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      <title>Padlet - MAD I by Julia Viana de Souza</title>
      <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-24 23:38:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-31 20:40:57 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Leituras da Atividade prática de bacteriologia</title>
         <author>viana_julia</author>
         <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3/wish/3186550756</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo: Aline Coelho, Júlia Viana e Juliana Theberge.</p><p>Turma: A1</p><p>Prática ministrada pela profª Renata Rabello no laboratório A na data de 21/10/2024. Leitura feita em 23/10/2024 no laboratório A de Bacteriologia do Instituto Biomédico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-24 23:47:54 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Bactérias no ar&quot;</title>
         <author>viana_julia</author>
         <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3/wish/3186692172</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa atividade, 5 meios de cultura do tipo Tryptic Soy Agar (TSA). Esse é um meio rico/enriquecido e utilizado para crescimento de bactérias e fungos, possui uma mistura de trigo, soja e amido, caseína, glicerina e sais minerais, tendo caráter nutritivo. As placas foram expostas ao ar ambiente durante tempos diferentes afim de serem comparadas, após sua incubação, as unidades formadoras de colônia (UFC) encontradas em relação ao tempo de exposição. As placas foram incubadas por 24 horas em estufa com presença de ar ambiente a 37 graus Celsius. As imagens estão organizadas acima de 1 a 5, sendo </p><p>1 - 5 min de exposição;</p><p>2 - 15 minutos de exposição;</p><p>3 - 25 minutos de exposição;</p><p>4 - 35 minutos de exposição;</p><p>5 - 45 minutos de exposição. </p><p><br/></p><p>Leitura: Como visto nas imagens, temos, do primeiro ao último tempo, 2, 5, 6, 9 e 17 UFC's, respectivamente. Logo, podemos concluir que quanto mais tempo o meio fica exposto ao ar ambiente, maior a quantidade de microrganismos que se depositarão na placa e, consequentemente, se proliferarão. Esses microrganismos podem ser anfibiontes o que corrobora a existência de organismos dispersos no ambiente aos quais somos expostos diariamente, enfatizando a grande importância dos meios de prevenção a patógenos oportunistas.</p><p>Além disso, podemos avaliar as colônias da seguinte forma: colônias eram individualizadas, com formato elevado, bordas regulares com diâmetro com cerca de 2mm e coloração branca.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 01:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Bactérias nas superfícies&quot; </title>
         <author>viana_julia</author>
         <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3/wish/3186720316</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse experimento, em um meio de TSA são cultivadas amostras de superfícies potencialmente infectadas por microrganismos, dentre eles as bactérias. Dessa forma, podemos comparar o quão contaminada cada superfície estava em relação às outras. Em cada quadrante temos uma superfície testada, sendo 1 - sola do sapato, 2 - capa de celular, 3 - brinco e 4 - maçaneta. Houve incubação por 24 horas do meio TSA, em estufa a 37 graus, em presença de oxigênio atmosférico.</p><p><br/></p><p>Leitura: após incubação do meio, pudemos observar que houve crescimento de alguns campos, como o de capa de celular e o do brinco, de modo que o brinco se mostrou mais contaminado que a capa em relação as UFC, sendo no primeiro(capa de celular) 9UFC e no segundo (brinco) em torno de 45 UFC. Ambos os quadrantes possuem colônias individualizadas, com formato elevado, bordas regulares, com diâmetro com cerca de 2mm e coloração branca brilhante. Surpreendentemente, o meio onde foi cultivado amostra de uma maçaneta (amostra colhida com <em>um swab</em>) não proliferou. Por fim, o meio de cultivo da sola de sapato revelou uma forma que difere das demais, tendo uma UFC maior que 5mm, com superfície elevada, borda regular e de pigmentação branca e brilhante. Nesse mesmo quadrante há uma UFC maior que 5mm com bordas irregulares, aspecto rugoso, de coloração branca filamentosa, semelhante a hifas fúngicas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 01:34:38 UTC</pubDate>
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         <title>Controle Microbiano </title>
         <author>viana_julia</author>
         <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3/wish/3186722414</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse experimento, foi feito o cultivo da polpa do dedo em diferentes etapas de higienização e meio rico (TSH). De 1 a 4 temos: dedo não higienizado/sujo,  dedo higienizado com água e sabão, dedo higienizado com álcool 70% e dedo higienizado com álcool iodado. Importante dizer que a pesquisa foi feita de modo cumulativo, isto é, o mesmo dedo foi submetido a todos esses processos de higienização em sequência. Após cultivo, foi incubado por 24 horas em meio TSA, em estufa a 37 graus, com presença de oxigênio atmosférico.</p><p><br/></p><p>Leitura: podem ser observadas colônias individualizadas, com formato elevado, bordas regulares, com diâmetro com cerca de 2mm e coloração branca brilhante. Logo, observa-se uma diminuição da colonização quando a superfície foi limpa com água e sabão, o que evidencia a eficiência da utilização do sabão como forma de antissepsia. Entretanto o meio com dedo limpo com álcool 70% houve impressionante crescimento acima do valor da limpeza com agua e sabão, o que demonstra que o álcool sozinho não é suficiente para inibir o crescimento de microrganismos. A medida de assepsia que mais se aproximou da adequada foi o uso de iodo povidona, evidenciando o potencial antimicrobiano desse produto. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 01:36:09 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa de &quot;Staphylococcus aureus&quot;</title>
         <author>viana_julia</author>
         <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3/wish/3186734468</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse experimento foi feita a coleta de mucosa nasal com auxílio de <em> swab </em>nasal e, então, cultivo em meio de cultura de Agar Manitol Salgado. Esse meio é seletivo para bactérias halófilas e halotolerantes, uma vez que contém o sal NaCl. Além disso, ele também é indicativo, uma vez que o manitol, quando fermentado, muda de cor vide a mudança de pH no meio. A bactéria pesquisada é a <em>Staphylococcus aureus</em>, a qual é halotolerante e, em meio com manitol o fermenta, produzindo resíduos ácidos que reduzem o pH, de modo que o meio muda de vermelho para amarelo em testes positivos para essa bactéria. Após cultivo, o meio foi</p><p> incubado por 24 horas em meio AMS, em estufa a 37 graus, com presença de oxigênio atmosférico.</p><p><br/></p><p>Leitura: As colônias inicialmente se misturavam, crescendo uma sobre as outras, o que prejudica um pouco a contagem. Entretanto, pela técnica de esgotamento, quanto mais distante do início de inoculação do <em>swab,</em> menos colônias foram observadas, podendo caracterizar seus formatos como colônias individualizadas, formato elevado, bordas regulares, com diâmetro com cerca de 2mm e coloração branca brilhante. </p><p><br/></p><p>NARINAS</p><p>1julia 196</p><p>2 Aline 303</p><p><br/></p><p>É interessante observar a capacidade filtrativa da cavidade nasal, que é uma das primeiras barreira físicas de defesa do organismo (trato respiratório), demostrando sua importância para prevenção de infecção por microrganismos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 01:43:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Antibiograma </title>
         <author>viana_julia</author>
         <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3/wish/3186738390</link>
         <description><![CDATA[<p>De uma cultura de E. coli pré-estabelecida, foi coletada uma pequena quantidade de colônias e adicionada em tubo de ensaio contendo solução salina. A quantidade adicionada foi suficiente para a turbidez do frasco conforme escala 0,5 de Mc Farland. </p><p>Após notada turbidez, com auxilio de um <em>swab</em> estéril, foi coletado pequena quantidade da solução e adicionada à placa com meio Muller-Hinton. Em seguida, foram adicionados discos de difusão para bactérias Gram negativas.</p><p>Os antibióticos testados foram:  Ceftraixona, Meropenem, Gentamicina, Levofloxacina e Ampicilina com sulbactam.</p><p>É importante destacar que os discos devem ser colocados em uma distancia suficiente que propicie uma difusão radial sem interferências entre eles.</p><p>Após incubar  em estufa a 37 graus celsios por 24 horas, seguiu-se com a leitura do antibiogama.</p><p><br/></p><p>Leitura: Foi observado ... </p><p>cro 30 (CFTRIAXONA) 26cm SENSIVEL</p><p>MER 10 (Meropenen) 38 mm SENSIVEL</p><p>Gen 10 (Gentamicina) 14 mm INTERMEDIARIO </p><p>LVX 5 (Levofloxacina) 30 mm de halo INTERMEDIARIO</p><p>ASB 20 (AMPICILINA + SULBACTAM) 30 mm de halo SENSIVEL</p><p><br/></p><p>A leitura permite inferir que o tratamento adequado para debelar a infeção causada pelo microrganismo in vivo pode ser a base de ceftiaxona, meropenen ou ampicilina com surbactam. Tais classes de antibioticos diferem na forma cm que irão atacar a bacteria. Ceftriaxona,  meropenem e ampicilina irão inibir a síntese de parede celular, o sulbactam atua sobre as beta-lactamases atuando em sinergismo com a ampicilina. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 01:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Coloração de Gram&quot;</title>
         <author>viana_julia</author>
         <link>https://padlet.com/viana_julia/aan5aa6ly6wq0ni3/wish/3186741369</link>
         <description><![CDATA[<p>Com auxilio da alça bacteriológica foi retirado uma quantidade de colonias da amostra de E coli e colocadas sobre uma lamina previamente umedecida com uma gota de solucao fisiologica. A amostra foi fixada sob calor do bico de Bunsen e seguida pela tecnica de coloração de GRAM.</p><p>Essa técnica tem como princípio a utilização de dois corantes, iniciando pelo corante cristal violeta, ao qual a placa é submetida durante 1 minuto. Em seguida, retira-se o excesso e expõe a placa ao Lugol, um mordente fixador de corante, durante 1 minuto. Depois, é feita lavagem da placa com água destilada para, então, cobrí-la com álcool durante 15 segundos, o que é fundamental para o experimento pois, bactérias gram positivas possuem paredes celulares com densa camada de peptídeoglicanos (PG), de modo que o corante se infiltra muito bem e o álcool não é capaz de descorá-la tão facilmente. Já as gram negativas possuem PG delgada, de modo que o primeiro corante fica mais superficial, a ponto de o álcool conseguir descorá-la em pouco tempo. Após os 15 segundos, lava-se a placa com água destilada e cobre-se a placa com o segundo corante: Fucsina ou Safranina durante 20 segundos. Por fim, é feita lavagem com água destilada para retirar o excesso do corante.</p><p>Espera-se que bactérias gram positivas corem de roxo, enquanto as gram negativas corem de rosa, pois, inicialmente, todas coram de roxo, mas apenas as gram negativas descoram e absorvem o rosa do segundo corante. </p><p><br/></p><p>Leitura: foi feita sob microscopia ótica em imersão, com aumento de 100x, sendo  possível observar a presença de estruturas em forma de bastonetes de coloração rosa. Tais informações caracterizam bacilos  gram-, conforme esperado pela amostra utilizada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 01:48:06 UTC</pubDate>
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