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      <title>PORTFÓLIO: LÍNGUA INGLESA VIII by </title>
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      <description>GIRLEANE DE JESUS SÉRIO TEIXEIRA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-18 09:57:27 UTC</pubDate>
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         <title>PORTFÓLIO INDIVIDUAL</title>
         <author>girleane_js</author>
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         <pubDate>2021-01-18 10:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO                            O ensino atual é marcado por inúmeros processos de mudanças e por uma crise de paradigmas, onde esse ensino passa por profundas transformações e rápidos avanços tanto no que diz respeito ao aspecto econômico, social, político, como também o tecnológico. Assim, a escola, enquanto uma formadora de opiniões, competências e habilidades deve estar sempre em busca dessas atualizações, favorecendo para que ocorra mudanças e transformações no ensino, pautado em ideais de igualdade, compreensão e crítica social.A partir da publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB de n° 9.394 de 1996, as 99estrangeiras (LE) como toda a educação passou por significativas mudanças, o ensino do inglês passou a ser regulamentado.  A Lei mencionada, no seu artigo 26, determina a obrigatoriedade do ensino da língua inglesa a partir da 5ª série do ensino fundamental e, além disso, passou a ser exigida dos professores a formação em nível superior em cursos de licenciatura de graduação plena na área de ensino.ial, 2009. </title>
         <author>girleane_js</author>
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         <pubDate>2021-01-18 10:03:44 UTC</pubDate>
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         <title>O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DE LINGUA INGLESA VIII                             A disciplina em questão visava desenvolver a capacidade de identificar e  produzir sons, fonemas, entonação e símbolos fonéticos, além de englobar a  aprendizagem de funções. Havia ainda, no currículo do mesmo semestre, outra  disciplina de Língua Inglesa, mais focalizada em questões de estruturas  gramaticais da língua. Porém, o foco foi a primeira disciplina mencionada, pois a  capacidade de compreender textos orais, bem como a de produzir sons e  palavras com uma pronúncia compreensível é essencial para inserção dos futuros  profissionais de Letras no magistério fundamental e médio, assim como no  mercado de trabalho, em geral.O desenvolvimento de competência dos alunos do referido curso na  língua estrangeira é de fundamental importância, mas para isso, a sua  curiosidade precisa ser reconquistada, através de atividades significativas. Assim,  além de se tornarem educandos que vão se inserir no mercado de trabalho,  demonstrando domínio de estruturas e vocabulário, poderão desenvolver um  trabalho pedagógico crítico, a fim de que, quando estive em atuando como  docentes, possam também levar os seus alunos a terem condições de refletir a  partir dos conteúdos propostos. Deste modo, os alunos de licenciatura, futuros  professores, podem ter sua autonomia desenvolvida, ao longo do seu processo  de formação, apesar de ser curto em relação à sua história na escola, geralmente  de oito a dez anos. É necessário que além de desenvolver sua competência na  língua estrangeira, o aluno-professorando tenha o direito de experimentar o ato de  pensar reflexivamente, se tornar um professor engajado com o seu papel de  educador, através desse desenvolvimentoA habilidade de compreensão oral faz parte da vida do ser humano, e não  só dos ambientes escolares para aprendizagem de língua estrangeira. No dia-a- dia, assistimos a programas de notícias, entrevistas, palestras, ouvimos anúncios  dentro de supermercados, na rua ouvimos, intencionalmente ou não, fofocas,  piadas, etc. Todas essas situações mencionadas têm em comum o fato de haver  interação entre a pessoa que ouve e a que fala, e o que difere essas situações é  o tipo de linguagem ou o ambiente em que ocorrem.Entretanto, é de extrema importância que o educando seja visto não como um ser passivo, mas como um agente capaz de transformar a história, a partir da sua crítica e de sua atuação em sociedade. A esse respeito, Demerval Saviani (1997, p.68) em seu livro “A nova lei da educação” destaca que deve-se “despertar no aluno sua capacidade de se expressar como sujeito de sua própria reflexão a partir de sua realidade”.Portanto, ensinar Inglês é criar condições para que o aluno aprenda a andar com seus próprios pés, partindo da ideia de que o conhecimento não é pronto e acabado, mas que é construído a partir das críticas, reflexões, atitudes e ações desenvolvidas pelos indivíduos em sociedade. Neste sentido o currículo é dinâmico e não estático, os próprios Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o ensino fundamental, creditam certo dinamismo ao currículo.Diante disso, deve-se repensar o ensino de Inglês na atualidade sem desconsiderar a cultura escolar, a vida social do aluno, a influência da mídia e do trabalho na sociedade que deve valorizar os aspectos regionais, contudo sem desvincular a sociedade global, esse é o cenário da sociedade complexa que vivemos, na qual devemos articular a prática pedagógica.Para ocorrer mudanças significativas no ensino de Língua Inglesa é de extrema importância, além da capacitação e/ou formação acadêmica dos docentes, a promoção de novas estratégias e ferramentas de aprendizagem, pautadas na inserção do uso das tecnologias em sala de aula, a inclusão da família no processo de organização, planejamento e desenvolvimento do processo educativo, tendo em vista que é no seio familiar que o educando passa a maioria de seu tempo. </title>
         <author>girleane_js</author>
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         <pubDate>2021-01-18 10:06:09 UTC</pubDate>
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         <title>CONCLUSÃO                    Diante de todas as informações contidas nesse estudo, pode-se concluir que o ensino de Inglês por muitos tempos, ficou conhecido como uma disciplina “decorativa”. Atualmente essa caracterização está sendo reformulada a partir da construção de um ensino dinâmico, flexível e acima de tudo, pautado na formação crítica dos educandos, enquanto sujeitos sociais em contínua formação, bem como, em constante contato direto com as tecnologias e a globalização. Entretanto, torna-se necessária e importante a necessidade de se repensar as práticas pedagógicas no ensino da Língua Inglesa, isto é, a busca por formas dinâmicas, flexíveis e prazerosas de aprender e ensinar, bem como a qualificação dos educadores por meio de capacitação, grupos de estudos e cursos de formação.Pude observar que há dificuldades inerentes ao ensino-aprendizagem da pronúncia da Língua Inglesa, especialmente no que se refere a sons inexistentes na Língua Portuguesa.Sendo assim, graduandos de uma licenciatura em Língua Inglesa devem desenvolver não só a habilidade de compreensão oral, já com pronúncia adequada, mas também devem saber quais ferramentas podem ser utilizadas para atingirem seu objetivo na aprendizagem de uma língua.Dessa forma, o portfólio, por si só tem sua força, mas no presente trabalho, pôde conduzir as alunas à percepção de que o hábito de estudo é importante, apesar de não ser estimulado no contexto escolar brasileiro. Em muitos momentos das suas inclusões e comentários, escritos ou em sala de aula, elas referem-se à questão de rever material, e poderem renovar ou até entender o conteúdo proposto.Portanto, cada pessoa tem seu tempo para aprendizagem, e cada uma das alunas pôde comprovar isso na prática, sem julgamentos prévios, de que ‘você nunca vai aprender’, ideias provenientes de anos recebendo a avaliação informal. Se bem conduzido, portanto, o portfólio também pode contribuir para  atenuar essas lacunas de formação, através da identificação de problemas de  aprendizagem, e de falta de requisitos, além da identificação do seu próprio eu,  bem como de seu redirecionamento em relação ao curso escolhido, uma vez que  a procura por uma licenciatura nem sempre é por afinidade, ou interesse. Além disso, muitos outros aspectos são levados em consideração quando da escolha de um curso universitário, como preço e localização do campus. Espera-se que este trabalho possa trazer reflexões para os profissionais da área e para os praticantes desta modalidade, pelo fato de buscar conhecer os desafios e as possibilidades dos estudantes, de língua inglesa, em sala de aula, como também por permitir a reflexão sobre suas implicações no contexto escolar e social, podendo assim auxiliar tanto o professor como o aluno a reverem seus contextos e posturas diante do processo de ensino e aquisição do conhecimento.   REFERÊNCIAS                 ALVES, L. P. Portfólios como instrumentos de avaliação dos processos de ensinagem. In: ANASTASIOU, Léa G.C. e ALVES, Leonir P. (Orgs.) Processos de ensinagem na universidade. 3. Ed. Joinville,SC: Univille, 2004.ANASTASIOU, L.G.C. Metodologia do Ensino Superior: da prática docente à uma possível teoria pedagógica. Curitiba, PR: IBPEX,1998.BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental / Língua Estrangeira /Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: 1998. HOLDEN, Susan. O ensino da língua inglesa. 1. ed. São Paulo, Special Book Service, 2001.PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. O ensino de Língua estrangeira e a questão da autonomia. In: LIMA, Diogenes Cândido de. (org) Ensino Aprendizagem de Língua Inglesa: conversas com especialistas. São Paulo: Parábola Editor              </title>
         <author>girleane_js</author>
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         <pubDate>2021-01-18 10:06:52 UTC</pubDate>
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