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      <title>Linha do tempo by Bernardo Carvalho</title>
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      <description>Deslocar-se para ver</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-03 19:41:27 UTC</pubDate>
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         <title>Bloqueio Continental </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Bloqueio Continental foi a proibição imposta pelo imperador Napoleão Bonaparte, com a promulgação, a 21 de novembro de 1806, do decreto de Berlim, que consistia em impedir o acesso a portos dos países então submetidos ao domínio do Primeiro Império Francês (1804-1814) a navios do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 19:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>Vinda da Família Real </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>vinda da Família Real para o Brasil foi um evento que ocorreu entre 1807 e 1808, motivado pela invasão de Portugal pelas tropas francesas durante o período napoleônico: </p><p> </p><p>A família real embarcou para o Brasil entre os dias 25 e 27 de novembro de 1807. </p><p> </p><p>Desembarcou em Salvador no dia 22 de janeiro de 1808. </p><p> </p><p>Chegou ao Rio de Janeiro no dia 8 de março de 1808. </p><p> </p><p>A vinda da Família Real foi marcada por:</p><p>Pânico e correria nos preparativos para a viagem. </p><p> </p><p>Estima-se que até 15 mil pessoas tenham embarcado. </p><p> </p><p>Acompanhamento da corte por 4 navios da esquadra britânica. </p><p> </p><p>Embarque de móveis, documentos, dinheiro, obras de arte e a real biblioteca. </p><p> </p><p>Chegada triunfal, com salvas de canhões, tiros de fuzis e badaladas dos sinos das igrejas. </p><p> </p><p>A vinda da Família Real para o Brasil trouxe transformações profundas para o país, tanto no aspecto econômico, quanto no social e no político. Entre as principais medidas tomadas pela Coroa, destacam-se:</p><p>Abertura dos portos às nações amigas</p><p>Criação da Imprensa Régia</p><p>Fundação do primeiro Banco do Brasil</p><p>Criação da Academia Real Militar</p><p>Abertura de escolas</p><p>Instalação da Real Fábrica de Pólvora</p><p>Criação da Biblioteca Real</p><p>Criação do Jardim Botânico</p><p>Criação do Museu Real </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 19:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>Abertura dos portos </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>A abertura dos portos brasileiros foi uma medida tomada pelo príncipe regente Dom João VI em 28 de janeiro de 1808, por meio de um decreto real: </p><p> </p><p>A medida permitiu a entrada de mercadorias estrangeiras no Brasil, rompendo o Pacto Colonial que vigorava desde o início da colonização </p><p> </p><p>Os portos de Belém, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Luís foram autorizados a receber embarcações estrangeiras </p><p> </p><p>Os produtos brasileiros, exceto o pau-brasil, puderam ser exportados mediante o pagamento de impostos </p><p> </p><p>As mercadorias estrangeiras foram taxadas em 24% de imposto alfandegário </p><p> </p><p>A abertura dos portos foi uma das primeiras medidas tomadas por Dom João VI após a chegada da família real portuguesa ao Brasil. A decisão foi influenciada pelo contexto das Guerras Napoleônicas, que ameaçavam a segurança de Portugal e interromperam o comércio ultramarino do país. </p><p> </p><p>A abertura dos portos teve consequências diretas no processo de independência do Brasil. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 19:45:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tratados Assinados </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os tratados assinados após a chegada da família real ao Brasil em 1810 foram o Tratado de Aliança e Amizade e o Tratado de Comércio e Navegação, ambos com o Reino Unido:</p><p>O Tratado de Aliança e Amizade e o Tratado de Comércio e Navegação estabeleceram vantagens comerciais, como a redução do imposto de importação de produtos ingleses para 15%.</p><p>O tratado também estabeleceu o compromisso de acabar com o tráfico negreiro e com a escravidão.</p><p>O tratado permitiu que súditos ingleses que cometessem crimes em terras portuguesas fossem julgados por magistrados ingleses.</p><p>O tratado também permitiu a construção de cemitérios e templos protestantes no Brasil. </p><p> </p><p>A vinda da família real para o Brasil trouxe outras mudanças, como a criação da Imprensa Régia, do Banco do Brasil, da Academia Real Militar, do Museu Nacional, da Biblioteca Real, do Jardim Botânico, entre outras. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 19:45:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Medidas tomadas por D. João Vl </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>D. João VI tomou várias medidas ao chegar ao Brasil em 1808, incluindo:</p><p>Abrir os portos do Brasil ao comércio de nações amigas, o que na prática significava apenas a Inglaterra </p><p> </p><p>Criar o Banco do Brasil, o Teatro Nacional, a Biblioteca Nacional e o Jardim Botânico </p><p> </p><p>Construir museus, teatros e bibliotecas </p><p> </p><p>Permitir a instalação de uma tipografia no Rio de Janeiro </p><p> </p><p>Desarrollar faculdades de medicina em Salvador e no Rio de Janeiro </p><p> </p><p>Abrir a possibilidade de criar fábricas no Brasil </p><p> </p><p>Elevar o Brasil à condição de Reino Unido em 1815, extinguindo politicamente a condição colonial do país </p><p> </p><p>Incorporar ao Brasil os Sete Povos das Missões Orientais do Uruguai </p><p> </p><p>A abertura dos portos do Brasil dinamizou a economia, estabeleceu o acesso a novas mercadorias e diminuiu o custo de vida. No entanto, para os portugueses, essa decisão representava o fim dos amplos lucros obtidos com a sua mais lucrativa colônia. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 19:54:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolução Pernambucana </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento de caráter liberal e republicano que eclodiu no dia 6 de março de 1817 em Pernambuco, no Brasil. Dentre as suas causas, destacam-se a influência das ideias iluministas propagadas pelas sociedades maçônicas contra o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da Família Real e seu séquito recém-chegados ao Brasil — a Capitania de Pernambuco, então a mais lucrativa da colônia, era obrigada a enviar para o Rio de Janeiro grandes somas de dinheiro para custear salários, comidas, roupas e festas da Corte, o que dificultava o enfrentamento de problemas locais (como a seca ocorrida em 1816) e ocasionava o atraso no pagamento dos soldados, gerando grande descontentamento no povo pernambucano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 19:56:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolta do Porto </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199276104</link>
         <description><![CDATA[<p>A Revolução do Porto, também referida como Revolução Liberal do Porto, foi um movimento de cunho liberal que eclodiu a 24 de agosto de 1820 na cidade do Porto e teve repercussões tanto na História de Portugal quanto na História do Brasil. O movimento resultou no retorno (1821) da Corte Portuguesa, que se transferira para o Brasil durante a Guerra Peninsular, e no fim do absolutismo em Portugal, com a ratificação e implementação da primeira Constituição portuguesa (1822).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 19:59:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Declaração da Independência </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>A independência do Brasil foi declarada no dia 7 de setembro de 1822, às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo, pelo então regente do país, D. Pedro, que mais tarde se tornou D. Pedro </p><p> A independência do Brasil foi o resultado do desgaste das relações entre Brasil e Portugal, que se iniciou com a Revolução do Porto de 1820. O processo de separação foi acompanhado por pequenos conflitos armados, principalmente no Nordeste. </p><p> </p><p>Após a independência, o Brasil se organizou como uma monarquia, com D. Pedro I como imperador. A separação oficial entre os dois países só ocorreu em 22 de setembro de 1822, quando Pedro escreveu uma carta a João VI. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:01:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Abdicação do Trono </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os brasileiros, descontentes, começaram a quebrar as janelas dos portuguesas. Estes últimos revidaram atirando garrafas contra os primeiros, constituindo assim o episódio conhecido como Noite das Garrafadas. Em meio a tudo isso, D. Pedro I decide abdicar do trono em 7 de abril de 1831, em favor de seu filho, D. Pedro ll </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:06:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Governo de D. Pedro l</title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199280039</link>
         <description><![CDATA[<p>O governo de Dom Pedro I, o primeiro imperador do Brasil, foi marcado por um autoritarismo que gerou insatisfação, principalmente entre as elites do Nordeste: </p><p> </p><p>Independência</p><p>Dom Pedro I declarou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822, após receber uma carta de Portugal exigindo seu retorno. </p><p> </p><p>Constituição</p><p>Em 1824, Dom Pedro I outorgou uma Constituição que criou um Estado centralizado e lhe conferiu poderes absolutos. </p><p> </p><p>Confederação do Equador</p><p>Em 1824, a província de Pernambuco, juntamente com as províncias da Paraíba e do Ceará, rebelou-se contra o governo de Dom Pedro I. O imperador tentou impedir a rebelião, mas acabou por subjugá-la, com a execução de 16 revoltosos e a perda de parte do território de Pernambuco. </p><p> </p><p>Abdicação</p><p>Em 7 de abril de 1831, Dom Pedro I abdicou do trono em favor de seu filho, Pedro de Alcântara. </p><p> </p><p>Outros acontecimentos do período do Primeiro Reinado foram a Guerra da Cisplatina e a construção das bases do Brasil como Estado-nação. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:08:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Constituição de 1824</title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199281282</link>
         <description><![CDATA[<p>A Constituição de 1824 foi a primeira Constituição do Brasil, outorgada em 25 de março de 1824, por Dom Pedro I: </p><p> </p><p>Estabeleceu um regime monárquico e hereditário </p><p> </p><p>Conferiu amplos poderes ao imperador, por meio do Poder Moderador, que ficava acima dos outros poderes </p><p> </p><p>Adotou o catolicismo apostólico romano como religião oficial </p><p> </p><p>Permitiu outras religiões, desde que fossem praticadas em casa </p><p> </p><p>Estabeleceu quatro poderes: Legislativo, Executivo, Judiciário e Poder Moderador </p><p> </p><p>Vigorou até a Proclamação da República </p><p> </p><p>A Constituição de 1824 foi elaborada em um contexto de tensão entre o imperador e os membros da Assembleia Constituinte. Dom Pedro I rejeitou o texto proposto pela Assembleia em 1823, conhecido como a Carta da Mandioca, e impôs a sua própria Constituição. </p><p> </p><p>A Constituição de 1824 foi marcada por heranças coloniais e consolidou desigualdades. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:10:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Confederação do Equador</title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199281405</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse “Brasil alternativo” era republicano, tinha o poder descentralizado e considerava acabar com a escravidão. A Confederação do Equador foi proclamada em 2 de julho de 1824 e ainda contou com a adesão da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. A nova nação, contudo, teve vida curta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:10:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Guerra da Cisplatina </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199282232</link>
         <description><![CDATA[<p>A guerra da Cisplatina ou campanha da Cisplatina, conhecido na historiografia argentina e uruguaia como província em disputa[6] foi um conflito ocorrido entre o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata, no período de 1825 a 1828, pela posse da Província Cisplatina, a região da atual República Oriental do Uruguai. Na historiografia argentina é denominada como Guerra do Brasil ou Guerra Argentino-Brasileira ou Guerra Rioplatense-Brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:12:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Insatisfação com D. Pedro l </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199283104</link>
         <description><![CDATA[<p>A insatisfação com Dom Pedro I, primeiro imperador do Brasil, foi resultado de diversos fatores, incluindo:</p><p>Guerra da Cisplatina</p><p>O envolvimento do Brasil na guerra contra as Províncias Unidas do Prata (atual Argentina) foi desastroso para o país e para a reputação do imperador. O Brasil acumulou derrotas e a situação econômica ficou ainda pior. </p><p> </p><p>Falência do Banco do Brasil</p><p>Em 1829, a falência do Banco do Brasil agravou o repúdio aos poderes imperiais. </p><p> </p><p>Assassinato de Líbero Badaró</p><p>O jornalista italiano Líbero Badaró, grande crítico do imperador, foi assassinado em novembro de 1830. D. Pedro I foi acusado de proteger os assassinos. </p><p> </p><p>Noite das Garrafadas</p><p>Em março de 1831, defensores e críticos de D. Pedro entraram em combate nas ruas do Rio de Janeiro. </p><p> </p><p>Atitudes oportunistas</p><p>D. Pedro I oferecia alguns postos no governo imperial à oposição, concentrada no Partido Brasileiro. </p><p> </p><p>Atritos com a imprensa e com a Câmara dos Deputados</p><p>O imperador tinha atritos constantes com a imprensa e com a Câmara dos Deputados. </p><p> </p><p>D. Pedro I abdicou do trono em 7 de abril de 1831 para que seu filho, Pedro de Alcântara, pudesse assumir quando completasse 18 anos. A fase de transição entre os reinados de D. Pedro 1° e D. Pedro 2° ficou conhecida como Período Regencial e dur</p><p>ou de 1831 a 1840. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:14:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Período Regencial</title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199283655</link>
         <description><![CDATA[<p>Período Regencial é como ficou conhecido o decênio de 1831 a 1840 na História do Brasil, compreendido entre a abdicação de Pedro I e a "Declaração da Maioridade", quando seu filho Pedro II tem a maioridade proclamada e dá início ao segundo reinado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:15:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Revoltas Regenciais</title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199284201</link>
         <description><![CDATA[<p>As Revoltas Regenciais foram uma série de rebeliões que aconteceram no Brasil durante o Período Regencial, entre 1831 e 1840. Essas revoltas foram marcadas por insatisfação política e social, e por péssimas condições de vida da população. </p><p> </p><p>Algumas das principais Revoltas Regenciais foram:</p><p>Cabanagem</p><p>Ocorreu na Província do Grão-Pará entre 1835 e 1840</p><p><br/></p><p>Guerra dos Farrapos</p><p>Ocorreu na Província de São Pedro do Rio Grande do Sul entre 1835 e 1845</p><p><br/></p><p>Revolta dos Malês</p><p>Ocorreu na Província da Bahia em 1835</p><p><br/></p><p>Sabinada</p><p>Ocorreu na Província da Bahia entre 1837 e 1838</p><p><br/></p><p>Balaiada</p><p>Ocorreu na Província do Maranhão entre 1838 e 1841 </p><p> </p><p>As Revoltas Regenciais foram marcadas por uma série de fatores, como:</p><p>A ausência de um governo forte </p><p> </p><p>A disputa de poder </p><p> </p><p>A insatisfação com a pobreza e a desigualdade </p><p> </p><p>A insatisfação com os rumos do país </p><p> </p><p>A insatisfação com a centralização do poder </p><p> </p><p>A reivindicação por melhores condições de vida </p><p> </p><p>As causas das revoltas variavam de acordo com cada local, o que explica a diversidade de participantes e motivos. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:16:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Organização de grupos políticos </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3199285892</link>
         <description><![CDATA[<p>política autoritária de D. Pedro I sofria uma forte oposição localizada em dois polos principais. Um deles era a nascente imprensa. Em todo o país, não apenas na corte, surgiam, nesse período, jornais chamados de pasquins. Eram pequenas publicações que saíam sem muita regularidade, utilizando uma linguagem inflamada que aumentava à medida que crescia o descontentamento com o monarca. O outro polo localizava-se na Câmara dos Deputados. Convocada em 1826 por D. Pedro I, era composta por deputados eleitos em 1824, na maioria francamente contrários ao imperador, razão para a demora da convocação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:19:09 UTC</pubDate>
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         <title>Golpe da Maioridade </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Declaração da Maioridade de D. Pedro II, também referida na História do Brasil como Golpe da Maioridade, ocorreu em 23 de julho de 1840 com o apoio do Partido Liberal e pôs fim ao período regencial brasileiro. Os liberais agitaram o povo, que pressionou o Senado para declarar o jovem Pedro II maior de idade antes de completar 15 anos. Em 1834, o Parlamento Português já havia declarado maioridade para uma irmã de Pedro II, no caso, foi Maria II de Portugal, que com o ato, passou a reinar sem o regente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 20:20:00 UTC</pubDate>
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         <title>Governo de D.Pedro ll</title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>(1840-1889)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>Organizações políticas </title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>No governo de Dom Pedro II, a política brasileira era complexa e caracterizada por:</p><p>Parlamentarismo</p><p>Em 1847, Dom Pedro II implantou o parlamentarismo no Brasil, que funcionava de forma diferente do sistema inglês. </p><p> </p><p>Partidos políticos</p><p>Os dois partidos que dominavam a política eram o Partido Conservador e o Partido Liberal, que representavam os mesmos interesses e classes sociais. </p><p> </p><p>Poder Moderador</p><p>Dom Pedro II atuava como mediador político entre os partidos, usando o Poder Moderador para agradar ambos os lados. </p><p> </p><p>Sistema político</p><p>O sistema político brasileiro ficou conhecido como “parlamentarismo às avessas”. </p><p> </p><p>A monarquia foi perdendo legitimidade com o surgimento de novos interesses e aspirações sociais. A aliança entre os ricos proprietários rurais do oeste paulista e a elite militar do Exército levou à proclamação da República em 15 de novembro de 1889. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>Parlamentarismo as Avessas</title>
         <author>bgpmdec</author>
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         <description><![CDATA[<p>O chamado parlamentarismo às avessas foi o sistema político vigente no Império do Brasil durante o Segundo Reinado. Esse sistema alternava na chefia do Poder Executivo os partidos Conservador e Liberal, baseados na escolha do Poder Moderador. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:17:25 UTC</pubDate>
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         <title>Economia( café como carro chefe )</title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3212892121</link>
         <description><![CDATA[<p>A economia cafeeira foi o carro-chefe da economia brasileira durante o século XIX e o início do século XX. O café foi o principal produto de exportação do país, garantindo divisas para sustentar o Império do Brasil e a República Velha. </p><p> </p><p>A economia cafeeira teve como características:</p><p>Modelo de produção plantation, com grandes propriedades monocultoras e escravocratas </p><p> </p><p>Impulsão para a estruturação econômica, política e social do estado de São Paulo </p><p> </p><p>Desenvolvimento da malha ferroviária </p><p> </p><p>Melhoramento de portos </p><p> </p><p>Configuração do comércio regional </p><p> </p><p>Acúmulo de capitais </p><p> </p><p>Imigração intensiva de estrangeiros para o Brasil </p><p> </p><p>Urbanização </p><p> </p><p>Industrialização </p><p> </p><p>Os lucros da atividade cafeeira foram reinvestidos em negócios como bancos, indústrias e melhorias urbanas. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:19:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Barão de Mauá </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3212893180</link>
         <description><![CDATA[<p>Barão de Mauá (Irineu Evangelista de Sousa) (1813-1889) foi um industrial e político brasileiro. Pioneiro da industrialização no Brasil, foi um símbolo dos capitalistas empreendedores brasileiros do século XIX.</p><p><br/></p><p>Foi responsável por grandes obras, como um Estaleiro, a Companhia Fluminense de Transporte e a primeira estrada de ferro ligando o Rio de Janeiro à Petrópolis. Investiu, como sócio, nas ferrovias do Recife e de Salvador, que chegavam até o Rio São Francisco, entre várias outros empreendimentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:20:37 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra do Paraguai </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3212894795</link>
         <description><![CDATA[<p>A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América Latina. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta pelo Império do Brasil, Argentina e Uruguai. Ela se estendeu de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança, na Argentina e no Uruguai, e de Guerra Grande, Guerra Contra a Tríplice Aliança e Guerra-Guaçu no Paraguai.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:21:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Leis Abolicionistas</title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3212896929</link>
         <description><![CDATA[<p>As leis abolicionistas foram uma série de leis aprovadas entre 1850 e 1888 que promoveram a abolição gradual da escravidão no Brasil:</p><p>Lei Eusébio de Queirós (1850): Acabou com o tráfico de escravos</p><p>Lei do Ventre Livre (1871): Libertou as crianças nascidas de mães escravas</p><p>Lei dos Sexagenários (1885): Liberou os escravos com mais de 65 anos</p><p>Lei Áurea (1888): Extinguiu o trabalho escravo no Brasil, libertando cerca de 700 mil escravos </p><p> </p><p>A Lei Áurea foi assinada pela Princesa Isabel, em 13 de maio de 1888, e foi o resultado de uma campanha popular que pressionou o Império para abolir a escravidão. O Brasil era o único país da América que ainda utilizava trabalhadores escravos, e a situação saía do controle do Império. </p><p> </p><p>A abolição da escravidão foi uma forma de encerrar o debate sobre a reforma agrária, que era silenciado pelos grupos conservadores. O fim do apoio das elites escravocratas à monarquia também foi um ponto relevante dessa transformação. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:23:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Crise no império </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3212897880</link>
         <description><![CDATA[<p>O Império de Dom Pedro II entrou em crise devido a uma série de fatores, entre eles:</p><p>Questão abolicionista</p><p>A Lei Áurea, que aboliu a escravidão, foi um dos fatores que mais contribuíram para a queda do Império. A elite latifundiária, que se beneficiava da mão de obra escrava, não aceitou a abolição e rompeu com o Império. </p><p> </p><p>Questão militar</p><p>A Guerra do Paraguai, que durou de 1864 a 1870, expôs os militares a um sentimento republicano e abolicionista. Os militares reclamavam mais reconhecimento, aumento de salário e promoções. </p><p> </p><p>Questão religiosa</p><p>O Imperador se contrapôs à Igreja Católica, exigindo que a Igreja não acatasse ordens papais que não tivessem sido aprovadas por ele. </p><p> </p><p>Questão internacional</p><p>O rompimento diplomático entre o Brasil e a Inglaterra, a chamada Questão Christie, também contribuiu para a crise. </p><p> </p><p>Desinteresse do Imperador</p><p>A partir da década de 1870, o Imperador aparentemente perdeu a vontade de governar e viajou por três grandes períodos. </p><p> </p><p>A crise levou à Proclamação da República, que ocorreu no dia 15 de novembro de 1889, sem participação popular. O Marechal Deodoro da Fonseca foi o primeiro presidente do Brasil. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:23:57 UTC</pubDate>
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         <title>Proclamação da república </title>
         <author>bgpmdec</author>
         <link>https://padlet.com/bgpmdec/amh6nd2ee96zf7wv/wish/3212899095</link>
         <description><![CDATA[<p>A Proclamação da República Brasileira, também referida na História do Brasil como Golpe Republicano ou Golpe de 1889, foi um golpe de Estado político-militar, ocorrido em 15 de novembro de 1889, que instaurou a forma republicana presidencialista de governo no Brasil, encerrando a monarquia constitucional parlamentarista do Império e, por conseguinte, destituindo o então chefe de Estado, imperador D. Pedro II, que em seguida recebeu ordens de partir para o exílio na Europa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:24:57 UTC</pubDate>
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