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      <title>Ampliação - Questões de Gênero by Nicole Passos</title>
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      <description>Em constante mudança e aprofundamento</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-09 18:20:33 UTC</pubDate>
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         <title>Criança Borboleta - Marc Majewski</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Sou uma borboleta. Eu giro e me agito, viro e rodopio. Flutuo e farfalho. E quando abro minhas asas, eu voo!  Um garoto adora se fantasiar de borboleta e sair pelo bairro, rodopiando e batendo suas asas. Mas nem todos os colegas entendem sua brincadeira e o excluem. Com a ajuda do pai, ele vai ganhar forças para se reestabelecer e superar o preconceito. Criança-borboleta é uma celebração da criatividade, da solidariedade e da expressão pessoal.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 18:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>Julian é uma sereia - Jessica Love </title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Enquanto andava de metrô com a avó, Julián avistou um grupo de mulheres extremamente arrumadas. O cabelo delas era esvoaçante e em tons vivos, seus adornos reluziam, e os vestidos terminavam numa belíssima cauda de sereia. A alegria delas era contagiante. Já em casa, ainda encantado, Julián sente vontade de se arrumar como uma sereia. Mas o que será que a avó vai achar da bagunça que ele fez – e, ainda mais, o que ela vai pensar sobre a forma como Julián se vê? Um livro delicado e colorido sobre amor e, principalmente, respeito. Julián é uma sereia ganhou inúmeros prêmios, entre eles o da Feira Internacional do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, categoria Opera Prima. A obra aborda com delicadeza temas como individualidade, apoio familiar e diversidade.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 18:27:35 UTC</pubDate>
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         <title>Pode pegar! - Janaina Tokitaka</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Um coelhinho de saia, batom e sapatinho de salto. Outro coelhinho de botas, calça e gravata. Assim fica fácil saber quem é menina e quem é menino! Mas e quando a menina quer usar botas pra atravessar o riacho? E quando o menino precisa do salto pra ficar mais alto? Batom serve pra desenhar? E esse chapéu, é de quem? Trocar de roupa é divertido! E agora, como faz pra saber quem é menina e quem é menino? Bom... Mas isso importa mesmo? Escrito para crianças em fase de alfabetização, o livro tem como protagonistas um coelhinho e uma coelhinha que não veem problema em trocar de roupa um com o outro, ainda que estas remetam a universos bastante distintos: o masculino e o feminino. Brincando com os estereótipos, a autora e ilustradora - que começou sua carreira na Folhinha e hoje é autora de mais de quarenta livros infantis - levanta a pergunta: o que faz de uma roupa 'de menino' ou 'de menina'?</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 18:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Quem tem medo do gênero? - Judith Butler</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Neste seu primeiro livro não acadêmico, Judith Butler analisa como o “gênero” se tornou central em discursos conservadores e reacionários, um fantasma com o objetivo de criar pânico moral e angariar apoio popular a projetos políticos fascistas, autoritários e excludentes.</em><br><br><em>Intervenção essencial em uma das questões mais inflamadas da atualidade, Quem tem medo do gênero? é uma convocatória arrojada a construir uma coalizão ampla contra as novas formas do fascismo. “É crucial que a política de gênero se oponha ao neoliberalismo e a outras formas de devastação capitalista e não se torne seu instrumento”, insiste Butler.</em><br><br><em>Em tempos sombrios, Butler nos oferece uma obra esperançosa de análise social e política. Ao abordar uma ampla variedade de temas – das feministas radicais transexcludentes ao novo populismo de direita, passando pelos ataques aos direitos reprodutivos, a dicotomia natureza/cultura, o debate sobre atletas trans e os legados colonial e racial do dimorfismo de gênero, entre outros –, o livro articula um robusto esforço emancipatório de imaginar novas possibilidades de liberdade e solidariedade.</em><br><br><em>O conservadorismo no Brasil, crescente nos últimos anos, é um dos objetos de análise da obra. Butler conta que o livro começou a ser desenvolvido em 2017, após sua visita ao Brasil, onde foi barbaramente hostilizada por manifestantes “antigênero”: “No aeroporto de São Paulo, minha parceira, Wendy Brown, e eu, fomos confrontadas por pessoas que nos ameaçaram de agressão física. Agradeço ao jovem da mochila que jogou o corpo entre mim e um agressor, recebendo os golpes que me eram dirigidos. Gostaria de saber o nome dele, mas tudo que tenho é a imagem dele travando uma briga no chão do aeroporto. Esse estranho extraordinário e a coragem manifesta de Wendy reforçaram a minha crença tanto na ética espontânea como na solidariedade política. Ao refletir sobre quem eram aquelas pessoas furiosas que nos acusaram de um conjunto caótico e sinistro de crimes sexuais, decidi escrever sobre o movimento contra a ideologia de gênero”.</em></p><p><br></p><p><strong><em>Trecho</em></strong><em><br></em><br><em>“O mesmo argumento foi apresentado no Brasil de Bolsonaro, sob a alegação de que o gênero põe em dúvida o caráter natural e normativo da heterossexualidade, e que, uma vez que a ordem heterossexual deixar de ser sólida, uma enxurrada de perversidades sexuais, incluindo zoofilia e pedofilia, tomará a face da terra. As contradições são abundantes. Essa linha de pensamento – segundo a qual educar as crianças em relação ao “gênero” significa abuso infantil – se esquece, convenientemente, da longa e abominável história de abuso sexual de jovens por sacerdotes que depois são exonerados e protegidos pela Igreja. Acusar de abuso infantil quem leciona educação sexual é projetar os males cometidos pela Igreja sobre pessoas que estão tentando ensinar como o sexo funciona, por que o consentimento é importante e quais percursos existem tanto para o gênero como para a sexualidade. Essa externalização dos males é apenas um exemplo de como o fantasma do gênero atua.”</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:23:20 UTC</pubDate>
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         <title>Diferentes, Não Desiguais - Lins, Machado &amp; Escoura </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3253117274</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Meninos são melhores em matemática, já as meninas são caprichosas; meninos gostam de futebol, meninas estão mais interessadas em roupa e maquiagem ― desde pequenos, aprendemos rapidamente que o mundo é dividido entre o feminino e o masculino e também de que lado devemos estar. Ao longo da infância, passamos por inúmeras situações que supõe uma divisão de gênero, muitas delas vividas e reproduzidas no ambiente escolar. Mas, afinal, o que é gênero?</em> <em>A partir da discussão desse conceito ― que nada mais é do que um dispositivo cultural, constituído historicamente, que classifica e posiciona o mundo a partir da relação entre o que se entende como feminino e masculino ―, os autores deste livro nos convidam a pensar nas implicações que esse conceito tem na vida cotidiana das crianças, e como os arranjos de gênero podem muitas vezes restringir, excluir e criar desigualdade. Quando dizemos que certas tarefas são próprias de meninas e outras de meninos, estamos limitando as formas de aprendizagem e inclusive as experiências de vida de estudantes. Muitas vezes, esse tipo de definição atrapalha o entendimento sobre o que é estar no mundo, e isso pode virar um obstáculo no processo de construção de desejos, expressões e formas de sentir. A escola é, pois, o ambiente adequado para levantar essa discussão e também para, através da educação, ajudar na construção de uma sociedade mais justa e democrática.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:26:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EDUCAÇÃO SEXUAL NO CONTEXTO ESCOLAR: AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS EM SALA DE AULA PELOS EDUCADORES - Nogueira, Zocca, Muzzeti &amp; Ribeiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong><em> A educação sexual é tema transversal em educação e consta nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Neste sentido, este artigo tem por objetivo compreender quais os materiais didáticos sobre a temática que são adotados no trabalho docente no esclarecimento dos questionamentos dos discentes em sala de aula. Participaram da pesquisa seis professores da educação de jovens adultos (EJA), entre 43 e 66 anos de idade, de uma cidade do interior do Estado de São Paulo. Os resultados mostraram que os professores conhecem os termos sexualidade e educação sexual e eles abordam a temática em sala de aula. Eles utilizam livros, filmes e dialógos na intervenção e destacam a importância da educação sexual na prevenção, quebra de tabus e conscientização dos alunos. Portanto, a educação sexual na escola é relevante e pertinente, assim como, proporciona momentos de reflexões e aprendizados. &nbsp;</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:33:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sexos, sexualidades e gêneros: monstruosidades no currículo da Educação Sexual - Jimena Furlani</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> <em>Apresento um exercício de análise cultural, a partir da frase "Que bicho é esse?" - do livro paradidático infantil (Lopes, 2000) para se referir a "sexo" e "sexualidade". Problematizo as potencialidades reflexivas da Educação Sexual tendo como referência a "Pedagogia dos Monstros" (Cohen, 2000) e a "desconstrução" como método analítico, articulando-as com teorizações nos campos dos Estudos Culturais e Feministas, sob a perspectiva pós-estruturalista de análise. Na Escola "os sexos", "as sexualidades" e "os gêneros" podem ser pensados como "monstros curriculares", assim como todo assunto marcado pela polêmica, pela provisoriedade, pela normalização. Como fenômeno metafórico cultural "os monstros" subordinam-se aos padrões hegemônicos da cultura normativa ao mesmo tempo em que resistem a eles. Essa resistência permite que, na Educação Sexual, os processos constituintes da normalidade e da desigualdade possam ser permanentemente postos em questão.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:41:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade, Análise Fragmentária de uma Histeria (&quot;O caso Dora&quot;) E Outros Textos -  Sigmund Freud </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3253130329</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Este sexto volume das obras completas de Freud traz textos fundamentais para o entendimento da psicanálise, como Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, que recorre a sexólogos contemporâneos do psicanalista e às observações feitas a partir de seus pacientes para enfatizar a centralidade do sexo na vida humana. Tratando das aberrações sexuais, da sexualidade infantil e adulta, Freud amplia e reformula o conceito de sexualidade. Outro grande texto deste volume é “O caso Dora”, primeiro dos cinco casos clínicos mais importantes de Freud. Interpretando dois sonhos de “Dora”, ele procura desvendar seus sintomas histéricos e sua correlação com a recusa do sexo.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:46:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A construção da expressão de gênero na infância: do gesto à palavra - Fróis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3253132835</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> <em>Este artigo aborda a construção da expressão de gênero pelas crianças, à luz das contribuições do construcionismo social. A construção da expressão de gênero, vivida por meninos e meninas, é desenvolvida na dinâmica das relações sociais. De modo continuado e ininterrupto, a construção da expressão de gênero pelas crianças se dá pelas linguagens gestuais e verbais: do gesto à palavra. Tal compreensão foi construída com base em pesquisa bibliográfica e de campo realizada com crianças de 4 a 5 anos, no ambiente escolar. Nessa investigação, os dados foram construídos por um olhar etnográfico e sistematizados mediante núcleos de significação. Nesse processo, foi possível conhecer os modos de compreensão das educadoras sobre a identificação de gênero pelas crianças, bem como problematizar e compreender tais formas de entendimento.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:49:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que crianças pensam sobre família e relações de gênero? - Gibim e Müller</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3253134735</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> <em>O artigo explora representações de crianças sobre família e relações de gênero. Trata-se de um novo tratamento de dados elaborados por Gibim (2017) com crianças usuárias de Educação Infantil. A partir de desenhos e narrativas de crianças, foi possível captar estereótipos de gênero oriundos de uma sociedade erguida em bases patriarcais, o que é refletido em práticas intrafamiliares que envolvem as crianças. Trata das transformações na unidade doméstica decorrentes, principalmente, da emergência de diferentes dinâmicas familiares e de um reposicionamento feminino decorrente do esgotamento do modelo tradicional conjugal. A Educação Infantil surge, neste contexto, no compartilhamento da educação e cuidado com as famílias, promovendo a redefinição dos papéis parentais na construção de contextos sociais livres de preconceitos.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:52:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gênero, Sexualidade e Educação - Guacira Lopes Louro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3253136206</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Este livro tem o caráter de "introdução aos estudos de gênero". Apresenta conceitos e teorias recentes no campo dos estudos feministas e suas relações com a educação. Estuda as relações do gênero com a sexualidade, as redes do poder, raça, classe, a busca de diferenciação e identificação pessoal e suas implicações com as práticas educativas atuais. Tanto serve de material para estudantes como para professoras/es, como incentivo amplo à iniciativa feminista e de outros grupos.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:54:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Compreensão sobre sexualidade e sexo nas escolas segundo professores do ensino fundamental - Moizés e Bueno </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo: </strong><em>Com o objetivo de identificarmos a forma pela qual professores de Ensino Fundamental compreendem a sexualidade/sexo na escola, procuramos levantar dados relativos a estas questões no cotidiano escolar, verificando a posição da escola e como lidam com isto. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, humanista, por meio de pesquisa-ação. A coleta dos dados foi realizada por meio da observação participante e entrevista individual, usando um questionário com questões norteadoras. Os dados levantados foram organizados em categorias. A análise possibilitou apreender que a maioria dos professores valoriza o diálogo como meio de orientação aos alunos. Destacam a necessidade de obterem apoio de profissionais qualificados sobre a temática, e dão relevância à participação da família no processo de orientação. Neste processo, a Escola pode ser o recurso para ajudar familiares, professores e escolares a compreenderem melhor os pressupostos da educação sexual e profissionais da saúde são grandes aliados, no sentido de conscientizá-los e orientá-los. Baseando-se nos achados, desenvolveram-se ações/intervenções educativas junto aos professores, visando prepará-los para atuarem como agentes multiplicadores no cotidiano escolar. Os professores sugerem a busca de parcerias e a elaboração de estratégias de orientação sexual.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 21:58:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A escola e as manifestações da sexualidade - Lima, Aguiar &amp; Freitas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> <em>A sexualidade infantil é um dos aspectos importantes do desenvolvimento humano, apesar da concepção difundida popularmente de que as questões sexuais surgem somente no período adulto e não devem ser atribuídas às crianças. Entretanto, é perceptível manifestações da sexualidade infantil, sobretudo na escola, pois este espaço está sendo frequentado desde a mais tenra idade. Destarte, esse estudo utiliza os constructos do autor Sigmund Freud para compreender a sexualidade infantil e suas manifestações atreladas ao desenvolvimento e, posteriormente, concerne como a escola lida com o desenvolvimento sexual infantil, permitindo compreender a relação entre o ambiente escolar diante a sexualidade infantil.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:00:32 UTC</pubDate>
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         <title>Concepção de Sexo e Sexualidade no Ocidente: Origem, História e Atualidade - Senem e Caramaschi</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo: </strong><em>Este trabalho tem como objetivo apresentar um estudo teórico das concepções de sexo e sexualidade na história ocidental. Compreende-se sexo como uma dimensão física e biológica relativa aos órgãos sexuais e à genitalidade, assim como o próprio ato sexual; e sexualidade é compreendida como uma dimensão histórica e cultural com relação à qualidade das vivências sexuais. Ao analisar a história ocidental é possível perceber que a sexualidade foi influenciada por modelos matriarcais e, principalmente patriarcais, vivenciando momentos de maior abertura ou repressão, além de considerar as influências da religião, da filosofia e da medicina.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:02:46 UTC</pubDate>
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         <title>Procurando Firme - Ruth Rocha </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>No início desse livro tem um aviso: “Uma história que parece história de fadas, mas não é. Também parece história para criança pequena, mas não é”. Então do que fala realmente essa história? De um príncipe e de uma princesa, irmãos, que viviam num castelo fazendo tudo o que mandava a tradição: ele estudando para matar dragões, ela aprendendo a fazer doces e bordados; ele se preparando para sair pelo mundo atrás de aventuras; ela se acostumando a ficar em casa eternamente (que chato...) à espera de um marido etc. Com um narrador que conversa o tempo inteiro com o leitor, Procurando firme questiona velhos valores do mundo das princesas (e, claro, do nosso!) e assim, sem ser panfletário nem perder a graça, apresenta o pensamento feminista para o jovem leitor. É a cara da Ruth: ousado, engraçado, poético e brilhante.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:14:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ser o que se é - Pedroca Monteiro e Daniel Kondo</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Os personagens desta história têm habilidades e interesses diversos. Enquanto um deles ama matemática, outra prefere cantar. Tem aquele que gosta mesmo é de dançar, e aquela que adora jogar uma bola… E por aí vai!<br>Ao contrário do que muita gente poderia imaginar, são justamente essas diferenças que os aproximam e fortalecem a união dessa turma. Afinal, eles admiram os talentos uns dos outros e a pluralidade do grupo. Mas o que acontece quando seus interesses, gostos e preferências se misturam? Que rostos e personalidades surgem nas páginas do livro?<br>Com um projeto gráfico especial, este livro convida o leitor para brincar e criar novas personas. Os autores de Ser o que se é homenageiam as diferenças, a diversidade e a alegria de poder ser quem se é e trazer um mundo inteiro e colorido dentro de si.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:16:59 UTC</pubDate>
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         <title>O jardim de algodão - Tino Freitas e Ionit Zilberman</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong><em> O jardim de algodão guarda um lugar secreto cheio de afeto e uma família, que é igual à sua ou diferente, e que revela coisas que a gente sente. Tem avô, tem avó, tem almoço de domingo... Tem sonho, tem cor, tem perfume de flor.</em></p><p><em>Uma história harmoniosa e sensível escrita por Tino Freitas, com ilustrações suaves e delicadas de Ionit Zilberman; ambos os autores premiados de longa estrada com muitos livros publicados no Brasil e no exterior.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>A história de Júlia e da sua sombra de menino - Christian Bruel e Anne Bozellec</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:<em> </em></strong><em>Julia é constantemente criticada por seus pais, que a chamam de meio moleque devido ao seu jeito e às suas roupas. Por mais que se esforce para ser como eles gostariam, um dia Julia percebe que sua sombra assume a forma de um garoto, brincando e agindo como ela gostaria de ser. Isso a deixa triste e faz com que ela questione sua própria identidade.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:24:34 UTC</pubDate>
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         <title>O amor é animal! - José Roberto Toreiro </title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong><em> Minicontos sobre alguns animais e suas diferentes formas de amar e se relacionar.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:26:33 UTC</pubDate>
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         <title>Princesa Kevin -  Michel Escoffier e Roland Garrigue</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>É o dia de ir fantasiado na escola de Kevin, mas ele não quer ir de caubói, de pirata ou de dragão, como todos os outros meninos. Kevin quer se vestir de princesa!<br>E que problema haveria nisso? Por que meninos não podem ser princesas, e meninas, cavaleiros?<br>Com ilustrações vibrantes e um texto cheio de graça, Princesa Kevin apresenta aos leitores um menino corajoso e cheio de criatividade, que sabe que, no fim do dia, o que importa é estar bem consigo mesmo e se divertir, seja usando sapatos de salto ou uma capa de super-herói.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Três Mocinhas Elegantes - Cristina Vilaça </title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Por que os vizinhos cochichavam e olhavam torto quando elas passavam?<br>Por mais esperta que a menina Cuca fosse, ela não entendia… Só porque ela tinha duas mães e não tinha um pai? Mas as mães dela eram muito bacanas, solidárias e, o mais importante, cuidavam dela muito bem, com muito amor!<br>Apenas os vizinhos seu Chiquinho e dona Sinhá, um casal de idosos, gostavam das três mocinhas.<br>Até que, um dia, aconteceu um fato que fez todos os vizinhos passarem a olhar com respeito e amizade para a família de Cuca.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:35:12 UTC</pubDate>
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         <title>A Princesa Sabichona - Babette Cole </title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Um dia a princesa Sabichona recebeu uma ordem de sua mãe:</em></p><p><em>– Trate de arranjar um marido! </em></p><p><em>Acontece que a menina era cheia de vontades e só  queria fazer o que bem entendesse.</em></p><p><em>Tanto fez que acabou ficando sozinha... para a felicidade de todos, dela e de seus pretendentes.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 21:31:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Intersecionalidade na Discriminação de Raça e Gênero - Kimberle Crenshaw</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo: </strong><em>O artigo </em><strong><em>"A Interseccionalidade na Discriminação de Raça e Gênero"</em></strong><em>, disponível no site do projeto </em><strong><em>Mulheres no Poder</em></strong><em> da UNILAB, explora o conceito de interseccionalidade como uma ferramenta essencial para entender as múltiplas formas de opressão que afetam as mulheres negras. Desenvolvido por Kimberlé Crenshaw, o termo interseccionalidade destaca como raça, gênero, classe e outras categorias sociais se interligam, criando experiências únicas de discriminação. O texto argumenta que as mulheres negras enfrentam formas específicas de opressão que não podem ser compreendidas apenas pelo viés isolado do gênero ou da raça. A interseccionalidade permite analisar como essas opressões se sobrepõem, resultando em desigualdades sociais, econômicas e políticas mais profundas, e defende a necessidade de políticas públicas e ações afirmativas que considerem essas intersecções para promover equidade e justiça social.</em></p><p><em>Além disso, o artigo ressalta a importância de ampliar a representação das mulheres negras em espaços de poder e decisão, combatendo estereótipos e promovendo a visibilidade de suas lutas. A interseccionalidade é apresentada como um caminho fundamental para desconstruir estruturas de opressão e construir uma sociedade mais inclusiva. Em síntese, o texto defende que a luta contra a discriminação racial e de gênero deve ser abordada de forma integrada, reconhecendo as especificidades das experiências das mulheres negras e promovendo ações que enfrentem as múltiplas dimensões da desigualdade.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 20:28:33 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres, Raça e Classe - Angela Davis</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Mulheres, raça e classe, de Angela Davis, é uma obra fundamental para se entender as nuances das opressões. Começar o livro tratando da escravidão e de seus efeitos, da forma pela qual a mulher negra foi desumanizada, nos dá a dimensão da impossibilidade de se pensar um projeto de nação que desconsidere a centralidade da questão racial, já que as sociedades escravocratas foram fundadas no racismo. Além disso, a autora mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade. Davis apresenta o debate sobre o abolicionismo penal como imprescindível para o enfrentamento do racismo institucional. Denuncia o encarceramento em massa da população negra como mecanismo de controle e dominação. Dessa forma, questiona a ideia de que a mera adesão a uma lógica punitivista traria soluções efetivas para o combate à violência, considerando-se que o sujeito negro foi aquele construído como violento e perigoso, inclusive a mulher negra, cada vez mais encarcerada. Analisar essa problemática tendo como base a questão de raça e classe permite a Davis fazer uma análise profunda e refinada do modo pelo qual essas opressões estruturam a sociedade. Neste livro, tal discussão é sinalizada pela autora por meio de sua abordagem do sistema de contratação de pessoas encarceradas nos Estados Unidos, que já durante o período escravocrata permitia às autoridades ceder homens e mulheres negros presos para o trabalho, em uma relação direta entre escravidão e encarceramento como forma de controle social.Nesse sentido, mesmo sendo marxista, Davis é uma grande crítica da esquerda ortodoxa que defende a primazia da questão de classe sobre as outras opressões. Em 'As mulheres negras na construção de uma nova utopia', a autora destaca a importância de refletir sobre de que maneira as opressões se combinam e entrecruzam:As organizações de esquerda têm argumentado dentro de uma visão marxista e ortodoxa que a classe é a coisa mais importante. Claro que classe é importante. É preciso compreender que classe informa a raça. Mas raça, também, informa a classe. E gênero informa a classe. Raça é a maneira como a classe é vivida. Da mesma forma que gênero é a maneira como a raça é vivida. A gente precisa refletir bastante para perceber as intersecções entre raça, classe e gênero, de forma a perceber que entre essas categorias existem relações que são mútuas e outras que são cruzadas. Ninguém pode assumir a primazia de uma categoria sobre as outras.A recusa a um olhar ortodoxo mantém Davis atenta às questões contemporâneas, que abarcam desde a cantora Beyoncé à crise de representatividade. A discussão feita por ela sobre representação foge de dicotomias estéreis e nos auxilia numa nova compreensão. Acredita que representação é importante, sobretudo no que diz respeito à população negra, ainda majoritariamente fora de espaços de poder. No entanto, tal importância não pode significar a incompreensão de seus limites. Para além de simplesmente ocupar espaços, é necessário um real comprometimento em romper com lógicas opressoras. Nesse sentido, acompanhar suas entrevistas é fundamental.Davis traz as inquietações necessárias para que o conformismo não nos derrote. Pensa as diferenças como fagulhas criativas que podem nos permitir interligar nossas lutas e nos coloca o desafio de conceber ações capazes de desatrelar valores democráticos de valores capitalistas. Essa é sua grande utopia. Nessa construção, para ela, cabe às mulheres negras um papel essencial, por se tratar do grupo que, sendo fundamentalmente o mais atingido pelas consequências de uma sociedade capitalista, foi obrigado a compreender, para além de suas opressões, a opressão de outros grupos.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 20:32:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O corpo educado - Guacira Lopes Louro </title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Um investimento complexo é exercido sobre a sexualidade e os corpos: a escola, a mídia, a igreja, a lei, a medicina e outras tantas instâncias sociais exercitam, cotidianamente, pedagogias da sexualidade. Ali se aprende uma linguagem socialmente situada, que diz sobre o que falar e sobre o que silenciar, o que mostrar e o que esconder, quem pode falar e quem deve ser silenciado. Marcas de gênero, classe, raça interferem profundamente na demarcação desses arranjos. É disso que trata este livro: autoras e autores de distintas formações acadêmicas refletem sobre as desigualdades e as diferenças históricas e socialmente atribuídas aos corpos e convidam leitoras e leitores a compartilhar de sua inconformidade em face do silêncio e da marginalização impostos a sujeitos e práticas sexuais.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 20:36:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anseios: Raça, Gênero e Políticas Culturais - Bell Hooks</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Para Bell Hooks, a melhor crítica cultural não considera necessário separar a política do prazer da leitura. Anseios reúne alguns dos primeiros e clássicos textos de crítica cultural publicados pela autora nos anos 1980. Abordando temas como pedagogia, pós-modernismo e política, bell hooks examina uma série de artefatos culturais, dos filmes Faça a coisa certa, de Spike Lee, e Asas do desejo, de Wim Wenders, aos escritos de Zora Neale Hurston e Toni Morrison. O resultado é uma coleção comovente de ensaios que, como toda a obra da autora, dedica-se sobretudo à transformação de estruturas opressoras de dominação.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 20:38:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo Experimento</title>
         <author>veridianaferreiraismart</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8YH5cTJu82M" />
         <pubDate>2025-02-01 22:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Campanha &quot;Inspire Mulheres: Redesenhe o Equilíbrio&quot;</title>
         <author>veridianaferreiraismart</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3312209370</link>
         <description><![CDATA[<p>A campanha "<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inspiringthefuture.org/campaigns/inspiring-women/">Inspiring Women</a>" (Inspirando Mulheres) questiona e amplia a possibilidade de carreiras comumente associadas a mulheres. O objetivo é  "desafiar meninas a pensar sobre o que elas querem ser e por que querem ser, e mostrar a elas que podem alcançar qualquer coisa que decidam."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.inspiringthefuture.org/" />
         <pubDate>2025-02-01 22:39:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Experimento: Brinquedos de meninas x Brinquedos de meninos</title>
         <author>veridianaferreiraismart</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3312210833</link>
         <description><![CDATA[<p>O experimento revela como os estereótipos de gênero são reforçados desde a infância, muitas vezes de maneira inconsciente. Ao vestir bebês com roupas associadas ao gênero oposto, os pesquisadores observaram que os adultos voluntários, ao interagir com esses bebês, lhes ofereciam brinquedos tradicionalmente ligados ao gênero que presumiam, como bonecas para aquelas identificadas como meninas e carrinhos para aqueles percebidos como meninos. Isso demonstra como as expectativas sociais e o binarismo moldam o comportamento infantil desde cedo, influenciando a forma como crianças são estimuladas e limitando, desde os primeiros anos de vida, suas possibilidades de exploração e desenvolvimento.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=nWu44AqF0iI" />
         <pubDate>2025-02-01 22:45:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interseccionalidade</title>
         <author>veridianaferreiraismart</author>
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         <description><![CDATA[<p>Agora, mais do que nunca, é imprescindível olharmos corajosamente para a realidade do preconceito de gênero e de raça e compreendermos como os dois podem se unir para causar ainda mais danos. Kimberlé Crenshaw usa o termo "interseccionalidade" para descrever esse fenômeno; como ela mesma diz, se você ficar parado na interseção onde múltiplas formas de exclusão se cruzam, você tem chance de ser atingido por todas elas. Nesta palestra tocante, ela apela para que testemunhemos essa realidade e falemos pelas vítimas do preconceito.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ted.com/talks/kimberle_crenshaw_the_urgency_of_intersectionality?subtitle=pt-br" />
         <pubDate>2025-02-01 22:49:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estereótipos sobre meninas nas ciências começam muito cedo na escola</title>
         <author>veridianaferreiraismart</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3312211943</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://porvir.org/estereotipos-sobre-meninas-nas-ciencias-comecam-muito-cedo-na-escola/" />
         <pubDate>2025-02-01 22:50:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudos e Pesquisas sobre Educação , Raça, Gênero, e Diversidade Sexual - Nilma Lino Gomes</title>
         <author>nicolepassos14</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3387546382</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo: </strong><em>O presente artigo inaugura a nova seção Educação, raça, gênero e diversidade sexual a ser incluída no periódico Educação &amp; Sociedade em 2023. Discute a importância da referida seção e da abordagem interseccional dos conceitos que apresenta juntamente com as questões das desigualdades econômicas e sociais, das discriminações e da violência e como essa complexidade se expressa na educação. Argumenta que essa análise tem possibilitado novas e instigantes reflexões para a melhor compreensão do fenômeno educativo e debate a relevância da divulgação científica das produções teóricas que abordam tais conceitos no campo da educação.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-29 14:43:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eu quero ser o sol: Crianças pequenininhas, culturas infantis, creche e intersecção - Fávio Santiago</title>
         <author>nicolepassos14</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3388034689</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>No livro, Santiago observa que as meninas negras têm um desejo de protagonismo, tal como as feministas negras têm apontado na construção da história e da sociedade.&nbsp;</em></p><p><em>Um exemplo de protagonismo das meninas negras é a cena em que Chioma e Dalila decidem levar os cavalos para passear. As meninas não apenas empurravam os cavalos, mas também se tornaram líderes de um pequeno rebanho de três animais.&nbsp;</em></p><p><em>Com esse exemplo, Santiago mostra que as meninas negras não apenas romperam com a ideia de feminilidade ligada à maternagem, mas também criaram formas de organização da vida.&nbsp;</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 14:29:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gênero: Uma categoria útil de análise histórica - Joan Scott</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 14:33:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formação e prática docente: sobre a visibilidade das professoras lésbicas - Claudia Vianna e Tatiana Carvalho</title>
         <author>nicolepassos14</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3388038475</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> <em>No campo da Educação, como área de investigação e conhecimento, muitas pesquisas abordam a questão da formação e atuação docentes. Contudo, boa parte dessas análises não avalia mais detidamente as distinções de gênero na categoria, principalmente levando-se em conta a presença mais expressiva de mulheres na carreira. Muito mais escassos são os trabalhos que buscam observar as especificidades dentro do grupo mais amplo “mulheres professoras”. Este artigo traz reflexões que foram aprofundadas em uma pesquisa sobre professoras lésbicas na Educação Básica. De modo geral, a questão que se coloca é: quais são os distintos significados de ser uma professora lésbica na Educação Básica, tendo em vista o tabu que isso ainda representa no meio escolar e as necessidades de uma educação de respeito pela diversidade? Esta consideração é fundamental, especialmente no atual momento vivido em nosso país, em que essa construção legítima de existência está sob ataque. Além disso, problematizar a importância dessa questão na própria formação docente, sendo a visibilidade ou invisibilidade construída por essas professoras sempre pedagógica, na medida em que ajuda a erigir uma série de conhecimentos e impressões sobre a diversidade sexual.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 14:37:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estado da arte sobre educação e relações étnico-raciais (2003 -2014): História da educação de crianças e jovens negros(as) - Marcelo Pagliosa</title>
         <author>nicolepassos14</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3388039863</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> <em>A Categoria “História da Educação da População Negra” da pesquisa “Educação e Relações Étnico-Raciais: o Estado da Arte” (2018) abrangeu a análise de 35 teses e dissertações. Neste artigo serão examinados os pormenores das 17 pesquisas agrupadas na subcategoria “Educação de crianças e jovens negros(as)”. Observou-se que a temática da História da Educação da População Negra é uma área em construção, mas em expansão, apesar da necessidade de um número maior de pesquisas.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 14:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O pequeno sereio - Janaina Tokitaka</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Gabriel é um belo sereio, que adora curtir as ondas e o oceano com seus amigos. Ele só tem um problema: diferente de todos os outros sereios e sereias, Gabriel é tímido e não tem coragem de cantar na frente de ninguém! Mas às vezes, nas situações mais inesperadas, a nossa vida muda por completo e ganhamos uma ajudinha para compor novas sinfonias…<br>Este reconto inesperado e cativante da coleção Canoa, escrito por Janaina Tokitaka e ricamente ilustrado por Flávia Borges, vai surpreender, quebrar estereótipos e provocar sorrisos (e coragem) em seus leitores! A coleção Canoa tem como objetivo levar literatura infantil de qualidade a um preço popular para todos os pequenos leitores.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 11:45:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Enquanto o almoço não fica pronto - Sonia Rosa</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Enquanto o almoço não fica pronto... descreve uma manhã qualquer, que poderia ser na casa de qualquer um de nós - uma casa brasileira, com feijão na panela, samambaia na parede, vira-latas fazendo festa. A casa de uma família negra. Com poesia e argúcia, Sonia Rosa e Bruna Assis Brasil tecem um elogio ao corriqueiro. E transformam uma manhã onde parece que quase nada acontece em uma manhã que é, na verdade, uma aventura pelo universo da ternura e da exuberância que pulsa no espaço doméstico.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 11:50:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O menino que florescia - Jen Wojtowicz</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Todos concordam que os Calaveiras são esquisitos, mas o talento especial no clã é o do menino Vicente: nas noites de lua cheia, brotam flores de seu corpo. De manhã, sua mãe poda os botões para ele ir à escola. Vicente gosta de estudar e de pensar e, por ser tão estranho, as crianças o ignoram. Angelina, sua colega, não entende por quê. Afinal, não é a diferença que torna as pessoas especiais?</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 15:21:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cachinhos de urso - Stéphane Servant e Laetitia Le Saux </title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Na casa da família Urso, todos trabalham em sua fantasia para a festa que vai acontecer à noite. Mamãe Ursa vai de Bela Adormecida, Papai Urso, de Lobo Mau, e o Pequeno Urso quer ir de Cachinhos Dourados, ou melhor, Cachinhos de Urso, com direito a saia e marias-chiquinhas. Papai Urso não consegue compreender a escolha do filho e tenta convencê-lo a usar qualquer fantasia mais “masculina”, como de ogro ou cavaleiro medieval. Nenhum dos dois cede até que um terceiro e decisivo personagem entra na história para resolver o impasse.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 15:32:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Leo e a Baleia - Benji Davies </title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Leo e a baleia conta a história de um menino solitário, um filhote de baleia e uma amizade que vai mudar as duas vidas para sempre.</em></p><p><em>Leo e seu pai vivem em uma casa perto do mar. Todos os dias o pai de Leo sai cedo para trabalhar como pescador, e o menino passa o dia na companhia de seus gatinhos. Certa manhã, após uma forte tempestade, Leo encontra uma baleia na areia da praia e a leva para casa, pensando em ter uma companhia para ouvir suas histórias (a baleia é ótima ouvinte). Ele tenta manter a nova amiga em segredo, mas o plano não dura muito tempo, porque seu pai a encontra escondida na banheira. O gesto de Leo muda a vida dos dois, que se unem para levar a baleia de volta para o mar. Mas, a partir daí, a amizade entre pai e filho se fortalece.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 15:12:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A galinha xadrez - Rogério Trezza</title>
         <author>nicolepassos14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sinopse: </strong><em>Quem não conhece a história da Galinha Ruiva, que queria fazer um pão e convocou os companheiros para ajudá-la? Junto a outros clássicos universais da literatura infantil, esta pode ser considerada uma das mais populares entre as crianças, há várias gerações. Mas os tempos mudam e com ele alguns valores.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 15:14:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Touro Ferdinando (2018)</title>
         <author>fernandagsemensato</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ferdinando é um touro com um temperamento calmo e tranquilo, que prefere sentar-se embaixo de uma árvore e relaxar ao invés de correr por aí bufando e batendo cabeça com os outros. A medida que vai crescendo, ele se torna forte e grande, mas com o mesmo pensamento. Quando cinco homens vão até sua fazenda para escolher o melhor animal para touradas em Madri, Ferdinando é selecionado acidentalmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 00:27:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mulan (1998)</title>
         <author>fernandagsemensato</author>
         <link>https://padlet.com/nicolepassos14/a9pdgigwgfrkkzh8/wish/3405240796</link>
         <description><![CDATA[<p>Mulan, uma jovem chinesa que não se encaixa na sociedade, teme que seu pai, um homem doente, seja convocado para lutar na guerra que se aproxima. A garota então se disfarça de homem e assume o posto de seu pai no exército chinês. Acompanhada por seu dragão Mushu, Mulan parte para a linha de batalha, faz amizade com os outros soldados e usa sua inteligência para ajudar a combater a invasão dos hunos enquanto luta para esconder sua verdadeira identidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 00:28:30 UTC</pubDate>
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