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      <title>portefólio de Literatura Portuguesa  by lucilia jacinto</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-16 14:02:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293345013</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá,sou a Lucília Palma,tenho 16 anos,venho de uma terrinha perto de Beja ,Santa Clara de Louredo ,uma aldeia com muita alma e história.<br><br></div><div>  Tenho os olhos verdes como a relva,a pele branca como a parede, o meu cabelo curto, castanho e ondulado.<br><br></div><div>  Sou feliz como sou,não me importo com a opinião dos outros. A minha aparência não importa, não é ela que me define, mas sim as minhas atitudes.<br><br></div><div>  Sou fácil de fazer amizades,sou uma pessoa alegre, até demais, adoro agradar os outros, o que nem sempre é bom.<br><br></div><div>  Adoro o trabalho de Almada Negreiros,o meu livro favorito é OS LUSIADAS </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:04:45 UTC</pubDate>
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         <title>O meu poema favorito de Almada Negreiros</title>
         <author>jacintolucilia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização da idade </title>
         <author>jacintolucilia</author>
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         <description><![CDATA[<div>. A poesia trovadoresca floresce em Portugal e na Galiza, em Castela, Leão e Aragão, desde finais do século XII até meados do século XIV. O idioma usado  é o galego-português.<br> Podemos distinguir quatro períodos no nosso trovadorismo:<br><br></div><ul><li>o período pré-afonsino;</li><li>o período afonsino;</li><li>o período dionisíaco;</li><li>o período pós-dionisíaco.</li></ul><div>     Coligidas em <strong>três cancioneiros </strong>de fins do século XIII e do  século XIV. <br><br></div><div>O período mais rico da poesia trovadoresca é o período afonsino, que abrange os reinados de D. Afonso III (1245 –1279) e de Afonso X de Castela.<br>   <br>      Composições musicadas e cantadas em <strong>saraus</strong> nas cortes dos grandes senhores feudais</div><div>   Escritas por trovadores(origem nobre) e jograis(origem popular).<br>adotado do livro de 10 ano de literatura portuguesa</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:17:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293356485</link>
         <description><![CDATA[<div>Escritas em <strong>galego-português</strong> (designação que costuma ser dada à língua novilatina falada na faixa ocidental da Península Ibérica até meados do             século XIV, sobretudo quando se pretende referir a língua literária da poesia trovadoresca).</div><div>  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:18:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293357562</link>
         <description><![CDATA[<div> <br><br></div><div><strong><em><mark>Politico </mark></em></strong><strong><em><br></em></strong><br></div><div>- construção de estados e de sociedades estratificadas em classes, profundamente hierarquizadas,à semelhança da hierarquia, em pirâmide,da igreja romana;</div><div>-Poder real do papa sobre os próprios estados europeus;</div><div>-No incremento e incentivo ás guerras de religião (cruzadas).</div><div> <br><br></div><div><strong><em><mark>Cultura e artístic</mark></em></strong><strong><em>o</em></strong><br> -Domínio na educação e no ensino<br> <em>- Na filosofia: </em>a filosofia medieval era a filosofia dos padres e doutores da igreja, como por exemplo Santo Agostinho ou S. Tomas de Aquino;<em><br> -Na arquitetura:</em> da idade media ficaram-nos castelos ne fortes militares(para a defesa,nas guerras) e catedrais verticalmente erguidas para Deus<em>; <br> -Na pintura: </em>o que se representa em frescos ícones,vitrais,iluminaras ou mosaicos eram cenas relacionadas com as  escrituras e a vida de santos.<br> <em>-Na escultura</em>: a escultura medieval fez-se da necessidades de "encher" e enriquecer a decoração das catedrais. </div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:19:19 UTC</pubDate>
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         <title>msica preferida </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293363760</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:25:44 UTC</pubDate>
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         <title>IGREJAS ROMÂNICAS </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293372485</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong><mark>Arte Românica</mark></strong> faz referência a um estilo que surgiu durante a Idade Média, mais precisamente na Alta Idade Média (entre os séculos XI e XIII).</div><div>O termo “<em>Românico</em>” está intimamente relacionado com às influências do Império Romano que dominou durante séculos quase toda a Europa Ocidental.<br>Na arquitetura românica, a horizontalidade nas construções foi uma das principais características. Ou seja, não eram estruturas muito altas. Diversas igrejas, mosteiros, conventos e catedrais foram construídas nesse estilo.</div><div>Com paredes grossas e um interior, a planta das construções românicas tinham formato de cruz. Eram construções sólidas feitas em pedra, onde eram usados abóbadas de berço e aresta e ainda, arco de volta inteira.<br>adotado de <a href="https://www.todamateria.com.br/arte-romanica/">https://www.todamateria.com.br/arte-romanica/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:35:41 UTC</pubDate>
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         <title>IGREJAS DO ESTILO GÓTICO</title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293378183</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Arquitetura Gótica</strong> refere-se a um estilo arquitetônico,durante a Baixa Idade Média (século X ao XV).</div><div>As igrejas, as catedrais, as basílicas e os mosteiros são as principais referências da arquitetura gótica. Por isso, a arte gótica é também conhecida como a “arte das catedrais”.</div><div>Note que a religião esteve muito presente nesse período, visto que a Idade Média foi marcada pelo teocentrismo (Deus no centro do mundo).<br>ADOTADO DE <a href="https://www.todamateria.com.br/arquitetura-gotica/">https://www.todamateria.com.br/arquitetura-gotica/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:43:29 UTC</pubDate>
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         <title>ILUMINURAS</title>
         <author>jacintolucilia</author>
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         <description><![CDATA[<div>No <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIII">século XIII</a>, "iluminura" referia-se sobretudo ao uso de douração. Portanto, um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuscrito">manuscrito</a> iluminado seria, no sentido estrito, aquele decorado com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ouro">ouro</a> (ou <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Prata">prata</a>). Supõe-se que o termo 'iluminura' seja derivado de 'iluminar' (do verbo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latino</a><em>illuminare</em>), por alusão às cores luminosas e vibrantes dos elementos decorativos, que se destacavam na página escrita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:51:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293386471</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>CANTIGAS DE AMIGO</mark> Sub-géneros Distinguem-se vários sub-géneros: • Barcarolas ou marinhas: Ocorrem na presença do mar, que adquire certa personalização ao se lhe dirigir a amiga como seu confidente. Ex: Ondas do mar de Vigo.<br>Cantigas da peregrinação: A amiga está num santuário, ermita ou capela, lugar de reunião que serve de pretexto para o encontro dos apaixonados. <br>Este contexto é exclusivo da literatura galego-portuguesa. <br>Ex: Eno sagrado em San Simion.<br> Bailada ou bailia: Composições alegres e festivas nas quais se realiza um convite à dança. Ex: Bailemos nós já todas três aí amigas • Alvas, albas ou alvoradas: Faz-se referência ao amanhecer; nas "alvas" provençais os amantes separavam-se após terem pernoitado juntos. Ex: Levad' amigo que dormidas as manhanas frias As cantigas de amigo têm uma estrutura muito formalizada e rígida que se baseia na repetição. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:54:29 UTC</pubDate>
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         <title>PARALELISMO:</title>
         <author>jacintolucilia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Repetição da mesma ideia em duas estrofes sucessivas nas que só mudam as palavras finais de cada verso ou a ordem delas, com o que varia a rima</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:58:20 UTC</pubDate>
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         <title>Leixa-prem:</title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293390209</link>
         <description><![CDATA[<div>Repetição dos segundos versos de um par de estrofes como primeiros versos do par seguinte, o que acentua o paralelismo entre as estrofes que o possuem. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:59:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>REFRÃO:</title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/293392656</link>
         <description><![CDATA[<div>Verso ou versos repetidos ao final de cada estrofe.  </div><div></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 15:02:16 UTC</pubDate>
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         <title>cantiga de amigo </title>
         <author>jacintolucilia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ai flores, ai flores do verde pinho<br>se sabedes novas do meu amigo,<br>ai deus, e u é?<br>Ai flores, ai flores do verde ramo,<br>se sabedes novas do meu amado,<br>ai deus, e u é?<br>Se sabedes novas do meu amigo,<br>aquele que mentiu do que pôs comigo,<br>ai deus, e u é?<br>Se sabedes novas do meu amado,<br>aquele que mentiu do que me há jurado<br>ai deus, e u é?<br>- Vós me perguntades polo voss' amigo,<br>E eu ben vos digo que é san e vivo.<br>Ai Deus, e u é?<br><br>- Vós me perguntades polo voss' amado,<br>E eu ben vos digo que é viv' e sano.<br>Ai Deus, e u é?<br><br>E eu ben vos digo que é san' e vivo<br>E seerá vosc' ant' o prazo saído.<br>Ai Deus, e u é?<br><br>E eu ben vos digo que é viv' e sano<br>E seerá voac' ant' o prazo passado.<br>Ai Deus, e u é?<br>D. Dinis </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 13:57:37 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da cantiga de amigo </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/295954724</link>
         <description><![CDATA[<div>O sujeito poético desta cantiga é a donzela,nesta cantiga a natureza está presente como confidente da donzela <br><br></div><div>O sujeito poético revela um estado de espírito de ansiedade.<br><br></div><div>As “flores de verde pinho” tranquilizam o sujeito poético <br><br></div><div>O refrão desta cantiga expressa o desespero do sujeito.<br><br></div><div>Os dois interlocutores deste diálogo são a donzela e a natureza<br><br></div><div>Quanto à classificação estrófica, esta cantiga é composta por oito dísticos com o refrão monástico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 14:07:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O meu texto:</title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/296009200</link>
         <description><![CDATA[<div>Era um belo dia de primavera , e, pela manhã, uma rapariga de pele dourada ,cabelos longos e loiros e olhos verdes como relva , dirigiu-se  a uma  fonte para lavar os seus cabelos. Estava lá o seu amigo e quanto mais perto ela chegava dele mais rápido batia o seu coração.  A cada passo que ele dava, mil e um pensamentos lhe vinham à cabeca de coisas que lhe podiam acontecer e outros tantos de memórias que os dois viveram. <br><br></div><div>O amigo da donzela chegou naquele momento à fonte e, num beijo apaixonado ele, cumprimentou a donzela.  Ela sentiu- se receosa sobre a relação com o seu amigo, visto que já tinham passado meses desde que iniciara o namoro o e o seu pai ainda não sabia de nada.<br><br></div><div>Então, ela propõs ao amigo, que fosse com ela e que assumissem a sua relação perante o pai. Ele, com medo, recusou, pois o pai da donzela era a pessoa mais influente da aldeia, e temeu pela sua vida. A donzela compreende o lado do seu amado, mas recusou continuar a viver numa mentira, até porque se o seu pai descobrisse a situação seria muito mais grave.<br><br></div><div> A sua permanência na fonte era bastante limitada, devido a ser bastante controlada pela sua mãe que era bastante controladora. Ela não queria o mal da filha mas andava muito desconfiada que a sua menina tivesse um amigo e essa possiblidade dela já não ser pura deixava a mãe muito assustada.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 15:20:55 UTC</pubDate>
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         <title>A origem das cantigas de amor </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/298561249</link>
         <description><![CDATA[<div>Origens das cantigas de amor <br>esta cantiga teve origem no sul da França ,a origem provençal da cantiga de amor foi declarada pelos próprios trovadores e,nas suas formas e termos mais elaborados.<br><br></div><div>Nas cantigas de amor o homem se refere à sua amada como sendo uma figura idealizada, distante. O poeta fica na posição de fiel vassalo, fica as ordens de sua senhora, dama da corte, onde esse amor é considerado como um objeto de sonho, ou seja, impossível, que está longe.</div><div>apresentando um eu – lírico é masculino e também sofredor. Nas cantigas de amor o poeta chama sua amada de senhor, pois naquela época, todas as palavras que terminavam com “or”, em galego-português não tinham feminino, portanto ele dizia “minha senhor”, ele cantava a dor de amar, onde está sempre acometido da “coita”. Essa palavra (coita) é muito usada nessas cantigas, ela significa sofrimento por amor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:18:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>artifícios poéticos das cantigas de amor </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/298583965</link>
         <description><![CDATA[<div>* <strong><mark>Coblas</mark></strong>: segundo a "Arte de Trovar", as estrofes tinham o nome de coblas ou cobras e o seu número ficava ao sabor do trovador.</div><div>As estrofes podem classificar-se como:</div><div>                        - <mark>uníssonas</mark>: têm a mesma rima;</div><div>                        - <mark>singulares</mark>: apresentam rimas diferentes;</div><div>                        - <mark>doblas</mark> ou pareadas: cada grupo de duas coblas tem a mesma rima.</div><div>As cantigas galaico-portuguesas têm, regra geral, três ou quatro coblas, com excepção das paralelísticas. Cada copla pode apresentar número variável de versos. Em todas se encontra o isossilabismo, o mesmo número de sílabas, reforçado pelo princípio da isometria, a mesma medida, dentro de cada composição.</div><div>Pode ter um predomínio de quatro versos na cantiga de refrão e de sete na cantiga de mestria.</div><div>O número máximo de versos numa copla era de dez e o número mínimo de dois (paralelísticas).</div><div><br>* <strong><mark>Refrão</mark></strong>: é o estribilho, ao qual regressava o coro ou o solista entre a execução de duas coplas. Podia estar ligado ao corpo da copla pelo sentido, ou ser independente dela.</div><div>            Surge nas paralelísticas e, em geral, nas cantigas de amigo, mas não aparece nas de mestria.</div><div><br></div><div>* <strong><mark>Finda</mark></strong>: é uma copla de menor extensão, de um a quatro versos, que encerra a cantiga em jeito de conclusão.</div><div>            A "arte de Trovar" define-a como "acabamento de rrazon", "versos-remate".</div><div>            Nas cantigas de mestria, rima, geralmente, com a segunda parte da última estrofe; nas de refrão, a rima faz-se, regra geral, com o refrão.</div><div>            Uma cantiga pode possuir mais do que uma finda.</div><div><br></div><div>* <strong><mark>Atafinda</mark></strong>: é um processo de ligação de coplas, feita pela continuação do último verso de uma estrofe na copla seguinte. Essa ligação faz-se através de partículas como "e", "ca", "pois", "quando", "pero", "que", etc.</div><div> Ocorre tanto nas cantigas de mestria como nas de refrão.<br><br>* <strong><mark>Verso </mark></strong><strong>/ palavra perduda</strong>: verso/palavra sem correspondência temática/rimática que aparece no meio, início ou fim da copla e deve repetir-se no mesmo lugar.</div><div><br> <strong><mark>Enjambement</mark></strong><mark> / </mark><strong><mark>transporte</mark></strong><mark> / </mark><strong><mark>encavalgamento</mark></strong>: consiste em completar o sentido de um verso no verso seguinte. D. Dinis chegou até a dividir a palavra.</div><div>            Este processo é uma constante na poesia de todas as épocas.</div><div><br><br></div><div>* <strong><mark>Dobre</mark></strong>: repetição da mesma palavra de rima duas ou mais vezes em lugares simétricos da estrofe, de preferência no primeiro e no último verso.</div><div><br></div><div>* <strong><mark>Mozdobre</mark></strong><mark> / </mark><strong><mark>mozdobre</mark></strong>: repetição da mesma palavra em lugares simétricos, porém jogando com as suas várias flexões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:51:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cantigas de escárnio e maldizer </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/310927712</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A par das cantigas de amigo e das cantigas de amor, as cantigas de escárnio e maldizer constituem um dos três grandes géneros em que se divide a lírica galego-portuguesa. Eram satíricas e procuravam criticar e ridicularizar alguém. As características das cantigas de escárnio incluíam críticas mais cómicas, irónicas e sarcásticas feitas a alguém não identificado, mas que realmente existia. Tinham uma linguagem mais subtil e vocabulário com ambiguidades. As cantigas de maldizer eram mais diretas e com linguagem mais agressiva, erótica e expressiva, identificando a pessoa cuja sátira se dirigia.<br><br></div><div>Alguns dos temas das cantigas de escárnio e maldizer eram: o desconcerto do mundo, as mentiras do amor, os amores entre fidalgos e plebeias, a vida duvidosa das jogralesas e a decadência e a sovinice por parte da nobreza. Assim, na sátira destas composições poéticas podemos identificar duas espécies de crítica: crítica social (religiosa, política e moral) e a crítica individual (que se referia a alguém em específico). <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:07:10 UTC</pubDate>
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         <title>Variedades das cantigas de escárnio e maldizer</title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/310928305</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Quanto ao fundo, são conhecidas as seguintes variedades de cantigas satíricas:<br><br></div><div><strong>-joguete de arteiro</strong>- é a cantiga de escárnio propriamente dita. Feita com delicadeza. <br><br></div><div>-<strong>risadilhas ou risabelha-</strong> é a cantiga de maldizer. Era obscena.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Quanto à forma, podemos distinguir:<br><br></div><div><strong>-cantigas de mestria<br></strong><br></div><div><strong>-cantigas de refrão<br></strong><br></div><div><strong>-cantigas de seguir ou paródias</strong>: composição feita a partir da imitação de outra, da qual adopta a música e a rima<br><br></div><div><strong> - tenção</strong>: composição dialogada entre dois trovadores que se contradizem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:08:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/310972266</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Obras e características<br></mark></em></strong><br></div><div>Com um estilo literário peculiar, Fernão Lopes foi um marco na literatura medieval da sua época. <br><br></div><div>Através dos seus textos, torna-se fácil identificar essa característica que é ressaltada por meio de uma linguagem mais coloquial. Foi, dessa maneira, que Fernão Lopes conquistou muitos admiradores em seu tempo.<br><br></div><div>O escritor português ficou muito conhecido pelas suas crónicas históricas. Ainda que a prosa historiográfica tenha surgido anteriormente, no movimento do trovadorismo, ela atingiu o seu pódio no Humanismo com a figura de Fernão Lopes.<br><br></div><div>A principal caraterística deste tipo de obra é o teor histórico que ela carrega, uma vez que relata fatos reais.<br><br></div><div>A grande diferença é que Fernão conseguiu unir a história com a literatura. Assim, ele produziu diversas obras por meio de uma linguagem simples e repleta de diálogos. Dentre elas, destacam-se:<br><br></div><div>-Crónica de El-Rei D. Pedro I (1434)<br><br></div><div>-Crónica de El-Rei D. Fernando (1436)<br><br></div><div>-Crónica de El-Rei D. João I (1443)<br><br></div><div>Com um estilo literário peculiar, Fernão Lopes foi um marco na literatura medieval da sua época. <br><br></div><div>Através dos seus textos, torna-se fácil identificar essa característica que é ressaltada por meio de uma linguagem mais coloquial. Foi, dessa maneira, que Fernão Lopes conquistou muitos admiradores em seu tempo.<br><br></div><div>O escritor português ficou muito conhecido pelas suas crónicas históricas. Ainda que a prosa historiográfica tenha surgido anteriormente, no movimento do trovadorismo, ela atingiu o seu pódio no Humanismo com a figura de Fernão Lopes.<br><br></div><div>A principal caraterística deste tipo de obra é o teor histórico que ela carrega, uma vez que relata fatos reais.<br><br></div><div>A grande diferença é que Fernão conseguiu unir a história com a literatura. Assim, ele produziu diversas obras por meio de uma linguagem simples e repleta de diálogos. Dentre elas, destacam-se:<br><br></div><div>-Crónica de El-Rei D. Pedro I (1434)<br><br></div><div>-Crónica de El-Rei D. Fernando (1436)<br><br></div><div>-Crónica de El-Rei D. João I (1443)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 16:09:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313427331</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Crónica de D.João I</mark></em></strong><strong><br></strong><br></div><div>1.ª parte da crónica de D.João I<br><br></div><div>-Ação concentrada em cerca de dezasseis meses- vários acontecimentos simultâneos;<br><br></div><div>- Da morte do conde Andeiro (dezembro de 1383) á aclamação do mestre de Avis com o rei de Portugal nas cortes de Coimbra (abril de 1385)<br><br></div><div><br></div><div>2.ª parte da crónica de D.João I (reinado de D.João I)<br><br></div><div>- Decorre entre abril de 1385 e outubro de 1411;<br><br></div><div>-Narra o conflito entre Portugal e castelã;<br><br></div><div>-A narração inicia-se com o final das cortes de Coimbra e termina com a assinatura do tratado de paz.<br><br></div><div><br></div><div><strong><em><mark>Prólogo da crónica de D.João I</mark></em></strong><br><br></div><div>-importância da verdade <br><br></div><div>-distinção dos cronistas que o precederam <br><br></div><div>-“mundanal afeiçom”;”natural inclinaçom” que significam a falsidade presente nos relatos feitos pelos cronistas anteriores a Fernão Lopes<br><br></div><div>Método do historiador: consulta de numerosos testemunhos escritos; análise das fontes, verificando quais são as mais verdadeiras pelo confronto de manuscritos e de documentação variada.<br><br>trabalho realizado por Lucília e Margarida Sebastião </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Fernão Lopes</title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313430547</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Não se sabe muito sobre Fernão Lopes. Era um cronista e historiador português. É muito provável  que ele tenha nascido na cidade de Lisboa,entre os anos de 1378 e 1383, filho de uma família de camponeses ou de mesteiras. Fernão foi  guarda-mor da torre do tombo, tabelião geral do reino e cronista dos grandes réis de Portugal como D. João I e D. Duarte e infante D. Fernando. Alguns historiadores apelidaram o cronista como “pai” da História Portuguesa, já que ele escreveu importantes crónicas cruas e fatídicas do que acontecia em Portugal durante a sua vida. Não há relatos, mas acredita-se que Fernão Lopes haveria falecido por volta de 1460.<br><br></div><ul><li><br>1418: Foi nomeado guarda-mor da Torre do Tombo, o que o tornou responsável pela preservação do tombo (arquivo) real, como se fosse um cartório localizado em uma das torres do castelo de Lisboa; <br><br></li><li><br>1419: Ocupa a função de escrivão dos livros de D. Duarte e, logo após, de D. João I. Foi, provavelmente, nesse momento que Fernão teria começado a escrever a cronica dos sete primeiros réis de Portugal;<br><br></li><li><br>1434: Acabou virando o cronista-mor do Reino. Tal cargo o tornou redator oficial das narrativas históricas dos reis de Portugal;<br><br></li><li><br>1454: Deixa de ser guarda-mor da Torre do Tombo, por causa de sua idade já avançada;<br><br></li><li><br>1942 e 1945: São encontrados manuscritos de uma crônica dos sete primeiros réis de Portugal, conhecida com o nome “Crônica de Portugal de 1419”.</li></ul><div><mark>trabalho realizado por Lucília e margarida </mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:07:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313433729</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Fontes consultadas por Fernão Lopes <br></mark></em></strong><br></div><div><strong><mark>Fontes narrativas</mark></strong><strong> <br></strong><br></div><ul><li>Crónica de Dom Pedro I, de Dom Henrique II e de Dom João I, de Ayala;<br><br></li><li>Crónica de D.Fernando, de Martim Afonso de Melo;<br><br></li><li>Crónica do Condestabre;<br><br></li><li>Outras histórias de Nun’Àlvares, às quais alude no capítulo 70 da Crónica de D.João I;<br><br></li><li>Um “trautado” dos feitos do Mestre de Avis da autoria de “Christoforus, decretorum douctor”<br><br></li><li>No mínimo, cinco narrativas anónimas que cita, ao descrever a batalha de Aljubarrota;<br><br></li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Fontes documentais</mark></strong><strong><br></strong><br></div><ul><li>Actas de Cortes;<br><br></li><li>Documentos das chancelarias;<br><br></li><li>Bulas papais;<br><br></li><li>“Podres escripturas”;<br><br></li><li>“Bitafes antigos” (epitáfios de sepulturas);<br><br></li><li>Práticas e sermões, procurações, correspondência epistolar,particular e oficial.<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:12:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>fernão lopes </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313434581</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Estilo e linguagem <br></mark></em></strong><br></div><div><mark>Objetividade vs subjetividade:<br></mark><br></div><ul><li>Objetividade presente no rigor da pormenorização (descrições pormenorizadas com valor descritivo e informativo).<br><br></li><li>Subjetividade: presente na apreciação crítica e emotiva dos factos relatados (interrogação retórica, frase exclamativa). “pensa alto, comenta, interpela” <br><br></li></ul><div><mark>Conjugação de planos:</mark> planos gerais (focalização da cidade e dos atores coletivos que nela intervêm) e planos de pormenor (incidência em grupos de personagens e/ou situações particulares).<br><br></div><div><mark>Visualismo</mark>: recursos (comparação, personificação, enumeração, hipérbole) e vocábulos que marcam o sensorialismo da linguagem (atos de ver e ouvir). Uso da técnica da reportagem: o leitor "vê" e "sente" os acontecimentos, está no centro da ação.<br><br></div><div><mark>Coloquialismo</mark>: recursos expressivos (interrogação retórica, apóstrofe) e interpelação do interlocutor, recorrendo à 2ª pessoa do plural.<br><br></div><div><mark>Dinamismo</mark>: recriação dos acontecimentos de forma dinâmica.<br><br></div><div>Uso do discurso direto e indireto, misturados com períodos longos e curtos e alternados<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:14:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313435907</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Retrato de Fernão lopes:</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:16:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313437696</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Crise de 1383-1385</mark></em></strong></div><div><br></div><div>As razões que estiveram na origem da crise do séc. XIV (1383-1385) são de:</div><div>Origem económico-social: os maus anos da agricultura, a fome e as doenças (a peste negra) – porque havia queda na produção de alimentos agrícolas, havia falta de mão-de-obra para trabalhar nos campos, pois muitos tinham morrido com a peste negra e nas guerras com Castela.</div><div> Origem política : foi a morte de D. Fernando que provocou uma crise de sucessão ao trono, porque a sua única filha e herdeira, D. Beatriz iria casar-se com um rei de Castela e se tivesse filhos seriam espanhóis e seriam eles a suceder ao trono, o que punha em causa a independência de Portugal. A D. Beatriz era apoiada pelo clero e pela nobreza.</div><div><br></div><div>O Mestre de Avis era apoiado pelo povo e por uma pequenina parte do clero e da nobreza. O povo teve um papel muito importante na defesa de Portugal quando o rei de Castela decidiu invadir o nosso país. Como o povo apoiou o Mestre de Avis com alimentos e dinheiro, foi recompensado com títulos de “Dom”, “Dona” e foi-lhes dado algumas terras, nascendo assim uma nova classe social de novos-ricos. Era a chamada Burguesia, que eram pessoas do povo que adquiriram um novo estatuto.</div><div>A nobreza que tinha apoiado a D. Beatriz, fugiu para Castela, perdendo assim os seus bens e privilégios. Estes bens e privilégios oram dados à burguesia, que passou a ter um papel importante na vida política do país.</div><div><br></div><div>Antes de o Mestre de Avis ter sido aclamado rei nas Cortes de Coimbra ( em 14…), o rei de Castela mandou invadir Portugal várias vezes. Uma delas foi o cerco a Lisboa que durou 5 meses mas as tropas morreram devido à fome e à peste negra.</div><div> Duas das batalhas que foram importantes são: a batalha de Atoleiros, no Alentejo, e a batalha de Aljubarrota.</div><div><br></div><div>Quando o Mestre de Avis foi aclamado rei, o rei de Castela enfureceu-se e mandou invadir novamente Portugal. As tropas portuguesas derrotaram os castelhanos na Batalha de Aljubarrota (perto de Leiria). O exército português foi comandado por D. Nuno Álvares Pereira e pelo rei (D. João I, Mestre de Avis).</div><div>Na batalha de Aljubarrota foi utilizada a táctica do quadrado. Para comemorar esta vitória, D. João I mandou construir o Mosteiro da Batalha.</div><div><br></div><div>As Cortes de Coimbra e o Doutor João das Regras desempenharam um papel importante para a legitimação de um novo rei. O Doutor João das Regras provou nas cortes de Coimbra que quem tinha direito ao trono era o Mestre de Avis, porque foi ele quem mais lutou pela independência de Portugal.</div><div><br></div><div>A dinastia iniciada com este rei foi a dinastia de Avis. Para ficarmos protegidos contra as invasões dos castelhanos, D. João I fez um tratado de amizade com a Inglaterra, no qual os dois países prometeram ajudar-se mutuamente (um ao outro). Para reforçar esse tratado, D. João I casou com D. Filipa de Lencastre (filha do duque inglês de Lencastre), iniciando-se assim a dinastia de Avis. <br>Lucília <br>Margarida</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:19:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313443537</link>
         <description><![CDATA[<div>Os livros de linhagens são uma modalidade de texto que se insere no âmbito das genealogias. Distinguem-se dos textos genealógicos uma vez que, ao contrário destes, que correspondem a uma sequência de nomes e de relações entre os nomes que constituem uma rede familiar ou linhagística e o seu objetivo mais visível é o de perpetuar a memória e a história de uma sucessão familiar, de uma linhagem ou mesmo de uma rede de histórias familiares que se entrecruzam, os nobiliários referem-se a famílias aristocráticas ou que a si mesmas atribuem um status de nobreza. Na idade média portuguesa, entre os séculos XIII e XIV, os nobiliários eram conhecidos mais frequentemente como “livros de linhagens”. Eram considerados de grande relevância do ponto de vista social. Era necessário escrever genealogias das grandes famílias para que elas podessem conhecer e saber quem eram os seus ascendentes pois, só desta forma, se podiam evitar casamentos incestuosos e se podia viver fora do pecado. Por outro lado, elucidavam também sobre os mosteiros de que os senhores eram fundadores e dos benefícios a receberem provenientes dessas fundações. Outras vezes, tinham na sua origem a exaltação de famílias numerosas, como a dos Maias, ou representavam reações de famílias senhoriais face ao poder régio.<br><br></div><div>Muitos dos nobiliários limitam-se a ser a árvore geneológica de diversas famílias, ordenando devidamente os ramos em que entroncam, desde os seus ascendentes mais remotos até ao momento em que se escreve.  Por vezes, acrescentam-se alcunhas, referem-se episódios, traços anedóticos, que também se podem encontrar em crónicas, o que contribui para aclarar diversos pontos. Mas há livros de linhagens que extrapolam a simples genealogia, ganhando, assim, uma nova dimensão. <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:29:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313443892</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Livros de linhagens: um género híbrido</mark></strong></div><div><strong> </strong></div><div>Diferentemente das genealogias dos demais países europeus do ocidente medieval, as genealogias ou “livros de linhagens” de Portugal nesse período tinham a clara peculiaridade de alternarem a modalidade genealógica propriamente dita com narrativas mais alentadas, de diversos tamanhos e teores.</div><div> </div><div>É precisamente nos reinos ibéricos dos séculos XI ao XIV e, mais particularmente, ainda no Portugal dos séculos XIII e XIV, que as genealogias assumiram ainda esta característica bastante singular: tenderam a deixar de ser meras listas de casamentos e filiações para constituírem um género híbrido que misturava a crónica com a genealogia propriamente dita. Aqui, o genealogista deixa de escrever exclusivamente as relações de parentesco para passar a narrar um pequeno caso que envolve o último indivíduo mencionado na lista genealógica. </div><div> </div><div>Este é o padrão que encontraremos nos livros de linhagens da Idade Média portuguesa: listagem de nomes em forma de relato, alternando-se com trechos narrativos que contam casos diversos ou outros tipos de intervenções propostas pelos genealogistas. Há narrativas que remetem para acontecimentos históricos ou para construções literárias de carácter lendário, mas há também anedotas depreciativas ou laudatórias, bem como <em>exempla </em>de diversos tipos, isto é, narrativas de teor didático-moralístico cuja função é impor um certo padrão comportamental ou moral através de situações que enaltecem ou punem este ou aquele modelo de comportamento representados pelas personagens da narrativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:29:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protejo de leitura de língua portuguesa </title>
         <author>jacintolucilia</author>
         <link>https://padlet.com/jacintolucilia/aiskozmoo2cx/wish/313450299</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação critíca </title>
         <author>jacintolucilia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gostei imenso de fazer este trabalho pois antes de o realizar não conhecia o padlet.<br>Ter o trabalho sempre organizado e fazer o que a professora Fátima nos leciona fez com que podesse estudar para o teste de língua portuguesa e literatura portuguesa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-12 16:04:12 UTC</pubDate>
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