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      <title>Cesário  Verde by Diogão</title>
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      <description>O  sentimento dum ocidental</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-05-20 07:41:00 UTC</pubDate>
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         <title>&amp;nbsp;A.Na deambulação do sujeito poético cruzam-se espaços e tempos vivenciados &amp;nbsp;/ evocados</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
         <link>https://padlet.com/diogomirandacarvalhais/am6uda6ywnwx/wish/111811196</link>
         <description><![CDATA[<div>- Espaços / tempos vivenciados / evocados.<br>- Intencionalidade no cruzamento de espaços e tempos vivenciados / evocados .<br>- Utilização do conector que inicia a sexta estrofe .<br>-Expressividade da última quadra na sua relação com a totalidade desta composição poética   <br>- Temática da critica social<br><strong>B. O titulo principal e o subtítulo de poema .</strong><br>-justificação do subtítulo<br>-sentimento( s) evocado(s) pelo sujeito poético<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>A 1</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
         <link>https://padlet.com/diogomirandacarvalhais/am6uda6ywnwx/wish/111813126</link>
         <description><![CDATA[<div>1ª Quadra Espaço: As cadeias<br>2ª Quadra Tempo: Ao acender das luzes. Espaço: As prisões, velha Sé, as cruzes.&nbsp;<br>3ª Quadra Tempo: A hora de acender as luzes. Espaço: Os andares que se iluminam<br>4ª Quadra Espaço: Duas igrejas que se encontram num antigo largo. Espaço de evasão (negativo); espaço da cidade onde tiveram lugar práticas repressivas da igreja (Inquisição).&nbsp;<br>5ª Quadra Espaço: Construções rectas, iguais, crescidas, resultantes das reedificações após o terramoto.<br>6ª Quadra Espaço: O largo onde foi levantada a estatua de Camões, recinto público e vulgar com bancos de namoro e exíguas pimenteiras<br>7ª quadra espaço: da rua. Quartel militar.<br>8ª Quadra Tempo: A temperatura baixa. Espaço: Os quartéis (de cavalaria),<br>9ª Quadra Espaço: A triste cidade.<br>10ª Quadra Espaço: Os magasins.&nbsp;<br>11ª Quadra Espaço: A brasserie, onde, às mesas de emigrados, ao riso e a crua luz joga-se o dominó&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:20:40 UTC</pubDate>
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         <title>A2</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:29:56 UTC</pubDate>
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         <title>A 3</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O poeta destaca a importância da figura de Camões ao mesmo tempo que pretende homenageá-lo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>A 4</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
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         <description><![CDATA[<div>A solidão adensa-se, na última estrofe surge uma figura</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>A 5</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
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         <description><![CDATA[<div>Criticar a igreja e o Clero&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:30:48 UTC</pubDate>
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         <title>B 1</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
         <link>https://padlet.com/diogomirandacarvalhais/am6uda6ywnwx/wish/111814360</link>
         <description><![CDATA[<div>o poema é dedicado a Guerra Junqueiro&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:31:07 UTC</pubDate>
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         <title>B 2</title>
         <author>diogomirandacarvalhais</author>
         <link>https://padlet.com/diogomirandacarvalhais/am6uda6ywnwx/wish/111814371</link>
         <description><![CDATA[<div>O poeta sente-se mortificado e com loucuras mansas, ao ouvir tocar às grades, nas cadeias<br>O poeta desconfia que sofre de um aneurisma, de tão mórbido que fica com o que vê<br>O poeta revela pouca simpatia por igrejas e clero. O poeta, perante a vista das duas igrejas, esfuma (recria) as antigas práticas repressivas da Igreja (a Inquisição).<br>O poeta sente-se murado, emparedado, ao visitar a parte reconstruída da cidade, após o terramoto (afinal, a reconstrução não foi o que se esperava…<br>O poeta revela-se sensível ao sofrimento das pessoas, que, pelos corpos enfezados, ele supõe sofrerem de cólera e febre. Mostra pouca simpatia pelos soldados, devido à sua função belicista e de preservação da realidade instituída. Revela-se sensível às contradições sociais (um palácio diante de um casebre).<br>O poeta revela nostalgia pela Idade Média<br>O poeta comisera-se com a tristeza da cidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-20 08:31:13 UTC</pubDate>
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