisadora afirma que esse tema foi escolhido por conta de que a energia fotovoltaica estava em grande foco, e ainda está, e a pesquisadora nunca havia estudado sobre essa nova fonte de energia, e foi um pouco difícil para mesma, já que ela estudava mais as partes voltadas para a automação.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; De acordo com a doutora os resultados da pesquisa mostram que, atualmente, para a distribuidora de energia é prejudicial que todos instalem energia renovável Fotovoltaica em suas casas, pois por questões econômicas a mesma acabaria “sofrendo” e sendo obrigadas a cobrar de cada pessoa que decidir colocar a nova energia em sua casa. Além disso, a mesma afirma que ainda faltam muitas coisas para serem pesquisadas na área de energias renováveis.<br><br>Entrevista realizada pelos alunos:</div><div><br></div><div>Ana Clara Fortunato de Souza</div><div>Gabriel Ribeiro Batista</div><div>Larissa Querino Almeida</div><div>Leandro Messias</div><div>2° Automação Industrial</div><div><br></div><div>Link da entrevista no YouTube:</div><div><a href="https://youtu.be/DQB2bPHmko4">https://youtu.be/DQB2bPHmko4</a></div><div><br></div><div>Link do Lattes:</div><div><a href="http://lattes.cnpq.br/0578463733869836">http://lattes.cnpq.br/0578463733869836</a></div><div><br><br></div><div>Foto da entrevistada:<br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 11:57:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A utilização do posicionamento de antenas para implantação da TV digital em Goias.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1626599025</link>
         <description><![CDATA[<div>Adson Silva Rocha é Doutor em Engenharia Elétrica (2013), com área de concentração em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília. Atuou por 5 anos como Analista de Sistemas e Interfaces na Multidata Software S.A, e&nbsp; atualmente é professor efetivo do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Goiano. Sua carreira, projetos e pesquisas contribuitivas para sua área, abraçando diversas oportunidades que a mesma proporciona.<br>--Sobre a pesquisa<br>&nbsp;A pesquisa foi desenvolvida entre os anos 2009 - 2013 onde foi estudado como o posicionamento de antenas influenciou&nbsp;para implantação da TV digital, anos atras ele também fez uma pesquisa para o centro de distribuição de energia, para mais informação acesse o link que está em anexo. O resultado de ambas foram um Software.<br><br>Obs: Para acessar o vídeo use o <em>e-mail institucional do IF Goiano.<br><br></em>Entrevista realizada pelos alunas:<br><br>Lara Elita Losangeles Dutra<br>Jamily Vitória Pereira Costa Medeiros<br>Rayssa Karolainy Batista dos Santos<br>Jhordana Lopes Matias<br>2° de Informática<em><br></em><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-26 21:12:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trajetórias de vida e experiências de fracasso escolar: histórias, condutas e discursos em uma escola de ensino médio profissionalizante.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1627489524</link>
         <description><![CDATA[<div>Valéria Alves de Lima. Doutoranda em Educação no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação - UFG. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás (2003). É mestre em educação pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da UFG. É professora no Instituto Federal Goiano, câmpus Trindade. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Alfabetização, Ensino e Aprendizagem, Teorias pedagógicas.<br><br>Valéria realizou uma outra pesquisa durante o mestrado, antes dessa atual, sobre a relação da psicanálise com a educação.&nbsp;<br><br>Essa pesquisa teve inicio bem recentemente, sendo nesse mesmo ano de 2021. E ainda está em andamento, por ser recente. Ela iniciou essa pesquisa por interesse no tema e em ouvir a versão dos alunos envolvidos em situações de repetência escolar.&nbsp;<br><br>De acordo com ela, essa pesquisa consiste em ouvir, analisar e discutir os fatores pelos quais os alunos enfrentam situações de fracasso escolar e repetência.<br><br>Até o momento do processo, não obteve resultados, pois a pesquisa ainda está no inicio.&nbsp;<br><br>Link do Latte: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do<br><br>Entrevistada pelos alunos:&nbsp;<br>Bruna Miranda Martins<br>Ryan Alves de Freitas<br>Clarice Geovanna<br>Cauan Rocha Assunção<br><br>Foto da entrevistada:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-28 01:27:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento de métodos para determinação do hormônio 17alfa-metiltestoterona em amostras de água e de sedimentos de piscicultura: Ensaios ecotoxicológicos com Cladóceros. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1627655740</link>
         <description><![CDATA[<div>Sandra Zago Falone, Doutora em Ciências da Engenharia Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP), Licenciada em Química pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Tem experiência na área de Química, com ênfase em Química Ambiental, Resíduos Químicos e Coleta Seletiva. Atualmente é professora (DE) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano, Campus Trindade.<br>Sandra Zago Falone realizou diversos projetos de pesquisa e extensão durante sua carreira profissional, mas trataremos somente da pesquisa: ''Desenvolvimento de métodos para determinação do hormônio 17alfa-metiltestoterona em amostras de água e de sedimentos de piscicultura: Ensaios ecotoxicológicos com Cladóceros.'' <br>A pesquisa, já finalizada, foi desenvolvida de Janeiro de 2003 à Maio de 2007, no Centro de Recursos hídricos de Ecologia Aplicada (CRHEA) da USP de São Carlos. Segundo a pesquisadora,&nbsp; o tema da pesquisa foi decidido pelo fato de que, o doutorado realizado se tratava de temas ambientais, segundo ela, sua orientadora já tinha o projeto em mente, seguindo isso as duas então decidiram seguir em frente com a pesquisa. Explica ela que por ser muito utilizada em pesque - pagues, onde os filhotes de Tilápias (Alevinhos) de 0 à 28 dias são tratados com hormônios masculinizantes para reverter todas as Tilápias fêmeas e macho para evitar a procriação, com isso, buscou pesquisar o impacto que esse ato causava no meio ambiente. <br>A pesquisa consiste na determinação por métodos de análise, para entender e deixar claro se o peixe continuava na água após ser retirado do criadouro.<br>Foram obtidos resultados de que efetivamente o hormônio fica na água, precisamente no sedimento localizado fundo do tanque, ou seja, concluí - se que grande parte dos hormônios aplicados nos peixes permanecerá no fundo da represa.<br>Segundo a pesquisadora <br>a melhor parte da pesquisa foi saber quantas questões temos para serem pesquisadas e entender em questões ambientais, pois existem muitas coisas que ainda são desconhecidas para alguns, como a utilização desses hormônios para reverter os peixes sexualmente. Conta o quanto acha interessante ver essa defesa do meio ambiente, de querer mudar o mundo ou dá - lo sentido para uma melhor qualidade de vida com os alimentos, a diminuição de impactos ambientais, sendo quase um sonho ou uma utopia pensando em termos de condições alimentares. E estar em meio essa comunidade que quer ver o crescimento e a reestruturação do meio ambiente é algo gratificante.<br><br>Link do currículo Lattes: <br><strong>Sandra Zago Falone</strong><br>http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do;jsessionid=D1FFF702A27858DC628F564E9C7D4A64.buscatextual_0<br><br>Entrevistada: Sandra Zago Falone<br><br>Entrevista realizada pelos alunos:&nbsp;<br>Beatriz Pabline Morais Matos<br>Julia Ramos<br>Werika Antonielle<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-28 03:09:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Feiras no IfGoiano</title>
         <author>sarahsoares6</author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1634030294</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Roberto Eduardo Castillo Pizarro</strong></div><div>Possui graduação em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1994), mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2007) e doutorado em Geografia pela Universidade de Brasília (2017). Atualmente é professor efetivo - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano campus Rio Verde. Trabalho com ênfase em agronegócio cadeia produtiva de grãos, aves e suínos, planejamento regional e produção do espaço.<br><br></div><div><strong>Esta feira foi criado com intuito de integrar os artesãos e os micro produtores de alimentos com a comunidade tanto interna quanto externa ao IFGoiano do Campus Rio Verde.</strong></div><div><strong>É uma feira que acontecia até antes da pandemia no estacionamento do campus.</strong></div><div><strong>Essa pesquisa teve início em 2018 mas ainda continua, para mais informações veja o vídeo linkado abaixo.</strong></div><div><br></div><div><a href="https://youtu.be/ajepNhK3VMk">Click aqui para ir para a entrevista 👍🏾</a></div><div><br></div><div><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4791355E5&amp;tokenCaptchar=03AGdBq27UyUSUQlQDW_proCTskD2OzqDh380mL10wpRKl8UKyGG5476H7FK6znXPF78JO-z5hK5CH-XkUqNvAZHTYxGjskc7sYV8my92IPIIPRPtYvJzI-Mez04twAvi0lS6ePL0ukNhVXL4BMatgxAWd8g1c_ICyq_vRAlF7uelGZTtsQm5MhOXOjLMC2UovuXQs2tOLAzS2ivzbrfNLAdAj5mIvfVmpI48WJbF9mVjdF2lViaac4VhAEBNzr3cLv1LzlavhKB5aoASz8jLdbyz8FplGl-GOpGuRsIYqKa47uxukb8J9KaWTFzSMmBKBH9tAbZy4gX3bDVJx_Vkn7rC3gG_9AbQhj8708r_61D0-F8YoEVmaDFLxYa1ewUmT9glTPwDBtsDopOGMR9Fr9JtluYqyEFFSG6z39HugvtoyJTL1LsEfgH1-F-lL8GK731mloAIB4XJk_1kC-FBKlVAkORvW3Jr6TQ">Click aqui para ver o Lattes do professor ┌(・。・)┘</a></div><div><br></div><div>Entrevista por:&nbsp;</div><div>Vinycius Gabriel Rodrigues Galdino</div><div>Ronan Pinheiro Otávio</div><div>Renan Pinheiro Otávio</div><div>Sarah Giovana Soares de Sousa</div><div><br></div><div>Obs: Tinha fotos da feira também mas não consegui inseri-las acho que só pode colocar um arquivo.<br><br></div><div>Se o vídeo não carregar click neste quadradinho com uma setinha que esta no canto direito inferior do vídeo :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 00:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Rumo ao conhecimento</title>
         <author>marianamonteiro10</author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1635280123</link>
         <description><![CDATA[<div>Mariana Monteiro&nbsp;<br>Yasmin Macedo<br>Guilherme Meira </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1233713820/ddba785b4ea78f66f77f4223c7be3030/Rumo_ao_conhecimento.pptx" />
         <pubDate>2021-07-02 20:25:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A amplificação do espaço da sala de aula através das Tecnologias de Comunicação e Informação, especificamente do podcast: Rasgando o verbo: o podcast como espaço de argumentação.</title>
         <author>jg2856324</author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1639249320</link>
         <description><![CDATA[<div>Claudine Faleiro Gill é Doutora em estudos literários pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura e Linguística da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Goiás (UFG). É professora do Instituto Federal Goiano, câmpus Trindade. É graduada em Letras, habilitação Português/Inglês, pela Universidade Federal de Goiás e mestre em Letras, área de concentração Estudos Literários, pela mesma universidade. Desenvolveu tese de doutorado sobre as obras poéticas de Heleno Godoy e Armando Freitas Filho e as relações desses poetas com a tradição pelos vieses da planificação, memória e ironia. Sua dissertação intitulada ?A poesia está morta, mas juro que não fui eu: a poesia moderna e contemporânea na sala de aula" dá seguimento a pesquisas desenvolvidas pela autora sobre leitura de poesia na escola desde a graduação.</div><div><br></div><div><strong>-</strong> Conhecendo mais o Rasgando o verbo: o podcast como espaço de argumentação;</div><div><br></div><div>O projeto se deu em 2013, quando Claudine entrou no instituto, por meio da prova do concurso, mas além da prova&nbsp; escrita, era necessário também apresentar um projeto de pesquisa. Ela ouvia muitos podcasts e gostava muito da mídia, e percebia que nas escolas em que&nbsp; trabalhava, os alunos não conheciam esse formato de mídia. E aí quando foi fazer o concurso, em Morrinhos, apresentou um projeto de pesquisa, que tinha como objeto a investigação do “podcasts sendo usado como recurso pedagógico”, com o objetivo de descobrir como usar o podcasts na sala de aula para ajudar os alunos com alguma habilidade (sendo a principal a oralidade e a argumentação através da fala). Isso acabou por ser, de certa forma, o embrião do projeto “rasgando o verbo”.&nbsp;</div><div>Após a sua aprovação no concurso ela começou uma pesquisa, ainda em Morrinhos, com os alunos do campus, perguntando quem acessava o podcast, e se acessava qual era o interesse dos alunos em torno do mesmo. Com isso o projeto foi mudando ao longo dos anos até chegar ao que é o “rasgando o verbo”, já em Trindade.</div><div>A ideia do nome se deu quando surgiu a necessidade de se criar um para que assim fosse feita a divulgação do projeto. E após várias estratégias sobre como se fazer um concurso de nomes; Mas isso não andou para frente, então os próprios participantes decidiram que iriam dar o nome e assim essa primeira formação criou o nome que acaba por dizer muito sobre o que é a alma da proposta, do projeto. Rasgar o verbo é&nbsp; uma expressão popular, daquelas pessoas que vão lá e dizem o que pensam.&nbsp; Tem essa conotação, de fulano foi lá e disse aquilo que pensava, então esse é o&nbsp; intuito, que os alunos digam o que pensam. Além disso, para Claudine, “Verbo” também tem tudo a ver&nbsp; com a disciplina que ela ministra, então é nesse sentido, de incentivar que os&nbsp; alunos se expressem, por meio desse podcast.</div><div>Claudine não conseguiu finalizar a pesquisa em Morrinhos, pois em 2014 ela veio para&nbsp; Trindade. Mas em 2015 decidiu retomar a pesquisa, visto que no campus o podcast não era tão conhecido naquele ano e isso a incomodava, pois é&nbsp; um formato de mídia tão interessante e não é tão ouvido e conhecido pelas pessoas. Ela fez então a pesquisa em 2015, com a aluna bolsista Glória Aimee, (técnica em edificações); Pesquisaram o motivo das pessoas não ouvirem&nbsp; podcasts, e se percebeu então que o grande motivo era porque as pessoas não conheciam o formato. E assim o projeto foi criado com o objetivo de divulgar o podcast como mídia, e mostrar para os alunos um novo modo de se expressar para o mundo, além do visual, muito como um formato para que os alunos pudessem se expressar através dele e se fosse possível, dentro da escola, para trabalhar com produções textuais, por exemplo.</div><div>A partir daqui depois da pesquisa com a Glória em 2015, Claudine achou que deveria parar com essa parte teórica, e que deviam ter um podcast na escola, um espaço experimental para os alunos, e em 2018 criaram o “rasgando o verbo”, com a ideia de&nbsp; gravar episódios de podcast. Isso de criar, dava muito trabalho, houveram algumas&nbsp; dificuldades como: preparação de voz, equipamentos e etc. Foi a partir daí que os participantes foram para a rádio universitária da UFG, ter oficinas de voz com os radialistas, conhecer os equipamentos, tiveram oficina de edição de áudio, e outras coisas.&nbsp;</div><div>Para começarmos o projeto, as integrantes iniciais, escolheram o tema: queriam falar sobre&nbsp; o feminismo, então estudaram o tema, treinaram, e assim conseguiram gravar esse episódio e colocar no ar, sendo uma grande conquista para os integrantes. A partir daqui as integrantes criaram um roteiro de temas, tendo falado sobre depressão e ansiedade na adolescência, entrevistando uma psicóloga. Foi feita uma rotação das equipes, e aí o projeto ficou grande o suficiente. Agora ele depende da disponibilidade dos alunos, só que com a pandemia tudo se agravou mais e atualmente o podcast está trabalhando o tema veganismo e a saúde do planeta com outros alunos. O rasgando o verbo está no: Spotify, no deezer, e em outros agregadores, e ele também tem uma página no Instagram: @projetorasgandooverbo.</div><div><br></div><div>Claudine comenta sobre o que ela tem vontade de melhorar no projeto:&nbsp;</div><div><br></div><div>“Queria muito regularizar o projeto, ter publicações regulares, por exemplo ano passado iniciei a patente do nome, de formalização do registro do podcast como mídia, a gente avançou muito,&nbsp; mas não tenho tempo de ter esse projeto na agenda semanal, então assim, o&nbsp; próximo passo, quando for possível, é fazer publicações regularmente, ter uma&nbsp; equipe um pouco maior, para ter alguém para editar, outro para produzir, outro pra divulgar. É o que eu queria melhorar, a regularidade das postagens. Esse objetivo maior ainda está na gaveta, mas assim, hoje estou na coordenação de ensino e toma muito meu tempo, o dia que não estiver mais na&nbsp; coordenação, outra pessoa assumir, acho que vou conseguir voltar, então se tiver uma equipe de quatro alunos fica ótimo, pois consegui levar essa equipe para ter essa formação na rádio universitária, um aluno que possa se&nbsp; especializar em editar, alguém que faça só a parte da entrevista, então assim é só questão de tempo, que hoje está um pouco difícil”.</div><div>De forma direta o projeto em si já foi finalizado, mas Claudine entende que o projeto é muito maior que o edital, por isso ele pode continuar existindo como um projeto que se sustenta pelo interesse dos alunos, sem nenhuma pressão, pois é mais&nbsp; interessante não ocupar um grupo de alunos, que tem que estudar, ter suas&nbsp; obrigações e etc.&nbsp;</div><div><br></div><div>E em relação aos resultados, Claudine comenta sobre:</div><div><br></div><div>“O que temos de resultado, seria a divulgação (quando estamos no campus é mais&nbsp; fácil divulgar o projeto, pois as pessoas viam a gente trabalhando no projeto, com gravador, microfone); E o projeto teve a divulgação que eu esperava dentro do campus em que trabalho, e não só entre os alunos, mas&nbsp; sim entre os meus colegas, professores, servidores, logo consegui divulgar o&nbsp; podcast como mídia nesse espaço escolar e alcançar a comunidade externa&nbsp; também, a comunidade de trindade, pois toda vez que lançamos um episódio novo temos grande divulgação, acompanho as métricas pelo Spotify, pelo Deezer, pelo Soundcloud (que é até então nosso servidor) e temos audiência significativa em muitos lugares do estado, e isso é bastante significativo, pois os&nbsp; pais dos alunos hoje sabem o que é podcast, os professores também se interessam, então consegui promover essa mídia como algo que tem espaço na escola, e acho que consegui com o projeto desenvolver as habilidades&nbsp; argumentativas dos alunos que participaram, pois fazemos um momento de&nbsp; conversa antes, perguntando o que será argumentado, tendo em vista que é um&nbsp; podcast educativo, logo tem que ter argumentos com fundamento, é preciso estudar, e entender estratégias argumentativas".</div><div><br><br></div><div>Link do Lattes:</div><div><br></div><div><a href="http://lattes.cnpq.br/3035809602960272">http://lattes.cnpq.br/3035809602960272</a>&nbsp;</div><div><br></div><div>Divulgação feita pelos Alunos:&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>- </strong>João Guilherme Da S. Chaveiro</div><div><strong>- </strong>Lucas Gabriel De Oliveira Bastos</div><div><strong>- </strong>Maria Eduarda Mendonça Lima</div><div><strong>- </strong>Luiz Iassuo Yabagata Neto&nbsp;</div><div><br></div><div>Turma do&nbsp; 2° edificações.</div><div><br></div><div>Para quem quiser ouvir ou acessar mais informações sobre o projeto, procure acessar a página no instagram: <br><br><a href="https://www.instagram.com/projetorasgandooverbo/">https://www.instagram.com/projetorasgandooverbo/</a>&nbsp;</div><div><br></div><div>ou nas plataformas digitais: Spotify ou Deezer.&nbsp;</div><div><br></div><div>Entrevistada:&nbsp;</div><div><strong>- </strong>Claudine Faleiro Gill</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 20:55:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uma nova prancha de comunicação alternativa dinâmica baseada em um método híbrido de sugestão de pictogramas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1640782309</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.canva.com/design/DAEhjseYSYg/1NzwyxjQ6S8ZhE7THL5Esg/view?website#2">Link da apresentação</a><br><br>Acsa Mendes dos Santos</div><div>Isaac Jeferson Conceição Silva</div><div>Lisia Maria Becker Tabalipa<br>Pedro Alves Fernandes</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-07 19:39:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1640782309</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Ensino da Lógica de Programação Por Meio de Atividades Interdisciplinares Envolvendo as Áreas de Matemática, Física e Química.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1644176591</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>FERNANDO SOUZA FURTADO CARRILHO e WELDSON LUIZ NASCIMENTO</strong></div><div><br></div><div><strong>&nbsp;</strong><em>&nbsp; “Uma realidade observada nos Institutos Federais Goiano, no que tange o ensino das disciplinas da área de exatas e da lógica de programação nos cursos superiores e médio, são os significativos índices de reprovação, desistência e evasão...”</em></div><div><br></div><div>&nbsp; O projeto foi realizado para o Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC – 2019. Uma pesquisa sobre as dificuldades, deficiências, evasão, etc.. entre os alunos.</div><div>&nbsp; A ideia partiu do aluno de Engenharia da Computação, Fernando, e, conjuntamente, decidiu propor, para as turmas de ES e de EMT, atividades de ensino interdisciplinares e contextualizadas que envolveram conteúdos das áreas da física, da matemática e da química, associadas ao ensino da lógica de programação na linguagem Python 2.</div><div>&nbsp; O projeto teve que ser praticamente reformulado em consequência da paralisação das aulas presenciais, em decorrência da pandemia Covid 19. No entanto, conseguiram realizar alguns encontros presenciais e terminaram o projeto com encontros virtuais, mas com pouca participação dos alunos-integrantes envolvidos. Mesmo assim, os objetivos estabelecidos foram alcançados, principalmente, pelo reconhecimento dos alunos acerca da melhora em suas aprendizagens nas disciplinas envolvidas.<br><br>2° Automação Industrial</div><div>Guilherme Gabriel Oliveira Gomes<br>Rafael Louredo Teles Abrão<br>Fabio Bruno Sousa Gomes<br>João Lucas Gonçalves Martins<br><br></div><div>&nbsp; Caso quiserem dar uma olhada mais a fundo, aqui está o link para o pdf desta pesquisa:<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://suap.ifgoiano.edu.br/media/documentos/arquivos/OENSIN1.PDF" />
         <pubDate>2021-07-10 18:05:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1644176591</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O ensino de línguas – Como é ser professor </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1644232724</link>
         <description><![CDATA[<div>A professora entrevistada foi Rosana Alves Simao, possui Graduação em Licenciatura Plena em Letras Modernas Português/Inglês pela UniEvangélica. Pós-graduação em Docência Universitária pela Facer. Especialização em Língua Inglesa pela UniEvangélica. Possui Mestrado em Educação Básica (UFG/ CEPAE). Em 2018 participou do Programa de Desenvolvimento Profissional para Professores de Língua Inglesa (PDPI) nos Estados Unidos - Kansas State University - Manhattan, Kansas. É professora de Português/Inglês do quadro de servidores efetivos do IFGoiano - Campus- Trindade. Em setembro de 2019 assumiu também a Coordenação do Curso Técnico Integrado em Eletrotécnica do Campus Trindade.&nbsp;<br>O tema escolhido para a entrevista foi sobre a pesquisa de mestrado, as perguntas e diálogos foram mais focadas na parte de ensino e como é ensinar línguas (inglês).&nbsp;<br>Começamos com a entrevistada contando um pouco da sua trajetória até se tornar professora de Inglês (atual vocação e paixão), ela conta como que descobriu que queria aprender a falar inglês e depois como se apaixonou por ensinar:&nbsp;<br>“...comecei a fazer letras, e no primeiro dia que a professora entrou na sala... ela entrou falando inglês e saiu falando tudo em inglês em uma aula, eu falei “gente eu quero aprender inglês”, assim, no primeiro momento foi aquela coisa de querer falar inglês porque eu achei a coisa mais linda do mundo, eu nunca tinha visto um professor entrar e falar tudo em inglês daquele jeito, e eu fiquei encantada com aquilo...”&nbsp;<br>Após isso e depois de um tempo estudando, surgiu a oportunidade de começar a ensinar inglês para uma turma de crianças, ela aceitou e começou a ensinar inglês. E foi assim que começou sua carreira como professora de inglês e nunca mais parou.<br>Depois disso foram muitos anos de luta e perseverança, até se tornar a atual professora de inglês do IF Goiano – Campus Trindade que a gente conhece hoje, foram mais de 10 tentativas de concursos até realizar esse sonho de se tornar professora de um Instituto Federal. E ela conta com bastante paixão essa jornada que ela passou, todos os problemas, até realizar esse sonho e dar tudo certo.&nbsp;<br>“Gosto de mais do que eu faço, sabe Aurelio, nossa... eu me sinto totalmente realizada, e eu estou onde eu queria estar mesmo, eu posso falar com toda certeza, com toda alegria, com toda felicidade, que eu estou onde eu queria estar, exatamente fazendo o que eu queria estar fazendo e eu não me vejo fazendo outra coisa, eu gosto muito mesmo...”&nbsp;<br>Depois desses relatos sobre sua vida e história de luta, começamos com as perguntas-roteiro da nossa conversa.&nbsp;</div><div>Partindo para as perguntas mais diretas, começamos perguntando como é ser um professor:&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>Como é ser professora de línguas?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“Apesar dos desafios que nos são apresentados todos os dias, eu posso dizer que sou bastante realizada sendo professora de línguas. Cada dia tenho mais certeza de que escolhi a profissão certa. Não me vejo fazendo outra coisa.”<br><br></div><ul><li><strong>Quais as maiores/mais acentuadas dificuldades em ensinar línguas?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“No caso do ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira, no nosso caso a língua inglesa, o formato de estudo na escola convencional, está longe de ser o ideal. Digo isso porque temos salas com 35, 40 alunos, com aulas uma vez por semana. Esses fatores tornam mais difíceis um aprendizado de fato eficiente. Por esta razão, o professor de língua estrangeira precisa ser muito dinâmico e criativo, para que as aulas sejam proveitosas, dentro do que é possível realizar, de acordo com nossa realidade.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>No ensino de línguas, como é o processo de procurar maneiras de manter o aluno interessado no aprendizado?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“É sempre um desafio. Hoje em dia temos acesso a milhares de opções e todos os dias surgem novas tecnologias. Já vi muitos professores dizerem que é difícil competir com todas as tecnologias, pois elas causam desinteresse em sala de aula, por parte do aluno. Prefiro ver as tecnologias como aliadas, “amigas” do professor de línguas. Mas para isso, é necessário que o professor tenha as mínimas condições para se preparar, ter uma formação continuada, quando se trata de tecnologias. Sabemos que a realidade de muitos professores no Brasil é bem diferente.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Na hora do aluno aprender uma língua nova, o apoio e incentivo da escola e professor é essencial?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“Como eu disse na resposta anterior, as tecnologias estão aí para auxiliarem o professor de forma considerável, porém, elas sozinhas não são suficientes. Penso que o apoio, o incentivo da escola e a presença do professor sempre farão toda diferença no aprendizado do aluno. Isso fica mais claro agora, nesse momento de isolamento que estamos vivendo. Os alunos sempre afirmam que nada substitui o estudo presencial. Até porque, penso que o aprendizado inclui muitos fatores. A convivência com os professores e colegas, o ambiente de sala de aula, o tempo reservado especificamente para o estudo. Enfim, respondendo à pergunta, sim, o apoio e incentivo da escola e do professor é essencial ao aprendizado.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>O professor deve se preocupar em encontrar maneiras individuais para ensinar os alunos ou é inviável e deve-se focar em uma forma geral de ensino?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“Com base em minha realidade de sala de aula digo o seguinte: nossas salas são sempre muito cheias, por isso fica um pouco complicado trabalhar rigorosamente de acordo com as individualidades. Contudo, vamos adquirindo algumas percepções ao longo do tempo, que nos permitem auxiliar os alunos. Por exemplo: eu costumo propor pequenos trabalhos feitos em cada trimestre. Dentro das propostas, os alunos formam grupos e fazem alguma apresentação de forma oral. Porém, não uso a apresentação como uma imposição, pois sei que há aqueles que não se sentem à vontade, sendo assim, ofereço outro tipo de avaliação, em que o aluno se apresente apenas para mim. Outro exemplo, quando percebo que um aluno tem mais dificuldade, procuro estar mais próxima dele em sala de aula. Penso que essas são algumas formas de se pensar nas especificidades dos alunos.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Métodos não ortodoxos são viáveis hoje em dia para manter um maior engajamento do aluno?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“Penso que todas as formas utilizadas para o aprendizado são válidas.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>O aprendizado do aluno fora do meio escolar pode ser prejudicial no processo? Se sim, como?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“A meu ver, o aprendizado nunca pode ser visto como prejudicial. Dentro ou fora de sala de aula ele é sempre benéfico e sempre bem-vindo.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li>&nbsp;<strong>Com o ensino EaD, quais foram as maiores dificuldades em ensinar esse tipo de conteúdo?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“No início, o maior impacto foi a preparação e montagem das salas de aula na modalidade EaD. Embora nós, do IF Trindade, já utilizássemos o Moodle para realizar 20% da carga horária, preparar todas as aulas nessa modalidade foi um trabalho árduo. Com o tempo vamos nos adaptando e as coisas se tornam um pouco mais fáceis. Isso, com relação à preparação da aulas. Contudo, algo que me deixa angustiada é com relação à comunicação com os alunos, a interação face a face. Em sala de aula, por exemplo, quando explico um conteúdo, tenho a percepção de como o aluno está recebendo aquela informação, pergunto se todos estão entendendo. Muitas vezes olho no aluno e já vejo que está em dúvida, então explico de uma outra forma. É uma comunicação imediata. Isso faz toda a diferença, tanto para o professor, quanto para o aluno. No EaD, por mais que eu diversifique as formas de apresentação do conteúdo, não consigo perceber de fato como foi o aprendizado do aluno. E ainda, nos atendimentos online, poucos alunos se sentem à vontade para abrirem a câmera, ou seja, não conheço meus alunos do primeiro ano. Tudo isso me deixa um pouco angustiada.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Atualmente, seriam as séries e filmes uma boa opção na hora de se praticar a oratória de uma língua?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“Sem dúvida. Sempre aconselho meus alunos a assistirem filmes e séries legendados. A frase:<em> The more you listen, the more you speak</em> é muito verdadeira. Quanto mais você ouve, mais você fala e isso acontece de forma natural. Muitos dizem que não gostam de legenda, pois não conseguem ler e ver a cena ao mesmo tempo, e eu sempre digo que é um exercício. Se a pessoa começa a exercitar essa prática, logo se torna um hábito e com certeza ela não irá querer mais dublagem. Muitos dos meus alunos que seguiram o conselho, após um tempo vieram me contar que perceberam a mudança e que já conseguiam ler e ver a cena, além da diferença no aprendizado da língua.”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>As séries e filmes, podem ajudar o aluno no aprendizado? Seria uma forma de manter o aluno interessado?</strong>&nbsp;</li></ul><div>“Sem dúvida alguma assistir séries e filmes legendados é um plus no aprendizado. Contudo, apesar de raro de se ver, há pessoas que não gostam muito de filmes ou séries. Nesse caso, é interessante que a pessoa descubra o que te chama mais atenção quando o assunto é aprender uma língua estrangeira. As opções são bem diversificadas, há as músicas, os jogos interativos, os sites. Para quem gosta de ler, a leitura de livros em inglês também é uma excelente sugestão. A pessoa pode iniciar com livros bem fininhos, histórias infantis, com ilustração, e ir aos poucos passando para aqueles de linguagem mais complexa. Enfim, há opções diversas e bem acessíveis para todos os gostos.”<br><br>Entre todas as diversidades e desafios que a professora passa para se reinventar e sempre procurar novas formas de incentivar os alunos ao estudo, perguntei sobre a diferença entre ensinar crianças e ensinar adolescentes: &nbsp;</div><div>“Ensinar criança, eu trabalhei um tempo no “Colem” e depois do “Fisk” com criança, e a criança ela tem muita facilidade e na época que eu trabalhei, a gente fazia tudo de uma maneira muito lúdica, então a criança ela aprendia brincando o tempo todo, tudo era através de brincadeira, então ela ia aprendendo natural as palavrinhas, as situações que a gente colocava, as musiquinhas e tal, aprendia tudo assim de maneira muito natural, com criança tem que ser nesse sentido...”&nbsp;</div><div>“E adolescente, e eu não sei se essa é a maneira certa, mas eu sempre vou pro lado da amizade, eu tento ganhar os meninos com amizade, eu tento falar a mesma língua que eles, porque eu sei que dessa maneira vai ser muito mais fácil...”&nbsp;<br><br></div><div>Por fim, ela destaca muito a atenção que ela dá para seus alunos, sempre buscando entender a realidade e dificuldades de cada um e conseguir encontrar uma forma de ajudar aquela pessoa, porém não tem como fugir do básico do ensino e nesse ponto ela diz: &nbsp;</div><div>“...Tem uma hora que não tem jeito ne, mesmo que o aluno não goste, ou que tenha muita dificuldade aquilo tem que ser passado porque temos que ver um pouco de cada coisa, agora, para aqueles alunos que eu percebo que tem mais dificuldade mesmo, eu procuro ficar mais próxima do aluno e falar “olha, eu estou aqui para te ajudar, eu quero que você sinta que tem alguém aqui querendo e disposto a te ajudar” é isso que a gente pode fazer...”<br><br><strong>Considerações finais: </strong>&nbsp;</div><div>Conversamos sobre muito mais coisas, porém não consigo colocar tudo aqui, por motivos de que vai ficar muito extenso, e seria maçante. &nbsp;</div><div>A Rosana é uma pessoa incrível, hoje se tornou um exemplo de vida pra mim, toda a história de vida que ela me contou me impactou muito e acho que vai me ajudar daqui pra frente nas minhas ideias sobre o meio acadêmico e sobre a parte mental e resiliência que ela teve durante todas as dificuldades que ela passou e que eu vou levar como exemplo pro resto da vida. Obrigado Rosana pela conversa e também obrigado professora Claudine por essa oportunidade que foi essa atividade.&nbsp;<br><br>Entrevista realizada por : Aurelio Sales da Silva&nbsp; 2º Eletrotécnica<br><br>Entrevistado: Rosana Alves Simao<br>Link pro lattes: http://lattes.cnpq.br/0867572874444268<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-10 21:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Tradutor Bidirecional por Geovanne Furriel </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>O pesquisador entrevistado foi Geovanne Pereira Furriel professor do Instituto Federal Goiano Campus Trindade, sendo mestre em Engenharia Elétrica e de computação pela Universidade Federal de Goiás (2016), graduado em Engenharia de Controle e Automação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (2013). Doutorado em Engenharia Elétrica e da Computação pela Universidade Federal de Goiás, com o Projeto Tradutor Bidirecional.</div><div><br></div><div>O pesquisador Geovanne Furriel junto com outros pesquisadores desenvolveram esse projeto a partir de um problema encontrado pelo grupo de pesquisa do Instituto Politécnico do Porto (IPPorto/Portugal), onde o instituto desenvolver um sistema bidirecional de reconhecimento da língua de sinais, que utilizava de luvas com um custo elevado. A luva só conseguia reconhecer gestos estáticos e os sensores sofrem rupturas com a utilização contínua. Com esse problemas os gestores e pesquisadores do Instituto Federal de Goiás foram desafiados a construir um hardwere.&nbsp;</div><div><br></div><div><br>“...tinha como principal desafio obter o como produto final um dispositivo leve, resistente, eficaz e com baixo custo financeiro.” Diz Geovanne na entrevista. Essa pesquisa tinha muitos objetivos, alguns deles era conseguir traduzir e interpretar a língua de sinais e comunicar com os movimentos na forma de língua escrita para o computador, construir uma luva funcional com baixo custo, com sensores de maior durabilidade, que possibilitasse identificar a configuração, orientação e movimentos das mãos. O produto final, além de superar todos os objetivos, conta com câmera de profundidade, amplia as aplicações possíveis podendo gerar a reprodução do movimento e outros dispositivos, por exemplo, em um braço mecânico.&nbsp; De acordo com Geovanne, a maior dificuldade foi a comunicação entre os institutos de Portugal e do Brasil. Para o pesquisador, a comunicação assertiva é a chave para que um projeto tenha agilidade e fluidez.<br><br></div><div><br>“O projeto finalizou com o depósito da patente, submetida em abril de 2019. Além de ser bastante satisfatório finalizar um projeto alcançando o produto inicial definido no escopo é também gratificante saber que algo que desenvolvemos ajudará outras pessoas a se comunicarem com mais facilidade” - Geovanne Pereira Furriel.<br><br></div><div>link currículo lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/5753867275070189">http://lattes.cnpq.br/5753867275070189</a><br><br>Alunas: Maria Eduarda Oliveira Silva e Emily Rebeca Martins Barros.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 17:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>Guarda - responsável de cães e gatos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunas : Millena Eduarda , Ludmila Vitória , Wendy Gabrielly . 2° Edificações&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1267329265/f83a1eab89faf8770957f0967c654e25/Portugu_s_Instrumental_Trabalho_3.pdf" />
         <pubDate>2021-07-13 19:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Metodologia de Análise e Adequação da Rede de Distribuição Quanto às Violações de Tensão Previstas no PRODIST – ANEEL.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1648141657</link>
         <description><![CDATA[<div>O pesquisador em questão se chama José Alberto Gobbes Cararo, mestrado em engenharia elétrica e computação pela UFG, atua na linha de pesquisa em Processos de Otimização Aplicada. É especialista em Docência do Ensino Superior pela FABEC. Bacharel em Engenharia de Controle e Automação de IFG. Técnico em eletrotécnica pelo IFG. Atualmente é professor efetivo, regime de dedicação exclusiva, no Instituto Federal Goiano, Campus Trindade.</div><div>&nbsp;</div><div>José Alberto foi um colaborador da pesquisa nomeada Metodologia de Análise e Adequação da Rede de Distribuição Quanto às Violações de Tensão Previstas no PRODIST – ANEEL.</div><div>&nbsp;</div><div>O projeto se baseia em aproveitar o banco de dados georreferenciado da CELG DISTRIBUIÇÃO S.A. e desenvolver ferramenta computacional para simular os níveis de tensão. O objetivo é extrair os indicadores de conformidade da tensão estabelecidos no Módulo nº 8 (Qualidade de Energia Elétrica, PRODIST- ANEEL), ou seja, os DRP e DRC. Tal ferramenta deve permitir a identificação das não conformidades de tensão da concessionária, possibilitando a mesma adotar comportamento proativo, minimizando os transtornos junto aos clientes e evitando as penalidades previstas em lei, as quais sem controle efetivo poderiam inviabilizar economicamente o funcionamento da distribuidora de energia elétrica.</div><div>&nbsp;</div><div>Contando com José Alberto, a pesquisa foi feita por dez membros, entre estes, seis alunos de graduação, mestrado acadêmico ou doutorado. Com duração de três anos (2017-2019), o projeto teve auxílio financeiro e certificação pela empresa Companhia Energética de Goiás em setembro de 2019, além do incentivo por parte da ANEEL.</div><div>&nbsp;</div><div>Link do lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/4442670256231925">http://lattes.cnpq.br/4442670256231925</a></div><div>Link da gravação da entrevista: <a href="https://drive.google.com/file/d/1P6OOZpCxLgbnZS3BqRGI_T8_QHoFzwso/view?usp=drive_web">https://drive.google.com/file/d/1P6OOZpCxLgbnZS3BqRGI_T8_QHoFzwso/view?usp=drive_web</a>&nbsp;<br><br>A entrevista foi realizada pelos alunos:<br>Giovanna Marques Amaral - 2° de Informática para Internet<br>Marcos Sasso Filho - 2° de Eletrotécnica<br>Julia Grazielle do Couto Pereira - 2° de Eletrotécnica<br>Lucas Damacena Evangelista - 2° de Eletrotécnica</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 21:52:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento de métodos para determinação do hormônio 17alfa-metiltestoterona em amostras de água e de sedimentos de piscicultura: Ensaios ecotoxicológicos com Cladóceros.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1648569332</link>
         <description><![CDATA[<div>Sandra Zago Falone, Doutora em Ciências da Engenharia Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP), Licenciada em Química pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Tem experiência na área de Química, com ênfase em Química Ambiental, Resíduos Químicos e Coleta Seletiva. Atualmente é professora (DE) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano, Campus Trindade.<br>Sandra Zago Falone realizou diversos projetos de pesquisa e extensão durante sua carreira profissional, mas trataremos somente da pesquisa: ''Desenvolvimento de métodos para determinação do hormônio 17alfa-metiltestoterona em amostras de água e de sedimentos de piscicultura: Ensaios ecotoxicológicos com Cladóceros.''&nbsp;<br>A pesquisa, já finalizada, foi desenvolvida de Janeiro de 2003 à Maio de 2007, no Centro de Recursos Hídricos de Ecologia Aplicada (CRHEA) da USP de São Carlos. Segundo a pesquisadora, o tema da pesquisa foi decidido porque o doutorado realizado se tratava de temas ambientais, segundo ela, sua orientadora já tinha o projeto em mente, seguindo isso as duas então decidiram seguir em frente com a pesquisa. Explica que por ser muito utilizada em pesque - pagues, onde os filhotes de Tilápias (Alevinos) de 0 à 28 dias são tratados com hormônios masculinizantes para reverter as Tilápias fêmeas em machos para evitar a procriação, com isso buscou pesquisar o impacto que esse procedimento causava no meio ambiente.&nbsp;<br>A pesquisa consiste na determinação por métodos de análise a Cromatografia, para entender se o hormônio continuava na água e no sedimento após o peixe ser retirado do criadouro.<br>E foram obtidos resultados de que efetivamente o hormônio fica na água, precisamente no sedimento localizado no fundo do tanque, ou seja, conclui - se que grande parte dos hormônios aplicados nos peixes irá permanecer no fundo da represa.<br>Segundo a pesquisadora&nbsp;<br>a melhor parte da pesquisa foi saber quantas questões temos para serem pesquisadas e entender em questões ambientais, pois existem muitas coisas que ainda são desconhecidas para alguns, como a utilização desses hormônios para reverter os peixes sexualmente. Conta o quanto acha interessante ver essa defesa do meio ambiente, de querer mudar o mundo ou dá - lo sentido para uma melhor qualidade de vida com os alimentos, a diminuição de impactos ambientais, sendo quase um sonho ou uma utopia pensando em termos de condições ambientais. E estar em meio a essa comunidade que quer ver o crescimento e a reestruturação do meio ambiente é algo gratificante.<br><br>Link do currículo Lattes:&nbsp;<br>Sandra Zago Falone<br>http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do;jsessionid=D1FFF702A27858DC628F564E9C7D4A64.buscatextual_0<br><br>Entrevista por: Beatriz Pabline Morais Matos, Julia Gabriele Ramos de Jesus e Werika Antonielle Souza Santos<br>Entrevistada: Sandra Zago Falone<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 02:06:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ANÁLISE ECONÔMICA DO IMPACTO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA FOTOVOLTAICA EM UM ALIMENTADOR</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1649532911</link>
         <description><![CDATA[<div>Érick Martins da Silva, gerente de Projetos jr. na EnerSolar Usinas Fotovoltaicas e Graduando em<br>Engenharia Elétrica no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano- Campus Trindade.<br>Érick Martins sendo gerente de Projetos Jr. têm como principais atividades:<br>&nbsp;- Elaboração de<br>propostas para construção de Usinas fotovoltaicas de Minigeração acima de 1 MWp.<br>&nbsp;- Elaboração<br>de Cronogramas de obra;<br>&nbsp;- Acompanhamento de avanço de cronograma executivo e financeiro de<br>projetos de Minigeração distribuída;&nbsp;<br>- Gerenciamento de equipe multidisciplinar na construção de<br>Usinas fotovoltaicas, abrangendo equipe das disciplinas de Civil, mecânica e elétrica.<br>A pesquisa científica foi desenvolvida em 2018 - 2019 junto com a orientadora Priscilla Araújo Juá<br>Stecanella, o projeto teve como objetivo analisar economicamente o impacto que a inserção de<br>GDFV pode causar em um único alimentador de uma distribuidora de energia elétrica, para que<br>se possa identificar quais são as limitações do uso dessa tecnologia. Para isso, foram feitas<br>simulações computacionais para obtenção dos dados técnicos que permitam a análise econômica.<br>O principal fator observado foi os perfis de tensão do alimentador, visto as definições regulatórias<br>descritas no módulo 8 do PRODIST, ANEEL..<br>O pesquisador afirma que o tema foi escolhido bem no início de seu curso de Eng. Elétrica,<br>apresentava pouco conhecimento, porém achou interessante a parte de geração de energia em<br>especial sustentável, então teve orientação da professora Priscilla Araújo Juá Stecanella.<br>A pesquisa consiste em inserir geradores fotovoltaicos em um alimentador de rede e analisar os<br>impactos nos perfis de tensão, ou seja, verificar se a tensão melhorou ou piorou para<br>determinados níveis de penetração de geração distribuída, posteriormente a isso a obtenção<br>desses dados através de simulações com software específico, fizeram as monetizações desses<br>impactos nos perfis de tensão do alimentador.<br>Resultados alcançados: Para o alimentador analisado com 30% de geração distribuída fotovoltaica,<br>têm se a melhora máxima referente aos níveis transgressão de tensão, a partir de 30% de<br>penetração de geração distribuída fotovoltaica os níveis de tensões fora dos limites voltam a<br>aumentar. Em resumo com 30% de geração distribuída fotovoltaica para o alimentador analisado<br>a concessionária de Energia Elétrica têm uma postergação média de investimento em<br>aproximadamente R$ 595.265,80 reais ao longo de 25 anos, conforme a tabela de resultados.<br>O pesquisador afirma que ficou com um pouco de medo ao realizar a pesquisa, contudo com o<br>apoio da sua orientadora conseguiu desenvolver habilidades novas&nbsp; devido ao esforço e a<br>paciência do professor, obteve os resultados.<br>Situação: Pesquisa finalizada<br>Link do currículo Lattes:<br>http://lattes.cnpq.br/0986456605078820<br>Entrevistado: Érick martins da Silva<br>Entrevistador:<br>- Samara Rodrigues da Silva.<br>- Izadora Oliveira de Abreu.&nbsp;<br>&nbsp;2° Eletrotécnica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 14:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TRINDADE “DÁ CARONA” AO TURISMO EM GOIÂNIA: ANÁLISE DA RELAÇÃO, ESTABELECIDA PELO TURISTA, ENTRE TRINDADE E GOIÂNIA.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1651091898</link>
         <description><![CDATA[<div>“As atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e estadas em lugares diferentes do de sua moradia habitua, por um período de tempo contínuo inferior a<br>&nbsp;um ano, com fins de lazer, por negócios ou outros motivos, não relacionados com exercícios de uma atividade remunerada no lugar visitado.”, definição de turismo segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo).<br><br></div><div>Este projeto foi feito pelo professor Wildes Jesus Rodrigues juntamente com a aluna Letícia Gomes Carvalho. O professor que é trindadense sempre gostou de estudar sobre geografia urbana e a aluna propôs fazer um projeto. Este foi o primeiro projeto feito pelo professor no Campus Trindade. O fato de ser trindadense ajudou o professor e escolher o tema sobre turismo.&nbsp;<br><br></div><div>Através de pesquisas eles perceberam diversos dados que mostram que Trindade aumenta o numero de pessoas que acabam passando em Goiânia. Nas entrevistas pode-se ver que a maioria dos entrevistados eram mulheres, possuíam mais de 60 anos e/ou tinham o ensino fundamental incompleto. Grande parte das pessoas que vão visitar Trindade vai de forma religiosa, sendo assim a maioria são católicos. A “tradicional Festa do Divino Pai Eterno” é o principal incentivo turístico de Trindade, porém o objetivo da pesquisa era ver o turismo fora do período da festa.<br><br></div><div>Algumas pessoas vão para visitar a família e ver e acompanhar amigos. Muitas destas pessoas acabam ficando apenas 1 dia (cerca de 69% dos entrevistados) e um número bem próximo (67%)&nbsp; mostra que as pessoas costumam passar em Goiânia. Assim é importante melhorar o transporte entre as cidades, pois ambas vão se favorecer do turismo.<br><br></div><div>Um dado mostra que muitas pessoas já estiveram em Trindade (62%) o que comprova que os turistas de Trindade são pessoas que vão sempre lá, muitas vezes até trabalham ou estudam na cidade. Através do projeto é visto que muitos turistas compram lembrancinhas e acham os preços justos. A maioria dos turistas vem de São Paulo ou Minas Gerais seguidos por Goiás. A região sudeste corresponde a quase 56% dos turistas que vem para Trindade.<br>&nbsp;<br><br>Alunos: João Manoel Rodrigues Dias - 2° Eletrotécnica e Lucas Vinicius Rodrigues Soares - 2° Informática<br><br><br>Link do Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/3535545057311324">http://lattes.cnpq.br/3535545057311324</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 11:56:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Intercâmbio Sociocultural, Brasil - África</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1651494726</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunas(os): Anna Clara Sousa Mendonça, Laura Brandão Borges, Keveton Rhian Nabôa Marega, Samara da Conceição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 18:32:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1651509546</link>
         <description><![CDATA[Link do currículo Lattes: Kesi Line de Morais
http://lattes.cnpq.br/5035948460841133

Entrevista por: Viviane Kelly Soares Da Silva e Augusto Franscisco de Aquino Telles- 2º Eletrotécnica e Geanini Vitória Costa Coelho - 2° de Informática

Entrevistada: Kesi Line de Morais


 Foto da entrevistada:]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 18:53:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1651512767</link>
         <description><![CDATA[Caso quiserem dar uma olhada mais a fundo, aqui está o link para o pdf desta pesquisa:]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 18:58:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mestrado em Engenharia Elétrica e de Computação - Hudson de Paula Romualdo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hudson de Paula Romualdo, Mestre em Engenharia Elétrica e de Computação pela Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil (2012-2014), é especializado em Orientação a Objetos e Internet pelo Centro Universitário de Goiás, UNIGOIÁS, Brasil (2006-2007) e possui Graduação em Processamento de Dados pela Faculdades Objetivo, IUESO, Brasil(2000-2003). Sua atual atuação profissional é no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano- Campus Trindade, Brasil.<br><br>Conversando sobre as dificuldades durante os estudos acadêmicos, Hudson conta "Sim, eu tive. Minhas maiores dificuldades foram nas disciplinas de cálculo em função da falta de uma boa base matemática.". Sobre o interesse pelo Mestrado, ele conta que se deu em função da natureza do programa de mestrado, pois em geral, todos os orientadores buscam realizar pesquisas de soluções computacionais para problemas de Engenharia Elétrica e ele se sente motivado a propor soluções para problemas reais.&nbsp;<br><br>Hudson conta que todo o mestrado foi muito produtivo e gostou de cada parte dele, porém, a parte ruim foi de não ter buscado mais publicações, pois era algo que deveria ter partido dele e não do programa. Sobre a recomendação do curso para os seus alunos Hudson afirma que sim, mas é preciso salientar que em termo de mercado, um diploma de mestre não agrega em nada, pois no Brasil, títulos de mestre e doutor tendem a ser um diferencial somente para a área acadêmica.&nbsp;<br><br>Ao final da entrevista, ele concluiu dando conselhos para quem está começando agora na área de informática, um deles foi que "A área é vasta. Portando, experimente o máximo de atividades que podem ser realizadas, opte por uma delas e se dedique, e a outra é que é necessário estudar inglês.<br><br>Alunos: Samuel Rodrigues Beltrão<br>Allan Gomes Damascena<br>2° Informática<br><br>Link do Lattes:<br>http://lattes.cnpq.br/6406782722002037<br><br>Foto do entrevistado:<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 19:03:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 23:35:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gestão das Capacidades Dinâmicas - Projeto de PIBIC: Os Impactos Econômicos da Covid-19 na vida das famílias dos alunos dos cursos técnicos integrado ao Ensino Médio do IF Goiano Câmpus Trindade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1652705690</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista por: Nathália Gabrielle Vieira Guimarães, Kaue de Oliveira Ferreira Santos Nascimento e Erick Gabriel Lopes Rodrigues - 2° Informática<br><br>Entrevistado: Prof. Dr. Élio Augusto Fraga<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://bit.ly/para-ver-a-pesquisa-clique-aqui" />
         <pubDate>2021-07-16 14:03:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Venha conhecer um pouco da trajetória da professora &quot;Angela Claudia Dias Domingues&quot;.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A nossa entrevistada de hoje e a professora Angela Claudia Dias Domingues,nos fizemos varias perguntas para ela de como foi chegar ao lugar que ela esta hoje,oque ela e formada e que eventos ela participo,venha conferir essa historia logo abaixo:<br>"A minha formação e em magistério, antigo técnico, ensino técnico em magistério então me formei como professora a nível de ensino médio e na verdade lá eu tive assim a oportunidade de ver algumas pesquisas científicas, mas eu não engajei como pesquisadora, né? Na questão de produzir, escrever, publicar, isso veio posteriormente quando eu me formei em letras.<br>&nbsp;O tema que eu pesquisei foi algo assim do meu interesse pessoal, porém as vertentes que ele alcançou após a questão da pesquisa eh eu entendo que ele pôde contribuir de forma significativa pra minha e pra o meu aprendizado enquanto professora e eu acredito também com outros estudos acadêmicos, então ele teve assim  um digamos que teve a sua relevância eh eu estudei o discurso religioso da Igreja Universal na perspectiva da análise do discurso que é um uma linha de pesquisa é uma disciplina na verdade do curso de Letras, mas também é uma linha de pesquisa que estuda a questão dos discursos, relações ideológicas, das palavras que são postas, né? O que que tá trazendo ali naquela de uma pessoa por exemplo que está a frente da igreja enfim analisa o discurso.<br>&nbsp;Atualmente eu sou mestranda no programa de pós-graduação em educação profissional e tecnológica chamado Profett do Campus Ceris do IF goiano e nesse momento eu estou organizando um projeto de pesquisa que também vai bastante relevância eh pra sociedade acadêmica.<br>Eh eu também tenho a formação em espanhol né? Eu me formei também pela Universidade Federal de Mato Grosso em língua espanhola então sou professora  de espanhol também fiz pós-graduação em línguas e literaturas de língua eh portuguesa é uma pós-graduação onde eu pude aperfeiçoar também essa relação com com conhecimento científico que eu produzi artigos, eu tenho alguns artigos publicados, participo sempre também de eventos científicos, publicando também resumos, enfim.<br>&nbsp;Eu me formei em letras pela Universidade Estadual de Mato Grosso em dois mil e sete e foi nessa época que eu tive a oportunidade assim de fazer  realmente uma iniciação científica porque aí eu até mesmo pela questão do TCC que era uma pesquisa científica, escrever um trabalho que se chama monografia, né? Que é um texto acadêmico com a intenção de avaliar você no final do curso."<br><br>Trabalho feito por kayk da cunha santos,vitor machado alves,Maria vitoria gonçalves da silva e jhullyellen da silva martins-2 Automação Industrial.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 18:34:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A História e Escrita da História: uma historicização de conceitos utilizados na revista &#39;history and theory: studies in the philosophy of history&#39; (1987-1996)&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1652935522</link>
         <description><![CDATA[<div>Makchwell Coimbra Narcizo Doutor em História - PPGHI - UFU Professor na Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Unesp - Rio Claro Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico IF Goiano - Campus Trindade Programa de Pós-Graduação em História da Pontifícia Universidade Católica de Goiás PUC Goiás - Estágio Pós-Doutoral Coordenador do GT Direitas, História e Memória ANPUH-GO GEPAF/UFG - Grupo de Estudos e Pesquisa Aplicados ao Futebol<br><br></div><div>&nbsp;Makchwell Coimbra Narcizo realizou diversos projetos de pesquisa e extensão durante sua carreira profissional, porém o principal foco será: “A extrema direita francesa em reconstrução: Marine Le Pen e a desdemonização do Front National [2011- 2017]” pesquisa na qual foi desenvolvida entre 2014 e julho de 2019&nbsp;<br><br></div><div>O entrevistado decidiu pesquisar esse tema pois primeiramente porque pesquisou temas relacionados extrema direita desde 2006, depois, porque há uma modificação recente nestes grupos em sua forma de apresentação e tentativa de captação de votos. A França é escolhida, já que há um crescimento em todo o mundo porque o país é palco da Revolução Francesa e logo, da democracia moderna.<br><br></div><div>A pesquisa trata do crescimento do partido de extrema direita francês Front National. Busca compreender como ele se organiza e se reorganiza ao longo de sua história, como se vale e se apropria de uma tradição da extrema direita francesa, nela se insere e especialmente como busca se atualizar no projeto desenvolvido na gestão de Marine Le Pen, chamado interna e externamente de “desdemonização”, que, adequando-se a seu tempo, suaviza a forma como o partido se apresenta para convencer e sensibilizar a opinião pública de que o Front National não é um partido de extrema direita.&nbsp;<br><br></div><div>Utiliza-se de diversos dispositivos, como a gestão da memória e dos sentimentos políticos, da identidade, de si e do “outro”, ressignificações de símbolos nacionais e uma nova postura em relação à democracia e à República, todos de forma estudada e controlada. Em meio a isso busca efetivar-se um projeto de poder em curso desde sua formação. Esta investigação analisa o que há de novo no projeto de desdemonização, o que há de continuidade no Front National de Marine Le Pen em relação ao partido de Jean-Marie Le Pen, em que aspectos há rupturas e o que permanece o mesmo sob uma nova forma de apresentação. Para isso é analisada, primeiramente, toda a história do partido e de suas relações com outros grupos políticos.&nbsp;<br><br></div><div>Para observar se a mudança proposta no século XXI é de fato real, foram averiguados todos os discursos públicos de sua principal porta voz, tanto os vídeos quanto em áudio, para haver uma averiguação de pontos estratégicos na forma e no conteúdo, foram analisados também escritos do partido e de sua principal figura, marine Le Pen, sendo observadas as estratégias linguísticas dela, o que foi feito também nos discursos.<br><br></div><div>A pesquisa já foi finalizada, os resultados foram amplamente satisfatórios, observou-se que, se for olhado em uma curta duração o partido muda bastante, desde a forma de falar, os gestos, o tom de voz até mesmo suas pautas. Entretanto, olhando em uma longa duração, o partido fez isso algumas vezes, ou seja, a mudança não é uma mudança, mas é uma constância em sua história. É importante salientar que esse partido é uma espécie de modelo para outros grupos de extrema direita. Na prática, significa que partidos de extrema direita que se passam por democráticos só o são na busca por poder, ao fim, são os mesmos em suas intenções e visam uma política autoritária, sectária e violenta assim que chegam ao poder.<br><br></div><div>Link da Tese: <a href="https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/27286">https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/27286<br></a><br></div><div>Link do livro:&nbsp; https://www.amazon.com.br/Extrema-Direita-Francesa-Reconstru%C3%A7%C3%A3o-Desdemoniza%C3%A7%C3%A3o/dp/6587782221/ref=sr_1_2?dchild=1&amp;qid=1626362976&amp;refinements=p_27%3AMakchwell+Coimbra+Narcizo&amp;s=books&amp;sr=1-2<br><br></div><div>Link do Lattes: http://lattes.cnpq.br/2367629855977570<br><br></div><div>Entrevista realizada pelos alunos: Geovana de Morais Fernandes, Sophia Fonseca Chagas, Wesley Rodrigues Soares Filho – 2° Informática e Manuella Alexandrina Rodrigues Oliveira – 2° Edificações.&nbsp;<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 19:11:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caracterização Amostral de Concreto Asfáltico Estocável por meio de Ensaios Laboratoriais </title>
         <author>marialuisa36</author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1653453358</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Isabella Silva de Carvalho tem 26 anos e atualmente vive em Goiânia, possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, concluiu o mestrado em Geotecnia, Estruturas e Construção Civil pela Universidade Federal de Goiás e atualmente é professora no Instituto Federal Goiano, Campus Trindade, ministrando disciplinas relacionadas as áreas de Geotecnia, Instalações hidrossanitárias, Estruturas e Desenho.&nbsp;</div><div>Durante seu mestrado, participou de diversos eventos e competições da área de Geotecnia, sendo até semifinalista na competição nacional de Mecânica das Rochas, o ROCKBOWL Brasil, em 2018.</div><div>Isabella é autora de diversas pesquisas, somando três já concluídas e uma que está em andamento.</div><div><br><br></div><div>A ideia de realização de uma pesquisa surgiu quando a GOINFRA (Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes) recebeu uma solicitação de algumas empresas que produziam um determinado material e que o usavam como tapa buraco. Porém, a pesquisadora em questão identificou que o material era utilizado sem o conhecimento de seu comportamento.<br><br></div><div>Dessa forma, deu início a sua pesquisa de mestrado “Estudo do Concreto Asfáltico Estocável” no ano de 2019, que teve por objetivo estudar misturas asfálticas, conhecidas como Concreto Asfáltico Estocável (que apelidaram como “CAE”), que tem como diferencial a proposta de poder ser aplicada à frio. Realizaram diversos estudos para as caracterizações físicas, volumétricas e mecânicas de três amostras de CAE de diferentes fabricantes para que fosse possível compreender sua composição e comportamento mecânico.</div><div><br><br></div><div>Com a pesquisa concluída, verificou-se que o CAE apresentava envelhecimento durante a estocagem, o que não é adequado para misturas asfálticas. Os resultados mostraram que as misturas de CAE não atenderam aos requisitos especificados em normas brasileiras e apresentaram resultados diferentes do esperado para um concreto asfáltico convencional, indicando que o mesmo não deveria ser abordado como tal.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><em>&nbsp;“Verificamos que esse material não funcionava como um concreto asfáltico. Ele não entregava tudo o que os fabricantes diziam que ele entregava, concluindo assim que ele não poderia ser utilizado na produção de um pavimento e que deveria ser reavaliado enquanto comercializado como um material de pavimentação.”</em></div><div><br><br></div><div>A pesquisadora diz também, que já era esperado que ele não trouxesse um resultado positivo, justamente pelo fato de ser aplicado à frio.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><em>“Na época em que realizava a pesquisa fiquei bastante frustrada, pois já sabíamos de início que o material era péssimo, então parecia meio que uma perda de tempo, sabe? Mas ao longo da pesquisa fui entendendo a importância daquilo e vi que aquele material só era ainda utilizado pois não havia ninguém que comprovasse sua ineficácia.”</em></div><div><br><br></div><div>A pesquisa de mestrado de Isabella Carvalho, contribuiu para o conhecimento mais aprofundado do CAE, e de sua composição e dosagem, sendo que a análise do CAE indicou que este não tinha comportamento semelhante ao de um concreto asfáltico convencional, pois apresentava elevada variabilidade em seus parâmetros volumétricos e mecânicos.<br><br>&nbsp;Sendo assim, contribuindo com a GOINFRA, essa pesquisa foi de suma importância para verificar que a produção do CAE na região de Goiânia-GO ainda não era padronizada, pois apresentava materiais e composições diferentes, o que reforçava a necessidade de uma especificação técnica para a definição de uma dosagem adequada, para o controle tecnológico durante a produção e a estocagem para o uso desse material.&nbsp;<br><br>Entrevistada:<br>Isabella Silva de Carvalho<br><br>Link do currículo Lattes:<br>(http://lattes.cnpq.br/8214586693428231)<br><br>A entrevista foi realizada pelos alunos do curso técnico em Edificações:<br>- Maria Luísa Mendes de Melo Gonçalves&nbsp;<br>- Anna Maria Souza de Oliveira Lobo<br>- Francielly Maria Marques de Araújo<br>- Pedro Henrique Alves de Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 19:30:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Métodos determinístico e  heurísticos aplicados na sintonia  do controlador PID.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1653520779</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Cleber Asmar Ganzaroli, graduado em Engenharia Elétrica, pela Universidade Federal de Goiás, UFG, (2003-2008); mestre em Engenharia de Automação e Sistemas pela Universidade Federal de Santa Catarina,UFSC, (2009-2011) e estudante de doutorado em Engenharia Elétrica e de Computação pela Universidade Federal de Goiás, UFG, (2016- ).Tem experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Controle e Automação. Atualmente é aluno de Doutorado da Universidade Federal de Goiás e atua como professor dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Controle e Automação. Sua área de interesse inclui modelagem e controle de sistemas lineares e não lineares, técnicas de otimização e sistemas de controle inteligente.&nbsp;<br><br>&nbsp; O objeto de debate deste artigo foi uma pesquisa realizada por ele, e vários outros pesquisadores, chamada “Métodos Determinísticos e Heurísticos Aplicados na Sintonia do Controlador PID”, realizada em 2014. Essa pesquisa tinha por intuito descobrir qual metodologia (determinística ou heurística) se provaria melhor para ser aplicada no Controlador PID ou Controlador Proporcional, Integral e Derivativo. Isso trata-se de uma estratégia de controle muito utilizada em grande parte dos processos industriais, como por exemplo, no controle de temperatura de fornos, no controle de nível de líquidos em tanques e em diversas outras aplicações, no trabalho analisado o objetivo é o controle da velocidade de um motor de corrente contínua.<br><br></div><div>&nbsp; Segundo o pesquisador Cleber Asmar os métodos de otimização utilizados possuem características diferentes (no caso do controle de velocidade do motor), para obter conhecimento do melhor método de otimização, é necessário compreender a aplicação do sistema controlado, por exemplo, se o programa aplicativo é uma mudança de velocidade constante durante a operação do motor, um método determinístico é adotado, enquanto para um programa aplicativo que insere uma carga mecânica durante a operação do motor, um método heurístico é adotado. Com isso fica claro que as limitações de cada tecnologia são óbvias, devendo ser tomada uma decisão com base nas informações disponíveis em cada caso.<br><br></div><div>&nbsp; Este conhecimento permite novas aplicações do processo de ajuste dos parâmetros do controle PID, levando em consideração a expectativa de um resultado positivo do desempenho do controlador, e uma decisão mais confiável sobre qual método utilizar. Os resultados, de acordo com ele se mostraram satisfatórios, já que apontaram que a decisão deve ser tomada com base nas informações disponíveis para cada caso de aplicação do controle.<br><br></div><div>&nbsp;<br>Entrevistado pelas alunas:<br>Rafaela Yamaguchi Dantas - 2°ano de Eletrotécnica;<br>Júlia Regina Resende Rodrigues – 2° ano de Eletrotécnica;<br>Hallana Raynara Fernandes Nascimento – 2°ano de Eletrotécnica;&nbsp;<br>Larissa Pires da Silva – 2°ano de Eletrotécnica.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Foto do entrevistador:&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 00:45:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Avaliação do uso de extensometria elétrica para determinação do módulo de elasticidade em materiais metálicos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1653611664</link>
         <description><![CDATA[<div>Gabriella Machado Oliveira, técnica em edificações, desenvolveu a sua pesquisa entre o período de julho de 2019 a fevereiro de 2020, no laboratório de mecânica dos solos do instituto. O pesquisador decidiu pesquisar esse tema porque esse projeto é um complemento à pesquisa "Construção de sensores elétricos para medir força em prova de carga estática instrumentada", pois, além de medir a força que a peça sofrerá, é de suma importância determinar se o sensor que medirá a força irá suportar todo o período de prova de carga com qualidade, ou seja, trabalhar com o sensor em seus limites de elasticidade.<br>Após todos os processos, em uma construção de um prédio, Gabriella juntamente com seu grupo inseriu o sensor em uma estaca e com isso é possível medir a força que a prova de carga transfere nessa estaca, esse processo com os sensores se chama "prova de carga instrumentada".<br>&nbsp;porém, assim como a estaca receberá um esforço que irá resultar em deformação, consequentemente o sensor também sofrerá uma deformação que gera uma certa carga elétrica. Por isso por isso utilizaram&nbsp; extensômetros, pois a partir dessa carga elétrica é possível medir a deformação que ele sofre e também o limite dessa deformação.<br>&nbsp;O limite da deformação é quando o elemento sai do limite elástico (quando sofre uma deformação e volta ao seu estado inicial) e passa a ser dúctil ou seja, ele não volta ao seu estado inicial e em um momento se rompe.<br>A pesquisa não foi concluída pois é uma pesquisa totalmente prática, e com a chegada da pandemia ficou inviável finalizar ela no laboratório.<br><strong>Entrevistada pelos alunos: </strong>Isabella Vitoria Martins Freire-2ºAutomação Industrial, Carlos Eduardo Ribeiro Silva-2ºAutomação Industrial, Kauan Fernandes&nbsp; de Amorim- 2ºAutomação Industrial, Lara Kemilly Nolasco Martins- 2ºAutomação Industrial.<br><br>Segue abaixo uma foto do sensor que foi usado na pesquisa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 06:31:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1653734230</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Morte dos Jovens em Trindade: análise dos casos que envolveram alunos do Colégio Estadual Divino Pai Eterno&nbsp;</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/file/d/10PUnQg2FCW5xnfJXM-B7mfgVjl5S-mB2/view?usp=drivesdk" />
         <pubDate>2021-07-18 14:08:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A importância das mulheres brasileiras para a ciência.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudine_gill/aqx6kg96ntrnz773/wish/1653858133</link>
         <description><![CDATA[<div>Quem é&nbsp; o pesquisador? Qual o título da pesquisa? Quando ela foi desenvolvida? Por que o pesquisador decidiu pesquisar esse tema? No que consiste a pesquisa? Ela já foi finalizada? Se sim, quais foram os resultados alcançados?&nbsp;<br><br>1- Pesquisadoras: Lethicia Nunes Silva e Rafaela Morcerf Lopes - Orientadora Sandra Zago Falone.<br><br>2- A importância das mulheres brasileiras para a ciência.<br><br>3- Período: agosto de 2016 a julho de 2017, carga horária de 480h&nbsp;<br><br>4 -&nbsp; O papel do projeto foi fazer com que as mulheres e seus feitos fossem estudados e destacados na ciência, seja por meio de publicações em congressos ou redes sociais.&nbsp;<br><br>5 - Foi uma pesquisa sobre as mulheres que foram importantes para a ciência brasileira e que quase não são comentadas, pois dão mais ênfase para os homens na ciência. E gostaríamos de mostrar que as mulheres tiveram papéis importantíssimos na ciência e não são reconhecidas por tais feitos.&nbsp;<br><br>6 - Foi finalizada em julho de 2017<br>&nbsp;<br>&nbsp;Lethicia Nunes Silva e Rafaela Morcerf Lopes são técnicas em informática, ex-alunas do Instituto Federal Campus Trindade, formadas em 2018. Juntas produziram um projeto orientado por Sandra Zago Falone que é Doutora em Ciências da Engenharia Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP), Licenciada em Química pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).&nbsp;<br><br>Juntas desenvolveram uma pesquisa sobre a importância das mulheres brasileiras para a ciência no período de Agosto de 2016 a Julho de 2017, com uma carga horária de 480 horas, com o intuito de fazer com que as mulheres e seus feitos fossem estudados e destacados na ciência, seja por meio de publicações em congressos ou redes sociais.<br>&nbsp;<br>“Foi uma pesquisa sobre as mulheres que foram importantes para a ciência brasileira e que quase não são comentadas, pois dão mais ênfase para os homens na ciência. E gostaríamos de mostrar que as mulheres tiveram papéis importantíssimos na ciência e não são reconhecidas por tais feitos.”<br>&nbsp;<br>Alunas: Anny Gabriely Fernandes Dias e Julia Neri de Paiva 2° Informática&nbsp;<br><br>Foto das pesquisadoras:&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1271812668/c37f8466c291e1959ed60d5d9ef9e586/IMG_20210717_WA0007.jpg" />
         <pubDate>2021-07-18 21:26:19 UTC</pubDate>
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         <title>O ensino de ciências naturais por meio de um livro didático com aporte interativo como potencializador da aprendizagem.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Arquimar Barbosa de Oliveira (http://lattes.cnpq.br/0843090540230286)<br>criou essa pesquisa como conclusão de um mestrado profissional em educação escolar, o projeto teve como objetivo&nbsp; ensinar&nbsp; de sobre fenômenos luminosos por meio de um livro interativo, durante os estudos foi possível notar que os alunos se identificaram com o material estudado. &nbsp;<br>Uma das perguntas feitas ao professor durante a entrevista foi "o que tornou esse projeto tão importante?'' a resposta foi: a proporção dos resultados obtidos, o projeto resultou em um livro&nbsp; e um aplicativo, sendo que foram impressas três mil copias do livro e distribuídas em diversas escolas e bibliotecas do Amazonas, o livro também foi traduzido para o Palmarí para que fosse acessível para a população indígena que reside no sul da Amazônia.<br>Caso queiram saber mais sobre a pesquisa&nbsp; você pode baixar o trabalho de conclusão e o produto ( livro) no link abaixo: https://mepe.unir.br/pagina/exibir/8867<br>Entrevista realizada por: Ana Sharon Rose Macedo Chagas e Iara Moreira Lima 2º Edificações.<br><br><br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-05 18:46:33 UTC</pubDate>
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