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      <title>Catálogo dos peixes de recifes urbanos de João Pessoa by Geovanna Karla Izidro de Carvalho</title>
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      <description>criado por Geovanna Karla e Beatriz Louise</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-30 19:49:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-23 16:17:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Praias de Mamanguape e Acaú</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3240917987</link>
         <description><![CDATA[<p>A praia de Mamanguape possui uma grande área de preservação, com manguezais e recifes de corais que formam um ambiente ideal para a vida marinha. A praia é tranquila, com águas calmas, e é conhecida pelo turismo ecológico e pela visitação ao Parque Estadual de Manguezais de Pitimbu, que protege a região.</p><p>Acaú também é uma praia com águas claras e recifes de corais próximos à costa, formando piscinas naturais que atraem turistas para atividades como snorkel e mergulho. A área é parte do Arquipélago de Areia Vermelha, uma região com rica biodiversidade marinha e uma das mais visitadas da Paraíba, especialmente por quem busca ecoturismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-30 20:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Peixe Holocentrus adscensionis (Jaguareçá)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3240931978</link>
         <description><![CDATA[<p>A espécie <strong><em>Holocentrus adscensionis</em></strong>, conhecida como <strong>jaguareçá</strong> no Brasil, é um peixe de recife da família <strong>Holocentridae</strong>, encontrado no Oceano Atlântico, desde a Carolina do Norte (EUA) e as Bermudas até o Brasil, além da Ilha de São Tomé, Gabão e Angola. Esse peixe habita águas que vão desde as zonas rasas das poças de maré até 180 metros de profundidade, sendo mais comum entre 8 e 30 metros. Durante o dia, costuma se esconder em fendas nas rochas, saindo à noite para se alimentar, principalmente de caranguejos e outros pequenos crustáceos. Os juvenis geralmente formam grupos, enquanto os adultos mantêm territórios definidos. A espécie é alvo de pesca e comercialização de peixe fresco, e é notável por sua resiliência, conseguindo sobreviver por vários dias em armadilhas e até em áreas com altos níveis de poluição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-30 20:41:22 UTC</pubDate>
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         <title>Dactylopterus volitans (Coió)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3240936257</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Coió</strong> da família Dactylopteridae (Dactylopterus volitans) é um dos peixes mais abundantes no litoral do Brasil. Apesar de suas grandes nadadeiras, ele não é capaz de voar. Essas nadadeiras têm a função de afastar predadores e de escavar o fundo do mar em busca de alimento. Esse peixe pode alcançar até 45 cm de comprimento e possui um corpo cilíndrico e robusto, com cores variáveis, geralmente marrom, com o dorso manchado de azul e a parte inferior clara. Sua cabeça é equipada com espinhos, e as nadadeiras peitorais são bem desenvolvidas.</p><p>O nome "coió" vem do seu comportamento de se mover pelo fundo marinho com o auxílio das nadadeiras ventrais, e, quando ameaçado, ele abre as nadadeiras peitorais como se fossem asas, tentando assustar ou parecer maior do que realmente é.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-30 20:53:46 UTC</pubDate>
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         <title>Hippocampus reidi Ginsburg</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3240944183</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Hippocampus reidi</strong>, conhecido como cavalo-marinho de cauda longa, da família Syngnathidae é encontrado em águas de até 55 metros de profundidade, preferindo habitats costeiros como estuários, manguezais, corais e macroalgas. É nativo de vários países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Venezuela e China, e vive em regiões subtropicais. Apesar de ser abundante no Brasil, a espécie corre risco de extinção devido ao comércio ilegal e à coleta excessiva.</p><p>Esse cavalo-marinho se alimenta principalmente de crustáceos, como copépodes e camarões, e tem um período de gestação de cerca de duas semanas. Ele cresce até 17,5 cm e, geralmente, vive de forma solitária, embora também forme pares durante a cópula. Os machos têm coloração laranja, enquanto as fêmeas são amarelas, podendo ambos exibir manchas que mudam durante a reprodução.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-30 21:16:49 UTC</pubDate>
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         <title>Echidna catenata ( moreia-cadeia)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3270620196</link>
         <description><![CDATA[<p>a <strong>Echidna catenata</strong> ou moreia cadeia como é conhecida no brasil, é um peixe da família <strong><em>Muraeniade</em></strong>. É uma espécie de moreia encontrada em águas rasas do oeste do Oceano Atlântico e em algumas ilhas de outras partes do Atlântico. Ocasionalmente, é comercializada no mercado de aquários. Pode atingir até 165 cm de comprimento, embora o tamanho mais comum seja entre 30 e 45 cm.</p><p>Esse peixe tem corpo alongado e robusto, parecido com uma enguia. Sua cabeça apresenta focinho arredondado e dentes pontiagudos e rombudos, localizados principalmente no céu da boca, adaptados para esmagar as cascas de caranguejos, que são sua principal fonte de alimento. A pele é lisa, sem escamas, mas recoberta por uma camada de muco transparente. A coloração varia entre marrom-escuro e preto, com um padrão de linhas amarelas interligadas que lembram uma corrente, e seus olhos são amarelos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-23 13:59:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ogcocephalus vespertifio ( Peixe-Morcego)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3270627261</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>peixe-morcego</strong> (<strong><em>Ogcocephalus vespertilio</em></strong>) é um peixe comum na costa brasileira, com corpo achatado que forma um triângulo da parte dorsal à ventral. Sua coloração é arenosa ou pardacenta, com manchas escuras na parte superior. Mede entre 10 e 15 cm, podendo chegar a 35 cm, e vive em águas quentes e rasas, incluindo áreas profundas de todo o Atlântico americano.</p><p>Esse predador noturno, que também pode caçar no início da manhã, passa o dia escondido em fendas ou buracos de pedras. Ele se alimenta de pequenos crustáceos, moluscos, vermes poliquetas e equinodermos, utilizando um penacho em seu focinho para atrair presas. Suas barbatanas especiais ajudam a capturar o alimento, que é retirado do fundo com a boca ou escavado no substrato.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-23 14:15:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Synodus foetens ( Peixe-lagarto costeiro)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3270633124</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>peixe-lagarto costeiro</strong> (<strong><em>Synodus foetens</em></strong>) é uma espécie da família Synodontidae encontrada no Atlântico ocidental. Avaliado pela última vez em 2013 na Lista Vermelha da IUCN, está classificado como de "menor preocupação". Seu comprimento máximo é de cerca de 50 cm, com exemplares comuns de 40 cm, e pode viver até nove anos. Esse peixe possui corpo alongado, parecido com um charuto, adaptado para natação rápida em estilo subcarangiforme. A cabeça é levemente comprimida e enrugada na parte superior, com uma boca grande e mandíbula superior que ultrapassa os olhos. As fêmeas maduras são geralmente maiores que os machos. Seu peso máximo registrado é de 900 g.</p><p>O peixe-lagarto costeiro é um predador de emboscada que se alimenta de peixes demersais, camarões, caranguejos, lulas e outros pequenos invertebrados. Sua dieta varia conforme as condições ambientais, especialmente no Golfo do México, onde se adapta às espécies disponíveis em diferentes estações. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-23 14:27:04 UTC</pubDate>
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         <title>Mugil curema ( Tainha)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3270638307</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Mugil curema</strong>, conhecida por diversos nomes populares como tainha, parati e saúna, é um peixe marinho da família Mugilidae. Vive em águas costeiras do Atlântico e do Pacífico, incluindo o mar do Caribe e o golfo do México, sendo encontrado desde o norte da Espanha até a Namíbia e do golfo da Califórnia ao Chile.</p><p>Essa espécie alcança até 30 cm de comprimento, embora existam registros de exemplares com até 90 cm. Possui coloração branca, com espinhas e raios específicos nas barbatanas dorsal e anal, além de pequenas escamas secundárias nos flancos. Diferentemente das tainhas, não apresenta listras. Vive em águas rasas, sobre fundos arenosos ou próximos a recifes, com comportamento catádromo. Os juvenis habitam áreas costeiras, próximas a estuários e lagunas, enquanto os adultos formam cardumes que frequentemente migram para os rios.</p><p>Sua dieta varia conforme a idade: juvenis consomem organismos planctônicos, enquanto os adultos se alimentam de algas microscópicas e filamentosas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-23 14:35:27 UTC</pubDate>
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         <title>Epinephelus itajara (garoupa-golias-do-atlântico)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3270682224</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>garoupa-golias-do-atlântico</strong>, ou <strong>itajara</strong> (<em>Epinephelus itajara</em>), conhecido também como mero, é um dos maiores peixes ósseos, atingindo até 2,5 metros e 363 kg. Habita águas do Atlântico Ocidental, do Golfo do México ao Brasil, do Atlântico Leste, na África Ocidental, e do Pacífico Oriental, do México ao Peru, em profundidades de 1 a 100 metros.</p><p>Sua coloração varia entre amarelo, cinza e esverdeado, com pontos pretos e barras verticais em indivíduos menores. Tem corpo robusto, mandíbula inferior com várias fileiras de dentes e barbatanas arredondadas. Alimenta-se de peixes e crustáceos de movimento lento.</p><p>Os adultos vivem em recifes rochosos, naufrágios e plataformas, enquanto os juvenis habitam manguezais, essenciais como berçários, onde permanecem por 5 a 6 anos antes de migrar para recifes mais profundos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-23 15:45:58 UTC</pubDate>
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         <title>Rachycentron canadum (Beijupirá)</title>
         <author>geovannakarla</author>
         <link>https://padlet.com/geovannakarla/acgenxkn05is6o83/wish/3270686389</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Rachycentridae</strong> é uma família de peixes representada por um único gênero (<strong><em>Rachycentron</em></strong>) e espécie, o <strong>beijupirá</strong> (<em>Rachycentron canadum</em>), também chamado de bijupirá ou cobia. Esse peixe pode atingir até 2 metros de comprimento e pesar 80 kg. Possui corpo fusiforme, cabeça achatada, boca prognata e olhos pequenos.</p><p>Os beijupirás são pelágicos, geralmente solitários, mas formam grupos durante a desova anual. Vivem próximos a recifes, naufrágios, portos e bóias, podendo também explorar estuários e manguezais em busca de alimento. Habitam águas do Atlântico e do Pacífico com temperaturas médias acima de 24°C, sendo comuns no litoral brasileiro, especialmente no Nordeste.</p><p>Sua dieta inclui peixes, crustáceos e lulas. Costuma seguir grandes animais marinhos, como tubarões e tartarugas, para aproveitar restos de comida. É um peixe curioso, que não teme barcos. Entre seus predadores estão o dourado, que se alimenta de jovens beijupirás, e o tubarão mako, que caça os adultos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-23 15:56:00 UTC</pubDate>
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