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      <title>A mídia e o Golpe de 1964 by Cecília Almeida Santos</title>
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      <description>Análise sobre o comportamento da mídia diante da Ditadura Militar</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-24 16:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>1. Golpe                                 </title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1554723151</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao utilizar seus poderes de forma manipulativa sob os brasileiros a partir do auxílio de grande parte da mídia, ao contar com uma série de fabricação de mentiras, entre elas, uma suposta ameaça comunista, os políticos militares e civis tiveram o suficiente para encerrar o governo do então presidente João Goulart, implantando assim um <strong>golpe</strong>, conhecido também como <strong>Ditadura Militar</strong> de 1964.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:44:18 UTC</pubDate>
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         <title>2. Normalização da imposição                  </title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1554753847</link>
         <description><![CDATA[<div>Dessa forma, com as mudanças drásticas no sistema político geral, foram implantados os chamados Atos Institucionais, os quais foram 17 ao todo, tinham o intuito de legitimar, ou "<strong>normalizar</strong>" as ações políticas dos militares. Assim, atitudes foram radicalmente tomadas, incluindo conteúdos relacionados aos meios comunicativos da época.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>4. Censura             </title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essas mudanças traziam consigo uma intensa fiscalização e controle do que era transmitido em rede nacional, assim como o que era noticiado pela mídia, e até mesmo, por exemplo, o tipo de música divulgado, pois, todos esses eram submetidos a uma exigente e calculada análise, essas, feitas sob atuantes do governo. Tais sistemas de controle midiático também foram, e são conhecidos como <strong>censura</strong>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>3. AI-5</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Ato Institucional mais severo foi imposto em dezembro de 1968, chamado de <strong>AI-5</strong>, sob o governo do presidente Costa e Silva, implantando de uma forma ainda mais rigorosa as medidas de controle em geral. Ainda que em outras épocas tais medidas de restrição fossem utilizadas, tal como em 1978, quando foram proibidas publicidades relacionadas ao governo de Ernesto Geisel, isto sob o comando do general Abreu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 19:03:58 UTC</pubDate>
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         <title>5. Silêncio como protagonista, tortura nos bastidores                       </title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1555081971</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos momentos da ditadura, o <strong>silêncio</strong> nos meios de comunicação foi um grande personagem no cenário da mídia brasileira, além das grandes restrições, citadas anteriormente. Nos casos de oposições, a tortura e o exílio eram frequentemente utilizados com jornalistas e artistas em geral, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 19:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>6. Propaganda da ilusão</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1555239647</link>
         <description><![CDATA[<div>Além do silêncio, o governo utilizava ao seu favor propagandas, as quais apresentavam conteúdos no intuito de trazer a imagem ditatorial de uma forma positiva e de extremo nacionalismo, citando grandiosidades do país, além de destacar avanços governamentais, como relevâncias econômicas, por exemplo, mesmo que não apresentassem a verdade. A ilusão e o disfarce eram os grandes objetivos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 20:16:09 UTC</pubDate>
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         <title>8. A ambiguidade como crítica</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1558242865</link>
         <description><![CDATA[<div>Como forma de criticar a ditadura na tentativa não sofrer as consequências da época, jornalistas e artistas encontraram a ambiguidade como forma de disfarce em seus trabalhos. Nos jornais, era possível encontrar charges de humor, por exemplo, em forma de crítica e insatisfação para com o Regime (como é possível ver abaixo), um bom exemplo, é o jornal <a href="https://www.hypeness.com.br/2019/12/o-pasquim-a-incrivel-historia-do-jornal-de-humor-que-desafiou-a-ditadura-e-ganha-exposicao-em-sp-ao-completar-50-anos/"><strong>O Pasquim</strong></a>, conhecido por desafiar a ditadura com humor. Da mesma forma, as músicas também apresentavam tais características, tal como a obra "Cálice", de Chico Buarque, que, ao analisá-la, é possível notar a ambiguidade e crítica, utilizadas perspicazmente (Música e análise disponíveis no tópico extra 1).</div><div><br>Abaixo, uma charge do cartunista Jaguar, o qual foi preso em 1970, durante o Regime Militar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 16:06:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Extra 1. Música &quot;Cálice&quot;, Chico Buarque</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1558475353</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.culturagenial.com/musica-calice-de-chico-buarque/#:~:text=A%20m%C3%BAsica%20C%C3%A1lice%20foi%20escrita,sendo%20lan%C3%A7ada%20apenas%20em%201978.&amp;text=C%C3%A1lice%20se%20tornou%20num%20dos,a%20viol%C3%AAncia%20do%20governo%20autorit%C3%A1rio.">Análise</a> da canção.<br>Música:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 16:59:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>7. Rádio e TV: O controle remoto está nas mãos do governo</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1558521984</link>
         <description><![CDATA[<div>Parte essencial do cotidiano brasileiro, o rádio e a TV, assim como as outras formas midiáticas, eram restritos ao assuntos permitidos do período. As poucas emissoras chegaram a realizar autocensura em seus programas, já que, como eram de grandes custos as obras televisivas, os canais queriam evitar o veto de seus projetos. Além disso, dentro do tolerável, muitos fatos históricos da época ditatorial foram narrados e assistidos, ou seja, consumidos em grande proporção pelos brasileiros, já que, principalmente a TV, eram entretenimentos "novos" e recém acessíveis.<br><br>Abaixo, está disponível uma reportagem jornalística do canal TV Brasil à respeito da TV e rádio durante o Regime Militar. É possível notar as dimensões da censura e controle extremamente apurado.<br>(Vídeo de 7:25)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=5rNMVpvQAvI" />
         <pubDate>2021-05-25 17:09:53 UTC</pubDate>
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         <title>9. A resistência do povo</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Além das críticas disfarçadas de humor nas charges apresentadas nos jornais e as obras artísticas, outras formas de protesto também ocorriam contra o Regime, dentre estes, existiam os Movimentos de Luta Armada, comandados pela esquerda, os quais adotaram uma violenta forma de combate nas ruas contra os militares. Além desses, outros, como os Movimentos Estudantis, comandados por estudantes atuando em forma de protesto e passeatas em grandes centros, assim como as Ligas Camponesas e os Movimentos Operários, utilizaram suas vozes, embora quase inexistentes, e foram às ruas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 17:43:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>10. A resistência da mídia</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1558828577</link>
         <description><![CDATA[<div>Adentrando nas informações discutidas no tópico 8, além do que era retratado nos conteúdos convencionais e vigiados nos meios de comunicação pelas autoridades, uma das grandes formas de resistência da mídia foi o espaço da chamada <strong>imprensa alternativa</strong>, realizada por grupos de esquerda, no intuito de divulgar denúncias e debates suas organizações, como os movimentos feministas, pois muitos jornalistas de esquerda não queriam trabalhar para grandes jornais comerciais por se sentirem oprimidos em relação à exposição de seus ideais e preferências políticas. As publicações da imprensa alternativa eram feitas de forma pequena e acessível. Mesmo com um fim repentino por conta dos diferentes caminhos seguidos pelos autores de tal movimento, é inegável que foi extremamente essencial para a resistência de uma mídia independente e livre, a qual prevalece hodiernamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 18:22:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências:</title>
         <author>ceciliaalmeida3</author>
         <link>https://padlet.com/ceciliaalmeida3/allk4icfxfid03by/wish/1558980785</link>
         <description><![CDATA[<div>Mídia: https://tvbrasil.ebc.com.br/vertv/episodio/a-influencia-da-midia-no-periodo-da-ditadura<br>https://www.cartacapital.com.br/politica/a-midia-na-ditadura/<br>Propaganda: https://popcomunicacao.com.br/como-era-fazer-propaganda-durante-ditadura-militar/<br>Cartunista Jaguar:<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaguar_(cartunista)<br>Oposições: https://www.historiadobrasil.net/brasil_republicano/oposicao_ditadura.htm<br>Imprensa Alternativa: http://memoriasdaditadura.org.br/imprensa-alternativa/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 19:04:11 UTC</pubDate>
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