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      <title>Hans Jonas - Princípio responsabilidade - Brasil Escola  by Vera Braga</title>
      <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-29 10:47:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 11:01:55 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1 VB) Brasil Escola - Livro Princípio Responsabilidade  </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937500441</link>
         <description><![CDATA[<p>Tema do vídeo: Conceito criado a partir da análise da sociedade que criara muita tecnologia e desenvolvia consumo sem preocupar-se com o que viria depois. Faltava responsabilidade para com as gerações futuras e, especialmente, com a questão do meio ambiente e com o bom convívio entre as pessoas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/YIN4vmV-XZ0?si=U9TzBlDlloYYv-m7" />
         <pubDate>2024-03-29 10:55:38 UTC</pubDate>
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         <title>2VB) Extrato conceitual da época</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937505895</link>
         <description><![CDATA[<p>O que Hans está falando?</p><p>Quando ele escreve? Principio da década de 1970 com publicação em 80, época em que o mundo começa a experimentar nova configuração tecnológica. </p><p>Tecnologia e técnica nos anos 70?  E nós não devemos pensar tais termos com base em máquinas, carros voadores, hiper computadores e sim em todo um conjunto técnico de produção que já era descrito na antiguidade, pois no início dos século XX, pensadores como Martin Heidegger estão problematizando a questão da técnica, bem como a Escola de Frankfurt, Adorno, Horkheimer, lá nos anos 30 e 40 também já problematizavam a questão da técnica e estavam vendo a questão da técnica  e nos anos 70 e início de 80, os computadores deixam de ser gigantes e próprios de salas imensas, laboratórios de pesquisa de especialistas e se tornam objetos menores que começam a entrar em diversos lugares. Estados Unidos e Europa começam esta informatização e a relação dos ser humano com a tecnologia já vai se modificando.</p><p><strong>E onde está a preocupação? </strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 11:08:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3VB) E onde está a preocupação? </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937505957</link>
         <description><![CDATA[<p>A preocupação  desde o holocausto está onde Adorno e Horkheimer vão colocar como barbárie, pensar simplesmente técnica sem pensar nas implicações morais desta técnica. </p><p><strong>E qual é a contribuição de Hans Jonas? Ele está trazendo a questão: pensar na técnica sem pensar nas implicações morais da tecnologia.</strong></p><p>Quando trazemos a produção de uma hiper produção cada vez mais possível graças ao avanço tecnológico e avanço e um mercado cada vez maior e a formação de uma sociedade hiper consumista e agora, trazendo outro filosofo Gilles <strong>Gilles Lipovetsky: A busca pela leveza se tornou uma pesada obsessão: </strong>Quem é o homem contemporâneo e para onde está indo? Filósofo francês nos explica o que é a civilização da leveza, que tanto nos caracteriza., do qual H. Jonas não fala, por ser bem contemporâneo. Livro: A sociedade do hiper consumo de Lipovetsky. O pensamento já vinha dos anos 70, 80 e o desgaste ambiental que isto provoca. É um problema. E para onde vai todo o lixo que está sendo produzido? (...).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 11:09:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4VB) Diante de tais questões Hans Jonas formulou o princípio responsabilidade.</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937523059</link>
         <description><![CDATA[<p>Hans Jonas formulou o princípio responsabilidade, diante de uma ética normativa. E o exemplo dado no vídeo é de Emmanuel Kant, filosofo alemão que formulou o imperativo categórico: para Kant a ética estava baseada no dever, aquilo que deve ser feito sem mais indagações. Não existia meio termo, negociação. O imperativo categoria impõe a norma na qual o dever deve ser visto, encontrado e sua fundamentação é: age de tal modo que a máxima de tua ação se torne uma lei universal, ou seja, vc deve fazer aquilo que é universalizável, aquilo que será certo e deverá ser feito em qualquer situação. Exemplo: mentir: dependendo da situação, é necessário. E em alguma situação é erado? É, então vc se mentir está agindo fora do caminho ético. Matar, em alguma situação pode ser necessário, mas em alguma situação é erado? sim, então matar é eticamente erado, pois não existe justificativa moral para este tipo de ato. A ideia do imperativo categórico é essa: aquilo que em alguma situação será errado, já não será universalizável  e já não está dentro desta concepção de dever.  E Hans Jonas? </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 11:55:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4VB) E Hans Jonas?</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937527916</link>
         <description><![CDATA[<p>Hans Jonas está utilizando e reformulando esta ética normativa proposta por Kant como seu princípio responsabilidade e nós podemos formular o principio responsabilidade de tal maneira: age de tal maneira que as consequências da sua ação permitam a continuidade da vida no planeta ou até mesmo outra maneira de formular: não ponhas em perigo a continuidade indefinida da vida humana na Terra. E fala-se de uma vida autêntica: a ação, para ela ser, uma ação moralmente correta, uma ação moralmente sustentável, que se sustenta de um ponto de vista ético, é aquela ação que vai permitir que a vida continue, uma vida autentica, uma vida humana e também uma vida animal, pensado em animais não humanos, digna, para sempre. Se produzimos, consumimos muito lixo indiscriminadamente, se contribuímos com a emissão de gases de efeito estufa, de consumimos madeira ilegal, e se sua vida está baseada neste hiper consumo, estaremos colocando em risco a continuidade da vida no planeta. Agora o imperativo ético passa a ser pensado desta maneira: <mark>esse é o principio responsabilidade de Hans Jonas, que está falando de uma responsabilidade que nós temos agora com as gerações futuras. </mark>/ fim do vídeo Princípio responsabilidade , de Hans Jonas. Brasil Escola. 12 abr. de 2022. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 12:09:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5VB) VB. Vamos pensar em princípio, para Hans Jonas? </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937529897</link>
         <description><![CDATA[<p>Vocabulário Hans Jonas Jelson Oliveira e Eric Pommier. Organizadores, EDUCS 219. texto 26. de Dietrich Böhler, p. 203 a 215. Bab. ?</p><p>P. 203.§ 2.  Hans Jonas seria um pensador de princípios? Diz o texto que em O princípio responsabilidade ele emerge como um pensador de princípios; ele procura um princípio ético forte e bem sucedido para a civilização tecnológica. Seria um princípio como critério de validade e ao mesmo tempo, como um imperativo para a ação moral diante de "modalidade completamente novas de poder e de suas  possíveis criações" , "não obstante pratique uma justificativa mais forte ontológica do que transcendental-reflexiva. [...] 2º§. Jonas pensa ontologicamente "as velhas questões sobre a relação entre ser e dever, causa e finalidade, natureza e valor". </p><p><strong>Luzia: Pode explicar o significado de: <em>Jonas pensa ontologicamente "as velhas questões sobre a relação entre ser e dever, causa e finalidade, natureza e valor"</em></strong>: Parece que a frase se refere ao pensamento de Jonas sobre questões fundamentais relacionadas à existência e à natureza das coisas. Quando ele pensa "ontologicamente", está considerando essas questões sob <strong>uma perspectiva filosófica que se concentra na natureza do ser e da realidade.</strong> As "velhas questões" mencionadas, como a relação entre <strong>ser e dever, causa e finalidade, natureza e valor, são temas clássicos da filosofia que têm sido debatidos ao longo da história.</strong></p><p><strong>Essas questões abrangem temas como a essência do ser, a origem das coisas, o propósito da existência, a relação entre o que é e o que deve ser, bem como a interação entre a natureza e o valor atribuído a ela.</strong> Parece que Jonas está mergulhando em reflexões profundas sobre esses temas complexos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ucs.br/educs/arquivo/imagem/vocabulario-hans-jonas/" />
         <pubDate>2024-03-29 12:15:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6 VB) &quot;Uma filosofia da vida engloba como seu objeto a filosofia do organismo e a filosofia do espírito&quot;.</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937548930</link>
         <description><![CDATA[<p>"Uma filosofia da vida engloba como seu objeto a filosofia do organismo e a filosofia do espírito".</p><p>O que Hans Jonas desenvolve em sua ontologia  da vida? Ele desenvolve um princípio teleológico da potencialidade do espírito, da liberdade e da responsabilidade. Mais, precisamente: o princípio se reconstrói a partir da natureza orgânica.[..]  "Na evolução, a vida só pode ascender ao espírito humano porque o "orgânico, já em suas formações mais baixas, apresenta o espiritual e [porque] o espírito ainda permanece, em seu alcance mais alto, parte do orgânico. Das duas metades dessa asserção, apenas a segunda, e não a primeira, é consistente com o pensmanto moderno: e somente a primeira metade, e não a segunda estava de acordo com o pensamento antigo. Que ambas as afirmações são válidas e inseparáveis uma da outra é a hipótese de uma filosofia que procura tomar sua posição além das questões dos antigos e dos moderno. Fim, do 2º §, p. 204.  </p><p><strong>VB -  Seria possível esclarecer este pensamento? Li que: Com relação ao Heidegger tardio, que rejeita todos os princípios de validade, ele se diferencia com nitidez:  o mistagogo do destino do Ser destrói a verdade e a razão, bem como a autorresponsabilidade do pensador e do pensamento.</strong></p><p>Luiza: Parece que o texto se refere à visão do filósofo Martin Heidegger em seu período tardio, no qual ele teria rejeitado princípios de validade tradicionais e adotado uma abordagem mais radical em relação à verdade, razão e responsabilidade do pensador.</p><p>A expressão "o mistagogo (Google: Mistagogo era um sacerdote grego, que servia o propósito da iniciação nos mistérios da religião, ensinando as cerimônias e os ritos. Fora da esfera grega, o mistagogo pode ser qualquer pessoa que inicia outros em crenças místicas, um educador ou pessoa que tem conhecimento dos "mistérios sagrados") do destino do Ser" pode se referir a Heidegger como alguém que conduz os outros para a compreensão do destino do Ser, ou seja, da existência humana e da natureza do ser. A menção de "destruir a verdade e a razão" sugere que, nesse contexto, <mark>Heidegger teria questionado as concepções tradicionais de verdade e razão, talvez buscando uma compreensão mais profunda e autêntica da existência.</mark></p><p>VB)  Heidegger teria questionado as concepções tradicionais de verdade e razão, talvez buscando uma compreensão mais profunda e autêntica da existência. <strong>Qual seria esta compreensão mais profunda e autentica da existência proposta por Heidegger? Luzia: </strong>Heidegger propôs uma compreensão mais profunda e autêntica da existência por meio de sua abordagem filosófica conhecida como "Ser e Tempo". Nessa obra, <strong>ele busca investigar a questão do ser, da existência humana e do sentido da vida de uma maneira radicalmente nova. </strong>Para Heidegger, a compreensão mais profunda e autêntica da existência envolve uma análise cuidadosa da forma como os seres humanos existem no mundo, em oposição a uma simples preocupação com objetos ou entidades. <strong>Ele argumenta que a existência humana é fundamentalmente marcada pela preocupação, pela finitude e pela consciência do próprio fim (a morte).</strong></p><p><strong>Além disso, Heidegger enfatiza a importância de viver de forma autêntica, ou seja, reconhecendo nossa finitude e buscando compreender o significado mais profundo de nossa existência em vez de simplesmente seguir padrões impostos pela sociedade ou pelas convenções.</strong> Ele propõe que ao confrontar a própria mortalidade, os seres humanos podem encontrar um sentido mais genuíno para suas vidas e uma compreensão mais autêntica de si mesmos. <strong>Portanto, a compreensão mais profunda e autêntica da existência proposta por Heidegger envolve uma reflexão sobre a condição humana, a finitude, a temporalidade e a busca por uma existência autêntica em meio ao mundo.</strong></p><p>Além disso, a ideia de "autorresponsabilidade do pensador e do pensamento" indica que Heidegger teria desafiado a ideia de responsabilidade individual do pensador em relação ao seu próprio pensamento e à busca da verdade.</p><p>É uma interpretação densa e complexa dos escritos de Heidegger, que reflete sua abordagem filosófica profundamente influente e muitas vezes controversa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 13:03:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>7VB) VB pesquisa de ideias soltas mas com base no livro ora estudado. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937562497</link>
         <description><![CDATA[<p>Na pág. 204 vejo que temos a informação de que Jonas como pensador de princípios, pode se basear no método de pensamento crítico da <em>epoché</em> de Husserl, mas acima de tudo em seu judaísmo, este sempre secularizado. [..]. </p><p>VB: Hans Jonas pode se basear no método de pensamento crítico da epoché de Husserl; pode me dizer qual seria este pensamento da epoché de Husserl? Luzia: A epoché é um conceito chave na fenomenologia, uma corrente filosófica desenvolvida por Edmund Husserl. A epoché refere-se a uma suspensão temporária de julgamento ou crença em relação ao mundo externo, <strong>permitindo que o filósofo se concentre exclusivamente na experiência consciente tal como ela se manifesta.</strong></p><p>Por meio da epoché, Husserl propôs que os filósofos suspendessem suas suposições sobre a realidade objetiva e se concentrassem apenas na consciência e nas experiências imediatas. Isso possibilitaria uma análise mais profunda das estruturas da consciência e das essências dos objetos, sem as influências das interpretações prévias ou pressuposições sobre o mundo externo.</p><p>Se Hans Jonas se baseia no método de pensamento crítico da epoché de Husserl, isso sugere que ele pode adotar uma abordagem fenomenológica para investigar questões ontológicas e éticas, buscando compreender as essências das coisas por meio de uma <strong>suspensão temporária de pressupostos e crenças preexistentes.</strong></p><p>VB - Pode me explicar o significado: <strong>experiência consciente tal como ela se manifesta? </strong>Luzia: Quando se fala em "experiência consciente tal como ela se manifesta", refere-se <strong>à experiência direta e imediata da consciência, ou seja, à forma como percebemos e vivenciamos o mundo ao nosso redor. </strong>Isso inclui as sensações, emoções, pensamentos e percepções que surgem em nossa consciência no momento presente. A ideia é que, ao observar a experiência consciente conforme ela se manifesta, <strong>sem filtrá-la por meio de interpretações ou pressuposições prévias</strong>, é possível estudar a estrutura e os padrões subjacentes a essas experiências. <strong>Essa abordagem fenomenológica busca compreender a natureza fundamental da consciência e das experiências humanas sem as influências de crenças preconcebidas sobre a realidade objetiva./</strong></p><p>Assim, ao adotar essa perspectiva, os filósofos buscam examinar a experiência consciente em si mesma, sem assumir automaticamente a existência de um mundo externo independente ou de interpretações culturalmente condicionadas. Em vez disso, eles se concentram na vivência imediata da consciência como ponto de partida para investigar questões ontológicas, éticas e epistemológicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 13:32:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>8VB) </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/admt9cdv1uw59b4e/wish/2937573554</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>filosofia de vida</strong> é um conjunto de crenças e valores que norteiam a nossa existência. Ela nos ajuda a entender o mundo ao nosso redor e a tomar decisões sobre como viver a nossa vida.</p><p>As pessoas têm as suas opiniões sobre os mais diversos assuntos. Afinal, não há como não se posicionar de alguma forma nessa vida. Se não escolhemos aquilo no que realmente acreditamos, não somos capazes de viver de forma coerente e, como resultado disso, não saímos do lugar.</p><p><strong>Em vista disso, falaremos sobre o que é filosofia de vida neste artigo!</strong></p><p>O que é filosofia de vida?</p><p>A filosofia de vida nada mais é do que <strong>o conjunto de crenças e valores que norteiam uma pessoa ou um grupo.</strong> Veja, se você tem uma filosofia de vida que é lógica e bem fundamentada, <strong>você naturalmente toma decisões que estão de acordo com ela.</strong></p><p>Como consequência, as pessoas ao seu redor tendem a ter uma noção do que <strong>esperar de você, afinal elas sabem no que você acredita.</strong></p><p><mark>Quais são os tipos de filosofia de vida?</mark></p><p>Existem diversas filosofias de vida entre as pessoas. Algumas delas são muito antigas, passando por várias gerações. Outros deles são mais recentes e apareceram em virtude das mudanças que ocorreram no mundo.</p><p>A fim de que você conheça algumas das mais importantes, nós iremos apresentá-las a seguir.</p><p><strong>Minimalismo</strong></p><p>Essa é uma filosofia de vida que foi adotada por várias pessoas no mundo, principalmente porque há nelas a preocupação com a formação de um mundo mais sustentável.</p><p><strong>Consumo consciente</strong></p><p>Um dos princípios dos minimalistas é não ceder ao consumismo desenfreado. Eles se preocupam em comprar só aquilo que realmente agrega valor para a sua vida. Assim, o princípio do “menos é mais” faz todo o sentido para essas pessoas.</p><p><strong>Mínimo de desperdício</strong></p><p>Por existir essa preocupação em só ter o que é essencial, os minimalistas evitam o desperdício. Claro que isso é consequência de eles fazerem uma reflexão constante sobre como consumirem menos e melhor.</p><p>Para quem tem essa filosofia de vida, importa até a quantidade de lixo que eles produzem.</p><p>Além dessas, outras filosofias de vida muito conhecidas são:</p><ul><li><p><strong>Hedonismo:</strong>&nbsp;a busca pelo prazer</p></li><li><p><strong>Estoicismo:&nbsp;</strong>o controle das emoções</p></li><li><p><strong>Epicurismo:</strong>&nbsp;a busca pela felicidade</p></li><li><p><strong>Budismo:</strong>&nbsp;o caminho da iluminação</p></li><li><p><strong>Cristianismo:</strong>&nbsp;a fé em Jesus Cristo</p></li><li><p><strong>Islamismo:</strong>&nbsp;a submissão a Deus</p></li><li><p><strong>Judaísmo:</strong>&nbsp;a obediência à Lei de Moisés</p></li></ul><p><strong>Frugalidade</strong></p><p>As pessoas frugais entendem que devem buscar a eficiência em tudo o que fazem. Assim, eles fazem uso do tempo e do dinheiro sempre muito conscientes de suas prioridades.</p><p>Por exemplo, se podem aproveitar uma hora do seu dia para dormir melhor, eles não gastam esse momento observando o que está acontecendo em suas redes sociais.</p><p>Uso máximo de recursos para o que realmente interessa</p><p>Os frugais também evitam desperdícios por saberem que assim eles não usam os seus recursos de maneira eficiente. Para quê pagar por serviços que eles mal usam?</p><p>Por que jogar partes de alimentos fora se eles podem ser utilizados em outras refeições? Para essas pessoas não faz sentido usarem os seus recursos de forma descuidada se elas podem fazer uso máximo deles.</p><p>Nomadismo digital</p><p>O nomadismo não é uma novidade da nossa geração. Como se sabe, os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/nomadismo.htm">povos da Antiguidade</a> viviam em constante deslocamento para viabilizar a sua sobrevivência.</p><p>Só que de lá pra cá, o nomadismo ganhou novos significados. Hoje em dia, por causa da tecnologia, ele também nomeia uma filosofia de vida que está vinculada ao trabalho remoto que pode ser realizado em qualquer lugar do mundo.</p><p>Liberdade geográfica</p><p>Os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rockcontent.com/br/talent-blog/nomade-digital/">nômades digitais</a> são pessoas que valorizam a liberdade de estar onde quiserem para trabalhar. Assim, podem fazer isso na sua própria casa, num espaço de coworking ou no outro lado do mundo.</p><p>Fuga da lógica industrial</p><p>Ao aderirem a essa filosofia de vida, os nômades digitais desafiam a lógica industrial de que uma pessoa precisa ficar “presa” durante boa parte do seu dia no seu local de trabalho. Para elas, faz mais sentido construir uma carreira profissional tendo a liberdade de conhecer lugares e culturas diversas.</p><p><strong>Ikigai</strong></p><p>O Ikigai é uma filosofia de vida japonesa que tem conquistado milhares de adeptos ao redor do mundo. A sua essência é a busca por uma vida com propósito.</p><p>Para isso, é necessário identificar um ponto de intersecção entre aquilo que você é bom, aquilo que você ama, o que alguém te pagaria para fazer e do que o mundo precisa.</p><p>Carpe Diem</p><p>A famosa filosofia de vida <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.psicanaliseclinica.com/carpe-diem/"><em>Carpe Diem</em></a> (expressão latina que pode ser traduzida como “aproveite o dia”) consiste na busca pelos prazeres da vida tendo-se em mente a finitude dela.</p><p>A lógica é “se amanhã você pode estar morto, porque não aproveitar ao máximo o dia de hoje?”. A expressão foi utilizada por Horácio, poeta da Antiguidade, o que mostra que essa filosofia de vida não é nada recente.</p><p>Crenças religiosas e filosofias de vida</p><p>É importante destacar que as <strong>crenças religiosas são filosofias de vida</strong> também. Afinal de contas, elas orientam as pessoas a agirem da forma como agem. Cada uma delas tem os seus próprios princípios, que geralmente ficam expressos em livros sagrados para seus adeptos.</p><p>É importante dizer que ter uma filosofia de vida não te dá direito a ser intolerante com o próximo. Afinal, cada pessoa tem a liberdade de acreditar no que quiser, contanto que todas as suas interações com o outro sejam mediadas pelo respeito.</p><p>Fazemos esse adendo porque sabemos que muitas crenças religiosas acabam sendo alvo de preconceitos na nossa sociedade.</p><p>E você? Tem a sua filosofia de vida?</p><p>Agora que já falamos sobre o que é uma filosofia de vida e apresentamos algumas das mais importantes, você já parou para pensar qual é a sua?</p><p>É importante refletir sobre isso para que você tenha em mente o que motiva as suas ações. A falta de consciência sobre essa questão pode fazer com que você viva a vida de forma apática e desinteressada, o que não te levará a lugar algum.</p><p>Como definir qual a sua filosofia de vida</p><p>Primeiro é necessário questionar o que te atrai na vida e quais são as <strong>causas pelas quais você crê</strong> que vale a pena lutar. Esse será um excelente indicativo do que você acredita que seja importante para você e para o mundo.</p><p>Depois, estude! Você precisa conhecer quais são as filosofias de vida existentes para descobrir de qual você é mais afim. Nós apresentamos só algumas opções, mas há muitas outras que também têm vários adeptos.</p><p>Além disso, você pode conversar com pessoas esclarecidas sobre suas filosofias de vida e notar se as ideias delas se assemelham às suas. Essa também é uma excelente forma de trilhar a caminhada do autoconhecimento: se ver no outro.</p><p>Considerações finais</p><p>Agora que você já sabe mais sobre o assunto, precisamos dizer que esse é um assunto que importa para a Psicanálise. Afinal, as pessoas escolhem a sua filosofia de vida tendo em vista os valores que construiu em sua história de vida. Todo esse processo que ocorre em sua mente é valioso para os profissionais da área.</p><p>Em vista disso, caso você queira saber mais sobre como as pessoas escolhem sua filosofia de vida, faça o nosso <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.psicanaliseclinica.com/">curso 100% online de Psicanálise</a>. Nós te daremos toda a base teórica de que precisa para entender melhor a mente humana e o comportamento das pessoas. Não perca essa oportunidade valiosa de aumentar o seu conhecimento sobre um assunto tão caro para a área da Psicanálise./</p><p><mark>VB) Luzia: qual é a filosofia de vida que aparece na oração dominial? </mark>Na oração dominical, também conhecida como o Pai Nosso, encontramos uma filosofia de vida que reflete a visão cristã sobre a relação entre os seres humanos e Deus, bem como sobre as relações interpessoais e a conduta ética.</p><p>A oração dominical é uma das principais orações do cristianismo e é atribuída a Jesus Cristo, contendo ensinamentos essenciais para os seguidores da fé. Ela aborda temas como a adoração a Deus, a busca pelo cumprimento da vontade divina, o perdão, a gratidão e a busca por orientação espiritual.</p><p>Dentro dessa filosofia de vida presente na oração dominical, destacam-se valores como a humildade, a compaixão, o perdão mútuo, a busca pela justiça, o reconhecimento da soberania divina e a importância da comunhão com Deus e com o próximo.</p><p>Portanto, a oração dominical apresenta uma filosofia de vida que enfatiza a importância do amor, da compaixão e da busca pela vontade de Deus como guias para uma conduta ética e uma vida plena de significado espiritual.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 13:55:07 UTC</pubDate>
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         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Gilles Lipovetsky – Do mito à Netflix</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/@fronteiras."><strong>Fronteiras do Pensamento</strong></a></p><p>162&nbsp;mil inscritos -<strong>Inscrito -457</strong></p><p><strong>Compartilhar</strong></p><p>11.361 visualizações 1 de jun. de 2018</p><p>Vemos o mundo através de imagens. Até aqui, não há nada de novo. O que mudou foi que as marcas compreenderam esta lógica e passaram a integrar diversas ferramentas para transformar o comportamento dos consumidores. Gilles Lipovetsky, autor de best-sellers como “O império do efêmero” e “A era do vazio”, nos explica como funciona este novo “management do imaginário”. Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para ser lembrado dos novos vídeos todas as segundas e quintas-feiras <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://bit.ly/FronteirasYouTube">http://bit.ly/FronteirasYouTube</a> Teórico da hipermodernidade e da pós-modernidade, o francês Gilles Lipovetsky é considerado um intelectual de referência para os temas da moda e do consumo. É professor de Filosofia na Universidade de Grenoble e autor de best-sellers como “O império do efêmero – A moda e seu destino nas sociedades modernas” e “A era do vazio – Ensaios sobre o individualismo contemporâneo”. Todos os vídeos do canal possuem legendas. Para ativá-las, clique no menu do player. Fronteiras do Pensamento | Edição Karina Roman | Finalização Marcelo Allgayer | Tradução Alexandre Fernandez e Bruno Mattos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-29 14:45:02 UTC</pubDate>
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