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      <title>REDAÇÃO by Leticia Schwambach</title>
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      <description>O espaço se destina a realizar postagens e tirar dúvidas de nossas aulas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-20 17:33:07 UTC</pubDate>
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         <title>O que é um texto</title>
         <author>aicit1977</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Significado</strong></div><div>Definir o <strong>significado da expressão “texto”</strong> pode parecer tarefa simples. Entretanto, ainda há muitas discussões na Linguística (ciência que estuda a linguagem) acerca dessa definição, existindo diversas correntes que, cada uma a seu modo, classificam o texto de uma maneira. De forma geral, é possível dizer que:</div><div><strong>Texto é uma unidade de sentido produzida por um autor e interpretada por um leitor.</strong></div><div><strong>AUTOR → TEXTO → LEITOR</strong></div><div>Partindo dessa definição, é possível dizer que texto é tudo aquilo a que atribuímos um sentido ao ler e escrever.</div><div><strong>Origem</strong></div><div>A origem do texto confunde-se com a origem do próprio homem, uma vez que a comunicação entre os seres humanos ocorre por meio de textos. O texto, portanto, nasce no momento em que um homem se comunica com o mundo ou com o outro. Vale a pena ressaltar, não obstante, a <strong>origem etimológica de texto</strong>: o termo do latim <em>textus</em>, de <em>textum</em> (tecido, entrelaçamento). O texto, portanto, seria <strong>o entrelaçamento de signos linguísticos,</strong> que, juntos, <strong>produzem sentido</strong>.</div><div>Uma redação escolar escrita de modo desconexo, com partes confusas ou inconclusivas, por exemplo, pode ser considerada um texto mal escrito, haja vista que a tessitura entre as palavras está falhando. Uma boa redação, por outro lado, deve ter coesão e coerência entre as palavras, orações, frases e parágrafos.</div><div><strong>Características</strong></div><div><strong>Cada área da Linguística categoriza os textos de acordo com seu interesse de observação científica</strong>. Não obstante, para fins escolares de leitura e escrita, é possível organizar a infinita quantidade de textos existentes em alguns grupos, tais como literários ou não literários, verbais ou não verbais, ou ainda pertencentes a determinados tipos de gêneros ou a outros.</div><div><strong>Texto verbal e não verbal</strong></div><div>Uma das possíveis divisões dadas aos textos é:</div><ul><li><strong>Texto</strong> <strong>verbal</strong>: tais textos são aqueles <strong>escritos</strong> <strong>com</strong> <strong>palavras</strong>. Todos os textos compostos por esse tipo de signo linguístico – feitos, portanto, em língua portuguesa, espanhol, francês etc., são considerados verbais.</li><li><strong>Texto</strong> <strong>não</strong> <strong>verbal</strong>: por oposição, esses textos são aqueles produzidos sem palavras, usando <strong>significantes</strong> <strong>visuais</strong> (pinturas e fotografias, por exemplo) ou <strong>sonoros</strong> (tais como músicas instrumentais);</li><li><strong>Texto</strong> <strong>misto</strong>: é importante lembrar que nem sempre os textos são apenas verbais ou não verbais. Na verdade, existem inúmeros textos que <strong>trazem</strong> <strong>elementos</strong> <strong>visuais</strong> e <strong>sonoros</strong>. Uma propaganda na televisão, por exemplo, costuma apresentar imagens e sons significativos, além de um conjunto de palavras que tentam convencer o espectador a comprar o que está se vendendo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:53:50 UTC</pubDate>
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         <title>Texto literário e não literário</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1439255895</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Texto literário e não literário</strong></div><div>Outra forma de dividir os textos seria por meio do <strong>critério</strong> <strong>artístico</strong>. De um lado, há textos tradicionalmente <strong>literários</strong>, como romances, contos e poemas. De outro, um conjunto de produções eminentemente <strong>não</strong> <strong>literárias</strong>, como editoriais de jornais, anúncios de compra e venda ou tratados científicos.</div><div>Entretanto, nem sempre é tão simples dizer se um texto é literário ou não. O gênero textual <strong>crônica</strong>, por exemplo, não seria tradicionalmente literário. Mas há cronistas que usam de linguagem poética para produzir seus textos e, em muitos casos, há mesmo autores de literatura que também produziam crônicas. <a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-essencial-carlos-drummond-andrade.htm"><strong>Carlos Drummond de Andrade</strong></a>, para citar um caso, passou a vida publicando crônicas e, atualmente, esses seus textos estão reunidos em livros que são, em grande medida, considerados literários.</div><div><strong>Tipos e gêneros textuais</strong></div><div>É possível classificar os textos por meio dos tipos e dos gêneros a que pertencem. Tipo ou tipologia textual são as diferentes formas que um texto pode apresentar-se. As principais tipologias são:</div><div><br><br></div><ul><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/tipos-discurso-narrativa.htm">Narrativa</a>;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/descricao.htm">Descritiva</a>;</li><li>Expositiva;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/dissertacao.htm">Dissertativa</a>;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/a-argumentacao.htm">Argumentativa</a>.</li></ul><div><br><br></div><div>Os <a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/generos-textuais.htm"><strong>gêneros</strong>&nbsp;<strong>textuais</strong></a>, por outro lado, são categorias que <strong>reúnem</strong> <strong>textos</strong> <strong>com</strong> <strong>características</strong> <strong>semelhantes</strong>. Por exemplo, há diversos textos publicados por jornais para afirmar seus respectivos pontos de vista: a esse tipo de texto chamamos editorial. Em outro exemplo, existem inúmeros textos usados para vender ou comprar itens ou serviços: são os chamados anúncios. Seria impossível listar todos os gêneros que existem, mas vale a pena conhecer as características dos seguintes:</div><div><strong>⇒ Gêneros literários</strong></div><div><br><br></div><ul><li>Romances;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/caracteristicas-genero-literario-novela.htm">Novelas</a>;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-conto.htm">Contos</a>;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm">Crônicas</a>;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/fabula.htm">Fábulas</a>;</li><li>Diários;</li><li>Poemas;</li><li>Tragédias;</li><li>Comédias;</li><li>Dramas.</li></ul><div><strong><br></strong><br></div><div><strong>⇒ Gêneros não literários</strong></div><div><br><br></div><ul><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/artigo-opiniao.htm">Artigos de opinião</a>;</li><li>Crônicas jornalísticas;</li><li><a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/editorial.htm">Editoriais</a>;</li><li>Resumos;</li><li>Resenhas;</li><li>Notícias;</li><li>Reportagens;</li><li>Propagandas.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:57:34 UTC</pubDate>
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         <title>Elementos constituintes do esquema argumentativo (tese, argumento, tema, ponto de vista)</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1439271911</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>ARGUMENTAR</div><div>É defender seu ponto de vista, sua ideia sobre algo.&nbsp; Assim dizemos que no texto argumentativo, o efeito buscado pelo seu produtor é a persuasão ou o convencimento..</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Características do texto dissertativo-argumentativo</strong></div><div>Ø&nbsp; Tem como finalidade explicar ou defender um tema proposto, analisando-o sob determinado ponto de vista e fundamentando-o com argumentos consistentes;</div><div>Ø&nbsp; Perfil dos interlocutores: quem escreve é o aluno ou candidato e quem lê é o professor, examinador ou corretor;</div><div>Ø&nbsp; O suporte é uma folha de papel;</div><div>Ø&nbsp; O tema são assuntos e fatos relevantes do momento que geralmente suscitam divergências;</div><div>Ø&nbsp; A estrutura apresenta três partes principais: ideia principal (ou tese), desenvolvimento (contendo argumentos que sustentam a tese) e conclusão;</div><div>Ø&nbsp; A linguagem deve estar de acordo com a norma-padrão tendendo a impessoalidade e a objetividade, com predomínio da 3ª pessoa do singular.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>TEXTO ARGUMENTATIVO</strong> é o texto em que defendemos uma ideia, opinião ou ponto de vista, uma tese, procurando (por todos os meios) fazer com que nosso ouvinte/leitor aceite-a, creia nela.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>I - TESE, ou proposição</strong>, é o que se diz sobre o assunto, é a ideia que defendemos, necessariamente polêmica, pois a argumentação implica divergência de opinião.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>II - ARGUMENTO </strong>- A palavra ARGUMENTO tem uma origem curiosa: vem do latim ARGUMENTUM, que tem o tema ARGU , cujo sentido primeiro é "fazer brilhar", "iluminar", a mesma raiz de "argênteo", "argúcia", "arguto“.&nbsp; Os argumentos de um texto são facilmente localizados: identificada a tese, faz-se a pergunta por quê? (Ex.: o autor é contra a pena de morte (tese). Porque ... (argumentos).</div><div>Assim podemos dizer que o argumento é a justificativa da tese.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Tipos de argumentos</strong></div><div><strong>2.1- Argumento de Autoridade: </strong>É aquele que se apoia no conhecimento de um especialista da área. É um modo de trazer para o texto o peso e a credibilidade da autoridade citada. Por exemplo: “<em>Conforme afirma Bertrand Russel, não é a posse de bens materiais o que mais seduz os homens, mas o prestígio decorrente dela”.</em></div><div><strong>2.2-Argumento de consenso: </strong>Alguns enunciados não exigem a demonstração de um especialista para que se prove o conteúdo argumentado. Nesse caso, não precisamos citar uma fonte de confiança. Por exemplo: “<em>O investimento na Educação é indispensável para o desenvolvimento econômico do país”. </em>Repare que essa afirmação não precisa de embasamento teórico, pois é um consenso global<em>.&nbsp;</em></div><div><strong>2.3- A Comprovação pela Experiência ou Observação: </strong>Esse tipo de argumentação é fundamentada na documentação com dados que comprovam ou confirmam sua veracidade. Por exemplo: “<em>O acaso pode dar origem a grandes descobertas científicas. Alexander Flemming, que cultivava bactérias, por acaso percebeu que os fungos surgidos no frasco matavam as bactérias que ali estavam. Da pesquisa com esses fungos, ele chegou à penicilina”. </em>Observe que, nesse caso, o argumento que validou a afirmação “<em>O acaso pode dar origem a grandes descobertas</em>” foi a documentação da experiência de Flemming.&nbsp;</div><div><strong>2.4- A Fundamentação Lógica: </strong>A argumentação nesse caso se baseia em operações de raciocínio lógico, tais como as implicações de causa e efeito, consequência e causa, etc. Por exemplo: “<em>Ao se admitir que a vida humana é o bem mais precioso do homem, não se pode aceitar a pena de morte, uma vez que existe sempre a possibilidade de um erro jurídico que, no caso, seria irreparável”. </em>Note que a ideia que o leitor tentou passar era: Não se pode aceitar a pena de morte. Para isso, foi mencionado o caso de falha humana na sentença, o que permitiu que se chegasse a tal conclusão.</div><div>Qualquer um desses tipos de argumentos citados é válido na construção de um texto argumentativo.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>III - Tema</em></strong><strong>:</strong> é o assunto abordado no texto, a ideia a ser defendida.</div><div>Dependendo da proposta podemos escolher diversos temas e títulos para o texto. Muitos estudantes, porém, confundem o título com o tema, mas veja só: o título é uma vaga referência ao assunto bordado, normalmente colocado no início do texto.</div><div><strong>Exemplificando o tema</strong>:&nbsp; Suponha que a proposta para dissertar seja a Família.</div><div>O <strong>título poderia ser:</strong> A ditadura dos filhos</div><div><strong>E o tema poderia ser:</strong> As famílias sofrem ultimamente com a ditadura dos filhos consumistas que tudo pedem movidos pela onda de consumo propagada pela televisão; e os pais perdidos nas novas tendências educacionais, permitem que os filhos mandem e desmandem na hora de comprar determinado produto.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>IV - Ponto de vista- </strong>É a ideia que o produtor do texto defende. Só existe argumentação porque há a possibilidade de discordância, assim há alguém para ser convencido, justificando o trabalho de uma argumentação para defender de modo convincente um determinado ponto de vista. Não há imparcialidade na dissertação argumentativa, assim o produtor do texto que não se posiciona, que 🤬 "em cima do muro", seja por insegurança ou por medo de desagradar a banca corretora ou mesmo seu professor, comete um grave erro.</div><div>Nessa modalidade de dissertação, a maior parte do conteúdo deve destinar-se à apresentação de argumentos favoráveis à tese defendida e só é possível mostrar argumentos contrários se estes forem seguidos de contra-argumentos mais fortes, capazes de derrubar a oposição.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Agora que você conheceu os elementos do esquema argumentativo veja como o texto argumentativo em linhas gerais se estrutura:&nbsp;</strong></div><div>A estrutura geral de um texto argumentativo consiste de introdução, desenvolvimento e conclusão, nesta ordem. Cada uma dessas partes, por sua vez tem função distinta dentro da composição do texto:</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>1-Introdução</strong>: é a parte do texto argumentativo em que apresentamos o assunto de que trataremos e a tese a ser desenvolvida a respeito desse assunto.</div><div><strong>2-Desenvolvimento</strong>: é a argumentação propriamente dita, correspondendo aos desdobramentos da tese apresentada. Esse é o coração do texto, por isso, comumente se desdobra em mais de um parágrafo. De modo geral, cada argumentação em defesa da tese geral do texto corresponde a um parágrafo.</div><div><strong>3-Conclusão</strong>: a parte final do texto em que retomamos a tese central, agora já respaldada pelos argumentos desenvolvidos ao longo do texto.</div><div><strong>Observação: </strong>ao produzir seu texto não é necessário nomear a estruturação acima, você deverá realizar sua produção de modo que elas estejam nos parágrafos, dando a ideia de começo, meio e fim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 18:00:37 UTC</pubDate>
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         <title>TIPOS E ELEMENTOS DA NARRATIVA</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1439278018</link>
         <description><![CDATA[<div>Sabemos que o ato de contar histórias remonta ao passado. Antigamente as pessoas tinham o hábito de sentar-se à beira de suas casas nos momentos de descanso e relatar fatos acontecidos, muitas vezes ficcionais, e isso ia passando de geração para geração.</div><div>Quem de nós não conhece a história do Chapeuzinho Vermelho, Bela Adormecida e tantos outros clássicos da literatura?<br>&nbsp;Por mais que o advento da tecnologia tenha desencantado essa magia e, de certa forma, promovido o afastamento entre as pessoas, existem variadas formas de narrativas, sejam elas orais, escritas, visuais ou encenadas, como é o caso do teatro.</div><div>O momento que estamos vivendo nos traz à tona muitas histórias, narrativas incontáveis de situações tanto trágicas como da gripo espanhola que tantas mortes e desolação trouxe para todos, assim como histórias de superação, de momentos agradáveis vivenciados dentro do convívio familiar e que agora, devido a dias em que familiares se encontram mais próximos dentro de suas casas, devido ao isolamento ou distanciamento social.</div><div>Seja qual for a modalidade, o texto narrativo dispõe-se de certos elementos primordiais, que são: tempo, espaço, personagens, narrador e enredo.</div><div>E para conhecermos um pouco mais sobre os diversos tipos de narrativa, devemos saber que elas se subdividem em: Romance, Novela, Conto, Crônica e Fábula. Por isso, estudaremos as mesmas passo a passo:<br>&nbsp;<br>&nbsp;<strong>Romance</strong>: É uma narrativa sobre um acontecimento ficcional no qual são representados aspectos da vida pessoal, familiar ou social de uma ou várias personagens. Gira em torno de vários conflitos, sendo um principal e os demais secundários, formando assim o enredo.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Novela</strong>: Assim como o romance, a novela comporta vários personagens, sendo que o desenrolar do enredo acontece numa sequência temporal bem marcada. Atualmente, a novela televisiva tem o objetivo de nos entreter, bem como de nos seduzir com o desenrolar dos acontecimentos, pois a maioria foca assuntos relacionados à vida cotidiana.<br> <br> <strong>Conto</strong>: É uma narrativa mais curta, densa, com poucos personagens, e apresenta um só conflito, sendo que o espaço e o tempo também são reduzidos.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Crônica</strong>: Também fazendo parte do gênero literário, a crônica é um texto mais informal que trabalha aspectos da vida cotidiana, muitas vezes num tom muito “sutil” o cronista faz uma espécie de denúncia contra os problemas sociais através do poder da linguagem.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Fábula</strong>: Geralmente composta por personagens representados na figura de animais, é de caráter pedagógico, pois transmite noções de cunho moral e ético. Quando são representadas por personagens inanimados, recebe o nome de Apólogo, mas a intenção é a mesma da fábula.</div><div>&nbsp;</div><div>Fonte: DUARTE, Vânia Maria do Nascimento. "Tipos de Narrativa "; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/tipos-narrativa.htm. Acesso em 24 de março de 2021.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=hxjT67hHy4A" />
         <pubDate>2021-04-20 18:01:49 UTC</pubDate>
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         <title>A IMPORTÂNCIA DO HÁBITO DE LER</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1439291528</link>
         <description><![CDATA[<div>Escrever bem exige conhecimento linguístico, técnica e muita dedicação. Não existe uma fórmula mágica para <a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/como-melhorar-escrita.htm">escrever bem</a>. É claro que existem pessoas que possuem uma melhor relação com as palavras, pessoas que são dotadas de uma grande facilidade para expressar-se de maneira que serão integralmente compreendidas. O que essas pessoas têm de diferente? A resposta é simples: bons escritores também costumam ser bons leitores. Jamais subestime a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/voce-acha-que-ler-dificil.htm">importância da leitura</a>, pois é inegável o fato de que quem lê mais tem mais facilidade com a modalidade escrita.</div><div>&nbsp;</div><div>Por meio da leitura de diferentes <a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/tipos-textuais.htm">tipos</a> e <a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/generos-textuais.htm">gêneros textuais</a>, entramos em contato com a língua e seus diferentes registros e temos a oportunidade de aprender na prática o seu funcionamento. Embora as gramáticas apresentem as regras para uma escrita correta, nem sempre mostram as reais situações de uso, que serão encontradas apenas nas diversas atividades discursivas, sejam elas orais ou escritas. Para compor seu repertório cultural, lembre-se de que todo tipo de leitura é bem-vinda, seja de best-sellers, seja dos clássicos da literatura – os textos-fontes de toda literatura contemporânea. Diversificar a leitura é importante para que você conheça e identifique os diversos gêneros, assim como é importante para que você aproprie-se dos inúmeros recursos linguísticos que eles oferecem.</div><div>&nbsp;</div><div>Existem três objetivos distintos para compreender a importância do hábito de ler, são eles: ler por prazer, ler para estudar, ler para informar-se. Através dos registros escritos descobrimos e aprendemos culturas, histórias e hábitos diferentes, compreendemos a realidade, o sentido real das ideias, vivências, sonhos, etc.</div><div>&nbsp;</div><div>Diante do fato, pode-se considerar a leitura como uma das mais importantes tarefas que a escola tem que ensinar, mas é importante ressaltar que para isso o professor deve ter consciência da necessidade, além de praticar com eficiência o hábito da leitura.</div><div>&nbsp;</div><div>Grande parte das escolas trabalha somente com textos literários e didáticos e muitas vezes selecionam esses materiais de forma burocrática, ou seja, uma relação de interesse entre editora, escola e, até mesmo, professor. Convém deixar claro que esse tipo de atitude não é de forma generalizada, pelo contrário, existem educadores que realmente desempenham seu papel de maneira responsável, desenvolvendo estratégias e diferentes formas de realizar uma leitura eficiente.</div><div>&nbsp;</div><div>Segundo estudiosos, existem três objetivos distintos para compreender a importância do hábito de ler:<br>&nbsp;• Ler por prazer;</div><div>• Ler para estudar;</div><div>• Ler para se informar.</div><div>&nbsp;</div><div>Através da leitura realizada com prazer, é possível desenvolver a imaginação, embrenhando no mundo da imaginação, desenvolvendo a escuta lenta, enriquecendo o vocabulário, envolvendo linguagens diferenciadas, etc.</div><div>A leitura voltada para o estudo é a mais cobrada pelos professores desde o início do ensino fundamental, apesar de muitos não estarem preparados para desenvolver em seus alunos tal hábito.</div><div>A leitura dinâmica e descontraída é uma das melhores formas de adquirir informações. O ideal é que se aprenda a ler textos informativos, artigos científicos, livros didáticos, paradidáticos, e etc.<br><br><strong>FONTE: </strong><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/educacao/a-importancia-habito-ler.htm"><strong>https://mundoeducacao.uol.com.br/educacao/a-importancia-habito-ler.htm</strong></a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 18:04:30 UTC</pubDate>
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         <title>DICAS PARA FAZER UM BOM TEXTO NARRATIVO</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1439302944</link>
         <description><![CDATA[<div>Dicas para fazer um bom texto narrativo</div><div><br>&nbsp;Um <strong>bom texto narrativo </strong>requer uma atenção especial aos detalhes de construção e caracterização nos diversos aspectos. Confira algumas dicas que ajudam na elaboração de uma narração.</div><div>• Ler romances, contos e textos em formato de <a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/cronica">crônica</a>, nos quais predominam a narração, pois a leitura aperfeiçoa a habilidade de escrita;</div><div>• Ler jornais e revistas sempre observando as características de um texto narrativo, com o objetivo de entender a estrutura utilizada;</div><div>• Ficar atento à escrita e elaborar uma estrutura completa com introdução, desenvolvimento e conclusão;</div><div>• Apresentar as personagens, o espaço e tempo logo na introdução para que os leitores compreendam todo o desenrolar da história;</div><div>• Atentar-se aos detalhes do desfecho do texto com o objetivo de concluir todo o enredo, pois a falta de detalhes prejudicam o entendimento do leitor;</div><div>• Praticar a elaboração de textos narrativos, pois o exercício é uma forma constante de aprimorar a escrita.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 18:06:43 UTC</pubDate>
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         <title>ENREDO LINEAR</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1439311460</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ENREDO</strong> - é a sequência de acontecimentos da história, a rede de situações que os personagens vivem, a trama das ações que eles realizam ou sofrem. Toda narrativa apresenta o enredo: o que aconteceu e como aconteceu. O desenvolvimento do enredo é organizado por causa do <strong>CONFLITO</strong> entre o personagem principal e forças adversárias a ele, pela luta do personagem para realizar seus desejos, projetos, sonhos, objetivos.</div><div>As narrativas apresentam um conflito entre o protagonista e os elementos opositores, entre os quais encontramos, muitas vezes, os personagens adversários ou <strong>antagonistas</strong>. Reconhecemos um exemplo típico desse embate nos enredos românticos do tipo herói x vilão, mocinho x bandido; no entanto, há inumeráveis formas de conflito, muito mais complexas e sutis.</div><div>De um modo geral, o personagem está em luta com antagonistas, ou com o mundo, ou com o seu destino, ou consigo mesmo. O desenrolar do enredo dá-se pela apresentação e desenvolvimento desse conflito, que se intensifica até o clímax, para se solucionar apenas no desfecho da história.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>O ENREDO LINEAR</strong></div><div>Podemos identificar quatro partes mais ou menos distintas em um enredo linear, isto é, aquele formado por uma sequência lógica e progressiva de ações.</div><div>1. <strong>EXPOSIÇÃO</strong>: situa-se no começo da história, quando em geral se apresentam os personagens, o conflito, o espaço e o tempo em que ocorre a ação.</div><div>2. <strong>COMPLICAÇÃO</strong>: corresponde à parte do enredo em que se desenvolvem os conflitos.</div><div>3. <strong>CLÍMAX</strong>: é o ponto culminante do enredo, o momento de maior tensão dos conflitos.</div><div>4. <strong>DESFECHO</strong>: é a solução dos conflitos.</div><div>Se não houver conflito, a narrativa 🤬 reduzida a uma sequência de fatos que, provavelmente, não despertarão o interesse dos leitores. Grande parte da paixão de contar está no jogo dos conflitos, que tecem o desenvolvimento da trama até o clímax e o desfecho, com o triunfo ou a derrota do personagem principal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 18:08:20 UTC</pubDate>
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         <title>ENREDO NÃO LINEAR</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1468466345</link>
         <description><![CDATA[<div>Na semana anterior, conhecemos um pouco sobre o <strong>enredo</strong>, sua organização e as partes que o compõe. Os acontecimentos narrados no conto “Uma vida ai ao lado” foram organizados em etapas que se relacionam de forma lógica e progressiva. Assim, a <strong>exposição</strong> pressupõe o <strong>conflito</strong>, que impele a narrativa para adiante, podendo ser considerado seu elemento propulsor. A complicação, por sua vez, amplia a tensão da narrativa até a chegado do <strong>clímax</strong> ou ápice. A função do <strong>clímax</strong> é aumentar a expectativa do leitor, exercitar a curiosidade dele em relação ao <strong>desfecho</strong>, que soluciona o <strong>conflito</strong> ou a <strong>complicação</strong> de um modo que não deve ser previsível, mas inesperado, surpreendente, e, ao mesmo tempo, coerente com o conteúdo da narrativa.</div><div>Trata-se, portanto, de um <strong>conto com enredo linear</strong>, pois nele os personagens, o tempo, e o espaço são apresentados de maneira lógica e as ações e situações desenvolvem-se <strong>cronologicamente</strong>, atribuindo à narrativa um começo, um meio e um fim.</div><div>&nbsp;</div><div>O enredo não linear, como o próprio nome revela, desenvolveu-se descontinuamente, com saltos, cortes, vaivéns na sequência da história, retrospectivas e/ou antecipações e rupturas do tempo e do espaço em que se desenvolve a ação. O tempo cronológico, dos relógios, mistura-se ao tempo psicológico, da duração das vivências dos personagens. O espaço objetivo, exterior, também se mistura aos espaços interiores, da memória e da imaginação.</div><div>&nbsp;</div><div>O texto de Rubem Braga que segue, é tecido por meio de uma lembrança, provocada por um incidente banal que desperta os sentidos e, com eles, a memória.</div><div>Ao ouvir um rincho de cavalo, o narrador-personagem o associa com uma moça que encontrara cavalgando na praia quando era adolescente.</div><div>Assim, a cena inicial da narrativa – um homem cansado, remando em busca de isca para pescar – é suspensa para dar lugar a outra cena, vinda do passado: o encantamento que esse homem sentiu por certa moça, de quem não conseguiu se aproximar.</div><div>Chama-se <strong>FLASBACK</strong> a quebra de linearidade temporal da narrativa. Por meio dela, torna-se possível voltar a um tempo anterior àquele que está sendo narrado para posteriormente retornar a ele, com alguma conclusão em relação ao que foi rememorado.</div><div>Esse recurso exemplifica o <strong>ENREDO NÃO LINEAR</strong>, pois permite um mergulho no passado, provocado por algo que acontece no presente do ato de narrar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 10:57:02 UTC</pubDate>
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         <title>PONTUAÇÃO NA NARRATIVA</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1511210751</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pontuação</strong></div><div>Vamos refletir:&nbsp;</div><div>Os sinais de pontuação são importantes na composição de um texto?</div><div>Sem a presença deles, entenderíamos um texto?</div><div>A pontuação na linguagem funciona como uma espécie de sinalização, guiando e organizando o texto a ser lido. Como num trânsito, os sinais apontam onde deve haver pausas ou o que chama a atenção. Se, mesmo com toda a sinalização, o trânsito nas cidades já é complicado, imagine sem. Assim como no tráfego de veículos, no texto os sinais dão ritmo, fluidez e evitam confusão. “A pontuação é superimportante. O texto mal pontuado se torna ininteligível. Não é possível compreender as ideias do texto”.</div><div>Vejamos como a pontuação pode modificar a compreensão de uma frase:</div><div><strong>Você chegou tarde.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Você chegou tarde?</strong></div><div><strong>Nossa!!! Que lindo seu vestido!!!&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Nossa. Que lindo seu vestido.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=IAbH3Ejl3OM&amp;t=125s" />
         <pubDate>2021-05-10 21:45:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A PONTUAÇÃO NA NARRAÇÃO</title>
         <author>aicit1977</author>
         <link>https://padlet.com/aicit1977/afsex2xuukowely4/wish/1511213278</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tipos textuais: narração</strong></div><div>Sinais de pontuação são recursos prosódicos que conferem às orações ritmo, entoação e pausa, bem como indicam limites sintáticos e unidades de sentido. Na escrita, substituem, em parte, o papel desempenhado pelos gestos na fala, garantindo coesão, coerência e boa compreensão da informação transmitida.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>O que é narração?</strong></div><div>É a “voz” que conta uma história. Muitas vezes, o narrador é também uma personagem da história.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Tipos de Narrador</strong></div><div>O narrador-personagem conta na 1ª pessoa a história da qual participa também como personagem. Ele tem uma relação íntima com os outros elementos da narrativa. Sua maneira de contar é fortemente marcada por características subjetivas, emocionais.&nbsp;</div><div>O narrador-observador conta a história do lado de fora, na 3ª pessoa, sem participar das ações. Ele conhece todos os fatos e, por não participar deles, narra com certa neutralidade, apresenta os fatos e os personagens com imparcialidade.</div><div>O narrador-onisciente conta a história em 3ª pessoa e, às vezes, permite certas intromissões narrando em 1ª pessoa. Ele conhece tudo sobre os personagens e sobre o enredo, sabe o que passa no íntimo das personagens, conhece suas emoções e pensamentos.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>A narrativa contempla:&nbsp;</strong></div><div>1 – Situação Inicial: começo da narrativa, momento em que se apresentam personagens, tempo, lugar em uma situação de equilíbrio.</div><div>2 – Conflito: desequilíbrio ou problema provocado por algum motivo, conduzindo o enredo ao clímax.</div><div>3 – Clímax: momento de maior tensão na história, tornando o desfecho inevitável.</div><div>4 – Desfecho: é a solução do conflito produzido pelas ações dos personagens.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Elementos da narrativa&nbsp;</strong></div><div>Narrador - Aquele que conta a história.&nbsp;</div><div>Espaço - Onde a ação se passa.&nbsp;</div><div>Personagens - Aqueles que participam da história.&nbsp;</div><div>Tempo - Quando a ação se passa.&nbsp;</div><div>Enredo - O que acontece, como as ações se desenrolam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 21:46:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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