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      <title>Mariana Carvalho by Mariana Carvalho</title>
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      <description>Oficina de Educação Literária</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-14 12:23:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após uma boa infância mas uma atribulada adolescência entro na vida adulta de cabeça erguida para todos novos desafios. <br>Aos 18 anos decidi ingressar no ensino superior para exercitar ainda mais a minha mente a nivel intelectual, para me formar em Educação Básica.<br>A ideia de poder ensinar e ao mesmo tempo aprender, com crianças, das mais variadas maneiras trouxe-me um desafio para a vida. Quero moldar e criar novos projetos com elas e proporcionar-lhes uma experiência inesquecível no ensino básico. Sou apaixonada pela arte da literatura. Ler é voar por caminhos infinitos, é o caminho do conhecimento. E conhecer é viajar, viajar pela imaginação e pela paixão. Ler é ganhar asas para o mundo. E educar, já dizia Augusto Cury é "contar histórias, contar histórias é transformar a vida na brincadeira mais séria da sociedade". E esse é o meu objetivo, ajudar o nosso presente a sonhar o passado e a lutar pelo futuro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 14:59:10 UTC</pubDate>
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         <title>Livro</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Titulo:</strong> Império À Deriva<br><strong>Autor:</strong> Patrick Wilcken<br><strong>Editora:</strong> Texto<br><br><strong>Resumo:</strong> Em 1808, fugindo de Napoleão, o príncipe regente D. João VI decidiu transferir sua corte para o Brasil. Depois de dois meses de viagem numa frota com mais de trinta navios, desembarcaram na Praça XV não só a família real da dinastia de Bragança (a princesa Carlota Joaquina, a rainha-mãe Maria I, e o jovem príncipe Pedro) mas também uma corte de 10 mil pessoas, incluindo religiosos, ministros, militares, familiares e criados. Pela primeira e única vez na história, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.<br><br><strong>Apreciação geral da obra: </strong>Império à deriva é o tipo de obra que nos faz viajar na história não só do nosso pais mas também do Brasil.  Patrick Wilcken leva-nos a uma viagem detalhada e pormenorizada da transferência da corte portuguesa para o Brasil em 1808, dos benefícios e das consequências dessa mudança, no Brasil e em Portugal, assim como todas as transformações políticas, sociais e económicas provenientes da chegada da Família Real, resgatando as intrigas da corte e a excentricidades de seus refugiados componentes de uma Europa desfigurada pelas guerras napoleónicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-24 15:58:36 UTC</pubDate>
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         <title>Poema</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
         <link>https://padlet.com/carvalhomariana/marianacarvalho/wish/245746583</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Uivo (Howl), Allen Ginsberg<br></strong><br></div><div>Eu vi as mentes mais brilhantes da minha geração destruídas pela<br>loucura, famintas histéricas nua<br><br>A arrastarem‐se na aurora pelas ruas de negros em busca de uma<br>dose feroz, <br><br>Hipsters de angélicas cabeças queimadas pelo antigo contacto celeste com o dínamo estelar na maquinaria da noite.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-24 16:55:57 UTC</pubDate>
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         <title>Traição da Imagem</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Espelho meu, espelho meu! Sempre disseram as vagas e vazias vozes de quem viu mas nunca olhou.&nbsp;<br>Eu, somente eu! Gritavam as vozes de quem morava nas profundezas do martírio.&nbsp;<br>Eles são belos, magistrais e completos, mas se parares de ver, de ver, para! Para de ver mas olha! Observa!<br>Observa os ódios, as individualidades, as inseguranças, a solidão. A solidão e a audácia de quem afirma e reafirma ser mais do que aquilo que nasceu para ser! De aquilo que é completo mas quebrado.<br>Já olhas-te? Observas-te bem?<br>É real! É real a partir do momento em que começamos a esperar o já esperado.&nbsp;<br>O toque da mão dele, faz com que estale! Faz com que estale a primeira lasca de quem está pronto para começar!&nbsp;<br>Era um abandonado, um ninguém! Um sozinho... até ao momento em que ouviu o choro dele. Agora são eles, juntos! Partidos e divididos, nas curvas do ignoto destino.&nbsp;<br>Agora quebrado, ele olha! Olha a segurança, as paixões e as alegrias. Olha com uma lágrima no rosto.&nbsp;<br>Olha partido mas olha amado!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 18:57:07 UTC</pubDate>
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         <title>Leituras &#39;&#39;Face To Face&#39;&#39;</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
         <link>https://padlet.com/carvalhomariana/marianacarvalho/wish/257194923</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Descrição da aluna: Jessica Vieira<br></em><strong>Descrição objetiva:<br></strong>Destaca-se facilmente pelo olhar macio e sereno de uns olhos cor de avelã. Os longos fios de cabelo vão ondulando e passando levemente pelos ombros até meio das suas costas. De raiz firme e escura, cor de carvalho, até às pontas suaves e claras, cor de ouro, os seus cabelos percorrem e acentuam os finos e delicados traços do seu rosto, desde as compridas e escuras pestanas às claras sardas da ponta do seu nariz.<br><br><strong>Para lá do olhar:<br></strong>Nos seus olhos de avelã vejo calma e serenidade e nos seus finos e leves traços faciais uma enorme simpatia e alegria, transmitidas claramente pelo seu tímido sorriso. É indiscutível, que essa clama e serenidade se encaixam perfeitamente na firmeza do seu carácter e das suas palavras assim como no leve e cintilante som da sua voz.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-02 11:57:14 UTC</pubDate>
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         <title>Traição da Imagem II</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
         <link>https://padlet.com/carvalhomariana/marianacarvalho/wish/258282799</link>
         <description><![CDATA[<div>Destruição, traição, perda!&nbsp;<br>São atos, são consequências de quem realmente se senta ao lado do desguarnecido e espera o epílogo na solidão. &nbsp;<br>Hoje, encaramos o tormento daqueles que nunca, mas mesmo nunca se levantaram ao imperfeito nem deram luz ao Belzebu, mas que todos os dias se levantam e olham a hostilidade, a disputa e a guerra. A guerra da nação, a guerra do ser, a guerra da alma!<br>O que será do amanhã se a serpente continua cravejada no chão que caminhamos?<br>O que será do amanhã se a serpente continua a reprimir a fé e o líbito de continuar?<br>Resta-nos apenas viver. Viver, não apenas pelo próprio mas também pelo próximo, pela nação, pelo horizonte indefinido, mas certo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-06 09:20:30 UTC</pubDate>
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         <title>Livro II</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
         <link>https://padlet.com/carvalhomariana/marianacarvalho/wish/258287984</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Titulo:</strong> O Anjo Branco<br><strong>Autor:</strong> José Rodrigues dos Santos<br><strong>Editora:</strong> Gradiva<br><br><strong>Resumo: </strong>A vida de José Branco deu uma volta no dia em que se mudou para Africa.&nbsp;</div><div>O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve a ideia de criar um serviço revolucionário: o Serviço Médico Aéreo.</div><div>No seu pequeno avião, José cruzava diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atraiu as atenções e o médico que chegava do céu vestido de branco transformou-se numa lenda no mato.</div><div>Chamavam-lhe o Anjo Branco!</div><div><br><strong>Apreciação geral da obra: </strong>No livro ‘’O Anjo Branco’’, José Rodrigues dos Santos oferece-nos uma incrível obra literária sobre os tão falados anos da presença portuguesa em África.<br>O tema abordado neste livro é chamativo e intenso, desenvolvendo-se uma trama num período histórico de acontecimentos marcantes, a guerra colonial e todas as injustiças cometidas em nome da pátria. Sendo a sua temática um ponto tão forte no nosso passado, o autor cumpre o seu objetivo com a sua maneira de escrever ao impactar estes momentos da história de uma maneira tão real mas ao mesmo tempo cómica.&nbsp;<br>Para mim ler ‘’O Anjo Branco’’ foi uma completa viagem, não só à vida do autor mas também à minha, à dos meus familiares e à dos meus antepassados patriotas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-06 10:27:29 UTC</pubDate>
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         <title>Poema II</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Sonhos Selvagens De Um Novo Começo (Wild Dreams Of A New Beginning), Lawrence Ferlinghetti<br><br></strong>A terra lavada acorda novamente para o deserto<br><br>O único som que um vasto ruído de grilos<br><br>Um grito de aves marinhas<br><br>Na eternidade vazia<br><br>Como o Hudson retoma seus arvoredos<br><br>E os índios recuperam suas canoas. . .</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 14:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Poema III</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Uma Balada Oriental (An Eastern Ballad), Allen Ginsberg<br><br></strong>Eu falo de amor que vem à mente:<br>A lua é fiel, embora cega;<br>Ela move-se em pensamento ela não pode falar.<br>O cuidado perfeito deixou-a sombria.<br><br>Eu nunca sonhei com o mar tão profundo<br>A terra tão escura; tanto tempo meu sono<br>Eu tornei-me outro filho.<br>Eu acordo para ver o mundo enlouquecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 14:28:44 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
         <link>https://padlet.com/carvalhomariana/marianacarvalho/wish/264378566</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Titulo:</strong> Quem Disser O Contrário É Porque Tem Razão<br><strong>Autor:</strong> Mário de Carvalho<br><br><strong>Excerto da obra:</strong>  ''Fervilham por aí uns livros ditos de auto-ajuda que pretendem ensinar os novos autores a escrever. Instalou-se uma movimentada indústria conselheiral, popular e cansativa. De uma forma geral, esses livros são inofensivos. Mas não poucos abusam da benevolência e boa-fé dos principiantes. Assertivos, peremptórios, simplificadores, seguem os princípios da linguagem publicitária. É próprio de quem pretende ganhar dinheiro à custa do desembolso dos outros. Muitas vezes começam pelo auto-elogio. Fiz e aconteci, vendi tantos e tantos exemplares, estive em tal ou tal sítio, fui elogiado por A e por B, conferenciei no Gabão, etc… Música celestial. Vai-se ver e a obra produzida é mole, clandestina e insignificante.''</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-29 21:52:14 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação Oral</title>
         <author>CarvalhoMariana</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> Cântico Negro<br><strong>Autor:</strong> José Régio<br><br><strong>Obra: <br></strong>"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces&nbsp;<br>Estendendo-me os braços, e seguros&nbsp;<br>De que seria bom que eu os ouvisse&nbsp;<br>Quando me dizem: "vem por aqui!"&nbsp;<br>Eu olho-os com olhos lassos,&nbsp;<br>(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)&nbsp;<br>E cruzo os braços,&nbsp;<br>E nunca vou por ali...&nbsp;<br><br>A minha glória é esta:&nbsp;<br>Criar desumanidade!&nbsp;<br>Não acompanhar ninguém.&nbsp;<br>- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade&nbsp;<br>Com que rasguei o ventre à minha mãe&nbsp;<br><br>Não, não vou por aí! Só vou por onde&nbsp;<br>Me levam meus próprios passos...&nbsp;<br><br>Se ao que busco saber nenhum de vós responde&nbsp;<br>Por que me repetis: "vem por aqui!"?&nbsp;<br><br>Prefiro escorregar nos becos lamacentos,&nbsp;<br>Redemoinhar aos ventos,&nbsp;<br>Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,&nbsp;<br>A ir por aí...&nbsp;<br><br>Se vim ao mundo, foi&nbsp;<br>Só para desflorar florestas virgens,&nbsp;<br>E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!&nbsp;<br>O mais que faço não vale nada.&nbsp;<br><br>Como, pois sereis vós&nbsp;<br>Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem&nbsp;<br>Para eu derrubar os meus obstáculos?...&nbsp;<br>Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,&nbsp;<br>E vós amais o que é fácil!&nbsp;<br>Eu amo o Longe e a Miragem,&nbsp;<br>Amo os abismos, as torrentes, os desertos...&nbsp;<br><br>Ide! Tendes estradas,&nbsp;<br>Tendes jardins, tendes canteiros,&nbsp;<br>Tendes pátria, tendes tectos,&nbsp;<br>E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...&nbsp;<br>Eu tenho a minha Loucura !&nbsp;<br>Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,&nbsp;<br>E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...&nbsp;<br><br>Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.&nbsp;<br>Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;&nbsp;<br>Mas eu, que nunca principio nem acabo,&nbsp;<br>Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.&nbsp;<br><br>Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!&nbsp;<br>Ninguém me peça definições!&nbsp;<br>Ninguém me diga: "vem por aqui"!&nbsp;<br>A minha vida é um vendaval que se soltou.&nbsp;<br>É uma onda que se alevantou.&nbsp;<br>É um átomo a mais que se animou...&nbsp;<br>Não sei por onde vou,&nbsp;<br>Não sei para onde vou&nbsp;<br>- Sei que não vou por aí!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-19 21:02:54 UTC</pubDate>
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