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      <title>Síntese Coletiva 11 by Karina Magrini</title>
      <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11</link>
      <description>A Abordagem Familiar e os Cuidado nos Domicílios</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-12 15:59:51 UTC</pubDate>
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         <title>Carla Dutra</title>
         <author>carladutra83cd</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3214306415</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro de hoje foi especialmente recompensador...poder compartilhar com o grupo um caso real que acompanhamos há alguns bons anos proporcionou ampliar o olhar do cuidado que estamos ofertando à essa família, levando-me a perceber uma importante diferença entre ofertar uma abordagem individual a cada integrante do núcleo familiar e uma abordagem familiar, dirigida à este núcleo como um todo. Também, percebi há falta que faz trabalhar com o PTS, uma vez que, por mais que se planeje e executa ações por diversos profissionais e que haja um diálogo entre estes, inexiste um fio condutor entre estes e entre suas ações. Em contrapartida, foi bom perceber que estamos conseguindo ampliar nossos olhares para as questões dos sentimentos e desejos do usuário, da família, ainda que tenhamos que aprender a discuir estas questões EM família. O material de apoio oferecido para leitura, especialmente o que trata de famílias em vulnerabilidade propiciou uma leitura facil e reflexiva, trazendo inúmeras questõe sda prática profissional. A mensagem principal que fica é o dever de, a cada atendimento domiciliar prestado, respeitar, acolher, ouvir e colaborar para intervenções positivas, pactuadas entre todos os indivíduos ali residentes; compreendendo que aquele lar é sagrado para aquelas pessoas e que nós, equipes de saúde, somos intrusos/estranhos naquela dinâmica, com o papel de facilitar/auxiliar numa melhor convivência, e não de trazer mais danos, incovenientes e tensões para este local já tão fragilizado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-13 02:25:31 UTC</pubDate>
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         <title>Eliane Nobriga</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3219931410</link>
         <description><![CDATA[<p>O nosso encontro desta semana foi um dos que me deixou mais reflexiva. Entender até onde devemos ir como profissionais para garantir os cuidados que nós avaliamos ser o melhor para os usuários e onde devemos recuar e respeitar a autonomia e desejo do usuário, mesmo que não seja, na nossa visão profissional, a melhor escolha é algo que requer sensibilidade e empatia. Na atenção primária essa situação é corriqueira, visto que o cuidado é centrado no indivíduo.  A nossa discussão  foi muito rica e junto com o material de apoio trouxe uma reflexão muito importante para a necessidade de uma escuta ativa do usuário e o respeito a sua autonomia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 13:02:27 UTC</pubDate>
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         <title>Elizabeth (Bel) Cabral</title>
         <author>belreg</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta semana, tivemos um encontro que ressaltou a importância de compreender o cuidado como algo que transcende o indivíduo, abrangendo toda a família. Refletimos sobre a necessidade de implementar um PTS para alinhar as ações da equipe e engajar o usuário no processo de cuidado. Ficou evidente o quanto é essencial fortalecer a comunicação e promover a troca de saberes entre os profissionais, mantendo sempre o foco na integralidade e centralidade no indivíduo. Foi uma aula inspiradora, que despertou em mim a vontade de iniciar o curso o mais breve possível, com o objetivo de aprimorar minha prática docente e aprofundar o conhecimento sobre as realidades das equipes eMulti e das famílias que elas acompanham e cuidam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:43:10 UTC</pubDate>
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         <title>Kelli Santos</title>
         <author>kellisantosedu</author>
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         <description><![CDATA[<p>O encontro do dia 12 de novembro foi uma oportunidade ímpar para refletir sobre a importância da abordagem familiar nos cuidados de saúde, especialmente em contextos de atendimento domiciliário. </p><p><br/></p><p>A partir da troca de experiências e do estudo dos materiais de apoio, percebido como o cuidado integral à família exige não apenas o entendimento das necessidades individuais de seus membros, mas também uma visão ampliada que contempla o núcleo familiar como um sistema interligado.</p><p><br/></p><p>Ao longo da discussão do caso apresentado, ficou evidente a diferença entre disciplinas individuais e uma abordagem familiar coordenada e que trabalho com o cuidado domiciliar precisa ser fortalecido. A escuta ativa, o respeito aos desejos e sentimentos dos usuários, e o acolhimento foram destacados como pilares para uma abordagem humanizada e centrada na integralidade do cuidado. É fundamental lembrar que somos “visitantes” nesse ambiente e que nossa presença deve sempre agregar valor, promovendo uma convivência mais saudável, sem gerar mais esforço ou fragilidades.</p><p><br/></p><p>Refletimos também sobre o desafio de equilibrar nossa visão profissional com a autonomia e os desejos dos usuários, que muitas vezes divergem do que consideramos ideal. Essa sensibilidade para escolhas e valores individuais é central no cuidado primário, onde o foco está na pessoa e em suas relações. Isso reforça a necessidade de uma comunicação eficaz e de um diálogo contínuo entre os membros da equipe, promovendo a troca de saberes e fortalecendo o compromisso com a integralidade.</p><p><br/></p><p>O espaço domiciliar, como discutido, é uma oportunidade única para a atenção familiar. Ele nos permite compreender melhor as dinâmicas, os sentimentos e os desejos dos usuários, enquanto buscamos ações pactuadas que respeitem as singularidades de cada contexto. Esse encontro, portanto, não apenas ampliou minha visão sobre a prática, mas também renovou meu compromisso em aprimorar o cuidado domiciliar, fortalecendo a comunicação e a integração das equipes.</p><p><br/></p><p>A mensagem principal que levamos deste encontro é que o cuidado deve ser sempre construído com respeito, empatia e colaboração, acompanhando o lar como um lugar de aprendizado mútuo e resiliência. Esses elementos são essenciais para alcançar um cuidado mais humanizado e eficaz, que transcenda o indivíduo e abarque a família como um todo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 12:33:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Emanuele Lopes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3223078131</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Este encontro, ecoou muito fortemente para mim, que trabalho diretamente com Famílias enquanto psicóloga, bem como as incontáveis famílias que acompanhei no contexto do SUS e do SUAS (Sistema Único de Assistência Social). A Música “Colcha de Retalhos” lembra que a história e as estórias nascem de tantas pessoas, que alinhavam vínculos, afetos e cuidados. O encontro provocou reflexões nesta dimensão da abordagem familiar e o cuidado nos domicílios, a partir do caso do Srº Limber, tecemos um debate sobre como este cenário do domicílio é sagrado para as pessoas e desafiador aos profissionais de saúde, que precisam atentar-se ao lugar sedutor do “suposto saber” sobre a vida e o cuidado ao outro, porém precisa também considerar que os pacientes, suas famílias e cuidadores são os grandes especialistas de suas vidas e histórias.</p><p>Portanto, é muito importante aos profissionais de saúde lançarem ferramentas que possam auxiliar no próprio levantamento da teia vincular e de cuidados na família e na comunidade, com vistas a trazer essas informações como recursos no processo de cuidado. Neste sentido, o genograma, ecomapa e o próprio PTS podem ser utilizados e como comentei em aula, podemos fazer adequações criativas como o recurso do “Álbum de Família” para a construção do genograma, com uma abordagem curiosa genuinamente e cuidadosa de construção de vínculos da equipe, mapeando como o sujeito se relaciona com outros, com a vida, com a comunidade e com o processo de cuidado. &nbsp;Outro ponto importante discutido no encontro foi a via do desejo do sujeito, que precisa ter espaço de protagonismo. No caso em questão nos indagamos: como o desejo do Srº Limber foi posto em cena?</p><p>Por fim, abordamos a complexidade das intervenções nos contextos familiares e domiciliares, pela equipe Multidisciplinar, da qual também poderemos reunir os saberes e fazeres das famílias (considerando os arranjos, funcionamentos e estruturas plurais) no processo de cuidado, em analogia aos núcleos e campos de saberes, ela também entrega seu retalho de pertencimento, experiência, recursos e modos de se relacionar e cuidar. Um colha de retalhos do cuidado tecida a muitas mãos e que deve ser alinhavada pela escuta, ética e delicadeza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 00:16:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Emanuele Lopes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3223080107</link>
         <description><![CDATA[<p>Música " Colcha de Retalhos", que mencionei na síntese. Abraços. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 00:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Patrício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3224100041</link>
         <description><![CDATA[<p>A abordagem familiar é central no modelo de atenção primária à saúde adotado no Brasil. Ao estabelecer a Estratégia de Saúde da Família (ESF) como modelo prioritário da APS no país, é assumido que a família é a unidade prioritária de cuidado e acompanhamento. Neste debate, importante compreender a abrangência do conceito de família. No texto, Schlithler, Ceron e Gonçalves (2013) ressalta-se -se o conceito de família do IBGE que estabelece família como o “conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, residente na mesma unidade domiciliar, ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar.” Para as autoras, essa se constitui uma concepção abrangente de família que supera a visão patriarcal e considera o domicílio comum em sua definição, para além da quantidade de pessoas ou consanguinidade. Estes fundamentos são essenciais para o desenvolvimento do trabalho das eMulti. Embora as práticas de cuidado possam se destinar a indivíduos e comunidades, não se pode perder de vista organização familiar como dimensão geradora de afetos, conflitos e comportamentos. Por fim, ressalto a importância das ferramentas de genograma e ecomapa como elementos que podem potencializar as compreensões sobre a dinâmica familiar e melhor orientar o planejamento das intervenções.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 11:22:45 UTC</pubDate>
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         <title>Cássia  Medeiros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3224142701</link>
         <description><![CDATA[<p>Compreender a família como uma unidade de cuidado é uma mudança de paradigma para o modelo biomédico. A assistência individual à saúde, assim como a medicalização dos problemas da vida e a culpabilização dos sujeitos pelas suas condições de vida e saúde está bastante enraizada no nosso fazer cotidiano nos serviços de saúde. A ampliação do olhar para a família só é possível por meio da clínica ampliada e da percepção de que os indivíduos não vivem sozinhos, mas estão integrados em um meio que os afeta permanentemente produzindo saúde ou doença. O caso discutido nessa aula traz exemplo claro dessa necessidade. São situações que exigem a imersão dos profissionais no contexto de vida dos usuários do serviço, momento em que ferramentas como o genograma e o ecomapa podem se tornar úteis, desde que aplicados de forma viva e não apenas burocrática. Lembrei muito de situações em que a análise do caso de um usuário modificava-se totalmente após ouvir vários membros da família e conhecer sua história pregressa. Julgamentos prévios feitos pelos profissionais dificultam o vínculo e a continuidade dos atendimentos. A complexidade da vida exige o olhar interprofissional e é nesse momento que as equipes multi podem se mostrar em todo seu potencial de contribuição para a resolutividade dos problemas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 11:57:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Joverlandia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3224285615</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse encontro conversamos sobre o Sr. Limber e seu contexto familiar. Na atenção</p><p>primária à saúde temos o privilégio da aproximação com o ambiente familiar e a família.</p><p>Trouxe a reflexão da necessidade de conhecer e compreender como podemos promover o</p><p>cuidado respeitando a singularidade e a complexidade do processo saúde-doença nesse</p><p>contexto.</p><p>Há elementos importantes na promoção desse cuidado, o vínculo, a comunicação, a</p><p>construção do plano de cuidado compartilhado entre a pessoa envolvida e as pessoas com</p><p>quem ela se relaciona. Dispositivos como o genograma, o ecomapa são fundamentais</p><p>compreender como se estabelece as relações na família para potencializar o cuidado ou</p><p>promover um ambiente de cuidado.</p><p>O olhar interdisciplinar dos profissionais da atenção primária incluindo a equipe de</p><p>referência e a equipe eMulti promovem uma clínica ampliada capaz de promover o cuidado</p><p>de acordo com as necessidades de saúde-doença encontradas nas famílias e no território.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 13:36:28 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Carolina Acorinte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3224533416</link>
         <description><![CDATA[<p>Cuidado familiar: um tema extremamente importante no trabalho do dia a dia das equipes de saúde e e Multi. Tema sensível, reflexivo e indispensável. Nesse último encontro foi trazido para discussão em grupo o caso do Sr Limbert. Um caso muito bem apresentado, caso rico em detalhes e muito desafiador. Nas minhas primeiras impressões trago os desdobramentos dessa equipe de saúde que mostrou-se muito responsável pelo cuidado desse idoso e sua família. Percebi muita angustia e frustração da equipe que tentava a todo momento encontrar resolubilidade ao caso. Muitas estratégias foram utilizadas. Na escassez de serviços, políticas intersetoriais para as vulnerabilidades, são as equipes de saúde que sofrem com o excesso de trabalho. Entendendo que é de sua responsabilidade “DAR” conta de toda demanda. &nbsp;&nbsp;O grupo todo se mobilizou. É muito comum sentimento de impotência das equipes diante de tantos aspectos subjetivos e complexos. A dinâmica familiar é muito complexa. Os textos trazem a importância de não se trazer o conceito de família que esta dado, mas compreender o contexto real de cada núcleo familiar e as diferentes composições de família na contemporaneidade. Outro ponto muito importante foi discutir o conceito da autonomia do sujeito. Ainda nos vemos como “os salvadores” , “aqueles que levarão solução”. Isso é muita soberania profissional!  Esse sentimento é encontrado dentro dos profissionais pois é pouco abordado nos cursos de graduação temas e discussões sobre questões de autonomia e cuidado familiar. Isso se agrava com o aumento de uma sociedade conservadora com as “Disputas políticas” dentro e fora das instituições. &nbsp;Produzir saúde é produzir Desvios! Cuidado nem é sempre sobre FAZER! As vezes a forma de cuidado será NÃO fazer. Isso não descaracteriza o trabalho multidisciplinar mas sim eleva a força de tomada de decisões e a potência reflexiva das equipes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 15:52:29 UTC</pubDate>
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         <title>Eder Dantas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3224584436</link>
         <description><![CDATA[<p>Algo que o encontro suscitou em mim, que me pego pensando é o que consideramos como família. A partir dessa consideração, como cuidamos desse coletivo? Sobre isso, devo colocar a multiplicidade de arranjos familiares que nos deparamos no território, isto também se coloca como um desafio para nossas práticas e para o apoio prestado pelas e-multi. O papel que o Estado exerce na vida privada, não pode ser exercido de modo coercitivo disfarçado de cuidado em saúde. O caso apresentado, nos dá a impressão que mesmo com o histórico brasileiro da Estratégia de Saúde da Família e da PNAB dando enfoque no cuidado familiar, temos dificuldade de realizar atividades integradas. Assim, fica também uma convocação para pensar em estratégias inovadoras e que busquem subsidiar essas ações, que são complexas, mas são potentes e possivelmente resolutas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 16:23:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Juliana Pirró</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3224948824</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse encontro pudemos, a partir de mais um caso complexo, dialogar sobre ferramentas do processo de trabalho da emulti. Ainda que não nos chega como ferramentas novas,  mas talvez o uso inovador. Vamos percebendo a diferença de grupalidade, de integração dos individuos /ou tambem o desafio de integrar o cuidado, para nao fragmentar a familia em individuo e fazer abordagem paralela com diversos individuos de uma mesma familia, nao trabalhando a corresponsabilizacao, o cuidado coletivo e as dinamicas familiares. O Genograma e a visita domiciliar aparecem entao enquanto oportunidade de integração dessas familias, muitas vezes desconectadas, sobrecarregadas, solitárias...e o desafio do cuidado se faz presente. Mesmas ferramentas, novas perspectivas!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 20:37:44 UTC</pubDate>
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         <title>Lagerson</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3227022346</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste encontro não tive presente mas irei colocar algumas reflexões conforme os objetivos de aprendizagem no foco de uma abordagem na familiar. A expressão família hoje em dia tem sido muito debatida e discuti sobre a constituição dela e suas funções dentro da sociedade. A constituição familiar hoje apresenta outros arranjos dentro do mundo globalizado. Dentro desse arranjo temos como, exemplo, os casais homossexuais e seus filhos concebidos com as novas técnicas, ou adotados, vêm ganhando espaço e reconhecimento no ambiente social e jurídico.</p><p>Trabalhando com as famílias nos territórios os profissionais de saúde precisando ter conhecimento dos instrumentos para realizar as analises familiares. Estes instrumentos podemos citar: escala de coelho, ECOMAPA, genograma dentre outros. Aqui irei fazer uma abordagem sobre o genograma.</p><p>Segundo Coelho (2004) defini genograma que é outro instrumento interessante para ampliar o conhecimento sobre as famílias. Trata-se de uma representação gráfica do sistema familiar, preferencialmente em três gerações, que utiliza símbolos padronizados para identificar os componentes da família e suas relações. Os terapeutas familiares utilizam-no como estratégia para avaliação e intervenção. Este instrumento auxilia muito os profissionais da ESF e E multi para o conhecimento e conhecer melhor aquela família e suas gerações. Também direciona para identificar pontos de conflito que podem dificultar suas ações de promoção de saúde e realizar os devidos encaminhamentos. Além disso, pode empregar esse instrumento para identificar a presença de problemas de saúde, pessoas que necessitem de cuidados especiais e outros pontos de interesse para suas intervenções</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 23:04:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3233628663</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma abordagem familiar integrada, foi enfatizada nas ações por meio do PTS para oferecer um cuidado mais coeso e centrado no núcleo familiar. Refletiu-se sobre a sensibilidade de respeitar a autonomia dos usuários, mesmo quando suas escolhas divergem da visão profissional. Além disso, o material de apoio contribuiu para aprofundar a prática de escuta ativa e o respeito às dinâmicas familiares, reforçando que o papel da equipe de saúde é colaborar, sem causar interferências negativas. A troca de experiências incentivou maior integração entre os profissionais e foco na integralidade do cuidado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 20:42:35 UTC</pubDate>
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         <title>Duciele Bione</title>
         <author>ducibione</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3237113059</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro dessa semana me fez refletir sobre a dimensão do cuidado centrado no paciente e na família, a qual é fundamental no cuidado de seus membros, em especial para os indivíduos mais dependentes como o caso apresentado pelo grupo, que se refere a um idoso com doença crônica. Pudemos nos aproximar das questões singulares das famílias, que possuem hoje uma diversidade de arranjos, que deve possuir um espaço de escuta, de respeito, de divisão de responsabilidades e compartilhamento de momentos bons e ruins. Parafraseando Teixeira e Garcia, a Visita Domiciliar é uma importante instrumento de trabalho da Equipe de Saúde da Família e possibilita o envolvimento&nbsp; do&nbsp; profissional com o usuário, favorecendo um atendimento mais humanizado, o qual vai além&nbsp; do&nbsp; procedimento&nbsp; técnico&nbsp; por&nbsp; envolver&nbsp; a&nbsp; subjetividade&nbsp; e&nbsp; o&nbsp; vínculo afetivo e solidário. Também nos remete a refletir sobre os limites e as barreiras que a Equipe de Saúde da Família encontra quanto a oferta do cuidado e a corresponsabilidade da família e do indivíduo, visto que esse cuidado não elimina a competência individual e familiar em relação à tomada de decisão quanto ao processo de cuidar. O domicílio por vezes nos traz informações não mencionadas durante as consultas na UBS, aproxima os profissionais dos familiares, e permite conhecer melhor os afetos, anseios, a condição financeira e outros aspectos relacionados ao contexto social do usuário do SUS.</p><p>Esse encontro me fez reviver muito da prática diária do ACS e dos profissionais de saúde, trouxe a memória momentos importantes do fazer saúde que vão se lapidando a cada encontro. Parabéns ao grupo pelo caso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 18:09:59 UTC</pubDate>
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         <title>Iara Luna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3245364660</link>
         <description><![CDATA[<p>No nosso encontro de número do dia 12/11/2024, verificamos como a presença de um familiar com alterações crônicas, especificamente, um pai com a doença de Parkinson, dentro de um núcleo familiar desgastado impacta na dinâmica das relações familiares. E, como a presença de profissionais de saúde pode auxiliar na melhoria da qualidade de vida desses indivíduos.</p><p><br/></p><p>A temática central nos fez refletir sobre a importância de fornecer o cuidado ao paciente e aos demais familiares, cultivando a rede de apoio. Além disso, foi interessante entender que é preciso respeitar as decisões e autonomias do paciente no seu cotidiano. Nesse contexto, os profissionais de saúde precisam identificar as potencialidades desse paciente, estimular o aumento dessa autonomia, atuar como facilitador no processo de comunicação dos membros desse núcleo familiar, bem como trabalhar em equipe, para atender o individuo na sua integralidade.</p><p><br/></p><p>Um ponto de atenção, foi reforçar que existem diferentes formas de entender família, e a sua estrutura deve ser levada em consideração para entender a dinâmica do processo saúde-doença e identificar os pontos principais onde os profissionais da ESF e da eMulti podem contribuir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 22:08:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriela Crespi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti11/wish/3250101536</link>
         <description><![CDATA[<p>Cobstruir esse caso junto com as colegas Cris e Carla foi uma experiencia impar. Me surpreendi com a história e a situação de saúde do Sr. Limber e todo o seu contexto familiar. Fiquei refletindo o quanto nós como profissionais da saúde, por muitas vezes não vamos conseguir resolver a situação, e vamos precisar lançar mão daquele lema: "fazer o melhor que posso com o que tenho disponível", ainda que isso não vá resultar no desfecho necessário ao paciente. Outro ponto importante que observei e pude refletir, é sobre o quanto expandir o olhar para além do paciente é importante. Olhar para o cuidador, entender o contexto familiar, as relações ali presentes, os tipos de laços envolvidos é de suma importância para abordagem integral e para a contnuidade do cuidado. Uma pessoa doente não consegue cuidar de outra. Não tem como falar sobre isso e não destacar a utilização das ferramentas de abordgaem familiar, que embora não sejam utilizadas em todos os casos e contextos, devem sim ser ferramentas presentes no cotidiano de equipes para que em casos mais específicos sejam utilizadas até como uma forma de entender e olhar para além do paciente e de seu problema de saúde, e com isso planejar orinetações e ações mais eficazes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 18:35:13 UTC</pubDate>
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