<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Organização e Gestão da Informação by Ilda Vieira</title>
      <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x</link>
      <description>Criado pelo grupo Girassol:  Ana, Carla, Ilda, Marina</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-12-08 10:28:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-12-20 15:24:01 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Recolha de dados</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821557510</link>
         <description><![CDATA[<p>A recolha de dados é o processo que consiste em recolher, reunir e acumular informações de várias <br>fontes ou por meio de métodos específicos. É uma etapa crucial em pesquisas, análises e processos <br>de tomada de decisão em diversos campos, como pesquisa científica, negócios, saúde e ciências <br>sociais.<br>Os métodos de recolha de dados podem variar e incluir pesquisas, entrevistas, observações, <br>experiências e o uso de registos ou bancos de dados existentes. Os dados recolhidos podem ser <br>qualitativos ou quantitativos, dependendo da natureza das informações que se pretendem <br>recolher. <br>Uma recolha eficiente e precisa de dados é fundamental para obter informações confiáveis, extrair <br>insights significativos e tomar decisões informadas numa vasta amplitude de áreas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-11 20:21:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821557510</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entrevista</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821558773</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com Boni (2005) a entrevista é uma técnica de coleta de dados utilizada em pesquisas nas <br>Ciências Sociais. <br>Haguette (1977) define a entrevista como um processo de interação social entre duas pessoas, <br>entrevistador e entrevistado, com o objetivo de obter informação. A entrevista é, sem dúvida, a <br>técnica mais utilizada no trabalho de campo. Através dela o pesquisador procura informações, isto é, <br>dados objetivos e subjetivos. Os dados objetivos podem ser conseguidos através de fontes <br>secundárias: censos e estatísticas. A entrevista permite coletar dados relacionados com valores, <br>atitudes e opiniões dos sujeitos entrevistados. <br>A preparação de uma entrevista exige tempo e cuidado: deve ser planificada de acordo com o <br>objetivo a ser alcançado; tem de ser marcada com antecedência; é necessário escolher o entrevistado <br>e garantir ao mesmo, o segredo das suas confidências e da sua identidade; é necessário organizar o <br>roteiro ou formulário com as questões importantes.</p><p><br></p><p>De acordo com Boni (2005) a entrevista é uma técnica de coleta de dados utilizada em pesquisas nas <br>Ciências Sociais. <br>Haguette (1977) define a entrevista como um processo de interação social entre duas pessoas, <br>entrevistador e entrevistado, com o objetivo de obter informação. A entrevista é, sem dúvida, a <br>técnica mais utilizada no trabalho de campo. Através dela o pesquisador procura informações, isto é, <br>dados objetivos e subjetivos. Os dados objetivos podem ser conseguidos através de fontes <br>secundárias: censos e estatísticas. A entrevista permite coletar dados relacionados com valores, <br>atitudes e opiniões dos sujeitos entrevistados. <br>A preparação de uma entrevista exige tempo e cuidado: deve ser planificada de acordo com o <br>objetivo a ser alcançado; tem de ser marcada com antecedência; é necessário escolher o entrevistado <br>e garantir ao mesmo, o segredo das suas confidências e da sua identidade; é necessário organizar o <br>roteiro ou formulário com as questões importantes.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-11 20:22:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821558773</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entrevista semi-estrururada</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821560568</link>
         <description><![CDATA[<p>Entrevista semi-estruturada<br>Formulação de perguntas básicas para o tema a ser investigado (TRIVINOS, 1987; MANZINI, 2003)<br>Tentativa de definição de entrevista semi-estruturada (TRIVINOS, 1987; MANZINI, 1990/1991):<br>Questionários básicos, apoiados em teorias e hipóteses relacionadas com a pesquisa.<br>As respostas dão origem a novas hipóteses;<br>O foco principal é colocado pelo investigador-entrevistador.<br>Focada num assunto para o qual preparamos um roteiro com perguntas principais, complementadas <br>por outras inerentes à entrevista.<br>As informações surgem de forma livre. As respostas não são condicionadas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-11 20:24:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821560568</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipo de perguntas</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821562023</link>
         <description><![CDATA[<p>Trivinos (1987, p. 150) diferencia o tipo de perguntas consoante a vertente teória: fenomenológica e<br>histórico-cultural (dialética)<br>Fenomenológica: o objetivo é adquirir o máximo de clareza possível nas descrições dos fenómenos <br>sociais (significado dos comportamentos de pessoas de determinados meios sociais)<br>Histórico-cultural (dialética): O objetivo das perguntas é determinar razões imediatas ou mediatas do <br>fenómeno cultural.<br>Manzini (2003): cuidados necessários ao formular as questões:<br>1. linguagem<br>2. forma das perguntas<br>3. sequência das perguntas no roteiro</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-11 20:26:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2821562023</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entrevista projetiva</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822912606</link>
         <description><![CDATA[<p>A entrevista projetiva centra-se em técnicas visuais, utilizando recursos visuais onde o entrevistador <br>pode mostrar cartões, fotos, filmes, etc. Esta técnica evita respostas diretas e utiliza-se para <br>aprofundar informações sobre determinado grupo ou local.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-12 18:37:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822912606</guid>
      </item>
      <item>
         <title>História de vida</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822914894</link>
         <description><![CDATA[<p>Na história de vida o pesquisador interage com o informante. O objetivo é retratar as experiências <br>vivenciadas por pessoas, grupos ou organizações. A história de vida pode ser completa quando retrata <br>experiências vividas e tópica quando focaliza uma etapa ou setor da experiência em questão. Este tipo <br>de entrevista permite que o informante retome a sua vivência de forma retrospetiva. Muitas vezes, <br>durante a entrevista, a pessoa liberta-se de pensamentos reprimidos que o entrevistador recebe em <br>tom de confidência. São relatos muitos ricos, pois contêm o reflexo da dimensão coletiva a partir da <br>visão individual.<br>Na formulação das questões é necessário algum cuidado para não elaborar perguntas absurdas, <br>arbitrárias, ambíguas, deslocadas ou tendenciosas. É preciso ter em conta a sequência do pensamento <br>do pesquisado, dando continuidade à conversação, conduzindo a entrevista com um sentido lógico <br>para o entrevistado. O pesquisador pode conduzir a pessoa a recordar parte da sua vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-12 18:38:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822914894</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Análise de conteúdo</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822916125</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma das técnicas mais comuns na <br>investigação empírica e levada a <br>cabo pelas diferentes ciências <br>sociais.<br>Pode ser integrada em qualquer <br>dos grandes tipos de <br>procedimentos lógicos de <br>investigação.<br>Permite analisar os dados de uma <br>pesquisa qualitativa. <br>Aparece como uma ferramenta <br>para a compreensão da construção <br>de significado que os atores sociais <br>exteriorizam no discurso.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-12 18:39:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822916125</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Etapas da análise de conteúdo</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822918839</link>
         <description><![CDATA[<p>Enquanto investigação qualitativa, presume-se um processo constituído por<br>diferentes etapas. Bardin (1977, p.102) distingue três: a pré-análise, a<br>exploração do material e o tratamento dos resultados. Bardin, Coutinho (2013)<br>defende a existência destes três momentos (pp.218 -224).<br>Pré-análise: elaboração de um plano flexível em que, fundamentalmente, se<br>selecionam os documentos a serem avaliados (no caso das entrevistas, elas já se<br>encontram transcritas), se formulam questões norteadoras e se elaboram<br>anotações, recortes e tabelas.</p><p>O investigador reflete sobre a pertinência dos dados selecionados,<br>tendo em mente os objetivos da sua investigação. Bardin (1977) aponta<br>as seguintes tarefas:<br>seleção, leitura dos documentos a serem submetidos para análise e<br>constituição do corpus da análise; formulação das hipóteses e dos<br>objetivos; elaboração de indicadores que fundamentam a interpretação<br>final; preparação do material para análise.</p><p><br/></p><p>Exploração do material: definem-se as unidades de registo - unidades base que visam a<br>categorização - e as unidades de contexto, desenvolvendo-se os processos de codificação e de<br>categorização. Para Coutinho (2013), esta é a etapa mais morosa e cansativa.<br>​A última etapa, tratamento dos resultados, constitui a forma como os resultados são trabalhados,<br>visando a atribuição de significado e validação. Trata-se de uma fase de reflexão crítica, em que o<br>investigador interpreta os dados obtidos.<br>Para Bardin (1977), as interpretações serão sempre no sentido de procurar aquilo que se esconde<br>sob a aparente realidade, de buscar o verdadeiro significado do discurso enunciado e o que certas<br>afirmações superficiais significam em profundidade.<br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-12 18:42:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822918839</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Processos inerentes à Análise de Conteúdo: codificação, categorização e inferência</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822923866</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A partir das etapas anteriormente mencionadas, destacam-se três processos:<br>Codificação: Tratamento do material para representação do conteúdo.<br>Para Bogdan e Biklen (1994), desenvolver um sistema de codificação implica<br>que o investigador terá de seguir os passos seguintes: percorrer os dados na<br>procura de regularidades, padrões, tópicos; escrever as palavras e frases que<br>representam esses tópicos (categorias de codificação).</p><p>Pressupõe a elaboração de categorias, relacionadas com as questões de investigação, em que se <br>agrupam dados. ​<br>• Bardin (1977, p.119): um “procedimento por caixas” para definir categorias, em que os dados são <br>organizados segundo critérios suscetíveis de atribuir sentidos. ​<br>• Moura et al. (2021), Gläser-Zikuda, Haguenauer, &amp; Stephan (2020) distinguem as categorias <br>dedutivas das categorias indutivas. ​</p><p><br/></p><p>Coutinho (2011) refere-se a categorias “pré-definidas” (p. 193) (associadas a um quadro teórico) e a <br>categorias “que emergem dos dados” (p. 192). As categorias dedutivas são desenvolvidas com base nos <br>antecedentes teóricos existentes, portanto, antes da análise; as categorias indutivas têm caráter <br>exploratório e são construídas no decorrer da análise, possibilitando a interpretação de factos novos que <br>possam surgir. O processo de categorização é de extrema importância para que a análise de conteúdo <br>seja dotada de rigor. <br>Bardin (1977, p.120) e Coutinho (2013, p. 221) defendem alguns critérios de qualidade das categorias, <br>tais como: princípio de exclusão mútua; homogeneidade; adequação e pertinência; objetividade e <br>fidelidade; produtividade.<br>Inferência</p><p>É o terceiro e último processo que constitui uma “interpretação <br>controlada” (Bardin, 1977, p.133). Para este autor, inferir é “deduzir de <br>maneira lógica” (p. 39). É a fase da interpretação dos dados recolhidos <br>e classificados. ​</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-12 18:46:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822923866</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referência bibliográficas</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822930520</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Boni, V., Quaresma, S. J. (2005). Aprendendo a entrevistar: fazendo entrevistas em Ciências <br>Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2 nº 1 (3), <br>janeiro-julho/2005, p. 68-80.<br>Coutinho, C.P. (2013). Metodologia da Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Teoria e <br>Prática. Almedina.<br>Manzini, J. E. Entrevista semi-estruturada: análise de objetivos e de roteiros. Depto de Educação <br>Especial, Programa de Pós Graduação em Educação, Unesp, Marília.<br>Quivy, R. &amp; Campenhoudt, L. (2008). Manual de Investigação em Ciências Sociais (5ªed.). <br>Gradiva.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-12 18:51:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822930520</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas</title>
         <author>ildavieira501</author>
         <link>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822933480</link>
         <description><![CDATA[<p>Bardin, L. (1977). Análise de Conteúdo. Edições 70. ​<br>Coutinho, C.P. (2013). Metodologia da Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática. Almedina. ​<br>Moura, E., Ramos, R., Simões, S. e Li, Y. (2021). Técnica de análise de conteúdo: uma reflexão crítica. Reflexões <br>em torno da Metodologia de Investigação. Análise de dados, 3, 45-57. <br>Metodologiasinvestigacao_Vol3_Digital.pdf ​<br>Quivy, R. &amp; Campenhoudt, L. (2008). Manual de Investigação em Ciências Sociais (5ªed.). Gradiva. ​<br>Silva, C.R. et. Al. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e <br>aplicação do método</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-12 18:54:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ildavieira501/acosq7werldvzl0x/wish/2822933480</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
