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      <title>Moral português 12ºano by Adelino Pais</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-11-07 12:24:12 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>adelinpais</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá eu sou o Adelino!<br>Eu tenho 17 anos e sou aluno da professora Rosa Roque.<br>Sou atento e crítico, tentando dar sempre que possível a minha opinião e perspectiva sobre o que estamos a estudar.<br>Procuro na disciplina de Português de 12.º ano encontrar e descobrir mais sobre os conteúdos da literatura portuguesa, conhecer grandes poetas como Fernando Pessoa, incluindo os seus semi-heterénimos e heterónimos.<br>Espero conseguir preparar me para a grande prova final, o Exame!</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-07 12:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Lisboa&quot; Pólo Norte</title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/426817666</link>
         <description><![CDATA[<div>         A música "Lisboa" da banda Pólo Norte desperta-me um tema estudado nas obras de Bernardo Soares e Cesário Verde, a "deambulação e sonho".<br>         Inicialmente, a composição musical retrata a posição do sujeito da música, o qual sai de casa e vai caminhando por Lisboa, pelas ruas do Bairro Madragoa, pela noite fora, "noite cerrada".<br>         No seu percurso, o sujeito deambula e observa, sendo um "observador acidental", repara em diversos pormenores, tais como as portas fechadas, os telhados, cruza-se com mulheres com "histórias de atrofiar" e homens sozinhos. Observa os "velhos às janelas", suscitando nele e em mim uma sensação de passado.<br>         Esta deambulação induz-lhe uma reflexão interior e proporciona a sensação de haver "segredos por desvendar".<br>         Em suma, esta canção cria um ambiente, no qual transforma uma deambulação em uma reflexão, pois predomina temas de intelectualização e interiorização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-26 18:28:46 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Às vezes, em sonho triste&quot; Fernando Pessoa</title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/426818640</link>
         <description><![CDATA[<div>      O poema "Às vezes, em sonho triste" de Fernando Pessoa retrata a temática das saudades de infância e o sonho.<br>      O sujeito poético descreve um lugar longínquo, onde os sentimentos e as emoções são diferentes, é portanto um espaço natural propício à imaginação e aos desejos, "(...) existe / Longinquamente um país / Onde ser feliz consiste / Apenas em ser feliz." (vv 2,3,4 e 5).<br>       Para o poeta, a infância é um espaço de sentimentos espontâneos e baseados na inconsciencialização de observar o que o rodeia e não refletir sobre o mesmo, "Parece que se revive / Tão suave é viver assim" (vv 18 e 19).<br>       No entanto o sujeito poético tem consciência de que esse lugar imaginário é lhe inalcançável, "Nesse impossível jardim." (v 20) e que o que viveu na sua infância não volta mais, deixando num sentimento de angústia.<br>       A composição poética é constituída por quatro estrofes de cinco versos cada, os versos são compostos por sete silabas métricas, sendo a rima emparelhada, cruzada e interpolada.<br>       Neste poema, apresenta-se uma personificação do tempo, "O tempo morre e renasce / Sem que sintamos correr." (vv 9 e 10).<br>       Em suma, este é mais um dos poemas de Fernando Pessoa ortónimo em que este recorda das memórias e sentimentos de infância e sonho, e como era feliz porque era inconsciente, espontâneo enquanto que em adulto e no mundo real, a sua intelectualização não o permitem ser feliz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-26 18:47:23 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;As rosas amo dos jardins de Adónis&quot; Ricardo Reis</title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/433419862</link>
         <description><![CDATA[<div>      Um dos poemas de Ricardo Reis, heterónimo de Fernando Pessoa, é “As rosas amo dos jardins de Adónis” o qual retrata o tema da finitude da vida, o lema “Carpe Diem” e ainda a fuga do sofrimento.<br>      Neste poema o sujeito poético valoriza o aproveitar do momento presente, sem passado nem futuro, apenas de forma tranquila, moderada e serena, sem grandes sobressaltos e desassossegos. Ricardo Reis baseia a sua escrita nas correntes filosóficas clássicas: Estoicismo e Epicurismo, e ainda com grande influência do poeta latino Horácio.<br>      Ao longo do poema Ricardo Reis revela um tom moralista pois os verbos predominam no Presente do Indicativo, tendo um valor de efemeridade e realidade absoluta. Os elementos naturais como “rosas” e “Sol” transmite-nos uma ideia de caducidade e princípio da vida, respetivamente. O uso de recursos expressivos tais como a antítese, “Que em o dia em que nascem, / Em esse dia morrem.” (vv.3 e 4), em que existem duas ideias antagónicas: o início da vida e a morte; e a repetição, afim de entoar a expressividade da antítese. Ricardo Reis interpela, assim como em muitos dos seus poemas, a sua mulher amada, “Lídia”, usando um apóstrofe.<br>      A composição poética apresenta-se sobre a forma de três quadras, sendo os dois primeiros versos de cada quadra decassilábicos e os segundos versos hexassilábicos, podemos reparar que não existe rima entre os versos, ou seja versos soltos, uma característica da poesia do heterónimo.<br>      Em suma, esta ode de Ricardo Reis reflete sobre os principais temas da sua filosofia de vida, defendendo que a felicidade só é possível se aceitarmos o ciclo da vida, nascimento e morte, apelando a um amor ingénuo e tranquilo, um amor sem dor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-19 17:36:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/433425059</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-01-19 18:05:10 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Carpe diem&quot;</title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/446138592</link>
         <description><![CDATA[<div>      Ricardo Reis, um dos três principais heterónimos de Fernando Pessoa, foi um poeta que recebeu bastantes influências clássicas tanto gregas como romanas, destacando-se as correntes filosóficas Estoicismo e Epicurismo e o poeta latino Horácio.<br>      De acordo com estas correntes filosóficas e éticas adquiridas que encontramos nos seus poemas, este advoga um princípio que defende a fruição da vida tranquila e serena. Procura o afastamento de desassossegos, euforias e sobressaltos de modo a diminuir o impacto que a morte tem no ser humano. Com a sua teoria moralista, Ricardo Reis pretende a aceitação da inevitabilidade do fim da vida, atenuando a dor e o sofrimento naturalmente experienciados, evitando criar laços demasiado afetivos e até desvaloriza o medo que esta possa suscitar a morte no mesmo.<br>      A citação de Maria Vitalina Leal de Matos sintetiza toda a filosofia de vida e crenças de Ricardo Reis, focando que a vida deve ser gozada no instante presente o “carpe diem”. Este reforça também nas suas composições poéticas a inutilidade da ação humana através do aconselhamento nos seus versos “Tentemos pois com abandono assíduo”, presente em “Antes de nós nos mesmos arvoredos”. Numa perspetiva estoicista, Ricardo Reis pretende ainda acentuar o seu desapego a valores patrióticos e a sua atitude de abolição perante as emoções excessivas.<br>      Em suma, toda a obra poética deste heterónimo pessoano pode ser sintetizada pela citação de Maria Matos que corrobora os temas abordados nos seus poemas.<br><br>Trabalho realizado em conjunto com Carolina Pereira 12.ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-16 20:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Na casa defronte de mim e dos meus sonhos&quot; Álvaro de Campos</title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/446139052</link>
         <description><![CDATA[<div>      Este poema de Álvaro de Campos tem como temas a nostalgia/refúgio na infância, a dor de pensar e racionalização de emoções, bastante presente na terceira fase deste heterónimo pessoano, fase intimista. Podemos considerar que este poema está dividido em duas partes, tendo em conta o assunto retratado.</div><div>      Assim, na primeira parte desta composição poética, o sujeito poético menciona principalmente o paralelismo entre a sua infância e a sua vida atual. Na sua infância, o sujeito poético, tal como todas as crianças, era inconsciente e impulsivo, ou seja, não racionalizava as suas emoções e sensações que experienciava “São felizes, porque não são eu. / As crianças, que brincam às sacadas altas, …” (vv. 4 e 5). De forma a ilustrar a despreocupação e vivência feliz característica desta fase da vida, o poeta recorre à metáfora “Vivem entre vasos de flores, …” (v. 6) e às sensações visuais e auditivas presentes nas 3.ª e 4.ª estrofes. Por outro lado, contrastando com os seus tempos de infância, atualmente o sujeito poético revela uma mentalidade baseada na angústia existencial, racionalização de emoções e consciencialização de finitude da vida, o que se traduz numa solidão e refúgio nas sensações da infância “Que grande felicidade não ser eu!” (v. 14).<br>      Na segunda parte deste texto lírico há um isolamento do sujeito poético e uma dicotomia entre o “eu” lírico e os “outros” induzida pela diferenciação entre os indivíduos que usufruem das experiências e sensações e os indivíduos que “pensam com a razão” em vez da emoção. Esta exclusão, a que se submete o sujeito poético, leva a que este sinta uma grande dor e vazio existencial tal como a falta de um sentido para a sua vida devido à sua lucidez face à vida, consciencialização, características da temática da dor de pensar e infelicidade proporcionada pela racionalização. A metáfora “O que os outros sentem é uma casa com a janela fechada, …” (v. 17) e a antítese presente no verso 8 são exemplos destas características. A última estrofe constitui reflexões a cerca da consciência individual que separa o sujeito poético dos outros indivíduos através de uma dor de pensar e do excesso de racionalização. </div><div>      Formalmente, o poeta recorre a irregularidade de estrofes e versilibrismo ao longo das nove estrofes.<br>      Em suma, esta composição poética pretende insere-se na última fase do heterónimo pessoano, a fase intimista, realçando fortemente o refúgio no passado e nostalgia da infância.<br><br></div><div>Trabalho realizado em conjunto com Beatriz Pitas, Carolina Pereira e Ricardo Couto 12.ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-16 20:33:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apreciação crítica dos quadros “As Três Idades da Mulher” e “Três Mulheres”, página 155</title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/473300195</link>
         <description><![CDATA[<div>     Os quadros “As Três Idades da Mulher” de Gustave Klimt e “Três Mulheres” de Umberto Boccioni, pretendem transmitir as três fases da vida: Juventude, Idade Adulta e Velhice, na figura humana feminina.<br>     A primeira fase da vida, a juventude, é generalizada por características como a inocência, a inexperiência e o sonho, já numa segunda na fase, a idade adulta resume se a uma maturação física e psicológica, caracterizada pelo seu auge da vida. E por fim a terceira fase, a velhice, esta representa a finitude da vida, marcada pela saudade de tempos vividos.<br>     No quadro “As Três Idades da Mulher” podemos observar uma menina, uma jovem e uma senhora, estas figuras encontra se sem roupa afim de transparecer as mudanças e evoluções ao longo das três fases. Podendo afirmar que o principal assunto de Klimt nas suas obras, era o corpo feminino, e que essas são marcadas por um erotismo franco.<br>     Seguindo, na pintura “Três Mulheres” é apresentado de forma diferente novamente três figuras femininas, sendo uma jovem, uma senhora adulta e uma senhora de idade, estas encontram-se vestidas de forma semelhante com vestidos longos e largos, transparecendo uma sensação de frieza, sem deixar de se observar bem as diferenças nas faces das figuras, cada uma com um retrato característico de uma fase da vida. Esta pintura é categorizada como uma pintura de divisionismo, no entanto, existe um estilo futurista dentro dela, sendo uma obra típica do pintor Umberto Boccioni.<br>     Após este breve analise das figuras podemos associa-las ao conto “George” da escritora Maria Judite de Carvalho, pois este retrata também três figuras femininas, cada uma característica de cada fase da vida, havendo uma reflexão sobre a evolução da figura feminina.<br>     Em suma, as duas pintoras, uma de Klimt e outra de Boccioni, mostram de forma semelhante as diferenças que o tempo provoca na personagem feminina, sendo a vida, como uma linha tripartida: Juventude, Idade Adulta e Velhice.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-03-24 18:04:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adelinpais</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 18:17:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adelinpais</author>
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         <pubDate>2020-03-24 18:21:00 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese da biografia de José Saramago apresentada nas páginas 236 e 237 do manual</title>
         <author>adelinpais</author>
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         <description><![CDATA[<div>      José de Sousa Saramago foi um escritor português que nasceu na Azinhaga do Ribatejo a 16 de novembro de 1922 e faleceu em Lanzarote, ilhas Canárias em 18 de junho de 2010.<br>      Saramago tirou um curso de serralharia mecânica em 1939, e mesmo não prologando os seus estudos, este tornar-se mais tarde um escritor autodidata.<br>      A nível profissional José Saramago teve várias profissões tais como tradutor, diretor literário, produtor numa editora, colaborador em jornais e revistas e diretor-adjunto do Diário de Notícias, adquirindo assim um saber literário cultural, filosófico e histórico incomparável.<br>      José Saramago tem um estilo muito próprio, com uma escrita marcada pala supressão de alguns sinais de pontuação, dando um ritmo fluído e oral. A sua escrita é ainda marcada pelo cultivo do género literário romance.<br>      As obras que lhe trouxeram maior reputação e que levaram a que em 1998 o escritor recebesse o Prémio Nobel da Literatura foram Terra do Pecado (1947), Levantado do Chão (1980), Memorial do Convento (1982) e Jangada de Pedra (1986).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 21:58:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adelinpais</author>
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         <pubDate>2020-06-22 22:04:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adelinpais</author>
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         <pubDate>2020-06-22 22:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>Ex. 2  Tema A  pág. 265 do manual</title>
         <author>adelinpais</author>
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         <description><![CDATA[<div>      A liberdade de expressão é talvez dos temas mais difíceis de serem tratados, levando críticos e sociedade a diversas perspetivas.<br>      A liberdade de expressão é como se fosse uma ferida da nossa sociedade, uma ferida que não sara, da mesma forma que as discussões e conversas relacionadas com este assunto acabam por não terem uma finalidade.<br>      Este é um direito que foi conquistado ao longo da História e que, na atualidade, na maioria dos países, principalmente os democráticos, é atribuído a cada cidadão. No entanto poderá não ser tão claro como parece, segundo Pedro Mexia, a liberdade é tema “ainda não resolvido” na sociedade, baseando-se esta afirmação no facto da liberdade de expressão estar em parte restrito aos temas politicamente corretos, tentando ao máximo não ofender ninguém, preservando, por vezes, os valores religiosos acima de tudo, quase com que uma liberdade de expressão pacífica.<br>      Assim, a minha opinião é baseada com o que é relatado no vídeo <em>Correntes d’Escritas</em> (Norte Litoral TV), a liberdade de expressão deve abranger todos os temas, desde o mais insignificante até ao mais importante, sendo política ou não politicamente certos e aceites por todos, porém sem receios de ofensas públicas e políticas, pois só assim este direito pode realmente ser valorizado por todos. <br>      Por outro lado, como podemos tentar fazer uma crítica sobre algo sem ofender uma pessoa aleatória? Não podemos, pois mais uma vez, de acordo com Pedro Mexia, “se nós criarmos sobretudo na área cultural, uma cultura que não ofenda ninguém, é o caminho certo para destruir a cultura tal como a entendemos”.<br>      Sintetizando, o direito a nossa liberdade, principalmente a nossa liberdade de expressão, é um tema em constante evolução sem um fim a vista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 22:08:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adelinpais</author>
         <link>https://padlet.com/adelinpais/ahkqeybh0k1q/wish/636709773</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 22:44:00 UTC</pubDate>
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