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      <title>INFLUENCIA DA TECNOLOGIA DIGITAl NA VIDA DOS JOVENS by EDILMARA SOARES DA SILVA CARVALHO</title>
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      <description>TCA 9D VINICIUS MANTOVANI - SARA HERREIRA - RICHARD GABRIEL - VITOR SANTOS - RUTE VICTORIA - PABLO LORRAN - VITOR GABRIEL</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-24 13:25:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Cyberbullying é a <a href="https://www.politize.com.br/tipos-de-violencia-e-operacoes-de-paz/">violência</a> praticada contra alguém, através da internet ou de outras tecnologias relacionadas ao mundo virtual. Sendo a ação com o objetivo de agredir, perseguir, ridicularizar e/ou assediar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 09:31:24 UTC</pubDate>
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         <title>graficos de vitimas </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 10:18:11 UTC</pubDate>
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         <title> tudo sobre </title>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>cyberbullying</strong> (violência virtual) cresce mais a cada dia. Só no Brasil, cerca de <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/releases-ae,crimes-virtuais-afetam-42-milhoes-de-brasileiros,70001644185">42 milhões de pessoas são afetadas por essa violação, levando o país ao primeiro lugar no cenário de cibercrimes</a>. Segundo a <a href="https://br.norton.com/">Norton</a>, provedora global de soluções de segurança cibernética, em 2016 o Brasil perdeu <a href="https://www.symantec.com/content/dam/symantec/br/docs/reports/2016-norton-cyber-security-insights-comparisons-brazil-pt.pdf">US$ 10,3 milhões</a> com essa prática na internet e que apenas <a href="https://www.symantec.com/content/dam/symantec/br/docs/reports/2016-norton-cyber-security-insights-comparisons-brazil-pt.pdf">44% da população</a> confia em sua capacidade de manter informações pessoais seguras.<br><br></div><div><br>Cyberbullying: definição<br><br></div><div>Cyberbullying é a <a href="https://www.politize.com.br/tipos-de-violencia-e-operacoes-de-paz/">violência</a> praticada contra alguém, através da internet ou de outras tecnologias relacionadas ao mundo virtual. Sendo a ação com o objetivo de agredir, perseguir, ridicularizar e/ou assediar.<br><br></div><div><br></div><div>O pesquisador canadense, <a href="http://www.billbelsey.com/?page_id=183">Bill Belsey</a>, foi a primeira pessoa a citar e definir a palavra “Cyberbullying”, no mundo. Segundo Belsey, envolve utilizar informação e comunicação junto da tecnologia para hostilizar um grupo ou indivíduo, de forma deliberada e repetida. Ou seja, a diferença entre o cyber e o bullying, é que neste caso, o agressor usa o meio eletrônico.<br><br></div><div>Cyber = diminutivo de “cybernetic” (algo ou local que possui tecnologia avançada).<br><br></div><div>Bullying = origem da palavra inglesa “bully” (o que significa valentão, briguento)<br><br></div><div><br></div><div><a href="https://www.politize.com.br/bullying-o-que-e/"><br></a><br></div><div><br>Como funciona o cyberbullying?<br><br></div><div>Um caso que pode ser exemplo é o de Megan Méier. Em outubro de 2006, a adolescente estadunidense recebeu uma mensagem de seu namorado virtual, um jovem chamado Josh Evans, dizendo que “<a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI2108890-EI12884,00-EUA+Suicidio+inspira+lei+que+pune+assedio+na+web.html">o mundo seria melhor se você não existisse</a>”. O relacionamento que teve início na rede social <a href="https://myspace.com/">MySpace</a> (rede social popular entre 2003 e 2005) durou apenas um mês até que “Josh” começasse a agredir Megan com palavras. No dia seguinte,outros jovens começaram a aderir a briga e também insultaram Megan. A adolescente deixou o computador e foi para o quarto. Quinze minutos depois, sua mãe a encontrou morta. Ela havia se suicidado.<br><br></div><div>Pouco tempo depois, os pais de Megan descobriram que Josh Evans era, na verdade, uma vizinha de 47 anos e mãe de uma ex-amiga da adolescente, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Megan_Meier">Lori Drew</a>, que fez o perfil por causa de uma suposta vingança por sua filha.<br><br></div><div>As autoridades do condado de St. Charles, Dacota do Sul, local onde ocorreu a tragédia, não se manifestaram sobre o caso, causando grande revolta entre os moradores da região. Após pressão feita pela vizinhança, um porta-voz do departamento de polícia, tenente Craig McGuire disse que o ato de Lori Drew “pode ter sido rude, e pode ter sido imaturo. Mas não foi ilegal”. Com isso, o conselho local de <a href="https://www.politize.com.br/papel-do-vereador/">vereadores</a> aprovou em novembro de 2007 uma <a href="https://www.politize.com.br/tipos-de-leis-processo-legislativo/">lei</a> que torna o assédio pela Internet um delito passível de multa de <a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI2108890-EI12884,00-EUA+Suicidio+inspira+lei+que+pune+assedio+na+web.html">US$ 500 e até 90 dias de prisão</a>.<br><br></div><div><br></div><div>No <strong>Brasil</strong>, Vinicius Basilio passou por momentos parecidos. Segundo uma reportagem feita pelo portal <a href="https://www.uol.com.br/">UOL</a>, chamada <a href="https://tab.uol.com.br/bullying-suicidio/#tematico-1">“A reconstrução de Vinicius”</a>, o garoto sofreu bullying por muitos anos na escola em razão do seu porte físico e sua <a href="https://www.politize.com.br/lgbt-historia-movimento/">homossexualidade</a>. Além disso, Vinicius também teve um vídeo íntimo espalhado pelo colégio. Por isso, o jovem sofre com depressão, ansiedade e já tentou tirar sua vida diversas vezes. Para ele e a família, seu histórico de depressão começou “por causa da genética, o bullying sofrido na escola, a pressão por resultados acadêmicos e a internet”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 10:30:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 00:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Dark Web, Deep Web e a Web de superfície?</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Internet possui milhões da páginas da Web, bancos de dados e servidores que funcionam 24 horas por dia. Mas a Internet chamada de "visível" (também chamada de Web da superfície ou aberta) que são sites encontrados em mecanismos de pesquisa como Google e Yahoo, é somente a ponta do iceberg.<br><br></div><div><br>São inúmeros os termos que circundam a Web invisível, mas vale a pena conhecer as diferenças entre eles, caso você queira ir além do lugar-comum.<br><br></div><div><strong>A Web aberta ou da superfície<br></strong><br></div><div><strong><br>A Web aberta, ou da superfície,</strong> é a camada "visível". Se continuarmos a imaginar toda a Web como um iceberg, a parte aberta seria o topo de gelo que está acima da água. De um ponto de vista estatístico, esse coletivo de sites e dados compõem menos de 5% do total da Internet.<br><br></div><div><br>Todos os sites normalmente voltados para o público acessados através de navegadores tradicionais como Google Chrome, Internet Explorer e Firefox estão lá. Sites são normalmente marcados com operadores de registro, como ".com" e ".org", e podem ser localizados facilmente com mecanismos de busca populares.<br><br></div><div><br>É possível localizar sites da Web na superfície porque os mecanismos de busca podem indexar a página através de links visíveis (um processo chamado de "rastejar" devido ao fato de como o mecanismo de busca percorre Web como uma aranha).<br><br></div><div><strong>A Deep Web<br></strong><br></div><div><strong><br>A Deep Web</strong> fica abaixo da superfície e é lá que estão cerca de 90% de todos os sites. Essa seria a parte de um iceberg abaixo da água, muito maior do que a parte da superfície. Na verdade, essa Web oculta é tão grande que é impossível saber exatamente quantas páginas ou sites estão ativos simultaneamente.<br><br></div><div><br>Seguindo com a analogia, grandes mecanismos de busca seria considerados como barcos pesqueiros, capazes apenas de "fisgar" sites perto da superfície. Todo o resto, de diários acadêmicos a bancos de dados privados e outros conteúdos ilícitos, está fora de alcance. A Deep Web também inclui a parte que conhecemos como a <strong>Dark Web</strong>.<br><br></div><div><br>Embora muitos veículos de notícias usem os termos "Deep Web" e "Dark Web" sem distinção, ao parte da Deep Web como um todo é completamente segura e dentro da lei. Entre algumas das maiores partes da Dark Web estão:<br><br></div><ul><li><strong>Bancos de dados:</strong> conjuntos de arquivos protegidos, públicos e privados, que não estão conectados a outras áreas da Web, apenas para serem pesquisados no próprio banco de dados.</li><li><strong>Intranets:</strong> redes internas para empresas, governos e unidades educacionais usadas para aspectos de controle e comunicação de forma privada dentro das organizações.</li></ul><div><br>Caso você esteja se perguntando como acessar a Deep Web, é provável que você já a utilize diariamente. O termo "Deep Web" se refere a todas as páginas da Web que os mecanismos de pesquisa não conseguem identificar. Os sites da Deep Web podem estar protegidos atrás de <a href="https://www.kaspersky.com/resource-center/threats/how-to-create-a-strong-password">senhas</a> ou outras paredes de segurança, enquanto outros podem simplesmente informar aos mecanismos de busca para não pesquisar neles. Sem links visíveis, essas páginas são mais ocultas por outras razões.<br><br></div><div><br>Na Deep Web como um todo, o conteúdo "oculto" é geralmente mais seguro e legal. Tudo, desde postagens de blogs em avaliação e novos designs de páginas da Web ainda não implementados, até as páginas que você acessa ao usar serviços de banco virtual, faz parte da Deep Web. Além disso, essas páginas não apresentam risco para seu computador ou segurança no geral. A maioria dessas páginas é mantida oculta do navegador de Internet para proteger informações e privacidade do usuário, como:<br><br></div><ul><li>Contas financeiras como dados bancários e de aposentadoria</li><li>Contas de mensagens de redes sociais e e-mail</li><li>Bancos de dados de empresas privadas</li><li>Informações sigilosas da HIPPA, como documentação médica</li><li>Arquivos jurídicos</li></ul><div><br>Mergulhando ainda mais fundo na Deep Web, nos aproximamos um pouco dos perigos. Para alguns usuários, partes da Deep Web representam um meio de burlar restrições e acessar serviços de TV ou cinema que não são oferecidos em suas regiões. Outros querem fazer download de músicas pirateadas ou filmes que ainda nem chegaram aos cinemas.<br><br></div><div><br>Na parte clandestina da Web, você encontrará conteúdo e atividades mais perigosos. Os sites do Tor estão localizados nessa pare longínqua da Deep Web, que é considerada a "Dark Web", e só podem ser acessados por um navegador anônimo.<br><br></div><div><br>A segurança na Deep Web é mais relevante para o usuário típico da Internet do que a segurança da Dark Web, uma vez que você pode acabar em áreas perigosas por acidente: muitas partes da Deep Web ainda podem ser acessadas em navegadores comuns. É assim que usuários podem encontrar locais extremos o bastante e acabar em um site de pirataria, um fórum com opiniões políticas radicais ou vendo conteúdo perturbador e violento.<br><br></div><div><strong>A Dark Web<br></strong><br></div><div><strong><br>A Dark Web</strong> refere-se a sites que não estão indexados e só podem ser acessados por navegadores especializados. Significativamente menor do que a pequena Web de superfície, a Dark Web é considerada uma parte da Deep Web. Ainda na nossa analogia de oceanos e icebergs, a Dark Web seria a ponta inferior do iceberg submerso.<br><br></div><div><br>A Dark Web, no entanto, é uma parte bastante oculta da Deep Web com a qual pouquíssimas pessoas vão interagir ou sequer ver. Em outras palavras, a Deep Web abrange tudo o que está além da superfície, mas ainda acessível com os programas de software corretos, e <em>inclui</em> a Dark Web.<br><br></div><div><br>Detalhar a construção da Dark Web mostra algumas camadas importantes que criam um paraíso do anonimato:<br><br></div><ul><li><strong>Sem indexação de páginas da Web</strong> por mecanismos de busca de superfície. O Google e outras ferramentas populares de busca não conseguem descobrir ou exibir resultados para páginas na Dark Web.</li><li><strong>"Túneis de tráfego virtual"</strong> através de uma infraestrutura de rede randomizada.</li><li><strong>Inacessíveis por navegadores tradicionais</strong> devido ao seu operador de registro único. Além disso, ela é oculta por diversas medidas de segurança de rede, como firewalls e criptografia.</li></ul><div><br>A reputação da Dark Web é frequentemente ligada a fins criminais ou conteúdo ilegal, além de sites de vendas onde usuários podem comprar mercadorias ou serviços ilícitos. No entanto, essa estrutura também é usada por pessoas que respeitam a lei.<br><br></div><div><br>Quando se fala em segurança, os perigos da Dark Web são diferentes daqueles da Deep Web. Não é fácil esbarrar em <a href="https://www.kaspersky.com/resource-center/threats/what-is-cybercrime">atividades virtuais ilegais</a>, mas estas tendem a ser mais extremas e perigosas se você procurar. Antes que possamos tratar das ameaças da Dark Web, vamos explorar como e os motivos pelos quais os usuários acessam esses sites.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Por que a Fake News prejudica a vida das pessoas.</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:17:08 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É DARK WEB</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>A Dark Web é o coletivo oculto de sites da Internet que só podem ser acessados com um navegador de Internet especializado. Ela é usada para manter atividades anônimas e privadas na Internet, algo que pode ser útil em contextos legais e ilegais. Embora algumas pessoas a utilizem para evitar a censura do governo, sabe-se que ela também é empregada para atividades altamente ilegais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:17:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de ameaças na Dark Web.</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Se estiver considerando usar a Dark Web para fins de privacidade básica, você ainda pode se perguntar: "É perigoso usá-la?". Infelizmente, boa parte dela pode ser um local perigoso. Abaixo estão algumas ameaças com as quais você pode se deparar durante sua navegação:<br><br></div><div><strong>Software malicioso<br></strong><br></div><div><br>Software malicioso, ou malware, é algo bastante real em toda a Dark Web. Muitas vezes, é oferecido em alguns portais para proporcionar aos responsáveis por ameaças as ferramentas para ataques cibernéticos. No entanto, o malware também está em toda a Dark Web para infectar usuários inocentes - exatamente como no resto da Web.<br><br></div><div><br>A Dark Web não conta com muitos dos mesmos contratos sociais que provedores de sites seguem para proteger os usuários no restante da Web. Dessa forma, os usuários podem acabar sendo expostos regularmente a alguns tipos de malware, como:<br><br></div><ul><li>Keyloggers</li><li>Malware de botnet</li><li>Ransomware</li><li>Malware de phishing</li></ul><div><br>Se você optar por explorar quaisquer sites na Dark Web, está se colocando em risco de ser encontrado e atacado por atividades de hackeamento e muito mais. A maioria das infecções de malware pode ser impedida por seus <a href="https://www.kaspersky.com/internet-security">programas de segurança de endpoint</a>.<br><br></div><div><br>As ameaças da navegação on-line pode chegar ao mundo off-line se seu computador ou conexão de rede puder ser explorada. O anonimato é poderoso com o Tor e a estrutura da Dark Web, mas não é infalível. Qualquer atividade on-line pode conter traços de sua identidade se alguém procurar o bastante.<br><br></div><div><strong>Monitoramento do governo<br></strong><br></div><div><br>Com muitos sites baseados no Tor sendo derrubados por autoridades policiais em todo o mundo, há um perigo claro de se tornar um alvo do governo por simplesmente visitar um site da Dark Web.<br><br></div><div><br>Mercados de drogas ilegais, como o Silk Road, já foram derrubados pela polícia. Ao utilizar software personalizado para infiltrar e analisar atividade, isso permitiu que oficiais da lei descobrissem as identidades de usuários tanto daqueles que participavam quanto dos que apenas acessavam. Ainda que você nunca tenha feito uma compra, você pode ser vigiado e se incriminar por outras atividades posteriormente.<br><br></div><div><br>Infiltrações também colocam você em risco de monitoramento de outras atividades. Burlar restrições do governo para explorar novas ideologias políticas pode ser um crime passível de prisão em certos países. A China algo chamado de "O Grande Firewall" para limiar o acesso a sites populares por esse motivo. O risco de ser um visitante desse conteúdo pode levar à inclusão do seu nome em uma lista de monitoramento ou na possibilidade imediata de prisão.<br><br></div><div><strong>Golpes<br></strong><br></div><div><br>Alguns supostos serviços, como de "matador de aluguel" profissional, podem ser simplesmente golpes projetados para tirar dinheiro de clientes. Denúncias sugerem que a Dark Web oferece vários serviços ilegais, de assassinatos pagos a tráfico sexual e armas.<br><br></div><div><br>Algumas dessas são ameaças conhecidas e antigas que circulam nesse canto da Web. No entanto, outras podem estar aproveitando da reputação da Dark Web para enganar usuários a enviarem grandes quantidades de dinheiro. Além disso, alguns usuários da Dark Web podem tentar aplicar <a href="https://www.kaspersky.com/resource-center/preemptive-safety/phishing-prevention-tips">golpes de phishing</a> para roubar sua identidade ou informações financeiras para chantagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>um modo de evitar fake news na escola</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
         <link>https://padlet.com/edilmaracarvalho7545185/ap8gduiqp55hmomx/wish/1924893917</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No filme <em>Matrix</em>, o programador Thomas Anderson descobre que vive em um mundo fake controlado por um sistema inteligente e artificial que cria a ilusão de um mundo real, manipulando a mente das pessoas. Vinte anos depois do lançamento do filme, em 1999, o que parecia ficção está se tornando realidade. É isso o que dizem vários pesquisadores e especialistas, diante das incontáveis fake news e imagens manipuladas que têm sido, diariamente, lançadas na internet, a fim de alterar a realidade dos fatos, com a intenção de influenciar a percepção das pessoas sobre o mundo em que vivem.<br><br></div><div><br>Segundo o pesquisador brasileiro Edson Prestes, especialista em inteligência artificial e integrante do Painel de Alto Nível sobre Cooperação Digital da Organização das Nações Unidas (ONU), por trás desse cenário estão os grupos de interesses políticos e econômicos, que chegam a contratar robôs para disseminar mentiras em grande escala. Afinal, como já dizia Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler, “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.<br><br></div><div><br>Em artigo recentemente publicado na Revista <em>IHU Online</em>, da Unisinos, Michel K. Spencer, editor do site <em>FutureSin</em>, especializado em inteligência artificial e afins, escreveu que as tecnologias <em>deep fake</em>, em pleno desenvolvimento, aumentam ainda mais o potencial das fake news. Uma dessas tecnologias é a GPT-2, da OpenAI, que está se tornando conhecida por sua capacidade de fazer robôs escreverem mimetizando estilos – que podem ser o de uma celebridade, o de um político, ou simplesmente o seu.<br><br></div><div><br>Outra <em>deep fake</em> é a Generative Adversarial Network (GAN), que constrói rostos artificiais de alta qualidade, com um realismo tal que torna difícil dizer que não se trata de uma “pessoa” humana, de existência real. Essa mesma tecnologia também é capaz de combinar vídeos existentes, transformando-os em um novo vídeo falso, que mostra alguém realizando e falando coisas que nunca fez e disse na realidade. Há até quem já vislumbre a criação de “jornalistas” fakes, produzidos por inteligência artificial, ancorando notícias para o bem e para o mal.<br><br></div><div><strong><br>Novos desafios para a Educação<br></strong><br></div><div><br>Se, há cerca de 10 anos, o grande paradigma da internet era o de sua universalização, hoje, a palavra de ordem é capacitar crianças, jovens e adultos para atuarem na web, conscientes dos riscos do mundo online, tanto no que diz respeito à vulnerabilidade da privacidade, como à manipulação da informação para fins políticos e econômicos. Quem diz isso é Edson Prestes, o pesquisador brasileiro do Painel de Alto Nível sobre Cooperação Digital das Nações Unidas.<br><br></div><div><br>Em entrevista recente para o Centro de Informação da ONU no Brasil, ele afirma que as escolas precisam capacitar para a reflexão crítica. Segundo ele, já não basta saber como usar a tecnologia. É preciso, sobretudo, ensinar o aluno a perceber quando está sendo manipulado e por quais motivos querem manipulá-lo.<br><br></div><div>Pesquisadores de universidades europeias analisaram 1004 vídeos na internet e encontraram inúmeros <em>frames</em> com expressões faciais editadas. <a href="https://arxiv.org/pdf/1803.09179.pdf">Arxiv.org</a></div><div><br>Para a professora Rosália Duarte, da Pós-Graduação em Educação da PUC-Rio, que pesquisa linguagens digitais, a escola também precisa mudar o seu viés conteudista: “Os educadores têm que romper com a lógica do século XX. A mera reprodução de conteúdos não produz mais as habilidades necessárias ao cidadão do século XXI. Urge uma nova escola, aquela que desenvolve a capacidade de pensar”. E isso, diz ela, não é tarefa de um só professor. É preciso que a escola tenha um projeto que abrace os novos desafios do tempo atual.<br><br></div><div><strong><br>Como ensinar a pensar<br></strong><br></div><div><br>Para a professora Rosália Duarte, é preciso discutir com os alunos a natureza da verdade. Passar informações falsas para alterar a percepção das pessoas sobre o mundo em que se vive é, segundo ela, má fé e falsidade ideológica. Mas as interpretações sobre a informação correta podem ser diversas e ter várias verdades. E para entender cada uma delas é fundamental discutir o contexto, as bases sobre as quais cada uma se assenta e quais narrativas as sustentam (religiosa, econômica, histórica?).<br><br></div><div><br>“Essa discussão precisa ser permanente no ambiente de ensino. Não se pode mais lançar um conteúdo sem contextualizá-lo. Quando se apresenta uma questão nova em sala de aula, é fundamental mostrar quem a escreveu, a partir de quê, quais passos deu para chegar àquela conclusão”, defende Rosália, para quem a principal tarefa da escola do século XXI é ensinar o aluno a pensar.<br><br></div><div><br>Muito embora, diante do avanço da manipulação da informação, esta seja uma necessidade urgente do tempo em que vivemos, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) constatou que ensinar a pensar é uma tarefa que não vem sendo cumprida pela maior parte das escolas do mundo, à exceção de alguns poucos países como a Coreia do Sul, a Noruega, a Finlândia e a Suécia.<br><br></div><div><strong><br>Como checar as notícias<br></strong><br></div><div>Imagem: rawpixel</div><div><br>Em entrevista ao Instituto Net Claro Embratel, o professor de Comunicação Ricardo Alexino Ferreira, da USP, defendeu a tese de que o projeto pedagógico interdisciplinar é a melhor forma de ensinar o aluno a compreender os contextos. Para ele, atividades pontuais não ajudam muito a construir estudantes mais reflexivos.<br><br></div><div><br>A agência de checagem de notícias <em>Aos fatos</em> parece concordar com essa premissa. Segundo o editor Bernardo Moura, a verificação de informações enganosas não é um mero processo jornalístico, mas sobretudo interdisciplinar: “Envolve o uso de habilidades como interpretação de textos, análise de cálculos e de estatísticas, conhecimento de fatos históricos, geográficos e de indicadores sociais e econômicos importantes”. Por isso, se concilia tão bem com os processos educacionais e ambientes de aprendizagem, na visão dele.<br><br></div><div><br>Ainda que as ferramentas de <em>deep fake</em> estejam se tornando cada vez mais sofisticadas, a maioria dos conteúdos falsos viralizados nas redes ainda tem produção rudimentar. “São fotos verdadeiras tiradas de contexto, vídeos editados e que não retratam o que informam suas legendas e manchetes, textos toscamente editados ou mesmo rumores jogados em posts, e que, muitas vezes, nem podem ser verificáveis com base em informações. Geralmente, o sucesso de uma peça de desinformação vincula-se ao quanto ela confirma visões de mundo de uma determinada audiência”, conta o editor Bernardo Moura.<br><br></div><div><strong><br>Passos da checagem<br></strong><br></div><div><br>A agência <em>Aos fatos</em> enviou o passo a passo básico da checagem da informação. Veja quais são:<br><br></div><div><br>- Verificação da origem do conteúdo: quem postou? Quais as características do perfil, site, ou pessoa que compartilhou a notícia?<br><br></div><div><br>- Observação do conteúdo: a data de publicação indica ser algo antigo? O veículo que publicou tem credibilidade reconhecida? Há fontes confiáveis no material? A informação pode ser encontrada em outras fontes confiáveis?<br><br></div><div><br>- Outras pistas: procurar em buscadores, como o Google, se agências de checagem já verificaram o conteúdo, se a notícia repercutiu em outros meios, ou se foi desmentida por pessoa ou entidade de reputação confiável.<br><br></div><div><br>- Verificação da origem da imagem: é possível fazer, pelo Google, busca reversa que indica a origem da foto. No caso de vídeos, há ferramentas, que fazem a pesquisa no YouTube, como a InVid.<br><br></div><div><br>No ano passado, a <em>Aos fatos</em> produziu uma <a href="https://aosfatos.org/noticias/este-cartum-vai-ajuda-lo-a-descobrir-se-uma-informacao-e-verdadeira-ou-falsa/">história em quadrinhos</a> com um passo a passo da checagem da informação. Também publicou um <a href="https://aosfatos.org/noticias/este-plano-de-aula-ajudara-alunos-do-ensino-medio-aprenderem-checar-brincando/">plano de aula</a> feito por checadores de notícias italianos. Embora tenha sido elaborado para alunos do Ensino Médio, o material pode inspirar atividades para o Ensino Fundamental.<br><br></div><div><br>A MultiRio também disponibiliza o jogo online <strong>Caô Digital</strong>, para alunos do 6º ao 9º ano. O game educativo dá dicas de como identificar boatos e notícias falsas na internet<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:18:00 UTC</pubDate>
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         <title>Adolecente e a internet: como navega na rede com segurança </title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[<div>A tecnologia que conecta pessoas por meio da internet e suas redes sociais pode causar dor de cabeça aos pais, professores e pedagogos. Episódios envolvendo <em>bullying</em> virtual, difamação e a vingança erótica, conhecida como <em>sexting</em>, tem ganhado espaço entre os jovens e adolescentes.<br><br></div><div>De acordo com o psicólogo e pesquisador da Universidade Federal da Bahia Rodrigo Nejm, diretor de Educação da Organização não Governamental (ONG) SaferNet, o vazamento de conteúdo íntimo tem superado, em volume, casos registrados em comparação aos episódios de <em>cyberbullying</em>, nos últimos dois anos.<br><br></div><div>A tecnologia que conecta pessoas por meio da internet e suas redes sociais pode causar dor de cabeça aos pais, professores e pedagogosArquivo/Agência Brasil<br><br></div><div>“O fato é que os adolescentes se apropriam da internet com uma sensação de poder e anonimato, com que aquilo está fazendo está protegido, que não tem consequências. É muito enigmático, pois mesmo que conheçam o perigo, na hora da brincadeira, do namoro, se expõem muito mais a essas situações na rede”.<br><br></div><div>A ONG registrou, no ano passado, 322 atendimentos em seu canal de ajuda sobre situações envolvendo o chamado <em>sexting</em>, quando jovens e adolescentes trocam imagens de si mesmos (com pouca roupa ou nus) e mensagens de texto eróticas.<br><br></div><div>Com relação ao <em>ciberbullying</em>, a SaferNet registrou 265 pedidos de ajuda. Em 2014, a SaferNet computou 224 atendimentos por <em>sexting</em> e 177 por <em>ciberbullying</em>. Para o especialista, os números são pequenos diante da realidade, mas expressam um “termômetro” da atual realidade do país.<br><br></div><div>A facilidade de acesso à internet, a sensação de segurança provocada pelo uso do celular pessoal, a erotização precoce e a falta de instrução sobre educação sexual estão entre os fatores apontados pelo psicólogo para o aumento dos casos de <em>sexting</em>.<br><br></div><div>Com o aumento do uso da internet por adolescentes, o compartilhamento de fotos íntimas se tornou um perigo para muitos jovens que não medem os riscos dessa exposiçãoValter Campanato/Agência Brasil<br><br></div><div>“Crianças acessam a internet pelo celular, essa sensação de segurança fez com que as pessoas se sentissem mais à vontade para compartilhar conteúdo íntimo. Atualmente já não há mais o obstáculo da <em>lan house</em> ou o computador que era compartilhado por várias pessoas em casa. Além disso, há uma cultura de superexposição e erotização precoce da infância que estimula ainda mais essa situação. O tabu sexual ainda é muito grande e nessa fase de experimentação, o adolescente está 'fazendo e acontecendo' na internet com o calor do momento”, analisa Rodrigo Nejm.<br><br></div><div>Dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) apontam que 81,5 milhões de brasileiros com mais de 10 anos de idade acessam a internet pelo celular. O número representa 47% dessa parcela da população, de acordo com as entrevistas feitas em 19,2 mil domicílios entre outubro de 2014 e março de 2015.<br><br></div><div><strong>Pense antes de compartilhar<br></strong><br></div><div>O psicólogo é enfático: o jovem deve pensar antes de compartilhar imagens ou conteúdo. “Quando você for compartilhar, publicar, tente pensar um pouco mais do que [apenas] no momento, porque as consequências são muito importantes”, alerta.<br><br></div><div>“O que nos surpreende nos 'nativos digitais' é que a gente supõe que eles são muito habilitados. Uma coisa é o tempo de uso e outra coisa é a capacidade crítica, de reflexão, de fazer escolhas conscientes, e ninguém aprende sozinho só porque nasceu nesta era digital. Isso exige uma conversa sobre cidadania com pais, familiares. A gente vê adolescente expondo comentários racistas, homofóbicos e se arrependem. Tente a reflexão antes do clique”,&nbsp; disse Rodrigo Nejm.<br><br></div><div>Para a procuradora regional da República Neide Cardoso, coordenadora nacional do grupo de trabalho de enfrentamento aos crimes cibernéticos do Ministério Público Federal (MPF), outro aspecto que desperta preocupação das autoridades é a exposição voluntária de informações pessoais dos jovens.<br><br></div><div>“Hoje as pessoas colocam a vida toda nas redes sociais. Ali o aliciador, além de visualizar as fotos, também tem informação da pessoa – seja da escola, do local, às vezes mostra residência. São imagens que acabam identificando”, afirmou.<br><br></div><div>Preocupado com aumento da criminalidade incentivado pela insegurança da rede, o MPF criou o Projeto Ministério Público pela Educação Digital nas Escolas. A iniciativa leva informação sobre o uso seguro e responsável da internet para professores da rede pública e privada de ensino, e já percorreu 12 capitais brasileiras. De acordo com o órgão, os principais riscos são o aliciamento online; a difusão de imagens pornográficas de crianças ou adolescentes e o<em> ciberbullying</em>.<br><br></div><div>Segundo a procuradora, os pais devem sempre acompanhar o que seus filhos estão fazendo na internet. “A própria criança acaba dando algum sinal. Quando o pai está se aproximando, desliga o computador, muda a tela, isso é um sinal de que alguma coisa está acontecendo. Sempre acompanhar e orientar a criança nesse aspecto: evitar contato com quem não conheça, evitar se expor com fotos que identifiquem família, escola”, orienta.<br><br></div><div>Neide Cardoso orienta ainda que jovens evitem se relacionar com pessoas com quem nunca tiveram contato presencial. “[O adolescente] nunca vai saber se quem está do outro lado é uma pessoa da idade dela. Normalmente, o aliciador de menor sabe ter o mesmo nível de conversa de uma criança que ele quer iludir. Assim como adultos sofrem crimes de estelionato na internet, fica muito mais difícil para uma criança ou adolescente perceber essa situação”.<br><br></div><div><br>“Os adolescentes têm muito a ideia de que não vão ser pegos, que pode fazer o que quiser na internet que as autoridades não vão conseguir identificá-los, e nós, a partir de qualquer denúncia, temos sempre como identificar o agressor. O que é mais difícil para nós é justamente chegar à denúncia”.A procuradora ressalta que o pai ou responsável pelo adolescente que pratica um ato infracional pode ser responsabilizado por danos morais em relação à vítima.<br><br></div><div><br><strong>Como lidar com excesso de internet?<br></strong><br></div><div>Segundo Rodrigo Nejm, o essencial para pais e responsáveis é dosar o uso dessas tecnologias com outras experiências.<br><br></div><div>“Quando o pai adota essa tecnologia como principal instrumento isso é gravíssimo para infância, porque é muito limitado do conjunto de estímulos que oferece para as habilidades cognitivas e sociais para a criança. Se você priva a criança de objetos cognitivos e comportais, se torna o celular e jogos eletrônicos a principal oferta de recursos lúdicos é uma forma de assassinar a pluralidade cognitiva daquela criança", disse.<br><br></div><div>Para o psicólogo, os responsáveis devem limitar o máximo o contato de crianças até 4 anos com eletrônicos e a internet. Aos mais velhos, o ideal é dosar o uso e impor limites para que os jovens usuários tenham outras alternativas de lazer, como esporte, música e cultura.<br><br></div><div>“Quando a criança só socializa pela internet, de fato, ela vai ser prejudicada. A vida vai muito além da internet. Quando ela passa a ser a única atração, o uso excessivo, pode ser prejudicial ao desenvolvimento daquela criança”.<br><br></div><div>A recomendação do especialista é que a família crie momentos para que o uso da tecnologia é evitado. Refeições, horários de descanso e atividades com amigos e familiares devem ser momentos de “desplugar” para adolescentes.<br><br></div><div>“Outro exercício muito saudável é tentar ficar um dia sem Internet ou celular. Fazer um diário das experiências sem o celular, descrever as sensações, o que usou, o que mais sentiu falta, o que sentiu de diferença. Esse simples exercício de parar para pensar no seu uso é uma forma de administrar o seu próprio uso e analisar qual a qualidade do meu tempo gasto em comparação a como tenho usado o meu tempo. Os adolescentes precisam a fazer essa reflexão, de como eles manejam o seu próprio tempo”.<br><br></div><div><strong>A família<br></strong><br></div><div>Bernardo Dicazuza Valocci,&nbsp; de 10 anos, usa diariamente suas redes sociais para se comunicar com amigos sobre jogos <em>online</em>. A bancária Camilla Dicazuza, mãe do menino, diz que monitora os diversos grupos de Whatsaap que o filho participa para checar se o conteúdo é adequado e, principalmente, se os contatos são, de fato, da sua idade.<br><br></div><div>Bernardo Dicazuza Valocci,&nbsp; de 10 anos, usa diariamente as redes sociais para se comunicar com amigos sobre jogos online. A bancária Camilla Dicazuza, mãe do menino, diz que monitora os diversos grupos de WhatsappMarcello Casal/Agência Brasil<br><br></div><div>“O tempo que ele passa é algo que realmente tem que ser controlado, se deixar ele passa um dia inteiro assistindo vídeos no YouTube”. Pelo apego do menino, Camilla conta que usa a tecnologia como moeda de troca para barganhar ou punir as atitudes do pré-adolescente.<br><br></div><div>A jornalista Luzia Tremendani é mãe da adolescente Jasmine Tremendani, de 13 anos, e também monitora o conteúdo e os amigos dela nas redes. Entre os assuntos favoritos da menina está o candomblé, religião praticada pela jovem.<br><br></div><div>A jornalista Luzia Tremendani é mãe da adolescente Jasmine Tremendani, de 13 anos, e monitora o conteúdo e os amigos da filha nas redes sociaisFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil<br><br></div><div>“De vez em quando pego o celular e olho com quem ela está falando no WhatsApp, quais são os assuntos. O que eu vejo está dentro da normalidade da idade dela. Não tem nada que fuja do que ela deveria vivenciar na idade dela. Às vezes ela posta coisas exageradas no Facebook e eu mando ela apagar”, disse.<br><br></div><div>Segundo Luzia, o apego da jovem à tecnologia já criou problemas no colégio, por utilizar o celular indevidamente dentro da sala de aula. “Tomaram o celular dela e, hoje em dia, ela é proibida de levar o telefone para a escola. Eu não deixo que ela leve mais”, afirmou.<br><br></div><div><strong>Perigos da rede<br></strong><br></div><div>Cada passo dado nas redes sociais é monitorado. Atualmente, existem ferramentas que mostram desde os vídeos assistidos, pesquisas realizadas, sites visitados e produtos utilizados no acesso à internet. A tecnologia oferece resultados detalhados, que mostram os termos pesquisados, os horários e frequência com que os sites foram visitados, além do dispositivo e browser usado.<br><br></div><div>Segundo Rodrigo Nejm, o adolescente deve fazer uma busca para ver como seus dados pessoais estão pulverizados na rede. “Tudo que eles fazem nesses aparelhos deixa um rastro digital, e eles têm que saber como isso funciona para que administrem seus próprios rastros, e entenderem a responsabilidade que é a sua própria exposição”.<br><br></div><div>Para o pesquisador, pais devem instruir seus filhos para que saibam lidar com tecnologia e redes sociais. “A questão toda é qual a nossa capacidade crítica de lidar, proibir não é educar. Tem que educar para exercer a liberdade com responsabilidade. Os pais entram em pânico querem bloquear tudo, isso não é saudável. A gente tem que educar para liberdade e cidadania”, disse.<br><br></div><div><strong>Dicas de uso para crianças e adolescentes<br></strong><br></div><div>- O que você compartilha na internet com seus amigos não fica só entre vocês. Informações pessoais nas redes sociais se tornam públicas.<br><br></div><div>- O que você divulga na rede dificilmente será removido depois.<br><br></div><div>- Os “cadeados” e bloqueios de acesso podem ser “quebrados” por pessoas mal-intencionadas.<br><br></div><div>- Evite exibir imagens com pouca roupa ou sensuais, pessoas malintencionadas podem distorcer e usar suas imagens para te intimidar e ameaçar publicá-las.<br><br></div><div>- Evite usar <em>webcam</em> com estranhos. Sua imagem pode ser manipulado e você ser ameaçado de ter essa foto montada em situações humilhantes e divulgada entre amigos e familiares.<br><br></div><div>- Bloqueie o contato dos agressores no celular, chat, e-mail e redes de relacionamento.<br><br></div><div>- Jamais aceite convite para encontrar presencialmente um amigo virtual sem autorização. Mesmo que vá com seus pais ou adultos responsáveis, vá a local público.<br><br></div><div>- Quando um conteúdo pornográfico (fotos, vídeos, histórias escritas) envolvem crianças e adolescentes na Internet, isso é crime! Você pode denunciar no endereço www.denuncie.org.br, ligar para o Disque 100, ir a uma delegacia especializada ou se dirigir ao conselho tutelar mais próximo.<br><br></div><div>Quais as situações difíceis você pode encontrar na internet?<br><br></div><div><em>Ciberbullying – Bullying</em> virtual. Assim como o <em>bullying</em>, o <em>ciberbullying</em> também é uma forma de violência. Consiste em humilhações e ameaças de colegas nas redes sociais ou pelo celular.<br><br></div><div><em>Sexting</em> – É quando adolescentes e os jovens trocam imagens de si mesmos (com pouca roupa ou nus) e mensagens de texto eróticas, com convites e brincadeiras sensuais entre namorados, pretendentes e amigos. Trata-se de fotos e vídeos feitos com o uso de tecnologias (câmeras fotográficas, <em>webcam</em> etc) e trocados através da internet e de seus aparelhos celulares.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>Reunião - 9D </title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[<div>Roda de conversa. Discussão a respeito do percurso trilhado até aqui. Definição dos próximos passos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>Estejamos mais atentos!</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:20:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:20:29 UTC</pubDate>
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         <title>Quem nasceu após 1995, provavelmente não se lembra como era a vida antes da Internet. Estar constantemente conectado por meio de smartphones ou de outros dispositivos é como ter o mundo nas mãos. Nesse contexto, compreender o impacto da tecnologia na saúde mental dos jovens e adolescentes é essencial para encontrar soluções de tratamento que reduzam essas influências na vida desse grupo.Dada à importância desse tema, a proposta deste material é abordar os perigos associados ao uso excessivo de mídias sociais e, por conseguinte, fomentar estratégias que diminuam os riscos que a tecnologia pode representar à saúde mental dos jovens. Acompanhe!Os perigos das mídias sociais e do vício em jogos eletrônicosNão é segredo que a maioria das plataformas e aplicativos de mídia social foram intencionalmente projetados para prender a atenção dos usuários o máximo de tempo possível. O objetivo dessas ferramentas é, entre outras coisas imperceptíveis, explorar elementos como o preconceito e as vulnerabilidades psicológicas típicas da juventude.Muitas delas estão intrinsecamente relacionadas ao desejo de autoafirmação e, quase sempre, ao medo de rejeição. Por isso, o uso muito passivo dos aplicativos de mídias sociais — somente a navegação pelas postagens alheias — geralmente está relacionado a sentimentos negativos como inveja, rancor e insatisfação com a vida. Há uma clara relação entre o uso excessivo de redes sociais, jogos violentos e aplicativos de filmes e séries com o surgimento de sintomas de depressão, ansiedade patológica, isolamento social e privação de sono. Na juventude, o excesso de tecnologia faz com que o indivíduo passe a maior parte do tempo interagindo virtualmente, o que afeta o desenvolvimento e faz perder outras experiências sociais importantes.Nesse universo virtual, há, ainda, outra problemática que não pode ser desconsiderada: a forma como as mídias sociais dominam a mente e influenciam o comportamento de adolescentes e jovens. Como esse grupo ainda está em fase de desenvolvimento, a menor capacidade crítica aumenta a vulnerabilidade a essas influências.Por conseguinte, muitos jovens acabam substituindo a vida social pela online com muita naturalidade. Para eles, isso é algo comum, já que cresceram na Era Hi-tech e sob a influência dos smartphones e de tantos outros dispositivos eletrônicos. Igualmente preocupante é o vício em jogos eletrônicos, problema que afeta consideravelmente a vida de muitos jovens internautas. A situação é tão preocupante que, no ano passado, a Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu o vício em jogos eletrônicos na classificação das doenças mentais. Além disso, o problema foi comparado aos casos de dependência química, já que as consequências mentais e físicas são bem semelhantes aos efeitos que as drogas ilícitas causam no organismo de um jovem.A gaming disorder, que em português significa  vício em jogos, é uma doença que provoca a falta de controle que leva a perda de liberdade, já que o indivíduo não joga apenas porque quer, mas por que ele se sente coagido a jogar. Ainda que ele tenha consciência das consequências ruins que isso causa à vida familiar, pessoal, escolar, social e profissional. Listamos algumas das consequências mais prejudiciais à saúde relacionadas ao excesso do uso de tecnologia na vida dos adolescentes e jovens. Veja quais são!2.1. Aumento da solidãoA felicidade momentânea desencadeada por um ‘like’ pode aliviar temporariamente os sentimentos de solidão. Entretanto, esse tipo de “aprovação virtual” nem sempre supre os anseios mais profundos e, com isso, acaba aumentando a solidão e os sentimentos de frustração e angústia.Ainda que pareça satisfatória, essa interação virtual não pode substituir a socialização por completo. A maioria dos adolescentes e jovens que se sentem “offline” em relação à vida se valem das mídias sociais para tentar neutralizar a dor e compensar o vazio emocional ou habilidades sociais menos desenvolvidas. Porém, essa vertente comportamental acaba gerando um ciclo vicioso, visto que pode exacerbar a solidão e resultar em graves prejuízos à saúde mental.2.2. Exposição ao cyberbullyingAs inseguranças resultantes das questões emocionais são facilmente percebidas pelos colegas durante a interação nas mídias sociais. Por conseguinte, os mal intencionados podem, apenas por diversão, disseminar palavras, emojis e imagens violentas ou até mesmo ofensas para humilhar quem está do outro lado da tela.Esse tipo de “violência digital” direcionado às vítimas de cyberbullying influencia bastante o estado psicológico do jovem mais vulnerável. Na juventude, a sensibilidade e as emoções estão à flor da pele, o que aumenta a probabilidade de se sentir ofendido com mais facilidade. Nos casos mais extremos, esses ataques recorrentes de cyberbullying pode até mesmo levar à automutilação ou à decisão pelo suicídio.2.3. Redução da autoestimaOs jovens mais habituados à interação virtual tendem a desenvolver maior insegurança em relação à aparência física, principalmente quanto à visão do próprio corpo. Essa questão torna-se ainda mais complexa devido à associação com distúrbios alimentares. A baixa autoestima e os sentimentos negativos contribuem para o surgimento de alguns distúrbios como a  bulimia, condição que pode resultar em graves danos ao organismo.2.4. Sentimentos de depressãoAmplamente divulgado pela mídia, um estudo feito com 10 mil jovens canadenses com idade entre 12 e 14 anos revelou que quem passa mais de cinco horas por dia em redes sociais tem mais de 50% de chance de sofrer de depressão.Para os jovens, a constante exposição às imagens que sugerem vidas perfeitas — ou rostos com aquela beleza fenomenal — já é suficiente para reduzir a autoestima e levar ao sentimento de inferioridade. Ainda que a maioria das postagens sejam apenas ostentação e cada detalhe das fotos elaborado no photoshop, a falta de maturidade emocional contribui para o aumento das crises depressivas.3. O impacto das séries e filmes no comportamento dos jovensUm estudo publicado na Revista de Psiquiatria da UNIFESP destacou que, entre o ano de 2000 a 2016, o percentual de suicídio entre adolescentes aumentou 24%. Esses dados colocam o suicídio entre as principais causas de morte entre adolescentes no Brasil. O mesmo estudo confirma a relação do uso de tecnologia em excesso com a depressão e as ideações suicidas.Para analisar melhor o impacto das séries e filmes na saúde mental dos jovens brasileiros, um grupo de pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Porto Alegre (UFRGS), realizou um estudo envolvendo 21.062 adolescentes. O objetivo era entender as influências da série 13 Reasons Why sobre o comportamento dos participantes..Além do aumento dos casos de suicídio entre adolescentes e jovens no Brasil, o que motivou esse estudo foi a polêmica gerada em torno da provável influência da série da Netflix sobre o crescimento do suicídio entre os jovens americanos.Na avaliação feita por médicos e pesquisadores da universidade gaúcha, o alvo do estudo foram adolescentes brasileiros e americanos com idade entre 12 e 19 anos. Eles responderam um questionário sobre ideação suicida antes e após ter assistido a série 13 Reasons Why . Segundo os resultados, entre o grupo de entrevistados sem sintomas de depressão, 4,7% responderam que, após a série, pensaram mais em tirar a própria vida. No grupo com histórico de depressão e com tentativas anteriores de suicídio, o índice foi surpreendentemente maior: 21, 6% dos participantes tiveram mais pensamentos suicidas após os episódios de 13 Reasons Why. Nos Estados Unidos, os resultados da pesquisa com essa mesma abordagem não foi diferente. Em abril de 2017, um mês após a estreia da série da Netflix, um estudo concluiu que o seriado está relacionado com o crescimento de 28, 9% nas taxas de suicídios de jovens naquele país.Muitos pais ficam bastante preocupados com o modo como a exposição à tecnologia pode comprometer o desenvolvimento dos filhos. Entretanto, a adolescência é uma etapa marcada por um desenvolvimento peculiar, e que pode resultar em mudanças bruscas de comportamento. Por isso, é preciso ter habilidade para lidar com certas situações e, conforme a necessidade, encaminhar o jovem para o tratamento mais adequado.4. A depressão e a ideação suicidaA ideação suicida é caracterizada por comportamentos relacionamentos ao suicídio. Geralmente, o indivíduo com esse perfil costuma falar em suicídio com muita frequência. Além da fala, alguns consideram que a morte pode ser a única solução para os problemas que estão enfrentando e, por isso, são defensores dessa ideia.No entanto, a depressão é um dos múltiplos fatores que influenciam negativamente o estado mental de um jovem ou adolescente. Quanto maior a exposição aos fatores de risco, mais determinantes serão os impacto na saúde mental desse grupo. Nessas circunstâncias, é importante ter atenção aos sintomas que indicam depressão nos jovens. Os mais comuns são os pensamentos negativos, tristeza profunda, perda de interesse pela vida, propensão ao uso de drogas, aumento ou diminuição de apetite, irritabilidade, agressividade e isolamento social.Segundo informações da Organização Mundial de Saúde (OMS), há alguns fatores com maior potencial de desenvolver a depressão na juventude. Entre eles os mais relevantes são o desejo de liberdade ou de maior autonomia, pressão familiar, questões de gênero e o uso desequilibrado de tecnologias.A depressão é considerada um distúrbio de natureza psiquiátrica resultante de uma alteração cerebral que provoca mudanças de humor e no comportamento. Devido à associação da depressão com outros danos à saúde, ela é classificada como uma doença crônica e bastante complexa. Ainda que a ciência não confirme a causa exata desse mal, as hipóteses mais prováveis estão ligadas a influências ambientais, genéticas e hormonais. Há uma relação muito próxima entre a depressão e o suicídio: segundo a OMS, a cada três segundos alguém atenta contra a própria vida, e a cada quarenta segundos, um suicídio é concretizado.5. A importância de buscar ajudaSegundo uma pesquisa da Associação Pan Americana da Saúde (OPAS), 50% dos problemas relacionados à saúde mental iniciam em torno dos 14 anos de idade. Entre outras razões, a prevalência da depressão em indivíduos jovens resulta do fato de a doença não ser corretamente tratada.Destacamos alguns sinais que indicam a necessidade de buscar ajuda profissional para conter os reflexos negativos da depressão sobre a qualidade de vida dos adolescentes e jovens. Confira com atenção!frequentes alterações de humor: o jovem está de sentindo muito bem e, de repente, demonstra tristeza e raiva, aparentemente sem motivo algum;expressão de tristeza ou de sofrimento intenso: hábito de ficar relembrando experiências ruins do passado e demonstrar muita tristeza por isso;obsessão por problemas: a pessoa se apega aos problemas, por isso, não consegue visualizar uma solução para enfrentar o que a incomoda;insinuações verbais: comportamento excessivamente depressivo e falta de expectativa quanto ao futuro;consumo abusivo de álcool e de drogas ilícitas: a maioria dos suicidas são indivíduos que têm o hábito do uso abusivo de álcool, drogas e remédios;isolamento social: evita o contato com familiares e amigos e se afasta por completo de atividades sociais. Nos casos de depressão grave, a internação pode ser uma boa alternativa. Essa medida está reservada para as situações em o paciente se encontra em um nível muito avançado da doença. Um dos sintomas mais claros é a perda de sua capacidade de autodeterminação ou a dificuldade de resolver os problemas comuns do cotidiano. Outro sinal sugestivo de internação é quando o jovem perde o julgamento de valor e passa a ser uma ameaça para si mesmo e para quem integra o seu ciclo social. A maior preocupação associada a esse quadro de perturbação mental é o risco de evoluir para comportamentos suicidas ou até mesmo para a finalização do ato.Nessas situações, contar com um hospital especializado faz toda a diferença para um tratamento mais humanizado. Além disso, entre os benefícios da internação destacam-se o pronto apoio de uma equipe multiprofissional  e a certeza de um tratamento adequado e voltado às necessidades terapêuticas do jovem.Por razões culturais, o suicídio ainda carrega um estigma negativo e que impede as pessoas de falar sobre o tema. Por isso, em nossa sociedade, muitos ainda ficam inseguros na hora de abordar assuntos relacionados ao suicídio. Assim, a internação torna-se uma oportunidade de superar esse tabu e de receber orientações profissionais para conseguir vencer esse problema e recuperar a saúde e a qualidade de vida.6. ConclusãoAinda que o uso de tecnologias represente benefícios, é preciso atenção e cuidados especiais para ajudar aos jovens e adolescentes a superar os impactos negativos desse problema sobre a saúde mental e física.Nesse contexto, o tratamento em um hospital especializado em saúde mental simboliza maiores chances de reabilitação e de redução dos riscos associados a esse problema. Certamente, essa alternativa é o caminho mais seguro para que o jovem consiga recuperar o equilíbrio mental para perceber que há vida além das telas. Vida real, verdadeira e que deve ser valorizada.Quais são os principais perigos à saúde mental dos jovens na atualidade.</title>
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         <title>Vinícius Mantovani - 9D</title>
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         <title>Rychard 9D</title>
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         <title>Sara Herrera 9D</title>
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         <title>Teconologia/Influência </title>
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         <description><![CDATA[<div>Vinicius Mantovani - Pablo Lorran - Sara Herreira - Rychard gabriel - Vitor Santos - Victor Gabriel&nbsp;- Carlos Henrique -Rute Vitoria</div>]]></description>
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         <title>doenças</title>
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         <description><![CDATA[<div>transtorno do sono<br><br>problema na coluna<br><br>perda auditiva<br><br>alteração na visão<br><br>e sindrome da visão do computador&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 11:41:05 UTC</pubDate>
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         <title> sintomas </title>
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         <description><![CDATA[<div>TRANSTORNO DO SONO<br><br>os sintomas iniciais inclui febre, dores de cabeça , dores nas articulações e coceiras. Os estágios mais avançados inclui alterações comportamentais , confusão mentais e má coordenações&nbsp;<br><br><br>PROBLEMAS NA COLUNA&nbsp;<br><br>Dor na lombar (lombalgia) a lombalgia é caracterizada pelo dor no final da coluna. Dor na cervical (cervicalgia) ela parece na parte de cima das costas , e é conhecida como cervicalgia , lordose , escolicagia e torcicolo.&nbsp;<br><br>PERDA AUDITIVA&nbsp;<br><br>Surdez (conhecida com perda auditiva)<br><br>ALTERAÇÕES NA VISÃO<br><br>sensação de vista cansada , sensibilidade a luz, lacremejamento e coceira nos olhos .<br><br><br>SINDROME DA VISAO DO COMPUTADOR&nbsp;<br><br>fadiga ocular , sensação de queimação, irritação ocular, olhos secos, vermelhidão e visão embaçada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 12:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>causas </title>
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         <description><![CDATA[<div>Essas doenças são causadas pelo uso excessivo de celulares e computadores , e quando são usados por um longo espaço de tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 12:07:22 UTC</pubDate>
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