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      <title>Movimento Negro by Winks da Biologia</title>
      <link>https://padlet.com/winksdabiologia/amfxju612ean</link>
      <description>3º E
Beatriz Santana, Camile Rodrigues, Enzo Rocha, Giovanna Santos, Isabel Vilela, Jean Lucas e Scheitd Henrique 
N° 6, N°  7, N° 11, N° 16, N° 20, N° 21 e N° 37
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-09-04 02:35:56 UTC</pubDate>
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         <title>Origem </title>
         <author>winksdabiologia</author>
         <link>https://padlet.com/winksdabiologia/amfxju612ean/wish/381314851</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O início das lutas do Movimento Negro se deu há muito tempo, desde as revoltas de escravos na época do Brasil colonial, por exemplo. Entretanto, foi reconhecido e estruturado com um fenômeno organizado apenas no século XX, principalmente com os expoentes norte-americanos de lideranças, como Malcolm X Rosa Parks e Martin Luther King Jr.<br><br>Principalmente nas décadas de 1950 e 1960, o Movimento Negro ganhou maior visibilidade, trazendo à luz a pauta do racismo estrutural e difundido em vários setores da sociedade. Nos Estados Unidos, em 1955, Rosa Parks, negra, foi presa por se recusar a dar seu lugar em um ônibus de Montgomery para uma mulher branca. Esse estopim levou a uma <br> série de protestos que, aos poucos, se moldaram em um dos maiores levantes da população negra do século XX.<br>No Brasil, o Movimento Negro corresponde a vários fenômenos e ações executados por pessoas que lutam contra o racismo e pelos direitos para os cidadãos negros. Vários movimentos na história do Brasil possuem destaque relevante.<br><br>Entretanto, até a abolição da escravatura, que se deu apenas no ano de 1888, todo e qualquer movimento pela população negra era considerado clandestino, além de possuir caráter específico, sempre em busca da libertação de negros escravizados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-08 15:01:25 UTC</pubDate>
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         <title>Onde surgiu e porque surgiu </title>
         <author>winksdabiologia</author>
         <link>https://padlet.com/winksdabiologia/amfxju612ean/wish/381314914</link>
         <description><![CDATA[<div>No início do sistema escravocrata, a ideologia racista não era tão profunda dentro do subjetivo das pessoas, nem nas colônias e nem na Europa, assim como explicita o capítulo Os Proprietários, no qual o autor trata das classes livres em São Domingos.<br>“Nos primeiros tempos da colonização, todo mulato [termo utilizado na época, que o autor utiliza para designar uma classe social especifica nos sistemas escravocratas] era libertado na idade de 24 anos, não pela lei, mas porque o número de brancos era tão pequeno em comparação ao número de escravos que os senhores preferiam ter esses intermediários como aliados antes que os deixar engrossar as fileiras de seus inimigos. Naqueles tempos primordiais, o preconceito de raça não era tão forte".<br><br>Apesar da maior parte da mão de obra escrava hoje ser da Ásia e da América Latina, os negros nos países com histórico de escravidão ainda cumprem os papéis mais precários para o funcionamento sórdido do sistema capitalista, e ainda sofrem com os resquícios de uma legislação e um sistema jurídico e penal criado na escravidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-08 15:02:07 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o Movimento</title>
         <author>winksdabiologia</author>
         <link>https://padlet.com/winksdabiologia/amfxju612ean/wish/381315169</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento negro é um fenômeno utilizado em forma de diferentes organizações para reivindicar direitos para a população negra que sofre com o racismo na sociedade.<br><br>Na maioria dos países onde os negros foram escravizados houve sempre uma tentativa de mudar a situação aos quais estavam submetidos.<br><br>Atualmente, o movimento negro é plural e reúne além das pautas como o combate ao racismo, diferentes vertentes como o feminismo, a luta pelos direitos LGBT e tolerância religiosa.<br><br>O movimento negro no Brasil tem suas raízes na própria resistência à escravidão que se manifestava através de fugas, greves de fome e rebeliões</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-08 15:04:06 UTC</pubDate>
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         <title>Lutas e Conquistas</title>
         <author>winksdabiologia</author>
         <link>https://padlet.com/winksdabiologia/amfxju612ean/wish/381316090</link>
         <description><![CDATA[<div>A luta do Movimento Negro resultou, a duras penas, em várias conquistas para a população negra ao redor do mundo. Na África do Sul, por exemplo, o ativismo negro liderado pelo Nobel da Paz Nelson Mandela resultou, após décadas de luta e prisão de seu líder, no fim do Apartheid institucionalizado no país.</div><div>Não apenas na África do Sul, mas em todo mundo a população negra sofreu e ainda sofre com cenários de segregação, racismo estrutural e explícito, além da falta de oportunidades e igualdade de condições entre os cidadãos.</div><div>No Brasil, apesar de algumas conquistas, essa igualdade caminha a passos de tartaruga, principalmente quando são analisadas algumas estatísticas que comprovam uma realidade social ainda muito discriminatória. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística):</div><ul><li>A cada 3 assassinatos no Brasil, 2 são de jovens negros, com idades entre 15 e 24 anos, considerando ainda que a discriminação e o preconceito racial são fortes componentes desta realidade;</li><li>Apesar de a população negra representar cerca de dois terços de todos os cidadãos economicamente ativos no Brasil, os negros permanecem relegados a serviços de base, com salários menores. Na média do país, cerca de 60% dos desempregados são negros;</li><li>A população negra corresponde à maioria (78,9%) da parcela dos 10% de indivíduos com maiores chances de serem vítimas de assassinatos;</li><li>Mulheres negras são as mais vitimadas nos casos de violência doméstica (58,68%), violência obstétrica (65,4%) e mortalidade materna (53,6%);</li><li>Apenas 10% dos livros publicados de 1965 a 2014 foram escritos por autores negros. Além disso, 60% dos protagonistas são homens e 80% são brancos.</li></ul><div>Apesar de um quadro ainda muito desfavorável à população negra, é possível apontar algumas conquistas, como:</div><ul><li>Criação do Dia da Consciência Negra (20 de novembro);</li><li>Lei 10.639/2013, que inclui a comemoração do Dia da Consciência Negra no calendário escolar, trazendo a discussão da história e da cultura afro-brasileiras, além da valorização dos africanos e afro-brasileiros nos currículos escolares da rede pública de ensino;</li><li>Lei 12.711/2012, que criou as cotas para ingresso em cursos superiores, aos poucos difundidas nas maiores universidades do país, sejam elas federais, estaduais ou até mesmo privadas;</li><li>Criação da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), em março de 2013;</li><li>Diversas ações afirmativas de combate à discriminação racial por meio de transformações culturais e políticas de representatividade.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-08 15:12:00 UTC</pubDate>
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         <title>Influência na vida dos jovens na contemporaneidade</title>
         <author>winksdabiologia</author>
         <link>https://padlet.com/winksdabiologia/amfxju612ean/wish/381366039</link>
         <description><![CDATA[<div>Cotidianamente crianças, adolescentes, jovens e adultos negros, por exemplo, são vítimas de algum tipo de preconceito e/ou discriminação nos diversos espaços sociais, dentre estes a escola, que desconhece ou se cala diante de tal realidade. Portanto, nas últimas décadas, diferentes movimentos sociais, em particular, as diversas e diferentes organizações que compõem o Movimento Negro Brasileiro, têm contribuído, de forma significativa, na elaboração e coordenação de políticas afirmativas de inclusão, reparação e respeito à diversidade. Colocar em prática uma educação que atenda às demandas e interesses das “minorias” desfavorecidas têm sido uma das principais metas almejadas pelos movimentos sociais. Graças às ações constantes dos movimentos sociais, notadamente do Movimento Negro, que desde as suas primeiras organizações, no pós-Abolição da escravatura, tem colocado a educação como uma das suas principais metas de ação, já podemos contar com políticas educacionais que nos orientam na construção e promoção de uma educação numa perspectiva multicultural e antirracista, isto é, uma educação das relações étnico-raciais, o direito à educação é uma reivindicação antiga do Movimento Negro Brasileiro, desde suas primeiras organizações, pós-abolição da escravatura, que este já reivindicava do Estado uma educação pública para todos, ou seja, desde sempre o direito ao acesso a educação formal tem sido meta almejada por este movimento social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-08 22:00:01 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades: Entrevista de Oswaldo Faustino</title>
         <author>winksdabiologia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Agora, é preciso que eles entendam que, ao participar, eles entram como coadjuvantes, não podem ser os personagens principais, eles não podem ser os protagonistas. Os protagonistas dessa luta somos nós, somos nós que a vivemos, somos nós que temos que pensá-la. Aceitamos opinião, aceitamos colaboração, aceitamos a energia e o apoio, mas não permitimos que tomem a nossa bandeira da nossa mão e saiam eles como heróis.<br>Eu acho que as pessoas que tomam consciência dessa questão começam a entender que o racismo não é uma doença do negro, o racismo é uma doença da sociedade. Uma sociedade racista é uma sociedade doente e ela precisa ser curada. E ela é curada muitas vezes por ações de não-negros, por pessoas que tomam consciência dessa questão e que começam a dizer para seus pares: "parem com isso".<br>Para encerrar, por incrível que pareça, o Brasil era um país sem racistas. Olha, que bonito! Mas não é porque tinha democracia racial, o Brasil era um país sem racistas porque, qualquer pessoa a quem você perguntasse "você é racista?", ela sentia vergonha de dizer que era. Todas as pessoas diziam que não. Então, ninguém era racista, mas todo mundo conhecia pelo menos um: é o meu pai, é o meu vizinho… Todo mundo conhecia um, mas ninguém era.<br>Hoje, em consequência inclusive desses personagens que estão no poder, as pessoas têm orgulho de se dizerem racistas. Os comediantes acham divertido fazerem piadas racistas e se sentem no direito de fazerem essas piadas, "porque eu estou apenas fazendo rir". Então, nós estamos vivendo um dos piores momentos do racismo brasileiro, porque, hoje, já há pessoas orgulhosas disso. Então, não é uma luta negra, é uma luta de todos, é uma luta que a sociedade vai sofrer muito se a gente não acabar com o racismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-08 22:02:45 UTC</pubDate>
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         <author>winksdabiologia</author>
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         <title></title>
         <author>winksdabiologia</author>
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         <title></title>
         <author>winksdabiologia</author>
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