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      <title> Leitura e Produção de Textos na Escola by </title>
      <link>https://padlet.com/santoscristiane739/ijvdsjds65fvds4v</link>
      <description>Esse presente trabalho científico trata a respeito da produção de textos no contexto escolar.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-06-19 00:42:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-06-19 01:29:14 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Como Aprender Escrever</title>
         <author>santoscristiane739</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para produzir textos de qualidade, seus alunos têm de saber o que querem dizer, para quem escrevem e qual é o gênero que melhor exprime essas ideias. A chave é ler muito e revisar continuamente</div>]]></description>
         <enclosure url="https://novaescola.org.br/conteudo/231/producao-de-texto-como-ensinar-os-alunos-a-escrever-de-verdade" />
         <pubDate>2018-06-19 00:54:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>santoscristiane739</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-producao-textos-no-contexto-escolar.htm" />
         <pubDate>2018-06-19 00:57:37 UTC</pubDate>
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         <title>VOCÊ CONHECE O PROGRAMA DE APOIO A LEITURA E ESCRITA DO MEC?</title>
         <author>santoscristiane739</author>
         <link>https://padlet.com/santoscristiane739/ijvdsjds65fvds4v/wish/267706693</link>
         <description><![CDATA[<div>O TP3, é um programa de auxilio aos professores que abordam o tema. Click na matéria abaixo e conheça mais o programa.  </div>]]></description>
         <enclosure url="http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/praler/tp/tp3.pdf" />
         <pubDate>2018-06-19 00:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Produção de Textos na Escola</title>
         <author>santoscristiane739</author>
         <link>https://padlet.com/santoscristiane739/ijvdsjds65fvds4v/wish/267707516</link>
         <description><![CDATA[<div>Este vídeo constitui-se em material complementar para o estudo de temas relativos à produção de textos no ensino fundamental. Diversos aspectos concernentes a essa temática foram abordados no livro e no guia didático publicados junto a este material. No percurso das imagens você será convidado a refletir sobre sua prática pedagógica, a analisar situações didáticas de sala de aula vividas por outros colegas-professores e a planejar<br>novas ações, registrando as experiências realizadas</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rS0bOT3bkEo" />
         <pubDate>2018-06-19 01:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>Jornalistas mirins </title>
         <author>santoscristiane739</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os estudantes fazem todo o processo de montagem de um jornal e informam os pais sobre o aprendizado em sala</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.educacao.sp.gov.br/noticia/extra-extra-jornalistas-mirins-estreitam-lacos-entre-escola-e-comunidade/" />
         <pubDate>2018-06-19 01:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>A Escrita e Suas Reflexões </title>
         <author>santoscristiane739</author>
         <link>https://padlet.com/santoscristiane739/ijvdsjds65fvds4v/wish/267708046</link>
         <description><![CDATA[<div>É possível pensarmos a escola sem, concomitantemente, pensarmos a escrita?  <br><br></div><div>A aquisição da linguagem escrita é uma das principais tarefas que a sociedade atribui à escola, além de ser um indicador de sua eficácia no que concerne ao cumprimento desse objetivo. Assim, escrita e escola são realidades indissociáveis.<br><br></div><div>Sendo um saber processual, isto é, que permite um “continuum”, uma aprendizagem que dá abertura a (re)formulações, a escrita não é exclusiva, tampouco restrita ao conteúdo programático de ensino/ aulas de Alfabetização e Língua Portuguesa, uma vez que atravessa todas as disciplinas oferecidas na instituição escolar, implicando no desempenho dos alunos em termos de aquisição, elaboração e expressão do conhecimento, bem como nas decorrentes consequências no famigerado sucesso escolar.<br><br></div><div>Concordamos com Geraldi (2008), quando afirma que a instituição escolar vive e alimenta um paradoxo: ao mesmo tempo se diz formando para o futuro, o faz forçando para que o futuro seja a repetição do passado. Esse jogo ‘redundante’, de acordo com Geraldi (2006), tem uma razão de ser: é por meio da reprodução que se dá a fixação de valores e concepções ideológicas da sociedade, em outras palavras, a interpelação ideológica e o assujeitamento do sujeito por uma ideologia se perpetuam e se legitimam por meio de atividades que inibem a criatividade e valorizam o já posto.<br><br></div><div>Ainda segundo Geraldi (2006), na escola, de maneira geral se <em>lê </em><strong><em>para</em></strong><em> escrever</em>, ou seja, há uma dependência entre essas duas atividades; não se lê, por exemplo, apenas para saborear o texto, ou, ainda, para escutá-lo em profundidade, seja em que gênero discursivo for. Essa prática pode ser entendida como uma forma de contenção de sentidos, de estancamento pedagógico, na qual o novo, a produção de sentidos polissêmicos e, talvez, inéditos, é negada e inexploradas.<br><br></div><div>Não lemos apenas para escrever, lemos para <em>contraler,</em> para estruturar ideias, expectativas, (re)formular horizontes, para aprender a pensar e a questionar o que pensamos (DEMO, 2006). Assim, tanto a leitura quanto a escrita, mesmo sendo processos complementares, não são únicos, cada qual se relaciona de forma diferente com a linguagem. Por isso, não deveriam ser praticados com a finalidade de que um aconteça a partir da instauração do outro; nesse caso, o estudante somente conseguiria escrever se, antes, tivesse conseguido ler, segundo o entendimento de algumas teorias e alguns professores.<br><br></div><div>Mas, os rumos podem ser outros se, ao invés de a escola centralizar o ensino ‘<strong>no que</strong>’ direcionasse suas atenções para os seguintes aspectos: para quê, para quem, com que finalidade, em que condições de produção. A aprendizagem da linguagem pode proporcionar a exploração e conhecimento de si mesmo, de nossa subjetividade, do mundo que nos cerca e dos fenômenos que nele acontecem, o que poderia dar abertura para a criação de outras e novas zonas de sentido, como propõe a Análise de Discurso de Matriz Francesa, campo teórico ao qual nós nos filiamos desde sempre.<br><br></div><div>Fundamentados nos estudos de Assolini (1999, 2003, 2013, 2016) vimos destacando a importância de o sujeito estudante ocupar o lugar de interprete-historicizado (ASSOLINI 2003, 2013, 2015), isto é, daquele sujeito capaz de interpretar para além do literal, do que está posto no discurso parafrástico; falamos de um sujeito que tem como pressuposto a não relação direta entre linguagem-pensamento e mundo.<br><br></div><div> Assim, do processo de ensino no sentido de Geraldi (2006), não se esperaria uma aprendizagem que devolveria o que foi ensinado, mas uma aprendizagem que se lastrearia na experiência de produzir algo sempre nunca antes produzido. Dessa prática resultaria que os textos encontrariam a sua intencionalidade, os seus múltiplos sentidos, descolando-se de práticas reducionistas, oferecendo aos estudantes meios para que deles brotassem outros textos e leituras, abrindo, assim, espaços para que sejam autores de suas produções. Nessas condições favoráveis de produção, todos poderiam escrever, porque seriam convocados a se expressarem a partir de seu arquivo e interdiscurso, conforme Orlandi (2006) e Assolini (1999 2003). Não seriam apenas pouquíssimos privilegiados que teriam acesso à escrita e seriam lidos, recebendo devolutivas de seus textos. Desconstrui-se-ia, assim, a ideia de escrever – bem – sem repetição do mesmo é algo restrito àqueles que foram privilegiados por uma educação diferenciada ou que nasceram com o “dom” da escrita.<br><br></div><div>Não poderíamos nos esquecer das “histórias de leitura de cada sujeito”. De acordo com Orlandi (2006), há fases, ciclos, em que se podem modificar o gosto pela leitura e pela escrita e o gostar e o querer influenciam sobremaneira nesse processo.<br><br></div><div>Nessa direção, a escola enquanto contexto de ensino da escrita romperia com o caráter artificial e mantenedor e passaria a produtor e contribuinte para o alargamento de possibilidades de promoção dos alunos, estimulando potencialidades, aprendizagens e partilhas de conhecimentos, além de dar abertura à autoria, no sentido atribuído por Tfouni (2005), na qual aquele que escreve, o autor, organiza seu discurso escrito, dando-lhe uma orientação, por meio de mecanismos de coerência e coesão, mas também garantindo certos efeitos de sentido e não outros que serão produzidos durante a leitura.<br><br></div><div>Em concordância com Assolini (2003, 2013, 2016) vimos defendendo a importância da instauração do que vem sendo denominado pela autora de “Espaços Discursivos”, ou seja, espaços onde tanto o sujeito-estudante quanto o sujeito-professor pudessem “falar de si” e expressarem sua subjetividade, o que lhes permitiria falar de suas emoções, sentimentos e argumentos.<br><br></div><div>Talvez, nossas colocações apontam para uma utopia, pois tais deslocamentos necessitariam de uma (re)definição tanto da escola e daqueles que dela fazem parte, como da sociedade que a sustenta. Mas, sendo fantasia ou não, o que se propõe é a reflexão/ ação, pois sendo a escola um aparelho ideológico, a (re)definição poderia iniciar-se nela, alastrando-se, aos pingos, talvez, para o restante da sociedade.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Josiane A. de P. Bartholomeu<br><br></div><div>Elaine Assolini<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-19 01:13:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>santoscristiane739</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-06-19 01:17:46 UTC</pubDate>
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