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      <title>Linha do tempo - Nina e Yara by Nina Ferranti</title>
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      <description>Deslocar-se para ver</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-01 11:37:38 UTC</pubDate>
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         <title>imperialismo</title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>O <strong>imperialismo</strong> é uma política de expansão e dominação exercida por uma nação sobre outra, geralmente com o objetivo de obter controle territorial, econômico e político. Esse conceito envolve a anexação de colônias, a exploração de recursos naturais e a imposição de influência cultural e militar sobre outros povos. No final do século XIX e início do século XX, as grandes potências europeias, como o Reino Unido, França e Alemanha, competiam por colônias na África, Ásia e no Pacífico, ampliando seus impérios e criando tensões internacionais.</p><p>No contexto da <strong>Primeira Guerra Mundial</strong>, essas rivalidades imperialistas foram um dos fatores que aumentaram a competição entre as nações europeias, levando a alianças e conflitos. Já na <strong>Segunda Guerra Mundial</strong>, o imperialismo voltou a se manifestar, especialmente por meio do expansionismo agressivo da Alemanha nazista, do Japão imperial e da Itália fascista, que buscavam aumentar seus territórios e influência global. Essas ambições expansionistas foram uma das causas diretas do início da guerra, à medida que as potências tentavam conquistar novos territórios e subjugar outras nações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 19:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>neocolonialismo</title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 19:46:34 UTC</pubDate>
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         <title>racismo cientifico </title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>O <strong>racismo científico</strong> é a prática de usar teorias pseudocientíficas para justificar a superioridade de determinadas raças sobre outras. No final do século XIX e início do século XX, essas ideias ganharam força com base em interpretações distorcidas de teorias biológicas, como o darwinismo social, que aplicava conceitos de evolução e "sobrevivência do mais apto" para justificar hierarquias raciais. Esse tipo de racismo argumentava que certas raças eram biologicamente superiores e, portanto, tinham o direito de dominar e explorar raças "inferiores". Essas visões contribuíram para o imperialismo europeu, onde potências coloniais como Reino Unido e França viam seu controle sobre colônias na África e Ásia como uma missão civilizatória, legitimando o domínio violento e opressivo sobre povos que consideravam racialmente inferiores.</p><p>Durante a <strong>Segunda Guerra Mundial</strong>, o racismo científico atingiu seu auge com o nazismo, que baseou sua ideologia na crença de que a "raça ariana" era superior. Adolf Hitler usou essas pseudoteorias para justificar o Holocausto, um genocídio que resultou na morte de milhões de judeus, ciganos, eslavos e outros grupos que os nazistas consideravam inferiores. O Japão também usou ideias racistas para justificar seu expansionismo na Ásia, acreditando na superioridade de sua raça sobre outros povos asiáticos. Essas ideologias racistas não apenas alimentaram os conflitos globais, mas também legitimaram atrocidades em massa e genocídios que marcaram profundamente a história do século XX.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 19:49:59 UTC</pubDate>
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         <title>fascismo </title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>O fascismo, palavra originada do termo italiano <em>fascio </em>(feixe), tem suas raízes na ideia de força e união, simbolizada pela união de varas que representavam o poder coercitivo do Estado na Roma Antiga. O fascismo emergiu como regime político no início do século XX, com Benito Mussolini na Itália, como uma resposta às crises sociais, políticas e a crise do sistema capitalista do período pós-Primeira Guerra Mundial. Após um século de desenvolvimento econômico nos países europeus e norte-americanos, ou seja, uma revolução industrial, transformando a guerra em uma máquina, com uma indústria por trás dela. Com a quebra da bolsa de 29, o capitalismo passou pela primeira crise de superprodução do sistema capitalista, que afetou o mundo inteiro. Com isso, diversas manifestações ocorreram nos países mais afetados, fazendo com que os industriais europeus começaram a financiar grupos extremistas, como os fascistas, que se aproveitaram do momento de desamparo para implementar o fascismo com o nacionalismo extremo e a volta ao passado, para uma possível melhora na vida. Outras características do movimento são a exaltação do militarismo, culto à figura do líder, desprezo pelo liberalismo e repressão a qualquer forma de dissidência. Historicamente, o fascismo se manifestou como um movimento de massas que rejeitava a democracia parlamentar em favor de um Estado totalitário, autoritário e corporativista. No entanto, não são todos os movimentos e regimes fascistas que abrangem todas estas características, e outros grupos políticos podem ter estas características sem se encaixar no fascismo.&nbsp;&nbsp;</p><p>Lincoln Secco, em seu livro <em>Fascismo Ontem e Hoje</em>, afirma que o fascismo, mesmo após a derrota do Eixo na Segunda Guerra Mundial, nunca desapareceu completamente. Segundo ele, o fascismo é um "cadáver insepulto", que pode ressurgir em diferentes contextos históricos e políticos, adaptando-se às necessidades de cada tempo. Secco destaca que o fascismo clássico italiano, com sua estrutura partidária, ideologia expansionista e apoio das elites, ofereceu uma base para a construção de regimes autoritários posteriores. Ele argumenta que a crise das democracias modernas, o aumento da desigualdade social e a disseminação do medo podem criar as condições necessárias para o renascimento de formas contemporâneas de fascismo. Secco alerta que "o fascismo não está morto, apenas muda de máscara", evidenciando a necessidade de vigilância contínua contra suas manifestações renovadas, como o neofascismo. O prefixo <em>neo </em>impõem a ideia de novo, portanto, o fascismo da atualidade. Segundo o escritor ele é uma reconfiguração moderna dos elementos centrais do fascismo histórico, adaptado às condições contemporâneas. Para Secco, o neofascismo mantém o nacionalismo extremo, o autoritarismo e a rejeição à democracia, mas se ajusta às novas realidades tecnológicas, políticas e sociais, como o uso das redes sociais para disseminação de propaganda e a manipulação da opinião pública. Ele argumenta que o neofascismo surge em contextos de crise econômica, instabilidade política e descrença nas instituições, explorando o medo e a frustração das populações, como o fascismo propõem a volta ao passado. Secco alerta que o neofascismo, embora não seja uma cópia exata do fascismo clássico, preserva sua essência: "o desejo de um líder forte, a negação do pluralismo e o uso da violência como ferramenta de poder", configurando uma ameaça real às democracias contemporâneas. Nos últimos anos, em diversos países ao redor do mundo a extrema direita cresce exponencialmente, no Brasil o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Hungria o primeiro ministro Viktor Orban, que se opõe a mistura da população, e afirma que <em>“o povo da Hungria não é e nem quer se tornar mestiço”. </em>Estes são apenas alguns exemplos de<em> </em>políticos que apresentam diversas caracteríticas fascistas em seu discurso.&nbsp;</p><p>Norberto Bobbio, no <em>Dicionário de Política,</em> na página 467, trata da singularização do fascismo, apontando que ele não pode ser tratado como um fenômeno generalizável, mas sim como uma experiência histórica específica. Bobbio argumenta que, embora muitos tentem aplicar o termo "fascismo" a qualquer regime autoritário, tal uso é impreciso e perigoso, pois dilui as características únicas do fascismo histórico. Ele insiste que, para compreender o fascismo em sua totalidade, é essencial considerar suas peculiaridades: o culto ao líder, o uso do terror como instrumento de controle, e a mobilização das massas em prol de um projeto político totalizante. Bobbio afirma que <em>"a singularidade do fascismo está em sua forma de organização do poder, que articula massas e elites de maneira inédita"</em>, o que distingue esse regime de outras formas autoritárias, como ditaduras militares tradicionais.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 19:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>A primeira Guerra </title>
         <author>yarafontanaramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi um dos maiores conflitos da história, marcado pela rivalidade entre as grandes potências europeias. O imperialismo e o neocolonialismo desempenharam um papel central no desencadeamento da guerra. No final do século XIX e início do século XX, as potências europeias, como a Grã-Bretanha, França e Alemanha, competiam pela expansão de seus impérios coloniais na África, Ásia e outras regiões. Essa corrida imperialista aumentou as tensões entre os países, à medida que disputavam territórios, recursos e influência global.</p><p>O neocolonialismo, a prática de dominar economicamente nações teoricamente independentes, também contribuiu para a instabilidade. As potências europeias, ao consolidarem suas colônias, buscaram ampliar suas esferas de poder e influência, criando um ambiente de desconfiança e rivalidade, que culminou no conflito global. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 21:57:34 UTC</pubDate>
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         <title>A Segunda Guerra </title>
         <author>yarafontanaramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) foi um dos conflitos mais devastadores da história, impulsionado por ideologias extremistas como o fascismo e o racismo científico. O fascismo, representado por líderes como Adolf Hitler na Alemanha e Benito Mussolini na Itália, pregava a supremacia de um Estado autoritário, nacionalista e militarizado. Na Alemanha nazista, essa ideologia estava profundamente enraizada no racismo científico, uma pseudociência que promovia a ideia de que certas "raças" eram superiores a outras, justificando políticas de discriminação, eugenia e o genocídio.</p><p>O regime nazista usou o racismo científico para legitimar a perseguição e o extermínio de milhões de judeus, ciganos, eslavos e outros grupos considerados "inferiores". Essas ideias de superioridade racial e o expansionismo fascista levaram à guerra total, com consequências devastadoras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 22:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Estética</title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>No contexto da Segunda Guerra Mundial, a estética se tornou uma ferramenta poderosa, muitas vezes entrelaçada com os ideais políticos e culturais de diferentes nações envolvidas no conflito. Estética, nesse sentido, não se refere apenas à beleza, mas ao uso de símbolos visuais, propaganda e arquitetura para transmitir ideologias. A Alemanha nazista, por exemplo, utilizou a estética como um meio para reforçar sua visão de mundo: o regime exaltava uma "pureza ariana" idealizada e se apropriava de elementos da arte clássica grega e romana para criar uma estética que promovesse força, ordem e superioridade racial. O regime de Hitler também condenava expressões artísticas modernas, como o expressionismo e o dadaísmo, que eram vistas como degeneradas e incompatíveis com sua visão do mundo.</p><p>Ao mesmo tempo, os países aliados também desenvolveram suas próprias estéticas de resistência e esperança. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, a estética da propaganda foi fundamental para galvanizar o apoio público ao esforço de guerra, retratando os soldados como heróis, o inimigo como um vilão monstruoso, e a vitória como uma luta moral essencial. A produção cinematográfica de Hollywood, por exemplo, colaborou estreitamente com o governo para criar filmes que exaltassem os valores democráticos e a luta contra a tirania. A estética da Segunda Guerra Mundial, portanto, funcionou como uma batalha simbólica, onde a arte e o design eram usados para mobilizar nações e dar forma às narrativas culturais do período.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 12:24:32 UTC</pubDate>
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         <title>Comunismo</title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>O comunismo, no contexto das Guerras Mundiais, surge como uma ideologia revolucionária que ganha força no início do século XX, particularmente após a Revolução Russa de 1917. Fundado nas teorias de Karl Marx e Friedrich Engels, o comunismo propõe uma sociedade sem classes, onde os meios de produção são de propriedade comum e o Estado, eventualmente, se dissolveria. Durante a Primeira Guerra Mundial, a insatisfação popular com a guerra e as condições econômicas, especialmente na Rússia czarista, facilitou a ascensão de movimentos comunistas. A Revolução de Outubro de 1917 liderada por Lenin foi um marco, ao estabelecer o primeiro Estado comunista, a União Soviética. Essa revolução se baseava em uma leitura marxista que via a guerra como uma expressão máxima do conflito entre as classes dominantes, utilizando os trabalhadores como instrumentos de suas disputas imperialistas.</p><p>Entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, o comunismo se tornou uma força global de contestação às ordens políticas e econômicas existentes. Na União Soviética, o regime comunista se consolidou sob a liderança de Joseph Stalin, com uma abordagem fortemente centralizadora e autoritária, em parte como resposta às ameaças externas e internas. A Internacional Comunista, fundada em 1919, buscava expandir a revolução socialista globalmente, fomentando movimentos comunistas em diversos países. Nesse período, o comunismo também assumiu um papel central nas lutas de classes em países como a Alemanha e a Espanha, onde o comunismo se opunha tanto ao capitalismo liberal quanto ao fascismo emergente. A polarização política, a crise econômica de 1929 e o aumento do totalitarismo em países como a Itália e a Alemanha consolidaram o comunismo como uma ideologia de resistência, tanto ao fascismo quanto ao capitalismo liberal.</p><p>Durante a Segunda Guerra Mundial, o comunismo ganhou ainda mais relevância no cenário global, especialmente pela participação decisiva da União Soviética na derrota da Alemanha nazista. Embora ideologicamente opostos aos regimes capitalistas ocidentais, como o dos Estados Unidos e do Reino Unido, a aliança entre as potências ocidentais e a URSS foi essencial para o esforço de guerra contra o eixo. No entanto, a cooperação entre o comunismo soviético e o Ocidente foi temporária, e ao final da guerra, as tensões ideológicas explodiram na Guerra Fria. O comunismo passou a ser visto, especialmente no Ocidente, como uma ameaça existencial ao capitalismo, moldando a geopolítica global nas décadas seguintes. Assim, o comunismo, que começou como um movimento revolucionário no contexto da Primeira Guerra Mundial, emergiu como uma das principais forças ideológicas no mundo do pós-guerra, definindo alianças, conflitos e reconfigurando o cenário global.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 12:29:19 UTC</pubDate>
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         <title>Entre Guerras</title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>O período entre as duas guerras mundiais, conhecido como "entre-guerras" (1918-1939), foi uma fase de grande instabilidade política, econômica e social. Após o fim da Primeira Guerra Mundial, o Tratado de Versalhes de 1919 impôs duras condições à Alemanha, criando ressentimentos que contribuiriam para o surgimento de ideologias extremistas, como o nazismo. Ao mesmo tempo, o colapso de antigos impérios, como o Austro-Húngaro, o Otomano e o Russo, reconfigurou o mapa geopolítico da Europa e do Oriente Médio, resultando na formação de novos Estados e na disseminação de conflitos étnicos e territoriais. Na Rússia, a Revolução de 1917 culminou na criação da União Soviética, que, sob o comando de Lenin e depois Stalin, consolidou um regime comunista autoritário. Paralelamente, as democracias liberais europeias, como a França e o Reino Unido, enfrentavam crises econômicas e políticas, agravadas pela Grande Depressão de 1929, que devastou economias globais, intensificando o desemprego, a fome e o descontentamento social.</p><p>Esse cenário de crise facilitou o avanço de regimes totalitários. Na Itália, Benito Mussolini estabeleceu o fascismo em 1922, enquanto na Alemanha, Adolf Hitler e o Partido Nazista ascenderam ao poder em 1933, promovendo uma agenda de ultranacionalismo, militarismo e racismo. A Liga das Nações, criada para promover a paz e evitar novos conflitos, mostrou-se incapaz de conter a agressividade dessas potências, nem de mediar disputas territoriais, como a invasão japonesa da Manchúria (1931) e a guerra civil na Espanha (1936-1939). O período entre-guerras, portanto, foi marcado por uma tensão crescente entre ideologias autoritárias e democráticas, culminando na eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939, quando a Alemanha nazista invadiu a Polônia, desencadeando uma nova e devastadora fase de conflitos globais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 12:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>neocolonialismo, um conceito atual?</title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
         <link>https://padlet.com/ninaferrantigodoyb/abmy0iq4ci3egjrz/wish/3150206110</link>
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         <pubDate>2024-10-02 12:33:50 UTC</pubDate>
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         <title>linha do tempo da Primeira Guerra </title>
         <author>yarafontanaramos</author>
         <link>https://padlet.com/ninaferrantigodoyb/abmy0iq4ci3egjrz/wish/3151843061</link>
         <description><![CDATA[<p> <strong>1914: Início da Guerra</strong></p><p>- <strong>28 de junho:</strong> Assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando da Áustria, herdeiro do trono austro-húngaro, em Sarajevo, por um nacionalista sérvio.</p><p>- <strong>28 de julho:</strong> O Império Austro-Húngaro declara guerra à Sérvia, iniciando uma reação em cadeia de alianças militares.</p><p>- <strong>Agosto:</strong> O sistema de alianças leva à mobilização em massa:</p><p>  - Alemanha apoia a Áustria-Hungria.</p><p>  - Rússia apoia a Sérvia.</p><p>  - França e Reino Unido entram na guerra devido a seus pactos com a Rússia.</p><p>- <strong>4 de agosto:</strong> A Alemanha invade a Bélgica, o que leva o Reino Unido a declarar guerra à Alemanha.</p><p>- <strong>Setembro:</strong> Batalha do Marne (França); impede o avanço alemão sobre Paris.</p><p>- <strong>Dezembro:</strong> Estabilização da Frente Ocidental com a guerra de trincheiras.</p><p><br></p><p><strong>1915: Expansão do Conflito</strong></p><p>- <strong>Fevereiro:</strong> Começa a campanha alemã de guerra submarina irrestrita contra navios aliados e neutros.</p><p>- <strong>Abril:</strong> Início da Batalha de Gallipoli (Turquia), uma tentativa fracassada dos aliados de abrir um novo front.</p><p>- <strong>Abril-maio:</strong> Os alemães utilizam gás venenoso pela primeira vez na Segunda Batalha de Ypres.</p><p>- <strong>Maio:</strong> O transatlântico <strong>Lusitânia</strong>, com civis a bordo, é afundado por um submarino alemão, aumentando a tensão com os EUA.</p><p>- <strong>Outubro:</strong> A Bulgária junta-se às Potências Centrais (Alemanha e Áustria-Hungria).</p><p><strong>1916: Conflitos de Grande Escala</strong></p><p>- <strong>Fevereiro-dezembro:</strong> Batalha de Verdun, a mais longa da guerra, entre franceses e alemães. Os franceses conseguem resistir após meses de luta.</p><p>- <strong>Maio-junho:</strong> Batalha naval da Jutlândia, a maior batalha naval da guerra, entre a Marinha Real Britânica e a frota alemã.</p><p>- <strong>Julho-novembro:</strong> Batalha do Somme, uma das mais sangrentas da história, com grandes perdas para ambos os lados.</p><p>- <strong>Agosto:</strong> Romênia entra na guerra ao lado dos Aliados, mas sofre derrotas significativas contra as Potências Centrais.</p><p><strong>1917: Ponto de Virada</strong></p><p>- <strong>Fevereiro-março:</strong> A Revolução Russa força a abdicação do czar Nicolau II; a Rússia começa a perder sua capacidade de lutar.</p><p>- <strong>Abril:</strong> Os Estados Unidos entram na guerra ao lado dos Aliados, em resposta à guerra submarina irrestrita da Alemanha e ao Telegrama Zimmermann (um plano alemão para aliar-se ao México contra os EUA).</p><p>- <strong>Julho-novembro:</strong> Terceira Batalha de Ypres (Passchendaele), marcada pela brutalidade e pelas condições de lama nas trincheiras.</p><p>- <strong>Novembro:</strong> A Revolução Bolchevique na Rússia leva ao colapso do governo provisório e à busca por uma paz com as Potências Centrais.</p><p><strong>1918: Fim da Guerra</strong></p><p>- <strong>Março:</strong> Tratado de Brest-Litovsk é assinado entre a Rússia bolchevique e as Potências Centrais, retirando oficialmente a Rússia da guerra.</p><p>- <strong>Março-julho:</strong> Ofensiva da Primavera Alemã na Frente Ocidental, uma série de ataques alemães que chegam perto de romper as linhas aliadas.</p><p>- <strong>Julho-novembro:</strong> Contraofensivas dos Aliados (lideradas pelos Estados Unidos e pela França) começam a empurrar as forças alemãs para trás.</p><p>- <strong>Setembro-outubro:</strong> A Bulgária, o Império Otomano e a Áustria-Hungria se rendem.</p><p>- <strong>9 de novembro:</strong> O imperador Guilherme II da Alemanha abdica; Alemanha se torna uma república.</p><p>- <strong>11 de novembro:</strong> Assinatura do Armistício de Compiègne. O cessar-fogo entra em vigor às 11:00 da manhã, encerrando oficialmente os combates.</p><p> <strong>1919: Consequências</strong></p><p>- <strong> </strong>Tratado de Versalhes é assinado, impondo pesadas reparações à Alemanha e redesenhando o mapa da Europa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 11:26:08 UTC</pubDate>
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         <title>linha do tempo da Segunda Guerra </title>
         <author>yarafontanaramos</author>
         <link>https://padlet.com/ninaferrantigodoyb/abmy0iq4ci3egjrz/wish/3151854296</link>
         <description><![CDATA[<p> <strong>1939: Início da Guerra</strong></p><p>- <strong>1 de setembro:</strong> A Alemanha invade a Polônia, iniciando a Segunda Guerra Mundial. A Blitzkrieg ("guerra relâmpago") é usada pela primeira vez.</p><p>- <strong>3 de setembro:</strong> França e Reino Unido declaram guerra à Alemanha.</p><p>- <strong>17 de setembro:</strong> A União Soviética invade o leste da Polônia, conforme o pacto de não agressão, assinado entre Alemanha e União Soviética.</p><p>- <strong>27 de setembro:</strong> A Polônia cai e é dividida entre Alemanha e União Soviética.</p><p>- <strong>Novembro:</strong> A União Soviética invade a Finlândia. </p><p><strong>1940: Expansão do Conflito</strong></p><p>- <strong>Abril:</strong> A Alemanha invade a Dinamarca e a Noruega para garantir o controle das rotas de abastecimento de minério de ferro.</p><p>- <strong>Maio:</strong> A Alemanha invade a Bélgica, Holanda e Luxemburgo, e rapidamente ataca a França.</p><p>- <strong>10 de maio:</strong> Winston Churchill torna-se primeiro-ministro do Reino Unido.</p><p>- <strong>Junho:</strong> A França é derrotada; o governo de Vichy, colaboracionista, é estabelecido. O Reino Unido continua a resistir.</p><p>- <strong>Julho-outubro:</strong> Batalha da Grã-Bretanha - a Alemanha tenta destruir a Força Aérea Britânica (RAF) antes de uma invasão, mas é repelida.</p><p>- <strong>Setembro:</strong> Pacto Tripartite é assinado entre Alemanha, Itália e Japão, formando as Potências do Eixo.</p><p><strong>1941: A Guerra Se Expande Ainda Mais</strong></p><p>- <strong>Abril:</strong> A Alemanha invade a Iugoslávia e a Grécia.</p><p>- <strong>22 de junho:</strong> Operação Barbarossa </p><p>- a Alemanha lança uma invasão massiva da União Soviética, quebrando o pacto de não agressão.</p><p>- <strong>Dezembro:</strong> Ataque japonês a Pearl Harbor (Havaí) em 7 de dezembro; os EUA entram na guerra ao lado dos Aliados. Logo depois, a Alemanha e a Itália declaram guerra aos Estados Unidos.</p><p><strong>1942: O Ponto de Virada</strong></p><p>- <strong>Janeiro:</strong> Conferência de Wannsee — os nazistas formalizam a "Solução Final", o plano de extermínio sistemático dos judeus.</p><p>- <strong>Junho:</strong> Batalha de Midway — os EUA destroem parte significativa da frota japonesa, um ponto de virada no Pacífico.</p><p>- <strong>Julho-novembro:</strong> Primeira Batalha de El Alamein (Egito) — as forças britânicas param o avanço do general alemão Rommel no norte da África.</p><p>- <strong>Agosto-novembro:</strong> Batalha de Stalingrado (URSS) começa — uma das batalhas mais sangrentas da história; o Exército Vermelho começa a virar o jogo contra os alemães.</p><p><strong>1943: Contra-ataques Aliados</strong></p><p>- <strong>Fevereiro:</strong> As forças alemãs se rendem em Stalingrado, marcando a primeira grande derrota da Alemanha.</p><p>- <strong>Julho:</strong> Início da invasão aliada da Sicília e da Itália continental. Mussolini é deposto, mas a resistência alemã continua.</p><p>- <strong>Julho-agosto:</strong> Batalha de Kursk — a maior batalha de tanques da história; os soviéticos derrotam as forças alemãs, consolidando sua vantagem no front oriental.</p><p>- <strong>Setembro:</strong> A Itália assina um armistício com os Aliados, mas as forças alemãs mantêm o controle do norte do país.</p><p>- <strong>Novembro-dezembro:</strong> Conferência de Teerã — Churchill, Roosevelt e Stalin se reúnem para discutir os planos para abrir uma segunda frente na Europa.</p><p><strong>1944: Ofensiva Aliada</strong></p><p>- <strong>6 de junho:</strong> Dia D — os Aliados desembarcam na Normandia, França, iniciando a libertação da Europa Ocidental.</p><p>- <strong>Agosto:</strong> Paris é libertada pelas forças aliadas.</p><p>- <strong>Junho-agosto:</strong> Ofensiva soviética (Operação Bagration) no leste destrói o Grupo de Exércitos Centro da Alemanha.</p><p>- <strong>Setembro:</strong> A Operação Market Garden, uma tentativa aliada de invadir a Alemanha pelos Países Baixos, falha.</p><p>- <strong>Dezembro:</strong> Batalha do Bulge — a última grande ofensiva alemã na Frente Ocidental é repelida pelas forças aliadas.</p><p><strong>1945: Fim da Guerra</strong></p><p>- <strong>Fevereiro:</strong> Conferência de Yalta — Churchill, Roosevelt e Stalin discutem a reorganização da Europa pós-guerra.</p><p>- <strong>Abril:</strong> Os soviéticos cercam Berlim; Adolf Hitler comete suicídio em 30 de abril.</p><p>- <strong>7 de maio:</strong> A Alemanha se rende incondicionalmente aos Aliados na Europa (Dia da Vitória na Europa — 8 de maio).</p><p>- <strong>6 e 9 de agosto:</strong> Os EUA lançam bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki no Japão.</p><p>- <strong>2 de setembro:</strong> O Japão se rende oficialmente, marcando o fim da Segunda Guerra Mundial.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 11:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>O  eterno fascismo  - jornal da usp</title>
         <author>ninaferrantigodoyb</author>
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         <pubDate>2024-10-03 17:34:22 UTC</pubDate>
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