<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Os meus livros preferidos by Ebs Macedo de Cavaleiros</title>
      <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh</link>
      <description>Partilha de leituras</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-23 15:27:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-03-30 11:19:51 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/187917196/6ee668ba7bfb14871dfbb63602828327/livros.jpg</url>
      </image>
      <item>
         <title>Jorge Amado: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá: Uma História de Amor</title>
         <author>avemc</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2062849160</link>
         <description><![CDATA[<div>Não me canso de revisitar este livro porque hoje, mais que nunca, focamos o nosso olhar nas questões de Igualdade, tentando esbater o preconceito e desejando que o Amor seja o triunfo quotidiano… Este seria já o sentimento do autor Jorge Amado, no ano de 1948, quando escreveu a história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá.&nbsp;<br><br></div><div>Trata-se de uma história de amor verdadeira e pura entre dois seres de espécies diferentes, que tentam vencer o preconceito que a sua relação despoleta noutros animais. A crueldade demonstrada pelos animais resulta da sua visão estreita e pouco clara do que é o verdadeiro amor, que não conhece raça, sexo, cor; que é agudizada pela falta de compreensão, de tolerância e até pela existência de malicia e calúnias que apontam ao gato, tentando fazê-lo passar por criminoso na ânsia de que não fosse feliz com Sinhá, pois seria dissuadida desse amor ao saber de tal reputação do seu amante. Como refere a Vaca Mocha: “-Então tu não sabes que ele é um gato, um gato mau, e que jamais uma andorinha pode – sem comprometer a honra da família- manter relações, sequer de cumprimentos, com um gato?”, mas Sinhá era capaz de ver e sentir com todo o seu coração para além dessas críticas preconceituosas: “Mas ele não fez nada…(…) Só por ser um gato ainda por cima malhado? Mas ele tem um coração como nós”.<br><br></div><div>É inegável a satisfação ao ler este livro tão carregado de significado, que nos faz entender que o mundo só poderá ser melhor quando a humanidade aceitar as suas diferenças e em vez de tentar obstar à felicidade dos outros, tem de a entender como como sua também: “O mundo só vai prestar Para nele se viver No dia em que a gente vir Um gato maltês casar Com uma alegre andorinha Saindo os dois a voar O noivo e sua noivinha Dom Gato e Dona Andorinha”.<br><br> Lurdes Frias</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/187917196/8bf2a151edec97d2acc11f21d92205ba/gato.jpg" />
         <pubDate>2022-02-23 15:45:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2062849160</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Essa obra brilhante chamada Os Maias, de Eça de Queirós</title>
         <author>fernandomina</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2067711080</link>
         <description><![CDATA[<div>É verdade!</div><div>Esta é uma das minhas obras de eleição!&nbsp;</div><div>Embora desagrade a muito alunos, pelo número de páginas que apresenta, <strong><em>Os Maias</em></strong><strong> </strong>continuam a ser, sem sombra de dúvidas, uma das grandes obras da literatura portuguesa.</div><div>Não é a história, em si, que me cativa. A história de dois irmãos que o destino se encarrega de empurrar para uma relação incestuosa parece-me possível de acontecer. Aliás, a realidade mostra-nos com frequência ser capaz de superar a ficção – para o bem ou para o mal – e presenteia-nos com os acontecimentos mais inesperados.</div><div><strong><em>Os Maias</em></strong> são uma obra que me <strong>diverte </strong>e me <strong>angustia</strong>.</div><div>Diverte-me a personagem ímpar de João da Ega. Deixa-me verdadeiramente deliciado a excentricidade, a bonomia, uma certa dose de loucura, o sentido de amizade, mas, acima de tudo, a sua fina ironia. Dos assuntos mais ligeiros aos mais sérios, nada escapa aos comentários mordazes de João da Ega. E são estes, também, que me angustiam.&nbsp;</div><div>Angustia-me, principalmente, a crítica ao postiço da sociedade portuguesa, à falta de ideias e de originalidade, ao dandismo e diletantismo, à incapacidade em ser original, único, diferente dos outros. Angustia-me a crítica à tendência de valorizar o que é estrangeiro, desvalorizando o que é português. Por tudo isto, infelizmente, <em>Os Maias</em> continuam a ser uma obra atualíssima.</div><div>João da Ega e as suas críticas obrigam-nos a um exercício de reflexão sobre nós e sobre Portugal.</div><div><strong>Que dizer deste excerto?</strong></div><div><em>“Ega esfregava as mãos. Sim, mas precioso! Porque essa simples forma de botas explicava todo o Portugal contemporâneo. Via-se por ali como a coisa era. Tendo abandonado o seu feitio antigo, à D. João VI, que tão bem lhe ficava, este desgraçado Portugal decidira arranjar-se à moderna: mas sem originalidade, sem força, sem carácter para criar um feitio seu, um feitio próprio, manda vir modelos do estrangeiro - modelos de ideias, de calças, de costumes, de leis, de arte, de cozinha... Somente, como lhe falta o sentimento da proporção, e ao mesmo tempo o domina a impaciência de parecer muito moderno e muito civilizado - exagera o modelo, deforma-o, estraga-o até à caricatura. O figurino da bota que veio de fora era levemente estreito na ponta; - imediatamente o janota estica-o e aguça-o até ao bico do alfinete. Por seu lado o escritor lê uma página de Goncourt ou de Verlaine em estilo precioso e cinzelado; - imediatamente retorce, emaranha, desengonça a sua pobre frase até descambar no delirante e no burlesco. Por sua vez o legislador ouve dizer que lá fora se levanta o nível da instrução; - imediatamente põe no programa dos exames de primeiras letras a metafísica, a astronomia, a filologia, a egiptologia, a cresmatica, a crítica das religiões comparadas, e outros infinitos terrores. E tudo por aí adiante assim, em todas as classes e profissões, desde o orador até ao fotógrafo, desde o jurisconsulto até ao sportman... […]</em></div><div><em>Carlos ria:</em></div><div><em>- De modo que isto está cada vez pior...&nbsp;</em></div><div><em>- Medonho! É dum reles, dum postiço! Sobretudo postiço! Já não há nada genuíno neste miserável país, nem mesmo o pão que comemos!”<br></em><strong><em>Brilhante!</em></strong><em> <br></em>Fernando Mina</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/907386966/135d9e2f7436435b564316fe05eab3d3/2903.jpg" />
         <pubDate>2022-02-26 19:33:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2067711080</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Metamorfose, de Franz Kafka</title>
         <author>lufelixster</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2070476167</link>
         <description><![CDATA[<div>Li <em>A Metamorfose</em> pouco depois de ter completado 18 anos e, como outras obras que vieram ter comigo nesse tempo, marcou-me para sempre, por isso a reli, já mais velha.<br>A narrativa, que não é extensa (esta circunstância talvez a torne mais apetecível!), tem como protagonista Gregor Samsa, um vendedor, que vive com os pais e com a irmã. Funcionário e filho zeloso, levanta-se todos os dias bastante cedo para apanhar o comboio, que o leva a diferentes destinos. A sua maior preocupação é garantir o sustento da casa e saldar a dívida dos pais ao patrão. Sonha em poder pagar o Conservatório à irmã, que toca violino.&nbsp;</div><div>Um dia, Gregor acorda um pouco mais tarde do que o habitual e vê-se transformado num inseto monstruoso. Pergunta-se se estará a viver um sonho, ocorrendo-lhe, depois, que possa estar a delirar, por não ter dormido o suficiente.</div><div>Apesar da metamorfose que se operou em si, atormenta-o, sobretudo, a impossibilidade de chegar a horas ao trabalho e a imagem de funcionário incompetente que dará de si. Enquanto está de costas, sem conseguir levantar-se, ele reflete sobre a vida cansativa que leva e sobre o sonho adiado de ter um emprego que não o obrigue a dormir frequentemente fora de casa, a correr para os transportes e a alimentar-se mal e fora de horas.</div><div>Ao longo da narrativa, ainda que no íntimo permaneça a mesma pessoa, Gregor vai sendo vítima da repulsa e do preconceito dos seus familiares e de outros habitantes da casa.<br>Quantas vezes, como Gregor, tememos os olhares de reprovação dos outros ou sentimos medo de falhar? &nbsp;</div><div>A obra, publicada em plena Primeira Grande Guerra (1915), foi escrita em 1912, em língua alemã, e tornou-se uma das obras mais lidas em todo o mundo, tendo sido, inclusive, adaptada ao cinema.</div><div>Deixo-vos um excerto. Quem sabe não vos abre o apetite para a leitura da obra?<br><br></div><div>«Certa manhã, ao acordar após sonhos agitados, Gregor Samsa viu-se na sua cama, metamorfoseado num monstruoso inseto. Estava deitado de costas, umas costas tão duras como uma carapaça, e, ao levantar um pouco a cabeça, viu o seu ventre acastanhado, inchado e arredondado em anéis mais rígidos, sobre o qual o cobertor, quase a escorregar, dificilmente se mantinha. As suas numerosas patas, lamentavelmente raquíticas, comparadas com a sua corpulência, remexiam-se desesperadamente diante dos seus olhos.»<br><br>Luísa Félix</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/939813151/549418926024b5a2b0f798a6f323800f/A_Metamorfose.jpg" />
         <pubDate>2022-03-01 00:06:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2070476167</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Diário de Anne Frank</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2078192852</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou uma pessoa que tem de ter um livro sempre por perto! Quando termino um já tenho outro “na fila de espera”!&nbsp;<br><br></div><div>Um dos livros que mais me marcou (e ainda hoje me emociona) foi o Diário de Anne Frank, talvez porque o li na minha adolescência, e reli agora com a minha filha mais nova; ou porque admirava a força e a coragem de Anne e, de alguma forma, me identificava com ela; ou porque os livros sobre factos históricos, particularmente sobre as duas guerras mundiais, sempre me interessaram; ou porque nos últimos dias tenho pensado muito nele, e nas palavras tocantes e impressionantes de Anne, como uma poderosa lembrança dos horrores de uma guerra, temática tão atual e que mais uma vez se está a vivenciar!<br><br></div><div>O diário de Anne Frank, é o depoimento/testemunho eloquente da pequena Anne, morta pelos nazis após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdão. As suas anotações narram os sentimentos, os medos e as pequenas alegrias de uma menina judia que, como a sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto. Isolados do mundo exterior, os Frank enfrentaram a fome, o tédio e a terrível realidade do confinamento, além da ameaça constante de serem descobertos. Nas páginas de seu diário, Anne Frank regista as impressões sobre esse longo período no esconderijo. Alternando momentos de medo e alegria, as anotações mostram-nos um fascinante relato sobre a coragem e a fraqueza humanas e, sobretudo, um vigoroso autorretrato de uma menina sensível e determinada.<br><br></div><div>Deixo-vos aqui três passagens do livro que, espero, vos cativem para a leitura deste precioso documento sobre as atrocidades cometidas contra os judeus.<br><br></div><div>“Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma vez alguma coisa de importância? Virei a ser jornalista ou escritora? Espero que sim, espero de todo o meu coração! Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias.”<br><br></div><div>“O melhor de tudo é o que penso e sinto, pelo menos posso escrever; senão, asfixiar-me-ia completamente.”<br><br></div><div>“Que maravilha é ninguém precisar esperar um único momento para melhorar o mundo.”<br><br></div><div>BOAS LEITURAS!<br><br>Guida Santos<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.minhavidaliteraria.com.br/wp-content/uploads/2014/12/O-diario-de-Anne-Frank-_Ed-especial.jpg" />
         <pubDate>2022-03-04 16:06:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2078192852</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Contos Exemplares, de Sophia de Mello B. Andresen</title>
         <author>teresanor</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2079978472</link>
         <description><![CDATA[<div>Este é o livro que me acompanha há mais tempo e a que regresso, de vez em quando, como quem visita um velho amigo.<br><br></div><div>Quando o li pela primeira vez, aos dez anos, causou-me uma impressão profunda. Recordo o misto de perplexidade e de angústia perante coisas que só mais tarde pude perceber. Mas recordo também a descoberta maravilhada da prosa de Sophia.<br><br></div><div>É a beleza singular dessa prosa e a mensagem profundamente humanista destes <em>Contos Exemplares</em> que vos convido a (re)descobrir.<br><br></div><div><em>&nbsp;Havia muito tempo que Varzim era pobre e sempre cada vez mais pobre, e havia muito tempo que os párocos de Varzim aceitavam com paciência, sempre com mais paciência, a pobreza dos seus paroquianos. Mas este novo padre falava duma justiça que não era a justiça do Dono da Casa. </em>(“O jantar do Bispo”)</div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>No próprio instante em que eu o vi, o homem levantou a cabeça para o céu.</em></div><div><em>Como contar o seu gesto?</em></div><div><em>Era um céu alto, sem resposta, cor de frio. O homem levantou a cabeça no gesto de alguém que, tendo ultrapassado um limite, já nada tem para dar e se volta para fora procurando uma resposta: a sua cara escorria sofrimento.</em> (“O Homem”)</div><div>&nbsp;</div><div><em>A estrela ergueu-se muito devagar sobre o Céu, a Oriente. [...] Vinha desde sempre. Mostrava a alegria, a alegria una, sem falha, o vestido sem costura da alegria, a substância imortal da alegria. E Baltasar reconheceu-a logo, porque ela não podia ser de outra maneira.</em> (“Os três reis do Oriente”)</div><div>&nbsp;<br>Teresa Noronha</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/986871790/1b862a4941e987152035b274f7f51117/contos_exemplares.jpg" />
         <pubDate>2022-03-06 14:52:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2079978472</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Livro“ Um Ateliê de Sonhos”AutorLucy AdlingtonEditoraTopSeller</title>
         <author>arturprofs</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2081997029</link>
         <description><![CDATA[<div>Inspirado na história real das costureiras de Auschwitz livro poderoso e emocionante, perfeito para os fãs de O Diário de Anne Frank e o Rapaz do Pijama às Riscas.</div><div>&nbsp;</div><div>“ Um Ateliê de Sonhos”, conta a história de Ella, uma menina que “vive num mundo onde existem listas”, das quais ela faz parte. Ella é apanhada pela policia e levada para Auschwitz, “um campo de prisioneiros para inocentes, gerido por criminosos”.</div><div>Lá, vai trabalhar para um ateliê de costura onde conhece a sua melhor amiga, Rose, e ambas costuram e esperam ansiosamente pelo dia da liberdade.</div><div>Certo dia, Rose desaparece e apenas deixa a fita vermelha que representa a sua amizade com Ella.</div><div>Ella vive o resto desta jornada sozinha até ao dia da sua libertação.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1616966525/fd765e1dda82fca2a1bf7b4fbe0ea921/capa.jpg" />
         <pubDate>2022-03-07 16:07:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2081997029</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos</title>
         <author>avemc</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2082698877</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Olha para mim.<br>Sou um livro pequeno, de aspeto barato e com uma imagem pobre.<br>Mas dá-me um pouco do teu tempo.<br>Enrola-te no sofá, começa a folhear-me e verás que, na simplicidade das minhas palavras, encontrarás muita da complexidade da alma humana:<br>- a rejeição e a violência para com aquilo que não compreendemos;<br>- a subjugação tirânica dos mais fracos;<br>- a pobreza e a opulência vivendo lado a lado sem nunca se encontrarem;<br>- a amizade, a cumplicidade e a rivalidade entre irmãos;<br>- a ternura e o conforto do abraço gordo de um velho amigo.<br>Mas, mais do que isso, talvez te encontres a ti na infância. E, ao sentires o som das minhas frases, te vejas sentada a uma mesa, numa tarde fria e escura de inverno, fazendo os deveres escolares do livro de leitura com imagem a sépia da flor dentro do copo e do Zezé, e de pensar, um pouco mais tarde, já na rua, quando o vento gélido te adormecia a cara que, uma flor, uma simples flor, é, para muitos, um bem interdito.<br>Entra no meu universo e verás que a infância nem sempre é um lugar para sonhar, que, às vezes, é dura e dói, que nos faz perder precocemente os sonhos e, em troca, apenas nos dá calos; que, por vezes, o nosso maior inimigo é aquele com quem partilhamos o sangue; e que o nosso lar se encontra num gesto, numa frase de um velho Portuga que constrói um tempo para partilhar contigo.&nbsp;<br>Ana Costa</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/187917196/b89fcce426d5d9422a679db486fb525f/lima.PNG" />
         <pubDate>2022-03-07 23:28:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2082698877</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teatro às 3 pancadas - António Torrado </title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084960242</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura efetuada pelos alunos do 4.ºC , de um  excerto da peça "Serafim e Malacueco na corte do Rei Escama, da obra de António Torrado - Teatro às 3 pancadas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/b94d04dbbb632ea8137f965738018675/Texto_dram_tico_Serafim_e_Malacueco.mp4" />
         <pubDate>2022-03-08 22:53:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084960242</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lengalengas Coloridas</title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084965000</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura de uma lengalenga, pelos alunos do 4.ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/837df07622667fc7ed2de3d91f81b4c1/Lengalenga.mp4" />
         <pubDate>2022-03-08 22:59:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084965000</guid>
      </item>
      <item>
         <title>No comboio descendente - Interculturalidade</title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084969831</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos do 4.º C reescreveram o poema de Fernando Pessoa "No comboio descendente" no âmbito do tema do Domínio de Autonomia e Flexibilidade Curricular - <strong>Interculturalidade</strong> - focando os países que questão a ser trabalhados nas turmas do 3.º e 4.º ano. &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/056284611ec95fb1c400951a8faa2d21/No_comboio_descendente___reescrito.mp4" />
         <pubDate>2022-03-08 23:04:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084969831</guid>
      </item>
      <item>
         <title>100 histórias de (eu)cantar</title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084971556</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura cantada - 4.º C</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/94a9e9cfcef52ea7fc5361c6d22a66e0/Poema_cantado.mp4" />
         <pubDate>2022-03-08 23:07:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084971556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A maior flor do mundo</title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084973274</link>
         <description><![CDATA[<div>Educação Literária - leitura de um excerto da obra de José Saramago - A maior flor do mundo - 4.º C</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/cae77ff0bb01dffe961d181db9792950/Texto_narrativo___A_maior_flor_do_mundo.mp4" />
         <pubDate>2022-03-08 23:09:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084973274</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Versos de Cacaracá</title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084975378</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Educação Literária - Leitura  4.º C</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/9503e3c8d65716f4ed6382a1804ab679/Versos_de_Cacarac_____quem_sou_eu.mp4" />
         <pubDate>2022-03-08 23:12:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084975378</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Boa noite, passarinho</title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084978149</link>
         <description><![CDATA[<div>Educação Literária - leitura do poema de Matilde Rosa Araújo "Boa noite passarinho" 4.º C </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/335ea0b896b443bed7d0f3b7ac1d9c5c/Poema_boa_noite_passarinho.mp4" />
         <pubDate>2022-03-08 23:15:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2084978149</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MÁRAI, Sándor, As velas ardem até ao fim, D. Quixote </title>
         <author>avemc</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2088383847</link>
         <description><![CDATA[<div>«Um dia acordas e esfregas os olhos: já não sabes porque acordaste. O que o dia te traz, conheces tu com exatidão: a primavera ou o inverno, os cenários habituais, o tempo, a ordem da vida. Não pode acontecer nada de inesperado: não te surpreende nem o imprevisto, nem o invulgar ou o horrível, porque conheces todas as probabilidades, tens tudo calculado, já não esperas nada, nem o bem nem o mal… e isso é precisamente a velhice. Porém, há ainda algo vivo no teu coração, uma recordação, algum objetivo de vida indefinido, gostarias de tornar a ver alguém, gostarias de dizer ou saber alguma coisa, e sabes bem que um dia chegará esse momento e então, de repente, já não será tão fatalmente importante saber e responder à verdade, como pensaste durante as décadas de espera.»<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/187917196/8969028916871b1f6191539042ab4518/velas.webp" />
         <pubDate>2022-03-10 14:02:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2088383847</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A namorada japonesa do meu avô - José Fanha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2088665270</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís Teixeira . 4.º D</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1554200455/427821b220f3b12775d3f151adb1a3b6/Lu_s_Teixeira.mp3" />
         <pubDate>2022-03-10 16:10:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2088665270</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;A Maior Flor do Mundo&quot; de José Saramago.</title>
         <author>2bminhaturminha</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090212491</link>
         <description><![CDATA[<div>O Tomás Vieira do 4º  B, adorou o livro e resolveu ler a poesia incluída na obra.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1539991084/6bdfff261a201ae8ce0f22cd1fdb2208/video_1646994831.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 10:36:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090212491</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Os ciganos&quot; de Sophia de Mello Breyner Andresen.</title>
         <author>2bminhaturminha</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090231674</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lara  do 4º B , gostou tanto da obra que resolver fazer um belo poema e, partilhar connosco a sua leitura.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1539991084/2c9bdc90c762a4f9e7a7d14922ca5d8f/video_1646995260.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 10:52:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090231674</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;A Paz&quot;, poema de Sidónio Muralha.</title>
         <author>2bminhaturminha</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090237778</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de completar as lacunas do poema, com os verbos no presente do indicativo, o Tiago leu o poema porque acha que é urgente a PAZ.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1539991084/21462c667f665f5bcbf510793a5dad1c/video_1646995735.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 10:58:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090237778</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poema da Paz de Gabriel de Sousa</title>
         <author>2bminhaturminha</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090241524</link>
         <description><![CDATA[<div>A Enoa  do 4º B, está preocupada com a guerra .Quis  ler este poema para homenagear os meninos ucranianos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1539991084/076ecbd6cadeacaa92d97d53b759c7c3/video_1646995482.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 11:01:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090241524</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Os Ciganos&quot; de Sophia de Mello Breyner Andresen.</title>
         <author>2bminhaturminha</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090243970</link>
         <description><![CDATA[<div>O Guilherme Pinto do 4º B está encantado com o livro e com a coragem do Ruy.<br>Este poema é da sua autoria.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1539991084/7f9d75f75551e0db90e4df992cc87bb2/video_1646995378.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 11:03:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090243970</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Os Ciganos &quot; de Sophia de Mello Breyner Andresen</title>
         <author>2bminhaturminha</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090246508</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais uma talentosa poeta, a Leonor do 4ºB.<br>Elaborou um poema sobre a obra e partilhou a sua leitura.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1539991084/168f9581837eed87d46c5453f0dade4c/video_1646995618.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 11:05:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090246508</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;A maior flor do mundo&quot; 🌻</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090772053</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura desperta, transforma, enriquece e torna-nos grandes!!!<br>Alunos de PLNM 4°ano</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242554785/398c003fb438acf20383b31b6107a15f/VID_20220311_WA0002.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 16:47:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090772053</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;A árvore da montanha&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090800881</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura é mágica e contagia.<br>Alunos do 4°B</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242554785/dad9c221d40b417cd1aa950640bb2b94/VID_20220311_WA0003_1_.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 17:05:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2090800881</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os Ciganos</title>
         <author>segundocturma8</author>
         <link>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2091148171</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais um momento de leitura da obra escolhida para o 4.º ano - "Os ciganos" - no âmbito do Domínio e Flexibilidade Curricular - 4.º C</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242282459/8c14072bd63a34f4148e513d5e783b75/Os_ciganos.mp4" />
         <pubDate>2022-03-11 22:02:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/avemc/akdk4egg3cvp3osh/wish/2091148171</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
