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      <title>Lara Almeida by LARISSA SILVA DE ALMEIDA RIBEIRO</title>
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      <description>Carpe Diem - &quot;Aproveite o momento&quot;</description>
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      <pubDate>2020-11-16 22:37:43 UTC</pubDate>
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         <title>Chega mais... </title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>"Na vida, nós devemos ter raízes, e não âncoras. Raiz alimenta, âncora imobiliza."  <br>Mario Sergio Cortella.</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 23:35:00 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre mim..</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>A garota que sempre vê o lado bom das coisas... Que quando chega em um local escuro e sem vida, logo traz um tom de rosa e um pouco de glitter, e assim vai transformando cada dificuldade em um degrau a ser subido de forma leve e constante. <br>Eu sou Larissa! <strong>LARA</strong> (de preferencia, rs), tenho 22 anos, tenho um filho de 3 aninhos, chamado EDWARD LINCOLN, lindo, esperto e inteligente (meu anjo azul -sim, ele é autista). Trabalho na Viação Jequié Cidade Sol. Sou casada a 4 anos. E a cada dia vamos aprendendo mais com essa rotina corrida de mãe, esposa, amiga, filha, estudante de pedagogia, auxiliar adm, cristã (Adventista do sétimo dia). Sou apaixonada pela vida e por Cristo! A frase que me acompanha diariamente é: <strong><em>"Carpe Diem" - Aproveite o momento. </em></strong>Ela me lembra o quanto somos frágeis, e que tudo passa, logo, o mais importante na vida é aproveitar, os instantes, as pessoas, a vida!<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-08 01:29:21 UTC</pubDate>
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         <title>📹</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 01:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>O que mudou com a pandemia?</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pandemia, tão inesperada, que pegou a todos de surpresa, trouxe consigo tantas limitações, nos impossibilitando de estarmos juntos de quem amamos, fazer todas as coisas que gostamos, parar e/ou mudar totalmente as rotinas, se adaptar ao novo. Todas essas mudanças tão radicais e tão rápidas, tem mexido com o psicológico de muitas pessoas, justamente por ocasionar tantas mortes, tanto sofrimento, desemprego, depressão, medo, ansiedade. Mas ela serviu para nos fazer enxergar a vida de uma outra forma. O distanciamento social nos serviu para mostrar a importância do contato, de estar próximo, de valorizar as pessoas. Neste período eu vi pessoas que eu tanto amava partir, e eu não tive a oportunidade nem mesmo de dividir a dor e chorar junto com os outros que também sofriam com a perda. Ví meus colegas de trabalho perderem o emprego, e por vezes ainda sinto o vazio de não estarmos juntos diariamente, como antes. Também vi pessoas dando o sangue na linha de frente, lutando por aqueles que precisavam de saúde.  Por fim, entendemos que se chegamos até aqui somos vencedores, e a partir daqui vamos nos moldando, adaptando, reaprendendo e vivendo. Sem nos esquecer que apesar das mascaras, ainda podemos sorrir, e é o brilho nos olhos e a gratidão que em algum momento do nosso dia pode fazer a diferença na vida de alguém. Sejamos luz, em um momento de trevas. ♥<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 01:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>Girassol</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Se a vida fosse fácil como a gente quer<br>Se o futuro a gente pudesse prever<br>Eu estaria agora tomando um café<br>Sentado com os amigos em frente à TV</em></div><div><em>Eu olharia as aves como eu nunca olhei<br>Daria um abraço apertado em meus avós<br>Diria eu te amo a quem nunca pensei<br>Talvez é o que o universo espera de nós</em></div><div><em>Eu quero ser curado e ajudar curar também<br>Eu quero ser melhor do que eu nunca fui<br>Fazer o que eu posso pra me ajudar<br>Ser justo e paciente como era Jesus</em></div><div><em>Eu quero dar mais valor até o calor do sol<br>Que eu esteja preparado pra quem me conduz<br>Que eu seja todo dia como um girassol<br>De costas pro escuro e de frente pra luz</em></div><div><em>E de frente pra luz<br>E de frente pra luz</em></div><div><em>Se a vida fosse fácil como a gente quer<br>Se o futuro a gente pudesse prever<br>Eu estaria agora tomando um café<br>Sentado…</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:11:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:41:47 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de aprendizagem</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>É incrível o quanto esta disciplina nos possibilita a ter uma visão mais clara dos benefícios que as tecnologias nos oferecem. No âmbito educacional, tivemos a oportunidade de vivenciar na pratica tudo o que estudamos e consequentemente fomos impostos a valorizar esses meios que em meio a pandemia nos serviram de modo genial. Apesar das muitas dificuldades enfrentadas vale ressaltar a importância da mediação dos professores nesse período, principalmente a professora Socorro, que buscou tornar as aulas mais dinâmicas e participativas o possível, Na minha perspectiva, a aprendizagem colaborativa e em rede, deveria ser abordada por todas as disciplinas, ampliando o olhar mediante as tecnologias e suas funcionalidades.  Assim como Vygotsky, em sua teoria sociocultural, valoriza a interação e a colaboração, da mesma forma podemos compreender que a interação entre os indivíduos possibilita a geração de novas experiências e conhecimento e possibilita uma aprendizagem eficaz..<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:52:07 UTC</pubDate>
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         <title>Colaboração</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como já estudado durante todo o semestre, é impossível que exista uma aprendizagem eficiente, sem que haja a colaboração. É necessário que o ensino corte o cordão umbilical com a famosa educação bancaria, em que de um lado somente é depositado uma bagagem de conhecimento, e do outro lado há um receptor que apenas recebe essa bagagem.  é importante haver um compartilhamento de ideias e informações, e desta forma todos contribuem para o crescimento intelectual. É valido ressaltar a importância da interatividade e da mediação. Neste aspecto tanto o professor quanto o aluno, tem a possibilidade de agregar e compartilhar. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Online e Principios</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>               É possível, utilizar das tecnologias, como um meio eficiente de aprendizado e absorção de conhecimento, repensando os valores e praticas da cibercultura e mudar a visão que foi criada em vista de que o ensino online não seja satisfatório ou competente. Por esta razão, existem os 8 Princípios da Educação Online, que nos permite enxergar as possibilidades das praticas didático-pedagógicas, cada princípio com sua definição. O primeiro princípio é o “conhecimento como " obra aberta " que acompanha o conhecimento/ construção, o segundo princípio  é a " curadoria de conteúdos online" que oferece como exemplo uma síntese e roteiro de conteúdo, o terceiro princípio é o " ambiências computacionais diversos" que apresentam modalidades diversas de conversação, como variados tipos de sistemas, aplicativos e etc, o quarto princípio é a "aprendizagem colaborativa" que se define como um conhecimento grupal e trás um fundamento de um saber individual de cada aluno  com o auxílio de um educador.</div><div>O quinto princípio é conversação entre todos, em interatividade, sabemos que o dialogo precisa estar aberto para o imprevisível e se realizar na interatividade com os alunos e entre eles. Cabe ao professor o planejamento da situação conversacional e sua realização por meio de um ambiente digital. Temos o sexto princípio que são as atividades autorais inspiradas nas práticas da cibercultura (em vez de “estudo dirigido”). É aquele ditado “só se aprende fazendo”. Atividades práticas dão a oportunidade ao aluno aplicar o conhecimento da disciplina. É importante atividades criativas que possibilitem a autoria criadora.   Já o sétimo princípio fala da mediação docente online para colaboração (em vez de “tutoria reativa”). O professor desempenha o papel de incentivador do grupo. Onde há colaboração e conversação em rede, emergem dúvidas e conflitos que precisarão ser mediados pelo professor e pelos colegas. O oitavo e último princípio, fala da avaliação formativa e colaborativa, baseada em competências (em vez de apenas exames presenciais)</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Ensino Remoto x EAD x Educação online</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Mariano Pimentel, no contexto EAD, a tecnologia funciona como um meio de difusão de conteúdo, sendo que os alunos só recebem muitos conteúdos, nos quais na maior parte do tempo terão que se virar sozinhos pra estudar. E neste caso o professor não atua como um mediador presente, disposto a incitar o pensamento critico e colaborativo dos alunos, e sim como alguém que vai estar disponível em poucas horas na semana para tirar dúvidas. <br>Isto nos remete a abordagem instrucionista-massiva, em que a aprendizagem é individualista e nada colaborativa. Já o objetivo da educação online colaborativa é justamente o contrário, uma vez que o ideário pedagógico se caracteriza por Colaboração, interatividade, dialógica, autonomia, democracia e diversidade, valorizando o trabalho em grupo e desmistificado a aprendizagem individualista. Além disso, nesta modalidade temos o professor como mediador que traz aos alunos problemas, e os ajuda a encontrar a solução. Isto é, estimula a criticidade e a atividade em grupo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:52:35 UTC</pubDate>
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         <title>Cibercultura - Fundamentos</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>A forma com que as tecnologias foram inseridas na sociedade, sua globalização e expansão, além das inúmeras possibilidades as quais nos proporcionou, podemos afirmar que é impossível se reconhecer sem o seu uso. Estamos todos interligados a uma rede de expansão global, que nos permite em questão de segundos dar a volta no mundo e realizar tarefas consideradas anteriormente impossíveis, em um período de tempo tão curto. O autor André Lemos, em sua obra relata que a cibercultura é um novo modo de cultura que se caracteriza como uma manifestação da vitalidade social. Isto é, não existe um ser social que não tem contato algum com qualquer meio tecnológico. Uma das características mais marcantes da cibercultura é a mobilidade que ela proporciona. Como citado anteriormente, uma coisa que a anos atrás levaria dias e até meses para ser feita( como por exemplo, um recado escrito à carta), hoje em questão de segundos e sem o mínimo esforço somos capazes de realizar a mesma atividade, além disso, você pode utilizar destes mecanismos em qualquer lugar e hora. Podemos concluir que a cibercultura traz a viabilidade de criar interações entre culturas individuais e coletivas no ciberespaço promovendo a cooperação e sociabilidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:52:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Consequências educacionais e sociais na vida das crianças.</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[Com base em tudo que temos vivido, e todas as consequências trazidas pelo novo Corona Vírus, levantar esse questionamento sobre as consequências educacionais e sociais da vida das crianças é de grande importância. Uma vez que esse é considerado o "menor" dos problemas na nossa sociedade, quando na verdade é tão preocupante quanto o numero de mortes decorrentes do Covid-19. 
O ser humano, de forma geral, necessita do contato com outros seres humanos, quando se trata das crianças, essa necessidade se torna ainda mais considerável, já que, estão numa fase construtiva da vida, de aprendizagem e transformação. 
Ao falar sobre essa necessidade de interação, quero ressaltar, um grupo especifico de crianças que têm sofrido na pele com a falta desta: Crianças com necessidades especiais. 
Esta é uma minoria, que assim como os outros tem tentado vencer dia após o outro, apesar das grandes dificuldades e limitações que os cercam. 
Abordo esse tema de forma tão especifica, pois vivencio na pele esta situação, com meu filho de quase 3 anos de idade que tem Autismo (grau moderado), e desde que foi deliberado o isolamento social, como meio de prevenção do corona vírus, temos sofrido de forma intensa com ele. É um conjunto de estresse, misturado com a mudança da rotina anteriormente proposta, a falta das pessoas que tínhamos convívio. E o principal, o distanciamento, tirou dele o estimulo social, cognitivo e sensor, que são fundamentais, tanto por ser criança, quanto por ser autista.
O mais difícil é que nós, pais, na maioria das vezes, não estamos preparados para sermos, professores, psicólogos, terapeutas... entre diversos outros cargos que nos foram determinados, por conta do isolamento social. E isso tem afetado de modo geral a educação,  a sociabilidade e vários outros aspectos da vida das crianças. 
Neste sentido, compreendemos a importância e o valor dos educadores e de todos os profissionais que se comprometem  em de alguma forma contribuir na vida das nossas crianças. Alem disso, vemos a necessidade ainda mais gritante da empatia e do colocar-se no lugar do outro, nesse período que têm sido tão difícil para todos. E por fim, é imprescindível, rever conceitos e atitudes e de forma geral resignificar continuamente a educação, para obtermos uma transformação e que esta possua clareza epistemológica, e alcance de forma eficiente até os mais afetados, nesta situação de crise.   ]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 00:59:32 UTC</pubDate>
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         <title>É possível uma sociedade mais humana e sustentável? </title>
         <author>201820001</author>
         <link>https://padlet.com/201820001/abyc23pc3tc7rqm2/wish/1000575804</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do momento que nos entendemos como sujeitos da educação, temos a responsabilidade de buscar melhorias para a sociedade, isto porque, somos privilegiados, por ter em mãos o poder do conhecimento e da critica. Quando falamos de educação, não tratamos apenas da transmissão de conhecimento, mas também, da possibilidade de obter um olhar individualizado e a capacidade do pensar. Fazendo uma alusão à composição de Chico Buarque o ser humano 'pensante', entende que a nossa existência, é uma constante mudança, na qual é necessário valorizar, o que e quem temos hoje, uma vez que, de repente podemos não tê-los mais. <br>"O samba, a viola, a roseira<br>Um dia a fogueira queimou<br>Foi tudo ilusão passageira<br>Que a brisa primeira levou<br>No peito a saudade cativa<br>Faz força pro tempo parar<br>Mas eis que chega a roda viva<br>E carrega a saudade pra lá". <br>Com esse trecho, concluo, que tudo é passageiro, e que como sujeitos da educação, devemos nos educar, de forma que compreendamos a importância de se colocar no lugar do outro, de buscar ser pessoas mais sensíveis e de fazer o melhor que eu posso nas condições que eu tenho, (principalmente se isso de alguma forma ajuda o meu próximo), de cuidar do meio ambiente, adquirindo praticas sustentáveis, pensando nos outros que passarão por ali, até mesmo as gerações futuras. E assim aproveitar cada instante reconhecendo o valor da vida!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Educação de Jovens e Adultos</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>"Não basta saber ler que 'Eva viu a uva'. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho."<br>Paulo Freire</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:06:58 UTC</pubDate>
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         <title>Sentido da aprendizagem colaborativa e participativa em contexto de pandemia</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pandemia nos trouxe desafios grandiosos, e um desses desafios foi o ensino remoto, entretanto, vale ressaltar que apesar de todas as dificuldades, conseguimos compreender a importância da aprendizagem colaborativa, como já estudado durante todo o semestre, é impossível que exista uma aprendizagem eficiente, sem que haja a colaboração. E importante haver um compartilhamento de ideias e informações, e desta forma todos contribuem para o crescimento intelectual. É essencial o papel da interatividade e da mediação. Neste aspecto tanto o professor quanto o aluno, tem a possibilidade de agregar e compartilhar e assim todos crescem e o objetivo é alcançado com sucesso. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia da Educação</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>"Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente."<br>Paulo Freire</em></strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:09:55 UTC</pubDate>
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         <title>Educação e Tecnologia da Informação</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<strong><em>Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção." Paulo Freire</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:10:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:17:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>"Essa é a canção do povo marcado<br>Do povo feliz</em></strong></div><div><strong><em>É o admirável gado novo<br>É o nosso Brasil..."</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:21:57 UTC</pubDate>
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         <title>Composição visual</title>
         <author>201820001</author>
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         <pubDate>2020-12-09 01:34:03 UTC</pubDate>
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         <title>Fichamento</title>
         <author>201820001</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COMO DIREITO HUMANO<br></strong><br></div><div>GADOTTI, Moacir. Educação de adultos como direito humano. São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2009.<br><br></div><div> <br><br></div><ul><li><strong>Introdução</strong></li></ul><div>Em comemoração aos 50 anos da experiencia de alfabetização de adultos de Paulo Freire em Angicos (RN), faz-se necessário pensar sobre a real homenagem que deveríamos prestar ao mesmo, isto é, mudar a situação em que vivemos, na qual a taxa de analfabetismo está estagnada e isso é uma ofensa ao direito de cidadania e não podemos negar ser um dever do estado.<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><ul><li><strong>O que é Educação de Adultos?</strong></li></ul><div>Ao longo da história, a educação de adultos foi compreendida de diversas maneiras. E é através das CONFINTEA- Conferência Internacional de Educação de Adultos, que compreendemos melhor esses conceitos. A primeira aconteceu na Dinamarca, e trouxe a Educação de Adultos como uma espécie de Educação moral. A segunda, no Canadá, teve dois enfoques: a educação permanente e a educação de base, ou educação comunitária. A Terceira, em Tóquio foi entendida como “suplência” da educação fundamental. A quarta, em Paris, foi caracterizada pela pluralidade de conceitos. E por fim, em julho de 1997, a Unesco realizou em Hamburgo a V Conferência Internacional de Educação de Adultos, esse foi o evento que adotou uma “Agenda para o futuro” incluindo a “Década de Paulo Freire da Alfabetização”, entendendo a Educação de Adultos como um direito de todos.<br><br></div><div> <br><br></div><ul><li><strong>Uma visão ampliada da Educação de Adultos</strong></li></ul><div>A declaração de Hamburgo entende a Educação de Adultos como aquela que “Engloba todo o processo de aprendizagem, formal ou informal, onde as pessoas consideradas adultas pela sociedade desenvolvem suas habilidades e enriquecem seu conhecimento.” (CONFINTEA V. apud ROMÃO; GADOTTI, 2007, P.128).<br><br></div><div>Alguns dos temas da V conferencia geraram diversas polemicas, um deles foi o conceito de aprendizagem ao longo da vida, o qual para Licínio Lima (2007, quarta capa) a “educação ao longo da vida” revela-se no limite, como um projeto político educativos inviável em ruptura com as suas raízes humanistas e críticas.<br><br></div><div>A educação vai além de deslocar a tônica para a aprendizagem. Trata-se de garantir, por meio de uma educação com qualidade social, a aprendizagem de todos os cidadãos e cidadãs que deve ser sociocultural e socioambiental. A questão não está apenas no ato de aprender, mas no que se aprende, isto é, é necessário garantir uma “aprendizagem transformadora” no conteúdo e na forma. Por esta razão podemos afirmar que a Educação é dever do Estado e a responsabilidade por ela não pode recair exclusivamente no indivíduo.<br><br></div><div> <br><br></div><ul><li><strong>Contexto do Brasil e da América Latina</strong></li></ul><div>Há uma enorme precariedade na oferta de EJA, sobretudo no campo. Isto porque as diferentes esferas de governo, no Brasil, não estão valorizando as iniciativas da sociedade civil nesse campo. <br><br></div><div>Apesar da crescente melhoria nos indicadores sociais na região, existem ainda na américa latina cerca de 36 milhões de jovens e adultos analfabetos e isto é assustador, porque a educação, independentemente da idade é um direito social e humano e o Analfabetismo de jovens e adultos é uma deformação social inaceitável, produzida pela desigualdade econômica, social e cultural. <br><br></div><div>Seria interessante que na américa Latina, fosse criado um sistema de monitoramento dos programas existentes a fim de acompanhar os resultados obtidos, ao mesmo tempo sistematizando e analisando informações coletadas e subsidiando pessoas e instituições interessadas em contribuir para tornar a região um território livre do analfabetismo. <br><br></div><div>O problema existente é que a prioridade da região tem sido a educação primaria, e na Educação de adultos e principalmente a educação popular, faltam políticas públicas. Neste caso fica difícil reduzir o analfabetismo, principalmente quando é levado em consideração a idade e a região onde mora o analfabeto. Por esta razão, muitas políticas públicas encaram o combate ao analfabetismo como um custo e não um investimento, não se levando em conta que este tem um impacto não só individual como também social. Quanto mais estudada uma pessoa, menos pobre ela é. E além disso a alfabetização de adultos tem como uma das virtudes a capacidade de promover a segurança humana.<br><br></div><div>Apesar de não existir na América latina, capacidade instalada para atender a toda demanda de milhões de analfabetos, vale ressaltar que o analfabetismo pode ser uma oportunidade de investimento. É estratégico investir na alfabetização de adultos para desenvolver um país, uma vez que, se a principio o estado ajudar, o próprio analfabeto acabará financiando seu custo posterior.<br><br></div><div>Precisamos tornar a alfabetização de adultos parte integrante do sistema educativo e superar a atual falta de profissionalização da área. Os analfabetos tiveram uma experiencia negativa da escola e reincluí-los nela exige a adoção de metodologias e práticas educacionais e culturais que não reproduzam os erros cometidos antes.<br><br></div><div> <br><br></div><ul><li><strong>Direito à Educação de Adultos</strong></li></ul><div>Quando falamos de educação, já não discutimos se ela é ou não necessária, é obvio que a educação é imprescindível para a sobrevivência do ser humano. <br><br></div><div>O direito a educação é reconhecido no artigo 26 da declaração universal dos direitos Humanos em 1948 e a conquista desse direito depende do acesso generalizado à educação básica, mas o direito não se esgota com o acesso, a permanência e a conclusão desse nível de ensino:  ele pressupõe as condições para continuar os estudos em outros níveis.<br><br></div><div>Esse direito deve ser garantido pelo Estado, estabelecendo prioridade à atenção dos grupos sociais mais vulneráveis, para Mészáros é preciso desenvolver novas formas de educação que recuperem o sentido mesmo da educação, que é conhecer-se a si mesmo e ser melhor como ser humano. <br><br></div><div>O neoliberalismo concebe a educação como uma mercadoria, desprezando o espaço publico e a dimensão humanista da educação. Por isso temos que entender esse direito, como direito a educação emancipadora. É o que faz o FME, que propõe uma educação para um mundo possível, que é uma educação para o sonho e a esperança.<br><br></div><div>O direito à educação não pode ser desvinculado dos direitos sociais. Não podemos defende-lo sem associa-los a outros direitos. <br><br></div><div>Como dizia Agostinho dos Reis Monteiro (1999). A educação é um direito prioritário porque é fundamental para a vida humana com dignidade, liberdade, igualdade e criatividade. <br><br></div><div> <br><br></div><ul><li><strong>A Educação de adultos como direito humano</strong></li></ul><div>Não atender ao adulto analfabeto é negar duas vezes o direito à educação: primeiro na chamada idade própria, depois na idade adulta.<br><br></div><div>Reconhecemos que, entre nós, melhorou o aceso à escola, mas subsiste o problema da qualidade. A Educação não está contribuindo para a redução da desigualdade. A grande debilidade da região continua sendo a questão do financiamento e também do monitoramento e da avaliação. <br><br></div><div>Rosa Maria Torres, afirmou que falta reconhecer a Educação de adultos como Direito a educação tanto na sua aceitabilidade quanto na sua adaptabilidade, acessibilidade e disponibilidade (oferta). É importante mudar a visão do sujeito e entender que ele tem direitos, que não é ignorante, que sabe criar saberes, que sabe muitas coisas, como seus saberes essenciais à vida humana e à conservação do planeta. Devemos resgatar o caráter participativo, alternativo, alterativo e contestador da educação popular. <br><br></div><div>A educação de Adultos é o espaço da diversidade e de múltiplas vivencias. Ao lado da diversidade está a desigualdade. E enquanto a primeira pode ser considerada uma riqueza, a segunda, respectivamente, é a nossa maior pobreza. O mapa do analfabetismo é o mesmo mapa da pobreza, onde falta tudo, não somente a educação. Por isto a luta pelo direito à educação não está separada da luta pelos outros direitos. É preciso oferecer condições de aprendizagem, transporte, locais adequados, materiais apropriados, muita convivência e também bolsas de estudo. <br><br></div><div>Devemos criar comunidades de aprendizagem onde todos aprendem juntos, independentemente da idade, sem segmentação, mas articuladamente. A meta não deve ser mais declarar um país livre do analfabetismo, mas universalizar a educação básica. Uma vez que a educação de adultos deve ser entendida como elemento essencial na superação da pobreza e da exclusão social. <br><br></div><div> <br><br></div><ul><li><strong>Conclusão: por um Pacto pela Alfabetização de Jovens e Adultos já</strong></li></ul><div><br>Entre as propostas e sugestões da comissão para celebrar os 50 anos de Angicos está a redefinição da política nacional de educação de jovens e adultos, entendendo que a melhor homenagem que poderíamos prestar a Paulo freire, se resume a um esforço nacional pela universalização da alfabetização no Brasil e a criação de um Pacto pela alfabetização de Jovens e adultos, o qual poderá mobilizar União, Estados e Municípios por meio do ministério da educação e com o apoio da Secretaria Geral da Presidência da república, mobilizar também a sociedade civil, os movimentos sociais, as ONG’s, estabelecendo parcerias com as organizações não governamentais que têm programas de alfabetização de jovens e adultos. <br><br></div><div><br>Todas as circunstancias hoje conspiram em favor de um Pacto nacional pelo fim do analfabetismo no Brasil. Como diria Paulo freire: “É NECESSARIO, É URGENTE, E É POSSIVEL”. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 22:23:40 UTC</pubDate>
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