<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Favoritos by PATRICK PAIVA MARQUES</title>
      <link>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks</link>
      <description>Criado com fascinação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-02 15:27:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2020-08-02 15:50:31 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Além de rotação e translação: 3 movimentos que a Terra faz e que poucos conhecem</title>
         <author>0720185133</author>
         <link>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667417178</link>
         <description><![CDATA[<div>Na escola, aprendemos que a Terra gira ao redor do Sol e em seu próprio eixo - os movimentos responsáveis pela existência do dia e da noite, além das estações; mas há outros movimentos realizados pelo planeta.</div><div> </div><div>Conheça outros três tão importantes quanto:<br><br></div><div><strong>Movimento de precessão dos equinócios</strong></div><div>É o movimento da Terra em volta do eixo de sua órbita devido à inclinação de seu eixo.</div><div>Mais especificamente, é o movimento que o Polo Norte terrestre faz em relação ao ponto central da elipse da Terra no movimento de translação, similar ao giro de um pião desequilibrado.</div><div>O movimento de precessão dos equinócios foi descrito pela primeira vez pelo astrônomo grego Hiparco de Nicea</div><div>Essa oscilação foi descrita pela primeira vez pelo astrônomo, geógrafo e matemático grego Hiparco De Nicea, que viveu entre os anos 190 a.C. e 120 a.C.. Foi o terceiro movimento terrestre descoberto.</div><div>Esse "rebolado" no eixo de rotação da Terra leva cerca de 25.780 anos para completar um ciclo. Essa duração só não é mais precisa porque é influenciada pelo movimento das placas tectônicas.</div><div>A precessão dos equinócios ocorre, principalmente, devido à força gravitacional que o Sol exerce sobre a Terra.</div><div> </div><div><strong>Movimento de nutação</strong></div><div>Esse movimento acontece por causa de uma espécie de vibração do eixo polar terrestre.</div><div>Isso faz com que, durante o movimento de precessão dos equinócios, os círculos feitos pela Terra sejam imperfeitos e irregulares.</div><div>Ou seja, o eixo da Terra se inclina um pouco mais ou um pouco menos em relação à circunferência que faz durante a precessão.</div><div>O movimento é cíclico e cada um deles dura um pouco mais de 18 anos e meio. Durante esse tempo, a variação é de no máximo 700 metros em relação à posição inicial.</div><div>A nutação foi descoberta pelo astrônomo britânico James Bradley em 1728.</div><div>A causa desse vaivém só foi compreendida muitos anos depois, quando os cálculos de vários cientistas os levaram à conclusão de que era um produto direto da atração gravitacional da Lua.</div><div> </div><div><strong>Oscilação de Chandler</strong></div><div>Essa outra irregularidade na oscilação do eixo terrestre foi descoberta em 1891 pelo astrônomo americano Seth Chandler e ainda hoje continua sendo um enigma: por mais teorias que existam a respeito, ninguém conseguiu determinar sua causa.</div><div>A chamada oscilação de Chandler é um movimento oscilatório do eixo de rotação da Terra.</div><div>Esse movimento faz com que a Terra se desloque até um máximo de 9 metros da posição esperada em um determinado momento.</div><div>Sua duração é de cerca de 433 dias, ou seja, esse é o tempo que demora para completar uma oscilação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://organicsnewsbrasil.com.br/wp-content/uploads/2015/04/LR1.jpg" />
         <pubDate>2020-08-02 15:28:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667417178</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUA DE SANGUE</title>
         <author>0720185133</author>
         <link>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667419507</link>
         <description><![CDATA[<div>O fenômeno da Lua de Sangue ocorre no eclipse total da Superlua.<br>O nome pode parecer assustador, mas a Lua de Sangue, ou Lua Sangrenta, é um dos fenômenos astronômicos mais belos que podemos observar a olho nu. Como a lua sangrando pode ser algo belo? Na verdade, Lua de Sangue é só um nome impactante que deram para o fenômeno em que a lua fica avermelhada. Portanto, fiquem tranquilos, a lua não sangra.<br>O fenômeno é raro e acontece em eclipses da Superlua. O eclipse lunar ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão em perfeito alinhamento, e o planeta fica no centro. Em relação ao Sol, a Lua é ocultada pela Terra, ou seja, os raios solares não chegam até o satélite, e a sombra do planeta é projetada na Lua, que “escurece”. Já a superlua ocorre quando o satélite está na sua fase cheia e no ponto mais próximo da Terra, conhecido como perigeu. <br>A junção dos dois fenômenos, eclipse lunar e superlua, causa a Lua de Sangue. A cor avermelhada  deve-se a uma relação entre a proximidade da Lua com a atmosfera terrestre e os raios solares. O sol emite luzes de todas as cores, mas quando a Lua está próxima da Terra, apenas as cores de baixa frequência, como o vermelho, são refletidas da atmosfera terrestre para o nosso satélite natural, o que torna a Lua vermelha.<br>https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/lua-sangue.htm<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://piauihoje.com/migration/public_html/media/image_bank/2017/8/lua-de-sangue.jpg" />
         <pubDate>2020-08-02 15:37:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667419507</guid>
      </item>
      <item>
         <title>INFLUÊNCIAS DAS CORRENTES MARÍTIMAS NO CLIMA</title>
         <author>0720185133</author>
         <link>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667420398</link>
         <description><![CDATA[<h1><br></h1><div>A influência das correntes marítimas no clima se dá principalmente pela regulação por parte dessas correntes da composição das massas de ar.<br><br></div><div>As <strong>correntes marítimas</strong> são <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/os-movimentos-das-aguas-dos-mares-oceanos.htm">movimentações das águas dos mares e oceanos</a> com características comuns em termos de composição e temperatura. A existência delas, além de ser fundamental para a existência de inúmeras espécies e, consequentemente, para os ecossistemas, também é importante para a determinação dos climas e a distribuição do calor pelo planeta.</div><div>Em razão da existência do efeito coriólis – uma pseudoforça causada pela inércia sobre corpos que se encontram em rotação, como a Terra –, a movimentação das correntes marítimas ocorre em formato circular. No entanto, por causa desse mesmo efeito, a direção acontece em sentidos diferentes conforme o hemisfério: no norte, elas movimentam-se no sentido horário e, no sul, no sentido anti-horário. <br> Essa configuração apresentada pelo mapa é importante para definir uma parte do equilíbrio climático do planeta. As condições naturais dessas correntes contribuem para definir a composição das massas de ar em ambientes próximos, bem como as condições meteorológicas das regiões de destino dessas massas.<br><br></div><div>Sabemos que o clima do planeta é basicamente regulado pela atividade solar, de modo que a influência das correntes marítimas sobre o clima é apenas uma derivação dessa configuração. Nesse sentido, os oceanos recebem o calor da radiação solar – o que <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/a-relacao-entre-latitude-clima.htm">ocorre em intensidades diferentes conforme as latitudes</a> – e distribuem esse calor à medida que suas águas se movimentam. Contudo, é errôneo pensar que essa distribuição é total e compensa as diferenças térmicas entre as diferentes partes do globo.</div><div>A temperatura das correntes marítimas é relevante a ponto de ser utilizada para classificá-las. Assim sendo, esse fator divide as correntes em<strong> frias</strong> e<strong> quentes</strong>. Para entender essa divisão, é preciso ter em mente que, em termos de radiação e temperatura, as zonas equatoriais (baixas latitudes) são sempre mais quentes do que as áreas polares e extratropicais (elevadas latitudes).</div><div>As <strong>correntes frias</strong> são aquelas que surgem das áreas polares, onde a radiação solar incide de forma menos intensa ao longo do ano e, portanto, gera temperaturas menores. Por serem mais frias, essas correntes são mais densas e circulam em profundidades maiores, além de movimentarem-se mais lentamente em direção ao Equador.</div><div>As baixas temperaturas das correntes frias fazem com que suas águas evaporem-se em menor quantidade e, com isso, gerem menos umidade para o ambiente ao seu redor. Por conta dessa configuração, as áreas continentais que se encontram próximas a essas correntes não recebem massas de ar úmidas, o que proporciona a existência de climas mais áridos. Um exemplo é a ação da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/corrente-humboldt.htm">Corrente de Humboldt</a> no Oceano Pacífico sobre a porção oeste da América do Sul que é a responsável pela existência do <strong>deserto do Atacama</strong>, no Chile.</div><div>As <strong>correntes quentes</strong>, por outro lado, surgem nas áreas equatoriais, onde a radiação solar incide de forma mais intensa durante todo o ano, o que faz com que suas temperaturas sejam mais elevadas. Consequentemente, a densidade dessas águas é menor, o seu deslocamento é menos profundo e rápido e seu índice de evaporação é elevado, o que gera massas de ar quentes e úmidas para diversas áreas do planeta.</div><div>Um exemplo de corrente quente encontra-se no Atlântico, a chamada <strong>Corrente do Brasil</strong>, que é responsável pela umidade que gera boa parte das chuvas na porção leste do nosso país. Segundo alguns estudos, foi esse clima quente e úmido ocasionado por essa corrente marítima que forneceu as condições naturais ideais para a constituição e manutenção da Mata Atlântica. Outro caso é o da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/corrente-do-golfo.htm">Corrente de Golfo</a>, que provoca interferências nos climas da América do Norte e da Europa.</div><div>Portanto, como podemos notar, a compreensão das correntes marítimas e seus efeitos é de fundamental importância, pois, além de determinarem o deslocamento de espécies marinhas e favorecer a atividade pesqueira em muitos países (como o Peru e o Japão), elas também são importantes <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/fatores-elementos-climaticos.htm">fatores climáticos</a>. Até mesmo o <strong>El Niño</strong> possui relações com essas correntes oceânicas, uma vez que a sua formação está no aquecimento das águas do Pacífico em função da contenção da Corrente de Humbolt pelos ventos alísios. Essa e outras dinâmicas naturais nos fazem perceber o quanto o nosso planeta é dinâmico e interessante!<br><a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/influencia-das-correntes-maritimas-no-clima.htm">https://brasilescola.uol.com.br/geografia/influencia-das-correntes-maritimas-no-clima.htm</a></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://meteorologialaranjeiras.files.wordpress.com/2013/04/climasecorrentesmarc3adtimasmapamundiimagemparaimprimir.jpg?w=1600&amp;h=977" />
         <pubDate>2020-08-02 15:41:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667420398</guid>
      </item>
      <item>
         <title>BRISA MARÍTIMA</title>
         <author>0720185133</author>
         <link>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667421272</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>Brisa Marítima </strong>é um vento produzido termicamente soprando de uma superfície fresca do oceano para uma terra quente adjacente.</h1><div><strong>Brisa Marítima – Sistema</strong></div><div>A <strong>brisa marítima do mar</strong> é um sistema de vento local caracterizado por um fluxo do mar para terra durante o dia.</div><div>As<strong> brisas do mar</strong> alternam com as brisas terrestres ao longo das regiões costeiras dos oceanos ou grandes lagos na ausência de um forte sistema de vento em grande escala durante períodos de forte aquecimento diurno ou resfriamento noturno. Aqueles que vivem dentro de 30 a 40 km (cerca de 19 a 25 milhas) da costa muitas vezes experimentam os ventos da brisa do mar de 10 a 20 Km- (cerca de 6 a 12 Mile) ventos por hora da brisa do mar em um dia ensolarado.</div><div>A tarde só para encontrá-lo se transformar em uma brisa terrestre abafada tarde da noite. Uma vez que o fluxo superficial da brisa do mar termina em terra, é produzida uma região de convergência de ar de baixo nível. Localmente, essa convergência geralmente induz o movimento ascendente do ar, promovendo o desenvolvimento das nuvens. Tais nuvens pode produzir chuvas que ocorrem sobre a terra durante a tarde.<br><br></div><div><strong>Brisa Marítima – Fenômeno</strong></div><div>A <strong>brisa marítima</strong> é uma circulação que se desenvolve devido ao aquecimento diferencial do ar sobre terra e mar.</div><div>À medida que o sol aquece a camada limite sobre a terra, o gradiente de pressão resultante faz com que o movimento do ar de baixo nível do mar atinja (<strong>Brisa Marítima</strong>) com um fluxo de retorno no ar (retorno atual).</div><div>A existência e a intensidade da <strong>Brisa Marítima </strong>dependem fortemente dos fatores sazonais e latitudinais, bem como da hora do dia.</div><div>Em muitas regiões costeiras tropicais e subtropicais, a <strong>Brisa Marítima</strong> é um fenômeno regular ao longo do ano, enquanto que em regiões mais frescas a <strong>brisa marítima</strong> é uma característica comum durante a primavera e o verão, quando a diferença de temperatura entre terra e mar é máxima.</div><div><strong>O que é a Brisa Marítima?</strong></div><div>A <strong>brisa marítima</strong> é um fenômeno diário, sopra do mar para a terra durante o dia e em sentido contrário à noite. Durante o dia a temperatura da terra se eleva mais rapidamente que a da água. Isso acontece porque o calor específico da água é maior que o da terra.</div><div>Ou seja, é necessário maior quantidade de calor para elevar de 1º C a temperatura de certa massa de água, do que elevar de 1º C a temperatura da mesma massa de areia. As camadas de ar que estão em contato com a areia se aquecem mais, ficam menos densas e sobem. Seu lugar é ocupado pelo ar frio que está em contato com a água. Surge assim uma brisa, do mar para a praia.<br><br></div><div>À noite, o movimento se inverte. Devido, ainda, aos diferentes valores de calor específico, a terra esfria mais rapidamente. A água demora mais para esfriar.<br><br></div><div>Assim, à noite, o ar mais quente é o que está em contato com a água. Por ser menos denso, ele sobe, dando lugar ao ar mais frio que está em contato com a praia. Produz-se então a brisa da terra para o mar.<br><br></div><div><strong>Natureza e Causas</strong></div><div>As <strong>brisas do mar </strong>(e da terra) são causadas por um aquecimento e resfriamento desiguais das terras adjacentes e das superfícies do mar. Uma brisa do mar é uma que sopra do mar para a terra em conseqüência deste aquecimento diferencial.</div><div>Durante o dia, especialmente na primavera e no verão, a radiação solar faz com que a superfície da terra se torne mais quente do que a superfície do mar. De agosto a dezembro, até a costa de NSW, as temperaturas mais frescas da água do mar prevalecem, enquanto o efeito de aquecimento da radiação solar está aumentando ao máximo. Portanto, o contraste entre a temperatura da terra e da superfície do mar se torna considerável durante o dia, sendo maior ao meio da tarde.<br><br></div><div>Sem entrar na mecânica do assunto, basta dizer que o ar aquecido sobe sobre a superfície terrestre e uma circulação local começa, com ar fresco do mar sendo atraído pela terra. Ao mesmo tempo, o ar ascendente retorna para o mar no que é conhecido como a corrente de retorno superior.<br><br></div><div>Assim como um fogo em uma grelha causa uma corrente ascendente em uma chaminé, o acelerador torna-se progressivamente mais forte à medida que o fogo queima mais vigorosamente (e vice-versa), então a brisa do mar ganha impulso e se espalha sobre uma maior área de terra.<br><br></div><div>Uma brisa do mar normal no final da primavera ou no início do verão pode prolongar-se entre 80 e 160 km para o interior durante a tarde. Em circunstâncias muito favoráveis, a brisa do mar pode penetrar até 200 a 300 km a terra por cerca da meia-noite, e em raras ocasiões a 400 km. A brisa do mar é detectada por suas características marítimas, como temperatura mais baixa, maior umidade, bem como pelo rastreamento real da mudança do vento.<br><a href="https://www.portalsaofrancisco.com.br/fisica/brisa-maritima#:~:text=A%20brisa%20mar%C3%ADtima%20%C3%A9%20um%20fen%C3%B4meno%20di%C3%A1rio%2C%20sopra%20do%20mar,maior%20que%20o%20da%20terra.">https://www.portalsaofrancisco.com.br/fisica/brisa-maritima#:~:text=A%20brisa%20mar%C3%ADtima%20%C3%A9%20um%20fen%C3%B4meno%20di%C3%A1rio%2C%20sopra%20do%20mar,maior%20que%20o%20da%20terra.</a><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-08-02 15:44:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667421272</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Furacão Michael atinge a Flórida com ventos de até 250 km/h</title>
         <author>0720185133</author>
         <link>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667422375</link>
         <description><![CDATA[<div>Potencial é 'catastrófico', segundo NHC. Cerca de 500 mil pessoas receberam ordem ou alerta para deixar suas casas.</div><div>O furacão Michael chegou nesta quarta-feira (10) ao estado da Flórida, <a href="http://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos"><strong>Estados Unidos</strong></a>, com ventos de até 250 km/h. O olho do furacão atingiu o território americano perto de Mexico Beach, informa o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, sigla em inglês).</div><div>O potencial de destruição do Michael é catastrófico, segundo o NHC. São previstos ventos fortes, chuvas intensas e ondas gigantes. Numa escala até 5, ele é <a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/10/10/furacao-michael-vai-a-categoria-4-a-menos-de-300-km-da-florida-e-e-considerado-perigoso.ghtml"><strong>classificado como um furacão de categoria 4</strong></a>, após ganhar força na madrugada desta quarta. Cerca de 500 mil pessoas receberam ordem ou alerta para deixar suas casas.</div><div><a href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/afinal-o-que-ha-no-olho-do-furacao.ghtml"><strong>Afinal, o que há no olho do furacão?</strong></a></div><div>O centro prevê que o Michael seja rebaixado a um ciclone pós-tropical na sexta. Ele atravessará o sudeste dos EUA até voltar a sair para o Oceano Atlântico.</div><div>Durante o fim de semana, depois que o Michael atingiu a costa do norte de Honduras, chuvas torrenciais e enchentes relâmpago deixaram 13 mortes na América Central.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-08-02 15:49:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/0720185133/Bookmarks/wish/667422375</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
