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      <title>Despertando o Pertencimento by </title>
      <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x</link>
      <description>Trabalharemos aqui a questão do pertencimento e seus benefícios na construção de identidades e de sentimentos nas práticas educativas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-26 21:50:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Proposta Pedagógica para o projeto &quot;Despertando o pertencimento&quot;</title>
         <author>lopesfernanda1981</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1373701016</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Vídeo 1<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 23:53:38 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta Pedagógica para o projeto&quot;Despertando o pertencimento&quot;</title>
         <author>lopesfernanda1981</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Vídeo 2</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 23:58:27 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta Pedagógica para o projeto &quot;Despertando o pertencimento&quot;</title>
         <author>lopesfernanda1981</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1373713932</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo 3</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Hg5S4PTQuDg" />
         <pubDate>2021-04-01 00:01:23 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta Pedagógica para o projeto &quot;Despertando o pertencimento&quot;</title>
         <author>lopesfernanda1981</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1373754832</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposta de atividades para trabalhar história e história local:</div><ol><li>Entrevistas com seus familiares sobre as brincadeiras de seus tempos;</li><li>Pesquisar como os espaços da cidade eram utilizados para brincar e se divertir. Pescar? Brincar na praça? Ir à praia? Pipa?</li><li>E você, aluno/aluna, como utiliza os espaços da sua cidade para se divertir e brincar?&nbsp;</li><li>Sobre a cidade e seus espaços: Esses espaços se modificaram?&nbsp;</li><li>Pesquisa sobre a história e as mudanças ocorridas no espaço da cidade.</li><li>Sugestões de como preservar os espaços históricos e naturais, como as praias, para que os alunos e as gerações futuras possam utilizar.</li><li>Criar um vídeo com seus familiares apresentando suas brincadeiras preferidas.</li></ol><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 00:23:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuição do projeto</title>
         <author>arianeludmila</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1374086804</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>a) O que queremos (nós do grupo) saber?</strong><br> Como pensar diferentes situações pedagógicas para trabalhar o sentido de pertencimento dos alunos na escola.<br> <br><strong>b) O que já sabemos sobre o assunto? E você, especificamente, o que sabe?</strong><br> A escola deve ser entendida como um espaço de acolhida das múltiplas identidades, evitando a homogeneização. Assim ao trabalhar ancestralidades, por exemplo, é apresentar aos educandos as marcas étnicas dos brasileiros. Como também, a importância do patrimônio histórico, cultural e natural como forma de fortalecimento do sentimento de pertencimento do educando, incluindo o seu entorno. O patrimônio histórico e cultural envolve as identidades, "quem somos" e fortalece esse sentimento de pertencimento. Logo, quando a escola trabalha esse sentimento, o indivíduo passa a olhar o seu entorno com cuidado, identificando-se com esses espaços, histórico, cultural, natural, dentre outros. Ambiente para a compreensão da importância de cuidar e preservar espaços que marcam a região. Também trabalha a forma de pensar espaços e condições de existência que ocorre na natureza e também nas cidades. <br> <br> <br><strong>c) Qual o contexto do assunto que vamos investigar?</strong><br> O cotidiano das crianças em diferentes ambientes, observando a diversidade presente entre os grupos apresentados nos vídeos, comunidades indígenas, quilombolas, crianças no sudeste, como também em outros tempos e contextos.<br> <br><strong>d) O que precisamos fazer para investigar o que queremos saber? Como eu posso contribuir?</strong><br> Podemos posicionar teoricamente e historicamente a questão do pertencimento na escola. O que os pesquisadores falam sobre? Quando que essa preocupação surgiu na história da educação: existe isso mapeado ou não? Quais consequências quando os alunos não despertam esse sentimento: há estudos ou reflexões sobre isso, quais? (posso fazer esses levantamentos, que é uma abordagem mais teórica da questão). <br> <br><strong>e) Que áreas de conhecimento me ajudam a saber mais o que eu e o grupo queremos saber?<br></strong><br>&nbsp;Acredito que podemos encontrar apoio nas áreas da filosofia, psicologia, história e pedagogia, por exemplo, para refletir sobre aspectos que ajudam a pensar em possibilidades ou questões que devem ser consideradas ao trabalhar o pertencimento na escola.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 02:50:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arte transforma escola que parecia uma prisão para valorizar a identidade e despertar o sentimento de pertencimento nos alunos</title>
         <author>arianeludmila</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1374393651</link>
         <description><![CDATA[<div>A reportagem, publicada no site MultiRio, fala de um projeto que fortaleceu o sentimento de pertencimento à escola depois que uma nova gestão decidiu mudar o aspecto do ambiente escolar, do prédio, que parecia mais uma prisão (grades, portas de ferro com janelinha pequena...). O ambiente simbolizava um espaço de opressão, que refletia na postura dos alunos da E.M. Bernardo de Vasconcellos, "que já foi considerada uma das piores escolas da 4ª CRE, até 2016", como diz a reportagem.&nbsp;<br><br>Para mudar essa realidade, o projeto "Ser e Pertencer" levou ações para transformar a escola em um ambiente acolhedor e voltado para o fortalecimento da identidade e o sentimento de pertencimento dos alunos.&nbsp; A arte foi uma grande aliada da escola, por meio de uma parceria com o artista Angelo Campos, morador da região. Ele, que tem obras expostas no Brasil e no exterior, ajudou a transforar a unidade, antes repleta de pichações, numa espécie de galeria de arte.<br><br>Achei o conteúdo interessante, pois além de pensar nas práticas educativas voltadas para o despertar do sentimento de pertencimento, a matéria traz a reflexão quanto ao impacto que o mau aspecto de uma escola pode provocar no comportamento dos alunos.<br><br>Veja a reportagem no link abaixo:</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/13383-projeto-fortalece-sentimento-de-pertencimento-dos-alunos-%C3%A0-e-m-bernardo-de-vasconcellos" />
         <pubDate>2021-04-01 05:51:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1374393651</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Princípio da fusionalidade x Princípio da Identidade</title>
         <author>arianeludmila</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1374465388</link>
         <description><![CDATA[<div>Como estamos refletindo sobre as brincadeiras, ou seja, o uso do corpo como forma de trabalhar o sentimento de pertencimento, acho interessante trazer aqui as reflexões da disciplina "Corpo e Movimento", do 5º período de pedagogia, que traz dois princípios interessantes para se pensar as relações entre os corpos no espaço escolar: o Princípio da fusionalidade e o Princípio da Identidade, citado pelos autores Lapierre e Aucouturier (1984). Quanto ao primeiro princípio, eles afirmam, partindo da definição na Psicomotricidade Relacional, que "A fusionalidade revela um ajuste tônico. O contato com o corpo do outro facilita a perda de rigidez muscular, podendo acontecer a falta de limites corporais (os corpos se amalgamam na aceitação e no prazer, tornando-se unos), gerando o prazer e o sentimento de completude vividos na fusionalidade intra-útero. É um estado regressivo, de abandono<br>e diminuição das defesas, o que favorece o aparecimento dos recalques, na criança mais velha, quando esses sentimentos não são bem vividos". Eles explicam esse retorno ao intra-útero por ser o local onde o bebê vive uma plenitude total, sem limites, ou qualquer possibilidade de frustração por não esperar nada do exterior. Os autores dizem ainda “O traumatismo do nascimento vai arrancá-la brutalmente<br>desse estado de plenitude fusional”(LAPIERRE e AUCOUTURIER, 1984,<br>p. 10 apud ). Já o segundo princípio se refere ao desejo de identidade, “de<br>independência, de liberdade, acima de tudo ligada ao eu consciente,<br>que se manifesta através da agressividade, da oposição, da criatividade,<br>da dominação” (LAPIERRE e AUCOUTURIER, 1984, p. 56). Temos então dois princípios antagônicos mas que nas práticas educativas podem ser trabalhados dentro das atividades espontâneas, como brincadeiras, jogos, teatros, pois dentro de um jogo, e, por ser espontâneo, prazeres e medos podem ser trabalhados dentro mundo seguro que as brincadeiras oferecem. E isso ajuda a superar frustrações na vida real, sobretudo, na fase adulta.<br><br>Referência:<br><br>ARAÚJO, Denise Sardinha Mendes Soares de; LOVISARO, Martha. "Corpo e movimento na educação. v. 2: Fundamentos<br>pedagógicos e da psicomotricidade para as primeiras séries do<br>Ensino Fundamental". Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2009.<br><br>Link para baixar o livro:<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://canal.cecierj.edu.br/recurso/6702" />
         <pubDate>2021-04-01 06:27:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>alxrussisch</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1375147031</link>
         <description><![CDATA[<div>Pertencimento vem de pertencer que quer dizer "ser propriedade de" ou então um segundo significado seria "ser parte de" de acordo com o dicionário Aurélio do século XXI. Isso certamente ajuda na construção de identidades pois é no coletivo que se trabalha a identidade individual. No coletivo, percebemos a diferença que nós temos dos outros. Para complementar, deixo aqui a definição de identidade do mesmo dicionário que "conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa". O que corrobora com o que estamos estudando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 12:35:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biofilia X Pertencimento</title>
         <author>arianeludmila</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1394562437</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Contextualização do diálogo dos colegas com base num artigo científico&nbsp;</strong></div><div><br>Na busca respostas a nossa principal questão, que é como pensar em diferentes situações pedagógicas visando o despertar do pertencimento dos alunos, Carlos Alberto, em seu comentário no fórum, defendeu que "a criança precisa sentir, ver, interagir com o meio para absorver o conhecimento". E Fernanda trouxe a seguinte reflexão: "(...) quando a escola trabalha esse sentimento [de "Quem Somos"], o indivíduo passa a olhar o seu entorno com cuidado, identificando-se com esses espaços histórico, cultural, natural, etc".<br><br>Diante do exposto, temos, nos dois pensamentos, evidenciada a importância do ambiente como o espaço capaz de oferecer elementos e a materialidade necessários para gerar, nas relações com o meio, conhecimentos específicos e despertar a valorização do patrimônio cultural e o senso de pertencimento.<br><br>Para colaborar com as discussões, apresento aqui o artigo "Crianças da Natureza: vivências, saberes e pertencimento", das autoras TIRIBA e PROFICE (2019). A publicação (link abaixo e no Padlet) traz o resultado de uma pesquisa feita com crianças indígenas (das etnias Tupinambá de Olivença e Mura) e outras crianças não indígenas, que vivem em Nova Iorque. O objetivo foi compreender como elas entendem e se relacionam com a natureza, ou seja, a condição biofílica (bio = natureza; philia = amor) a partir da análise de desenhos e entrevistas feitas com elas, como explicam as autoras: "buscando nos aproximar de seus conhecimentos ecológicos e de seus sentimentos em relação ao universo natural de que são parte. Refletimos sobre essa abordagem na educação escolar indígena e urbana, considerando elementos das diretrizes da educação básica e estudos acerca dos direitos humanos e meio ambiente" (p. 1).<br><br></div><div>O estudo teve entre seus alicerces os conceitos de SPINOZA (2009, apud TIRIBA e PROFICE, Idem.) considerando que<br><br>"os seres são modos de expressão da natureza que afetam e que são afetados; que vivem em estado de conexão com outros modos e que se potencializam nesse estado de conexão [...]. Distintos em termos de potência, os seres existem interligados entre si, constituindo a teia que é a vida. Vida que se fortalece graças a sua capacidade de realizar encontros que a potencializam, ou que se enfraquece, quando realiza maus encontros. (ibidem, p.6)".<br><br></div><div>Ou seja, se os bons encontros podem fortalecer, como refletem as autoras, a teia da vida, as práticas pedagógicas se tornam um importante meio para oportunizar às crianças os encontros de qualidade, aqueles que vão promover a percepção e a conexão da vida de cada pessoa nessa teia maior, que é a vida em determinado território dentro do planeta em que vivemos.&nbsp; <br><br>O resultado da análise dos desenhos e falas das crianças indígenas e das crianças não indígenas deixa claro o quanto as crianças indígenas têm o senso de pertencimento mais apurado, devido a conexões locais bem estabelecidas e especificadas por elas em suas respostas e em seus desenhos. Nos desenhos, por exemplo, enquanto as crianças indígenas desenharam árvores, por exemplo, identificando o nome das espécies, as crianças urbanas, desenharam árvores de forma genérica em meios às construções, sem o conhecimento do tipo de natureza que as cercam. Porém, em outro momento, ao serem questionados, ambos os grupos se mostraram conscientes da importância da preservação da natureza e de seus impactos quando não preservada, como revelam as autoras:<br><br>"Enquanto as Tupinambá alertam sobre as ameaças ao mundo natural, como contaminação da água dos rios e desmatamento, as crianças americanas vivenciam problemas de saúde, sobretudo respiratórios, decorrentes da poluição do ar de uma grande cidade. Evidencia-se, assim, a ideia de que os seres humanos estão imersos na natureza, a vida humana se desenvolve em simbiose com ela, a natureza é o fundamento da cultura". (Ibidem, p. 15).<br><br>Quanto ao retorno das pesquisadoras às escolas participantes, cada uma recebeu relatórios com os resultados obtidos e sugestões para melhoria de suas práticas escolares nos ambientes para o desenvolvimento biofílico.<br><br>"As vivências na e com a natureza alimentam, cotidianamente, a biofilia e fortalecem o senso de pertencimento, tanto biológico, como cultural. Já as crianças de Nova Iorque – que vivem em um contexto urbano emparedado e altamente conectado a dispositivos eletrônicos e, portanto, têm contatos esporádicos, de lazer ou acadêmicos, com os ambientes, os seres e os processos do mundo natural – trouxeram uma paisagem com baixa variedade de animais, que eram, em sua maioria, domésticos, e com árvores genéricas: elas dizem “é uma árvore”, mas não as reconhecem e não as nomeiam como indivíduos vegetais que têm características próprias" (ibidem, p. 13).<br><br>Abaixo seguem link do artigo e exemplo dos desenhos feitos pelas crianças indígenas e não indígenas.<br><br><strong>Referência:<br></strong>TIRIBA, Léa; PROFICE, Christiana Cabicieri. Crianças da Natureza: vivências, saberes e pertencimento. <strong>Revista Educação e Realidade.</strong> vol. 44, nº.2 Porto Alegre, 2019. <br>Disponível em: &lt;<a href="https://www.scielo.br/pdf/edreal/v44n2/2175-6236-edreal-44-02-e88370.pdf">https://www.scielo.br/pdf/edreal/v44n2/2175-6236-edreal-44-02-e88370.pdf</a>&gt; Acesso em: 07/04/2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 06:23:42 UTC</pubDate>
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         <title>Formação e Cultura do Povo Brasileiro - Miscigenação</title>
         <author>CarlosAVerissimo</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1402007972</link>
         <description><![CDATA[<div>O povo brasileiro é fruto de uma miscigenação que iniciou no século XVI com a chegada dos portugueses. Até então, a população brasileira era constituída na totalidade&nbsp; por índios que habitavam a Terra nessa ocasião. A população era de cerca de 2 milhões de habitantes pertencentes aos grupos indígenas Karajá, Bororo, Kaingang e Yanomami.&nbsp;</div><div><br>Os portugueses ao ocuparem a Terra, trouxeram povos africanos capturados que foram escravizados, desde então, até o século XIX.</div><div><br>Por ocasião da Abolição, a solução para suprir a falta da mão de obra escrava foi empregar imigrantes europeus e asiáticos que desembarcaram no Brasil na primeira metade do século XX constituídos pelos (europeus) portugueses, espanhóis, italianos e alemães (asiáticos) japoneses, sírios e libaneses.&nbsp;</div><div>Essa miscigenação deu origem ao povo brasileiro com essa diversidade étnica e grande riqueza cultural. <br><strong>FREITAS, Eduardo de. "Origens do Povo Brasileiro"; </strong><strong><em>Brasil Escola</em></strong><strong>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/as-origens-povo-brasileiro.htm.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 04:22:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Necessidade do Sentimento de Pertencimento Diante da Globalização </title>
         <author>CarlosAVerissimo</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1402030684</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil tem uma população de&nbsp; costumes e tradições variados, cultivados pelas famílias tradicionais que procuram manter o tradição de suas origens. Contudo, o movimento de globalização tem sugerido mudanças por meio da músicas, moda e tendências.&nbsp;</div><div><br>Interessante que, essa globalização, tendo seu ponto alto neste século (XXI), teve&nbsp; inicio no mesmo período em que o Brasil recebe povos e culturas diversas. A globalização iniciou exatamente com a grandes navegações, motivadas pela expansão econômica, política e cultural. Acelerou bastante neste século por conta da Terceira Revolução Industrial responsável pelo avanço tecnológico nos transportes e comunicação.&nbsp;</div><div><br>Mais uma vez, a globalização interfere na cultura dos povos no mundo, não só do povo brasileiro. Isso ocorre pelo poder de influência cultural que uma povo ou nação exerce sobre outros povos e nações, promovendo e disseminação de sua própria cultura, incentivando e estimulando sua aceitação. Se não trabalharmos a questão do pertencimento para uma afirmação cultural, estaremos fadados ao esquecimento de nossas origens, nossa cultura, nossa ancestralidade.<br>&nbsp;<br><strong>João Gonçalves<br></strong>https://www.politize.com.br/globalizacao-o-que-e/#:~:text=A%20globaliza%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20um%20processo,se%20ampliaram%20para%20outras%20na%C3%A7%C3%B5es.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 04:58:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>alxrussisch</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1404929644</link>
         <description><![CDATA[<div>Identidade social&nbsp;<br><br><br>Pertencimento é um conceito de Ciências Sociais ( Psicologia e Sociologia, principalmente) e é sinônimo de "identidade social" que é o sentimento que um indivíduo tem de pertencer a uma determinada categoria, como por exemplo, as comunidades germânicas do sul do Brasil que tem uma identidade comum de descendentes de alemães, identidade essa consolidada pela língua comum e pelas tradições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 20:52:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta Pedagógica para o projeto &quot; Despertando o Pertencimento&quot;</title>
         <author>veverjpc</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1405312816</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividades da área do conhecimento de Geografia para envolver os alunos para conhecimento do seu bairro.<br><br>1. Comparação de fotos antigas e atuais do bairro. Descrever as diferenças entre elas. Relatando o ano de cada uma.<br><br>2. Mostrar o mapa da localidade, fazendo comparações de desenvolvimento. Os alunos registrarão aspectos positivos e negativos.&nbsp;<br><br>3.Relatar as mudanças que ocorreram, como: estabelecimentos comerciais, escolas, postos de saúde, e muitas outras observações que podem ser feitas pelos alunos.<br><br>4. O aspecto natural, o que mudou? Em relação a Paisagem Natural, quais as modificações foram realizadas pelo homem?<br><br>5. Pedir que os alunos façam o trajeto da sua casa até a escola.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 01:14:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CONTRIBUINDO COM O TEMA: PERTENCIMENTO X GLOBALIZAÇÃO</title>
         <author>arianeludmila</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1450318529</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Depois de nossas observações, a partir da postagem do Carlos, achei interessante acrescentar a este tópico alguns dados sobre o acesso à internet e a celulares no Brasil. Dados de 2019, do IBGE, mostram que neste ano a internet chegou a oito em cada dez domicílios brasileiros, correspondendo a 82,7%, sendo que a maior parte desse número se concentra na área urbana e grandes regiões do país. Vejam no gráfico abaixo (imagem 1). O acesso por faixa-etária também subiu para todas as faixas de 2018 para 2019, inclusive entre crianças de 10 a 13 anos e entre jovens de 14 a 19 anos. E outra situação que merece nossa atenção é que o acesso à internet pelo micro-computador caiu de 2018 para 2019 enquanto com o uso do smartphone, subiu. E a principal finalidade da internet, ainda segundo a pesquisa, é troca de mensagens. Isso demonstra, apesar de muitos ainda não terem acesso à internet, que houve um avanço da presença das novas tecnologias, e que as pessoas estão usando a internet para se comunicar. Portanto, temos novos processos informacionais e comunicacionais sendo absorvidos pela população, necessitando fortemente que sejam de uso estratégico também pelas escolas nos contextos educacionais que a elas cabem.<br><br>Fonte: Disponível em: &lt;https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-especiais/20787-uso-de-internet-televisao-e-celular-no-brasil.html&gt;. Acesso em: 23/04/2021<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 03:26:07 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese Pessoal do Projeto</title>
         <author>arianeludmila</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1455435549</link>
         <description><![CDATA[<div>Em minha síntese pessoal do projeto visando responder a  pergunta “Como pensar diferentes situações pedagógicas para trabalhar o sentimento de pertencimento dos alunos na escola?”, compreendo que é preciso partir do entendimento do contexto social, cultural e histórico onde a escola e os alunos estão inseridos para propor atividades interativas dentro e fora da escola que provoquem a valorização das diferentes manifestações culturais e o despertar da consciência de que a escola e o “eu aluno” são resultantes dos processos históricos produzidos pelo homem, sendo, portanto, a própria escola e os alunos agentes de transformação e de melhorias contínuas para a sociedade, por toda a vida. E, para isso, entre as possibilidades encontradas de provocar o engajamento e o sentimento de pertencimento, acredito que podemos pensar em iniciativas na escola, que: valorizem o lúdico e a participação das crianças na preservação ambiental e ambientalização e preservação da própria escola; resgatem a memória local e o entendimento dos impactos sofridos pelos contextos regionais, nacionais e até mundiais; criem ambientes para debates, com a participação de todos, de questões que tratem problemas existentes dentro e fora da escola, como na comunidade; além das iniciativas que despertem o engajamento dos alunos para o trabalho com projetos, de forma que possam valorizar diferentes pontos de vista e entrar em acordo a partir do respeito e do entendimento coletivo. Quanto ao embasamento teórico e prático para as ações, é possível recorrer a vários autores, de diversas áreas, como filosofia, psicologia, pedagogia e história, justamente por ser uma questão de caráter multidisciplinar. Minhas contribuições foram no sentido de introduzir diferentes conceitos que pudessem atravessar a temática do pertencimento ajudando na ampliação da nossa perspectiva ao se pensar em possibilidades de projetos com esse objetivo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 02:06:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1455435549</guid>
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         <title>Síntese</title>
         <author>CarlosAVerissimo</author>
         <link>https://padlet.com/carlosaverissimo/ahgfmc0584xgi49x/wish/1460239434</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Para pensar diferentes situações pedagógicas para trabalhar o sentimento de pertencimento é necessário entender quem somos como povo, como nação. Conseguimos estas informações investigando nossa ancestralidade.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sabemos que a escola é um espaço de múltiplas identidades e que deve combater a homogeneização mostrando a importância do patrimônio histórico cultural. Saber quem somos, fortalece o sentimento de pertencimento.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O contexto a ser investigado deve ser os diferentes grupos existentes em nossa própria comunidade. Muitas dessas comunidades abrigam culturas características de nossa ancestralidade como a cultura Quilombola presente muito próximo do nosso polo nas regiões de Armação dos Búzios e Cabo Frio.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para obtermos mais informações sobre a temática, precisamos investigar a história. Só o fato de termos viajado, aproximadamente, ao ano de 1500, já conseguimos entender a origem da formação do nosso país, quando identificamos os povos e cultura que passaram a povoar a Terra.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Na filosofia, psicologia, no serviço social, na história e até mesmo a própria pedagogia, nos permitem obter informações a cerca da nossa temática. Contudo, sem os registros da história e a própria manutenção da cultura, não seria possível progredir na investigação e obter como resultado a importância do despertamento do sentimento de pertencimento. Esse sentimento é importante, pois, nos caracteriza como nação, mostra nossa riqueza cultural, nos legitima com uma identidade. A criança necessita aprender esses conceitos para tornarem-se adultos de valor e que valorizam o próximo, o meio ambiente, enfim, a vida de forma geral.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 15:56:08 UTC</pubDate>
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