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      <title>Geologia  by ruben_aoal 03</title>
      <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah</link>
      <description>Noticias ao minuto sobre geologia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-10 13:54:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-24 18:49:11 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Após 800 anos um vulcão adormecido entrou em erupção na Islândia</title>
         <author>rubenalegria03</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1349536494</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 19 de Março, uma erupção efusiva teve início um pouco antes das 21:30h, horário local, no vulcão, dado que é a primeira erupção conhecida na península em cerca de 800 anos e a primeira erupção no Fagradalsfjall em 6.000 anos, foi motivo de notícia por todo o mundo e objeto de grande interesse científico, dada a geologia associada.<br>O Fagradalsfjall é uma abertura do sistema vulcânico. Este, está situado dentro de uma zona de divisão ativa num limite divergente entre duas placas, sendo elas a placa euroasiática e a placa da América do Norte.<br>Acerca do tipo de magma expelido, dado que se trata de uma zona de divergência de placas tectónicas, as erupções vão ser do tipo efusivo que, por sua vez,&nbsp;conferem ao magma as caracteristicas básicas que possui, tendo na sua constituição os seguintes valores aproximados de minerais: entre 45 a 50% de sílica, ferro e magnésio. A lava deve encontrar-se entre 1000 e 1200°c e&nbsp; apresentar uma textura fluída.<br>Este fenómeno, pode ser explicado através de uma análise geográfica do país e uma breve reflexão da mesma. A partir do facto referido anteriormente, de que a Islândia se situa num limite de divergência entre placas, podemos justificar a forte atividade sísmica e vulcânica do mesmo, uma vez que um limite divergente, dada a pressão de afastamento gerada por outros fenómenos, causa imensos sismos, formações de cadeias montanhosas e a formação do rifte (por onde é expelido o magma que ascende da crosta terrestre), situado na dorsal mesoatlântica (localizada acima do nível do mar). O rifte é composto pelas rochas mais recentes, por consequêcia de se tratar da mesma região de onde é expelido o magma, o que comprova o afastamento das placas. Podemos então afirmar, recorrendo a teoria da tectónica de placas, que a origem destes terramotos e da erupção está no acumular da pressão das forças geradas entre placas (como consequência da divergência das mesmas), assim como a libertação de energia e a posterior ascenssão do mesmo (magma-material que se encontra no interior da terra a altas pressões). Todos estes complexos procedimentos naturais provocaram o incrível despertar geológico deste vulcão, Fagradalsfjall, e as suas novas manifestações de atividade, que devem ser e são encaradas de uma forma cautelosa pelos ciêntistas e habitantes da Islândia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 18:32:36 UTC</pubDate>
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         <title>Exploração sustentável de recursos energéticos em Portugal </title>
         <author>Saracoentro14987</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1392562253</link>
         <description><![CDATA[<div>Através de pesquisas em diversas plataformas que fornecem dados reais relativos á energia que alimenta o nosso país, podemos concluir que as melhores fontes de energia são a energia Hidroelétrica, a energia Eólica e a energia Solar, embora sejam as menos utilizadas em Portugal continental. As mais utilizadas em Portugal são: &nbsp;<br>&nbsp;-1º Gás Natural ;&nbsp;<br>&nbsp;-2º Outras Renováveis;&nbsp;<br>&nbsp;-3º Cogeração Fóssil&nbsp;</div><div>Podemos considerar estas energias as melhores porque não interferem tão fortemente com a fauna e a flora do país, geram uma boa quantidade de energia sem emitir gases poluentes e são também energias renováveis. &nbsp;</div><div>No caso da energia solar ela é bastante rentável em Portugal pois existem zonas com bastante incidência de raios solares como as planícies Alentejanas; no caso da energia Eólica temos zonas de grande altitude onde circulam fortes correntes ventosas como em Arouca e no caso da energia Hidroelétrica existem vários locais com grandes massas de água como lagoas e rios.&nbsp;</div><div>Como contrapartida podemos afirmar que todas elas afetam ligeiramente os ecossistemas. A energia Hidroelétrica é a que mais tem impacto nos ecossistemas pois para a sua realização é preciso que seja retida uma grande massa de água onde não havia antes, o que leva a inundações de habitats; já os equipamentos utilizados para gerar energia Eólica são difíceis de integrar na paisagem e a energia Solar requer uma grande área geográfica. Para além desses fatores, todas são de elevado custo monetário.&nbsp;</div><div>Podemos então concluir que Portugal poderia optar por uma exploração de recursos energéticos mais sustentáveis, dado o seu potencial. Apesar do custo ser superior ao custo de obtenção de energia a partir de fontes não renováveis seria uma mais valia para o nosso planeta e para as gerações futuras. Esse investimento revelar-se-ia futuramente bastante compensador pelo facto de que haveria grande diminuição das emissões de gases poluentes e também das explorações de recursos naturais, que caso continuem a ser explorados como estão a ser atualmente irão esgotar-se. &nbsp;<br>Ruben Alegria nº28<br>Ricardo Grilo nº23<br>Tiago Rego nº25<br>Sara Coentro nº24</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 17:26:14 UTC</pubDate>
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         <title>Exploração mineira - &quot;Minerais de conflito: a verdade por trás do seu smartphone&quot; </title>
         <author>rubenalegria03</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1396512827</link>
         <description><![CDATA[<div>O tema central desta reportagem é&nbsp;a exploração mineira dos 3TG que são respetivamente: estanho; tântalo; tungstênio e ouro.<br>As explorações ocorrem num país pouco desenvolvido, a república democrática do congo. Como é um país muito pobre grande parte da população, para se sustentar, tem que trabalhar na exploração mineira, mas “trabalhar” nessa mineração revela-se um trabalho muito árduo e muito mal pago, para além de ser uma exploração mineira é também uma exploração aos trabalhadores.<br>Mas porque é tão importante essa exploração mineira para a europa?<br>Os minerais que são extraídos são consumidos diariamente e nós precisamos bastante deles nos dias de hoje, pois é através dos mesmos que continuam a ser produzidos telemóveis, computadores, jogos eletrónicos, airbags dos carros, armas, etc.<br>Além de homens e mulheres adultos também existem menores a trabalhar nessa exploração, só no sul do país existem 110 a 150 mil menores, alguns deles têm que desistir da escola para trabalhar nas minas, pois não têm forma de se sustentar e o dinheiro que ganham é muito pouco, sendo aproximadamente 39 euros por mês, isto se trabalharem todos os dias 10 a 12 horas,<br>Para além de mal pago também apresenta um elevado risco de saúde dos trabalhadores, pois as minas facilmente se desmoronam não tendo segurança nenhuma, as operações são controladas por milícias a soldo do patrão com armas de fogo. Estes fatores contribuem para uma elevada taxa de mortalidade dos trabalhadores, daí ser tão polémico este assunto.<br>Nem sempre a primeira exportação dos minérios é dirigida a grandes empresas, algumas vezes por conta própria dos trabalhadores esses produtos são vendidos a traficantes locais ou transfronteiriços que por sua vez são vendidos a mais elevados preços para essas tais grandes empresas.<br>O relatório da Al e&nbsp;Afrewatch&nbsp;afirma que os trabalhadores não têm qualquer tipo de proteções quando realizam as suas operações, não há mascaras, luvas nem macacões, o que colabora para o desenvolvimento de doenças como asma, fibrose pulmonar ou dermatite, afetando qualquer faixa etária.<br>Por fim existem iniciativas para melhorar as condições dos trabalhadores que estão a ser escravizados com resultados mesmo se positivos pouco relevantes para ter um verdadeiro impacto para assim poder existir um melhoramento das condições dos mesmos.<br>Para explicar a origem destes minerais&nbsp;podemos começar por dizer que minério é o&nbsp;resultante de uma associação de minerais, com abundância de um determinado&nbsp;elemento químico de interesse para extração. Os minerais, de onde são extraídos&nbsp;metais (elementos de boa condutividade térmica), são corpos sólidos concebidos&nbsp;através de interações do próprio meio geológico. Através de uma análise&nbsp;geológica dos elementos químicos, usados na composição de telemóveis,&nbsp;referidos nesta reportagem, podemos concluir que se tratam de recursos&nbsp;minerais metálicos. Estes recursos, o Tungsténio, o Cobalto, Ouro, o Estanho e o&nbsp;Tântalo são metais, alguns deles de transição, á exceção do&nbsp;Coltan&nbsp;que resulta de&nbsp;uma mistura de&nbsp;Columbita&nbsp;e Tantalita (dois minerais).<br>O Cobalto é utilizado na produção de baterias de íon-lítio (compostas por lítio-cobalto) juntamente com outros elementos.<br>O&nbsp;Coltan&nbsp;é utilizado na elaboração de pequenos condensadores.<br>O Ouro, devido á sua excelente condutividade elétrica, é aplicado em componentes&nbsp;microeletrónicas.<br>O Estanho é usado na sua maioria (com&nbsp;referência&nbsp;apenas para tecnologias nomeadamente telemóveis) para soldar outros componentes.<br>O&nbsp;Tungsténio&nbsp;constitui diversas das nossas ligas, por ser um metal bastante pesado.<br>O Tântalo é o principal componente dos micro&nbsp;capacitadores, é um metal raro e também muito usado na&nbsp;produção de componentes eletrónicos como lentes&nbsp;especiais&nbsp;de camaras fotográficas.<br>Todos estes minerais referidos são minerais industriais uma vez que são utlizados nas atividades industriais, em&nbsp;diversos&nbsp;setores,&nbsp;mas principalmente na área tecnológica.<br>Estes minérios são explorados intensivamente porque contém minerais com os elementos referidos&nbsp;anteriormente, importantes para o sector tecnológico, muitos deles raros na natureza. Explorados, assim como&nbsp;as pessoas que são aproveitadas como um instrumento de seleção e apanha dos mesmos, a preços quase&nbsp;insignificantes para os habitantes das aldeias próximas, de modo a que as milícias tenham um lucro quase total&nbsp;na venda e extração dos minérios.<br>Todo o trabalho realizado por estas pessoas envolve também a retirada da “ganga”, aquela parte do minério que não tem interesse comercial e revela-se inútil, através da passagem dos minérios nos rios e lagos que se encontrem perto do local de extração, para que a água elimine os elementos não desejados e resulte apenas no metal que será comercializado, ou recorrendo a um martelo para partir o minério e retirar o elemento de interesse. Os despejos recorrentes dos minerais sem interesse, da ganga, num dado local levam á formação de escombreiras, concentrações das mesmas juntos ás explorações mineiras.<br>Poderíamos obter os valores de clarke (ppm) que é a unidade de medida de percentagem média de minerais na crusta, que relaciona o teor de um qualquer mineral na crusta terrestre e num dado depósito, através de uma análise mais aprofundada dos locais de exploração designados na entrevista.<br>Estas pequenas concentrações minerais á “superfície” da terra, mais propriamente na crusta, podem ser designadas de jazigos minerais, suscetíveis á exploração mineira, que englobam a ganga e os minerais das minas com interesse comercial.<br>As explorações&nbsp;podem ser feitas a seu aberto ou em subterrâneo, sendo que neste caso a maioria&nbsp;dos&nbsp;elementos que pretendem ser alcançados necessitam de vias de acesso subterrâneas, através de túneis&nbsp;que&nbsp;aumentam o perigo de desabamento das minas como já se sucedeu diversas vezes, vitimizando&nbsp;inúmeras&nbsp;mulheres, homens e crianças.<br>Existe uma grande tentação por parte das famílias locais, pois este é um método de ganhar dinheiro, ainda que&nbsp;pouco, ajudando-as a comprar bens essenciais. Para os grupos que controlam as áreas de extração,&nbsp;estes&nbsp;obtém&nbsp;grande lucro, com recurso á mão de obra barata e preços de exportação de materiais raros e caros,&nbsp;pagos pela Europa ou outros países.<br>A exploração destes minérios altera não só a paisagem local, mas também revela outros impactos negativos como a instabilidade do solo que leva aos desabamentos, pode levar também á extinção de espécies, á bio ampliação (refere-se à presença de metais pesados nas correntes de água), afetando a sua qualidade e poluindo-a.&nbsp;<br>A única possibilidade&nbsp;de estas explorações minerais terem um impacto positivo no país de origem seria a diminuição do horário dos “trabalhadores” e o aumento dos seus salários assim como uma atribuição de condições de segurança e planeamento da construção dos tuneis para diminuir ou anular o número de ocorrências de desabamentos. Estes melhoramentos iriam aumentar os postos de trabalho sem exploração, além de ajudar a economia do pais também iria ajudar a população desempregada.<br>Todos estes minerais e metais resultaram de um processo metagenético das rochas que os incorporam. As rochas são compostas por um ou mais minerais, formando-se a partir de aglomerados dos mesmos, podendo-se formar no interior (nas camadas abaixo da litosfera, através do magma) ou no exterior (processos erosivos) da terra. Estas rochas podem ser magmáticas (resultam do arrefecimento do magma), sedimentares (resultam da depositação e compactação de detritos) ou metamórficas (resultam da “metamorfose” de outras rochas) dependendo do tipo de formação a que estiveram sujeitas. Os metais como o ouro surgiram resultado de altas temperaturas e pressões que levaram ao seu aparecimento, ao longo do tempo, aglomeraram-se a outros minerais após sofrer processos geológicos naturais. Existe todo um processo complexo de formação destas rochas e respetivos minérios que “chegam” até aos locais de extração onde podem ser removidos e depois utilizados.<br><br>Reportagem: https://multimedia.europarl.europa.eu/pt/conflict-minerals-the-truth-behind-your-smartphone_D001-ESN-000317INT_ev</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 15:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pedras da calçada portuguesa </title>
         <author>Saracoentro14987</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1401535751</link>
         <description><![CDATA[<div>Aquelas que, por vezes, nem damos conta de que existem, mas admiramo-las quando aplicadas para efeitos decorativos tradicionais do povo português, que fazem desviar o nosso olhar com a sua beleza natural e disposição artística, as maravilhosas pedras da calçada portuguesa!&nbsp;</div><div>Muitas das vezes admiramos as cores ou feitios das pedras que são utilizadas na nossa calçada, a calçada portuguesa, mas não nos questionamos de um ponto de vista geológico mais aprofundado, de onde vêm estas pedras ou que pedras são. Na sua maioria, estas pedras, que nos dão o “conforto” necessário para que possamos caminhar num piso uniforme e consistente são o granito e o calcário.&nbsp;</div><div>Estas pedras são as mais utlizadas não só pelos efeitos decorativos, alusivos ou tradicionais que podem criar, mas também por motivos de durabilidade, uma das características destas e de muitas outras pedras.&nbsp;</div><div>O processo de exploração que antecede todo o caminho destas pedras até aos nossos pavimentos é bastante complexo, necessita de uma seleção dos calcários que se apresentem com todas aquelas características que englobam o efeito vidraço (de superfície lisa e brilhante), o que leva a limitar as áreas de exploração do mesmo, pois não é em todas as zonas do país que as áreas com calcário que o apresentam com tais características apropriadas á elaboração dos pavimentos e calçadas.&nbsp;</div><div>Os calcários mais explorados com destino a esta atividade são os calcários brancos, cinzentos e negros e as principais empresas exploradoras estão localizadas nas Serras d’ Aire e Candeeiros (Distritos de Leiria e Santarém), apesar de as explorações se concentrem essencialmente no concelho de Porto de Mós. Arrimal e Alenquer também concentram explorações de calcário branco, Também no Alentejo. Na sua maioria as explorações das respetivas pedreiras são do âmbito familiar e carecem de um planeamento e recuperação antes de poderem ser exploradas.&nbsp;</div><div>O calcário é uma rocha sedimentar, ou seja, formada através de organismos inferiores como cianobactérias, contém bastantes minerais de carbonato de cálcio, cerca de 30%, existindo também vários tipos (conquífero, giz, recifal, travertino, ...) que se formam de diferentes formas (acumulação de esqueletos e rochas; precipitação de carbonato de cálcio e microrganismos; fixação de carbonato de cálcio por seres vivos; formados por calcite, aragonite e limonite; ...)&nbsp;</div><div>Apesar de o efeito visual de estas pedras da calçada, nomeadamente o calcário mesmo que apenas seja utilizado nos passeios, ser positivo, o mesmo não se pode dizer acerca do local de onde são extraídas estas pedras.&nbsp;</div><div>As pedreiras são explorações a céu a aberto e danificam sobretudo a paisagem, mas também causam a erosão e o levantamento das poeiras do solo.&nbsp;</div><div>Para a construção das calçadas a geologia é o fator mais importante sendo que nos disponibiliza todos os materiais, as pedras, que precisamos. As pedras que compõem a calçada portuguesa essencialmente são a pedra branca, a pedra Preta, a pedra cinzenta-escura, a pedra cinzenta-clara e a pedra rosa. Depois da extração da pedra e do seu tratamento são então encalcetadas.&nbsp;</div><div>Devemos dar valor á geologia do nosso país, está muito presente nas nossas vidas mesmo sem nos apercebamos, neste caso damos bastante uso aos materiais que nos dispõe, conseguimos recriar pavimentos resistentes e tradicionalmente artísticos.&nbsp;<br>Fonte consultada:<br>http://www.peprobe.com/pe-content/uploads/2014/05/Portuguese-cobblestone-pavement.pdf&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 20:54:32 UTC</pubDate>
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         <title>Nova espécie de dinossauro com mais de 80 milhões de anos descoberta na Argentina  </title>
         <author>rubenalegria03</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1426348096</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma nova espécie de dinossauro com cerca de 80 milhões de anos, batizada como ‘Llukalkan aliocranianus’, foi descoberta na Argentina, de acordo com uma investigação publicada esta terça-feira na publicação científica Journal of Vertebrate Paleontology.<br>O fóssil descoberto é de uma das 10 espécies de abelissauro que proliferavam nos continentes do sul, numa altura em que os tiranossauros prosperavam no hemisfério norte, e estaria “entre os principais predadores” da Patagónia durante o período do Cretáceo Superior, defendem os investigadores.<br>A tese assenta no tamanho do dinossauro, que podia chegar aos cinco metros de comprimento, mas também na sua mandíbula poderosa, dentes afiados e nas enormes garras nos pés, com os investigadores a considerarem que poderia também possuir um olfato muito apurado.<br>O crânio do ‘Llukalkan’, que significa “aquele que mete medo”, era curto e com ossos ásperos, motivo pelo qual a sua cabeça devia exibir protuberâncias e proeminências como alguns répteis atuais.<br>O 'Llukalkan aliocranianus', cujo nome provém da palavra da língua mapuche nativa para “aquele que mete medo” (Llukalkan) e do latim para “crânio diferente” (aliocranianus) terá vivido na mesma área e período de tempo que outro abelissauro (lagarto de dorso rígido), o ‘Viavenator exxoni’, apenas alguns milhões de anos antes do fim da era dos dinossauros.<br>Restos fósseis das duas espécies foram encontrados a apenas 700 metros da formação geológica de Bajo de la Carpa, perto do famoso depósito de fósseis de La Invernada, na Argentina.<br>Os abelissauros eram uma Família dominante de dinossauros terópodes (bípedes e com pés com três dedos) com um um comprimento médio entre os cinco e os nove metros que proliferaram sobretudo na Patagónia e outras áreas do supercontinente do sul Gondwana, que incorporava África, Índia, Antártida, Austrália e América do Sul.<br>Embora os abelissauros se assemelhem aos Tiranossauros Rex, com braços pequenos e atarracados, tinham crânios invulgarmente curtos e profundos que exibiam, normalmente cristas, protuberâncias e chifres únicos.<br>Através da análise dos fósseis encontrados, os investigadores concluíram que a nova espécie se locomovia verticalmente sobre os seus membros posteriores e as suas enormes garras seriam usadas para esquartejar as presas, tinha uma dentada poderosa e dentes muito afiados com os quais aprisionava as suas capturas, movendo-se rapidamente graças às suas poderosas pernas traseiras.<br>Os restos fósseis do 'Llukalkan aliocranianus' encontrados incluem uma caixa craniana extremamente bem preservada e intacta.<br>A característica mais distintiva desta nova espécie é um pequeno seio posterior cheio de ar na zona do ouvido médio, que nunca foi visto em nenhum outro abelissauro conhecido até à data.<br>Isto significa que a sua audição era, provavelmente, diferente dos outros abelissauros, melhor e semelhante à de um crocodilo dos nossos dias.<br>Independentemente de como possa ter vivido, os vestígios fósseis encontrados sugerem que os abelissauros estavam em expansão pouco antes da extinção dos dinossauros.<br>Por outro lado, apesar da importância da descoberta, a mesma significa que ainda há muito mais para descobrir, de acordo com os investigadores.<br><br>https://tvi24.iol.pt/tecnologia/dinossauros/nova-especie-de-dinossauro-com-mais-de-80-milhoes-de-anos-descoberta-na-argentina</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 17:01:38 UTC</pubDate>
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         <title>Joalharia e pedras preciosas</title>
         <author>Saracoentro14987</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1428303982</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitos de nós são amantes de pedras preciosas. Estas, encantam só pelas suas cores e brilho, que transmitem elegância e inspiram poder e riqueza, sejam elas de que tipo forem. Apesar disso, essa apreciação não passa de isso mesmo, uma mera apreciação, dado que essas ditas pedras preciosas, que englobam muitos minerais e gemas, são vendidas ao comprador final a elevados preços, apenas acessíveis aqueles de maior poder de compra, á alta sociedade. Mas afinal porque são essas pedras preciosas tão raras? Porque são tão preciosas? Como vão parar ás joalharias mais luxosas?<br>Ora, esse é um processo muito trabalhoso e de grande procura por empresas, traficantes e outras entidades. Estas pedras, sejam elas ouro, diamantes, esmeraldas ou de outro tipo, existem em pequenas quantidades na natureza, quando comparadas a outras pedras e por isso são tão raras. A complexa geologia que está por detrás da sua formação, que faz com que todas elas sejam pedras muito resistentes, torna-as preciosas e a sua extrema beleza torna-as apelativas aos olhos de quem as vê. Ao longo do tempo a sociedade foi atribuindo significados a estas pedras como a denominação de “pedra do amor” para a esmeralda, de uma belíssima cor verde, única e profunda. No caso do rubi, que só se encontra abaixo do diamante no que diz respeito á escala de dureza, foi intitulado, entre a antiguidade e a idade média, de pedra mais preciosa da terra. Focando nos apenas nestas duas caprichadas pedras, as esmeraldas e rubis, utilizadas essencialmente em anéis, mas também em colares ou brincos podemos afirmar que a esmeralda é formada pela agregação dos elementos berílio, silício, alumínio e oxigênio numa solução aquosa, a mesma costuma surgir em veios (corpos foliares de materiais distintos) de água quente (hidrotermais) derivada do magma nas profundezas. Já os rubis formam-se quando o magma que contem alumínio e crômio encontra bolsões de ar na crosta terrestre que contêm oxigênio, esses três elementos combinam-se e formam nos. O crômio que é um elemento extremamente raro é que dá a cor vermelha ao rubi. Assim são originadas estas gemas, pedras preciosas, raras pela sua quantidade restrita e de lindíssimas cores. Estas, quando extraídas da natureza são vendidas e trabalhadas pelas joalharias para serem colocadas nos respetivos colares e brincos. Com todo o dinheiro envolvido neste processo, existe também o lado oculto e negro da história de extração e importação destas pedras. Pessoas são escravizadas, mortas e sujeitas a más condições para que alguns sujeitos consigam alcançar estas pedras e vende-las a preços elevadíssimos com o objetivo de enriquecerem. Geólogos alertam para uma extração descontrolada, uma vez que estas pedras são raras e existe uma grande procura das mesmas em diversos locais, incluindo o Brasil. Podemos, mais uma vez, aperceber-nos de como está envolvida a geologia nas nossas vidas e nas coisas magnificas que apreciamos, estas lindíssimas pedras de beleza natural!<br>https://core.ac.uk/download/pdf/194776347.pdf<br>https://www.passeidireto.com/arquivo/66036840/introducao-a-rubi</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 14:45:05 UTC</pubDate>
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         <title>Indicadores e impactos das alterações climáticas agravaram-se em 2020 e Covid-19 só piorou</title>
         <author>rubenalegria03</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1456393947</link>
         <description><![CDATA[<div>Indicadores e impactos das alterações climáticas agravaram-se em 2020 e a pandemia de Covid-19 abrandou a economia mas não as concentrações de gases, revela relatório da OMM.<br><br>Os indicadores e os impactos das alterações climáticas agravaram-se em 2020, um dos três anos mais quentes de sempre, e a pandemia de Covid-19 abrandou a economia mas não as concentrações de gases, alerta um relatório divulgado esta segunda-feira.<br>Da responsabilidade da Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência das Nações Unidas com sede na Suíça, o relatório foi divulgado pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, e pelo secretário-geral da organização, Petteri Taalas, que deixou um aviso a todos os países.<br>“<strong>A tendência negativa do clima continuará durante as próximas décadas, independentemente do nosso sucesso na mitigação.</strong> Por conseguinte, é importante investir na adaptação<strong>. Uma das formas mais poderosas de adaptação é investir em serviços de alerta precoce e em redes de observação meteorológica”</strong>, alertou.<br>De acordo com os dados compilados em relação a 2020, <strong>a pandemia de Covid-19 e o consequente abrandamento económico fez diminuir temporariamente as emissões de gases com efeito de estufa, mas tal não teve um impacto percetível nas concentrações atmosféricas.<br></strong>Nos últimos dois anos, afirma-se no documento, <strong>as concentrações de gases com efeito de estufa continuaram a aumentar e a concentração de dióxido de carbono (CO2) seguiu os mesmos padrões de aumento também.</strong> E a <strong>covid-19 só fez piorar a situação de milhões de pessoas já a braços com os riscos climáticos, pelas recessões económicas, pelas perturbações no setor agrícola, pelo aumento da insegurança alimentar e o atraso na prestação de ajuda humanitária</strong>.<br>Em resumo, diz a OMM, além da covid-19, o ano 2020 foi marcado pelo aumento da temperatura da terra e dos oceanos, pela subida do nível do mar, pela continuação do derretimento do gelo permanente e recuo dos glaciares e pelas condições meteorológicas extremas. Tudo isso teve impacto no desenvolvimento económico, nas migrações (internas e externas), na segurança alimentar, e nos ecossistemas terrestres e marinhos.<br>E para que não restem dúvidas, diz a OMM, <strong>2020 foi um dos três anos mais quentes de que há registo,</strong> com uma <strong>temperatura média global de 1,2° Celsius</strong> acima do nível pré-industrial (1850-1900). Os últimos seis anos (desde 2015) foram os mais quentes de que há registo. <strong>E a década 2011-2020 foi também a mais quente de que há registo.<br></strong>Petteri Taalas lembrou que foi há 28 anos que a OMM fez o primeiro relatório sobre o estado do clima (1993) para dizer a seguir que, apesar dos avanços de informação e tecnológicos, a mensagem continua a mesma, de preocupação com as alterações climáticas. A diferença é que agora há “mais 28 anos de dados que mostram aumentos significativos da temperatura em terra e no mar, bem como outras alterações como a subida do nível do mar, o derretimento do gelo e dos glaciares e alterações nos padrões de precipitação”.<br>Todos os indicadores, sublinhou, <strong>“realçam uma mudança climática incessante e contínua, uma ocorrência e intensificação crescentes de eventos extremos, e perdas e danos severos, que afetam as pessoas, sociedades e economias”</strong>.<br>Para o secretário-geral da ONU, António Guterres, o relatório agora apresentado mostra que não há tempo a perder, que o clima está a mudar e que os impactos já são demasiado pesados para as pessoas e para o planeta.<br><strong>“Este é o ano para a ação”,</strong> disse, instando os países a comprometerem-se a serem neutros em emissões de CO2 até 2050, apresentando antes da próxima cimeira sobre o clima (COP26), em Glasgow, planos “ambiciosos” para que as emissões globais sejam reduzidas em 45%, comparando com 2010, até 2030. <strong>“E precisam de agir agora para proteger as pessoas contra os efeitos desastrosos das alterações climáticas”</strong>, avisou António Guterres.<br>O relatório faz uma análise da situação em várias áreas, uma delas os oceanos, que absorvem cerca de 23% das emissões de CO2 emitidas pelos humanos, mas que devido a esse CO2 se acidificam e que também por isso perdem capacidade de absorção de CO2 da atmosfera. E esse processo continuou em 2020, afetando a vida marinha, os ecossistemas e a pesca.<br>“O oceano também absorve mais de 90% do excesso de calor das atividades humanas. Em 2019 registou-se o maior teor de calor dos oceanos, e esta tendência provavelmente continuou em 2020”, diz-se no documento.<br>Mais de 80% da área oceânica sofreu pelo menos uma onda de calor em 2020 e o <strong>nível médio global do mar continuou a subir no ano passado.<br></strong>No Ártico as temperaturas aumentam duas vezes mais rápido do que a média global, com implicações nos ecossistemas árticos, mas também no clima global, com o descongelamento dos gelos permanentes (permafrost) a libertar metano para a atmosfera.<br>Em 2020 bateram-se recordes de diminuição do gelo, bateram-se recordes de altas temperaturas na Sibéria e a Gronelândia continuou a perder gelo. E se na Antártida há uma maior estabilidade diz o relatório que a região perde anualmente entre 175 e 225 gigatoneladas de gelo por ano.<br>Mas o ano passado deixou outras marcas, lembra-se no relatório. C<strong>huvas anormalmente fortes e inundações em grandes partes de África e Ásia, seca severa na América do Sul</strong> (o Brasil teve perdas agrícolas estimadas em três mil milhões de dólares),<strong> temperaturas anormalmente altas na Sibéria</strong> (38ºC em Verkhoyansk, na Rússia, perto do círculo polar ártico), os maio<strong>res incêndios alguma vez registados nos Estados Unidos, e temperaturas altas nunca antes registadas</strong>, também nas Caraíbas ena Austrália. E a <strong>Europa também com ondas de calor. E recordes de temperaturas em Israel, no Kuwait e no Iraque.<br></strong>E depois, também em 2020, os furacões, com o Atlântico Norte a ter o maior número de tempestades nomeadas de sempre, com os Estados Unidos a sofrerem 12 furacões (recorde anterior era nove), com a zona da Índia e do Bangladesh a sofrerem o ciclone mais destrutivo de sempre e as Filipinas um dos mais intensos. E 2020 foi também o ano que registou (03 de outubro) o dia mais chuvoso de sempre no Reino Unido, que registou uma tempestade de granizo na Líbia (Tripoli, a 27 de outubro) com um frio invulgar.<br>No ano passado<strong> mais de 50 milhões de pessoas foram duplamente atingidas por catástrofes relacionadas com o clima</strong> (inundações, secas e tempestades) e<strong> pela pandemia de Covid-19</strong>, com as tempestades a provocarem desalojados e deslocados e a ajuda a ser dificultada devido à pandemia (atrasos na assistência, as pessoas a não poderem ser transportadas em grande número, os centros de evacuação a funcionar pela metade).<br>Como consequência das alterações climáticas, da pandemia ou de conflitos aumentou a insegurança alimentar e foram quebradas cadeias de abastecimento. Na primeira metade do ano registaram-se quase 10 milhões de deslocações devido a acontecimentos climáticos (Ásia e Corno de África por exemplo). E se a isso se somarem os deslocados da segunda metade do ano, o número de deslocados de suas casas só em 2020 deverá aproximar-se da média da década, segundo a OMM.<br>O FMI, citado no documento, admite que a recessão global provocada pela pandemia de covid-19 pode afetar as políticas de mitigação das alterações climáticas. Mas fala de oportunidades para “colocar a economia numa trajetória mais verde”, que pode apoiar o PIB e o emprego e ao mesmo tempo limitar o impacto das alterações climáticas.<br>O relatório esta segunda-feira apresentado antecede uma cimeira virtual de líderes mundiais sobre o clima, organizada pelo Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para juntar esforços das principais economias no sentido da redução de gases com efeito de estufa e do cumprimento dos objetivos do Acordo de Paris – manter a temperatura mundial a um nível inferior a mais 02°C em relação aos níveis pré-industriais até ao final do século.<br><br>https://eco.sapo.pt/2021/04/19/indicadores-e-impactos-das-alteracoes-climaticas-agravaram-se-em-2020-e-covid-19-so-piorou/</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 14:56:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Saracoentro14987</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Groenlândia como um tesouro geológico<br></em></strong><br>O pequeno país autónomo, por vezes gélido, de poucos habitantes revela-se um enorme tesouro natural!&nbsp;<br>Ainda que sejam os camarões e outros tantos peixes aqueles que fornecem ao país uma maior faturação económica, devido à alargada exportação, o tesouro geológico que ainda pouco foi explorado pode rapidamente acompanha-los. Apesar de alguns governantes do país não quererem disponibilizar esses recursos, como o urânio e outros minerais raros, aos cidadãos, Aleqa Hammond, a social democrata elegida com toda confiança que o povo lhe depositou promete torna-los acessíveis a todos. Ao longo da costa Groenlandesa desimpedida de gelo são onde mais visíveis são os minerais, apesar de que, com o degelo tenham vindo a ser descobertos muitos mais. O que torna esta descoberta de minerais mais interessante é o facto de, na sua maioria, estes serem raros e existirem em “grande” quantidade. Entre alguns dos minerais estão o ouro e o titânio. O Canadá e a Austrália pretendem colaborar e aderir à exploração através da “construção” de minas. Apesar do o avanço da exploração ser mais lento do que noutros países, dado o impacto económico que estes podem ter, os governadores pretendem avançar cuidadosa e cautelosamente para poderem vir a ser os maiores exportadores, não chineses, de minerais raros importantes para o desenvolvimento tecnológico de forma sustentável.&nbsp;<br><br>https://pt.institut-seltene-erden.de/gronland-bohrt-gigantischen-rohstoffschatz-an/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 21:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>O vulcão como fonte natural de poluição</title>
         <author>rubenalegria03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os vulcões são responsáveis por espetáculos únicos que a natureza nos oferece, no entanto, os seus impactos destrutivos nas vidas humanas e no no meio ambiente também guardam semelhante proporção.<br><br><strong>Existem mais de 1.500 vulcões ativos em 81 países</strong>. Para as centenas de milhões de pessoas que vivem nas redondezas de vulcões, a sua presença faz simplesmente parte do quotidiano, como um engarrafamento de trânsito ou chuva frequente.<br>Estima-se que mais de <strong>10% da população mundial </strong>viva nas imediações de um vulcão ativo ou com atividade histórica, devido à enorme fertilidade que caracteriza os solos vulcânicos, o que nos dá uma ideia da importância deste fenómeno quer em termos ambientais quer do ponto de vista da saúde.<br>Para termos uma ideia da dimensão do vulcanismo como fonte de poluição do ar, atentemos nos cerca de <strong>540 milhões de toneladas de Dióxido de Carbono (CO2) vulcanogénico</strong> que anualmente são emitidas para a atmosfera.<br>Apesar de tudo, <strong>uma pequena fração ao pé da quantidade produzida pelas atividades humanas</strong>. Mais de 70% dos gases vulcanogénicos é vapor de água. No entanto, para além do vapor de água e do CO2, durante e após as erupções, os vulcões libertam outros gases e aerossóis, tão ou mais nocivos para a saúde, tais como Dióxido de Enxofre (SO2), Ácido Sulfúrico (H2SO2), Mercúrio (Hg), Alumínio (Al), Chumbo (Pb), entre muitos outros. Para além dos gases emitidos para a atmosfera, <strong>as cinzas vulcânicas</strong>, partículas finas de rocha vulcânica fragmentada (com menos de 2mm de diâmetro), formadas durante as explosões vulcânicas podem causar irritação nos pulmões e nos olhos.<br><br><strong>Os vulcões e as doenças respiratórias<br></strong>Segundo um estudo desenvolvido pela <a href="http://www.leeds.ac.uk/">Universidade de Leeds</a>, no Reino Unido e pela <a href="https://english.hi.is/university_of_iceland">Universidade da Islândia</a>, <strong>as doenças respiratórias aumentaram quase um quarto após a erupção de lava do vulcão Holuhraun </strong>em 2014-2015, uma das maiores erupções vulcânicas da <a href="https://www.tempo.pt/islandia.htm">Islândia</a>.<br><strong>A erupção do Holuhraun foi uma das maiores nos últimos 200 anos</strong>, libertando 11 milhões de toneladas de Dióxido de Enxofre que se espalhou pela Islândia e pelo Oceano Atlântico em direção à Europa. As emissões que retornam nos dias imediatamente após as erupções vulcânicas afetam a saúde e não são consideradas nas respostas à ameaça à saúde pública causada pelos vulcões.<br>Este estudo demonstra também que após a exposição a emissões que mudaram quimicamente de gás para partículas finas, <strong>os incidentes de doenças respiratórias na Islândia aumentaram em quase um quarto e a incidência de dispensa de medicamentos para asma aumentou em um quinto</strong>.<br>Estes resultados podem ter implicações significativas com o objetivo de serem desenvolvidas ações para proteger a saúde dos 800 milhões de pessoas que vivem globalmente perto de vulcões ativos. Na verdade, ainda no mês de março, o <strong>vulcão Fagradalsfjall</strong> <a href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/vulcao-entra-em-erupcao-na-islandia-veja-os-videos-peninsula-reykjanes-fagradalsfjall.html">entrou em erupção</a> pela primeira vez em quase 800 anos.<br>Estima-se que a exposição a curto e longo prazo a este tipo de partículas finas, tanto de origem humana como natural, <strong>causam mais de três milhões de mortes prematuras a nível mundial por ano e continua a ser o maior risco para a saúde ambiental na Europa</strong>.<br>As novas descobertas destacam os riscos para a saúde dos poluentes remanescentes na atmosfera e as implicações para a monitorização das emissões da atividade vulcânica, havendo assim uma <strong>necessidade global de avaliações de risco para a saúde e a gestão de segurança da população após erupções vulcânicas</strong>.<br>Os resultados publicados pela <a href="https://www.nature.com/ncomms/">Nature Communications</a>, destacam a necessidade das autoridades se prepararem para os <strong>problemas de saúde </strong>associados ao retorno das emissões nos dias imediatamente após as erupções vulcânicas.<br><br></div><div>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-vulcao-como-fonte-natural-de-poluicao-doencas-saude-oms.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:39:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Saracoentro14987</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Encontrados ovos de Pterossauro, na China!</strong></div><div>Pela leitura geológica do terreno e o conhecimento previamente adquirido pelo coautor do estudo paleontológico, este afirma que o local onde se situam os ovos pode já ter sido o paraíso desta espécie, dos Pterossauros. Estes ovos foram encontrados no deserto Gobi, onde os ventos podem ser sentidos com grande intensidade. Ao que tudo indica estes animais alimentavam-se e procriavam no local, enterrando os ovos na pouca vegetação que havia junto de um antigo lago chinês. Uma grande tempestade que terá ocorrido, sucedida de outras, terá empurrado os ovos até ao lago, cobrindo-os com sedimentos. As 4 camadas, de sedimentos, existentes indicam várias tempestades. Estas camadas podem ser avaliadas segundo o princípio da sobreposição que afirma que a camada mais antiga é aquela que se encontra mais a baixo do nível superficial da Terra. Este princípio, não só importante para o conhecimento da vida jurássica na Terra mas também na datação de rochas ou na presença de acontecimentos geológicos que afetaram o ambiente. Os sedimentos ter-se-ão depositado dentro dos ovos cobrindo, em alguns casos, os frágeis corpos das crias de pterossauros, de forma a conserva-los, noutros casos cobrindo apenas o interior do ovo.<br>https://www.natgeo.pt/historia/2018/11/os-mais-importantes-fosseis-de-portugal<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 21:10:00 UTC</pubDate>
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         <title>Fóssil revela ave gigante que conviveu com os últimos dinossauros na Europa</title>
         <author>rubenalegria03</author>
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         <description><![CDATA[<div>O fóssil é uma vértebra cervical pertencente a uma ave muito grande, semelhante em tamanho a um casuar (entre 1,5 e 1,8 metros de altura), e que teria um pescoço longo e flexível.<br>Um fóssil estudado por uma equipa que inclui investigadores da Universidade Nova de Lisboa (UNL) revelou a existência de uma ave gigante que conviveu com os últimos dinossauros na Europa, no final do período Cretácico, anunciou esta quarta-feira a UNL em comunicado.<br>A universidade adianta no comunicado que o estudo sobre o fóssil, encontrado em 2009 nos Pirenéus espanhóis, na região de Huesca, vem reforçar a importância daquela região para o estudo da biodiversidade da era associada à extinção dos dinossauros. O fóssil foi a primeira descoberta de <a href="https://www.publico.pt/2019/06/27/ciencia/noticia/fossil-ave-tres-vezes-maior-avestruz-descoberto-crimeia-1877847">um vestígio de ave gigante datado deste período</a>.<br>A investigação foi desenvolvida por um grupo internacional liderado por membros da Universidade de Zaragoza, em Espanha, em colaboração com os paleontólogos Miguel Moreno Azanza e Eduardo Puértolas Pascual da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL, de universidades das Ilhas Canárias e da Argentina, e foi publicada <a href="https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/02724634.2021.1900210?journalCode=ujvp20">na revista científica <em>Journal of Vertebrate Paleontology</em></a>.<br>O fóssil é uma vértebra cervical pertencente a uma ave muito grande, semelhante em tamanho a um casuar (entre 1,5 e 1,8 metros de altura), e que teria um pescoço longo e flexível e foi comparado com vértebras de dinossauros terópodes e pássaros atuais e extintos de todo o mundo. Os investigadores realizaram uma microtomografia axial computadorizada (micro TAC) da vértebra para estudar sua estrutura interna, o que permitiu observar uma estrutura oca com múltiplas cavidades e câmaras, típica de um sistema respiratório de sacos aéreos semelhante ao das aves modernas.<br>“Foi encontrado em 2009 nos afloramentos de rochas sedimentares continentais da formação Tremp em Beranuy, na área da Ribagorza. A datação desta área situa essas rochas nos últimos 250.000 anos do Cretácico, temporariamente muito próximas do limite Cretácico/Paleogénico e da extinção dos dinossauros”, de acordo com o comunicado emitido pela equipa em Portugal. Segundo os investigadores, “trata-se de um achado relevante para a paleontologia de vertebrados europeus. Embora a presença de aves de grande porte fosse conhecida no Cretácico da Europa, nunca havia sido registada uma tão perto do limite Cretácico/Paleogénico”.<br>“Esta vértebra, portanto, é a prova mais moderna de um pássaro mesozóico na Europa, e mostra que pássaros grandes coexistiram com outros dinossauros pouco antes da sua extinção. Isso pressupõe que as comunidades animais continentais no final do Cretácico na Península Ibérica eram mais diversificadas do que se conhecia anteriormente. Futuras descobertas ajudarão a desvendar o papel que esse animal desempenhou nesses ecossistemas e suas relações de parentesco com outras aves”, defendem os investigadores.<br><br>https://www.publico.pt/2021/05/05/ciencia/noticia/fossil-revela-ave-gigante-conviveu-ultimos-dinossauros-europa-1961312</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 18:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>Descobertos restos mortais de mamute na Sibéria</title>
         <author>Saracoentro14987</author>
         <link>https://padlet.com/rubenalegria03/aadtil3od11318ah/wish/1570360712</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda com sangue, foram descobertos os restos mortais de um mamute, uma famosa espécie animal já extinta semelhante, fisicamente, a um elefante. O local exato da descoberta foi a ilha Lyakhovsky, localizada no norte na Sibéria. Apesar de os cientistas se interrogarem como poderia ainda permaner sangue no corpo do animal, com mais de 10.000 anos, estes, pensam que o sangue de mamute possa ter uma propriedade que permita a sua conservação, propriedades crio-protetoras. Sendo o gelo a principal causa de conservação do corpo. O gelo é um meio geológico pelo qual ocorre a mumificação/congelamento do animal, conservando uma parte ou um todo do mesmo, incluindo as suas partes moles, pele, músculos e neste caso até o sangue.<br>O ambiente gélido, as baixas temperaturas, proporcionam as condições certas para que não ocorra a decomposição do corpo. A decomposição em meios ambientes de temperaturas mais altas, ocorre sempre depois de o animal falecer, decompondo as partes moles, deixando apenas o esqueleto. No caso deste mamute, e de todos os animais conservados no gelo, tanto as partes moles, os tecidos e o esqueleto permanecem quase intactos, apenas desidratados, sendo que este teria o seu corpo separado em dois. O motivo da separação foi o facto de a parte inferior do corpo estar debaixo de gelo puro e a parte superior na tundra do local. Uma vez que os processos de congelação apenas ocorrem em países com temperaturas muito baixas, os animais que se encontram congelados são normalmente mamutes, rinocerontes entre outros animais de eras do gelo. Com estas descobertas é possível a determinação da alimentação das espécies na sua época assim como o conhecimento do seu ADN entre outras coisas. Uma análise aos dentes do animal permitiu identificar a sua idade na altura do seu falecimento, idade essa entre os 50 e 60 anos.<br><br>https://arstechnica.com/science/2013/05/scientists-poke-frozen-mammoth-liquid-blood-squirts-out/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 11:04:15 UTC</pubDate>
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