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      <title>Era uma vez o 25 de abril  by Biblioteca Escolar AEPC</title>
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      <description>Exploração dos temas da obra &quot;Era uma vez o 25 de abril&quot;, de José Fanha. Este trabalho está licenciado sob CC BY-NC-ND 4.0. Para visualizar uma cópia desta licença, visite https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/© 2 por B</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-13 15:49:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bibliotecas56</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 15:52:50 UTC</pubDate>
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         <title>A PIDE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Polícia Internacional de Defesa do Estado, ou PIDE, foi criada por Salazar a 22 de outubro de 1945 e acabou em 25 de abril de 1974. A PIDE tinha como função perseguir, prender, interrogar e torturar qualquer pessoa que fosse vista como inimigo à ditadura Salazarista.</p><p><br></p><p>Afonso e Gonçalo 6º A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 13:55:08 UTC</pubDate>
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         <title>A Universidade e as crises académicas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A universidade foi sempre o conhecimento, a cultura e, também, a liberdade de expressão. Não era novidade ver os alunos a criticar a política. Havia reuniões de estudantes em Lisboa e em Coimbra, mas eram violentamente reprimidas por forças policiais nessa altura, multiplicando-se as prisões. Por vezes, os alunos entravam em greve e as academias de Lisboa e Coimbra  decretavam luto académico. </p><p><br/></p><p>Bianca e Bruna</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 14:10:24 UTC</pubDate>
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         <title>Os cravos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os cravos são o símbolo da revolução do 25 de Abril, símbolo esse que encerrou a longa ditadura. A revolução dos cravos foi um levante militar e popular que ocorreu em Portugal.</p><p>Nesse dia,  uma senhora que ia comemorar os anos da empresa onde trabalhava, quando viu que estava fechada devido à revolução, cruzou-se com os militares na rua e deu-lhes os cravos para os colocarem nas suas armas. </p><p>Feito por Ivo Costa e Martim Silva</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 14:22:33 UTC</pubDate>
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         <title>Marcelo Caetano</title>
         <author>ceciliaalves9</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marcelo José Das Neves Alves Caetano foi ex-primeiro-ministro de Portugal, de 1968 a 1974.</p><p>Salazar, em 1968, caiu de uma cadeira, ficou internado no hospital Cruz Vermelha, mas ninguém tinha coragem para dizer-lhe que já não tinha capacidade de exercer o cargo de Presidente do Conselho de Ministros. </p><p>Mas, para substituí-lo como presidente do conselho, foi nominado o professor Marcelo Caetano ( antigo ministro do governo de Salazar ). </p><p>Marcelo Caetano nasceu no dia 17 de agosto de 1906 em Lisboa, no Bairro da Graça, e a sua infância foi marcada pela morte da mãe aos 10 anos.</p><p>Marcelo Caetano  casou a 25 de outubro de 1930 no 3º conservatório do registro civil de Lisboa, com Teresa Elisa Teixeira de Queirós  de Barros. </p><p>Voltando ao seu trabalho, foi um jurisconsulto, professor de direito e político português.</p><p>Margarida, Isabella e Carla</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-17 13:25:21 UTC</pubDate>
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         <title>A PIDE </title>
         <author>ceciliaalves9</author>
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         <description><![CDATA[<p>Havia muita gente que gostava de Salazar, mas ao mesmo tempo, havia quem não gostasse dele e do estado novo, pois queriam ser livres, dar as suas opiniões…&nbsp;<br>Salazar criou várias polícias políticas como: PVDE (polícia de vigilância e defesa de estado), PIDE (polícia internacional de defesa de estado), DGS (direção geral de segurança), embora tenha ficado conhecida como PIDE.</p><p>A PIDE tinha como função controlar e vigiar, prender e torturar todos aqueles que estavam contra o estado novo.</p><p> Leonor e Marta</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-17 13:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>A preparação do 25 de abril  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No início do dia 9 de setembro de 1973, foi o dia em que 136 oficiais do exército se juntaram numa reunião clandestina, ou seja, feita às escondidas da polícia para libertar o país da opressão. As reuniões foram-se multiplicando a partir daí, não só em Portugal, mas também na Guiné, em&nbsp; Angola e em Moçambique. Nessa época as pessoas não tinham liberdade, os habitantes não podiam escolher o que queriam, não havia eleições livres, não podiam criticar o sistema em que viviam, pois seriam presos. Tornava-se cada vez mais complicado os protestos e as manifestações...O dia escolhido para agir foi no dia 25 de abril. De madrugada, os militares - MFA, ocuparam os rádios do estado português, comunicaram ao país que queriam a democracia, e puseram no ar músicas que a ditadura não gostava, como Grândola Vila morena, de José Afonso, entre outras.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Isabel e Julia</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 13:46:10 UTC</pubDate>
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         <title>Os cravos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O grande símbolo do 25 de Abril é o cravo, e ainda por cima tem as cores da bandeira nacional.&nbsp;&nbsp;</p><p>Os cravos foram o maior símbolo do 25 de Abril, quando todos os revolucionários&nbsp;&nbsp;colocaram os cravos nas suas espingardas, e os soldados ficaram muito felizes por trazer a alegria de novo ao país.</p><p>E assim o país nunca foi o mesmo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Diego e Bryan 6º A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 13:47:51 UTC</pubDate>
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         <title>A Censura </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando ainda existia a censura, eles não tinham nenhuma liberdade, era aplicada aos jornais, aos livros, ao teatro e ao cinema.&nbsp;</p><p>Era quase uma arma de controlo populacional e atuava de formas diferentes.&nbsp;</p><p><strong>Nos jornais&nbsp;</strong></p><p>Os jornalistas tinham de enviar o jornal para o Regime ver o que poderiam publicar ou não. O que não podiam publicar, o Regime riscava a lápis azul.&nbsp;</p><p><strong>Nos livros&nbsp;</strong></p><p>Se alguns livreiros desconfiassem que este livro ou aquele  poderia ser proibido, escondiam alguns exemplares e vendiam-nos às condidas, aos clientes antissalazaristas que  estavam interessados nesses livros. Havia uma lista de livros proibidos que chegou a incluir livros técnicos de agricultura e medicina, e só por se achar suspeito o nome do autor.&nbsp;</p><p><strong>No cinema e no teatro&nbsp;</strong></p><p>Eram, às vezes, proibidos filmes ou peças de teatro inteiras ou, então, eram cortadas algumas partes, sem as quais se tornava difícil entender o sentido da obra.&nbsp;</p><p>Às vezes eram tão alterados e perdia-se a mensagem que o autor queria transmitir.&nbsp;&nbsp;</p><p>Tinham de enviar o texto que ia ser representado à Comissão de censura e, passado algum tempo, era enviado esse mesmo texto com os cortes que os censores entendiam fazer. Por fim, ainda vinha um censor assistir ao último ensaio, antes da estreia e, mesmo nessa altura, ainda podia cortar mais texto ou mesmo proibir a peça por completo, quando já estavam feitos os cenários, as roupas, os cartazes de propaganda, etc.&nbsp;</p><p>Eles usavam uma técnica especial para enganar o censor. Se se tratava de uma comédia, transformavam tudo numa tragédia; se era uma tragédia ou um drama, transformavam tudo numa grande comédia.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Alexandre e Martim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 13:51:45 UTC</pubDate>
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         <title> O assalto ao Santa Maria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em janeiro de 1961, houve um assalto ao <strong>navio de luxo Santa Maria, </strong>acontecimento que, na época, deu grande visibilidade&nbsp;na imprensa internacional, ao movimento de oposição a Salazar.&nbsp;</p><p>Ao abandonar o porto de Caracas, com cerca de mil pessoas a bordo, o navio foi tomado por <strong>25 rebeldes espanhóis e portugueses </strong>que se opunham aos regimes fascistas de Francisco Franco e António de Oliveira Salazar. Eram comandados pelo capitão <strong>Henrique Galvão, </strong>que se exilara na Venezuela, após uma fuga espetacular do Hospital de Santa Maria, em 1959, onde se encontrava em tratamento,&nbsp; mas preso e vigiado pela PIDE. Depois de ter sido tomado pelos homens de Galvão , o navio passou a autodenominar-se Santa Liberdade, ostentando o novo nome em diferentes partes do convés.&nbsp;</p><p>Os jornais andavam entusiasmadíssimos com aquele acontecimento extraordinário para a época. O caso mobilizou meios nunca utilizados pelos jornais e televisões até àquela altura, como&nbsp; o uso de paraquedas por repórteres da revista francesa <em>Paris-Match.</em>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><em>Beatriz e Carolina&nbsp;</em>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 13:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>25 de abril de 1974 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecas56/ahppzdibjzgh6cl1/wish/2966500626</link>
         <description><![CDATA[<p> Sete horas da manhã, na madrugada de 24 para 25 de Abril de 1974, foi o dia que marcaria o início de uma grande mudança em Portugal, o fim de um regime de ditadura que durava há já quarenta e oito anos!&nbsp;</p><p>Para muitos dos jovens leitores, o 25 de Abril é uma data um bocadinho antiga e que já faz parte da história.&nbsp;</p><p>Aquele país pequenino, governado por uma ditadura comandada durante muitos&nbsp;anos por António de Oliveira Salazar e, depois da sua morte, por Marcelo Caetano.&nbsp;</p><p>Um país pobre, triste e cinzento, envolvido numa guerra contra os Movimentos de Libertação na Guiné, em Angola e em Moçambique, vigiado e amordaçado por uma polícia política chamada PIDE, que prendia e torturava os que se opunham à ditadura. </p><p>Catarina e Lavinya </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 13:59:38 UTC</pubDate>
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         <title>Quartel de Santa  Maria</title>
         <author>ceciliaalves9</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecas56/ahppzdibjzgh6cl1/wish/2968095429</link>
         <description><![CDATA[<p> Nesse dia, um grupo de jovens militares, liderados pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), ocupou a estação de rádio e o quartel-general da RTP (Rádio e Televisão de Portugal) em Lisboa, transmitindo uma canção proibida, "Grândola, Vila Morena", como sinal para as tropas em todo o país para avançarem. Este foi o início do golpe militar que derrubou o regime do Estado Novo liderado por Salazar e, mais tarde, Marcelo Caetano.</p><p>&nbsp;</p><p>O Assalto a Santa Maria, mais especificamente,  a tomada do Quartel de Santa Maria da Feira em Lisboa, um dos locais importantes, ocupados pelos militares rebeldes nesse dia. Esses eventos foram decisivos para o sucesso da Revolução dos Cravos e o estabelecimento da democracia em Portugal. </p><p>Miguel Diogo e Gonçalo Alves</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:08:28 UTC</pubDate>
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         <title>A CENSURA</title>
         <author>ceciliaalves9</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecas56/ahppzdibjzgh6cl1/wish/2968107462</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Uma importante forma de reprimir a oposição e de promover o PENSAMENTO ÚNICO era a censura. Quer dizer, o jornal tinha de enviar o que queria publicar à Comissão de Censura que, quase todos os dias, cortava textos, maiores ou menores, impedindo que fossem publicados.</p><p>Gonçalo Araújo e Alex Sousa</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:16:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ceciliaalves9</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecas56/ahppzdibjzgh6cl1/wish/2968125612</link>
         <description><![CDATA[<p>António de Oliveira Salazar (1889-1970) foi o primeiro-ministro de Portugal durante 36 anos, de 1933 até 1968, época em que impôs um regime autoritário que anulou todas as tentativas de oposição ao seu governo.</p><p>No ano de &nbsp;1930, ele não estava sozinho, ao seu lado &nbsp;estava Francisco Franco, de Espanha,  que integrou a lista dos ditadores que atingiram o auge do totalitarismo na Europa.</p><p>António de Oliveira Salazar, conhecido como Salazar, nasceu em&nbsp;Vimieiro, Santa Comba Dão,  no dia 28 de abril de 1889. Filho de pais humildes e dedicados à agricultura: Maria do Resgate Salazar e António&nbsp;de Oliveira.</p><p>Salazar ingressou&nbsp;em outubro de 1900 no seminário de Viseu,&nbsp;onde permaneceu por oito anos. Quando saiu do seminário, começou a dar aulas numa escola de Viseu e foi,&nbsp;também, professor particular.</p><p>Em 1914 tornou -se professor de Direito, pela Universidade de Coimbra. É em Coimbra que Salazar exerce atividades políticas no Centro Académico de Democracia Cristã.&nbsp;</p><p>&nbsp;Eduarda Joana e Íris</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 13:27:45 UTC</pubDate>
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