<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Homofobia: violência além do tempo by Jadson Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b</link>
      <description>Mural confeccionado na disciplina de Prática Curricular IV</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-07 13:19:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-02-15 00:39:22 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f3f3-1f308.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>A HOMOFOBIA NA ESCOLA: RELATO DE RICARDO</title>
         <author>jadsonsdo</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2033077730</link>
         <description><![CDATA[<div>"Bom, peço desculpas por não ter tantas lembranças e detalhes para dizer. Na época do (I******) foi onde eu comecei a sofrer preconceito, até mesmo pelos próprios amigos. Na minha sala os únicos que aparentavam ser gays era eu e meu amigo, nós dois sofríamos preconceito em qualquer situação, mas eu sempre senti que o os meninos pesavam mais para o meu lado, além de ter aquele jeito afeminado, eu era gordinho e baixinho então acabava sendo muito pior.&nbsp;<br>Eu evitava passar pelos meninos, evitava&nbsp; ir ao banheiro caso eles estavam no corredor, para toda criança gay no colégio principalmente essa é a pior parte e justamente por eu ser criança, eu não me entendia por completo, então escutar ofensas pelos colegas de sala e até pelos amigos (quando discutíamos) doia bastante, vendo minhas amigas falar que eu tinha inveja que elas eram meninas e eu queria ser igual, no fundo eu não me aceitava, sempre neguei o que eu era por medo da minha família e de sofrer ainda mais.&nbsp;<br>Teve um trabalho em grupo onde fez eu e uma amiga, o tema era bullying, e na época por eu não saber o que era homofobia eu encaixei tudo nesse mesmo assunto, e na hora da apresentação, olhando para todas aquelas pessoas que me fizeram mal eu comecei a chorar, não conseguia falar, apenas chorava, minha amiga apenas falou 'isso o que acontece quando é praticado o bullying e preconceito'.<br>Mesmo passando por tudo o que passei, o período em que estudei nesta escola foi um dos melhores da minha vida, foi onde encontrei pessoas que levei pra vida até hoje, os machucados sararam mas nunca irei esquecer o que passei."</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-07 13:48:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2033077730</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasil e a violência contra a comunidade LGBTQI+</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2033115388</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo dados de Associações, como&nbsp; o ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) e o Grupo Gay Bahia, o Brasil é um dos países mais transfóbicos do mundo e um dos mais homofóbicos também. Basta olhar para alguns exemplos de violência como por exemplo, um jovem no ano de 2010 foi espancado com uma lâmpada fluorescente enquanto andava na Avenida Paulista, em São Paulo.&nbsp; Diante de tal cenário, pode-se refletir que uma das primeiras violências que essas pessoas enfrentam começa ainda na escola, como é o caso de nosso amigo Ricardo (pseudônimo), que deu seu depoimento a respeito do preconceito que sofreu na escola por ser homossexual.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/12/pensei-que-ia-morrer-diz-jovem-agredido-com-lampada-na-paulista.html" />
         <pubDate>2022-02-07 14:03:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2033115388</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O ápice da intolerância: Pai e filho são agredidos após serem confundidos com casal gay.</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034335472</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2011/07/19/confundidos-com-casal-gay-pai-e-filho-sao-agredidos-no-interior-de-sp-homem-perdeu-parte-da-orelha.htm" />
         <pubDate>2022-02-08 00:34:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034335472</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mais de 70% dos alunos LGBTQI+ relatam terem sido agredidos verbalmente, assim como mostra o infográfico:</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034338251</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/7e520a2b5f6c748aacddba7844977a94/info_lgbtfobia_Prancheta_1.jpg" />
         <pubDate>2022-02-08 00:36:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034338251</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A criminalização da homofobia</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034345589</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://faribeiro.jusbrasil.com.br/artigos/868811422/entenda-a-criminalizacao-da-lgbtfobia" />
         <pubDate>2022-02-08 00:42:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034345589</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O papel da colonização na instituição da homofobia na cultura brasileira</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034346923</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao chegarem ao Brasil, os portugueses se escandalizaram ao encontrarem nativos que praticavam a homossexualidade e rejeitavam papéis de gênero livremente. Muitos viajantes da época também se espantavam com esses hábitos, a exemplo disso temos o registro de Gabriel Soares de Sousa (1540-1591) que em o <em>Tratado Descritivo do Brasil em 1587, </em>escreve:</div><blockquote>&nbsp;"são os tupinambá tão luxuriosos que não há pecado de luxúria que não cometam. Não contentes em andarem tão encarniçados na luxúria naturalmente cometida, são muito afeiçoados ao pecado nefando, entre os quais se não tem por afronta"</blockquote><div><br>A sodomia (pratica de sexo anal entre homens) era vista como um dos pecados mais graves, pior que o adultério, e seu equivalente ao crime de lesa-majestade no nível de punição, estando, assim, condenado a morte na fogueira.&nbsp;<br>Nesse sentido a responsabilidade de investigação e julgamento desses casos ficou a cargo do Tribunal do Santo Ofício. Segundo o historiador e antropólogo Luiz Mott, durante o período de 1591 a 1620, nos tribunais de Pernambuco e Bahia, 15% das culpas registradas eram do crime de sodomia. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1572649007/fdde3f9f196e22836b50fd25856cb408/image1.png" />
         <pubDate>2022-02-08 00:43:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034346923</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conselho denuncia homofobia sofrida por aluno de escola em Betim, na Grande BH</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034350727</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2021/05/04/conselho-denuncia-homofobia-sofrida-por-aluno-de-escola-em-betim-na-grande-bh.ghtml" />
         <pubDate>2022-02-08 00:46:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2034350727</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RELATO DE RODRIGO</title>
         <author>ilanabatista2013</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2038568194</link>
         <description><![CDATA[<div>"Bom, no ano de 2017, no mês de julho, estava eu saindo de casa para ir ao Ballet, desci uma ladeira que fica perto da minha casa como de costume, para poder ir até a parada e pegar o meu ônibus. Ao chegar na parada, disseram-me que o ônibus em questão tinha acabado de passar, então, peguei um que passasse por umas das avenidas principal, para poder descer e pegar outro. Fiz exatamente o trajeto pensado. Ao descer, vi que havia alguns vencedores de pipocas, balas e que limpavam carros perto de um semáforo ao lado. Fui andando calmamente até a parada, quando do nada ouço : 'Ei, viadinho' 'Ei, Mulherzinha' 'Vem cá dar essa bundinha', foram palavras totalmente desconfortáveis e eu não sabia como agir, pois ainda estava passando por um processo de aceitação, pois não sabia como eu era e do que despertava em mim. Então, simplesmente ignorei os comentários homofóbicos e segui em frente. Mas… para eles aquilo não era o suficiente, além de terem me deixado desconfortável e sem ação, ainda me atiraram uma garrafa de 1L com areia, que por um milagre não bateu em minha cabeça, ela passou por trás de mim. Sai andando até a parada e fiquei em pânico. Graças a Deus que passou um ônibus em alguns instantes. Ao entrar no ônibus, aquela cena ficou martelando na minha cabeça e eu simplesmente comecei a chorar, soluçar e com medo de descer pela porta e os encontrar na rua me esperando. Eu tinha apenas 17 anos e não sabia como agir diante daquela situação. Logo após uns 30min cheguei até a parada destino, limpei meu rosto e olhei para os lados antes de descer. Fui andando até a escola de dança olhando para todos os lados, pois na minha cabeça eles iriam vir de algum lugar e me atacar e xingar novamente. Cheguei na escola de dança às presas e me sentei no banquinho. Aquela situação ficou passando na minha cabeça por vários momentos, até que chegou umas colegas (mães de alunas)&nbsp; e me perguntaram como estava. Respondi que estava tudo bem e elas começaram a falar sobre o espetáculo que ia ter no final do ano. Comecei a conversar, mas aquela cena não saia da minha cabeça, então comecei a chorar de novo e elas ficaram preocupadas com a situação. Perguntaram onde tinha sido e me disseram para não andar sozinho por aquele lugar. Elas foram me tranquilizando e falaram com outra colega que era mãe, para me deixar até em casa, quando acabasse a aula. Fiquei a aula toda fazendo os movimentos que me pediam e lembrando da cena, minha professora não soube do caso, então consegui fingir tranquilidade até acabar a aula, para não perder o conteúdo. A mãe que fora citada acima me levou até perto de casa e me disse que tomasse cuidado. Que não fosse mais pegar ônibus naquela parada, e que caso o meu ônibus já tivesse passado, esperasse o próximo, para não passar pela mesma situação. Ao chegar em casa,&nbsp; fui tomar banho e tentar assistir alguma coisa que me fizesse tirar aquilo da cabeça pelo menos por aquele dia e que me deixasse mais leve. Não contei para minha mãe, pois como ela já tem muitos problemas e ainda tem a saúde um tanto debilitada, não seria legal chegar com essa situação. Deixei para mim e para as mães do Ballet. No dia seguinte, fui até a parada e consegui pegar o ônibus que faria o trajeto completo. Fiquei olhando pela janela ao passar por aquele lugar, para saber se eles estavam lá. E sim, estavam, então coloquei na minha cabeça que nunca mais iria descer naquela parada enquanto eles tivessem ali."</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-09 18:14:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2038568194</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que mudou após 1 ano de criminalização da LGBTfobia no Brasil?</title>
         <author>ilanabatista2013</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2038722304</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://catracalivre.com.br/cidadania/o-que-mudou-apos-1-ano-da-criminalizacao-da-lgbtfobia-no-brasil/" />
         <pubDate>2022-02-09 19:24:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2038722304</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DOCUMENTÁRIO - (sobre)vivência</title>
         <author>ilanabatista2013</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2038765508</link>
         <description><![CDATA[<div>E para finalizar nossa exposição, indicamos a vocês o documentário (<em>Sobre)vivências, </em>produzido pelo Grupo de Pesquisa Psicologia e Educação – Tecnopoéticas da universidade La Salle:<em><br></em><strong><em>Sinopse: </em></strong>&nbsp;Quatorze pessoas contam suas histórias de vida, todas elas atravessadas por experiências de preconceitos de gênero e sexualidade. <em>(Sobre)Vivências</em> é um documentário que busca ampliar as vozes de pessoas LGBTs e contribuir para a construção de novas ideias frente a forte estigmatização que esta população possui na sociedade. Os relatos cotidianos são intencionalmente explorados com o objetivos de tornar a experiência única e pessoal para cada um que assiste.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3HpfRWEYVqM" />
         <pubDate>2022-02-09 19:46:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2038765508</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conforme os dado SINAN a casa e rua são os lugares mais perigosos para a comunidade LGBTQI+</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2042246897</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/8c8b3dd656a2a9456bcf3bebc70fc0c4/dados_dos_locais_de_viol_ncia.png" />
         <pubDate>2022-02-11 12:09:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2042246897</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Por fim, esse é um esse é um espaço aberto para compartilhar suas experiências. Por acaso você já presenciou alguma situação de homofobia? Deixe seu relato nos comentários. </title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2046845887</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-14 17:50:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2046845887</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tibira do Maranhão e o primeiro registro de caso de homofobia no Brasil</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2047276196</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://revistahibrida.com.br/2021/04/19/tibira-do-maranhao-o-indio-que-foi-a-primeira-vitima-da-homofobia-no-brasil/" />
         <pubDate>2022-02-14 21:42:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jadsonsdo/ap4wjsmhepfv1a8b/wish/2047276196</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
