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      <title>LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA by JENNIFER FERREIRA LEITE</title>
      <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06</link>
      <description>Transmissão, sintomas, tratamento, diagnóstico, prevenção, fotografias de lesões macroscópicas, exames histopatológicos, transmissão aos seres humanos.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-23 23:24:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-21 09:57:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis)</title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764216917</link>
         <description><![CDATA[<div>Mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis) é um <strong>inseto hematófago</strong> da família dos Psychodidae. É um dos principais vetores da leishmaniose visceral. O mosquito-palha é um flebotomíneo cujo desenvolvimento das larvas depende de alimentação proveniente de matéria orgânica depositada no solo.<br>Após o acasalamento, as fêmeas do mosquito-palha se alimentam de sangue, pois é das substâncias presentes nele que as elas obtêm os nutrientes necessários para o desenvolvimento dos seus ovos, os quais depositará em ambientes de sombra, úmidos e ricos em matéria orgânica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:28:34 UTC</pubDate>
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         <title>SINTOMAS </title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764225939</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sintomas gerais da leishmaniose canina:<br></strong><br></div><div>-Perda de peso.</div><div>-Apetite anormal.</div><div>-Animal fica mais triste (letargia).</div><div>-Palidez das mucosas (olhos, boca, vulvar, prepúcio).</div><div>-Aumento do baço (Esplenomegalia).</div><div>-Aumento da quantidade de urina.</div><div>-Aumento da quantidade de ingestão de água.</div><div>-Febre.</div><div>-Vômito.</div><div>-Diarreia.</div><div>-Aumento dos linfonodos. (linfonodomegalia).</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Sintomas cutâneos da leishmaniose canina:<br></strong><br></div><div>-Perda de pelos (alopecia).</div><div>-Dermatites sem coceira, e também pode não ter queda de pelos.</div><div>-Lesões na pele profundas ou superficiais.</div><div>-Presença de nódulos na pele.</div><div>-Presença de “bolhas” de pus na pele, pode ser pequena ou grande.</div><div>-Crescimento exagerado das unhas.<br><br></div><div><strong>Sintomas oculares da leishmaniose canina:<br></strong><br></div><div>-Lesões nas pálpebras (Blefarite).<br>-Conjuntivite.<br>-Falta de produção de lágrima, olho fica irritado e seco (Ceratoconjuntivite seca).<br>-O olho fica mais opaco (Uveíte e endoftalmites).<br><br></div><div><strong><br>Outros sintomas da leishmaniose canina:<br></strong><br></div><div>-Lesões nas cavidades orais, genitais e nasais.<br>-Sangramento nasal, eventual ou continuo (Epistaxe).<br>-Dor no animal ao andar, correr, pular (Poliartrite, osteomielite, polimiosite).<br>-Dor no animal ao mastigar e comer alimentos (Miosite atrófica mastigatória).<br>-Dificuldade de coagulação do sangue de um machucado ou ferida ou por coleta de sangue (trombocitopenia, vasculite sistêmica, tromboembolismo arterial).<br>-Convulsões e outros problemas neurológicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:36:23 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTO </title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764237981</link>
         <description><![CDATA[<div>O tratamento é recomendado para cães de todas as&nbsp; idades&nbsp; e de diferentes graus de acometimento da leishmania. Mas,&nbsp; existe&nbsp; um protocolo que os veterinários clínicos seguem de acordo com a gravidade da doença no cão.&nbsp; Segundo o protocolo, qualquer animal que for tratado tem que passar por uma consulta, com um médico veterinário,&nbsp; para avaliar quais danos o parasita já causou em seu organismo. Dependendo das lesões, vai ser definido qual que é o protocolo mais indicado para seu tratamento. No geral, o tratamento com Milteforan é simples porque ele é via oral, então ele é administrado junto com o alimento, e também pode ser feito em casa, sem necessidade de internação. O tratamento é feito durante 28 dias, numa dose que tem que ser ajustada de acordo com o peso do cachorro. Depois desses 28 dias de tratamento, esse animal passa a ser avaliado a cada 4 meses por um médico veterinário para ver se é necessário um novo ciclo de tratamento. É importante ressaltar também que nem todos os cães tratados vão responder 100% ao tratamento. A bula do Milteforan fala que ele tem uma disponibilidade de 94% nos cães mas, se o cão já estiver muito debilitado da doença, ele pode não responder ao tratamento. E ai, infelizmente, será necessária a eutanásia, até para amenizar o sofrimento dele. O tratamento da Leishmania é como se fosse uma quimioterapia. A leishmaniose por ser uma doença que o parasita fica dentro da célula é mais difícil de combater do que uma doença bacteriana comum, por exemplo. Lembrando que o dono que não optar nem pelo tratamento e nem pela eutanásia pode ser responsabilizado pela vigilância sanitária inclusive como um risco de saúde pública. Porque aquele animal que apresenta resultado positivo e não é tratado, ele se torna um um risco de saúde pública.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:45:35 UTC</pubDate>
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         <title>PREVENÇÃO</title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764248446</link>
         <description><![CDATA[<div>Manter quintais, terrenos e criadouros de animais, como galinheiros por exemplo, sempre limpos é um dos primeiros cuidados que as pessoas devem ter. Após o acasalamento, as fêmeas do mosquito-palha, um dos principais vetores da leishmaniose visceral canina depositam seus ovos, especialmente em substratos úmidos e ricos em matéria orgânica, tais como: fezes de animais, folhas secas, frutos em decomposição e até lixo doméstico.<br><br>Os animais domésticos, em especial os cães, estão entre as principais fontes de alimento da fêmea do mosquito-palha, e é por isso que o uso de repelentes tópicos é altamente recomendado.<br><br>Outra forma de proteger os canídeos da leishmaniose é por meio da imunoprofilaxia. A vacinação deve ser precedida de exame sorológico para determinar se o cão tem a doença por teste rápido imunocromatográfico. Em estudos sobre o tratamento para Leishmaniose visceral canina foram relatadas a utilização das Vacinas Leishmune® contra a LVC, já aprovada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e uma nova vacina, a Leish-Tec®, produzida pela HertapeCalier, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A Leish-Tech® induz resposta imune protetora contra a infecção por L. donovani, L. amazonensis e L. chagasi. Ao ser realizado os testes de rotina como RIFI ou ELISA, os animais vacinados mantêm a sorologia negativa.<br><br>Sua atividade se inicia por volta das 18h e termina somente no final da noite/começo da madrugada, horário que geralmente os cães estão dormindo e não percebem a picada. Os locais de preferência da picada nos cães, são os locais com menor quantidade de pelos como: focinho, orelhas, barriga.<br><br></div><div>Com uma <a href="http://leishmaniosevisceralcanina.com.br/mitos-e-verdades-leishmaniose-visceral-canina-calazar/"><strong>vida média de 20 dias</strong></a>, as fêmeas do mosquito-palha buscam avidamente por alimento a fim de gerar sua prole. E é por isso que proteger os animais domésticos, em especiais os cães é tão importante.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:53:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>EXAME HISTOPATOLÓGICO -  Fotomicrografia das lesões de cães com Leishamaniose, apresentando Padrão Dermatológico Descamativo. </title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764273623</link>
         <description><![CDATA[<h1>(A) Dermatite Perianexial. Infiltrado inflamatório ao redor de anexos cutâneos (setas). (B) Dermatite liquenóide. Infiltrado inflamatório distribuído em faixa na interface epidermo-dermal (*). (C) Dermatite granulomatosa. Infiltrado inflamatório composto por macrófagos epitelióides, linfócitos e plasmócitos. (D) Dermatite piogranulomatosa. Infiltrado inflamatório composto por macrófagos epitelióides, linfócitos, plasmócitos e neutrófilos (seta). &nbsp;</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 00:10:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exame Histopatológico - Fotomicrografia das lesões de cães com Leishamaniose, apresentando Padrão Dermatológico Ulcerativo.</title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764286766</link>
         <description><![CDATA[<h1>&nbsp;(A) Dermatite difusa. Infiltrado inflamatório em difuso em derme, encimado por extensa úlcera (seta). (B) Formas amastigotas presentes no citoplasma de macrófagos (setas). &nbsp;</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 00:17:55 UTC</pubDate>
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         <title>Fotografia de lesões macroscópicas de cães com Leishmaniose</title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764291577</link>
         <description><![CDATA[<h1>(A) Dermatite descatimativa generalizada. Intensa descamação seca (setas) na região do tronco. (B) Dermatite ulcerativa. Presença de quatro grandes úlceras na região lombo-sacra (setas), este animal foi submetido a tricotomia para evidenciação das lesões. &nbsp;</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 00:20:41 UTC</pubDate>
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         <title>DIAGNOSTICO</title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764316781</link>
         <description><![CDATA[<div>A confirmação do diagnóstico da LVC pode se basear em métodos parasitológicos, sorológicos e moleculares. O diagnóstico parasitológico é considerado por alguns autores, um exame chave, onde se observa as formas amastigotas da Leishmania em esfregaços de linfonodos, medula óssea, aspirado esplênico, biópsia hepática e esfregaços sanguíneos corados com corantes de rotina, tais como Giemsa (Figura acima), Wright e Panótico. Ocasionalmente, também se observam parasitas em impressões citológicas obtidas abaixo de crostas e escamas cutâneas, ou através de aspiração de nódulos cutâneos. Ainda, é possível realizar biópsias cutâneas de áreas macroscopicamente normais, como na parte superior do focinho, por ser a área preferida dos vetores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 00:29:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRANSMISSORES</title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764342334</link>
         <description><![CDATA[<div>É transmitida através da picada de mosquitos flebotomídeos, principalmente do gênero Lutzomyia, entre os quais se destaca a espécie Lutzomyia longipalpis, conhecido popularmente, por mosquito-palha, birigui ou tatuquiras.<br>A classificação da leishmaniose pode gerar confusão, pois nos humanos é geralmente subdividida em três categorias: Leishmaniose Cutânea, Leishmaniose Muco-cutânea, e Leishmaniose Visceral.<br>A Leishmaniose Canina (LC) é classificada como uma Leishmaniose Visceral (LV), dado que o agente provoca a LV em humanos, contudo a síndrome observada em cães combina quase sempre a doença visceral e a cutânea em simultâneo. Os parasitas do gênero Leishmania são parasitas digenéticos que se desenvolvem como promastigotas no estômago de mosquitos flebótomos, e como amastigotas no citoplasma dos macrófagos dos hospedeiros vertebrados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 00:38:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRANSMISSÃO DA LEISHMANIOSE NOS SERES HUMANOS </title>
         <author>jenniferleite</author>
         <link>https://padlet.com/jenniferleite/amqslgp7ef295z06/wish/1764416574</link>
         <description><![CDATA[<div>A transmissão da leishmaniose para os humanos só acontece através da picada do inseto infectado. Assim, a única forma de se proteger contra a doença é evitando a picada do mosquito adotando alguns cuidados como:</div><ul><li>Utilizar redes mosquiteiras ou cortinas repelentes nas janelas e portas de casa;</li><li>Passar repelente na pele ou utilizar frequentemente <em>sprays</em> inseticidas;&nbsp; &nbsp;</li><li>&nbsp; Evitar tomar banho em rios ou lagos perto de mata.</li></ul><div><br>As leishmanioses são doenças potencialmente graves, cujo diagnóstico deve ser precoce, principalmente no caso da leishmaniose visceral. Uma situação de feridas que não cicatrizam ou um quadro de febre a esclarecer são sinais importantes para procurar um serviço de saúde.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 01:06:33 UTC</pubDate>
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         <title>AGRADECIMENTO </title>
         <author>jenniferleite</author>
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         <description><![CDATA[<div>Agradecemos pela visualização de nosso trabalho, o conteúdo trás diversas informações para que o tutor e o seu animal fique longe dos mosquitos transmissores da leishmaniose. Se cuide e cuide de seu amigo cãozinho.<br>Alunos : 202111116 - Jennifer Ferreira Leite , 202109626 - Julia Quirino,&nbsp; 202103075 - Rafael Cabral Da Costa , 202113532 - Josy Kelly G Dos Santos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 01:25:49 UTC</pubDate>
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