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      <title>Clonagem do padlet Raças Autóctones Animais de Portugal! by Mafalda Duarte</title>
      <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27</link>
      <description>Realização de um trabalho individual para avaliação nos domínios do conhecimento e da comunicação, no âmbito do Tema - Diversidade nos Animais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-12 16:53:50 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Turma&quot;; &quot;N.º aluno&quot; - &quot;Raça&quot; (5.º E; n.º29 - Gato Selvagem)</title>
         <author>dbmafalda</author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2181609081</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome comum: Gato Selvagem<br></strong>Designação comum destes mamíferos da família dos Felinos que abrange um numerosas espécies distribuídas por várias regiões do mundo nas quais se encontram as que originaram o gato doméstico. <strong><br></strong><br></div><div><strong>Nome científico: </strong><strong><em>Felis silvestris</em></strong><strong><br></strong><br></div><div><strong>Classe: Mamífero<br></strong><br></div><div><strong>Habitat:</strong><br>O gato selvagem é um dos pequenos felídeos europeus no estado selvagem. O seu habitat de eleição serão os bosques de coníferas ou caducifólias que se podem encontrar pela Europa e pela Ásia.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Locomoção: <br></strong>Os gatos deslocam-se no solo através de <strong>corrida</strong>. Apoiam no solo apenas os dedos, podendo ser muito rápidos. <strong><br></strong><br></div><div><strong>Revestimento: <br></strong>É um mamífero revestido por <strong>pelos</strong>. A cor e densidade da sua pelagem pode variar de acordo com a raça e com a sua adaptação ao meio onde vivem. <strong><br></strong><br></div><div><strong>Alimentação:<br></strong>Em situações de caça, os gatos alimentam-se de insetos, pequenas aves e roedores, sendo, por isso, considerados <strong>carnívoros</strong>.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Reprodução:<br>- Tipo de Reprodução: </strong>sexuada<strong><br>- Fecundação: </strong>interna<strong><br>- Desenvolvimento Embrionário: </strong>vivíparo<br><br></div><div><strong>Distribuição geográfica: <br></strong>É o mamífero terrestre com a maior distribuição geográfica no ocidente, mas encontram-se por todo o mundo.<strong><br></strong><br></div><div><strong>Outras características:<br></strong>Os gatos domésticos atuais são uma adaptação evolutiva dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gato-bravo">g</a>atos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécies tornaram-nos menores e menos agressivos. Os gatos foram domesticados primeiramente no Médio Oriente&nbsp; nas primeiras vilas rurais. Os registos mais antigos de associação entre homens e gatos são de há 9 500 anos e foram encontrados na ilha de Chipre.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gato#cite_note-science-near-eastern-32"><sup><br></sup></a>Quando as populações humanas deixaram de ser nómadas, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Foi neste momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuírem um forte instinto caçador, esses animais espontaneamente passaram a viver nas cidades e exerciam uma importante função na sociedade: eliminar os ratos entre outros pequenos animais, que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gato#cite_note-science-near-eastern-32"><sup><br></sup></a><br></div><div><strong>Curiosidades:<br></strong>Os gatos possuem excelente visão noturna (existe nos olhos dos felinos uma camada de células, denominada <em>tapetum lucidum</em> - "tapete brilhante" - que reflete a luz para a retina, permitindo aos animais verem objetos no escuro) e hábitos próprios de um caçador, como aptidão para fazer atalaia, saltar e trepar. A sua língua é áspera, possuem bigodes ou vibrissas sensíveis e garras retrateis.<strong><br></strong><br></div><div><strong>Bibliografia/Web grafia:<br>- </strong><a href="https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/%24gato">Infopédia (infopedia.pt)</a><br>- <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gato#Difus%C3%A3o_mundial">Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a><br>- CienTIC 5 - manual de 5.º ano<br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 16:53:50 UTC</pubDate>
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         <title>5ºE; N.º 12-Garrano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2969602527</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: Garrano</strong></p><p>A raça Garrano é uma raça ibérica autóctone de equídeos. O Garrano é uma raça de equídeo muito antiga, separada das restantes desde o período quaternário que se enquadra num grupo alargado conhecido por Cavalo Ibérico devido às características comuns e à sua origem.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico: Equus ferus caballus</strong></p><p><br/></p><p><strong>Classe: Mamífero</strong></p><p><br/></p><p><strong>Habitat:</strong></p><p>O habitat do garrano nos sistemas montanhosos do Alto Minho e Galiza. As manadas de garranos povoam os baldios das montanhas do Noroeste de Portugal e Galiza, onde ainda são criados num regime semisselvagem graças à sua robustez e excelente adaptação a este habitat.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong></p><p>Nos caminhos de montanha são firmes, a subir e a descer, e cuidadosos com as pedras e obstáculos das estradas acidentadas.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento:</strong></p><p>O Cavalo Garrano, é um mamífero revestido por pelos. A cor do pelo é castanho, mas a sua crina e cauda é preta.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação:</strong></p><p>Das espécies vegetais que constituem a dieta dos Garranos podemos destacar: o tojo, a giesta, a carqueja, a silva e leguminosas que ocorrem naturalmente nos pastos de montanha, e é por isso que são herbívoros.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>-Tipo de Reprodução:</strong> sexuada</p><p><strong>-Fecundação: </strong>interna</p><p><strong>-Desenvolvimento Embrionário: </strong>vivíparo</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong></p><p>Habita atualmente em estado semisselvagem nas zonas da serra do Gerês, serra do Soajo, serra da Arga e da serra da Cabreira, tendo em tempos habitado todo o Norte de Portugal donde é oriundo.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características:</strong></p><p>Os garranos são animais de pequena estatura, com peso aproximado de 290 kg, de perfil de cabeça reto ou côncavo, cabeça fina e grande, principalmente nos machos, onde se destacam amplas narinas. O pescoço curto é bem musculado, a garupa é forte e larga e os membros são pequenos e fortes. A pelagem é castanho-escura, sendo a crina e a cauda pretas e muito densas. Embora não apresente manchas, pode ter tons mais claros no focinho, ventre e membros.</p><p>Sendo um cavalo pequeno, apresenta uma sólida estrutura e andamento curto, transmitindo uma elevada segurança, típica de um animal habituado a enfrentar caminhos íngremes e pedregosos. Tal como outros cavalos de pequena estatura, o garrano apresenta um andamento artificial, denominado de andadura ou passo baixo.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>É considerado um cavalo rústico, de montanha e não da planície, e assim seu passo é muito firme sobre terrenos acidentados.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong></p><p>-Infopédia (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://infopedia.pt">infopedia.pt</a>)</p><p>-Wikipédia, a enciclopédia livre (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://wikipedia.org">wikipedia.org</a>)</p><p>-CienTIC 5 - manual de 5.º ano</p><p><br/></p><p><strong>   </strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 11:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>5ºE; N.º5 - Galinha Preta Lusitânica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2969948813</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum</strong></p><p>Galinha Preta Lusitânica</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Nome científico</strong></p><p><em>Gallus gallus domesticus Lusitânica</em></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Classe</strong></p><p>Aves</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Habitat</strong></p><p>A Galinha Lusitânica é uma raça de galinha doméstica adaptada a viver em ambientes rurais e quintais, onde geralmente tem acesso a áreas abertas para ciscar e se alimentar.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Locomoção</strong></p><p>Essas galinhas movem-se principalmente através da caminhada e da corrida, mas também são capazes de voar curtas distâncias.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Revestimento</strong></p><p>Possui penas macias e densas que variam em cores, geralmente com tons de castanho, preto e branco.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Alimentação</strong></p><p>São animais omnívoros, alimentando-se de diferentes alimentos, incluindo grãos, insetos, verduras e restos de comida.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Reprodução</strong></p><p>A reprodução da Galinha Lusitânica ocorre através da incubação de ovos, com a fêmea chocando os ovos por cerca de 21 dias até que eclodam os pintinhos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Distribuição geográfica</strong></p><p>A Galinha Lusitânica tem origem na região da Península Ibérica, especialmente em Portugal, onde é uma raça nativa.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Outras características</strong>: É uma raça de galinha de porte médio, com um temperamento dócil e amigável. Produz ovos de tamanho médio a grande, com casca de cor creme.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades</strong>: A Galinha Lusitânica é conhecida por sua resistência e adaptação a diferentes condições climáticas, tornando-a uma escolha popular entre os agricultores e criadores de aves domésticas em Portugal (com mais incidência a norte de Portugal).</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia</strong></p><p>Manual de Ciências 5.º Ano</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://galinhalusitana.blogspot.com/">https://galinhalusitana.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dgav.pt/wp-content/uploads/2021/04/Folheto-Galinha-Preta-Lusitanica.pdf">https://www.dgav.pt/wp-content/uploads/2021/04/Folheto-Galinha-Preta-Lusitanica.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 15:59:37 UTC</pubDate>
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         <title>5ºE   Nº21   Galinha Amarela</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2970196700</link>
         <description><![CDATA[<p>A galinha Amarela ou galinha Minhota (Véstia, 1959), assim chamada pela coloração amarelada da sua plumagem e ser proveniente das regiões minhotas, utilizada no passado em praticamente todo o território nacional, sofreu uma grande regressão no século passado causada fundamentalmente por revolução a nível social, económico e de hábitos alimentares.</p><p><br></p><p>A Galinha Amarela é revestida por penas</p><p><br></p><p>Têm uma reprodução sexuada e são ovíparos</p><p><br></p><p>Locomovem-se a corrida</p><p><br></p><p>O seu regime alimentar é diversificada e são omnívoras</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 20:03:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2975537740</link>
         <description><![CDATA[<p>5ºE nº.28</p><p><br/></p><p><strong><em>Nome comum</em> </strong>- Cavalo Lusitano</p><p><br></p><p>O cavalo lusitano é uma raça equídea que é muito utilizada em corridas de cavalos, conhecida por ser muito antiga.</p><p><br></p><p><strong><em>Nome cientifico</em></strong> - Equus ferus caballus</p><p><br></p><p><strong>Classe: </strong>Mamífero</p><p><br></p><p><strong>Habitat </strong>- O cavalo Lusitano vive na extensa planície do sul da Península ibérica, de clima geralmente quente</p><p><br></p><p><strong>Locomoção: </strong>O cavalo Lusitano locomove-se a partir da corrida pois apoia apenas a ponta dos pés no solo podendo ser muito rápido</p><p><br></p><p><strong>Revestimento:</strong> É um mamífero revestido por <strong>pelos </strong>sendo que a cor da sua pelagem pode variar dependendo do meio onde vivem.</p><p><br></p><p><strong>Alimentação: </strong>Os equídeos são herbívoros frugívoros pois alimentam-se de fr utos e legumes.</p><p><br></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>Tipo de reprodução: </strong>sexuada</p><p><strong>Fecundação: </strong>interna</p><p><strong>Desenvolvimento embrionário: </strong>vivíparo&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Localização geográfica: </strong>Os cavalos lusitanos localizam-se mais no sul em zonas quentes mas encontram-se em todo o país.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong> Os cavalos Lusitanos foram os cavalos mais antigos a ser montados em toda a Europa e foram utilizados em batalhas Portuguesas do tempo da monarquia como por exemplo a batalha de Aljubarrota e na Batalha de São Mamede.</p><p><br/></p><p>Bibliografia/ Web Grafia</p><ul><li><p>Wikipédia</p></li><li><p>Manual CN (CienTIC)</p></li><li><p>Univitá</p></li></ul><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 15:14:47 UTC</pubDate>
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         <title>º5ºE Nº22 Cabra Algarvia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2978530483</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome Comum :Cabra Algarvia</p><p>A Cabra Algarvia é um herbívoro da família dos Caprinos que abrange poucas espécies distribuídas ,características do Algarve </p><p><br/></p><p>Nome Cientifico: </p><p><br/></p><p>Classe: Herbívoro</p><p><br/></p><p>Habitat:</p><p>A cabra algarvia é um dos Caprinos Algarvios no estado Domestico. O seu habitat serão planícies e montanhas que se podem encontrar em todo o país </p><p><br/></p><p>Locomoção:</p><p>As cabras deslocam-se no solo pela marcha. Apoiam no solo toda a extremidade dos membros.  </p><p><br/></p><p>Revestimento:</p><p>É um Herbívoro revestido por pelo. A cor do seu pelo pode variar de acordo com a raça e com o seu habitat.</p><p><br/></p><p>Alimentação:</p><p> A cabra alimenta-se pasto , árvores , uvas , feno, frutas e pequenos grãos.</p><p><br/></p><p>Reprodução:</p><p>-Tipo de reprodução: Sexuada </p><p>-Fecundação: Interna </p><p>-Desenvolvimento Embrionário: Vivíparo</p><p> </p><p>Distribuição geográfica:</p><p>É um caprino com maioria dos rebanhos para o Algarve , mas também se podem encontrar no Baixo-Alentejo e até na região centro do país.</p><p><br/></p><p>Outras características:</p><p>A cabra é uma espécie domesticada herbívora de capríneo, que pertence ao gênero Capra, tipicamente mantida como gado. Foi domesticada a partir da cabra-selvagem, do sudoeste da Ásia e da Europa Oriental e é uma subespécie.</p><p>Existem mais de 300 raças distintas cabra. É uma das mais antigas espécies de animais domesticados. As cabras têm sido usadas para leite, carne, pelo e pele em grande parte do mundo.</p><p><br/></p><p>Curiosidades:</p><p>As cabras foram uma das primeiras  espécies a serem domesticadas, cerca de 10.000 anos atrás. Restos de cabras foram encontrados em sítios arqueológicos na Ásia ocidental que remonta cerca de 9.000 anos . Tanto as espécies macho quanto fêmeas podem ter barbas. Ambos também podem ter apêndices cobertos de cabelo, geralmente em torno da área da garganta.</p><p><br/></p><p>Bibliografia/Web grafia:</p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabra-dom%C3%A9stica">https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabra-dom%C3%A9stica</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ww">https://ww</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.caprinet.pt/PDFs/Ra%C3%A7a_Algarvia.pdf">w.caprinet.pt/PDFs/Ra%C3%A7a_Algarvia.pdf</a></p></li><li><p>Cientic 5- manual 5º ano </p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 20:30:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5ºE; Nº 27 - Galinha Amarela</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2979804394</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome Comum: Galinha Amarela</strong></p><p>A Galinha Amarela tem também a designação de galinha Minhota, pois, apesar de se encontrar distribuída por todo o país, considera-se que é, ainda, predominante na região do Minho, onde subsistem os efetivos mais numerosos e menos geneticamente alterados, por influência de cruzamentos com outras raças exóticas de galináceos. São galinhas muito resistentes e com grande facilidade de adaptação ao meio ambiente. É a mais pequena das quatro raças de galinhas portuguesas e pode ter, ou não, penas no pescoço. Caso tenham, são chamadas penudas, se não, são carecas.</p><p><br/></p><p><strong>Nome cientifico:</strong> Gallus gallus domesticus</p><p><br/></p><p><strong>Classe : </strong>Ave</p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong>Em sistema de exploração de regime extensivo, ao ar livre e/ou capoeiras.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong> As Galinhas deslocam-se através da <strong>Marcha</strong>. Apoiam no solo toda a extensão da extremidade dos membros , assim como o ser humano apoia toda a planta do pé, desde o calcanhar até à ponta dos dedos, e deslocam-se mais lentamente.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento: </strong>Pele com penas - As aves têm o corpo protegido por penas que estão fixas na zona profunda da pele. As penas constituem uma boa proteção contra as variações da temperatura do meio, ajudando a manter a temperatura do corpo constante - são bons isoladores térmicos.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação: </strong>As galinhas são aves&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Omn%C3%ADvoro">omnívoras</a>, tendo preferência por&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Semente">sementes</a>&nbsp;e pequenos&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Invertebrado">invertebrados</a>. Quando são criadas em quintais e em pequenas explorações de quintas, são chamadas de "Galinha de capoeira", nessa forma de criação elas ciscam o solo à procura de sementes, minhocas e insetos pequenos. Geralmente, alguns criadores alimentam-nas apenas com milho, mas oferecer outros tipos de alimentos é indispensável para suprir as necessidades do animal. Oferecer fontes de cálcio é sempre recomendado para auxiliar na produção dos ovos.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Reprodução</strong></p><p><strong>- Tipo de Reprodução: </strong>sexuada<strong><br>- Fecundação:</strong> interna<strong><br>- Desenvolvimento Embrionário: </strong>ovíparo</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição Geográfica :</strong></p><p>A galinha amarela é proveniente da região Minhota, utilizada no passado em praticamente todo o território nacional, sofreu uma grande regressão no século passado causada fundamentalmente por revolução a nível social, económico e de hábitos alimentares.</p><p>A utilização desta raça em modo de produção tradicional tem vindo a crescer e a expandir-se para além do seu solar, mas continua relacionada com sistemas agrícolas de subsistência. Apesar de se encontrar distribuída por todo o país, considera-se que o solar desta raça é a região noroeste de Portugal.</p><p><br/></p><p><strong>Outras caraterísticas: </strong>A galinha amarela tem um porte elegante, altivo, imponente e vigoroso; as penas a são de um tom castanho alaranjado a amarelo palha, sendo mais escura, viva e brilhante nos galos, os quais, ao contrário das galinhas, apresentam coloração negra azeviche na extremidade das asas; as penas da cauda caracterizam-se pela sua cor negra azeviche. Os galos pesam entre 2,300 e 3,100 Kg e as &nbsp;galinhas entre 1,700 e 2,500 Kg.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades: </strong>As galinhas são animais granívoros, mas as de raça Amarela, em vez de grãos, não resistem a uma bela folha de couve, erva do campo ou milho.</p><p>As galinhas domésticas não costumam voar, enquanto as selvagens podem voar por curtas distâncias. Em alguns casos, as galinhas têm ainda suas asas cortadas para evitar fugas. Em 2014, uma galinha voou por 13 segundos e percorreu uma distância de 91,897 metros, batendo um recorde de duração de voo.</p><p><br/></p><p><strong>Fontes:</strong></p><p>Wikipédia;</p><p>https://www.dgav.pt/wp-content/uploads/2021/04/Catalogo-Oficial-Racas-Autoctones-Portuguesas.pdf</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/search">https://www.google.com/search</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/search?q=galinha+locomo%C3%A7%C3%A3o&amp;oq=galinha+locomo%C3%A7&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBwgBEAAYgAQyBggAEEUYOTIHCAEQABiABDIKCAIQABiABBiiBDIKCAMQABiABBiiBDIKCAQQABiABBiiBNIBCjEwMzkwajBqMTWoAgiwAgE&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8">?q=galinha+locomo%C3%A7%C3%A3o&amp;oq=galinha+locomo%C3%A7&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBwgBEAAYgAQyBggAEEUYOTIHCAEQABiABDIKCAIQABiABBiiBDIKCAMQABiABBiiBDIKCAQQABiABBiiBNIBCjEwMzkwajBqMTWoAgiwAgE&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8</a>;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://quintapedagogica.lisboa.pt/explorar/animais/galinhas">https://quintapedagogica.lisboa.pt/explorar/animais/galinhas</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.amiba.pt/AMARELA%20Textos%20Worshop%20INIAV.pdf">https://www.amiba.pt/AMARELA%20Textos%20Worshop%20INIAV.pdf</a></p><p>CienTic -Manual de Ciências</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-03 19:34:47 UTC</pubDate>
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         <title>Turma: 5ºE                                                                Nº7                                                                                                                                     Bísara                                                                                                   </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><sup>Nome comum: suino bísaro</sup></strong></p><p>A raça Bísara é o nome que se dá ao suino esgalgado, pernalto, de orelhas frouxas. De uma forma geral, os suínos de raça bísara caracterizam-se como sendo animais grandes, chegando a atingir 1m de altura e 1,8 mt da nuca à raiz da cauda. Trata-se de uma raça pouco rústica, mas bem adaptada ao sistema tradicional</p><p><br/></p><p><strong>Nome cientifico:  </strong>sus scrofa ferus</p><p><br/></p><p><strong>Classe:<sup> </sup></strong>Mamifero<strong><sup> </sup></strong></p><p><br/></p><p><strong>Habitat:</strong></p><p>A domesticação do javali europeu (Sus scrofa ferus) resultou em suínos do tipo céltico que em Portugal deram origem à raça <strong>Bísara</strong>. Predominante no norte de Portugal, esteve distribuído pelo território a norte do rio Tejo até meados do séc. XX. Os tratados referem que a raça bísara tem como fronteira a sul o rio Tejo, no entanto, atualmente a esmagadora maioria das explorações da raça encontram-<strong>se</strong> em Trás-os-Montes, e a minoria está espalhada pelo Minho, Douro Litoral e Beira Litoral.</p><p><br/></p><p><strong>locomoção</strong></p><p>A cabeça liga-<strong>se</strong> ao tronco por um pescoço muito pouco definido e termina por um focinho arredondado, muito móvel, no qual, na sua extremidade, abrem os orifícios nasais. Movem-<strong>se</strong> com ligeireza e agilidade ,deslocando-se através da marcha apoiando toda a extremidade dos membros </p><p><br/></p><p><strong>revestimento</strong></p><p>A pele do 🤬 é coberta com cerdas (pelos grossos) e revestida por uma espessa camada de gordura.</p><p><br/></p><p><strong>alimentação</strong></p><p>Os porcos são omnívoros, comem tanto vegetais como animais. Alimentam-se praticamente de todo o que encontram: insetos, minhocas, animais mortos, casca de árvores, inclusive excrementos.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução</strong></p><p><strong>-Tipo de Reprodução: </strong>sexuada</p><p><strong>-Fecundação: </strong>interna</p><p><strong>-Desenvolvimento Embrionário: </strong>vivíparo</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Distribuição Geográfica:</strong></p><p>A sua <strong>distribuição geográfica</strong> é extensa, mas, no caso das espécies selvagens, restringe-se ao Velho Mundo. Já os <strong>porcos</strong> domésticos habitam todos os continentes do mundo, graças à intervenção do homem. Originaram-se na Ásia durante o período Eoceno.</p><p><br/></p><p><strong>Outras caracteristicas:</strong></p><p>O 🤬 Bísaro é uma raça autóctone de Portugal. Património biológico, económico e cultural é, há séculos, um aliado do mundo rural, porquanto representa um elemento essencial na alimentação destas comunidades, principalmente através dos enchidos fumados. Normalmente associado com algumas regiões do norte do país esteve espalhado por todo o território a norte do rio Tejo e, apesar do risco de extinção a que esteve e ainda está sujeito, foi conservado até aos dias de hoje. Factores como a docilidade, a capacidade de adaptação ao maneio tradicional, a prolificidade e a excelente qualidade da carne, contribuíram para a sua manutenção. Segundo Póvoas Janeiro (1944), o 🤬 de raça Bísara é descendente do Sus scrofa ferus ou javali europeu. Este sub-género é descrito pelo mesmo autor como sendo um animal robusto, tardio, pernalteiro, de corpo estreito e garupa achatada. A domesticação do javali europeu (Sus scrofa ferus) resultou em suínos do tipo céltico que em Portugal deram origem à raça Bísara.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>Os porcos, que são animais sociais, adoram usar árvores para se esfregar e arranhar e desfrutar das massagens na barriga de seus cuidadores humanos.&nbsp;</p><p>Eles também gostam de brinquedos e brincam uns com os outros</p><p>Este é um dos fatos mais doces sobre os porcos: as mães cantam para seus bebês enquanto amamentam.&nbsp;</p><p>Os leitões recém-nascidos aprendem a correr em direção à voz de suas mães e os porcos se comunicam constantemente. </p><p>Os porocs têm a inteligência de uma criança humana e são classificados como o quinto animal mais inteligente do mundo. Na verdade, os porcos são mais inteligentes e treináveis do que qualquer raça de cachorro.</p><p>Eles aprendem seus nomes em apenas duas semanas e vêm quando são chamados. Os porcos são até capazes de jogar videogames melhor do que alguns primatas.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong></p><p>-Segredos do Mundo</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://segredosdomundo.r7.com">https://segredosdomundo.r7.com</a></p><p>-<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal">Wikipédia, a enciclopédia livre</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org">https://pt.wikipedia.org</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal"> › Wikipédia:Página_principal</a></p><p>-CienTIC 5 - manual de 5.º ano</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-04 15:58:47 UTC</pubDate>
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         <title>Turma: 5ºE Nº24    Raça-Ovelha Saloia</title>
         <author>Miguel_11</author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2986841068</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: </strong>Ovelha Saloia </p><p>É uma raça ovina autóctone de Portugal, com origem na região de Lisboa e Península de Setúbal.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico: </strong>Ovis aries</p><p><br/></p><p><strong>Classe: </strong>Mamífero</p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong>A ovelha saloia é um dos ovinos no estado domestico.  Atualmente, habitam em vários concelhos, incluindo Mafra, Loures, Torres Vedras e Lourinhã, bem como em outras regiões como Portalegre, Arraiolos, Redondo e Castelo Branco.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção: </strong>As ovelhas saloias<strong> </strong></p><p>deslocam-se em marcha, apoiam no solo toda a extensão da extremidade dos membros, deslocando-se mais lentamente. </p><p><br/></p><p><strong>Revestimento:</strong> <strong> </strong>As ovelhas possuem um revestimento de pelo (lã). Esse pelo protege o animal contra os agentes do ambiente, regula sua temperatura corporal e facilita sua defesa. </p><p><br/></p><p><strong>Alimentação: </strong>As ovelhas alimentam-se de plantas, são herbívoras. </p><p><br/></p><p><strong>Reprodução: </strong></p><ul><li><p><strong>Tipo de reprodução:</strong> sexuada</p></li><li><p><strong>Fecundação:</strong> interna</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento Embrionário:</strong> vivíparo</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong> A ovelha saloia é um mamífero terrestre que a maior distribuição geográfica é na Região envolvente de Lisboa. </p><p><br/></p><p><strong>Outras características: </strong>A ovelha é um mamífero quadrúpede e herbívoro que pertence à família Bovídea. O carneiro é o macho da ovelha, e seu filhote o cordeiro. A raça Saloia dispersou-se pela península de Setúbal devido à necessidade de criadores de animais capazes de assegurar o leite necessário para o fabrico do famoso queijo de Azeitão, cujas origens conhecidas situam-se entre 1820-30.</p><p>As ovelhas são animais gregários, sensíveis e inteligentes. </p><p>A lã destes ovinos é ondulada frisada, fina e altosa. Os animais desta raça são designados de bruscos, porque apesar de brancos têm a superfície do pelo escura, devido ao muito sugo da lã a que se prendem facilmente poeira e outros corpos estranhos que a sujam.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades: </strong>As ovelhas são capazes de distinguir diferentes expressões faciais de outros integrantes do rebanho e identificar até 50 componentes do grupo, lembrando-se de acontecimentos ocorridos há dois anos. Além disso, quando stressadas, as ovelhas expressam emoções de forma visível, assim como os seres humanos.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com">https://www.bing.com</a></p></li></ul><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ovis_aries">https://pt.wikipedia.org/wiki/Ovis_aries</a></p></li><li><p>CienTic 5 - manual de 5º ano</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 14:51:26 UTC</pubDate>
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         <title>º5ºE Nº1 bode</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2987159651</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome comum Bode  </p><p>A cabra é um herbivoro </p><p>da familia de caprinos </p><p>em vias de extinção </p><p>caracteristicas</p><p><br/></p><p>Nome Cientifico </p><p><br/></p><p>classe  Herbivoro</p><p><br/></p><p>Habitat</p><p>a cabra é um caprino no estado</p><p>Doméstico. O seu habitat serão </p><p>mosntanhas que se pode encontrar no país</p><p><br/></p><p>Locomoção</p><p>As cabras deslocam-se pela marcha. Apoiam no solo toda a extermidade dos membros</p><p><br/></p><p>Revestimento</p><p>É um herbivoro revestido por pelo a cor do pelo pode mudar de acordo com a raça e habitat</p><p><br/></p><p>Alimentação</p><p>a cabra alimenta-se pasto</p><p>árvores, uvas , feno , frutas e grãos</p><p><br/></p><p>Reprodução </p><p>Tipo de reprudução Sexuada </p><p> Fecundação interna </p><p> Desenvolvimento Embrionário</p><p> viviparo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 19:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>5º E; N.º 8 - Cão Podengo Português</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2988889903</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum:</strong> Cão Podengo Português</p><p>Considerado uma das <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ra%C3%A7as">raças</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Canis_lupus_familiaris">cães</a> mais antigas, a podengo-português é uma espécie autóctone com grande aptidão cinegética, mas que também é utilizado como cão de companhia.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico: </strong>Canis lupus familiaris</p><p><br/></p><p><strong>Classe:</strong> Mamífero</p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong></p><p>Como o Podengo Português é um animal doméstico, ele vive em casas de família ou nos seus jardins. Devido às suas características, ele adapta-se tanto à vida no exterior como no interior, bem como a climas quentes e húmidos.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong></p><p>Os cães deslocam-se no solo através de corrida, apoiando apenas os dedos, podendo-se deslocar muito rápido. Esse é o caso do Podengo Português.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento:</strong></p><p>O Podengo Português é revestido por pelos formados a partir da epiderme. A cor, o tamanho, a espessura, e a quantidade varia conforme a sua adaptação ao meio.</p><p>no entanto a cor pode assumir amarelo, fulvo e branco.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação:</strong></p><p>O cão é um animal carnívoro, mas o Podengo Português, sendo um animal doméstico, come ração que inclui legumes e outros alimentos, podendo considerar-se que tem uma alimentação omnívora.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>- Tipo de reprodução: </strong>sexuada</p><p><strong>-Fecundação: </strong>interna</p><p><strong>- Desenvolvimento Embrionário: </strong>vivíparo</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição Geográfica:</strong></p><p>É um animal terrestre com maior distribuição no Norte, contudo também é habitual encontrá-lo no centro do país.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características:</strong></p><p>O peito do Podengo é profundo e estreito, o dorso é reto e flexível, enquanto o lombo é arqueado, a sua barriga é levemente recolhida. A cauda tem formato de foice afunilando na ponta e é pontiaguda.</p><p>Tem a cabeça fina, com formato quase em forma de pirâmide e um pouco longa em relação ao tamanho do corpo. Os olhos do Podengo Português são um pouco pequenos e oblíquos e muito expressivos Por outro lado, as orelhas são médias, triangulares e pontiagudas.</p><p>Geralmente, as orelhas ficam direitas, mas quando estão especialmente atentos elas podem ficar levemente inclinadas na vertical para a frente.</p><p>a esperança média de vida é de 14 anos.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>O Podengo Português possui três tamanhos diferentes: pequeno, médio e grande.</p><p>Acredita-se que a origem do Podengo Português aconteceu na Antiguidade, com os primitivos cães de caça usados pelos comerciantes romanos e fenícios.</p><p>A sua primeira utilidade foi a caça.</p><p>A primeira referência escrita conhecida destes animais remonta ao ano de 1199, que chama aos Podengos Portugueses " cães caçadores de coelhos.</p><p>No século XIII, Podengos Pequenos já eram usados para procurar ratos em navios.</p><p>Devido à sua disposição alegre e a capacidade de aprendizagem, participaram em filmes de Hollywood como "Os três desejos", "Um craque animal" e " O cão futebolista".</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong></p><p>-Wikipédia, a enciclopédia livre (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://wikip%C3%A9dia.org">wikipédia.org</a>)</p><p>-Perito Animal (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://peritoanimal.com.br">peritoanimal.com.br</a>)</p><p>- Cão Nosso (cãonosso.pt) </p><p>-Clube Português de Canicultura</p><p>-CienTic 5 - manual de ciências de 5º ano</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-11 15:12:29 UTC</pubDate>
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         <title>5ºE  Nº20 Cabra Preta de Montesinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2989306523</link>
         <description><![CDATA[<p>A Cabra Preta de Montesinho é de estatura mediana, com pelagem preta ou castanha muito escura, pelos curtos e lisos, muitas vezes brilhantes. A cabeça é de perfil retilíneo, de fronte estreita, com boca pequena e lábios finos. </p><p><br/></p><p>O solar da raça é o Parque Natural de Montesinho, onde antes era designada como cabra antiga, galega, bragançana ou preta. Em pastoreio de percurso, as cabras obtêm alimento nas zonas mais elevadas e pobres desta área protegida, frequentemente integradas em rebanhos de ovinos, prestando um excelente serviço de ecossistema na limpeza de matos e consequente diminuição do risco de incêndio.<br></p><p>Sendo a mais ameaçada raça caprina portuguesa, foi reconhecida no final de 2009, com o Registo Zootécnico a ser implementado em Março de 2010.<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 12:46:17 UTC</pubDate>
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         <title>5ºE Nº19  Burro de Miranda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2989389434</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum:</strong> <strong>Burro de Miranda</strong></p><p>O Burro-de-Miranda ou burro mirandês é uma subespécie asinina característica da região de Terra de Miranda, Portugal. Presente no entorno desde tempos remotos.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico: Equus asinus africanus </strong></p><p><br/></p><p><strong>Classe: Mamíferos</strong></p><p><br/></p><p><strong> Habitat:</strong></p><p>O burro de Miranda é uma raça autóctone de Portugal, originária da região de Miranda do Douro. São conhecidos por viverem em áreas montanhosas e áridas, adaptando-se bem a climas mais severos. O seu habitat natural inclui pastagens, montanhas e terrenos rochosos.</p><p>   </p><p><strong>Locomoção</strong>:</p><p>O burro de Miranda, tal como outros burros, tem uma locomoção característica marcada por passadas lentas e estáveis. Eles têm um andar firme e cadenciado, com uma marcha que pode ser bastante confortável para quem monta. </p><p>   </p><p><strong>Revestimento</strong>:</p><p>O revestimento do burro de Miranda é geralmente composto por uma pelagem espessa e densa, especialmente adequada para resistir a climas adversos, típicos das regiões montanhosas onde esses animais são encontrados. A sua pelagem pode variar em cores, incluindo tons de cinzento, preto, castanho e até mesmo malhado.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação</strong>:</p><p>Cevada, trigo ou aveia os burros de Miranda necessitam de acesso a água fresca e limpa para se manterem hidratados, especialmente em climas mais quentes ou durante períodos de atividade intensa.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução</strong>:</p><p><strong>-Tipo de Reprodução: </strong>sexuada</p><p><strong>- Fecundação: </strong>interna</p><p><strong>-Desenvolvimento Embrionário: </strong>vivíparo</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica : </strong></p><p>O burro de Miranda é uma raça autóctone de Portugal, originária da região de Miranda do Douro, localizada no nordeste do país. Historicamente, essa região montanhosa e árida foi o habitat natural desses animais. No entanto, devido à sua resistência e adaptabilidade, eles também foram encontrados em outras partes de Portugal, especialmente em áreas rurais e montanhosas.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características :</strong></p><p>Os burros de Miranda geralmente têm uma estatura média, com uma altura que varia entre 1,20 e 1,40 metros na cernelha. Eles têm uma aparência robusta e compacta, com orelhas compridas e eretas.</p><p>São conhecidos por seu temperamento dócil e gentil, o que os torna adequados para interações com humanos. São animais pacientes e inteligentes, muitas vezes utilizados para atividades de lazer, como passeios ou hipoterapia.</p><p> </p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>Apesar de sua reputação de serem teimosos, os burros de Miranda são conhecidos por sua personalidade gentil e afetuosa. Eles são animais inteligentes e pacientes, o que os torna excelentes companheiros para interações humanas, como em programas de terapia assistida por animais.Além de seu papel tradicional na agricultura e no transporte, os burros de Miranda também são valorizados como atrações turísticas e educacionais em Portugal. Muitas quintas e fazendas oferecem passeios de burro, permitindo que visitantes experimentem a tradição rural portuguesa.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/web grafia</strong>:</p><p> -Wikipédia,a enciclopédia livre (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://wikipedia.org">wikipedia.org</a>)</p><p>-CienTic 5 - manual do 5.º ano </p><p>-pesquisas em plataformas do Google </p><p><br/></p><p>    </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong> </strong></p><p> </p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p><p><strong> </strong></p><p><strong>  </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 15:12:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5.º E; n.º3 - Cabra Bravia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2989494588</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum:</strong> <strong>Cabra</strong></p><p>É no pastoreio, por entre fragas e escarpas, que esta cabra se encontra. São os pastores  que melhor a conhecem e a definem. Os animais desta raça são rústicos, assertivos e valentes.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico:</strong> <strong><em>Capra pyrenaica lusitanica </em></strong></p><p><br/></p><p><strong>Classe:</strong> <strong>Mamífero</strong></p><p><br/></p><p><strong>Habitat:</strong> Zonas montanhosas e frias do Norte de Portugal.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção: </strong>A cabra desloca-se no <strong>solo</strong> através dos seus quatro membros, sendo estes curtos, finos e com articulações bem salientes e unhas resistentes. O reduzido peso facilita a excelente agilidade para desbravar montes. </p><p><br/></p><p><strong>Revestimento: </strong> É um mamífero revestido por <strong>pelo</strong> curto (mais comprido e áspero nos machos) com pelagens variadas de cor preta, castanha e ruiva. No entanto, algumas apresentam manchas/bicolores. Cornos finos, eretos ou ligeiramente encurvados para trás (nas fêmeas) e ligeiramente espiralados para fora e para cima (nos machos).</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação: </strong>Pastos e arbustos (feno, rama de vidoeiro ou salgueiro e fetos secos) sendo, por isso, considerados <strong>herbívoros</strong>.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução: </strong>Muitas vezes, gera mais de um embrião por gestação (partos gemelares). A gestação da cabra dura em média 149 dias, mas pode variar de acordo com a raça, peso das crias, estação do ano e n.º de partos da fêmea.</p><ul><li><p><strong>Tipo de Reprodução: </strong>sexuada</p></li><li><p><strong>Fecundação: </strong>interna</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento Embrionário: </strong>vivíparo</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong> Encontra-se na zona Norte de Portugal, nas Serras do Marão-Alvão e Peneda-Gerês.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características: </strong>Pouca apetência leiteira (devido ao facto de ter um úbere pequeno). Esta raça é mais usada na gastronomia tendo um sabor muito característico, estima-se que seja devido à sua rica alimentação. Tem um comportamento selvagem, mas é doméstica e vai aos lugares mais difíceis. A cabra Bravia, como raça autóctone, gera consigo um património genético único. A produção de pele e pelagem, serve essencialmente para efeitos decorativos, nomeadamente, tapetes.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades: </strong>Esta raça de cabra bravia<strong> </strong>tem um importante papel de <strong>sustentabilidade</strong>, devido ao seu controlo do coberto vegetal, tem sido utilizada como parte do plano de prevenção de incêndios e no sistema agroambiental de montanha como rico fertilizante orgânico. </p><p>Segundo dados de 2024, esta raça está em risco de extinção. Atualmente existem apenas 11.728 fêmeas registadas no livro genealógico (9475 fêmeas em linha pura); 432 machos e 127 criadores.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong> </p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://caprinet.pt">caprinet.pt</a></p></li><li><p>CienTIC 5 - manual de 5.º ano</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://expresso.pt">expresso.pt</a> </p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://sprega.com.pt">sprega.com.pt</a></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2457584955/c30a121699afbe04e57684a12a20e0eb/Cabra_bravia_2.jpg" />
         <pubDate>2024-05-12 18:15:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5ºE; N.º9 - Pónei da Terceira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2991188515</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: Pónei da Terceira</strong></p><p>O <strong>Pónei da Terceira </strong>ou o<strong> Cavalinho da Terceira </strong>é um animal<strong> </strong>de pequenas dimensões, com proporções muito corretas e equilibradas, confundindo-se com um puro sangue Lusitano em ponto pequeno. A história desta raça não é fácil de compilar, dada a falta de elementos escritos. É um animal rápido, inteligente, extremamente dócil e de fácil maneio.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico:</strong> <em>Equus caballus</em></p><p><br/></p><p><strong>Classe: </strong>Equídeos</p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong>É um animal considerado domesticado e tem uma numerosa população na Ilha Da Terceira.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção: </strong>O pónei desloca-se no solo através da <strong>corrida.</strong></p><p>Apoia só os cascos no solo, o que faz com que seja muito rápido.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento: </strong>O Pónei da Terceira é revestido por<strong> pelos</strong>, e pode ter a pelagem branca e acastanhada.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação:</strong> O Pónei da Terceira é um herbívoro frugívoro, pois alimenta-se de frutas e legumes.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução: </strong></p><p>- <strong>Tipo de reprodução</strong>: Sexuada.</p><p>-<strong> Fecundação:</strong> Interna.</p><p>- <strong>Desenvolvimento embrionário: </strong>Vivíparo.</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong> Ilha da Terceira, nos Açores.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características: </strong>São<strong> </strong>rápidos, inteligentes, corajosos, resistentes, rústicos, extremamente dóceis, de fácil maneio, aptidão natural para tração e saltos.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades: </strong>No passado e até meados do século XX, o seu número era bastante elevado na ilha Terceira sendo frequentemente exportados para outras ilhas onde desempenhavam tarefas na lavoura. A sua posse era motivo de reconhecido orgulho, sendo apresentados, com frequência, nos diferentes certames organizados pelas autoridades distritais, e pelas organizações de festas populares. Exemplo e prova deste facto é a existência de um diploma com medalha, atribuído a uma Pónei afilhada com 1,11 m de altura pela Junta Geral do Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo a 27 de Junho de 1924, aquando da Exposição Pecuária realizada por ocasião das Festas da Cidade.</p><p><br/></p><p><strong>Biografia/Web Grafia:</strong></p><p>- Manual de CN (CienTIC)</p><p>- Catalogo Oficial Raças Autóctones Portuguesas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 18:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>5ºE  Nº17  Cão da serra da Estrela</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2991249380</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: cão da serra da Estrela</strong></p><p>Designação comum destes mamíferos da família AKC'S.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico: Canis lupus</strong></p><p><br/></p><p><strong>Classe: Mamíferos</strong></p><p><br/></p><p><strong>Habitat:</strong></p><p>Cão da Serra da Estrela é uma raça<strong> </strong>de cães de grande porte natural de Portugal, da região montanhosa com o mesmo nome. É uma raça de cães guardiões de gado. Possui todas as qualidades requeridas nesta região agreste, é inteligente, leal e valente.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong></p><p>Os cães deslocam-se em marcha. Apoiam no solo toda a extremidade dos membros.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento:</strong></p><p>Devido às variações de altitude, há, na Serra da Estrela, níveis de temperatura e de humidade diversos, o que faz com que o seu revestimento vegetal vá variando do muro para o cume dos montes.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação:</strong></p><p>Uma ração de boa qualidade, super-premium, elaborada com ingredientes frescos e contendo suplementos como sulfatos de condroitina e de glucosamina (protectores das articulações) ou, para quem disponha de mais tempo, uma dieta natural que inclua carne, tripas, órgãos e ossos crus, arroz e legumes cozidos.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>-  Tipo de Reprodução:</strong> Sexuada</p><p><strong>-  Fecundação:</strong> Interna</p><p><strong>-  Desenvolvimento Embrionário:</strong> vivíparo</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição Geográfica:</strong></p><p>O cão da Serra da Estrela é um mamífero terrestre com a maior distribuição geográfica região da Serra da Estrela.</p><p><br/></p><p><strong>Outras característica:</strong></p><p>Há quem defenda a teoria de que no tempo dos Visigodos foram sendo lentamente introduzidos, em várias partes da Europa, cães de grande porte, vindos do planalto asiático. O cão de protecção de gado era utilizado fundamentalmente em zonas montanhosas e acompanhava os pastores e rebanhos nas suas migrações anuais (onde se inclui a transumância), para os defender dos lobos e dos assaltantes. Em consequência, esta espécie desenvolveu algumas caraterísticas específicas de adaptação quer às condições meteorológicas e orográficas da área, quer ao tipo de maneio do gado, ao modo de vida das comunidades humanas e, desde logo, ao gosto maioritário dos pastores (elementos fulcrais do secular processo de seleção) de cada zona também por detalhes estéticos mas sobretudo pela aptidão para cumprir a função de proteção.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>Julga-se que corresponda à elevação a que os tratadistas romanos da Antiguidade chamavam de Montes Hermínios (Herminius Mons) ou "Montes de Hermes" (deus greco-latino dos pastores, também conhecido por Mercúrio). Esta região terá sido o berço do guerreiro lusitano Viriato, sendo as povoações de Loriga e Folgosinho as principais candidatas. É descrita em 1677 no livro "Epitome das Histórias Portuguesas": "Habitada pelos povos Hermínios dos vales profundos, encostas e picos do Monte Hermininio. O seu nome moderno, Serra da Estrela, deduz-se de uma rocha que superior a todas, termina no modo como a rocha pinta as estrelas.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/ Wed grafia:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia"><strong>- </strong></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki">https://pt.wikipedia.org/wiki</a></p><p>-<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.wikiwand.com">https://www.wikiwand.com</a></p><p>-CienTIC 5- manual de 5ºano</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 19:53:27 UTC</pubDate>
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         <title>5ºE Nº25 Galinha Branca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2991350194</link>
         <description><![CDATA[<p>Galinha Branca são a <strong>raça</strong> que está mais ameaçada de extinção. Em 2004, não eram mais de 200, mas, aos poucos, tem sido possível aumentar esta população. <strong>A característica</strong> que mais as destaca é a plumagem totalmente <strong>branca</strong> que ao sol adquire um reflexo brilhante amarelo claro, mais evidente nos galos.</p><p><br/></p><p><strong>Nome comum:</strong> Galinha Branca</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico:</strong> Gallus gallus domesticus</p><p><br/></p><p><strong>Classe:</strong> Aves</p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong>Aves de galinheiro, gostam de circular na sombra, em ambientes frescos e com cobertura vegetal diversa.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong> As galinhas domésticas não costumam voar, enquanto as selvagens podem voar por curtas distâncias. Em alguns casos, as galinhas têm ainda suas asas cortadas para evitar fugas.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento:</strong> Penas</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação:</strong> Muitos acreditam que se alimentam exclusivamente de grão. Mas as galinhas são omnívoras, comem de tudo. Precisam de uma dieta completa e variada, composta por animais e vegetais para estarem saudáveis. E isso é possível se ofereceres uma mistura de cereais, verduras e pequenos animais.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução: </strong>A galinha não depende do galo para produzir os ovos, porém a participação do galo é imprescindível para que ocorra a fertilização deles. O macho é o fornecedor de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Espermatozoide">espermatozoides</a> que precisam se fundir com os óvulos da fêmea para que ocorra a fecundação.</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong> Espécie com distribuição alargada em todos os continentes.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características:</strong> A estrutura física destas aves varia bastante de acordo com a raça estabelecida, com diferenças diversas como o tamanho da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crista">crista</a>, a quantidade de massa muscular, presença ou ausência de penas em determinadas partes do corpo. De maneira generalizada, são aves de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bico">bico</a> curto, pernas escamosas e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Asas">asas</a> curtas que impossibilitam longos voos, são dotadas de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crista">crista</a>, barbela e face vermelhas.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades: </strong>O ritual de acasalamento mais comum é um galo realizar uma espécie de dança em torno da galinha, arrastando suas asas enquanto caminha em círculo ao redor da fêmea. Ao longo da evolução da espécie, a galinha foi perdendo a necessidade de voar, visto que a domesticação não apresentava qualquer perigo de predação, no entanto, se encurraladas podem realizar pequenos voos.</p><p>Em 2014, uma galinha voou por 13 segundos e percorreu uma distância de 91,897 metros, batendo um recorde de duração de voo.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tiendanimal.pt/blog/o-que-comem-as-galinhas/">https://www.tiendanimal.pt/blog/o-que-comem-as-galinhas/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Galinha">https://pt.wikipedia.org/wiki/Galinha</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://badoca.com/animais/galinha-comum/">https://badoca.com/animais/galinha-comum/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 22:15:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5ºE Nº23 Bovino Mirandesa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2996499618</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Espécie</mark></strong> : Bovinos</p><p><strong><mark>Nome :</mark></strong> Mirandesa</p><p><strong><mark>Classificação oficial :</mark></strong> Autóctone</p><p><strong><mark>Risco de extinção :</mark></strong> Ameaçada</p><p><br/></p><p><strong><mark>Distribuição geográfica :</mark></strong></p><p>É um mamífero terrestre e teve origem na região de Miranda do Douro.</p><p>É a raça mais prestigiada e mais populosa raça bovina de Portugal.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Revestimento:</mark></strong> Pelo</p><p>Os machos são mais escuros que as fêmeas e as crias são homogeneamente loiras.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Reprodução:</mark></strong></p><p>Desenvolvimento embrionário - vivíparo</p><p>Tipo de reprodução - Sexuada </p><p>Fecundação - Interna, normalmente por cobrição natural</p><p><br/></p><p><strong><mark>Alimentação :</mark></strong> </p><p>São animais Herbívoros, alimentam-se de plantas.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Potencialidades da raça:</mark></strong></p><p>A sua capacidade de tração em potencia e em resistência para produzir trabalho, superando qualquer outra raça no país.</p><p>A sua capacidade de produção de carne, em quantidade e principalmente em qualidade.</p><p><br/></p><p>Pesquisa:</p><ul><li><p>CienTIC 5 - manual de 5º ano</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://anidop.iniav.pt/index.php/racas/racas-autoctones/bovinos/mirandesa">http://anidop.iniav.pt/index.php/racas/racas-autoctones/bovinos/mirandesa</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 20:45:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Turma: 5ºE; nº10 - Merina Preta </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2997958554</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: </strong>Merina preta</p><p>Não é consensual a origem da merina preta, mas julga-se que é originária do Médio Oriente e que se dispersou pela região mediterrânea, outra hipótese é de que os merinos chegaram com as invasões árabes</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico: </strong>Ovis aries</p><p><br/></p><p><strong>Classe: </strong>Mamífero</p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong>Os merinos habitam<strong> </strong>planícies e campos agrícolas e suportam condições difíceis sujeitas a grandes alterações de temperatura.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção: </strong>movem-se no solo através da marcha e às vezes através de corrida ligeira.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento: </strong>Pelos, em forma de lã, ou velo- conjunto de toda a lã que cobre o corpo das ovelhas que é tosquiada.<br></p><p><strong>Alimentação: </strong>Herbívoro, alimenta-se de pastagens com ervas, feno, rações à base de cereais.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>- Tipo de reprodução: </strong>sexuada</p><p><strong>- Fecundação:</strong> interna</p><p><strong>- Desenvolvimento Embrionário: </strong>Vivíparo</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong> Alentejo, Beira Interior Sul, Lisboa e Vale do Tejo.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características:</strong></p><p>Os Merinos Pretos caracterizam-se pela qualidade da sua lã e pela sua extraordinária rusticidade. Esta última permite-lhes o suportar as condições difíceis e serem muito resistentes.</p><p>Apresentam uma tripla função, produção de carne, leite e lã mas atualmente são explorados principalmente para carne seguindo-se leite e lã.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>Peso vivo de adulto: Fêmeas: 45- 60 kg; Machos: 75 - 90 kg</p><p>Idade de abate tradicional: 90 - 120 dias</p><p>Época principal de abate: Natal e Páscoa<br></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong><br>- <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Merino">https://pt.wikipedia.org/wiki/Merino</a><br>- <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.merina.pt/conteudo.php?idm=13">https://www.merina.pt/conteudo.php?idm=13</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dgav.pt/wp-content/uploads/2021/04/Catalogo-Oficial-Racas-Autoctones-Portuguesas.pdf">- https://www.dgav.pt/wp-content/uploads/2021/04/Catalogo-Oficial-Racas-Autoctones-Portuguesas.pdf</a></p><p>- CienTIC 5 – Manual de Ciências Naturais do 5º ano</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-17 20:03:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ºE    Nº18    Vaca   Arouquesa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2998256329</link>
         <description><![CDATA[<p> <strong>Nome comum:</strong> Vaca Arouquesa</p><p><strong>Nome científico:</strong> <em>Bos Taurus</em>&nbsp;</p><p><strong>Classe:</strong> Mamíferos</p><p><strong>Habitat:</strong> Região montanhosa de forte declive e pequenos vales com solo de origem granítica e afloramentos xistosos;</p><p><strong>Locomoção:</strong> No solo, através da marcha.</p><p><strong>Revestimento:</strong> Cor castanha com diversos tons: “claro-palha” ou “cor de trigo”, castanho-cereja ou avermelhado; Pele grossa, elástica, com pelos curtos e grossos, acamados e luzidios. Por vezes, no Inverno apresentam-se compridos e ásperos. As mucosas são escuras.</p><p><strong>Alimentação: </strong>Herbívoro. Rica em fibra - silagem, erva verde, pastoreio em montanha.</p><p><strong>Reprodução:</strong> Sexuada. Fecundação interna. Víviparos. Iniciam o comportamento reprodutivo aos 14 a 15 meses, ocorrendo o primeiro parto cerca dos dois anos. Têm uma parição anual. Os Touros são mantidos em reprodução até aos 6 anos. A cobrição natural ainda é preponderante.</p><p><strong>Distribuição geográfica: </strong>Arouca, Vale de Cambra e São Pedro do Sul</p><p><strong>Outras características: </strong>Os touros arouqueses reprodutores são animais harmoniosos, dóceis, mas enérgicos. À idade adulta, um touro Arouquês alcança, em média, 1000 kg de peso. O Touro Arouquês apresenta pelos negros por baixo dos olhos e a sua pelagem escurece na cabeça, pescoço, espáduas e coxas. O seu pescoço é grosso, curto, com o bordo superior convexo e um pronunciado “murrilho”. A zona da barbela, em relação às fêmeas, é mais espessa e desenvolvida.</p><p><strong>Curiosidades: </strong>O aparecimento desta raça perde-se no tempo, alguns autores apontam para a sua possível origem Celta, através do cruzamento dos troncos&nbsp;<em>bos tauros aquitânicos</em>,&nbsp;<em>bos taurus ibericus</em>&nbsp;e&nbsp;<em>bos taurus atlanticus</em>. Atualmente, a Arouquesa é considerada uma raça em perigo de extinção.Dentro da raça Arouquesa, existem três divisões importantes: o gado Arouquês de S. Pedro do Sul, os Arouqueses Paivotos e a raça dos Arouqueses Caramuleiros, estando esta última raça já extinta.</p><p>A&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=7zutHt4Vs6g"><strong>Feira das Colheitas</strong></a>, organiza e promove o concurso nacional de Raça Arouquesa. Há alguns anos foi fundada, em Arouca, a&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tradicional.dgadr.gov.pt/en/references/gastronomic-fraternity/514-confraria-da-raca-arouquesa"><strong>Confraria Gastronómica da Raça Arouquesa</strong></a>, que cumpre o objetivo de defender, prestigiar, valorizar, promover e divulgar a gastronomia associada à Raça Bovina Arouquesa.&nbsp;</p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong></p><p>CienTic - Manual de Ciências Naturais 5º ano</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ancra.pt/">https://www.ancra.pt/</a>;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://defesadearouca.blogspot.com/2019/04/v-as-especies-domesticas-autoctones-do_5.html">http://defesadearouca.blogspot.com/2019/04/v-as-especies-domesticas-autoctones-do_5.html</a>;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arouquesa_(ra%C3%A7a_bovina)#cite_note-1">https://pt.wikipedia.org/wiki/Arouquesa_(ra%C3%A7a_bovina)#cite_note-1</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-18 10:52:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Turma:5ºE Nº14 Raça  alentejana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2998310710</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome comum: Alentejano ou Ibérico </p><p><br></p><p>Raça: Suíno</p><p> </p><p> Nome cientifico: Sus scrofa  mediterraneus</p><p>                           </p><p> Classe: Omnívoros </p><p><br></p><p>Habitat: O  preto ibérico, também conhecido em Portugal como Alentejano, é uma raça do  doméstico (Sus scrofa mediterraneus) que é nativa da área do <strong>Mediterrâneo</strong>.  </p><p><br></p><p> Locomoção: Os Porcos Alentejanos deslocam-se em marcha apoiam no solo toda a extensão da extremidade dos membros</p><p><br></p><p>Revestimento: O  Alentejano é revestido por pelos e á  outros porcos alentejanos que tem pele nua e a cor do pele depende  do  e do habitat .</p><p><br></p><p>Alimento: Os Porcos Alentejanos alimentam-se de minhocas, batatas, ervas, castanhas, bolotas porque são omnívoros</p><p><br></p><p>Reprodução </p><p>Tipo de reprodução: sexuada</p><p>Fecundação: interno</p><p>Desenvolvimento embrionário: vivíparos </p><p><br></p><p>Distribuição geográficazonas de azinheira e do sobreiro, temos: Sudoeste de Espanha, Alentejo e zona serrana algar-via e nos distritos de Castelo Branco, Santarém e Setúbal</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>               </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-18 13:17:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ºE   N º 19 Cão de Serra de Aires</title>
         <author>bandeiramariaelisa21</author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2998847760</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: Cão de Serra de Aires</strong></p><p>Designação comum destes </p><p>mamíferos da família dos </p><p>caninos que abrange numerosas </p><p>espécies distribuídas</p><p>por muitas regiões do </p><p>mundo.</p><p> </p><p><strong>Nome científico</strong>: canis  lupus familiaris</p><p><br></p><p><strong>Classe: </strong>Mamíferos</p><p><br></p><p> <strong>Habitat:</strong></p><p>Apesar de serem <strong>cães</strong> de <strong>Serra</strong>, </p><p>adaptam-se bem ao ambiente urbano,</p><p>desde que sejam suficientemente exercitados.</p><p><br></p><p><strong>Locomoção:</strong></p><p>Os cães deslocam-se no  solo </p><p>através da corrida.</p><p>Apoiam no solo apenas</p><p>os dedos, podendo</p><p>ser muito mais rápidos.</p><p><br></p><p><strong>Revestimento:</strong> </p><p>É um mamífero revestido  por</p><p>pelos. A cor e densidade da </p><p>sua pelagem pode  variar de </p><p>acordo  com a sua</p><p>adaptação ao meio onde</p><p>vivem.</p><p><br></p><p><strong>Alimentação:</strong></p><p> os cães comem frutas como a </p><p>melancia e a  banana </p><p>também   filés de peixe.</p><p>com tudo isso podemos </p><p>ver que os cães são </p><p>ovívoros.</p><p><br></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>-Tipo de Reprodução:</strong> sexuada </p><p><strong>- Fecundação: </strong>interna </p><p><strong>-Desenvolvimento  Embrionário:</strong> vivíparo</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong></p><p>É um mamífero terrestre com a maior espécie  autóctone do Alentejo</p><p>  da freguesia de Santo Aleixo, concelho de Monforte, distrito de Portalegre.</p><p><br></p><p><strong>Outras caraterísticas</strong>:</p><p> É um <strong>cão</strong> dócil, de médio porte, movimentando-se de forma rápida e elástica. O nosso “<strong>Serra de Aires</strong>” adquiriu uma certa semelhança, muito cedo no século XX, sendo o seu primeiro projeto estalão datado de 1932 e tendo como berço o monte “<strong>Serra de Aires</strong>” no concelho de Monforte.</p><p><br></p><p><strong>Curiosidades</strong>:</p><p>O Cão de Serra de Aires pertence a uma grande família Europeia de cães de pastoreio, sendo esta a sua principal função.<br>As suas características morfológicas, temperamentais e de comportamento são típicas de um cão pastor. Cobre o terreno com uma particular elegância e pastoreia qualquer tipo de animal: ovelhas, vacas, cavalos, cabras, varas de porcos ou até mesmo humanos.</p><p> </p><p><strong>Bibliografia/Web grafia</strong>:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.caoserradeaires.com/">https://www.caoserradeaires.com/</a></p><p>-enciclopédia livre </p><p>- CienTic 5- manual de 5.º ano </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-19 14:46:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ºE Nº13-Garrana</title>
         <author>Dre4m1ngN1ghts</author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2998847910</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome Comum: Garrano.</p><p>É uma raça equídea autóctone de Portugal,</p><p>com origem na região norte.</p><p><br/></p><p>Nome científico: Equus ferus caballus.</p><p><br/></p><p>Classe: Mamífero.</p><p><br/></p><p>Habitat: O habitat do garrano nos sistemas montanhosos do Alto Minho e Galiza. As manadas de garranos povoam os baldios das montanhas do Noroeste de Portugal e Galiza, onde ainda são criados num regime semisselvagem graças à sua robustez e excelente adaptação a este habitat.</p><p><br/></p><p>Locomoção: Geralmente fáceis, rápidos, de pequena amplitude mas altos. Nos caminhos de montanha são firmes, a subir e a descer, e cuidadosos com as pedras e obstáculos das estradas acidentadas. Ensinados a andar em andadura e passo travado.</p><p><br/></p><p>Revestimento: É um mamífero revestido por pelos. A cor e a densidade pode variar de acordo com a sua adaptação ao meio ambiente onde vivem.</p><p><br/></p><p>Alimentação: Herbívoro, Cevada, trigo ou aveia os necessitam de acesso a água fresca e limpa para se manterem hidratados, especialmente em climas mais quentes ou durante períodos de atividade intensa. </p><p><br/></p><p>Reprodução: </p><p>-Tipo de Reprodução: sexuada</p><p>-Fecundação: interna</p><p>-Desenvolvimento Embrionário: vivíparo </p><p>Bibliografia/Web Grafia</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Garrano#Padr%C3%A3o">https://pt.wikipedia.org/wiki/Garrano#Padrão</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-19 14:47:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5.ºE  Nº2  Vaca Mirandesa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2998901201</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome comum: Vaca Mirandesa</p><p>Estes bovinos com origem na região de Miranda do Douro, em Portugal. São animais harmoniosos, de grande porte e formato compacto. </p><p><br></p><p>Nome científico: Bos Taurus Brachycerus</p><p><br></p><p>Classe: Mamífero</p><p><br></p><p>Habitat: A vaca mirandesa habita nos campos existentes na região de Trás-os-Montes, embora já existam nas Beiras e Alentejo.</p><p><br></p><p>Locomoção: As  vacas mirandesas deslocam-se em marcha, apoiam no solo as quatro patas deslocando-se mais lentamente.</p><p><br></p><p>Revestimento: A vaca mirandesa é revestida por pelos.</p><p><br></p><p>Alimentação: As vacas mirandesas alimentam-se de alguns vegetais, são herbívoras.</p><p><br></p><p>Reprodução:</p><p>- Tipo de Reprodução: sexuada</p><p>- Fecundação: inteira</p><p>-Desenvolvimento Embrionário: vivíparo</p><p><br></p><p>Distribuição geográfica: A vaca mirandeira é um Mamífero terrestre que a maior distribuição geográfica é nos concelhos de Bragança, Macedo de cavaleiros, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e Vinhais.</p><p> </p><p>Outras características: O pelo da vaca mirandesa é mais ou menos castanho escuro. A nuca dela é larga, levantada e proeminente, na cabeça ela tem chifres brancos com extremos afuscados e pequenos. O tronco da vaca mirandesa é costado redondo, espinhaço direito, com risca ruiva ou esbranquiçada e a cauda levantada, curta e bem fornecida. O pescoço é curto, grosso com barbela que pelo menos nos touros, se insere logo sob o beiço inferior e vem até aos joelhos, entre os quais pende.</p><p><br></p><p>Curiosidades: A vaca Mirandesa tem um notável instinto maternal e garantem a segurança das suas crias do ataque de predadores, como o lobo.</p><p><br></p><p>Bibliografia/Web grafia:</p><p>-  <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mirandesa.pt/conteudo.php?idm=5">http://www.mirandesa.pt/conteudo.php?idm=5</a></p><p>- <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://anidop.iniav.pt/index.php/racas/racas-autoctones/bovinos/mirandesa">http://anidop.iniav.pt/index.php/racas/racas-autoctones/bovinos/mirandesa</a></p><p>- CienTIC 5 - manual de 5.º ano</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-19 16:24:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Turma: 5ºE  Nº26  Raça-churra do  campo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/2998939555</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Nome comum: churra do campo</p><p>A raça <strong>ovina Churra do Campo</strong> derivou dos primitivos <strong>ovinos</strong> do tronco ibérico-pirenaico que povoaram todo o norte montanhoso da Península Ibérica.</p><p><br/></p><p>Nome científico: Ovis aries </p><p><br/></p><p>Classe: Mamífero</p><p><br/></p><p>Habitat: O habitat da churra é o campo </p><p><br/></p><p>Locomoção: As ovelhas do campo deslocam-se no solo através da marcha .</p><p>Apoiam no solo com as pontas dos dedos, podendo correr mais rápido.</p><p><br/></p><p>Revestimento: As <strong>ovelhas</strong> atualmente são revestidas por lã a  muitas vezes com cornos que formam uma espiral lateral.</p><p><br/></p><p>Alimentação: As ovelhas alimentam-se de plantas por isso são herbívoros </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Reprodução: </p><ul><li><p>Tipo de reprodução: sexuada</p></li><li><p>Fecundação: Interna</p></li><li><p>desenvolvimento Embrionário: vivíparo </p></li></ul><p><br/></p><p>Distribuição geográfica: O solar da raça está na raia da Beira Baixa com Espanha, Norte do Concelho de Idanha-a-Nova, Penamacor e algumas manchas no Concelho do Fundão.</p><p><br/></p><p>Outras características: Úbere - Volume e largura médios, com tetos curtos mas bem inseridos; Membros - Curtos, finos mas fortes, com unhas rijas; em geral pigmentados de castanho nas zonas deslanadas a partir dos joelhos ou dos curvilhões ou um pouco mais acima.</p><p>Pescoço - Curto, bem recoberto de lã, podendo apresentar uma ligeira barbela. Tronco - Pouco volumoso; linhas dorso-lombar <strong>mais</strong> ou menos horizontal; peito estreito, com as costelas pouco arqueadas; dorso e rins curtos e de reduzida largura; garupa de pequenas dimensões e ligeiramente descaída: barriga revestida de lã.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Curiosidades: As ovelhas são animais com um papel histórico como provedoras de lã e carne, já que foram domesticadas há milhares de anos. Também são animais dóceis, que podem ter contato muito próximo com as pessoas e outros animais.</p><p><br/></p><p>Bibliografia/web grafia:</p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://churra-do-campo.weebly.com/2020.html">https://churra-do-campo.weebly.com/2020.html</a></p></li><li><p>CienTIC 5- manual de 5ºano</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-19 17:42:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ºE Nº6 Raça - Alentejano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/3001737145</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome Comum</strong>:<strong> Alentejano</strong>, é uma raça do 🤬 doméstico que é nativa da área do Mediterrâneo.</p><p><br/></p><p><strong>Nome Científico</strong>: Sus scrofa mediterraneus.</p><p><br/></p><p><strong>Classe</strong>: Mamífero.</p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong>Embora a maioria dos porcos que habitam o mundo hoje seja mantida em fazendas, o <strong>Alentejano</strong> também é   encontrado na natureza. A maioria dos porcos selvagens normalmente vivem em pastagens, pântanos, florestas tropicais e temperadas, savanas e matagais.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção: </strong>O <strong>Alentejano</strong> é um animal mamífero com quatro patas, sendo que cada uma delas possui dois cascos e duas unhas (todos funcionais). As unhas são utilizadas para coçar e fincar a firmeza dos recuos, os cascos para andar e cavar.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento</strong>: A pele do <strong>Alentejano</strong> é coberta com cerdas (pelos grossos) e revestida por uma espessa camada de gordura.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação: </strong>O <strong>Alentejano</strong> omnívoro, come tanto vegetais como animais. Alimentam-se praticamente de todo o que encontram: insetos, minhocas, animais mortos, casca de árvores, inclusive excrementos.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>-Tipo de reprodução: </strong>Sexuada.</p><p><strong>-Fecundação:</strong> Interna.</p><p><strong>-Desenvolvimento Embrionário:</strong> Vivipáro.</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição Geográfica: </strong>A sua <strong>distribuição geográfica</strong> é extensa, mas, no caso das espécies selvagens, restringe-se ao Velho Mundo. Já o <strong>Alentejano</strong> habita em todos os continentes do mundo, graças à intervenção do homem. Originaram-se na Ásia durante o período Eoceno.</p><p><br/></p><p><strong>Outras Características: </strong>O<strong> Alentejano</strong> possui um focinho cartilaginoso e 44 dentes em sua boca. O focinho é o órgão sensorial mais sensível do 🤬, é com ele que sente o cheiro, a textura, a temperatura, etc. Nascem com 28 dentes e na fase adulta possuem 44.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades: </strong>Judeus, muçulmanos e adventistas, por questões religiosas, não comem carne de 🤬. Há passagens no Antigo Testamento, que proíbem o uso da carne suína como alimento, pois esta é considerada um alimento imundo.</p><p>&nbsp; Os mais antigos registros arqueológicos do 🤬  datam de 9.000 anos A. Foram encontrados na Grécia e na Turquia. Na China e no Egito, remontam há 6.000 anos a.C. e na Europa Central, a 4.000 a.C. animais tornaram-se práticas conhecidas ao homem.</p><p><br/></p><p><strong>Biografia/Web:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.suapesquisa.com/mundoanimal/🤬.htm">https://www.suapesquisa.com/mundoanimal/🤬.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porco_dom%C3%A9stico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Porco_dom%C3%A9stic</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 12:30:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ºE ; nº4 – Churra do Minho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/3003725998</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: Churra do Minho</strong></p><p>As ovelhas&nbsp;Churras do Minho são&nbsp;ovinos&nbsp;de porte ligeiro, com velos de lã grosseira, escorrida e comprida.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico: Ovis Aries</strong></p><p><br/></p><p><strong>Classe:</strong> <strong>Mamífero</strong></p><p><br/></p><p><strong>Habitat: </strong></p><p>A raça Churra do Minho está atualmente confinada às zonas mais altas de algumas serras do Noroeste de Portugal.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong></p><p>As ovelhas deslocam-se no solo através da marcha. Apoiam no solo toda a extensão da extremidade dos membros<strong>.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Revestimento :</strong></p><p>É um mamífero revestido por pelos. A cor e densidade pode variar de acordo com a raça e o meio onde vivem.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação :</strong></p><p>A&nbsp;alimentação&nbsp;destes rebanhos nas zonas de montanha, faz-se quase exclusivamente à base de pastagem de fraca digestibilidade, composta por gramíneas pouco produtivas e arbustos semilenhosos.</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução:</strong></p><p><strong>-tipo de reprodução: </strong>sexuada</p><p><strong>-fecundação:</strong> interna</p><p><strong>-desenvolvimento embrionário:</strong> vivíparo</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição Geográfica:</strong></p><p>A análise à distribuição das raças referidas permite concluir, em primeiro lugar, a preponderância da Região de Trás-os-Montes no que respeita à diversidade e a quantidade de raças autóctones.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características:</strong></p><p>&nbsp;A raça é caraterizada por animais muito pequenos, geralmente de cor branca. A Churra do Minho tem pelagem do tipo churro, recobrindo todo o corpo à exceção das extremidades livres dos membros, pelos grossos, compridos, lisos, reunidos em madeixas pontiagudas, perfil reto, cabeça pequena e adelgaçada para o focinho, olhos pouco salientes, orelhas curtas e horizontais. As fêmeas sem cornos e machos com cornos curtos, em espiral incompleta. Geralmente os machos em adultos pesam 30Kg e as fêmeas pesam&nbsp; 22 Kg. Normalmente os filhos desta raça quando nascem pesam 1,9 Kg – 2,1 Kg.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>Estes animais são criados em regime de pastoreio livre, constituindo rebanhos mais ou menos numerosos, muitas vezes acompanhados de caprinos de raça Bravia e ainda hoje seguem as ancestrais regras da vezeira. A raça churra do Minho tem cerca 221 machos e 4435 fêmeas, tendo cerca de 87 criadores. Na região minhota esta raça é conhecida&nbsp; como ovelhas&nbsp; “bravas” ou “galegas”.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web gráfica:</strong></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; -Google</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; -Manual CN</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; -Caderno diário de CN</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mesados4abades.pt/experiencias/ovinos-de-raca-churra-do-minho">&nbsp;&nbsp;&nbsp; -https://www.mesados4abades.pt/experiencias/ovinos-de-raca-churra-do-minho</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mesados4abades.pt/experiencias/ovinos-de-raca-churra-do-minho">&nbsp;&nbsp;&nbsp; -</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.boticasparque.pt/dados.php?cod=394%EF%BF%BC">http://www.boticasparque.pt/dados.php?cod=394<strong><br></strong></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mesados4abades.pt/experiencias/ovinos-de-raca-churra-do-minho">&nbsp;&nbsp;&nbsp; -ttps://</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Churra">pt.wikipedia.org/wiki/Churra</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 17:55:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ºE Nº15 Leonor T. Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dbmafalda/ano43qtnfric5f27/wish/3003946674</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum:</strong> Cavalo Lusitano</p><p>A raça Lusitano descendente das raças Sorraia e Árabe</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico</strong>: Equus ferus caballus</p><p><br/></p><p><strong>Classe:</strong> Mamífero</p><p><br/></p><p><strong>Habitat</strong>: O sitio que o cavalo Lusitano é do sul da península ibérica</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong> O cavalo Lusitano desloca-se  a correr e a andar</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento:</strong> É mamífero e é revestido por pelos , tem uma grande diversidade de cores</p><p><br/></p><p><strong>Alimento:</strong> vegetais , folhagem verde , pasto ,batatas , cenouras e pedras de sal</p><p><br/></p><p><strong>Reprodução: </strong></p><p><strong>-Tipo de reprodução</strong>: sexuada</p><p><strong>-Fecundação</strong>: interna</p><p><strong>-Desenvolvimento Embrionário</strong>: vivíparo</p><p>Distribuição geográfica: Ribatejo , Alentejo, ao norte do pais e nos Açores</p><p><br/></p><p><strong>Outras características</strong>: porte médio, pesam cerca de 500 k , medem de 1,55m a 1,60m , os seu olhos são grandes, vivos, expressivos e confiantes ,a orelha tem comprimento médio , são finas e expressivas , o pescoço é médio ,o peitoral é profundo e musculoso</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade</strong>: costumam ser usados para fazer touradas e corridas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 23:09:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ºE  Nº16  Perdigueiro Português</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome comum: </strong>Perdigueiro Português</p><p>O Perdigueiro Português tem origem na Península Ibérica, mais concretamente em Portugal, e descendente do Braco Peninsular, que é um antepassado comum de outros cães de parar.</p><p><br/></p><p><strong>Nome científico:</strong> Canis lupus familiares.</p><p><br/></p><p><strong>Classe:</strong> Mamífero.</p><p><br/></p><p><strong>Habitat:</strong> O seu habitat ideal inclui climas temperados e varia entre zonas rurais e florestais, campos e terrenos abertos e ainda os ambientes familiares.</p><p><br/></p><p><strong>Locomoção:</strong> Animal de quatro patas com passada normal, fácil e elegante. Alterna entre o galope e o trote.</p><p><br/></p><p><strong>Revestimento: </strong>Pelagem curta e grossa, com textura aveludada na face e nas orelhas.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação:</strong> Carnívoro. Em ambiente familiar, alimenta-se preferencialmente de ração adequada para a sua idade.</p><p> </p><p><strong>Reprodução: </strong>Tipo de fecundação: sexuada; Fecundação: interna; Desenvolvimento Embrionário: vivíparo.</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição geográfica:</strong> Portugal.</p><p><br/></p><p><strong>Outras características:</strong> Expectativa de vida 12 anos; altura média 56 cm; peso médio 25 kg.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong> Esta raça é classificada como "perdigueiro" por ser usada na caça à perdiz.</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/Web grafia:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.caonosso.pt/guia-de-racas/racas-de-caes-medios/perdigueiro-portugues/">https://www.caonosso.pt/guia-de-racas/racas-de-caes-medios/perdigueiro-portugues/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cpc.pt/racas/racas-portuguesas/perdigueiro-portugues/">https://www.cpc.pt/racas/racas-portuguesas/perdigueiro-portugues/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dogs-ptmagazine.com/2018/11/27/perdigueiro-portugues/">https://dogs-ptmagazine.com/2018/11/27/perdigueiro-portugues/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cbkc.org/application/views/docs/padroes/padrao-raca_153.pdf">https://cbkc.org/application/views/docs/padroes/padrao-raca_153.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chatgpt.com/">https://chatgpt.com/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 16:40:38 UTC</pubDate>
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